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Oi, Tanaguchi!

 

Eis que entro aqui para ler teu relato, para matar um pouquinho da saudade da viagem que fiz e me inspirar para as próximas... e vejo uma "menção honrosa" :P ao meu relato! Fiquei muito feliz! Muito obrigada! Que bom que foi, de alguma forma, útil. :D

Vou seguir acompanhando, tomara que tu mudes de ideia e faça um relato enorme, cheio de detalhes e histórias! 

Abraço!

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Em 25/08/2017 em 19:30, Helen Pusch disse:

Oi, Tanaguchi!

 

Eis que entro aqui para ler teu relato, para matar um pouquinho da saudade da viagem que fiz e me inspirar para as próximas... e vejo uma "menção honrosa" :P ao meu relato! Fiquei muito feliz! Muito obrigada! Que bom que foi, de alguma forma, útil. :D

Vou seguir acompanhando, tomara que tu mudes de ideia e faça um relato enorme, cheio de detalhes e histórias! 

Abraço!

Eu é quem tenho que agradecer!! Seu relato ajudou muito, vc tirou várias duvidas com o topico e o principal: sua empolgação no relato fez com que eu me empolgasse muito com o Vietnã!! Eu lia as coisas sobre o Vietnã mais não ficava cativado, eu ficava pensando: "sera que vale incluir esse pais... não sei"... e foi seu relato que fez eu ter aquela vontade de ir... e depois de ter conhecido eu amei, Vietnã pra mim é um dos lugares mais queridos da vida rs

 

Eu acabo enrolando pra escrever os relatos, então vou dar uma enxugada pra ver se termino mais rapido dessa vez!!

E obrigado dinovo!! Continue com seus relatos e espero que um dia seja um relato meu que te inspire a conhecer algum lugar! Abraço

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LAOS

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O Laos é um dos últimos países de política socialista unipartidaria do mundo, 100 dólares aqui valem quase 1 milhão de kips (moeda local)!!

 

As dicas do Laos vão ter bastante ênfase em:

1-      Songrkan (Ano Novo da região, comemorado em Abril)

2-      Ronda das Almas (monge jogando os trecos no lixo e aquilo que ninguém contou)

3-      Cachoeira TAD SAE (Tad Sae não é aquela mega famosa, essa é a Kuang Si... a Tad Sae foi uma grande decepção)

4-      Clima maluco

 

 

Songkran

Já comemoramos o Songkran em Chiang Mai na Tailandia ano passado e fiquei alucinado querendo ir dinovo pq é algo incrível, melhor ano novo do mundo!!!! Rs

Luang Prabang foi a única cidade que visitamos no Laos. Ela é o destino turístico mais popular do pais. Enquanto bolava o roteiro tive muitas duvidas em relação a ela, pois dos 4 dias que ficaríamos lá em 3 deles seriam comemorados o Songkran (o ano novo de países como Tailandia, Laos e Camboja).

Então decidimos passar o Songkran em Luang Prabang. Isso levantou muitas duvidas. As cachoeiras abrem? O comercio abre? Conseguimos fazer os deslocamentos de boa?

O songkran vai de 13 a 15 de Abril. Chegamos na cidade na véspera das festividades.

A festa é bem parecida com a da Tailandia. Resumidamente: vai todo mundo pras ruas com arminhas de água, baldes, mangueiras e qualquer outra coisa disponível que sirva pra molhar as pessoas. Dai fica todo mundo se molhando e vira uma guerra absurdamente divertida. É muito dahora mesmo... todo mundo sem exceção participa... se a ideia não parece atraente pra vc escolha outro destino, pois é impossível ficar sem ser molhado.

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Em um dos dias na rua principal teve um desfiles de carros alegóricos, um carros com monges que iam tocando tambores e benzendo o povo e outras coisas bem legais.

 

Como as temperaturas são bem altas é agradável ser molhado rs

Tanto na véspera (12) quanto no dia 13 não notamos nada de especial referente as festividades. Ninguém com armas de água na rua nem aquela bagunça característica do Songkran.

Já no dia 14 e 15 a brincadeira rola solta, é agua pra todo lado xD
Mais em todos esses dias tudo funcionou normalmente(restaurantes, lojas, feira noturna, cachoeiras, etc)

Eu não sei pq a brincadeira não rolou dia 13. Só sei que esse dia choveu boa parte do dia, e lá pelas 16h a chuva veio forte e matou qualquer possibilidade de passeio ao ar livre. Mais eu acredito que o primeiro dia do Songkran lá tem uma conotação mais religiosa.

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Apesar de tudo funcionando o problema é que o transito fica caótico no centro e arredores. Então pra sair e voltar do centro vc vai levar mais que o dobro do tempo.

 

 

Ronda das Almas

No dia 13 acordamos de madrugada pra poder participar da ronda das almas. Mais eu fui muito burro, não sei onde diabos eu li que a ronda começava as 5 da manhã!!! A ronda começa as 6!!!! AS SEIS!!!!

Então as 4 já estávamos de pé... e a pé resolvemos ir até o local. Do nosso hostel até lá foi uma caminhada de uns 30 minutos... Tudo em Luang Prabang se concentra em uma rua principal bem extensa, então caindo nela é só seguir e ir embora.

Fomos os primeiros a chegar, e depois de um tempo apareceram umas tias que vendem o “kit ronda das almas” que contempla um tapetinho pra vc ficar sentando,  um pano que todo mundo usa que passa pelo seu peito/ombros, uma tigela de arroz e uns industrializados ( salgadinhos, bolachas... mais bem vagabundos).

E dai quando os monges chegaram fomos distribuindo as coisas entre eles que seguiam em fila. É bem legal participar do ritual, eu gostei muito. Mais rolou uma coisa que eu não havia lido em lugar nenhum e me deixou bem abalado: o fato de alguns monges jogarem no lixo as oferendas que vc dava.... em todo o trajeto que eles fazem são colocados uns cestos de lixo, e dai sem mais nem menos o monge para nesse lixo e joga fora oq vc deu... na maioria das vezes eles jogam no lixo as bolachas/salgadinhos, mais eles também chegaram a jogar o arroz... nem todos fazem isso, e não foi só com a gente... mais isso ficou martelando na minha cabeça... pq diabos eles jogam no lixo? Achei bem forte a cena deles jogando no lixo... vc se sente mal vendo eles descartando o trequinho que vc entrega na maior humildade, sente como se tivesse algo errado com vc.

Nos comportamos de forma respeitosa durante todo ritual... não sei se tem conexão com o fato de sermos estrangeiros, pois a maioria do pessoal que faz a doação são locais... a maioria dos turistas fica do outro lado da rua fotografando... tem gente muito sem noção com essas fotos, e pra variar os mais malas são os turistas chineses.

Como li em todos os lugares o ideal é vc preparar sua própria oferenda do que comprar das tias. Eu até acho valido vc comprar das tias, se tivesse uma nova oportunidade eu só ia pedir pra elas não incluirem os salgadinhos e bolachas no “kit”... pq era algo tão ruim que nesse ponto é compreensível eles jogarem fora rs

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Cachoeira Kuang SI e Tad Sae

 

Sobre as cachoeiras... A kuang Si é a famosa que aparece em todas as fotos. E ela é realmente incrível. Vale muito a visita. Sem duvida nenhuma foi a coisa mais legal que vimos durante nossa estadia no Laos. Nós chegamos cedo pra pegar mais vazia... como o Songkran é feriado eu imaginei que fosse lotar... e lotou, mais as pessoas começaram a chegar por volta das 13h.

No restante do tempo deu pra aproveitar de boas sem muvuca... isso pq esse é o feriado mega blaster... então num dia convencional no meio da semana deve ser ainda mais tranquilo.

 

Tem uma área onde vc pode entrar na agua, pular de um tronco e etc... mais o interessante é que poucos locais entram na agua, a maioria é turista que entra.... e os locais quando entram vão de calça jeans camiseta e toda roupa, é bem engraçado rs

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Minha esposa ficou meio constrangida de ficar de biquíni pq quando decidimos entrar só tinha homem na água. Mais depois varias gringas entraram de biquíni e dai ela se sentiu mais confortável e entrou também.

No meio da água tava com uns 2 metros de profundidade, a maior parte da pé. Então mesmo vc que não sabe nadar vai conseguir aproveitar de boa. Eu acho que isso pode mudar dependendo da época, pois achei que o nível de agua tava meio baixo.

Agora vamos ao que interessa, a cachoeira Sad Tae.

Eu amo cachoeiras, então esse dia peguei pra fazer as duas (Kuang Si e Sad Tae). Essa Sad Tae não tem tanta informação na net... mesmo assim nós fomos. Quando fechamos o tuk-tuk fechamos um valor pros cara nos levar nas duas.

A Sad Tae foi uma grande decepção, ela estava seca... simplesmente ela tinha secado devido a escassez das chuvas, só ficaram alguns poços que mal dava pra mergulhar. Ela fica bem longe da Kuang Si e bem longe da cidade tbm... então nós perdemos um puta tempo pra chegar lá e  não encontrar porra nenhuma... foi foda... ou vc levanta a informação de como ela está antes de ir ou simplesmente não vai, não vale a pena arriscar e ir de alegre, pq realmente perde-se muito tempo.

Quando eu digo “como ela está” estou me referindo ao nível de água. Se tiver baixo como quando fomos aborte a missão, vc vai perder viagem.

A única coisa legal dela é que depois que vc sai do tuk-tuk ainda tem que pegar um barquinho pra chegar lá, e é um barquinho muito safado, e dai tu segue pelo rio... sem colete nem nada  num barquinho que é praticamente uma tabua com motor kkkkkkkk deu medo xD

Na Sad Tae eles oferecem roles com elefantes, mais são aqueles em que colocam cadeirinhas no bicho e sobem até 3 pessoas, o que é super prejudicial ao bicho. Não façam passeio em elefantes nesse lugar, é o típico lugar onde exploram os bichos. Se vc quer ter uma interação bacana com elefantes procure um santuário ou um lugar que realmente eles cuidem e recuperem os bichos, como o Patara em Chiang Mai.

Pra vc ter noção de como foi broxante nossa visita a Sad Tae nos acabamos nem tirando fotos de lá... e olha que nós amamos registrar tudo... imaginem uma cacheira sem NENHUMA água... foi isso oq vimos... alias se não nos falassem que lá já teve uma cachoeira nós nem saberiamos.

