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RELATO AO VIVO SUDESTE ASIATICO - TAILANDIA, MYANMAR, LAOS, VIETNAM E CAMBOJA


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Hello Guys 

Quem quiser acompanhar a trip pelo sudeste asiático em tempo real, me add no instagram ok? @helderzitomochileiro

 

Estou dentro de um ônibus que vai me levar de Myanmar até a fronteira com a Tailândia, e isso vai tomar mais algumas horas, sendo assim eu aproveitei que estou viajando com meu Laptop e vou começar a escrever meu relato aqui no Word mesmo (provavelmente vou editar isso depois)

Para começar eu vou criar uma tabela no final com os preços atualizados de tudo, mas se vc está indo agora e precisar saber do preço de alguma coisas nos lugares que já passei, basta perguntar.

Depois de morar um tempo na Austrália eu decidi fazer um mochilão pelo sudeste asiático antes de voltar para o Brasil, minha ideia inicial era passar por Tailândia, Myanmar,Laos,Vietnam e Cambodia, mas vocês irão ver que as coisas vão mudando aos poucos, estou viajando sem passagem de volta para casa, em outras palavras, até quando a grana que reservei para a trip terminar, então não tenho ideia, isso pode ser em julho ou agosto, não sei, se alguém estiver por aqui e quiser entrar em contato me manda uma mensagem.

 

O que pretendia fazer é Tailândia, Myanmar, Tailândia, Laos,Vietnam, Cambodia , Tailândia e Brasil.

Minha viagem começou dia 1/6 e o que já fiz foi o seguinte:

 

Melbourne to Singapore

Singapore to Bangkok

Bangkok to Yangon

Yangon to Golden Rock

Golden Rock to Mandalay

Mandalay to Bagan

Bagan to Chiang Mai ( Estou nesse momento pegando o primeiro bus, dos três que tenho que pegar até cruzar a fronteira e chegar lá)

 

Estou sem roteiro definido então quando chego no lugar, posso conhecer pessoas e tudo mudar, isso é uma coisa boa, não sei hehehe Então tenho uma ideia das cidades que quero ir, mas não sei exatamente a ordem que farei, então vou postando de acordo que vou passando nos lugares e tendo dias só chilling no hostel e tenho tempo para escrever ok? 

 

Viajei com dólar australiano, para entenderem melhor 1AUD é igual 2,50R$, então vou postar os valores na moeda local e alguns em AUD, mas nunca em dólar americano, porem para ajudar eu passo a conversão atual dos países para vocês.

JUNHO 2017

MYANMAR – USD 1 – 1350KYATS

THAILAND – USD 1- 38 BATH

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Hello Guys  Quem quiser acompanhar a trip pelo sudeste asiático em tempo real, me add no instagram ok? @helderzitomochileiro   Estou dentro de um ônibus que vai me levar de Myanmar até a fronteira

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1/6 – MELBOURNE TO SINGAPORE

 

Resolvi comprar um voo de Melbourne para Singapore, dormir um dia lá e depois ir para Bangkok, pois ficaria o mesmo preço e eu ouvi maravilhas sobre Singapore.

Então peguei um voo da Scoot, desembarquei no aeroporto internacional e fui logo me informar como poderia chegar no Tree Groove e Gardens Bay.

Singapore é uma cidade estado, assim como é o Vaticano e Mônaco, são só as 3 no mundo, eles possuem 4 idiomas oficiais e sua população é em sua maioria Chineses e Indianos, é um lugar muito moderno e desenvolvido, eles usaram bem o dinheiro por lá, o transporte público funciona muito bem, foi muito fácil pegar o trem e chegar em todas atrações turísticas e em meu hostel, é tudo muito bem sinalizado e fácil de usar, além de barato. Eu achei Singapore em muitas partes, principalmente a da limpeza e do transporte ainda melhores do que a Australia, eu acho que moraria por lá, é um lugar incrível e está ainda em desenvolvimento, vale a pena fazer um Stop Over lá se você puder.

 

2/6 – SINGAPORE TO BANGKOK

Para este dia comprei um voo da Thai Lion Air, empresa Tailandesa de Low Coast e achei de muita qualidade. Chegando no aeroporto fui surpreendido com o primeiro vacilo da viagem, eu no fundo sabia disso, mas eu sei que eles não perguntam para todo mundo, então eu não me preocupei. No balcão do Check In eles me pediram a passagem de volta da Tailândia, eu não tinha essa passagem, porque minha ideia era fazer Bangkok, Chiang Mai e então entrar para Myanmar de bus, enfim, não teve jeito, eu falei com todas pessoas possíveis e não liberaram eu embarcar para Tailândia sem a passagem de volta, assim eu tive que pensar rápido em um plano B e comprei no balcão da empresa uma passagem saindo de Bangkok para Yangon (Myanmar) para o dia 7/6, fiquei muito chateado mas no começo deu tudo certo, e paguei só 47AUD na passagem.

Cheguei em Bangkok, troquei um pouco de grana no aeroporto e fui procurar uma forma barata de chegar do aeroporto até o centro, meu hostel era pertinho da Khao San Road, então era só sair perguntando quanto até lá, pois todos conhecem essa avenida, é a mais famosa de Bangkok. Os taxistas diziam de 200bath para cima, e eu achei que não teria jeito, já era por volta das 22pm e não tinha muito movimento por lá, não encontrei ninguém para dividir o taxi e já ia me ferrar, quando.....Vejo um busão caindo aos pedaços com uma placa enorme de 50BATH e um senhor gritando Khao San Road, achei estranho porque nunca li sobre este bus nas minhas pesquisas, mas eu encarei, gastei só 50BATH e ele me deixou coladinho no hostel, o número da linha é A4, eu cheguei pelo aeroporto Don Mueang que é o antigo aeroporto, essa linha começou a funcionar em Maio, por isso eu não tinha achado nada, fiquei sabendo que no outro aeroporto também tem uma linha similar, pode pegar sem medo e já começar a economizar, Bangkok é uma cidade tranquila, andei vários dias sozinho de madrugada na rua e nunca me senti ameaçado.

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3 – 7/6 BANGKOK

Bangkok é uma cidade como eu já imaginava, transito caótico, cheia de motos, barracas e loucuras de todos os tipos por todos os lados, inclua ai o famoso ping pong, ladyboys em todo lugar (cuidado rapaziada) rs e muito mas muito calor, eu estou viajando no período das monções e até agora a chuva praticamente não me atrapalhou, mas Bangkok é uma cidade que não venta, parece uma sauna andar pela cidade e eu adoro andar, então devo ter perdido uns 4kgs por lá.

Eu fiz todos os famosos passeios como day tour para Ayuthuaya, Flooting Market e fui em vários templos nos arredores, coisas que dá para fazer a pé como o templo do Buda deitado e do Gran Palace, eu entrei no Gran Palace mas estava muito cheio, e eles queriam 500bath para ir dentro do templo, eu não paguei e não entrei lá dentro, além de muito caro estava um absurdo a quantidade de turistas naquele dia. Ahh, não esqueça de levar algo para cobrir as pernas e braços, caso contrário você não entra nos templos.

A noite a melhor pedida é ir para Khao San Road, tomar um drink no Balde e deixar a paquera rolar solta, fica sozinho quem quiser hehe

 

7/6 – BANGKOK TO YANGON

Confesso que gosto de uma bagunça, de festas e etc, mas eu tive isso muito tempo na Australia, então eu não podia mais esperar a hora da parte espiritual da viagem começar, e é isso que me fez incluir Myanmar em meu roteiro, um local que muitos dos meus amigos e familiares nunca ouviram falar, local que causa espanto e um sinal de interrogação quando você conta para as pessoas que está indo para lá, afinal não é todo mundo que vai certo? E é exatamente por isso que eu fiz questão, porque é diferente, é mágico, é a melhor escolha que fiz em relação a viagens em toda minha vida. Myanmar, assim como já foi Birmânia, Burma, chame como quiser, se abriu para o turismo apenas em 2012, e eu só lamento não ter ido antes, a sua essência continua linda, mas é claro que algumas coisas já mudaram por lá e ainda vão continuar mudando, por isso se você pretende ir, corra antes que os preços subam ainda mais e fique também cheio de turistas.

Cheguei no aeroporto que fica uns 15km da City e fiz amizades com um casal da Holanda, combinamos de dividir o taxi até o centro, não consegui trocar dólar australiano lá, para minha sorte eu tinha um pouco na conta e consegui sacar no ATM, mas não era esse meu plano. O motorista do taxi já nos recebeu com um enorme sorriso e ensinando como falar obrigado e olá, o transito é caótico na capital de Myanmar e demoramos mais de 1h para chegar no Hostel.

Fiquei no hostel Dengba, um dos mais baratos que encontrei, mas com ótima localização e era só isso que eu precisava.

Comecei aqui a ver em Yangon o que é diferente em Myanmar, as pessoas, desde os staffs até as pessoas trabalhando na rua, todos querem falar com você, saber da onde você é, tirar fotos, te falar sobre os lugares da cidade e etc, muitas crianças e adolescente já estão falando um bom Inglês, e isso facilita muito essa interação. Já tinha ouvido falar antes sobre o povo de Myanmar, mas minha ligação com eles foi algo tão legal, intenso e gratificante que eu não consigo explicar. Myanmar é um lugar que predominam muitos costumes que na Ásia você não vai encontrar, como os meninos vestindo um tipo especifico de saia, o povo pintando o rosto com Tanaka (não sei se escrevi certo), todas as pessoas vestindo chinelos simples e etc...Você não vai encontrar grandes exposições de marcas, a não ser da Samsung, que chegou chegando.

 

Enfim, depois de conhecer a maioria dos templos de Yangon e de andar para todos os lados, em uma tarde fiz meu ritual da minhas outras tardes por lá, sentar ao pé do Obelisco da Independencia na praça central, observar o povo, e esperar algum local vir conversar com você.

Foi então ali que eu conhecia Feli, minha primeira paixão da viagem hehe Feli é uma Alemã que mora a 4 meses em Myanmar sendo que em 2 meses ensinou Ingles para crianças em um Monastério, um trabalho voluntário lindo e uma experiência de vida enorme. Ela me perguntou se eu tinha planos para depois e eu não tinha, decidimos então ir tomar uma cerveja, ela conhecia uma rua onde tem uns 2 ou 3 bares, fomos caminhando até lá e conversamos a noite toda. Eu disse que estava indo para Golden Rock no próximo dia, e ela para minha surpresa disse que não tinha ido lá ainda, que já estava na estrada a 11 meses, e que estava cansada para viajar sozinha, que os amigos em Myanmar estavam sempre muito busy e que ela iria voltar para casa em 2 semanas...Então eu insisti para que ela fosse comigo, ela pensou, pensou, pensou....fez umas ligações e para minha alegria decidiu ir.

Combinamos de nos encontrar na BUS STATION no próximo dia....

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9 – 10/6 –GOLDEN ROCK

Cheguei e ela já estava me esperando, com aqueles olhos e sorriso lindos : )

Perguntamos pelo próximo bus que nos deixasse o mais perto possível de Golden Rock e logo achamos um partindo em 10 minutos, o universo conspirando e tudo saindo perfeito mais uma vez...

Ficamos na vila que você pode ir andando até a Golden Rock ou pode pegar um Truck,se chama Kyaiktiyo, você deve pegar o ônibus até lá, li relatos que era caro se hospedar lá, e posso dizer que tem acomodação para todos os bolsos.... Logo que chegamos mais um amigável jovem como sempre nos ofereceu um lugar para dormir, quarto duplo pelo custo de 6USD com café da manha, o preço estava ótimo e então aceitamos, era um lugar simples mas ela assim como eu não liga muito para conforto quando o assunto é viajar, então nem tentamos ver outro quarto ou outro lugar, esse já serviria...

Deixamos nossas coisas no quarto e fomos caminhar na vila, encontramos um restaurante com uma criança linda na porta, comecei a brincar com ela e logo seu pai apareceu, senhor muito gente boa, ótima pessoa, que nos tratou igual família, decidimos jantar ali...Aprendi várias palavras novas com esse senhor e com a Feli, além dessa criança incrível nos fazer a honra da sua presença e sua energia e alegria, foi um momento muito lindo, e novamente fui surpreendido pelo povo de Myanmar.

Saindo de lá fui com a Feli caminhar, conversamos sobre muitas viagens, coisas da vida, sobre o Brasil , sobre a Alemanha....entramos dentro de muitas vilas e já nem sabíamos mais onde estávamos hehe Decidimos voltar para o hostel porque no outro dia tínhamos que acordem bem cedo para ir para Golden Rock, Feli foi tomar banho e eu fiquei um pouco sozinho pensando...

Incrivel como você encontra pessoas que te encantam em uma viagem, incrível como sentar numa praça por minutos pode mudar todos os seus planos, incrível como uma pessoa que cresceu em um local totalmente diferente do seu, tem tudo haver contigo e uma conexão linda se cria, estava muito agradecido por ela ter entrado no meu caminho, e eu podia sentir que ela também estava feliz. Quando ela retornou eu dei um grande abraço nela, longo como um brasileiro deve abraçar uma gringa haha mas sincero como deve ser, ela então me olhou e disse “ Seja sempre como você é hoje”, não tinha como não se apaixonar tinha? Rsrs

Acordamos cedo e fomos pegar o Truck para subir a montanhar até o Golden Rock, nosso truck estava cheio de pequenos monges, todos muito simpáticos querendo fazer amizades e querendo tirar fotos, o dia começo muito bem, mas estava chovendo muito e eu pude ver a Golden Rock ao meio de nuvens, mas mesmo assim foi uma experiência divida.

Ninguem explica como essa pedra continua por séculos pendurada nessa montanha e não rola para baixo, é o mais local de peregrinação dos budistas de Myanmar, e eles acreditam que a pedra esta sendo segurada por um fio de cabelo do buda.

Voltamos de lá e fomos almoçar no mesmo restaurante do dia anterior, vimos nossos amigos novamente e nos despedimos calorosamente.

Eu estava em meio a mil pensamentos, pois meu plano era ir para Mandalay, local onde Feli fez seu trabalho voluntário, e ela queria ir para outra cidade que eu esqueci agora o nome, mas que sei que não estava nos meus planos pois eu nunca ouvi falar, ela me chamou para ir junto com ela, o grande problema é que deveríamos voltar para Yangon, e só iriamos depois de 2 dias, e eu não queria ficar mais 2 dias em Yangon, por outro lado meu desejo de estar mais com ela era enorme, se fossemos direto de Golden Rock até lá, seria perfeito e com certeza eu iria...Mas sendo assim, eu decidi não ir, era tempo de seguir minha trip sozinho e deixar o destino decidir....De qualquer maneira pegamos o bus juntos da Yangon, de lá eu iria para Mandalay ...

Chegou então a hora de se despedir, é muito triste dar tchau para alguém que você sabe que tem tudo haver com você, mas que por outro lado mora muito longe e ambos possuem planos de vida um pouco diferentes, mas eu não sei, eu acho que ainda a verei novamente.

Peguei então o bus noturno até Mandalay, para minha surpresa os ônibus em Myanmar tem uma qualidade legal, peguei o mais barato, mas se você quiser gastar uns 4 dolares a mais, pode pegar o VIP e ir com mais conforto.

