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  1. Desde a minha adolescencia sempre quis conhecer dois lugares: Machu Pichu e Camboja. Mês passado consegui realizar um desses sonhos! Um dia antes de viajar, fiquei sabendo através de um grande amigo meu piloto que vários vôos estavam sendo cancelados por causa do tufão que passava pelo local justamente onde eu iria fazer conexão. Eu estava super nervosa com medo do meu vôo ser cancelado e com isso arruinar o meu planejamento. Cheguei no aeroporto, suando de nervosa, olhei para a atendente e estava tudo certo para minha viagem! Pra chegar ao meu destino dos sonhos passei por uma conexão em Taipei, no meio do tufão, mas nem por isso deixei de explorar a cidade e conhecer a linda Praça da Liberdade. De volta ao aeroporto, meu proximo destino seria Bangkok! 4 dias não foram suficientes para conhecer essa cidade incrível. Comida maravilhosa, rooftops de tirar o fôlego, tuk tuks pra todos os lados, templos incríveis e bares super animados. Aproveitei a oportunidade e com a ajuda de um grande amigo meu da minha terra natal consegui cantar em um live house. Com isso tive a oportunidade de conhecer excelentes músicos numa jam incrível com gente de vários países. Obrigada Caio pela noite maravilhosa (na verdade pelas duas noites!!!). Apesar de me despedir de Bangkok com desejo de ficar mais, eu também estava super ansiosa para chegar no meu proximo destino: Camboja. O Camboja é um país que sofreu muito com a guerra Khmer Vermelho, um dos maiores genocídios da história recente, matando grande parte da população e até hoje é possível ver as marcas deixadas dessa terrível catástrofe humana. Quando o avião pousou (graças a deus! Por que era um mini avião com hélice #medo), o calor estava de matar! Passei pela imigração e finalmente estava pisando em terras cambojanas. O motorista do hotel, seu Barang, estava lá me esperando e, apesar da dificuldade de comunicação, esbanjava simpatia. O carro deu partida e comecei a ver a cidade de Siem Riep através da janela. A cada quilômetro rodado, o cenário era o mesmo, muita pobreza. Cheguei no hotel e fui recebida com um delicioso chá e doces típicos do Camboja. Joguei minha mochila no quarto e fui rumo a Vila flutuante de pescadores que ficava a uma hora do centro. Na chegada à vila, a canoa passava pelas principais “ruas” onde é possível ver casas, igrejas e até uma escola suspensa. Pausa para o almoço num restaurante flutuante no meio de um enorme e importante lago para os pescadores. É ali que eles pescam e vendem para outros restaurantes no centro da cidade. Sentei à mesa e pedi o famoso Amok: um curry de peixe com toque de capim limão, prato típico do Camboja. Enquanto eu almoçava, uma criança linda dos olhos brilhantes não parava de me observar até que fui em direção a ela e começamos a nos comunicar através de sorrisos e olhares curiosos. Aprendi algumas frases em cambojano num pôr do sol lindo enquanto eu estava sentada à beira do lago com uma menina cheia de vida. Nesse momento, percebi a beleza do cenário e tirei uma das fotos mais lindas da vida! Dia seguinte, dia de visitar os templos do complexo Angkor, Patrimônio da Humanidade pela Unesco, com a ajuda de um super querido guia, Sohkom. Eu queria saber mais sobre a história do Camboja e sobre os detalhes dos templos. Fiquei horas caminhando na imensidão desse lugar abandonado no meio da selva. No meio do passeio, fui indo em direção a uma música e me deparo com uns homens tocando instrumentos típicos da região. Quando eu percebi estava no meio deles tocando percussão. Todos os músicos eram sobreviventes da guerra, mutilados, vítimas das minas terrestres. Foram horas de aprendizado e informações sobre essas ruínas do império Khmer. À noite, tive tempo pra beber uma cerveja local, fazer massagem por 1 dólar, curtir um pouco da Pub Street e cantar com uma banda de rock no Hard Rock Café. No dia seguinte, levantei as 6 horas da manha, aluguei um quadriciclo e fui desbravar Siem Riep. Eu acho que foi o passeio que mais me comoveu. Foram mais de 4 horas explorando a cidade. Parei num mercado e comprei algumas caixas de macarrão pra doar aos alunos de uma escola construida pelos japoneses❤️. Excelente trabalho dos professores, todos voluntários. De volta a minha moto, coloquei meu capacete e máscara pois havia muita poeira (as ruas não são asfaltadas) e comecei a distribuir comida pras crianças. O mais impressionante é que todas vinham com um baita sorriso no rosto e falavam obrigado. Até mesmo algumas que não