 

Clima

Apesar do sol a pino na Tailandia o clima em Luang Prabang tava meio nublado, e teve um dia que choveu muito... em abril vc não ve uma nuvem de chuva sequer na Tailandia, e apesar dos países estarem do lado um do outro o clima lá tava bem diferente. Eu cheguei a usar blusa, oq é algo impensável de se fazer na Tailandia. Segundo minhas pesquisas Abril é uma boa época pra visitar o Laos, parece que eu que não tive muita sorte. A ideia era fazer a Kuang Si no dia  13, mais como tava chovendo e com um clima de bosta resolvemos deixar pro dia seguinte... foi ótimo pois no dia seguinte saiu um sol lindo, mais em compensação tivemos que ir bem em meio as festividades do Songkran. Pegamos muito transito e fomos molhados o caminho inteiro no tuk-tuk kkkkkk... isso foi divertido, mais pode ser que vc não goste. E realmente é mais divertido se molhar e poder reagir. Ser molhado como uma vitima é um pouco frustrante rs

Outro detalhe: pra ir embora pro aeroporto nenhum taxi conseguia chegar na região do hotel... só tuk-tuks... dai imagina como foi pegar transito com as mochilas e todo mundo molhando a gente a caminho do aeroporto... apesar de amar o Songkran essa parte não foi muito agradável, chegamos no aeroporto encharcados -_-

Tem bem poucos taxis em Luang Prabang, quase nenhum... e eles são muito disputados nessa época justamente pra quem precisa se deslocar sem se molhar

 

Outras dicas validas:

1- A feira noturna funcionou todos os dias do feriado. A feira noturna é bem extensa e legalzinha. É um bom lugar pra comprar lembrancinhas.

2- Logo no inicio da feira noturna tem um beco a esquerda bem estreito e ele tem um monte de barraquinhas que os locais vendem um monte de comida. Lá tem o melhor peixe grelhado que eu comi na vida, servido na folha de bananeira com molho picante... tudo é bem rustico e simples, se vc ficar com frescura não vai encarar, mais é otimo, vale a pena. Voltei lá direto, pra mim foi o melhor lugar que comemos. Baratinho e delicioso.

3- Teve uma tarde que a chuva apertou. Uma boa atração com chuva é o museu que fica na avenida principal

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Muito legal você contar a parte menos incrível da viagem, esse lance dos monges jogarem fora as oferendas e a cachoeira seca. Estou terminando meu roteiro para lá em novembro, e tem poucas informações sobre o Laos. Quero saber se vale a pena passar por Si Phan Don, mas não encontrei muita informação a respeito, só do pessoal que passa meses viajando, que não é meu caso. Sacanagem a galera postar suas planilhas sem citar a fonte. 

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Em 23/09/2017 em 12:40, Leticia Basso disse:

Muito legal você contar a parte menos incrível da viagem, esse lance dos monges jogarem fora as oferendas e a cachoeira seca. Estou terminando meu roteiro para lá em novembro, e tem poucas informações sobre o Laos. Quero saber se vale a pena passar por Si Phan Don, mas não encontrei muita informação a respeito, só do pessoal que passa meses viajando, que não é meu caso. Sacanagem a galera postar suas planilhas sem citar a fonte. 

 

Acho que postar as coisas menos glamurosas ajuda bastante os outros viajantes rs

No geral é bem dificil encontrar algumas informações, no Laos o pessoal faz sempre Luang Prabang e Vientiane, qualquer coisa fora disso é raro... dai é quem tá com muito tempo disponivel e fazendo trip que é dificil adaptar pra uma outra realidade. Minhas pesquisas iniciais eram pra fazer os trajetos cruzando as fronteiras todas por terra por esses paises... mais vc só acha o cruzamento "bangkok-siem reap" e "chiang mai - luang prabang" e vice versa... eu não lembro de ter lido tipo ninguem fazendo "laos - camboja" por terra ou "bangkok - laos"... sempre vão por chiang mai

Das planilhas foi foda mesmo... e tem um menino aqui do forum que escreve uns relatos e tira umas fotos muito boas e já vi blog chupinhando fotos dele hehehehe é de fuder

 

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Vietnã

Pra mim foi sem duvida o lugar mais surpreendente da viagem e um dos países que mais gostei de visitar na vida.

Antes de mais nada quero deixar bem claro aqui pra que vc possa entender melhor meu ponto de vista sobre vários aspectos do Vietnã: eu passei um ano no exercito entre 2003 / 2004 e isso fez com que meu interesse e amor por temas militares que já era grande se tornasse infinitamente maior... e o Vietnã é um prato cheio pra isso... independente de vc gostar desses temas ou não as atrações são incríveis e valem ser visitadas... agora se vc assim como eu tem um carinho especial pelo assunto... tu vai surtar.

Como de praxe aqui no tópico vou focar em coisas que não li em outros tópicos e em coisas que não são tão inspiradoras e maravilhosas, mais vão ajudar vc no momento de montar sua viagem.

Como nossa estadia no Vietnã foi maior que nos outros países e como esse lugar tomou um lugar especial no meu coração o relato dele vai ser maior rs

Alguns aspectos que vou dar ênfase aqui:

1-      As novas restrições na visitação de Halong Bay

2-      A dificuldade em fechar um tour pra Halong Bay

3-      O melhor lugar pra comprar itens de guerra

4-      A Praia boa e a praia desnecessária em Hoi An

5-      Vc precisa de mais tempo pros tuneis de Hon Chi Minh

6-      Passando medo no Taxi em Hanói

7-      Réplica de pôsters de guerra

8-      Se eu conheci o museu da guerra em Hanói vale eu conhecer o de Ho Chi Minh?

 

Visitamos as seguintes cidades no Vietnã: Hanói, Hoi An e Ho Chi Minh (nessa sequencia).

O tópico vai estar organizado dessa forma, por cidades.

1- HANOI

 

1/1 Passando medo no Taxi em Hanói

 

Chegamos a Hanói vindos de Luang Prabang por um voo da Vietnam Airlines... alias essa companhia aera surpreendeu, dos lowcost que já pegamos foi a melhor.

Como chegamos muito tarde no aeroporto descartamos a ideia de usar a linha de ônibus publico pra ir pro hotel. O Uber funciona de boas no Vietnã, teria sido uma ótima opção... mais não... eu com toda minha genialidade não quis nem taxi nem Uber, tive a brilhante ideia de negociar com os clandestinos que ficam do lado de fora do saguão principal do aeroporto...

O valor era muito bom e eu achei que tinha estorado no norte... mais vai vendo...

Entramos no carro e dai seguimos viagem, o motorista logo que saiu já começou a falar com alguém pelo celular... pra entrar e sair do aeroporto tem um pedágio pros carros, o motorista pagou o pedágio e parou no acostamento... disse que iria aproveitar e dar carona pra um amigo... ficamos uns 5 ou 10 minutos parados esperando... dai chega um cara fedendo bebida, mo cheiro forte da porra...

o motorista pegou contra mãos e fez uns desvios muito malucos, coisa do nível de subir no canteiro pra ir pra outra pista... nisso eu tinha certeza que tínhamos caído em algum golpe, tava estranha demais a situação, já tava com a certeza que o cara fosse nos sequestrar, roubar nossos órgãos ou algo assim kkkkkkkk

Eu fiquei tenso mais tentei agir naturalmente justamente pra esposa se acalmar tbm pq ela tava muito mais tensa que eu.

Do aeroporto pro hotel é longe e mesmo altas horas da noite tinha transito... e dai já começamos a entender a fama do transito do Vietnã...

No final das contas deu tudo certo, chegamos com todos os nossos órgãos. Só foi complicado pagar ele, pois eu só tava com dólar e ele queria receber na moeda local... naquele horário foi foda conseguir cambio.. a mulher do hotel que fez a gentileza pra gente... alias a mulher do hotel e a equipe foi muito solicita, mais mesmo assim eu não recomendo ninguém a ficar nesse lugar, muito ruim mesmo... o nome do Hotel é Hanói Evergreen... fujam desse lugar

 

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visto prévio pro Vietnã

 

1/2- A dificuldade pra fechar o passeio de Halong Bay e as novas proibições

Acordamos cedo e partimos pra fechar um tour de 2 dias por Halong Bay para os dias seguintes. Na rua do Hotel e por toda a região central tinha várias casas de turismo que ofereciam os passeios.

A alta temporada em Halong Bay é de Maio a Setembro, para as datas que queríamos fazer o tour (17 e 18 de Abril) já estava TUDO esgotado. Foi terrível... nós fomos em umas 3 casas de turismo diferentes e em todas independente do pacote escolhido estava tudo lotado. E olha que eles tem trocentas opções de barco. Só lá pela terceira casa de turismo que nós conseguimos encontrar vagas, porem era pra um tour de primeira classe... o valor foi meio salgado, mais dentro do que eu já havia pesquisado pra um passeio desse porte.

O lance da primeira classe não foi um impecilio, pois desde o começo nos cogitamos isso. O foda foi a tensão da possibilidade de ficar sem conhecer o principal atrativo turístico do Vietnã e um dos pontos chave da viagem. Como é um tour muito procurado eu realmente não imaginei que fossemos correr esse risco.

Eu não sei se essa falta de vagas foi por estarmos nos aproximando da alta temporada, mais fica a dica pra vcs se precaverem quanto a isso. Pois estar em Hanói e deixar de fazer esse tour vai traumatiza-los pro resto da vida... alias, se nós não tivéssemos conseguido ia nos fuder muito, pois acho que não íamos conseguir preencher devidamente dois dias com coisas pra fazer na cidade.

Sobre o passeio em Halong posso dizer tranquilamente que fica no top 3 desse mochilão. O lugar é lindo, paisagens insanas... ahhhh e a comida da primeira classe, pqp que rango incrível... comemos como reis... e nossa cabine... cara quando entramos na cabine tivemos uma crise de riso pois foi surreal, muito chique a bagaça... aquela vista da sua janela, e uma banheira com hidro no banheiro... foi demais!! É o tipo de coisa que vale o investimento... sem duvida nenhuma pelo que é oferecido o valor é muito pouco; tipo se vc fosse fazer um tour semelhante em qualquer outro lugar do mundo vc iria pagar muito mais caro.

A única coisa que me deixou extremamente desapontado, brochadão mesmo foi o fato de a poucos meses antes da nossa viagem ter entrado uma serie de restrições a visita de Halong Bay... e a mais triste de todas é que agora é proibido mergulhar/nadar... isso mesmo... uma das minha metas da viagem era pular do barco direto na água... e agora não pode... tem uma parada em um dos passeios que vc fica um tempinho em uma praia de Halong... e o negocio é só molhar as canelas, nada de avançar água adentro.

Segundo o guia essas restrições impostas pelo governo visam preservar a baia que vem sendo impactada negativamente com o turismo..... meu, foi triste não poder pular ali.

Outra dica que é que além da baia de Halong existe uma outra que segundo o pessoal que vende pacotes é tão bonita quanto, não tem essas restrições e é muito mais tranquila pois não tem a fama e badalação de Halong. Pra quem pode estar pensando em fugir do obvio ou já conhece Halong e quer fazer outro roteiro pode ser uma boa opção.