11,12,13/6 MANDALAY

Em Mandalay me hospedei no 4 Rivers Hostel, ótima localização e me senti em um hotel, a área comum é muito grande e o café da manha é servido no rooftop, valeu muito a pena ficar lá.

Em Mandalay você pode alugar uma moto, o que eu acho bem perigoso pois o transito de motos é bem complicado e ninguém respeita o sinal, então preferi não arriscar e aluguei uma bicicleta o que foi bem mais divertido. Alias, eu esqueci de dizer mas em Yangon estão proibidas as motocicletas pelo governo, deve ser por isso que o transito é um Caos.

No primeiro dia eu devo ter andado uns 15km, sim, eu gosto de andar, e Em Yangon e Mandalay é muito fácil andar, porque as ruas são em ordem 1º Street, 2º Street e etc, então é bem fácil se achar no mapa e no maps.me, no primeiro dia fui andando para explorar a cidade e fazer contato com o povo, logo achei uma senhora que me vendeu uma melancia e passou Tanaka no meu hostel, fui andando até o Royal Palace que é muito lindo, também fui em todos os templos e pagodas nos arredores e até o Mandalay Hill que tem uma vista linda da cidade inteira e é um ótimo lugar para ver o por do sol.

No segundo dia eu peguei a bike e fui cedo para Mingun, da uns 7 km do hostel, mas o percurso é muito engraçado no meio das motos e dos locais sorrindo para você, é uma boa aventura descobrir a cidade de bike, porém cheguei lá e o Ferry para o outro lado parte as 9am, e só tem um...ele volta 12:30, então eu não quis pagar um particular e fiquei sem conhecer Mingun, porém vale a pena, vocês podem conhecer. Então fiquei de rolê na cidade visitando templos e pagodas, queria ver o por do sol do U being Bridge e foi o que fiz, era mais longe, mais ou menos 10km do hostel e a pedalada foi pesada devido ao tanto que eu já havia pedalado de manhã, mas valeu muito a pena.

Para o próximo dia eu comprei um ticket de bus para Bagan no próprio hostel, e eles me pegariam no 4 Rivers e me deixariam no meu hostel em Bagan, para minha surpresa foi um micro ônibus que fez o caminho, a parte chata é que eles param em várias vilas para pegar passageiros e isso atrasa muito a viagem que já é lenta devido a estrada, sendo assim cheguei em Bagan de noite e vi um lindo por do sol de dentro do bus.

 

13,14,15,16 – BAGAN A CIDADE DOS TEMPLOS

Quando eu vi as primeiras fotos de Bagan, que é aquela famosa no nascer do sol e com vários balões no céu e vários templos abaixo, eu não fazia ideia de onde era esse lugar, não fazia ideia nem mesmo do continente, mas para minha felicidade eu descobri, pois a partir dali se tornou um lugar para minha lista de lugares para visitar, e eu consegue riscar mais um hehe

Em Bagan compensa muito alugar a E-bike, uma moto chinesa, a bateria e automática, ela dura o dia todo, eu aluguei para dois por 10.000K, mas depois vi pessoas alugando por 3000, e eu achei que estava pagando barato ainda rs fica a dica, procure e procure...A moto é muito fácil de pilotar e ela vai de levar para todos os templos que ficam em sua maioria no caminho de New Bagan até Old Bagan, eu acho que não faz muita diferença onde você vai se hospedar, porque Bagan é ficar o dia todo na estrada e depois do dentro do hostel, sair e comer e voltar pro hostel, essa é a vida do viajante em Bagan rs

 

Eu fiquei no Crown Prince, que na verdade é um hotel, e foi a hospedagem mais barata que achei por lá, fiquei em um quarto com 6 camas, mas eram camas enormes praticamente de casal, serviço de quarto todos os dias trocamos minhas toalhas, deixavam uma nova escova de dentes, sabonetes e uma garrafa de agua, sem falar que o café da manha foi o melhor até agora nessa viagem, eu só não gostei muito do chuveiro, que confesso que ainda não entendi direito rs, eu devia ter tirado uma foto, eu estava me achando burro até que um italiano que tava no quarto me perguntou se alguém uma forma de usar o chuveiro hehe Ufaaaa

Paguei 14.000K ou 10 USD

Galera, meus dias em Bagan foram percorrendo templos e mais templos, não adianta que falar os mais bonitos ou mais famosos, porque quando você passar na estrada você vai ver os maiores e vai querer entrar, então o segredo é esse, alugue uma moto que é fácil e bem seguro e vai que vai, saia explorando o dia inteiro....Infelizmente a temporada de balões só acontece de Outubro até Março, no período das monções não acontece, então eu perdi isso.

Em um dos templos eu conheci uma espanhola linda que se chama Lucia, ela estava viajando com sua mãe e logo fiz amizade com as duas, ficamos percorrendo os templos juntos e descobrimos que temos uma amiga em comum em Madrid, realmente o mundo é muito pequeno né? Foi a deixa que eu precisava para já rolar uma breja mais tarde haha e rolou, ou se rolou haha Enfim, menina de uma vibe incrível, que agora esta morando em Manchester trabalhando em um local de escalada indoor, achei animal o trampo dela, e é claro que já virou meu segundo amor dessa viagem né? Haha Combinamos de nos encontrar no mesmo templo que nos conhecemos para ver o Sunrise e por sorte sua mãe não foi dessa vez heehe passamos o dia juntos explorando templos e mais templos, e encerramos a noite tomando mais algumas brejas.

Na minha ultima noite estava voltando para casa e encontrei alguns locais jogando futebol, eu parei por 1 minuto e é claro que eles me chamaram para jogar, e é claro que eu aceitei, e é claro que eu tive que mostrar talento porque sou brasileiro e eles esperavam que eu jogasse igual o Neymar haha não fiz feio, marquei alguns gols e foi acima de tudo uma experiência animal estar lá com eles, jogando futebol em um campo de terra, descalço e sem se preocupar com nada, lembrou muito minha infância e quando eu jogava nos campinhos perto de casa, chegava em casa cheio de barro e minha mãe queria me matar hahaha dessa vez cheguei cheio de barro no hotel, mas eles acharam legal que eu joguei bola em Myanmar haha

Bom galera essa é a história até aqui, estou no ultimo dos três buses que tive que pegar de Bagan até chegar em Chiang Mai, abaixo estou deixando o mesmo texto que postei no meu instagram, quando deixei Myanmar ontem, vocês precisam incluir esse lugar no roteiro de vocês.

 

helderzitomochileiroMais um vez faço minha mochila se preparando para deixar um lugar mágico e histórico, um lugar que preciso abrir e fechar meus olhos inumeras vezes para saber se estou sonhando ou acordado. As vezes parece um livro, e como um bom livro, uma boa leitura passa rápida e é intensa, ele te prende do começo ao fim e quando voce ve ja acabou a história, assim, só te resta escrever um novo capitulo ou abrir um novo livro. Hoje fecho meu capitulo em Myanmar, mas espero começar um novo algum dia, prosseguindo a história que vivenciei aqui. Engracado que neste livros eu posso escrever as mais belas palavras, e postar as mais lindas fotos, mas no fundo o que ficam são as pessoas, são sempre elas, que por mais humildes que sejam te ensinam a cada dia. Quando eu cheguei aqui eu fui surpreendido pois eles sempre queriam tirar fotos, porque nós do ocidente somos diferentes fisicamente e isso é novo para eles, sao como os indios vendo homens brancos pela primeira vez, eles pensam que talvez somos melhores,mais ricos, desenvolvidos ou até mesmo mais felizes, eu nao sei exatamente, mas entao eu comecei a retribuir a gentileza e tambem tirei algumas fotos com eles no meu celular, e foi ai que percebi o grande dilema dessa história, afinal somos nós que temos que ter a honra de sairmos nessas fotos, pois eles sao muito melhores do que nós, mais ricos culturalmente, sorridentes e felizes, mas eles ainda nao sabem disso.... eles sao mais completos sendo humildes e simples, usando sempre saias e chinelos, eles nao precisam do 'status quo' ou que uma midía sensacionalista diga a eles o que é certo ou errado para sobreviver, eles só precisam seguir o que acreditam e continuar sempre sorrindo. Que o povo de Myanmar nunca seja corrompido com o turismo em massa , pois vao tentar...que essa essencia nunca pare de brilhar e que o grande Buddha possa iluminar e guiar suas vidas. Gratidao Myanmar ❤ See u soon

 

È isso, em breve eu volto...agora é explorar Chiang Mai e pegar o Boat até o Laos depois...

 

Fui

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Bons ventos

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  • 2 semanas depois...
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17,18,19,20,21 – CHIANG MAI

Detalhando a viagem...

 

Peguei um ônibus de Bagan até Yangon, esperei uma hora em Yangon e peguei o próximo até Myawaddy sendo o ônibus noturno, essa é a ultima cidade de Myanmar até a fronteira. Quando cheguei em Myawaddy olhei no maps.me e eu estava a apenas 2km da fronteira, então fui andando, mas uma moto até lá custa uns 1000k, demorei mais ou menos 5 minutos para carimbar o passaporte com a saída de Myanmar, depois disso é só atravessar andando a ponte e você já poderá ver a imigração da entrada da Tailandia e a cidade de Mae Sot, demorou uns 15 minutos para eu preencher toda papelada e entrar na Tailandia, a missão depois disso foi chegar na estação e pegar o primeiro ônibus para Chiang Mai, peguei um transporte no truck que é o caminhão que leva quantas pessoas couberem atrás, paguei 20Bath e ele me deixou em 10 minutos na frente da estação. Na parte da manhã os ônibus para Chiang Mai são as 6 ou 10 am, como já era quase 8 eu tive que esperar lá, eles até que possuem uma rodoviária legal e eu consegui descansar bem em um banco por lá, esse ônibus custou 280bath e só uma empresa estava fazendo.

Se precisarem trocar dinheiro, tem diversos ATM’s nos dois lados da fronteira de Myanmar e Tailandia.

Bom, cheguei em Chiang Mai por volta das 16:30, peguei novamente o transporte do truck e paguei 20bath, ele me deixou na região central onde eu sabia que tinha diversos hostels, andei por lá e encontrei o Me U Hostel, paguei 130bath no quarto com ar, só com ventilador era 100bath, sai para comer e beber uma breja e capotei na cama depois heheh

 

O total da viagem foi de 32hrs, na real o que ficou cansativo é que eu sai de Bagan, o certo é vc fazer isso quando já estiver em Yangon, então esse tempo vai cair muito...claro que é muito mais fácil pegar o avião, mas eu adoro a sensação de atravessar a fronteira andando.

Nos demais dias eu fiquei no Champion Hostel, paguei só 99bath por noite e foi incrível, o dono é espanhol e muito gente boa, o hostel tem capacidade para umas 10 pessoas, então todos acabando ficando amigos e saindo juntos, quase não fiquei sozinho durante meus dias lá, dei sorte de encontrar umas pessoas bem legais também, mas o melhor do hostel é o dono que é muito prestativo, ele te ajuda em tudo e realmente faz vc se sentir em casa e querer ficar mais lá...Eu fiquei 4 noites em Chiang Mai, estava pensando em ficar 2 antes, e achei que 4 foram pouco, porque a cidade é maravilhosa, é o centro cultural da Tailandia, nas montanhas e muito bem estruturada, sendo assim ela tem muita coisa para fazer, gostei mais do que Bangkok, o problema é que acabei gastando mais do que imaginei, mas com certeza em nenhum outro lugar vou gastar como gastei por lá.

 

ELEFANTES

Eu pesquisei muito na internet sobre os lugares, eu sou vegetariano, mas mesmo antes de ser eu já não apoiava esse tipo de turismo, então se você gosta de montar no elefante pode parar de ler agora para não ficar bravo comigo rsrs

O lugar mais famoso de todos é o Elephant Nature Park, eu realmente acredito que eles salvam e ajudam muito esses animais, buscando eles de circos, lugares que fazem serviço de taxi e etc, li muitos comentário de quem foi até lá e vi muitas coisas boas, porém hoje é o lugar mais caro de todos, por half day você paga 2500bath, e existem outros programas bem mais caros, junto com a fama veio a elevação dos preços e a grande procura, por isso acabam indo grupos enormes e você acaba tendo que disputar os elefantes com as pesssoas, acredito que eles realmente devem ficar incomodados quando muitas pessoas estão com eles , tirando fotos , brincando e etc....voce não ficaria?

Então eu resolvi escolher um lugar menor, com apenas 2 elefantes, onde o dono do hostel me indicou, paguei 1500 por um dia inteiro e foi a melhor escolha, combinei com as duas francesas do hostel e nos juntamos com uma argentina de outro hostel, então fomos em 4 para ver 2 elefantes, não em 20 para 6 como em outros locais, o local se chama Baan Elephant Home. O motorista fala bem inglês e nos explicou toda a vida dos elefantes, eles são um casal, um estava no circo e o outro era taxi, antes eles tinham 4 elefantes, mas como o local é novo eles não tiveram grana para manter eles lá, e esses elefantes foram levados por outras pessoas que provavelmente estão os explorando. O pacote inclui tudo, dar comida pra eles, fazem medicina, tomar banho no rio e etc....Voce também ganha um almoço e depois para em uma cachoeira, foi um dia bem legal.

No fundo eu acho que os animais não gostam de ver pessoas diferentes lá todos os dias, mas eles precisam encontrar uma forma para ganhar grana e cuidar dos elefantes, e esse é um dos caminhos, nesse lugar eu senti eles bem felizes e o elefante man, que é criador, fala com eles e eles obedecem tudo, é incrível.

Para quem não sabe o elefante é sagrado na Tailandia e em muitos lugares da Asia, mas mesmo assim eles são explorados pelo turismo, muitos lugares deixam você montar neles e ficar passeando, como se ele fosse uma bicicleta, eles não foram feitos para isso, a sua coluna vertebral é super frágil apesar de ele ser bem forte, quando peso excessivo pode causar fraturas irreversíveis, por isso pessoal não seja idiota, não ache que montar em um elefante é bonito, porque não é e nunca vai ser, faça o turismo correto.

 

MULHERES GIRAFA? NÃO, TRIBO KAREN, PLEASE!

Não muito longe de Chiang, 21km para ser exato, você vai encontrar a tribo das mulhres girafas que foi a maneira estupida que encontram no Brasil de chamar esses mulheres nas reportagens, o termo que usam na Tailandia é longneck, ou seja pescoço longo, uma maneira respeitadora de chamar elas.

Em sua maioria são refugiadas de Myanmar de quando o local vivia conflitos étnicos, elas usam sua aldeia para vender artesanatos muito bonitos e para atrair turistas, essa foi a forma que elas encontraram de sobreviver, e elas nunca saem da aldeia.

As crianças a partir dos 5 anos já começam a colocar as joias, e na verdade não é o pescoço que aumenta, ele só afina, é o tronco que abaixa e com isso da a sensação do pescoço grande mas não é, elas também podem tirar isso quando quiser que não morrem. Na tradição deles é também um item de beleza, e quem tem os maiores acaba sendo a mulher mais cobiçada.

Conversei ou tentei rs com algumas mulheres e crianças, achei eles muito felizes e acho que estão vivendo em paz neste local, conseguem seguir os costumes e estar de bem com a vida, então valorizei muito isso.