falavam por timidez, os pais agradeciam por elas. Hora de voltar pro hotel, pegar uma piscina e esperar o pôr do sol. À noite, me deliciei com o meu ultimo jantar no estilo cambojano e depois fui a um bar de musica ao vivo onde conheci uma cantora de voz linda e serena cantando músicas típicas da região. Fiz questão de falar com ela que ficou encantada quando a elogiei. Muito linda! Vim embora com um aperto no coração de quem precisa voltar. Apesar da pobreza, dos conflitos civis, das atrocidades de um general que aniquilou grande parte da população no passado e de tantos outros problemas em que esse país ainda se encontra, o Camboja e seu povo vão ficar guardados pra sempre no meu coração! Instagram: Yumi_oficial ou Yumiaroundtheworld C581EB70-143E-4458-8CA0-93B5353330A3.MOV 5DEA23CB-8A9F-4EDD-88F6-D85B33E9D4B1.MOV 918A37ED-6D9D-4DD5-AAD2-58A752B49A6B.MOV
  2. PAI, um vilarejo hippie na Tailândia 🇹🇭. Não sei bem quando foi que descobrimos a existência de Pai, bem ao norte da Tailândia, a caminho de Myanmar. Mas a promessa de uma cidedezinha com uma vibe hippie nas montanhas chamou nossa atenção. Talvez por ter sido um importante polo na rota do ópio no passado, Pai tenha se tornado esse destino alternativo, que atrai os viajantes em busca de algo diferente do turismo de massa tão comum nas ilhas do sul, por exemplo. Apesar de não ser nenhuma reencarnação de Woodstock, ao chegar na cidade de 3 mil habitantes realmente a gente percebe o tal clima hippie: vários mochileiros de dread locks pelas ruas, cafés e restaurantes vegetarianos e veganos, estúdios de ioga, barzinhos de jazz, oficina de circo e uma penca de hostels e guesthouses pra acomodar os turistas, que vão aparecendo cada vez em maior número. Chegamos pra ficar 2 dias e ficamos 6, porque sim, nos contagiamos pela energia do lugar. Além de todo o apelo “paz e amor” da cidade em si, os arredores estão repletos de atividades em meio à natureza, com cachoeiras pra se refrescar do calor (e que calor!), águas termais pra passar uma tarde de puro relaxamento, uma caverna gigantesca com um rio subterrâneo, um cânion que oferece vistas estupendas do vale de montanhas e uma das maiores pontes de bambu do mundo sobre os verdejantes campos de arroz. Mesmo que nossa visita tenha sido numa das piores épocas do ano por causa das queimadas e do calor implacável, passamos dias sem compromisso ou mil atividades, fazendo o que dava na telha no momento. O mercado noturno é um capítulo à parte; são dezenas de banquinhas de artesanato colorido, arte local, roupas e bolsas estilosas e a maior gama de comidas de rua que vimos até então nessa viagem. As opções iam desde os pratos tradicionais como pad thai e arroz “grudento” com manga até outros bem ocidentais como lasanha, brusquetas, tacos e brownies. Há quem critique essa ocidentalização exacerbada, mas eu já acho que existe espaço pra todo mundo e quanto mais, melhor! Você não precisa ter dreads e vestir camiseta do Bob Marley pra aproveitar tudo o que Pai tem a oferecer; pode se aventurar de moto pela belíssima região, fazer trekking na natureza ou uma aula experimental de ioga ou Muay Thai, provar um café orgânico plantado no local ou uma kombucha e ajudar o planeta um pouquinho comendo as delícias veganas dos inúmeros restaurantes. Mas se você for carnívoro de alma, também não tem problema, porque se encontra facilmente ambas as versões, inclusive de frango (um dos nossos restaurantes favoritos fazia um “frango vegano” a base de cogumelos e vegetais que juro que tinha gosto de nuggets!). Aqueles em busca de uma experiência mais intensa, ainda podem tomar o shake de cogumelos que crescem no cocô de elefante que alguns bares alternativos oferecem. Enfim, foi uma semana pra relaxar e recarregar as energias. Pai não vai te decepcionar (geralmente pais nunca decepcionam né??).
  3. Vou fazer um mochilão no Sudeste Asíatico começando em Setembro na Indonésia e pretendo ficar lá um mês . Quero começar por Bali ,depois percorrer as Nusa Islands e talvez depois ir até Java ,alguêm já fez algo parecido ? Qual a vossa opinião ?
  4. Olá! Pretendo viajar para o Sudeste Asiático do dia 14/11 até o dia 08/12 (25 dias) no seguinte cronograma: Interessados, podem me enviar um whats: 12 99786-6499 Ano passado fui pra África e rolou um grupo dinâmico de whatsapp onde as pessoas entravam um pouco antes da viagem para tirar dúvidas e pegar dicas e saiam ao final da viagem deixando as dicas para os próximos, podemos fazer o mesmo.
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