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2- Hoi An

2/1- A Praia boa e a praia desnecesária em Hoi An

Um dos programas que eu gostei MUITO de ter feito na nossa estadia em Hoi An foi ter alugado bikes e pedalar do centro  da cidade até as praias. O trajeto é plano e bem agradável, não é difícil de chegar e é uma distancia super ok pra ir pedalando. Mesmo vc sedentário como eu faz de boa, eu recomendo.

Agora a dica de ouro é a seguinte >>>

Existem duas praias principais em Hoi An: An Bang e Cua Dai

An Bang é a de mais fácil acesso e vai ser a primeira que vc vai encontrar, ela tem uma ótima estrtura com quiosques que servem comida e liberam o guarda sol e esteiras se vc concordar em consumir lá. Normalmente o ideal é vc almoçar lá. Nos chegamos pela manhã e ficamos até umas 14h, dai aproveitamos e almoçamos e garantimos o uso das cadeiras de praia e etc. As cadeiras de praia, guarda sol e estrutura surpreendeu bastante, muito bacana, tudo muito confortável, eu imaginei que fosse ser algo bem vagabundo.

A única coisa ruim dessa praia é que rola um assédio pesado de vendedores ambulantes e o povo querendo te empurrar coisas... conforme foi ficando mais movimentado diminuiu bastante o assédio, mais logo pela manhã quando nós erámos uns dos primeiros foi bem chato. Apesar disso essa é a praia que vc deve focar, esqueça Cua Dai...

Obvio que eu quis ir... dai pedalamos um trecho bem longo até chegar nela... e foi bem decepicionante... ela tá com uma aparência bem feia, tinha uns tratores e trocentos sacos de areia gigante que deram uma aparência como se ela estivesse em obras... lá tava bem vazio, tinha um quiosque próximo só (só o mesmo esquema de usar as esteiras e guarda sol)... mais fora a gente tinha um ou outro perdido só, tava vazio... isso seria ótimo se a praia não tivesse tão feia.

Li na internet que isso se deve a uma tempestade que arrasou o lugar recentemente... sei lá, não me pareceu isso... alias li muita merda na internet, no trip advisor geral relatando a Cua Dai como maravilhosa e etc... e dai vc lê com atenção e ve que o cara tá confundido ela com a An Bang... bastante gente fez isso, falando que ela é a mais próxima de Hoi An... pra escrever uma avaliação não se dá nem ao trabalho de conferir o nome da porra da praia....esse povo é louco!!! A mais próxima de Hoi An é a An Bang!!!  Agora se o maluco prefere a Cui  Dai ai já é questão de gosto..... enquanto estiverem rolando aquelas obras é até covardia comparar uma com a outra.

Mais é obvio que eu aproveito até a praia esquisita, me diverti lá em cima dos sacos de areia que iam até o meio do mar, era fundo bem fundo até xD

Assim como a cachoeira seca no Laos vc tem que encontrar uma forma de curtir o lugar, eu nunca desanimo no role, pra mim tudo é alegria rs... fiquei que nem um tonto no saco e aproveitamos pra pedir mais uma porção lá no quiosque da praia... os rolinhos vietnamitas são viciantes... alias pra mim a comida do Vietnã é a melhor de todo sudeste asiático... só de lembrar a boca saliva rs

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2/2 – Antigos pôsters de propaganda de guerra

Em toda viagem eu sempre fico alucinado em trazer algum (vários) souvenir bacana de cada pais visitado. Camisetas, imãs de geladeira e moedas/notas de dinheiro são de lei, mais um souvenir que eu pirei são os antigos posters da propaganda comunista no período de guerra.

Eles são impressos em papel de arroz, mais grosso e com uma aparência bem rustica, e apesar de serem réplicas das propagandas da época o papel de arroz deixa ele com uma aparência envelhecida muito bacana.

Eu comprei 2 e me arrependi amargamente de não ter comprando uma dúzia kkkkkk

Os dois que comprei estão devidamente emoldurados e pendurados aqui em casa

Lojas desse tipo estão espalhadas por todas as cidades pelas quais passamos, mais eu achei as melhores opções em Hoi An. Maior variedade, lojas maiores e mais tranquilas pra vc escolher suas imagens.

Todas as imagens são réplicas, não acredite se alguém lhe disser que são “originais da época”. A menina da loja nos mostrou como é feito todo o processo, bem interessante.

Pra transportar é sussa, eles colocam as imagens num tubo de proteção, geral parece usar esse método, então pode trazer tranquilo que nessa embalagem não corre risco de amassar.

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3- Ho Chi Minh

3/1- Se eu conheci o museu da guerra em Hanói vale eu conhecer o de Ho Chi Minh?

Conhecemos os dois museus, e antes de ir rolou muita duvida se valeria a pena conhecer os dois.

Eu acho que sim, os dois valem a pena.

O de Hanói não é um museu sobre a guerra do Vietnã, é um museu sobre a historia da guerras das quais o Vietnã esteve envolvido no decorrer da historia. E é incrível como esse pais tão pequeno se  envolveu em tantos conflitos no decorrer da sua historia. Obviamente a guerra contra os EUA tem ponto de destaque, mais não é o único tema abordado.

O mais legal do museu de Hanói é a área externa com os aviões e tanques do período da guerra do Vietnã (chamada por eles de guerra americana) e toda a arquitetura e área onde fica o museu é bem estética.

Já o museu de Ho Chi Minh tem seu foco na guerra americana, e tem uma pegada muito mais sombria e te deixa revoltado com as revelações de todas crueldades cometidas pelos EUA no período.... em tempos de guerra crimes são cometidos dos dois lados, mais é impressionante notar como os EUA detem o poder da narrativa e acabam jogando pra debaixo do tapete todos os crimes de guerra cometidos. Ele é realmente bem impactante, quem é mais sensível sai abalado

Eu particularmente gostei mais do museu de Ho Chi Minh, então foi muito bom pois nós vimos primeiro o de Hanói... eu sempre gosto de deixar o melhor pro final rs

Eu sou o amante das guerras, minha esposa não tem esse perfil e gostou bastante dos dois, então não é algo que só agrada os apreciadores do tema.

Se seu roteiro deixa de fora uma das cidades, se torna ainda mais obrigatório a visita a um dos museus.

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3/2- O melhor lugar pra comprar itens de guerra

Dentro da área do Museu de Ho Chi Minh tem umas 3 lojas de souvenirs. Sem duvida nenhuma é o melhor lugar pra comprar itens de guerra que encontrei por toda a viagem.

Mais atenção, não é a loja que fica dentro do museu!! Essas lojas ficam dentro do terreno do museu, mais do lado de fora do prédio principal

Tem muuuuuitos itens do período da guerra a venda!! E como tudo no Vietnã os preços são ótimos!! Medalhas, brevês, capacetes, fardamentos, moedas antigas... e muita dessas coisas foram usadas na guerra O__O

Eu comprei medalhas, brevês e vários pins de fardamentos. Eu fiquei muito tentado em trazer um capacete de combate usado no guerra, tinha até marca de sangue seco... mais ai fiquei com medo de ter problemas em algum aeroporto pra embarcar com aquilo aparecendo no raio X... não ia dar muito certo... em alguns países é proibido vc portar itens militares desse tipo (não me pergunte pq)

Eu queria trazer um daqueles bonés verde militares com a estrela vermelha no meio, iguais aos que o Tom Morello do Rage Against the Machine usa... vende em todo lugar, mas o triste é que a polarização politica no Brasil nos dias de hoje é tão grande que é capaz que eu arrume inimizade com os brothers só por usar  um símbolo comunista, mesmo os caras sabendo que não compactuo com grande parte das ideias.

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3/3- Vc precisa de mais tempo pros tuneis de Hon Chi Minh

Quando optamos em visitar os tuneis de guerra de Cu Chi eu resolvi fazer o tour em conjunto com o templo Cao Dai.

Eu queria muito visitar esse templo pois é uma religião nascida no Vietnã e que ainda continua bem restrita ao pais (apesar de existirem seguidores em outros países).

É uma mistura de budismo, cristianismo e hinduísmo, etc... é um sincretismo incrível, e esse templo seria equivalente ao “Vaticano” da religião Cao Dai... é muito bonito e diferente eu gostei muito, POREM....

 

POREM!!!!!

Esse templo fica muito longe da cidade, na verdade ele fica em outra província, em Tay Ninh e justamente por isso ele consome um tempo considerável da visita aos tuneis.

Eu sabia dessa informação, já tava ciente disso... POREM

POREM!!!!

Na minha opnião a visita aos tuneis foi MUUUUUUUUITO breve, tinha um monte de coisa pra fazer, pra ler, pra ser fuçada... e acabou rápido... não sei se foi pq eu tava empolgadão, mais achei que passamos muito mais tempo no templo do que em Cu Chi.

Achei muito corrido, e foi tudo muito legal. Eu queria ficar muito mais tempo lá, atirar com armas pesadas e os caraio... não rolou... vc até podia atirar, mais ai se privava de outra coisa... muito corrido mesmo.

Se o tema guerra  não lhe interessa o tempo lá nesse tour vai ser o suficiente pra vc. Se assim como eu vc gosta do assunto, vai ficar aquela leve frustração... a eterna mérda de fazer passeios em tour ao invés de ir por conta.

O guia era um tiozinho que foi combatente na guerra, ele lutou pelo Sul ao lado dos americanos. O relato dele no passeio foi sensacional! Apesar do cara guiar esse tour quase que diariamente era impressionante ver a empolgação e a dor dele ao comentar algumas coisas. Eu realmente gostaria de ouvir muito mais.

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E novamente o Vietnã surpreendeu, eu não tinha grandes expectativas com Hon Chi Minh e amei a cidade, a feirinha noturna próxima ao hotel onde ficamos era excelente *___*

Que saudade T___T

 

Se vc está em duvida em incluir o Vietnã eu digo sem medo de errar que vc vai gostar muito ^^

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Fala Tanaguchi!

Cara, muito bom esse relato! To indo agora dia 02 de novembro para o Camboja, Laos e Vietnam e seu relato tá ajudando demais.

Meu roteiro será Phnom Pehn (2 dias) --> Siem Reap (2,5 dias) --> Luang Prabang (3 dias) --> Hanói + Halong Bay (4,5 dias) --> Hué (1 dia) --> Da Nang (0,5 dia) --> Hoi An (2 dias) --> Ho Chi Mihn City (2 dias).

O tempo em cada local exclui os deslocamentos entre eles.

Confesso que fiquei preocupado com essa escassez de tour para Halong Bay se comprados em cima da hora. Novembro não é considerado alta temporada, mas ainda assim...

Porém pela internet é tudo muito vago, não queria algo tão luxuoso, tinha programado pagar em torno de 110-120 dólares para o tour de 2D/1N. Acha possível?

Valeu!

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Em 11/10/2017 em 10:10, João Rosenthal disse:

Fala Tanaguchi!

Cara, muito bom esse relato! To indo agora dia 02 de novembro para o Camboja, Laos e Vietnam e seu relato tá ajudando demais.