 

ALUGAR MOTO

Voce pode alugar uma scooter por 200 bath, é o jeito mais fácil e barato de conhecer os templos pertos e lugares como a Tribo Karen, todos alugueis são de 24hrs, então você pode fazer muita coisa, é importante ter a carteira internacional, mas se vc não tiver lá tb tem o jeitinho que existe no Brasil, pagar algo para os policias deixaram vc seguir. Eu aluguei por um dia e não fui parado, mas andei sempre certo com capacete e devagar, me ajudou muito para ir nos lugares que eu queria, pois Tuk Tuk ou taxi sairiam caros demais.

SAK YANT – A tatuagem abençoada pelos monges

Esse foi um dos momentos que mais esperava nessa viagem, eu já tinha ouvido falar muito das tatuagens de bambu na Tailandia e Asia, mas eu não sabia como funcionava realmente, comecei a me aprofundar no assunto quando li um relato aqui de um cara que fez, e desde então eu tenho colhido informações e mergulhei profundamente na cultura Tailandesa da Sak Yant, eu tinha que fazer isso.

Voce pode ver vários estúdios de tatuagem que fazem a de bambu pelas ruas, a Sak Yant não é feita com bambu, mas é um processo parecido...Você pode até encontrar um local em Chiang Mai onde você pode fazer com um monge, ele indo até o estudio ou você indo ate o templo com a orientação de um tipo de agencia, ou seja você vai ter que pagar por isso, mais ou menos 3000bath.

Eu queria fazer da maneira tradicional, tudo por minha conta, gostaria de correr atrás por mim mesmo e se eu conseguisse achar o monge eu seria merecedor....Mas não foi fácil....

Conversei com o Daniel, dono do hostel, no primeiro dia sobre a minha vontade, ele tem 2 e então ele me indicou o templo que eu deveria ir, e me falou como eu deveria fazer...

No dia escolhido então eu fui com ele ao mercado de manhã, comprei algumas bananas, flores e incensos, essa seria a oferenda para o Monge, peguei uma moto porque o templo ficava mais ou menos 40km de distância e chamei uma das francesas para ir comigo, pois ela entendia o significado disso tudo para mim e seria legal ter uma companhia.

Coloquei o templo no maps.me e fui tentando me localizar na rodovia, me perdi algumas vezes e quando me achei saí da rodovia para uma entrada bem estreita, bem estreita mesmo, do tipo que só da para passar um carro por vez, a estrada era no meio de plantações de arroz, estava meio nublado e o verde das plantações estava lindo demais, parecia que eu estava flutuando com a moto acima das plantações, depois disso cheguei em um vilarejo que é dos trabalhadores da plantação, estava em duvida se eu estava no caminho correto, encontrei uma senhora e perguntei do templo e ela só dizia (no monks, no monks), não quis acreditar que não teria monges por lá, então fomos verificar. O templo é bem bonito, com altares lindos e com muitas cores bonitas, é também um monastério, mas realmente parecia um lugar deserto, afinal onde estariam os monges? O portão estava aberto, mas la dentro todas as portas estavam fechadas, chamamos em uma casinha que fica la dentro e ninguém saiu....Entao já estávamos indo embora frustrados quando eu vi um incenso acesso, ou seja, alguém provavelmente estava por lá pouco tempo antes, então eu voltei na casa e bati na porta e chamei mais uma vez, até que alguém respondeu, meus olhos logo se encheram de emoção e expectativas.

Logo, um monge do corpo todo tatuado com Sak Yant abriu a porta, expliquei o motivo da minha visita, mas ele não falava muito inglês, porém ele aceitou me tatuar sem negar em nenhum momento.

Ele disse para eu preparar minha oferenda em uma cesta, então ele pegou um caderno e começou a desenhar e dizer algumas palavras em outro idioma, logo ele aceitou minha oferenda, disse para eu me sentar, se dirigiu até o altar e começou a rezar ofertando a cesta para o Buda, nesse momento meus olhos já estavam cheios de lágrimas e um filme já estava passando pela minha cabeça ...Então pediu para eu tirasse minha camiseta pois a tatuagem seria feita nas minhas costas, foi ele também quem escolheu o desenho que é para me proteger e dar boa sorte no meu caminho já que sou um viajante.

Fiquei de joelhos e ele começou a emanar palavras, rezando por aquele momento lindo, então eu sentei no chão de costas para ele que estava na cadeira, e a tatuagem enfim começou....Toda a vez que a agulha tocava a minha pele, era como se todos os meus chacras entrassem em sincronismo ao mesmo tempo, me senti tão bem que a dor foi apenas um detalhe, pois ela estava sendo prazerosa...Comecei a ver então amigos e familiares, pessoas especiais que cruzaram meu caminho começaram a vir na minha mente, não era mais do que eu sentia, era prazer, como se toda a energia boa de todas as pessoas que querem o meu bem estivesse lá presente naquele local....Tudo o que aconteceu deve ter demorado no máximo 30 minutos, mas a experiência valeu por uma vida, foi lindo e emocionante e assim como eu a minha amiga francesa também deixou cair algumas lágrimas...

A Sak Yant é uma tutuagem sagrada e espiritual dos monges, ela atravessa os séculos e a tradição continua, são formas geométricas que representam o Buda e vários outros caminhos, não é para a pele, é para a alma, até mesmo por isso ela não é e nunca vai ser bonita igual em um estúdio, ela é diferente, na real não penso que é uma tutuagem, isso é um presente que me sinto honrado de ter recebido...Eles acreditam que ela tem poderes mágicos mas que só serão desenvolvidos se você seguir as regras do budismo....Porque não acreditar nisso também, não é mesmo?

Acredito que tudo acontece por um motivo, se não tivesse lido o relato nesse site eu não saberia da tatuagem, e se eu não tivesse me hospedado nesse hostel eu não saberia o melhor lugar para ir e provavelmente faria tudo do jeito turístico e não tradicional....

Bom, antes que me perguntem...A higiene é um mistério, não sei dizer...mas eu faria tudo de novo.

 

Agora estou dentro de uma Van que vai me deixar em uma cidade, onde durmo hoje e amanha cedo pego o Slow boat até o Laos, depois eu explico direito como essa travessia de fronteira funciona.

 

Bons ventos galera

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21/22/23 – SLOW BOAT – A travessa da fronteira da Tailândia com o Laos

 

Bom, existem algumas formas de chegar ao Laos saindo de Chiang Mai, sendo que a mais fácil certamente é avião, você também pode pegar ônibus e táxis para chegar e sair da fronteira, até o local que deseja, a minha escolha vai mais longa, o famoso Slow Boat, percurso que demora 3 dias para serem percorridos até chegarmos em Luang Prabang, calma gente, não são 3 dias inteiros dentro do boat...

No primeiro uma van me buscou as 9am no hostel, eu fui o primeiro passageiro, logo ele buscou mais duas alemãs com quem eu rapidamente fiz amizade, e logo em seguida ele buscou mais pessoas...no primeiro dia ele faz uma parada de 30 minutos no famoso Wat Rongkhun (White Templo), acredite você não precisa mais tempo do que isso lá, apesar de ser bem bonito, eu não vi nada de sagrado, só um lugar turístico e com várias pinturas de super heróis nas paredes...não entendi nada hahah você pagar 50bath para entrar.

Nesse dia dormimos na cidade de ChiangkHong, é de lá que sai o primeiro boat, já esta incluso no pacote que paguei, o hostel dessa cidade, jantar, café de manha e um almoço para levar para o boat, assim como todos os transportes.

No meu hostel estavam mais 3 alemãs e uma americana, então rapidamente fizemos amizade e formamos um grupo legal para prosseguir essa trip...

As 8am a van nos buscou no hostel e nos levou até a fronteira, carimbamos nossa saída da Tailandia em menos de 1 minuto e pegamos um ônibus que nos levou até a entrada do Laos, nesse ponto você tem só que preencher os papéis de sempre e pagar 30USD, tem que ser em espécie, eles não aceitam outra moeda ou cartão, como estava viajando com dólar australiano, eu troquei meu Thai Money por USD no hostel, mas a conversão não foi das melhores...Enfim, foram apenas 10minutos e eu já estava dentro do Laos, ou seja, você não precisa tirar visto antecipado do Laos, ele é no Arrival ok?

Saíndo de lá tinha um truck nos esperando, o veículo que finalmente nos levaria para o pear onde sairia o primeiro Boat.

O primeiro boat saiu por volta das 11am, e as 18pm nos deixou em Pagbang, pequeno vilarejo onde tivemos que dormir aquela noite.

No boat estavam mais ou menos umas 60 pessoas, não sei ao certo, e fiz algumas amizades, entre elas um Australiano que falava um pouco de português.

Quando você chega em Pagbeng você não precisa se preocupar com hospedagem, porque os donos das acomodações estarão esperando por você no pear, então não reserve antes, deixe para barganhar o preço na hora, já que com certeza você vai pagar bem menos do que imaginou.

Peguei um quarto duplo com o Australiano e as alemãs um quarto triplo, pagamos 20.000Kip cada um, 1AUD é mais ou menos 6.000Kip, o restante da galera foi para outro hostel.

Tomamos banho e combinamos de sair para comer algo e beber a primeira BeerLao, achamos um barzinho com os preços bem atraentes e ele estava oferecendo Banana Whisky for free, então com certeza escolhemos esse hehe A cerveja foi 12.000 sendo a large, como foi a primeira, ainda não sei se o preço estava legal ...rs

Voltamos para o hostel e ficamos tocando violão e cantando na calçada, foi uma vibe bem incrível para finalizar um dia incrível, por volta das 23pm os donos do hostel mandaram a gente entrar haha

Hoje as 9am o boat partiu novamente, estou nesse momento cruzando o rio Mekong, com as paisagens incríveis de um rio que se destaca ao meio das incríveis montanhas do Laos, das aldeias que podemos ver ao redor, dos inúmeros pescadores que nos acenam quando passamos, das crianças nadando peladas no rio e do sorriso contagiante desse povo que aos meus olhos, vive bem feliz...Bom a idéia é chegar por volta da 17pm e procurar um hostel para dormir em Luang Prabang...depois conto como foi...

Galera lembrando que to tentando escrever em tempo real, mas nem sempre consigo postar, então pode ser que antes de eu postar eu já tenha escrito mais coisas...só para não ficar confuso hehe

Bons ventos..

 

23,24,25 Luang Prabang

Chegamos finalmente em Luang Prabang, depois da experiência incrível no Boat, era por volta das 18hrs, o boat não vai até a city como eu havia imaginado, ele te deixa aproximadamente 9km de lá, onde você precisa pegar um tuk tuk pagando 20.000, nesse lugar você vai ver diversas pessoas oferecendo hospedagem e o transporte até la, mas pelos mesmos 20000kip, então não tem como escapar de pagar isso... Escolhemos a guesthouse Sokdee, o grupo cresceu pois conhecemos mais pessoas no boat, sendo assim ficamos em 14 pessoas nessa guesthouse pagando 30.000kip por noite, com free lao whisky e dinner(noodles) toda a noite.

Confesso que Luang Prabang me surpreendeu em todos os sentidos, ela mais parece uma cidade europeia do que uma cidade asiática, é tudo realmente muito lindo, ela é também é uma cidade protegida pela UNESCO, cercada por lindas montanhas é um destino incrível para esportes de aventura, você também pode encontrar santuários de elefantes lá, provavelmente mais baratos que na Tailandia...Enfim, é muito gostoso andar pelas ruas, na Main Street eles tem um Night Market todo dia, não tem como deixar de ir.

No mesmo dia que chegamos fomos todos para o Utopia bar que tem uma vibe incrível, uma decoração foda para relaxar, mas a musica é horrível, então corta um pouco o clima...acaba cedo, então a moda é ir para o boliche, você vai ver vários motoristas de tuk tuk oferecendo carona até la, eu não esperava por isso hehe como estávamos em uma boa galera foi muito legal, não esperava jogar boliche na asia hhahao boliche fecha umas 3am...

Segundo dia fomos de tuk tuk até a cachoeira Kuang Si, provavelmente o lugar mais bonito que vi por aqui até agora, aguas realmente azuis, muito espaço para nadar, e no caminho para chegar você ainda pode ver um parque com diversos ursos que foram resgatados de maus tratos ou que estavam doentes.. ou seja, não pode faltar em qualquer roteiro para lá.

No domingo eu decidi ir para Vang Vieng, porque queria aplicar meu visto para o Vietnam por lá, já na segunda feira de manhã.

Peguei uma van pelo preço de 100.000kip, estava chovendo bastante e demorou mais ou menos 7hrs, é muito desconfortável ficar esse tempo todo em uma van, então foi horrível, se puder pegue um ônibus, porque é o mesmo preço , só demora mais...

Fui junto com o australiano, 2 ingleses e 2 francesas... Chegando lá estava chovendo muito, então a primeira guesthouse que vimos entramos e pegamos 3 quartos duplos com banheiro dentro, pagamos só 30.000, dividi o quarto com o australiano novamente.

25,26,27,28,29 Vang Vieng

Nós comemos alguma coisa estragada em Luang Prabang, porque eu e os demais estávamos meio doentes e como posso dizer, ficando muito tempo no banheiro por alguns dias hehe Então acabamos ficando nesse lugar uns 2 dias antes de mudar para um Party Hostel, porque era bem confortável e quieto para descansar.

Vang Vieng é uma cidade com ruas bem feias, mas é totalmente backpacker, ela não é uma cidade para ver templos, monges e etc, ela é uma cidade para curtir as montanhas, os lagos e o famoso tubing, além é claro dos bares que você pode encontrar baseado, happy pizza, happy baloons...é só perguntar pro garçon se ele não te oferecer... Se você não estiver afim de festa, bagunça, gente bêbada para todo lado, não vá para Vang Vieng.

No primeiro dia alugamos uma moto cada um e fomos os 6 para o Blue Lagoon, você pode ir de tuk tuk mas de moto é mais barato, além de você poder ir para mais lugares e ficar quanto tempo desejar....Eu não sei quantos blue lagoon eles tem, mas eu vi até o numero7...Acabei indo só no 1 que não gostei muito mas que tem uma caverna bonita....e no 3 que adorei, esse é bem mais longe , 5 km na estrada de terra com pedras , é só ir devagar com a moto, tome seu tempo a paisagem é bonita...os ingleses estavam com pressa e os dois caíram, mas nada aconteceu...quem foi devagar saiu de lá sem acidentes, simples.... em todos você vai ter que pagar 10.000kip para entrar...e a moto automática foi 35.000kip pelo dia todo, coloquei 2 litros de gasolina por 12000 e até sobrou....eu nunca tinha pilotado moto na vida e agora to até querendo comprar uma haha

Nesse mesmo dia de noite, o restante dos nossos amigos chegaram em Vang Vieng, eles ficaram no Chillao, é guesthouse mas na verdade é mais um hostel, é demais tem mesa de bilhar,pinbolin, free whisky todo dia das 7 as 10pm...é o lugar que que a galera acaba se reunindo, porque qualquer um pode chegar de fora e ficar la também....jogamos diversos drink games por lá..

No outro dia reunimos a galera e fomos fazer o famoso tubing, que é a descida do rio usando boias de pneu de caminhão, eu já fiz isso algumas vezes no Vale do Paraiba em SP, eles tem uma data que chama ecobóia e acontece uma vez por ano...Enfim, voltando ao Laos hehe

Voce aluga a boia por 55.000kip e vai no rio se divertir, você vai encontrar alguns bares no caminho e você tem que parar, porque todo mundo para , e é lá que o pessoal passa dos limites, fica bêbado e volta pro rio e etc...é realmente perigoso se você beber, se não beber mesmo que não saiba nadar é só ficar na boia....Com a nossa galera não teve freio, paramos em todos os bares que na real são 3 agora, mas 10 anos atrás eram mais de 20 no caminho..com isso chegamos no final depois de umas 5hrs...experiencia bem diferente...

Nos outros dias aluguei moto de novo, fui com a galera que não tinha ido para o Blue Lagoon, fiquei só Chilling e saindo a noite para beber e dançar com a galera, ahhh também mudei pro Chillao com certeza....

Agora estou em uma van, no pior assento possível, indo para Vientiane onde vou pegar o sleep bus para Hanoi no Vietnam, disseram que tudo vai durar 22hrs, mas to estimando 30...vamos ver... paguei 230.000kip nesse bus.

 

Sobre o Visto do Vietnam

Você pode fazer o visto online, na verdade você tem que contratar uma empresa que faz para você, mas no google você encontra muitas, porém com o e-visa você tem que chegar lá de avião, não sei porque, mas isso atrapalha todo mundo. Caso você atravessa a fronteira de bus igual eu, você vai ter que aplicar o visto em alguma embaixada ou fazer com alguma agencia...Voce pode encontrar embaixadas em Bangkok, Luang Prabang, Vientiane e outras cidades, então não se preocupe muito....Eu apliquei na segunda feira com uma agencia em Vang Vieng, porque achei mais fácil do que estar mais dias em Luang Prabang ou ir para Vientiane só para aplicar na embaixada, eu paguei 70USD por 2 dias de serviço, para 3 dias é 60usd, eu não sei exatamente quanto custa na embaixada, não encontrei na internet, mas vai ser quase a mesma coisa, além do trabalho de ir até lá...enfim, na quarta feira a noite já estava pronto, e por isso na quinta de manha (hoje) já peguei o ônibus para Hanoi...

 

Agora é ver o que acontece no Vietnam...ansioso demais 

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30 Junho, 1,2,3 Julho – Hanoi – Vietna

Galera foi uma loucura, se você quiser curtir a experiência de viajar em um sleep bus eu recomendo, mas é cansativo, eu curti minha viagem mas muitas pessoas só reclamavam, acho isso muito chato, todos sabem que a viagem é longa antes de embarcar. O ônibus tem assentos cama, como se fossem beliches todas individuais, eu acabei tendo que dividir as únicas camas compartilhadas com mais 2 pessoas, mas acabei me dando bem porque depois vi que o espaço é muito maior, então fiquei muito mais confortável...

A viagem começou as 10am, quando sai de van de Vang Vieng até Vientiane, a van nos deixou no meio da city por volta das 15hrs, e nos disseram para estar la as 16:30 que um tuk tuk iria nos buscar e levar para rodoviária, esse tuk tuk apareceu só as 17...Chegando na rodoviária , eles não tem nenhum controle, eles só vão colocando as pessoas nos ônibus e quando enche ele sai, simples assim...Então acabamos saindo apenas por volta das 19hrs...A viagem foi tranquila, paramos umas 4 ou 5 vezes e o ônibus tinha banheiro...Quando você chega na fronteira, tem que descer do ônibus carimbar a saída do Laos e pegar o ônibus de novo para que ele te deixe na entrada do Vietnam, nesse local já troquei minhas ultimas notas do Laos pela grana do Vietnam....Eu achei que não pagaria mais nada, mas os oficiais cobraram 1 dólar só para carimbar o passaporte, absurdo...Essa é a fronteira mais bagunçada que já atravessei na minha curta historia de vida hehe

Bom, chegamos por volta das 20pm em Hanoi, então a jornada inteira durou 34hrs...Eu faria tudo de novo, mas provavelmente dormiria um dia em Vientiane porque todos os ônibus vao sair de la de qualquer jeito, então ficaria muito mais fácil a viagem...A experiência de viajar em um ônibus cama foi incrível, espero fazer isso novamente.

 

Sobre Hanoi

Cheguei em uma sexta a noite, de final de semana muitas ruas são fechadas, e você ve a população por todos os lados, as crianças e adultos brincando na rua com diferentes games, street food por todos os lados, ahhh como é incrível comer na rua na asia, como a culinária asiática é incrível...se sobrar grana farei um curso de culinária aqui, vamos ver..

A maioria dos hostels e muitos bares possui happy hour, onde você bebe cerveja de graça porá 1 hr ou mais...Eu fiquei no primeiro dia no Central Backpackers Hanoi, paguei 115.000Dong com café da manha, o hostel é muito animado, é party hostel, mas os quartos e banheiros são excelentes...eles também possui um walk tour todos os dias de graça, eu fui e recomendo, a guia é irlandesa e nos levou até para tomar um café com ovo, eu gostei muito haha Só fiquei la porque eu não havia reservado, e conheci uma Croata no busao muito gente boa e ela tinha reservado....Depois mudei para o Funky Jungle Hostel, pelo booking era 80.000 e na porta 110.000, então reservei duas noites lá, também inclui café da manha, free beer e mesa de bilhar, a localização é bem melhor e eu recomendo com certeza.

Hanoi em si não tem muita coisa para fazer, é descansar, andar pelas ruas e visitar os museus e a partir daqui escolher onde ir, eu cortei o cabelo, comprei um celular porque o mel molhou e já era, e sai todos os dias, 3 noites aqui e já tenho muita historia para contar...haha Mas fica em sigilo...

È de Hanoi que a galera compra uma moto e vão até o Sul de moto e chegando lá vendem, eu queria fazer isso mas preciso economizar grana e tempo, mas seria incrível, conheci muita gente fazendo, só é difícil vender a moto depois, então muitos acabando pagando 200USD e vendendo por 50USD, isso mesmo 50USD....

 

Aliás, qualquer roteiro no Vietnam tem que começar pelo sul ou pelo norte, porque o pais é estreito mas comprido, então você tem que ir subindo ou descendo...E agora eu sei porque um mês aqui é pouco, tem muita coisa para ver, muito lugar bonito ...é demais...

Saindo de Hanoi você pode fazer alguns tours de bate volta, como trekking em Sapa, o cruzeira na famosa Halong Bay ou ir até Tam Coc em Ninh Bin...Como gosto de fazer tudo por conta para salvar dinheiro...Estou agora indo de Minibus até Cat Ba, é de lá que saem os cruzeiros e boats para o Halong bay, como não farei cruzeiro, vou comprar algum passeio por lá, exatamente como sei que fazem no cruzeiro...e aposto que pagarei menos, mas muito muito menos haha Para chegar lá paguei 15usd em ônibus já incluso a travessa do ferry porque Cat ba é uma ilha, eu fiquei barganhando e ele me deu uma noite de graça no hotel deles, comprei direto no hostel... Aqui muitos preços eles dizem em dólar, então convertem com a cotação do dia, e esse foi um deles, pesquisei em mais lugares e o preço ta bem tabelado.

Chegando la vou decidir onde ir depois, ainda não faço idéia, mas provavelmente Ninh Bin.

È isso galera...

 

Abração

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Fala Helderzito!

 

Poderia me ajudar a montar um roteiro de 20 dias pela Tailândia e algum outro pais da Ásia? Como o tempo é curto, não vou arriscar a fazer mais de 2 países. Qual na sua opinião vale mais a pena. Estou pensando em ir em Fev 18. Adoro os templos budistas e as praias paradisíacas. Estarei saindo do Brasil, perdi a oportunidade de fazer este passeio quando morava em Sydney... mas nada é por acaso!

Abraços

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33,34,35 – Cat Ba & Halong Bay

Bom galera, agora o relato esta ficando um pouco mais famoso ( O mochileiros acabou de publicar no facebook deles, vou fazer questão de caprichar mais haha)

 

Cheguei em Cat Ba por volta das 14pm, o ônibus te leva até o local da saída do boat, a travessia é rápida porém o que demora é para você entrar nele, esperei praticamente 1 hora, e só quando toda população local entraram, podemos entrar.

Chegando em Cat Ba não tem como ir andando até o centro, é bem distante, tinha um ônibus esperando, já incluso no que paguei em Hanoi que me deixou exatamente no Full Moon Party Hotel, ou seja, paguei em Hanoi pelos 2 buses, boat e me deram o hotel free, valeu a pena, principalmente pela localização que é na frente da praia.

Chegando no hostel conheci um argentino, quem me deu as primeiras dicas sobre Cat Ba, ele me falou que tinha umas praias que eu poderia chegar andando, então eu coloquei no maps.me e fui procurar....São 3 praias, distantes no máximo 10 minutos do centro, porém são lotadas, realmente cheias, parece a praia grande em SP no novo haha apesar de serem praias bonitas, não dava para ficar ali, só tomei uma breja e voltei pro hotel, aliás a breja mais famosa aqui é a BIA, acho que ainda não mencionei, não sei porque esse nome, mas é provavelmente porque tem quase o mesmo som de dizer BEER hahaha.

 

Então fui nas agências ver o preço dos passeios para o próximo dia, como disse antes, no Vietnã eles dizem o preço das coisas em dólar e convertem no dia, eu encontrei o mesmo tipo de passeio pelos valores de 13 até 20 USD, acabei fechando no mais barato, estava incluso o boat que me levaria para Halong Bay, passeio de kaiak por lá, parada em uma praia e depois na Monkey Island, além do almoço. Achei o preço razoável, tendo em vista que eu poderia fazer as mesmas coisas que um cruzeiro inclui, claro que sem o mesmo luxo, mas com a mesma vista...Aliás quem quiser fazer o cruzeiro, com certeza vai sair mais barato fechar em Cat Ba do que em Hanoi, Cat Ba é uma ilha grande e bem estruturada, bom lugar pra ficar alguns dias se você tiver tempo.

No dia seguinte então foi dia de acordar cedo e chegar 8am na porta da agencia, logo já fiz amizade com 3 meninas e um casal da Austria, e que meninas...ai ai meu coração... nos demos muito bem desde o começo, então sentamos juntos no ônibus e ficamos juntos em todo o passeio e almoço.

 

O barco tem poltronas como de ônibus e vc pode ir confortável lá dentro, mas como somos aventureiros nós gostamos de ir no teto fazendo bagunça certo? Então levei meus novos amigos pro teto do barco também, é sempre o melhor lugar e a melhor visão haha fica a dica

O barco rapidamente entra no meio da região que se denomina Halong Bay, são enormes montanhas verdes e ilhas no meio do oceano, e você vai com o barco no meio disso tudo, é realmente um paraíso, infelizmente o dia estava meio nublado, e eu li diversos relatos de pessoas que foram em diferentes meses e também estava nublado, afinal quando faz sol por lá? Vai muito da sua sorte, mas deve ser muito mais bonito em um dia limpo.

Quando paramos para fazer o passeio de kaiak eu reparei na quantidade de lixo que estava na agua, você pode entrar no meio de cavernas e remar quase que até o mar aberto, e em todo lugar você vai encontrar lixo e mais lixo, garrafa, sacolas, comidas e etc...è muito triste.

Eu pensei que a culpa era dos turistas, mas você vão saber mais tarde que não é bem assim...

Voltamos para o barco e tivemos nosso almoço, pratos bem fartos com tofu, ovos, legumes, peixes e arroz, claro que almoçamos no teto do barco haha

 

Quando terminamos eu vi os staffs do barco recolhendo todo o lixo, colocando em sacolas e simplesmente jogando tudo no mar, minha vontade era de jogar eles no mar junto com o saco, mas eu me contive, eu simplesmente não consigo entender como o ser humano chega a um nível tão extremo de estupidez, afinal é o seu ganha pão levar pessoas para passear naquela região, como eles podem não cuidar disso? È revoltante...depois vi alguns peixes mortos flutuando...porque será né?

A ultima parada foi na ilha dos macacos, onde escalamos, isso mesmo escalamos uma montanha muito difícil ( leve tênis para fazer isso) descalço foi foda...mas eu e duas das austríacas fizemos numa boa, a vista é incrível, basicamente existem diversas rochas na montanha e você tem que ir encontrando um caminho para chegar no topo, mas vale a pena.

Foi ai que comecei a me aproximar de uma delas, afinal sou cavalheiro e fiz questão de ajudar a subir e descer das pedras e ela achou incrível haha po, já tava me apaixonando pela terceira vez na viagem.... ( Só para ficar uma observação, nas cidades grandes e mais famosas é party pra todo lado e pegação geral na Asia, mas to dando sorte de encontrar “algo mais” as vezes, quando não rola, vai só pegação mesmo, mas essas nem vou contar senão daria um livro, fica pros amigos no brasa haha)

Por volta das 17hrs chegamos em Cat Ba, trocamos contato e decidimos todos tomar umas brejas de noite.

Fomos para o Oasis bar bebemos algumas e a noite foi parar em um bar que não sei o nome, onde jogamos bilhar, beer pong, e escrevemos Brasil & Austria na parede hahah foi uma noite incrível... Ambos iriamos coincidentemente para Tam Coc no próximo dia de manhã, então compramos o mesmo ônibus que custou 200.000.

 

35,36 – Ninh Binh & Tam Coc

As 9:30 partiu nosso ônibus de Cat Ba, até o porto onde pegamos o ferry e fomos para Tam Coc, chegamos lá por volta das 15hrs, o ônibus apesar de você comprar para Ninh Binh ele vai deixar você em Tam Coc, bem no centro, e é exatamente lá que você deve ficar hospedado, não se preocupe em reservar com antecedência.

Para minha surpresa assim que desci do ônibus me ofereceram um hotel gratuito pois eu estava chegando naquele ônibus, quarto com 4 camas, café da manha, centro da cidade...Nada mal haha minhas 3 amigas toparam ficar lá, e o casal estava indo para outra cidade, eles não foram para Tam Coc.

 

Esse dia estávamos quebrados com ressaca do dia anterior, então a ordem foi só tomar umas brejas de leve e ver o que fazer no próximo dia, incrível como me dei bem com essas meninas.

Tam Coc é uma cidade no meio das montanhas e plantações de arroz, é conhecida como a Halong Bay na terra, é realmente parecida, ela tem duas ruas principais onde se concentram quase todos restaurantes e hostels, mas é bem calma, então não tem balada e etc, no máximo bares.

 

Aqui você tem algumas opções, sair andando fazendo trekking por sua conta pelas montanhas, alugar uma bicicleta, moto ou um boat tour.

Como eu só tinha um dia eu aluguei uma moto, me custou 80.000 e coloquei 20.000 de gasolina. Valeu a pena, basicamente não faço muitos planos, eu uso o maps.me e vou parando em tudo que aparece estrela, e quando vejo uma estrada que parece me levar para um caminho legal eu simplesmente entro para ver onde vou parar...

As meninas também alugaram motos, mas elas queriam sair 7am para em ir em templos primeiro, como eu já vi bastante templos e sei que teria que pagar, eu acabei indo fazer esse role sozinho as 9am. Foi a melhor coisa que fiz, porque eu posso entrar onde quiser, parar quando quiser e etc, sem perguntar pra ninguém...