Meu roteiro será Phnom Pehn (2 dias) --> Siem Reap (2,5 dias) --> Luang Prabang (3 dias) --> Hanói + Halong Bay (4,5 dias) --> Hué (1 dia) --> Da Nang (0,5 dia) --> Hoi An (2 dias) --> Ho Chi Mihn City (2 dias).

O tempo em cada local exclui os deslocamentos entre eles.

Confesso que fiquei preocupado com essa escassez de tour para Halong Bay se comprados em cima da hora. Novembro não é considerado alta temporada, mas ainda assim...

Porém pela internet é tudo muito vago, não queria algo tão luxuoso, tinha programado pagar em torno de 110-120 dólares para o tour de 2D/1N. Acha possível?

Valeu!

Opa blz?
Vc vai gostar muito velho, as cidades são muito fodas

Então não tinha lido nada sobre dificuldade em fechar os passeios. Tem gente que fecha com antecedencia pela internet, acaba ficando mais caro, mais acaba sendo uma opção se vc não quiser correr o risco

Pro role de 2 dias e uma noite na primeira classe eu paguei algo em torno de 500 reais, nas minhas anotações eu registrei tudo em reais não em dolares hehehe

Mais tem outros muito mais caros, vai muito de acordo com o barco. As agencias tem um trocentos catalogos, um pra cada barco... cada barco com seus valores e seus perfis; Com esse valor tu acha tour sim, mais quando eu fui nessa faxa de valor já tava tudo esgotado... e não era sacanagem dos agentes de viagem não, não tinha mesmo... teve uma mina que deve ter feito umas 15 ligações pra tentar encaixar a gente e nada... a sorte é que o pessoal das agencias é bem solicito e faz de tudo pra achar, pq se é um funcionario padrão Brasil não achava não xD

O cara que achou pra gente já era da quarta agencia e antes dele conseguir esse que fechamos ele ligou pra varios antes tbm, foi bem tenso

 

  • Gostei! 2
  • kkkkkkk 1

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Ah que maravilha, eu acho que vou comprar na hora mesmo. Eu chego em Hanoi dois dias antes do meu tour pra Halong, então teoricamente terei um dia a mais pra programar isso.

Se não conseguir nessa faixa de preço, paciência. Pelo menos vi que novembro é menor o fluxo de turistas, isso deve me ajudar.

Brigadão!

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    • Por Lele Rech
      Oi pessoal!! 
      Vou fazer aqui meu relato de 20 dias na Tailândia 🤗🤗 
      Estou fazendo esse "diário" durante a viagem… pois se deixo pro final acabo não fazendo…
       
      Vim sozinha e organizei tudo por conta…
       
      Nao sei se vou conseguir anexar fotos aqui mas estou postando tudo no instagram @aleleviajando 
       
      Sobre os gastos, não sou uma pessoa faz as contas da viagem direitinho, mas vou tentar ir relatando mais ou menos o quanto gastei 😊
       
      Data: Saída do Brasil 12/02, retorno programado para 03/03! Na Tailândia efetivamente terei 17 dias inteiros! 
       
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      Seguro Viagem: faço sempre naquele site "segurospromo" usando cupom de desconto das blogueiras! Gastei 189 reais pros meus 20 dias !
       
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      Roteiro: Bom… Tailândia e proximidades tem muuuuuita coisa… com certeza merece uns 3 meses de viagem! Como eu gosto de ficar bastante tempo em cada lugar e fazer as coisas bem com calma resolvi fazer só Tailândia e focar mais em Bangkok e nas praias! Vou deixar o norte da Tailândia pra uma próxima… acabei deixando o meu roteiro mais ou menos pronto antes de ir com alguns dias livres pra decidir aqui! Conheci vaarios gringos aqui que deixar pra reservar tudo de ultima hora… não sabem pra onde vão no dia seguinte… eu já prefiro sair do Brasil com as coisas mais ou menos planejadas! Fiz as reservas de hoteis/hostel pelo booking.com… acabei fazendo uma pelo hostel world e me arrependi… booking por enquanto não me deu problemas! 
       
      Bom… agora vamos à viagem… no próximo post! 
    • Por mrlaalm
      Relato Tailândia e Filipinas (16 dias) 
       E-mail para dúvidas: [email protected] 
      Ou no instagram: @mrlaalm / @luizion__ 
       
      Olá!  
      Do dia 20/12/19 a 05/01/20, eu e meu noivo fizemos uma viagem pela Tailândia e Filipinas. 
      Antes de detalhar, vou resumir em tópicos algumas informações que julgo importantes de início: 
       
      GASTOS 
      A maioria vou passar em dólar e moeda local (THB e Peso Filipino), exceto as passagens principais de ida e volta (saindo de SP), essas passarei em real.  
      Nosso estilo de viagem não é low cost, mas também não temos luxo. Então já adianto que pode ser uma viagem mais barata ou muito mais cara do que fizemos. Outra coisa é que gostamos de fazer passeios com mais calma, tirando dias ou períodos de descanso. Mesmo que isso nos custe abrir mão de alguns locais, preferimos ver menos e aproveitar onde estamos. 
      Total gasto para 2 pessoas (contando com lembrancinhas e demais gastos que não serão relevantes para todo mundo): 
      US$ 2050,00 (hospedagem, alimentação , transportes, passeios, presentes, lavanderia, gorjetas...) 
      R$ 9000,00 (SP-BANGKOK / MANILA-SP) com bagagem e taxas 
      R$ 631,70 (JOINVILLE / SP) ida e volta com 1 bagagem despachada 
      R$ 342,00 (seguro viagem pela AssistMed) 
      US$ 1126 (passagens internas) itinerário e empresas serão detalhados 
      Aproximadamente R$ 11.600 por adulto (contando dólar a 4,20) 
       
      Trocamos dólares no Brasil, pois a maioria dos estabelecimentos nos dois destinos não aceitam cartão. Pegamos a alta da moeda, nossa média foi R$4,34. 
      As passagens para transitar pelo Sudeste Asiático compramos no site 12goasia.com pelo cartão de crédito. 
       
      DOCUMENTAÇÃO  
      Além do passaporte, brasileiros precisam apenas do Certificado Internacional de Vacinação contra febre amarela (lembrar de tomar a vacina pelo menos 10 dias antes da viagem).  Emitimos na hora num posto de saúde de nossa cidade, mas tem como imprimi-lo pelo site. Mais informações sobre: http://portal.anvisa.gov.br/certificado-internacional-de-vacinacao-ou-profilaxia 
      É a única exigida, mas é bom estar com tudo em dia e ter conhecimento que nas Filipinas há muitos casos de sarampo também. 
       
      OUTRAS DICAS 
      Leve um bom repelente contra mosquitos da malária, febre amarela/dengue... Compramos o Exposis Extreme gastando uns 50 reais. Usamos todos os dias nos horários mais críticos e ainda sobrou 1/3. 
      Levamos remédios básicos para estômago, intestino, rinite...não há dificuldades em compra-los, mas se precisar com certa urgência ou se está mais acostumado com algum específico, é melhor já te-lo. Se usar algum remédio controlado, tem algumas regras quanto a tradução de receita e armazenamento. É bom pesquisar sobre. 
      A comida na Tailândia é MUITO apimentada. Então uma boa palavra para se aprender é MAI PHED. Ainda terá pimenta hehe, mas beeem menos. 
      Muito importante ter a sapatilha de mergulho! Quase todas as praias tem muitas pedras. As agências dos passeios oferecem o aluguel, mas se tiver que pagar todo dia não compensa, é melhor comprar.  
      Outra coisa que vai precisar é de uma dry bag para levar tuas coisas nos passeios de praia. Dependendo da hora do dia ou da velocidade do barco, molha bastante. Além de que, na maior parte das vezes, o barco ancora bem antes da areia e você tem que nadar ou andar com água na cintura até chegar na praia. Compramos duas la e pagamos algo em torno de US$10 a US$15 cada. 
      Em todos os lugares que ficamos na Tailândia tinha 7Eleven. É uma rede de mercados onde você encontra muitas opções de comida, bebida, produtos de higiene e beleza. É uma ótima opção pra comprar snacks ou até mesmo pra uma refeição mais econômica e rápida. 
      Enquanto estávamos na Tailandia, 3 dias antes de embarcar para Manila, o segundo tufão de dezembro se formou no mar de lá. Isso é bastante comum ali, então o melhor jeito de se informar sobre é acompanhando a meteorologia oficial pelo site http://www.pagasa.dost.gov.ph  
       
      VOO DE IDA 
      Embarcamos em Guarulhos a 1 da manhã do dia 20/12 pela Ethiopian Airlines. Foram 11h até Addis Ababa com conexão de pouco mais de 3h lá, e depois mais 8h de voo para Bangkok. Na Etiópia a diferença de fuso para o Brasil são de +6h e na Tailândia +10h. Portanto, chegamos dia 21/12 as 13:30 horário de Bangkok. 
      Durante o planejamento lemos comentários ruins sobre o Aeroporto de Addis Ababa, mas sinceramente, achei um aeroporto comum, bem sinalizado com placas e limpo. A comida lá é cara por ter só 1 grande restaurante. Mas se você está afim de gastar no Dutyfree, lá é o lugar rs. Diferença bem grande de preço se comparado com demais aeroportos que passamos. 
       
       DIA 1 (21/12) – Bangkok 
      Hospedagem: Chingcha Hotel - US$ 99,40 por 3 noites 
       
      Pouco antes da descida, é entregue no avião o Arrival Card para preencher com dados pessoais, renda anual, motivo da viagem, etc. Ele é frente e verso e deve ser entregue junto com seu passaporte na Imigração. Antes disso, ao chegar no Aeroporto Internacional de Suvarnabhumi, você precisa seguir as placas até o Health Control. Pegue um formulário no balcão, preencha frente e verso (aqui é importante ter sua própria caneta) e entre na fila. Aqui serão conferidos passaporte, certificado de vacinação e esse formulário. 
      Só depois você segue para a Imigração. Lá precisa entregar seu passaporte e aquele Arrival Card preenchido no avião. Há uma lateral destacável desse cartão que eles devolverão a você. Guarde-o porque quando sair da Tailândia precisa entrega-lo. A perda do mesmo tem multa. 
      Para ajudar no preenchimento, deem uma lida nesse blog: https://www.eduardo-monica.com/new-blog/aeroporto-bangkok-imigracao 
      Aqui os detalhes estão bem explicados! 
      Na área de desembarque há um grande painel onde você pode procurar seu voo e descobrir em qual esteira retirar sua bagagem despachada. Saímos do desembarque e descemos 2 andares para trocar dinheiro na SuperRich, onde tinha a melhor cotação (US$1 = 30 baht). Depois só voltamos 1 andar para comprar o chip. Escolhemos a AIS com 9GB de internet + 100baht para ligações por US$10. Eles configuram tudo pra você já sair usando.  
      Como nosso hotel ficava próximo a Khao San Road, pegamos  o ShuttleBus S1 a US$2 por pessoa. Você tem acesso à ele saindo do aeroporto pelo mesmo andar das casas de câmbio. Fica junto com taxis e demais ônibus/vans.  
      No terraço do hotel funciona um bar a noite (de manhã o café é servido lá também). Como já era final do dia e estávamos muitos cansados, só subimos para jantar e tomar uma cerveja por US$15,60 
       
       
       
      DIA 2 (22/12) – Bangkok 
      De manhã fomos ao Grand Palace. Compramos o ticket na hora mesmo, mas você pode comprar antecipadamente pelo site. Pagamos 1000 baht (US$33) e, apesar de MUITO cheio, não ficamos nem 5 minutos na fila. Não é uma atração baratinha, mas te dá direito aos templos, uma exibição teatral e acesso a um museu interno. Reserve no mínimo 2:30 para a visitação só dos templos, pois o local é grande. 