 

Meu foco era pilotar a moto no meio das plantações de arroz, perto do rio e ir o mais perto possível das montanhas, foi isso que fiz, eu não anotei nome de nada, mas tem muitos templos nas montanhas que vc não paga, cavernas e muito verde....A paisagem e maravilhosa, seus olhos se encantam...Sem falar que você passa no meio dos vilarejos dos plantadores de arroz, e eles são lindos, sempre acenam e sorriem para você, eu parei algumas vezes para fazer amizades, mas eles praticamente não falam inglês, é difícil rs

Em um dos caminhos conheci uma Francesa de Lyon, ela estava sozinha fazendo trekking, já estava andando tinha 3 horas, então chamei ela pra ir comigo e ela topou....Foi muito boa essa companhia, ela tem lindas histórias, já escalou até o Everest, você olha para ela e nem imagina....finalizamos o dia tomando uma breja na rua principal, e foi quando encontramos as Austriacas novamente, foi muito bom para a Sah ficar com um pouco de ciúmes hahah a Francesa namora e vai encontrar ele aqui, mas a Sah não precisava saber haha

Bom, nesse dia pegamos o Sleep Bus para Hoi An, e é aqui que estou agora escrevendo, é dia 7/7, 9:30am, estou deitado na minha “cama no bus”, e as Austriacas logo atrás de mim, é logico que convenci a ir comigo rsrs Enfim, o Bus sai as 21pm de Tam Coc, custou 300.000, nos deixou em uma cidade que não sei onde é, onde esperamos 1 hora para trocar de ônibus e espero chegar lá por volta do 12pm. Descobrimos que hoje vai rolar o festival das luzes, só acontece algumas vezes no ano, então estamos com muita sorte. Vamo que vamo que é sexta-feira....

 

Para não se perderem, até agora meu roteiro foi:

Melbourne,Singapore,Bangkok,Yangon,Golden Rock, Mandalay, Bagan,Chiang Mai, Luang Prabang, Vang Vieng,Hanoi,Cat Ba, Tam Coc, Hoi Na

 

Namaste.

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    • Por arielbrothers
      Depois de muitos pedidos e muita procrastinação, eu e minha esposa resolvemos começar a publicar os relatos das nossas viagens. Para isso criamos um blog num formato meio que de diário, contando o dia-a-dia das nossas viagens pelo mundo sempre só com uma mochila nas costas e pouca grana.
      Para quem quiser acessar nosso blog, vai aqui o link: http://arielbrothers.wixsite.com/osmochilinhas
      De qualquer forma, pretendemos publicar nossas histórias aqui também no site dos mochileiros, site este que sempre nos ajudou nos nossos planejamentos. Dessa forma, queremos dar também nossa retribuição para ajudar outros viajantes e incentivar as pessoas a viajar, mostrando que é possível sim conhecer outros países gastando pouco e até menos do que gastaríamos se ficássemos este mesmo período no Brasil.
      Nosso primeiro relato é de uma viagem que fizemos de 35 dias pelo sudeste asiático, nossa primeira viagem para fora do continente. A viagem foi em 2016, sendo assim, há muitas informações que devem ser atualizadas por quem quiser se inspirar em nosso roteiro. Ainda estamos em processo de montagem do blog, por isso, vamos ir postando aos poucos o nosso itinerário, inclusive, no fim de cada cidade/país, pretendo fazer um resumão com mapas e dicas mais práticas dos locais e meios de transporte utilizados.
      SUDESTE ASIÁTICO 1º Dia - Chegando em Bangkok (04/11/2016)
       
      Chegamos em Bangkok por volta das 3h da tarde. Entre imigração, banheiro e trocar um pouco de dinheiro no aeroporto, fomos sair de lá umas 16h30. Aqui já vai uma dica: Antes de passar na imigração é necessário preencher uma outra ficha que não a de imigração e passar no "Health Control" para apresentar a carteira de vacinação contra a febre amarela. No dia que chegamos tinha uma filinha ali, principalmente porque tinha um suíço que não sabia falar inglês (e muito menos tailandês), e a tiazinha no guichê tentava achar alguém que falasse a língua dele para ajudar enquanto gritava para o mesmo: "complete! complete!". O aeroporto Suvarnabhumi é imenso e lindo, todo coberto com uma cobertura (dã) abobadada que lembra muito o Estádio Beira-Rio aqui em Porto Alegre.
        Aeroporto Suvarnabhumi, o principal aeroporto de Bangkok e um dos maiores da Ásia Fomos para o hostel de metrô, é claro, a forma mais barata de sair do aeroporto rumo a cidade. Depois de uma baldeação, chegamos a estação Hua Lamphong por voltas das 17h. Estação esta que dá de frente para a Estação de trens de mesmo nome: Hua Lamphong, a principal estação de Bangkok e onde depois pegaríamos nosso trem em direção à Ayutthaya e Chiang Mai.
      Primeira coisa a fazer, passamos no prédio em frente a estação retirar nossos tíquetes de trem de Ayutthaya para Chiang Mai, comprados com antecedência junto a uma agência de turismo pela internet por garantia devido à época que estávamos visitando, o Festival das Lanternas de Chiang Mai. Depois, antes de seguirmos para nosso hostel, a Juju estava morrendo de fome, por isso fomos logo provar nossa primeira comida de rua na Tailândia. Na primeira venda que enxergamos, ao lado da saída da estação de metrô, pedimos para uma tiazinha, com a ajuda de outra que estava na fila que falava inglês, o mesmo que um outro casal estava comendo (já que não tínhamos ideia do que a tia servia ou o nome das comidas). Para nossa surpresa era uma sopa que mais tarde descobriríamos ser o famoso Tom Yum (muito bom por sinal). A tiazinha nos cobrou ali, aleatoriamente 50 baths (o equivalente a 5 reais), ainda disse que o normal era 40 mas que o nosso era "especial" (será?), por isso mais caro. Desde cedo então descobrimos a gentileza e o carisma dos tailandeses, tanto da tia vendendo o lanche, quanto a tia da fila que nos ajudou, quanto aos demais na mesa improvisada que perguntaram se estávamos gostando da comida, todos muito simpáticos! Ainda improvisei um aroi (gostoso em tailandês) para responde-los, o que os desarmou ainda mais conosco.
      Devidamente alimentados, seguimos para o hostel, a pouco mais de 800 metros dali, costeando um afluente do rio Chao Phraya, o principal rio que cruza a cidade e que é utilizado pela população entre outros, como meio de locomoção. No caminho diversos templos budistas muito bonitos, tuk-tuks e 7elevens (para quem não sabe, 7eleven é uma franquia de lojas de conveniências muito presente mundo afora, sendo que a Tailândia e o Japão são os países que mais possuem lojas desta franquia).
        Espalhados pelas ruas há vários cartazes informando como se deve respeitar o budismo e a figura do Buda. Acha que os turistas respeitam isso? Chegamos no hostel Oldtown e de cara seria um dos melhores hostels, se não o melhor, que ficamos em toda a viagem pela Ásia. Quartos limpos, camas extremamente confortáveis, área comum enorme com jogos, geladeiras, banheiros gigantes também, entrada nos andares com cartão, tudo perfeito, e ainda por cima, pelo preço de 12 reais por pessoa por dia (hoje deve estar mais caro), um dos mais baratos que já ficamos.
        Quarto de 8 pessoas do Oldtown hostel Nos acomodamos num quarto com 8 pessoas e, como sempre, com a adrenalina a mil por recém chegar num lugar diferente, já saímos pela rua para explorar, sem dar a mínima para as mais de 30 horas de voo nas costas ou para o fuso-horário (o que se revelaria uma tremenda burrice mais tarde...).
      Saímos já a noite, em direção a China Town de Bangkok, que fica pertinho do hostel. Aliás, a escolha do mesmo foi justamente por isso. Além de estar perto da estação de trem, onde teríamos que pegar o trem dias depois cedo da manhã, a noite na China Town é uma das melhores da cidade, menos turística que a famosa Khao San Road. Além disso o hostel fica praticamente do lado de uma estação de barco, o que permitiria também ir facilmente (e barato) até o bairro antigo da cidade, onde fica o Grand Palace e o Wat Pho, principais atrações da Tailândia.
      No caminho para a China Town, entramos pela primeira vez num 7 eleven, e foi nosso primeiro choque econômico da viagem. Tudo muito barato! Protetor solar, shampoo, água, comidas, salgadinhos, cervejas... um absurdo! Se já estávamos animados com tudo que vivenciávamos até o momento, ficamos mais ainda. Compramos nossa primeira cerveja Singha (a melhor de todas junto com a Chang) e seguimos, passando pelo  arco chinês e adentrando a rua Yaowarat, a principal da China Town.



      Salgadinhos exóticos e baratos do 7eleven; Cerveja Singha, a melhor da Tailândia, Arco Chinês que dá acesso à China Town.
      Com aquela adrenalina e vontade de desbravar já mencionada, seguimos através das ruas lotadas de barraquinhas de rua e gente, letreiros chineses em neon e enfeites bem característicos de uma China Town. Paramos então para comer o que mais de exótico achássemos e pedimos um espetinho de polvo, o qual foi servido mergulhado numa sacola com um tempero que nós né, tipo: "estou na Tailândia quero provar tudo" pedimos para incluir. Não preciso dizer que aquele tempero era apimentado que é um diabo, e nos fez sofrer para comer aquilo ali (mas comemos tudo!).



      Saboreando um espetinho de polvo de nome impronunciável, conforme se vê no cartaz
      Demos mais uma volta pela rua e fomos parados por um grupo de adolescentes que, ou queriam treinar seu inglês, ou estavam fazendo um trabalho para o colégio, pois fizeram umas perguntas para nós sobre o que achávamos da Tailândia e anotavam as respostas num caderno. Muito simpáticos também (como todos tailandeses que conhecemos). Depois entramos num restaurante/lancheria e pedimos mais uma comida exótica, uma massa tipo yakissoba com bolinhos de frutos do mar, porém essa, mais apimentada ainda que a comida anterior, não conseguimos comer toda.
      Fomos conhecer então as ruas transversais, que também possuem um comércio vasto. Numa delas, vimos uma grande (e estranha) movimentação próxima de um caminhão que descarregava alguma coisa para algumas lojas. Fomos conferir e era um caminhão vendendo calçados muito baratos! A Juju achou uma pantufa do Totoro que custava algo em torno de 90 baths se não me engano (9 reais) e comprou-se então o primeiro souvenir da viagem.
        China Town de Bangkok Antes de voltar para o hostel, ainda ficamos ali observando mais um pouco a vida noturna da região e tivemos mais um choque cultural (que se tornaria natural ao decorrer da viagem). Descobrimos que as louças das barraquinhas de rua não são descartáveis, são todos lavados em uns baldes de higiene duvidosa, sem água corrente. Além disso, descobrimos a convivência pacífica entre os vendedores de rua e os ratos (que pareciam gatos de tão grandes). Um dos vendedores inclusive observava um rato se mexer perto dele e ria. Descobriríamos mais tarde que o Brasil é um dos países "mais higiênicos" do mundo.
      Já de volta ao hostel, esperando a Juju tomar banho, acabei conhecendo na área comum um canadense que estava no nosso quarto e que queria se enturmar a qualquer preço. Me contou que estava nas praias, curtindo muito: "So much party" (frase que depois virou um meme interno) mas teve que vir para a capital para tomar remédios anti rábica por um mês pois levou uma mordida de um macaco na Monkey Island (imagino como deve ter importunado o bichinho). Depois ele tentou puxar papo com um russo que também estava no nosso quarto (o que não deu muito certo), e depois saiu tentando conversar com qualquer coisa que esbarrasse no seu caminho.
      Depois que a Juju voltou para o quarto é que paguei o preço de não ter respeitado o tal de "Jet Lag". Vomitei as tripas, dentro do quarto mesmo, inclusive pingando um pouco nas coisas de um suíço que estava no beliche ao lado (por sorte não tinha ninguém no quarto naquele momento). A Juju rapidamente pegou um pano num armário que tinha no corredor e limpou tudo, mas continuei vomitando até altas horas da madrugada. Com enjoo, dor de cabeça e náuseas, comecei a tomar tudo que é remédio: Dramim, plasil, paracetamol, etc. Enquanto a Juju tranquilona, ficou mais um tempinho lá na área comum apreciando umas Singhas. Continuei vomitando até que consegui dormir, porém no meio da madrugada acordei com uma dor insuportável na barriga, tentei dormir de novo mas não conseguia, até que resolvi tomar um remédio para gases e fui no banheiro onde fiquei por algumas horas, até que, enfim, aliviou as dores e consegui dormir. Fica a lição, respeitar o corpo e não comer nada pesado nem se agitar muito recém chegando depois de 30 horas de voo num fuso horário de 10 horas de diferença.
       
    • Por Lele Rech
      Oi pessoal!! 
      Vou fazer aqui meu relato de 20 dias na Tailândia 🤗🤗 
      Estou fazendo esse "diário" durante a viagem… pois se deixo pro final acabo não fazendo…
       
      Vim sozinha e organizei tudo por conta…
       
      Nao sei se vou conseguir anexar fotos aqui mas estou postando tudo no instagram @aleleviajando 
       
      Sobre os gastos, não sou uma pessoa faz as contas da viagem direitinho, mas vou tentar ir relatando mais ou menos o quanto gastei 😊
       
      Data: Saída do Brasil 12/02, retorno programado para 03/03! Na Tailândia efetivamente terei 17 dias inteiros! 
       
      Passagem: peguei uma promoção pela air china por 690 dólares uns 2 meses antes da viagem… pesquisei pela Skyscanner e comprei diteto no site deles...10 dias antes da viagem minha passagem foi cancelada em função do corona vírus! 😫😫😫 pensei em desistir de tudo pois achei q seria impossível encontrar uma nova passagem… mas encontrei de última hora na Etihad por R$ 4,200 … pesquisei pela skyscanner e comprei pela submarino viagens ( que estava vendendo por menos que a própria empresa aerea) 🤷… foi bem mais cara que a da Air China, mas ainda considerei "sorte" por ter sido comprada em cima da hora! 
       
      Seguro Viagem: faço sempre naquele site "segurospromo" usando cupom de desconto das blogueiras! Gastei 189 reais pros meus 20 dias !
       
      Dinheiro: importante levar dólares ou euros! Difícil trocar reais aqui! Dei esse azar também que na semana anterior a viagem o dólares deu uma disparada… chegou a 4,56… trouxe comigo 700 dólares e cartão de crédito! 
       
      Mala: vim só com uma mochila de 34 litros! Fui bem econômica na bagagem… biquinis, vestidos, shorts e blusas… uma calça comprida e uma jaqueta que vim usando no voo... de calçado só uma havaiana, uma sandália dessas de trilha ( pra mim substitui o tenis), e uma Melissa mais bonitinha... Uma saia longa e umas camisetas com manga pois vou precisar para os templos! Trouxe liquidos em frasquinhos!! Minha mochila ficou com 8 kg! Como sou meio compradeira talvez na volta eu comprei mais uma mochila e despache a maior! 
       
      Roteiro: Bom… Tailândia e proximidades tem muuuuuita coisa… com certeza merece uns 3 meses de viagem! Como eu gosto de ficar bastante tempo em cada lugar e fazer as coisas bem com calma resolvi fazer só Tailândia e focar mais em Bangkok e nas praias! Vou deixar o norte da Tailândia pra uma próxima… acabei deixando o meu roteiro mais ou menos pronto antes de ir com alguns dias livres pra decidir aqui! Conheci vaarios gringos aqui que deixar pra reservar tudo de ultima hora… não sabem pra onde vão no dia seguinte… eu já prefiro sair do Brasil com as coisas mais ou menos planejadas! Fiz as reservas de hoteis/hostel pelo booking.com… acabei fazendo uma pelo hostel world e me arrependi… booking por enquanto não me deu problemas! 
       
      Bom… agora vamos à viagem… no próximo post! 
    • Por mrlaalm
      Relato Tailândia e Filipinas (16 dias) 
       E-mail para dúvidas: [email protected] 
      Ou no instagram: @mrlaalm / @luizion__ 
       
      Olá!  
      Do dia 20/12/19 a 05/01/20, eu e meu noivo fizemos uma viagem pela Tailândia e Filipinas. 
      Antes de detalhar, vou resumir em tópicos algumas informações que julgo importantes de início: 
       
      GASTOS 
      A maioria vou passar em dólar e moeda local (THB e Peso Filipino), exceto as passagens principais de ida e volta (saindo de SP), essas passarei em real.  
      Nosso estilo de viagem não é low cost, mas também não temos luxo. Então já adianto que pode ser uma viagem mais barata ou muito mais cara do que fizemos. Outra coisa é que gostamos de fazer passeios com mais calma, tirando dias ou períodos de descanso. Mesmo que isso nos custe abrir mão de alguns locais, preferimos ver menos e aproveitar onde estamos. 
      Total gasto para 2 pessoas (contando com lembrancinhas e demais gastos que não serão relevantes para todo mundo): 
      US$ 2050,00 (hospedagem, alimentação , transportes, passeios, presentes, lavanderia, gorjetas...) 
      R$ 9000,00 (SP-BANGKOK / MANILA-SP) com bagagem e taxas 
      R$ 631,70 (JOINVILLE / SP) ida e volta com 1 bagagem despachada 
      R$ 342,00 (seguro viagem pela AssistMed) 
      US$ 1126 (passagens internas) itinerário e empresas serão detalhados 
      Aproximadamente R$ 11.600 por adulto (contando dólar a 4,20) 
       
      Trocamos dólares no Brasil, pois a maioria dos estabelecimentos nos dois destinos não aceitam cartão. Pegamos a alta da moeda, nossa média foi R$4,34. 
      As passagens para transitar pelo Sudeste Asiático compramos no site 12goasia.com pelo cartão de crédito. 
       
      DOCUMENTAÇÃO  
      Além do passaporte, brasileiros precisam apenas do Certificado Internacional de Vacinação contra febre amarela (lembrar de tomar a vacina pelo menos 10 dias antes da viagem).  Emitimos na hora num posto de saúde de nossa cidade, mas tem como imprimi-lo pelo site. Mais informações sobre: http://portal.anvisa.gov.br/certificado-internacional-de-vacinacao-ou-profilaxia 
      É a única exigida, mas é bom estar com tudo em dia e ter conhecimento que nas Filipinas há muitos casos de sarampo também. 
       
      OUTRAS DICAS 
      Leve um bom repelente contra mosquitos da malária, febre amarela/dengue... Compramos o Exposis Extreme gastando uns 50 reais. Usamos todos os dias nos horários mais críticos e ainda sobrou 1/3. 
      Levamos remédios básicos para estômago, intestino, rinite...não há dificuldades em compra-los, mas se precisar com certa urgência ou se está mais acostumado com algum específico, é melhor já te-lo. Se usar algum remédio controlado, tem algumas regras quanto a tradução de receita e armazenamento. É bom pesquisar sobre. 
      A comida na Tailândia é MUITO apimentada. Então uma boa palavra para se aprender é MAI PHED. Ainda terá pimenta hehe, mas beeem menos. 
      Muito importante ter a sapatilha de mergulho! Quase todas as praias tem muitas pedras. As agências dos passeios oferecem o aluguel, mas se tiver que pagar todo dia não compensa, é melhor comprar.  
      Outra coisa que vai precisar é de uma dry bag para levar tuas coisas nos passeios de praia. Dependendo da hora do dia ou da velocidade do barco, molha bastante. Além de que, na maior parte das vezes, o barco ancora bem antes da areia e você tem que nadar ou andar com água na cintura até chegar na praia. Compramos duas la e pagamos algo em torno de US$10 a US$15 cada. 
      Em todos os lugares que ficamos na Tailândia tinha 7Eleven. É uma rede de mercados onde você encontra muitas opções de comida, bebida, produtos de higiene e beleza. É uma ótima opção pra comprar snacks ou até mesmo pra uma refeição mais econômica e rápida. 
      Enquanto estávamos na Tailandia, 3 dias antes de embarcar para Manila, o segundo tufão de dezembro se formou no mar de lá. Isso é bastante comum ali, então o melhor jeito de se informar sobre é acompanhando a meteorologia oficial pelo site http://www.pagasa.dost.gov.ph  
       
      VOO DE IDA 
      Embarcamos em Guarulhos a 1 da manhã do dia 20/12 pela Ethiopian Airlines. Foram 11h até Addis Ababa com conexão de pouco mais de 3h lá, e depois mais 8h de voo para Bangkok. Na Etiópia a diferença de fuso para o Brasil são de +6h e na Tailândia +10h. Portanto, chegamos dia 21/12 as 13:30 horário de Bangkok. 
      Durante o planejamento lemos comentários ruins sobre o Aeroporto de Addis Ababa, mas sinceramente, achei um aeroporto comum, bem sinalizado com placas e limpo. A comida lá é cara por ter só 1 grande restaurante. Mas se você está afim de gastar no Dutyfree, lá é o lugar rs. Diferença bem grande de preço se comparado com demais aeroportos que passamos. 
       
       DIA 1 (21/12) – Bangkok 
      Hospedagem: Chingcha Hotel - US$ 99,40 por 3 noites 
       
      Pouco antes da descida, é entregue no avião o Arrival Card para preencher com dados pessoais, renda anual, motivo da viagem, etc. Ele é frente e verso e deve ser entregue junto com seu passaporte na Imigração. Antes disso, ao chegar no Aeroporto Internacional de Suvarnabhumi, você precisa seguir as placas até o Health Control. Pegue um formulário no balcão, preencha frente e verso (aqui é importante ter sua própria caneta) e entre na fila. Aqui serão conferidos passaporte, certificado de vacinação e esse formulário. 
      Só depois você segue para a Imigração. Lá precisa entregar seu passaporte e aquele Arrival Card preenchido no avião. Há uma lateral destacável desse cartão que eles devolverão a você. Guarde-o porque quando sair da Tailândia precisa entrega-lo. A perda do mesmo tem multa. 
      Para ajudar no preenchimento, deem uma lida nesse blog: https://www.eduardo-monica.com/new-blog/aeroporto-bangkok-imigracao 
      Aqui os detalhes estão bem explicados! 
      Na área de desembarque há um grande painel onde você pode procurar seu voo e descobrir em qual esteira retirar sua bagagem despachada. Saímos do desembarque e descemos 2 andares para trocar dinheiro na SuperRich, onde tinha a melhor cotação (US$1 = 30 baht). Depois só voltamos 1 andar para comprar o chip. Escolhemos a AIS com 9GB de internet + 100baht para ligações por US$10. Eles configuram tudo pra você já sair usando.  
      Como nosso hotel ficava próximo a Khao San Road, pegamos  o ShuttleBus S1 a US$2 por pessoa. Você tem acesso à ele saindo do aeroporto pelo mesmo andar das casas de câmbio. Fica junto com taxis e demais ônibus/vans.  
      No terraço do hotel funciona um bar a noite (de manhã o café é servido lá também). Como já era final do dia e estávamos muitos cansados, só subimos para jantar e tomar uma cerveja por US$15,60 
       
       
       
      DIA 2 (22/12) – Bangkok 
      De manhã fomos ao Grand Palace. Compramos o ticket na hora mesmo, mas você pode comprar antecipadamente pelo site. Pagamos 1000 baht (US$33) e, apesar de MUITO cheio, não ficamos nem 5 minutos na fila. Não é uma atração baratinha, mas te dá direito aos templos, uma exibição teatral e acesso a um museu interno. Reserve no mínimo 2:30 para a visitação só dos templos, pois o local é grande. 


      Atenção para um “golpe” bem comum e que tentaram conosco. Algumas pessoas te abordam nas ruas ao redor do Grand Palace dizendo que o mesmo está fechado, que é melhor você pegar um tuk tuk e ir até outro templo, etc. Assim ganham uma grana com a corrida ou com a venda de algum produto no caminho. A questão é que o Grand Palace fecha em pouquíssimos dias no ano (talvez uns 3), e você pode se informar no calendário oficial deles no site. Mesmo sabendo que essas pessoas não te farão mal, é uma enganação e é importante estar atento para não perder tempo e dinheiro indo em lugares que não queria ou não tinha planejado. 
      No quarteirão seguinte ao nosso hotel, tinha um restaurante de esquina muito frequentado por locais: Kope Hya Tai Kee. E foi lá que almoçamos para experimentar pratos mais tradicionais. 

      Você faz o pedido, pagamento e também a retirada dos pratos no balcão. Na mesa eles só te servem o Menu. Nossos pratos com bebida deu 318 baht (US$10,60) 
      Final do dia fomos conhecer a famosa Khao San Road! E que loucura é aquela rua; uma mistura de cheiros, barulhos, pessoas...muito legal! Não estávamos com muita fome, então só sentamos num dos barzinhos com mesa na calçada, tomamos duas cervejas e comemos uma porção de bruschettas com espinafre, queijo e um molho agridoce. Depois experimentamos escorpião, larva e grilo. Tudo deu US$18. 
       
       
      DIA 3 (23/12) – Ayutthaya  
      Quando chegamos no hotel, fechamos com uma agência que eles recomendavam o passeio até Ayutthaya (capital do antigo Reino de Sião). O tour custou para nós 1500 baht (US$50), saindo as 7h e voltando as 15h (1hora o trajeto de van). Incluía a visitação dos principais templos, com guia em inglês e almoço. 




      Existe a possibilidade de fazer por conta, pegar um trem, se hospedar lá, fazer o trajeto de bicicleta, enfim, muitas opções. O que importa é conhecer o lugar! Vale muito a pena e é algo essencial no roteiro. 
       
      DIA 4 (24/12) – Ao Nang 
      Passagens Bangkok – Krabi pela Thai Lion Air: 1995,00 baht ou US$66,50 (aproximadamente). Com 1 bagagem despachada  
      Hospedagem: Rooms Republic Hotel – US$ 127 por 3 noites 
      Tour 7 islands com empresa Lucky (encaminhado pela Franci do blogvoa): 2600 baht (US$ 86,60) - incluso transfer, taxas ambientais, frutas, água, jantar, snorkel e colete salva-vidas. As taxas variam de 200 a 400 baht por pessoa (tabelado). 
      Como nosso voo era muito cedo para Krabi, pegamos ainda de madrugada um GRAB do hotel em Bangkok até o Aeroporto Don Mueang. O trajeto levou uns 35 minutos (sem trânsito) e custou 355 baht. Foi o único momento que usamos o app de transporte, porque fizemos tudo a pé na cidade, mas é bom já ir com ele instalado no celular caso precise.  
      Ao chegar em Krabi, logo que sai do desembarque tem opções de shuttle para várias regiões.  Como nos hospedamos em Ao Nang, pegamos uma van coletiva que custou US$10 para os dois. Eles organizam as saídas por hotel, então te deixam na porta.  
      Como chegamos muito cedo, ainda não tinham um quarto livre. Mas pudemos deixar nossas bagagens lá e sair pra tomar um café da manhã no S&D Restaurant. Tínhamos o tour 7 Islands agendado para o mesmo dia. Esse agendamento foi feito com a Franci do @blogvoa. Ela é brasileira e oferece passeios coletivos e privados, além de serviços como transfer aeroporto/hotel. Ela tem uma parceria com o PhiphiBrazuca, outra empresa de brasileiros, mas que atende quem se hospeda em Phi Phi. No caso dos passeios saindo de Ao Nang, você faz com pessoas de diversas nacionalidades, o que eu acho até mais interessante. Fechamos dois passeios com ela, mas direcionados à duas empresas diferentes. 
      Para esse dia, a empresa Lucky foi nos buscar no hotel e levar até o pier de onde saía o longtail. De início houve bastante confusão, tinha mais gente do que o possível. Nosso longtail tinha 26 pessoas! Conclusão: mal saía do lugar, o motor tinha fumaça demais deixando todos meio preocupados. É uma prática até comum num lugar TÃO turístico, mas já adianto que depende exclusivamente da empresa. Vimos vários longtails em nossas paradas com menos gente, com o número correto de pessoas. No decorrer do passeio (la pela terceira parada), redistribuíram algumas pessoas com outro barco e ficou melhor (e mais seguro).  
      Sobre o passeio: vale muito a pena, pois para em lugares lindos! É das 14h as 20h e as paradas são: 
      Poda Island 
      Chicken island 
      Tup 
      Mor 
      Ma 
      Phra Nang 
      Ponto para nado com plânctons (a noite) 


       

       
      DIA 5 (25/12) – Railay Beach
      O dia anterior foi bastante cansativo, então tivemos uma programação mais light. Após o café da manhã pegamos um longtail para Railay Beach. Você pode adquirir o ticket de ida e volta na Cooperativa de Serviços e Barcos (mapa). Custou 400 baht para nós dois e o último horário pra volta é 17h. Porém, há quem fique até mais tarde pra ver o por do sol de lá, mas pra isso é melhor já deixar combinado com algum barqueiro (custa um pouco mais, só não sei informar o quanto). 

        
      A praia é mesmo linda! Bastante sombra natural e, pela manhã, fica melhor de nadar (e de observar) pois ao meio-dia a maré é baixa, ficando com muitas pedras a mostra e mudando bastante o cenário. O centrinho é muito legal, com muitas opções de bares, restaurantes e lojas. Se tivéssemos mais tempo disponível pra viagem, teríamos nos hospedado pelo menos 1 noite por lá.  

      Almoçamos no Flame Tree Restaurant pad thai e cerveja, custando 480 baht (US$16). 
       A noite, já de volta às proximidades do hotel, jantamos no King Kitchen. É um restaurante que serve tanto comida tailandesa quanto indiana. Existem cardápios separados. Ficamos na thai food mesmo e, nossos pratos com cerveja deram 390 baht (US$13). A cerveja que tomávamos era a Chang. Experimentamos a Leo também, mas não curtimos muito. Para os brasileiros é importante saber que não tomará cerveja trincando de gelada como aqui, rs.  
       
       
      DIA 6 (26/12) – Ao Nang 
      Passeio Phi Phi Islands com empresa Nang An (encaminhado pela Franci): 3600 baht (US$120) - incluso transfer, taxas ambientais, frutas, água, jantar, snorkel e colete salva-vidas. 
       