      Atenção para um “golpe” bem comum e que tentaram conosco. Algumas pessoas te abordam nas ruas ao redor do Grand Palace dizendo que o mesmo está fechado, que é melhor você pegar um tuk tuk e ir até outro templo, etc. Assim ganham uma grana com a corrida ou com a venda de algum produto no caminho. A questão é que o Grand Palace fecha em pouquíssimos dias no ano (talvez uns 3), e você pode se informar no calendário oficial deles no site. Mesmo sabendo que essas pessoas não te farão mal, é uma enganação e é importante estar atento para não perder tempo e dinheiro indo em lugares que não queria ou não tinha planejado. 
      No quarteirão seguinte ao nosso hotel, tinha um restaurante de esquina muito frequentado por locais: Kope Hya Tai Kee. E foi lá que almoçamos para experimentar pratos mais tradicionais. 

      Você faz o pedido, pagamento e também a retirada dos pratos no balcão. Na mesa eles só te servem o Menu. Nossos pratos com bebida deu 318 baht (US$10,60) 
      Final do dia fomos conhecer a famosa Khao San Road! E que loucura é aquela rua; uma mistura de cheiros, barulhos, pessoas...muito legal! Não estávamos com muita fome, então só sentamos num dos barzinhos com mesa na calçada, tomamos duas cervejas e comemos uma porção de bruschettas com espinafre, queijo e um molho agridoce. Depois experimentamos escorpião, larva e grilo. Tudo deu US$18. 
       
       
      DIA 3 (23/12) – Ayutthaya  
      Quando chegamos no hotel, fechamos com uma agência que eles recomendavam o passeio até Ayutthaya (capital do antigo Reino de Sião). O tour custou para nós 1500 baht (US$50), saindo as 7h e voltando as 15h (1hora o trajeto de van). Incluía a visitação dos principais templos, com guia em inglês e almoço. 




      Existe a possibilidade de fazer por conta, pegar um trem, se hospedar lá, fazer o trajeto de bicicleta, enfim, muitas opções. O que importa é conhecer o lugar! Vale muito a pena e é algo essencial no roteiro. 
       
      DIA 4 (24/12) – Ao Nang 
      Passagens Bangkok – Krabi pela Thai Lion Air: 1995,00 baht ou US$66,50 (aproximadamente). Com 1 bagagem despachada  
      Hospedagem: Rooms Republic Hotel – US$ 127 por 3 noites 
      Tour 7 islands com empresa Lucky (encaminhado pela Franci do blogvoa): 2600 baht (US$ 86,60) - incluso transfer, taxas ambientais, frutas, água, jantar, snorkel e colete salva-vidas. As taxas variam de 200 a 400 baht por pessoa (tabelado). 
      Como nosso voo era muito cedo para Krabi, pegamos ainda de madrugada um GRAB do hotel em Bangkok até o Aeroporto Don Mueang. O trajeto levou uns 35 minutos (sem trânsito) e custou 355 baht. Foi o único momento que usamos o app de transporte, porque fizemos tudo a pé na cidade, mas é bom já ir com ele instalado no celular caso precise.  
      Ao chegar em Krabi, logo que sai do desembarque tem opções de shuttle para várias regiões.  Como nos hospedamos em Ao Nang, pegamos uma van coletiva que custou US$10 para os dois. Eles organizam as saídas por hotel, então te deixam na porta.  
      Como chegamos muito cedo, ainda não tinham um quarto livre. Mas pudemos deixar nossas bagagens lá e sair pra tomar um café da manhã no S&D Restaurant. Tínhamos o tour 7 Islands agendado para o mesmo dia. Esse agendamento foi feito com a Franci do @blogvoa. Ela é brasileira e oferece passeios coletivos e privados, além de serviços como transfer aeroporto/hotel. Ela tem uma parceria com o PhiphiBrazuca, outra empresa de brasileiros, mas que atende quem se hospeda em Phi Phi. No caso dos passeios saindo de Ao Nang, você faz com pessoas de diversas nacionalidades, o que eu acho até mais interessante. Fechamos dois passeios com ela, mas direcionados à duas empresas diferentes. 
      Para esse dia, a empresa Lucky foi nos buscar no hotel e levar até o pier de onde saía o longtail. De início houve bastante confusão, tinha mais gente do que o possível. Nosso longtail tinha 26 pessoas! Conclusão: mal saía do lugar, o motor tinha fumaça demais deixando todos meio preocupados. É uma prática até comum num lugar TÃO turístico, mas já adianto que depende exclusivamente da empresa. Vimos vários longtails em nossas paradas com menos gente, com o número correto de pessoas. No decorrer do passeio (la pela terceira parada), redistribuíram algumas pessoas com outro barco e ficou melhor (e mais seguro).  
      Sobre o passeio: vale muito a pena, pois para em lugares lindos! É das 14h as 20h e as paradas são: 
      Poda Island 
      Chicken island 
      Tup 
      Mor 
      Ma 
      Phra Nang 
      Ponto para nado com plânctons (a noite) 


       

       
      DIA 5 (25/12) – Railay Beach
      O dia anterior foi bastante cansativo, então tivemos uma programação mais light. Após o café da manhã pegamos um longtail para Railay Beach. Você pode adquirir o ticket de ida e volta na Cooperativa de Serviços e Barcos (mapa). Custou 400 baht para nós dois e o último horário pra volta é 17h. Porém, há quem fique até mais tarde pra ver o por do sol de lá, mas pra isso é melhor já deixar combinado com algum barqueiro (custa um pouco mais, só não sei informar o quanto). 

        
      A praia é mesmo linda! Bastante sombra natural e, pela manhã, fica melhor de nadar (e de observar) pois ao meio-dia a maré é baixa, ficando com muitas pedras a mostra e mudando bastante o cenário. O centrinho é muito legal, com muitas opções de bares, restaurantes e lojas. Se tivéssemos mais tempo disponível pra viagem, teríamos nos hospedado pelo menos 1 noite por lá.  

      Almoçamos no Flame Tree Restaurant pad thai e cerveja, custando 480 baht (US$16). 
       A noite, já de volta às proximidades do hotel, jantamos no King Kitchen. É um restaurante que serve tanto comida tailandesa quanto indiana. Existem cardápios separados. Ficamos na thai food mesmo e, nossos pratos com cerveja deram 390 baht (US$13). A cerveja que tomávamos era a Chang. Experimentamos a Leo também, mas não curtimos muito. Para os brasileiros é importante saber que não tomará cerveja trincando de gelada como aqui, rs.  
       
       
      DIA 6 (26/12) – Ao Nang 
      Passeio Phi Phi Islands com empresa Nang An (encaminhado pela Franci): 3600 baht (US$120) - incluso transfer, taxas ambientais, frutas, água, jantar, snorkel e colete salva-vidas. 
       
      Para realizar esse passeio saindo de Ao Nang, é preciso ser de speedboat por causa da distância. A empresa foi nos buscar no hotel e nos levou até um pier deles mesmo. Foi o passeio mais organizado e lindo que fizemos! Durou um pouco mais de 6 horas e as paradas foram: 
      Maya Bay (ainda está fechada e a informação que tivemos lá é que permanecerá assim pelo menos nos próximos 2 anos). 
      Loh Samah Bay 
      Pileh Lagoon (paramos para nadar) 
      Monkey Bay (não descemos do barco. Não entendi se a empresa não compactuava com o contato direto com os macacos, ou se recentemente foi proibido descer) 
      Viking Cave 
      Phi Phi Don (parada para almoço)
      Bamboo Island (1 hora) 
      Não recomendamos fazer esses passeios (principalmente em grupo) no dia que você tem um deslocamento para outra cidade em seguida, porque sempre há atrasos. 





       
      Não comentei antes mas, por todos os lugares que passamos conseguimos lavar roupas em lavanderias. Todas elas tinham a opção de pegar no dia seguinte ou express (mesmo dia). Não pedíamos para passar (custo adicional), então o valor da lavagem/secagem variava entre 40 e 70 baht/kg. Nos hoteis é um pouco mais, algo em torno de 100 baht. 
      Estávamos bastante enjoados da comida e até das opções salgadas da 7Eleven, ai fomos procurar um lanche, uma massa...as opções em Ao Nang para comida italiana, por exemplo, são muito caras. Mas fast food lá também é! Gastamos neste dia US$20 em dois combos do Burger King.
        
      DIA 7 (27/12) – Phuket 
      Transfer particular de Ao Nang p/ Phuket: 2700 baht (US$90 – pela empresa KrabiShuttle) 
      Visita ao Santuário de Elefantes: 5000 baht (US$166 – Elephant Jungle Sanctuary) – doação, transfer e almoço inclusos. 
      Hospedagem: Baan Sailom Hotel – 2935 baht ou US$97 por 1 noite 
       
      Esse foi o dia que mais gastamos, de fato. Queríamos muito ir nesse santuário de elefantes por ser um dos primeiros no país (é o mesmo que muitos vão em Chang Mai). Como só teríamos a tarde do dia 27 antes de ir para Filipinas e os ferrys saindo de Ao Nang não chegariam a tempo, decidimos contratar um transfer particular até nosso hotel que ficava na praia de Karon. Fizemos isso pelo próprio site da empresa https://krabishuttle.com 
      Saímos 6:30 de Ao Nang e fizemos a viagem de 3h. O hotel já tinha quarto disponível, então conseguimos dar entrada. Como o transfer para o santuário seria entre 11:30 e 12h, apenas comemos um croissant com chá gelado (cada) no Doi Chaang Coffee. Custou US$11. 
      O trajeto até o santuário (contando com o tempo de pegar as demais pessoas) durou uns 40 minutos. Ao chegar, nos reunimos para receber explicações sobre a história do lugar, do compromisso deles para com os elefantes, como funciona o dia-a-dia e quais eram as regras sobre como, onde e a frequência que poderíamos tocar nos animais. Acho que isso durou cerca de 1 hora. A primeira atividade foi alimenta-los com melancia e bananas, mas antes, é preciso lavar as mãos para não ter resíduos de protetor solar, senão eles não comem por causa do cheiro. Obs: levamos a GoPro para registros nossos, mas eles tem um fotógrafo que publica no facebook deles as fotos do dia. 


       
      aí fomos para a lama com eles! As vezes um cansava no meio do caminho e resolvia ficar deitado por lá mesmo haha mas depois podíamos lava-los com água limpa (e nos limpar também). Mesmo depois dessa etapa, fomos tomar uma ducha, então é bom levar sua toalha e uma troca de roupa (além da de banho). Eles nos mostraram o trabalho que fazem com as fibras expelidas nas fezes dos elefantes; elas são tratadas e prensadas a ponto de virarem papel. E há lojas que compram deles envelopes feitos lá mesmo! Final do dia, todo mundo com fome, e enquanto nossa comida não ficava pronta, tivemos uma breve aula de culinária: ensinaram a fazer a papaya salad e o pad thai!  