      Para realizar esse passeio saindo de Ao Nang, é preciso ser de speedboat por causa da distância. A empresa foi nos buscar no hotel e nos levou até um pier deles mesmo. Foi o passeio mais organizado e lindo que fizemos! Durou um pouco mais de 6 horas e as paradas foram: 
      Maya Bay (ainda está fechada e a informação que tivemos lá é que permanecerá assim pelo menos nos próximos 2 anos). 
      Loh Samah Bay 
      Pileh Lagoon (paramos para nadar) 
      Monkey Bay (não descemos do barco. Não entendi se a empresa não compactuava com o contato direto com os macacos, ou se recentemente foi proibido descer) 
      Viking Cave 
      Phi Phi Don (parada para almoço)
      Bamboo Island (1 hora) 
      Não recomendamos fazer esses passeios (principalmente em grupo) no dia que você tem um deslocamento para outra cidade em seguida, porque sempre há atrasos. 





       
      Não comentei antes mas, por todos os lugares que passamos conseguimos lavar roupas em lavanderias. Todas elas tinham a opção de pegar no dia seguinte ou express (mesmo dia). Não pedíamos para passar (custo adicional), então o valor da lavagem/secagem variava entre 40 e 70 baht/kg. Nos hoteis é um pouco mais, algo em torno de 100 baht. 
      Estávamos bastante enjoados da comida e até das opções salgadas da 7Eleven, ai fomos procurar um lanche, uma massa...as opções em Ao Nang para comida italiana, por exemplo, são muito caras. Mas fast food lá também é! Gastamos neste dia US$20 em dois combos do Burger King.
        
      DIA 7 (27/12) – Phuket 
      Transfer particular de Ao Nang p/ Phuket: 2700 baht (US$90 – pela empresa KrabiShuttle) 
      Visita ao Santuário de Elefantes: 5000 baht (US$166 – Elephant Jungle Sanctuary) – doação, transfer e almoço inclusos. 
      Hospedagem: Baan Sailom Hotel – 2935 baht ou US$97 por 1 noite 
       
      Esse foi o dia que mais gastamos, de fato. Queríamos muito ir nesse santuário de elefantes por ser um dos primeiros no país (é o mesmo que muitos vão em Chang Mai). Como só teríamos a tarde do dia 27 antes de ir para Filipinas e os ferrys saindo de Ao Nang não chegariam a tempo, decidimos contratar um transfer particular até nosso hotel que ficava na praia de Karon. Fizemos isso pelo próprio site da empresa https://krabishuttle.com 
      Saímos 6:30 de Ao Nang e fizemos a viagem de 3h. O hotel já tinha quarto disponível, então conseguimos dar entrada. Como o transfer para o santuário seria entre 11:30 e 12h, apenas comemos um croissant com chá gelado (cada) no Doi Chaang Coffee. Custou US$11. 
      O trajeto até o santuário (contando com o tempo de pegar as demais pessoas) durou uns 40 minutos. Ao chegar, nos reunimos para receber explicações sobre a história do lugar, do compromisso deles para com os elefantes, como funciona o dia-a-dia e quais eram as regras sobre como, onde e a frequência que poderíamos tocar nos animais. Acho que isso durou cerca de 1 hora. A primeira atividade foi alimenta-los com melancia e bananas, mas antes, é preciso lavar as mãos para não ter resíduos de protetor solar, senão eles não comem por causa do cheiro. Obs: levamos a GoPro para registros nossos, mas eles tem um fotógrafo que publica no facebook deles as fotos do dia. 


       
      aí fomos para a lama com eles! As vezes um cansava no meio do caminho e resolvia ficar deitado por lá mesmo haha mas depois podíamos lava-los com água limpa (e nos limpar também). Mesmo depois dessa etapa, fomos tomar uma ducha, então é bom levar sua toalha e uma troca de roupa (além da de banho). Eles nos mostraram o trabalho que fazem com as fibras expelidas nas fezes dos elefantes; elas são tratadas e prensadas a ponto de virarem papel. E há lojas que compram deles envelopes feitos lá mesmo! Final do dia, todo mundo com fome, e enquanto nossa comida não ficava pronta, tivemos uma breve aula de culinária: ensinaram a fazer a papaya salad e o pad thai!  

       Nossa interação com eles foi rápida, menos demorada do que as demais atividades e conversas sobre o local. Por um lado achei isso muito interessante, pois ao longo do dia, não interferimos tanto na rotina deles (existem dois horários de visitação). Afinal, o objetivo ali não é estressar o elefante. Achei que valeu muito a pena. Nossa curiosidade sobre esses animais com os quais não temos muito contato é natural, mas ela tem que ser suprida de forma saudável. Há uma forte conscientização ali sobre não fazer passeios de montaria ou que você veja que o animal claramente foi treinado para fazer determinada coisa. Para que isso aconteça eles apanham e sofrem muito!  
      Voltamos a tempo de ver o pôr-do-sol em Karon Beach. A praia é muito bonita, com muitas opções de bares, restaurantes e lojinhas em volta.  


       
      Nossa janta foi 1 burger, 1 Chang 600ml e 1 porção de batata fritas por US$11 no Paradise The Espresso Bar. Ali há opções para todos os gostos e bolsos, mas mais uma vez estávamos enjoados de thai food e cansados demais para procurar outras opções. 
       
      DIA 8 (28/12) – em trânsito  
      Passagens Phuket – Bangkok pela Bangkok Airways: US$ 95,20. 
      Taxi para aeroporto de Phuket: 900 baht (US$30). OBS: é muito longe! Conseguimos o taxi do hotel pelo mesmo valor do GRAB. 
      Passagens Bangkok – Manila (Filipinas) pela AirAsia: 10.860 baht (US$362) 
       
      Nosso voo para Phuket era as 14h, então pudemos dormir bem, arrumar tudo no dia e aproveitar o café da manhã do hotel. O trajeto para o aeroporto é longo: levamos 1h de taxi. Há um ônibus publico que faz o trajeto, porém, ele leva de 2 a 2:15h. Então se for pegá-lo é bom se planejar com antecedência. Esse voo chegava pelo aeroporto Suvarnabhumi em Bangkok, mas o que pegaríamos para Manila saía do Don Mueang. O transporte entre aeroportos é gratuito, você só precisa ir à saída 3 (a mesma onde ficam os taxis e vans), apresentar sua passagem no guichê de nome ShuttleBus e eles já te colocam no ônibus. Ele sai a cada meia hora, e o trajeto leva 1h (dependendo do trânsito pode levar mais). 
      Fomos para Manila as 21:30 e a viagem tem duração de 3:30h. O Aeroporto de Manila possui 4 terminais. Nós desembarcamos no 3 e precisávamos ir até o 4 para o voo de El Nido. Mas antes: trocar dinheiro, comprar chip de dados, etc. Tudo estava funcionando no terminal quando chegamos, apenas os bancos estavam fechados (caixas eletrônicos funcionam normalmente). A cotação que conseguimos era US$1 = 50,30 pesos. Como tínhamos informação de que nas cidades a cotação era mais baixa, e como no aeroporto de El Nido não tem casa de câmbio, resolvemos trocar grande quantidade (o que planejávamos para os próximos dias) lá mesmo. E depois vimos que foi a melhor coisa que fizemos (falarei mais na parte de Coron). 
      O chip compramos da empresa smart philippines e pagamos US$10. A internet era ruinzinha, meio lenta e tinham pontos das cidades que não pegava (diferente do que foi na Tailândia). Tem a empresa Globe também, não sei se ela é melhor ou se o problema é geral. 
      Voltando ao transfer entre terminais, ele é feito gratuitamente também, porém, de madrugada não há. Ele volta a funcionar as 6h e vai até 23h ou meia-noite, não me recordo. Os terminais não são tão perto e não há ligação direta entre eles, por isso precisamos pegar um taxi. Essa alternativa é cara para um percurso de 10 minutos: 640 pesos (US$12,70). O terminal 4 é só de voos domésticos e por isso bem menor. 
       
      DIA 9 (29/12) – El Nido 
      Passagens Manila – El Nido pela AirSwift: 12.332,00 pesos (a compra só pode ser feita diretamente pelo site da companhia) 
      Hospedagem: Rosanna’s Pension – 10.677 pesos por 3 noites (pagos 1 semana antes no cartão de crédito; política do hotel) 
       
      Bom, nosso voo para El Nido saiu na hora prevista, as 5:15, com duração de 1:20h. A aeronave é bem pequena, não há serviço de bordo, mas foi um voo confortável. O aeroporto de El Nido é bem simples e pequeno. As malas são entregues pessoalmente (não há esteira) e também não há casa de câmbio. Muitos hotéis disponibilizam o serviço de transfer, mas nós preferimos ir de triciclo, o que nos custou 300 pesos (US$6). Eles ficam parados lá na frente e tinha um rapaz organizando uma pequena fila. 
      Como era muito cedo e não tinha quarto vago, apenas deixamos as malas no hotel e fomos tomar café da manhã no Giovanz. Pedimos café, suco, pork silog (arroz, carne de porco em cubos e ovo frito) e omelete de legumes com torradas. Tudo saiu por 515 pesos (US$10,25). Fomos caminhar, conhecer as lojinhas, restaurantes e pesquisar preço dos tours. É tudo tabelado na verdade. Em El Nido você paga 200 pesos de taxa ambiental no primeiro passeio que fizer e não precisa pagar mais enquanto estiver lá. É só guardar o papel e apresentar nos tours dos outros dias.  
      Fechamos o tour A pela agência Emma’s para fazer no dia seguinte (30/12 – falarei mais sobre o tour em seguida). Voltamos para dar entrada no hotel e tiramos esse dia pra descansar. A partir das 17h muitos lugares tem o happy hour (50% de desconto nos drinks ou dois do mesmo). Escolhemos sentar na área externa do Sava, que tem uma vista bem legal da praia. Tomamos 4 drinks (pagando 2) e 1 cerveja por 900 pesos (US$17,90).  
       

       Para jantar preferimos sair dali e procurar algo no caminho do hotel. Confesso que não anotei o nome do lugar que paramos e nem o achei no google maps, mas era um lugar pequeno, só com dois balcões pra sentar e você faz/retira seu pedido no caixa. Perto do SAVA. Há um vidro na cozinha onde você consegue acompanhar o preparo. Comemos 1 burger, 1 burrito e um refrigerante por 300 pesos (US$6). Valeu muito a pena, tava tudo uma delícia.Pra quem gosta de cerveja, tem o The Pub. Eles servem artesanais feitas lá mesmo e tem um cardápio de lanches e porções. O lugar é bem legal e cada IPA saiu por 185 pesos (US$ 3,50). 

       
      DIA 10 (30/12) – El Nido 
      Tour A: 3.170 pesos (com taxa de 200/cada inclusa).  
       Tomamos café da manhã no hotel e fomos até a agência. De lá eles te levam até o ponto de encontro na praia, onde estará a equipe e os demais turistas. Por isso pedem para chegar uns 15 minutos antes da saída (que geralmente marcam para as 9h em passeios em grupo). Para encontrar o barco você tem que entrar na água, então já esteja com a roupa de banho e a drybag para não molhar o que for importante (água na cintura, geralmente). Os pontos de parada foram: 
      Big Lagoon 
      Small Lagoon 
      Secret Lagoon 
      7 commandos beach 
       
      Importante dizer que, apesar dos preços serem tabelados, pode haver pequena variação entre uma agência e outra devido as paradas. Por exemplo, pode ter uma praia ou ilha que eles trocam por outra que pode ser mais interessante (isso nos aconteceu no tour C e em Coron também).  


      Na Big Lagoon alugamos um caiaque por 250 pesos (US$5), mas você também pode ir nadando, se preferir.  
      Ao chegar na Secret Lagoon você vai nadando até a passagem pela rocha. A passagem em si é rasa, mas tem fila! Do outro lado você anda até uma praia, que eu acho que vale bem mais a pena do que ficar na fila, pois lá dentro não é muito bonito e a água é meio estranha. Já tínhamos lido isso antes, mesmo assim fomos rs. Mas também deu tempo de irmos até a praia. 


       
      Na 7 Commandos beach há banheiro, venda de bebidas, local para jogar basquete e vôlei, além de muita sombra feita pelos coqueiros. O mar lá é bem gostoso para nadar. 

       
      Ao voltar para El Nido, escolhemos jantar na Altrové. Já tínhamos ouvido falar de lá (tem em Coron também) e ficamos curiosos. Sempre tem fila! Principalmente após as 18h que é quando o pessoal que fez tour o dia todo começa a sair para comer. Mas a fila é bem rápida, ficamos esperando uns 10 minutos só. A especialidade é culinária italiana, e a pizza, apesar de ser individual, é bem grande. Naquele dia optamos por dividir uma de pepperoni. Pizza, suco, refrigerante e uma San Miguel beer saíram por 600 pesos (US$11,90).  
       
      DIA 11 (31/12) – El Nido 
      Tour C: 2800 pesos (US$ 55,60) 
      Fechamos o tour C também na agência Emma’s. Mesmo esquema e horário de saída do dia anterior. As paradas foram: 
      Helicopter Island 
      Hidden beach 
      Talisay beach 
      Snorkeling spot (pertinho de Talisay) 
      Secret beach 
       A Helicopter foi a primeira. A praia tem muitas pedras tanto na areia quanto na água. É um lugar que você aproveita mais para sentar e observar do que para nadar, mesmo assim há um ponto legal para snorkeling.

      Para esse passeio nosso grupo foi menor, o que tornou a experiência muito legal! Pelo o que soubemos, Talisay beach não é uma parada muito comum nesse tour, e é maravilhosa!! Quando chegamos na praia estávamos só nós e pudemos ficar mais tempo nela. 





       
      Em Hidden beach o barco também para um pouco mais longe, por isso tem que ir nadando até a praia. Conforme fica raso, torna-se difícil caminhar por causa das pedras e corais. Aqui a melhor alternativa é ir de colete pra garantir que consegue boiar, senão fica fácil machucar as pernas.  


       
      Nossa última parada foi na Secret Beach. Novamente você tem que ir nadando, mas aqui ao invés de ir direto pra areia, você vai até um buraco que existe na própria rocha e passa nadando por ele. Só lá dentro é possível ficar num lugar raso. Como no horário que fomos o mar já estava bastante agitado e mais difícil de nadar, optamos por não levar nada, nem a GoPro. Por isso não há fotos dela, mas garantimos que vale muito a pena!  
      Na volta tivemos um pequeno perrengue: um hélice do motor do barco quebrou! Ficamos parados um bom tempo até fazerem uma gambiarra rs. Andamos um pouco e logo parou novamente, até que da segunda vez deu certo e conseguimos chegar numa boa. 
       Por ser réveillon, muitos restaurantes iriam fechar mais cedo e outro fariam festas da virada (ai você pagava também um valor a mais). Como nosso quarto do hotel tinha sacada direto pra praia onde teria a queima de fogos, preferimos apenas garantir a janta e ver de lá mesmo. Fomos novamente no Altrové rs. Dessa vez pedimos 1 pizza, 1 fettuccine de camarão, taça de vinho, refrigerante e 1 cerveja; tudo por 1000 pesos.  
      Obs.: não há pagamento de 10% pelo atendimento, então a gorjeta (ou tips) fica por conta do cliente. Nas Filipinas procurávamos sempre deixar 100 pesos. Inclusive nos passeios.  
      Depois dos fogos já fomos dormir pois as 6h sairia nosso ferry boat. 
       