       Nossa interação com eles foi rápida, menos demorada do que as demais atividades e conversas sobre o local. Por um lado achei isso muito interessante, pois ao longo do dia, não interferimos tanto na rotina deles (existem dois horários de visitação). Afinal, o objetivo ali não é estressar o elefante. Achei que valeu muito a pena. Nossa curiosidade sobre esses animais com os quais não temos muito contato é natural, mas ela tem que ser suprida de forma saudável. Há uma forte conscientização ali sobre não fazer passeios de montaria ou que você veja que o animal claramente foi treinado para fazer determinada coisa. Para que isso aconteça eles apanham e sofrem muito!  
      Voltamos a tempo de ver o pôr-do-sol em Karon Beach. A praia é muito bonita, com muitas opções de bares, restaurantes e lojinhas em volta.  


       
      Nossa janta foi 1 burger, 1 Chang 600ml e 1 porção de batata fritas por US$11 no Paradise The Espresso Bar. Ali há opções para todos os gostos e bolsos, mas mais uma vez estávamos enjoados de thai food e cansados demais para procurar outras opções. 
       
      DIA 8 (28/12) – em trânsito  
      Passagens Phuket – Bangkok pela Bangkok Airways: US$ 95,20. 
      Taxi para aeroporto de Phuket: 900 baht (US$30). OBS: é muito longe! Conseguimos o taxi do hotel pelo mesmo valor do GRAB. 
      Passagens Bangkok – Manila (Filipinas) pela AirAsia: 10.860 baht (US$362) 
       
      Nosso voo para Phuket era as 14h, então pudemos dormir bem, arrumar tudo no dia e aproveitar o café da manhã do hotel. O trajeto para o aeroporto é longo: levamos 1h de taxi. Há um ônibus publico que faz o trajeto, porém, ele leva de 2 a 2:15h. Então se for pegá-lo é bom se planejar com antecedência. Esse voo chegava pelo aeroporto Suvarnabhumi em Bangkok, mas o que pegaríamos para Manila saía do Don Mueang. O transporte entre aeroportos é gratuito, você só precisa ir à saída 3 (a mesma onde ficam os taxis e vans), apresentar sua passagem no guichê de nome ShuttleBus e eles já te colocam no ônibus. Ele sai a cada meia hora, e o trajeto leva 1h (dependendo do trânsito pode levar mais). 
      Fomos para Manila as 21:30 e a viagem tem duração de 3:30h. O Aeroporto de Manila possui 4 terminais. Nós desembarcamos no 3 e precisávamos ir até o 4 para o voo de El Nido. Mas antes: trocar dinheiro, comprar chip de dados, etc. Tudo estava funcionando no terminal quando chegamos, apenas os bancos estavam fechados (caixas eletrônicos funcionam normalmente). A cotação que conseguimos era US$1 = 50,30 pesos. Como tínhamos informação de que nas cidades a cotação era mais baixa, e como no aeroporto de El Nido não tem casa de câmbio, resolvemos trocar grande quantidade (o que planejávamos para os próximos dias) lá mesmo. E depois vimos que foi a melhor coisa que fizemos (falarei mais na parte de Coron). 
      O chip compramos da empresa smart philippines e pagamos US$10. A internet era ruinzinha, meio lenta e tinham pontos das cidades que não pegava (diferente do que foi na Tailândia). Tem a empresa Globe também, não sei se ela é melhor ou se o problema é geral. 
      Voltando ao transfer entre terminais, ele é feito gratuitamente também, porém, de madrugada não há. Ele volta a funcionar as 6h e vai até 23h ou meia-noite, não me recordo. Os terminais não são tão perto e não há ligação direta entre eles, por isso precisamos pegar um taxi. Essa alternativa é cara para um percurso de 10 minutos: 640 pesos (US$12,70). O terminal 4 é só de voos domésticos e por isso bem menor. 
       
      DIA 9 (29/12) – El Nido 
      Passagens Manila – El Nido pela AirSwift: 12.332,00 pesos (a compra só pode ser feita diretamente pelo site da companhia) 
      Hospedagem: Rosanna’s Pension – 10.677 pesos por 3 noites (pagos 1 semana antes no cartão de crédito; política do hotel) 
       
      Bom, nosso voo para El Nido saiu na hora prevista, as 5:15, com duração de 1:20h. A aeronave é bem pequena, não há serviço de bordo, mas foi um voo confortável. O aeroporto de El Nido é bem simples e pequeno. As malas são entregues pessoalmente (não há esteira) e também não há casa de câmbio. Muitos hotéis disponibilizam o serviço de transfer, mas nós preferimos ir de triciclo, o que nos custou 300 pesos (US$6). Eles ficam parados lá na frente e tinha um rapaz organizando uma pequena fila. 
      Como era muito cedo e não tinha quarto vago, apenas deixamos as malas no hotel e fomos tomar café da manhã no Giovanz. Pedimos café, suco, pork silog (arroz, carne de porco em cubos e ovo frito) e omelete de legumes com torradas. Tudo saiu por 515 pesos (US$10,25). Fomos caminhar, conhecer as lojinhas, restaurantes e pesquisar preço dos tours. É tudo tabelado na verdade. Em El Nido você paga 200 pesos de taxa ambiental no primeiro passeio que fizer e não precisa pagar mais enquanto estiver lá. É só guardar o papel e apresentar nos tours dos outros dias.  
      Fechamos o tour A pela agência Emma’s para fazer no dia seguinte (30/12 – falarei mais sobre o tour em seguida). Voltamos para dar entrada no hotel e tiramos esse dia pra descansar. A partir das 17h muitos lugares tem o happy hour (50% de desconto nos drinks ou dois do mesmo). Escolhemos sentar na área externa do Sava, que tem uma vista bem legal da praia. Tomamos 4 drinks (pagando 2) e 1 cerveja por 900 pesos (US$17,90).  
       

       Para jantar preferimos sair dali e procurar algo no caminho do hotel. Confesso que não anotei o nome do lugar que paramos e nem o achei no google maps, mas era um lugar pequeno, só com dois balcões pra sentar e você faz/retira seu pedido no caixa. Perto do SAVA. Há um vidro na cozinha onde você consegue acompanhar o preparo. Comemos 1 burger, 1 burrito e um refrigerante por 300 pesos (US$6). Valeu muito a pena, tava tudo uma delícia.Pra quem gosta de cerveja, tem o The Pub. Eles servem artesanais feitas lá mesmo e tem um cardápio de lanches e porções. O lugar é bem legal e cada IPA saiu por 185 pesos (US$ 3,50). 

       
      DIA 10 (30/12) – El Nido 
      Tour A: 3.170 pesos (com taxa de 200/cada inclusa).  
       Tomamos café da manhã no hotel e fomos até a agência. De lá eles te levam até o ponto de encontro na praia, onde estará a equipe e os demais turistas. Por isso pedem para chegar uns 15 minutos antes da saída (que geralmente marcam para as 9h em passeios em grupo). Para encontrar o barco você tem que entrar na água, então já esteja com a roupa de banho e a drybag para não molhar o que for importante (água na cintura, geralmente). Os pontos de parada foram: 
      Big Lagoon 
      Small Lagoon 
      Secret Lagoon 
      7 commandos beach 
       
      Importante dizer que, apesar dos preços serem tabelados, pode haver pequena variação entre uma agência e outra devido as paradas. Por exemplo, pode ter uma praia ou ilha que eles trocam por outra que pode ser mais interessante (isso nos aconteceu no tour C e em Coron também).  


      Na Big Lagoon alugamos um caiaque por 250 pesos (US$5), mas você também pode ir nadando, se preferir.  
      Ao chegar na Secret Lagoon você vai nadando até a passagem pela rocha. A passagem em si é rasa, mas tem fila! Do outro lado você anda até uma praia, que eu acho que vale bem mais a pena do que ficar na fila, pois lá dentro não é muito bonito e a água é meio estranha. Já tínhamos lido isso antes, mesmo assim fomos rs. Mas também deu tempo de irmos até a praia. 


       
      Na 7 Commandos beach há banheiro, venda de bebidas, local para jogar basquete e vôlei, além de muita sombra feita pelos coqueiros. O mar lá é bem gostoso para nadar. 

       
      Ao voltar para El Nido, escolhemos jantar na Altrové. Já tínhamos ouvido falar de lá (tem em Coron também) e ficamos curiosos. Sempre tem fila! Principalmente após as 18h que é quando o pessoal que fez tour o dia todo começa a sair para comer. Mas a fila é bem rápida, ficamos esperando uns 10 minutos só. A especialidade é culinária italiana, e a pizza, apesar de ser individual, é bem grande. Naquele dia optamos por dividir uma de pepperoni. Pizza, suco, refrigerante e uma San Miguel beer saíram por 600 pesos (US$11,90).  
       
      DIA 11 (31/12) – El Nido 
      Tour C: 2800 pesos (US$ 55,60) 
      Fechamos o tour C também na agência Emma’s. Mesmo esquema e horário de saída do dia anterior. As paradas foram: 
      Helicopter Island 
      Hidden beach 
      Talisay beach 
      Snorkeling spot (pertinho de Talisay) 
      Secret beach 
       A Helicopter foi a primeira. A praia tem muitas pedras tanto na areia quanto na água. É um lugar que você aproveita mais para sentar e observar do que para nadar, mesmo assim há um ponto legal para snorkeling.

      Para esse passeio nosso grupo foi menor, o que tornou a experiência muito legal! Pelo o que soubemos, Talisay beach não é uma parada muito comum nesse tour, e é maravilhosa!! Quando chegamos na praia estávamos só nós e pudemos ficar mais tempo nela. 





       
      Em Hidden beach o barco também para um pouco mais longe, por isso tem que ir nadando até a praia. Conforme fica raso, torna-se difícil caminhar por causa das pedras e corais. Aqui a melhor alternativa é ir de colete pra garantir que consegue boiar, senão fica fácil machucar as pernas.  


       
      Nossa última parada foi na Secret Beach. Novamente você tem que ir nadando, mas aqui ao invés de ir direto pra areia, você vai até um buraco que existe na própria rocha e passa nadando por ele. Só lá dentro é possível ficar num lugar raso. Como no horário que fomos o mar já estava bastante agitado e mais difícil de nadar, optamos por não levar nada, nem a GoPro. Por isso não há fotos dela, mas garantimos que vale muito a pena!  
      Na volta tivemos um pequeno perrengue: um hélice do motor do barco quebrou! Ficamos parados um bom tempo até fazerem uma gambiarra rs. Andamos um pouco e logo parou novamente, até que da segunda vez deu certo e conseguimos chegar numa boa. 
       Por ser réveillon, muitos restaurantes iriam fechar mais cedo e outro fariam festas da virada (ai você pagava também um valor a mais). Como nosso quarto do hotel tinha sacada direto pra praia onde teria a queima de fogos, preferimos apenas garantir a janta e ver de lá mesmo. Fomos novamente no Altrové rs. Dessa vez pedimos 1 pizza, 1 fettuccine de camarão, taça de vinho, refrigerante e 1 cerveja; tudo por 1000 pesos.  
      Obs.: não há pagamento de 10% pelo atendimento, então a gorjeta (ou tips) fica por conta do cliente. Nas Filipinas procurávamos sempre deixar 100 pesos. Inclusive nos passeios.  
      Depois dos fogos já fomos dormir pois as 6h sairia nosso ferry boat. 
       
      DIA 12 (01/01) – Coron 
      Ferry boat para Coron pela empresa Montenegro: 3520 pesos (US$70) pagos pelo cartão de crédito no site da 12goasia + taxa de 20 pesos por pessoa paga no embarque. 
      Hospedagem: Aquilah Homestay – 10.160 pesos (US$202) por 4 noites. O café da manhã é pago a parte e por dia (reserva um dia antes), 150 pesos por pessoa.  
       Para ir ao pier, pegamos um triciclo por 50 pesos. Ao chegar lá você tem que trocar teu voucher pelo ticket (tem uma fila pra isso na área externa). Depois você entra na fila para pagar a taxa de embarque e receber um comprovante. Após isso nossas malas foram deixadas numa parede para que um cão farejasse. Só assim você entrega o que pretende despachar. Mochilas pequenas pode ir contigo (o espaço entre sua poltrona e a da frente é bom). No voucher e no e-mail de confirmação vem o aviso de que dentro do ferry é bem gelado. Então o ideal é levar uma coberta ou já ir de calça e casaco, pois são 4h de viagem. 
      Ao chegar em Coron tem vários triciclos disponíveis, então já pegamos um até nosso hotel (por 100 pesos ou US$2). A hospedagem foi perfeita desde o início: a família nos recebeu muito bem, o hotel é todo novo, limpo, tranquilo e confortável. Já aproveitamos o momento do check-in para darmos uma olhada nos tours que eles indicavam (tinham panfletos de algumas agências com as quais eles mesmos combinavam). Tínhamos visto que até 5000 pesos por um tour privado era aceitável (baseado em outros relatos). Fechamos o Ultimate por esse valor, mas para o dia seguinte, então falarei mais sobre ele depois. 
      Escolhemos tomar um café da manhã mais reforçado que valesse pelo almoço, então fomos no Tea and Shake. O lugar tem poucas mesas, você faz o pedido no balcão e já paga por lá mesmo; depois eles te servem na mesa. Importante dizer que no 1º dia do ano muitas coisas estavam fechadas lá, mas você encontrava alguns mercados e cafés abertos; à noite a cidade ganhou um pouco mais de vida. Pedimos 2 American breakfast por 400 pesos (US$8). Voltamos ao hotel para descansar durante a tarde já que não dormimos muito na noite passada. 
      A noite saímos pra dar uma volta e jantar no Blue Moon. Os pratos lá são individuais, mas beeem servidos. Pedimos um fish and chips, um burger, Mai Tai (drink) e 2 cervejas. Tudo por 1100 pesos.  
       
      DIA 13 (02/01) – Coron 
      Tour Ultimate  – PRIVADO: 5000 pesos (US$99,40) – transfer, taxas, almoço, snorkel, água e frutas inclusos. 
       O transfer que veio nos buscar era uma van com outras pessoas que fariam outros tour da mesma agência (desculpem, eu não anotei o nome dela). Nos levaram as 8h até o pier e nos indicaram qual seria nosso barco. Em Coron você não vai pela água como em El Nido, mas sim passando barco por barco (sempre tem alguém pra te ajudar). Além do guia, foram mais 3 rapazes para cozinhar, navegar e auxiliar nas atividades.  
      As paradas foram: 
      kayangan lake 
      Twin lagoon 
      Green lagoon 
      Coral garden 
      Cyc beach 
      Siete pecados (para snorkeling) 
       
      Primeira parada foi no Coral Garden, que é um ponto no mar para snorkeling. É mais fundo e os corais são enormes, é muito lindo! O guia mergulhou conosco e nos acompanhou. Em seguida, fizemos mais uma parada (não muito longe dali) para outro snorkeling lindo, em Siete Pecados. A visibilidade ali foi melhor ainda e com muita diversidade de corais e peixes.  



      Em seguida ficamos um tempo na Cyc beach. É uma praia de areia bem branca, com muita sombra natural. Alguns barcos param ali para preparar o almoço, mas tinha pouca gente. Aliás, todos as paradas foram muito tranquilas, demoramos pra sair de Coron (depois das 9:30) e acho que foi uma boa tática.  
      Nosso almoço foi na Green Lagoon. Pra mim, o lugar mais lindo! Comemos com calma, descansamos um pouco e nadamos.  


      De lá entramos na Twin Lagoon. O lugar é muito lindo, mas mesmo de colete eu fiquei com um pouco de medo hehe, talvez por não curtir muito águas tão profundas. Mas aproveitamos o lugar, vale a pena por ser maravilhoso, mesmo já tendo mais gente que as demais paradas. 
      Nos despedimos do passeio na Kayangan Lake. Depois de um tempo subindo, tem uma entrada à esquerda para o mirante. Vale muito a pena parar ali para admirar e tirar fotos. Na ida só tinha mais um casal ali, mas quando voltamos do lago tinha uma baita fila para a foto! 
      Depois você volta para a escadaria de onde veio e continua o caminho, agora descendo para de fato ver e nadar no lago Kayangan. Tem uma passarela de madeira por onde pode andar, ou sentar parar observar. Para entrar é obrigatório o uso do colete salva-vidas (tem várias placas já na entrada, para você não correr o risco de chegar lá sem o seu e não poder entrar). Tem alguns peixinhos lá, o que mais vimos foi o peixe-agulha; e o lugar é maravilhoso! 



      A noite, quando retornamos à Coron, saímos para jantar no Rosa’s Cantina. É um restaurante de comida mexicana e tem happy hour a partir das 17h (metade do preço nos drinks e em algumas cervejas). Pedimos tacos e quesadillas (são pratos separados, mas o tanto de comida que veio daria para 3 pessoas, tranquilamente), um drink e uma cerveja. A conta deu 1380 pesos (US$ 27,50).  
      Nessa noite precisávamos trocar mais um pouco de dinheiro para garantir os outros dias que tínhamos pela frente com tour, alimentação, etc. Achamos 3 casas de cambio, todas na rua do Blue Moon (onde jantamos na primeira noite), mas somente 1 tinha dinheiro. Fizemos bem em trocar quase tudo o que planejamos no aeroporto, porque se precisássemos de mais dinheiro em El Nido ou em Coron , ficaríamos na mão ou pegaríamos uma cotação ruim. Eu não me recordo o nome do lugar, na verdade era uma pequena venda com placa de EXCHANGE MONEY na frente (lá é assim, você faz cambio em mercados, farmácias e hoteis com o aviso). Para cada dólar conseguimos 48 pesos, lembrando que no aeroporto pegamos por 50,30.   
       
      DIA 14 (03/01) – Coron 
      Tour D (em grupo): 3400 pesos (US$67,60) – transfer, taxas, almoço, snorkel, água e frutas inclusos. Fechamos no hotel pela agência Calamian. 
       Antes de fechar, percebemos ao ver os panfletos que o tour D muda de empresa para empresa. Como a Malcapuya beach é a principal parada e é longe da cidade, eles compensam com mais 2 paradas em ilhas próximas. Nós escolhemos o seguinte itinerário: 
      Bulog dos Island 
      Banana island 
      Malcapuya beach 
       
      A primeira praia foi a Bulog dos island. Ela tem um “mirante” que é em cima de uma rocha, onde você sobe uma escadinha e tem uma vista linda, com algumas redes para deitar. Também tem uma segunda parte da praia que vale a pena visitar se quiser fazer snorkeling. E também porque é um lado mais sossegado. De toda forma, o tour D não me pareceu muito procurado, pois todas as nossas paradas estavam tranquilas. E vale muito a pena, pois as 3 praias que vimos são uma mais linda que a outra!  



       
      O segundo local foi já para nosso almoço, Banana island (ficamos entre 1 e 2 horas em cada praia). Essa acho que foi uma das praias mais “good vibes” que ficamos: cheia de coqueiros com rede, só tinha o pessoal do nosso barco, um cachorro bem lindo que era do dono do quiosque e AQUELE mar. Todo mundo aproveitou para tirar um cochilo ali hehe 


       
      E a última parada foi na famosa Malcapuya beach. Ali já tinha mais gente, mas como a praia é bem extensa, não fica a sensação de cheia. Tínhamos lido que é uma das praias mais lindas de Coron. Eu sinceramente não consegui, até agora, classificar alguma como tal. É uma decisão difícil haha. O mar ali tinha mais ondas do que as demais praias, mas não com aquela arrebentação; ainda assim era um mar tranquilo pra curtir. 

       

      De volta para Coron, fomos conhecer o Altrové de lá hahah sim, o lugar é bom. Mas lugar bom é o que não falta para comer em Coron, eu garanto. Pizza, fettuccine, vinho e cerveja: 1200 pesos (US$ 24).  De sobremesa comemos um gelato cada no Pedro’s: 2 sabores por 160 pesos. 

       
      DIA 15 (04/01) – Coron 
       Esse foi nosso último dia inteiro lá e, como sabíamos que a volta ao Brasil seria trash, resolvemos não fazer nenhum tour. Fomos andar melhor pela cidade, comprar lembrancinhas e descansar no hotel (a média da temperatura naqueles dias estava em 35 graus).  
      Como tomamos café da manhã mais tarde, só “almoçamos” um gelato hehe. Andamos bastante, compramos o que queríamos e voltamos ao hotel. 
       Saimos de novo no final do dia. Tomamos um drink cada no Coco bar. Nossa ideia era jantar por lá, mas quando pedimos o menu fomos informados que “talvez tivesse comida mais tardel”. Vai entender hehe. Uma pena, porque o lugar era bem legal, aconchegante e tocava reggae. Pagamos os 560 pesos (US$11,20) e saímos. Na esquina daquela mesma rua tem o Get Real. Um lugar bem legal também com muitas opções de comida: burgers, comida filipina, mexicana, porções... pedimos um trio de mini burger (vinham 3), uma margarita de tamarindo, cerveja e porção de nachos com chilli. Tudo por 1000 pesos (US$ 20).  
       
      DIA 16 (05/01) 
      Passagens Coron – Manila pela Cebu Pacific: 225 euros (compramos também no cartão pelo site da 12goasia, mas por algum motivo foi a única cobrada em euro). 
      A despedida
      Como nosso voo era as 14:40 e sabíamos que o aeroporto não era muito perto, pedimos um transfer em nosso hotel (agendamos na noite anterior). Saiu por 300 pesos (US$6) e uma van foi nos buscar. Tinham outras pessoas junto, de outros hoteis. Saímos 12:15 e deu tempo tranquilo, até porque nosso voo atrasou em 1 hora.  
      O aeroporto é bem pequeno, não tem muito o que explicar e nem como se perder. Tem 2 lugares dentro do embarque com opções de comida e bebida. Comemos 2 burgers, um refri e chocolate por 550 pesos (US$11).  
       A vista é linda la de cima, é um lugar que você curte até o fim mesmo. 

       
      Dessa vez chegamos no aeroporto de Manila num horário que tinha transfer gratuito entre os terminais. Depois que desembarcamos e pegamos nossa bagagem, nos dirigimos a uma salinha com a placa TERMINAL TRANSFER. Lá você apresenta sua passagem, fala o terminal que precisa ir e aguarda. Esperamos uns 45 minutos (mas pode levar até 1hora ou um pouco mais). Vieram nos chamar quando o ônibus chegou e nos acompanharam até ele lá fora: mas já adianto que é um loucura! Hehe encontramos o ônibus literalmente no meio de uma avenida, entre os carros. Nossa sorte era que só tínhamos mochilas nas costas. Mesmo os terminais não sendo muito distantes, há muito trânsito na cidade. Ainda mais final do dia. Então o mesmo trajeto que o taxi levou 10 minutos de madrugada, aqui levamos pelo menos meia hora. Por isso veja bem se tem todo esse tempo até seu próximo voo, pois nem estou contabilizando aqui o tempão que ficamos na fila do check-in e despache seguinte. O aeroporto lá costuma ser bem cheio sempre, principalmente os terminais internacionais. Se estiver com o tempo apertado, melhor opção ainda é o taxi. 
       
       Nosso voo estava marcado para 20:55 e além da conexão na Etiópia, tivemos uma escala de 1hora em Hong Kong.  
       Chegamos na Etiópia de manhã e com fome, pois não conseguimos comer no horário que foi servida a comida do avião. Agora lembram que no início do relato eu disse que só tem 1 restaurante (dividido em 2 ambientes, por isso parece dois, mas é o mesmo) e ele é caro? Pois bem, nesse dia descobrimos o QUÃO CARO. Vou resumir: 1 American breakfast com suco + um omelete com torradas e suco = 35 DÓLARES sim! Em nossa conversão pagamos cerca de 150 reais num fucking café da manhã. Podíamos ter comprado chocolate no duty free pra economizar? Sim, mas estávamos famintos e não vimos outra saída por lá, tínhamos uma longa jornada com comida de avião que já estava nos enjoando
       
      É isso! Obrigada pela paciência de quem leu até o fim, espero ter ajudado em algo. Seja pelo o que fizemos ou pelo o que poderíamos ter feito diferente. Uma coisa é certa: valeu a pena cada segundo e temos muita vontade em voltar! 
      Dúvidas, podem nos procurar pelos contatos que deixei no início. Ou pelos comentários aqui também! 
    • Por Tadeu Pereira
      Salve Salve Mochileiros! 
      Segue o relato do mochilão realizado no Sudeste da Ásia em 2018 batizado de The Spice Boys and the Girl.
       
      1º Dia: Partida - 04/11/18 - 19h05min - São Paulo x Madrid - Empresa AirChina - R$3.680,00 Reais
           Partimos do Aeroporto de Guarulhos - GRU em São Paulo por volta das 19:30 do dia 04 de Novembro de 2018, fizemos um check-in tranquilo com a empresa AirChina e embarcamos para nossas primeiras 9 horas de vôo até Madrid na Espanha onde fizemos conexão. O vôo foi bem tranquilo, até conseguimos dormir, porém a comida do avião não é das melhores mas acabei comendo assim mesmo e já começava ali a sentir o cheiro e o gosto da Ásia hahahahah. Chegamos em Madrid na Espanha por volta das 5:00am e fizemos uma conexão de 3 horas, deu tempo de dar uma volta no Free Shop, banheiro, comer alguma coisa (caríssima), fazer os procedimentos burocráticos e embarcar novamente pois teríamos a China ainda pela frente.
       
       
      2º Dia: Partida - 04/11/18 - 8h15min - Madrid x Pequim - Empresa AirChina
           Chegamos em Pequim ainda de madrugada com uma temperatura de 7º, quem se deu bem foi quem ficou com as cobertinhas que a empresa AirChina empresta para as pessoas no avião, pois não esperávamos passar tanto frio no aeroporto da China como passamos naquela conexão rss. Assim que descemos do avião caminhamos um longo caminho até os terminais eletrônicos onde se inicia os procedimentos burocráticos de conexão da China. Finalizamos depois de alguns minutos os procedimentos e dormimos um pouco em bancos do aeroporto sendo acordados e presenteados por um lindo nascer do sol no Aeroporto de Beijing. Procedimentos concluídos no Aeroporto de Beijing partimos para o nosso tão desejado e esperado destino final daquela cansativa viagem de aproximadamente 23 horas, a capital da Tailândia, a grandiosa Banguecoque.  
       
      3º Dia: Chegada - 06/11/18 - 15h15min - Pequim x Banguecoque - Tailândia (Taxi ฿1.000 Baht, Chip ฿600,00 Baht, Hostel ฿340,00 Baht)
           Chegamos por volta das 15:00 pelo horário local, fizemos os procedimentos de imigração, primeiro o health control depois na fila de imigração, carimbamos nossos passaportes, pegamos nossas mochilas e pronto, lá estávamos livres para explorar Banguecoque. Trocamos $100,00 dólares  no aeroporto com um câmbio de $1,00 dólar = ฿31,60 baht, depois compramos um chip para o telefone por ฿600,00 baht com 6 Gigas por um período de 30 dias e chamamos um Graab, como se fosse o Uber no Brasil, onde pegamos na parte superior do Aeroporto Internacional Suvarnabhumi por ฿400,00 baht em torno de R$40,00 reais que nos levou em 30 minutos até o nosso hostel, o The Mixx Hostel. Ficamos hospedados na rua Ram Buttri que fica do lado da rua mais famosa de Banguecoque, a Kaoh San Road onde rola a grande noite da cidade, uma ótima opção para mochileiros. Muita comida típica e exótica boa e barata, cervejas baratas, diversos bares, baladas, artistas de rua, drogas, sexo e tudo que uma bela noite de Banguecoque pode te oferecer pra se divertir. Vale a pena conferir! Na hospedagem pagamos por dois dias ฿340,00 baht, ficamos em um quarto com quatro camas/beliche, ar condicionado, banheiro compartilhado e café da manhã incluso, o hostel é simples mas atende as necessidades com uma ótima localização.
       

           Conhecemos alguns templos na capital, alguns fomos a pé mesmo pois são muito próximos um do outro. Wat Pho (Buda reclinado), Wat Saket (Monte dourado) e Wat Arun (Templo do amanhecer). A cidade é bem frenética mas andar a pé pelas suas ruas foi uma bela escolha. caminhamos muito por essas ruas, muito das vezes sem um rumo certo, mas logo nos achávamos pelo google maps. A cada esquina que se vira na Tailândia você vê uma foto do rei. Embora o já tenha falecido, o povo Thai tem muito respeito pelo rei Bhumibol Adulyadej que morreu em Outubro de 2016 com 88 anos de idade após 70 anos no poder que hoje tem como rei o seu filho Maha Vajiralongkorn.       
            
           
           
        
       


       

           A culinária asiática é muito exótica, a cada comida que você experimenta é uma surpresa de sabores. Experimentei o famoso prato típico de rua tailandesa Pad Thai, uma espécie de macarrão de arroz frito com frutos do mar ou carne de porco ou de frango, acompanhado de castanhas com pimenta que custa em média ฿100,00 Baths e se encontra em todo lugar da Tailândia, experimentei também o Thai Mango Sticky Rice, uma sobremesa tradicional tailandesa feita de arroz glutinoso, manga fresca e leite de coco, ambos baratos e deliciosos, mas existem uma infinidades de comidas para serem saboreadas na Tailândia.   
       
        
           Ficamos 3 dias na capital Banguecoque e além de conhecer templos tentamos entrar na rotina das pessoas locais. No terceiro dia para chegar em um templo tivemos que pegar um transporte público BTS Skytrain no rio Chao Phraya. Passamos por alguns pontos e depois retornamos até chegar no templo Wat Arun. As passagens são muito baratas, pagamos por volta de ฿80,00 baths tanto ida quanto volta, então vale muito mais a pena o tour por conta e ainda tivemos uma vista maravilhosa totalmente diferente da cidade vista pelo rio.  

       
                Ficamos no templo Wat Arun até fechar por volta das 19:00pm, depois fomos de barco pelo rio Chao Phraya até o porto que da acesso ao grande mercado Asiatique, um maravilhoso complexo de lojas e restaurantes, um verdadeiro shopping ao céu aberto localizado às margens do rio Chao Phraya situado nas antigas docas de uma empresa que realizava comércio na região portuária no século passado. Em função da sua localização e história, seu layout é temático e apresenta uma decoração especial com tema inspirado no reinado do Rei Chulalongkorn (1868-1910) e na atividade marítima. Ficamos umas boas horas comendo, bebendo e curtindo o local, depois pegamos um táxi por ฿200,00 baht para o hostel pois no outro dia logo de manhã tínhamos o nosso vôo para as belas praias da Tailândia. 
       

            Assim que chegamos no hostel deixamos reservado nosso táxi para o aeroporto Don Mueang - DMK por ฿400,00 baht pois sairíamos bem cedo para o aeroporto. Acordamos por volta das 5:00am da manhã e o táxi já estava nos esperando na porta do hostel no horário combinado, após 30 minutos chegamos no aeroporto. Partiu praias... 

       
      6º Dia: Praia - 09/11/18 - 7h25min - Banguecoque x Krabi x Ao Nang - Empresa Air Asia - R$148,00 Reais
       
      (((((Continua no próximo post)))))
       
       
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