      DIA 12 (01/01) – Coron 
      Ferry boat para Coron pela empresa Montenegro: 3520 pesos (US$70) pagos pelo cartão de crédito no site da 12goasia + taxa de 20 pesos por pessoa paga no embarque. 
      Hospedagem: Aquilah Homestay – 10.160 pesos (US$202) por 4 noites. O café da manhã é pago a parte e por dia (reserva um dia antes), 150 pesos por pessoa.  
       Para ir ao pier, pegamos um triciclo por 50 pesos. Ao chegar lá você tem que trocar teu voucher pelo ticket (tem uma fila pra isso na área externa). Depois você entra na fila para pagar a taxa de embarque e receber um comprovante. Após isso nossas malas foram deixadas numa parede para que um cão farejasse. Só assim você entrega o que pretende despachar. Mochilas pequenas pode ir contigo (o espaço entre sua poltrona e a da frente é bom). No voucher e no e-mail de confirmação vem o aviso de que dentro do ferry é bem gelado. Então o ideal é levar uma coberta ou já ir de calça e casaco, pois são 4h de viagem. 
      Ao chegar em Coron tem vários triciclos disponíveis, então já pegamos um até nosso hotel (por 100 pesos ou US$2). A hospedagem foi perfeita desde o início: a família nos recebeu muito bem, o hotel é todo novo, limpo, tranquilo e confortável. Já aproveitamos o momento do check-in para darmos uma olhada nos tours que eles indicavam (tinham panfletos de algumas agências com as quais eles mesmos combinavam). Tínhamos visto que até 5000 pesos por um tour privado era aceitável (baseado em outros relatos). Fechamos o Ultimate por esse valor, mas para o dia seguinte, então falarei mais sobre ele depois. 
      Escolhemos tomar um café da manhã mais reforçado que valesse pelo almoço, então fomos no Tea and Shake. O lugar tem poucas mesas, você faz o pedido no balcão e já paga por lá mesmo; depois eles te servem na mesa. Importante dizer que no 1º dia do ano muitas coisas estavam fechadas lá, mas você encontrava alguns mercados e cafés abertos; à noite a cidade ganhou um pouco mais de vida. Pedimos 2 American breakfast por 400 pesos (US$8). Voltamos ao hotel para descansar durante a tarde já que não dormimos muito na noite passada. 
      A noite saímos pra dar uma volta e jantar no Blue Moon. Os pratos lá são individuais, mas beeem servidos. Pedimos um fish and chips, um burger, Mai Tai (drink) e 2 cervejas. Tudo por 1100 pesos.  
       
      DIA 13 (02/01) – Coron 
      Tour Ultimate  – PRIVADO: 5000 pesos (US$99,40) – transfer, taxas, almoço, snorkel, água e frutas inclusos. 
       O transfer que veio nos buscar era uma van com outras pessoas que fariam outros tour da mesma agência (desculpem, eu não anotei o nome dela). Nos levaram as 8h até o pier e nos indicaram qual seria nosso barco. Em Coron você não vai pela água como em El Nido, mas sim passando barco por barco (sempre tem alguém pra te ajudar). Além do guia, foram mais 3 rapazes para cozinhar, navegar e auxiliar nas atividades.  
      As paradas foram: 
      kayangan lake 
      Twin lagoon 
      Green lagoon 
      Coral garden 
      Cyc beach 
      Siete pecados (para snorkeling) 
       
      Primeira parada foi no Coral Garden, que é um ponto no mar para snorkeling. É mais fundo e os corais são enormes, é muito lindo! O guia mergulhou conosco e nos acompanhou. Em seguida, fizemos mais uma parada (não muito longe dali) para outro snorkeling lindo, em Siete Pecados. A visibilidade ali foi melhor ainda e com muita diversidade de corais e peixes.  



      Em seguida ficamos um tempo na Cyc beach. É uma praia de areia bem branca, com muita sombra natural. Alguns barcos param ali para preparar o almoço, mas tinha pouca gente. Aliás, todos as paradas foram muito tranquilas, demoramos pra sair de Coron (depois das 9:30) e acho que foi uma boa tática.  
      Nosso almoço foi na Green Lagoon. Pra mim, o lugar mais lindo! Comemos com calma, descansamos um pouco e nadamos.  


      De lá entramos na Twin Lagoon. O lugar é muito lindo, mas mesmo de colete eu fiquei com um pouco de medo hehe, talvez por não curtir muito águas tão profundas. Mas aproveitamos o lugar, vale a pena por ser maravilhoso, mesmo já tendo mais gente que as demais paradas. 
      Nos despedimos do passeio na Kayangan Lake. Depois de um tempo subindo, tem uma entrada à esquerda para o mirante. Vale muito a pena parar ali para admirar e tirar fotos. Na ida só tinha mais um casal ali, mas quando voltamos do lago tinha uma baita fila para a foto! 
      Depois você volta para a escadaria de onde veio e continua o caminho, agora descendo para de fato ver e nadar no lago Kayangan. Tem uma passarela de madeira por onde pode andar, ou sentar parar observar. Para entrar é obrigatório o uso do colete salva-vidas (tem várias placas já na entrada, para você não correr o risco de chegar lá sem o seu e não poder entrar). Tem alguns peixinhos lá, o que mais vimos foi o peixe-agulha; e o lugar é maravilhoso! 



      A noite, quando retornamos à Coron, saímos para jantar no Rosa’s Cantina. É um restaurante de comida mexicana e tem happy hour a partir das 17h (metade do preço nos drinks e em algumas cervejas). Pedimos tacos e quesadillas (são pratos separados, mas o tanto de comida que veio daria para 3 pessoas, tranquilamente), um drink e uma cerveja. A conta deu 1380 pesos (US$ 27,50).  
      Nessa noite precisávamos trocar mais um pouco de dinheiro para garantir os outros dias que tínhamos pela frente com tour, alimentação, etc. Achamos 3 casas de cambio, todas na rua do Blue Moon (onde jantamos na primeira noite), mas somente 1 tinha dinheiro. Fizemos bem em trocar quase tudo o que planejamos no aeroporto, porque se precisássemos de mais dinheiro em El Nido ou em Coron , ficaríamos na mão ou pegaríamos uma cotação ruim. Eu não me recordo o nome do lugar, na verdade era uma pequena venda com placa de EXCHANGE MONEY na frente (lá é assim, você faz cambio em mercados, farmácias e hoteis com o aviso). Para cada dólar conseguimos 48 pesos, lembrando que no aeroporto pegamos por 50,30.   
       
      DIA 14 (03/01) – Coron 
      Tour D (em grupo): 3400 pesos (US$67,60) – transfer, taxas, almoço, snorkel, água e frutas inclusos. Fechamos no hotel pela agência Calamian. 
       Antes de fechar, percebemos ao ver os panfletos que o tour D muda de empresa para empresa. Como a Malcapuya beach é a principal parada e é longe da cidade, eles compensam com mais 2 paradas em ilhas próximas. Nós escolhemos o seguinte itinerário: 
      Bulog dos Island 
      Banana island 
      Malcapuya beach 
       
      A primeira praia foi a Bulog dos island. Ela tem um “mirante” que é em cima de uma rocha, onde você sobe uma escadinha e tem uma vista linda, com algumas redes para deitar. Também tem uma segunda parte da praia que vale a pena visitar se quiser fazer snorkeling. E também porque é um lado mais sossegado. De toda forma, o tour D não me pareceu muito procurado, pois todas as nossas paradas estavam tranquilas. E vale muito a pena, pois as 3 praias que vimos são uma mais linda que a outra!  



       
      O segundo local foi já para nosso almoço, Banana island (ficamos entre 1 e 2 horas em cada praia). Essa acho que foi uma das praias mais “good vibes” que ficamos: cheia de coqueiros com rede, só tinha o pessoal do nosso barco, um cachorro bem lindo que era do dono do quiosque e AQUELE mar. Todo mundo aproveitou para tirar um cochilo ali hehe 


       
      E a última parada foi na famosa Malcapuya beach. Ali já tinha mais gente, mas como a praia é bem extensa, não fica a sensação de cheia. Tínhamos lido que é uma das praias mais lindas de Coron. Eu sinceramente não consegui, até agora, classificar alguma como tal. É uma decisão difícil haha. O mar ali tinha mais ondas do que as demais praias, mas não com aquela arrebentação; ainda assim era um mar tranquilo pra curtir. 

       

      De volta para Coron, fomos conhecer o Altrové de lá hahah sim, o lugar é bom. Mas lugar bom é o que não falta para comer em Coron, eu garanto. Pizza, fettuccine, vinho e cerveja: 1200 pesos (US$ 24).  De sobremesa comemos um gelato cada no Pedro’s: 2 sabores por 160 pesos. 

       
      DIA 15 (04/01) – Coron 
       Esse foi nosso último dia inteiro lá e, como sabíamos que a volta ao Brasil seria trash, resolvemos não fazer nenhum tour. Fomos andar melhor pela cidade, comprar lembrancinhas e descansar no hotel (a média da temperatura naqueles dias estava em 35 graus).  
      Como tomamos café da manhã mais tarde, só “almoçamos” um gelato hehe. Andamos bastante, compramos o que queríamos e voltamos ao hotel. 
       Saimos de novo no final do dia. Tomamos um drink cada no Coco bar. Nossa ideia era jantar por lá, mas quando pedimos o menu fomos informados que “talvez tivesse comida mais tardel”. Vai entender hehe. Uma pena, porque o lugar era bem legal, aconchegante e tocava reggae. Pagamos os 560 pesos (US$11,20) e saímos. Na esquina daquela mesma rua tem o Get Real. Um lugar bem legal também com muitas opções de comida: burgers, comida filipina, mexicana, porções... pedimos um trio de mini burger (vinham 3), uma margarita de tamarindo, cerveja e porção de nachos com chilli. Tudo por 1000 pesos (US$ 20).  
       
      DIA 16 (05/01) 
      Passagens Coron – Manila pela Cebu Pacific: 225 euros (compramos também no cartão pelo site da 12goasia, mas por algum motivo foi a única cobrada em euro). 
      A despedida
      Como nosso voo era as 14:40 e sabíamos que o aeroporto não era muito perto, pedimos um transfer em nosso hotel (agendamos na noite anterior). Saiu por 300 pesos (US$6) e uma van foi nos buscar. Tinham outras pessoas junto, de outros hoteis. Saímos 12:15 e deu tempo tranquilo, até porque nosso voo atrasou em 1 hora.  
      O aeroporto é bem pequeno, não tem muito o que explicar e nem como se perder. Tem 2 lugares dentro do embarque com opções de comida e bebida. Comemos 2 burgers, um refri e chocolate por 550 pesos (US$11).  
       A vista é linda la de cima, é um lugar que você curte até o fim mesmo. 

       
      Dessa vez chegamos no aeroporto de Manila num horário que tinha transfer gratuito entre os terminais. Depois que desembarcamos e pegamos nossa bagagem, nos dirigimos a uma salinha com a placa TERMINAL TRANSFER. Lá você apresenta sua passagem, fala o terminal que precisa ir e aguarda. Esperamos uns 45 minutos (mas pode levar até 1hora ou um pouco mais). Vieram nos chamar quando o ônibus chegou e nos acompanharam até ele lá fora: mas já adianto que é um loucura! Hehe encontramos o ônibus literalmente no meio de uma avenida, entre os carros. Nossa sorte era que só tínhamos mochilas nas costas. Mesmo os terminais não sendo muito distantes, há muito trânsito na cidade. Ainda mais final do dia. Então o mesmo trajeto que o taxi levou 10 minutos de madrugada, aqui levamos pelo menos meia hora. Por isso veja bem se tem todo esse tempo até seu próximo voo, pois nem estou contabilizando aqui o tempão que ficamos na fila do check-in e despache seguinte. O aeroporto lá costuma ser bem cheio sempre, principalmente os terminais internacionais. Se estiver com o tempo apertado, melhor opção ainda é o taxi. 
       
       Nosso voo estava marcado para 20:55 e além da conexão na Etiópia, tivemos uma escala de 1hora em Hong Kong.  
       Chegamos na Etiópia de manhã e com fome, pois não conseguimos comer no horário que foi servida a comida do avião. Agora lembram que no início do relato eu disse que só tem 1 restaurante (dividido em 2 ambientes, por isso parece dois, mas é o mesmo) e ele é caro? Pois bem, nesse dia descobrimos o QUÃO CARO. Vou resumir: 1 American breakfast com suco + um omelete com torradas e suco = 35 DÓLARES sim! Em nossa conversão pagamos cerca de 150 reais num fucking café da manhã. Podíamos ter comprado chocolate no duty free pra economizar? Sim, mas estávamos famintos e não vimos outra saída por lá, tínhamos uma longa jornada com comida de avião que já estava nos enjoando
       
      É isso! Obrigada pela paciência de quem leu até o fim, espero ter ajudado em algo. Seja pelo o que fizemos ou pelo o que poderíamos ter feito diferente. Uma coisa é certa: valeu a pena cada segundo e temos muita vontade em voltar! 
      Dúvidas, podem nos procurar pelos contatos que deixei no início. Ou pelos comentários aqui também! 
    • Por Tadeu Pereira
      Salve Salve Mochileiros! 
      Segue o relato do mochilão realizado no Sudeste da Ásia em 2018 batizado de The Spice Boys and the Girl.
       
      1º Dia: Partida - 04/11/18 - 19h05min - São Paulo x Madrid - Empresa AirChina - R$3.680,00 Reais
           Partimos do Aeroporto de Guarulhos - GRU em São Paulo por volta das 19:30 do dia 04 de Novembro de 2018, fizemos um check-in tranquilo com a empresa AirChina e embarcamos para nossas primeiras 9 horas de vôo até Madrid na Espanha onde fizemos conexão. O vôo foi bem tranquilo, até conseguimos dormir, porém a comida do avião não é das melhores mas acabei comendo assim mesmo e já começava ali a sentir o cheiro e o gosto da Ásia hahahahah. Chegamos em Madrid na Espanha por volta das 5:00am e fizemos uma conexão de 3 horas, deu tempo de dar uma volta no Free Shop, banheiro, comer alguma coisa (caríssima), fazer os procedimentos burocráticos e embarcar novamente pois teríamos a China ainda pela frente.
       
       
      2º Dia: Partida - 04/11/18 - 8h15min - Madrid x Pequim - Empresa AirChina
           Chegamos em Pequim ainda de madrugada com uma temperatura de 7º, quem se deu bem foi quem ficou com as cobertinhas que a empresa AirChina empresta para as pessoas no avião, pois não esperávamos passar tanto frio no aeroporto da China como passamos naquela conexão rss. Assim que descemos do avião caminhamos um longo caminho até os terminais eletrônicos onde se inicia os procedimentos burocráticos de conexão da China. Finalizamos depois de alguns minutos os procedimentos e dormimos um pouco em bancos do aeroporto sendo acordados e presenteados por um lindo nascer do sol no Aeroporto de Beijing. Procedimentos concluídos no Aeroporto de Beijing partimos para o nosso tão desejado e esperado destino final daquela cansativa viagem de aproximadamente 23 horas, a capital da Tailândia, a grandiosa Banguecoque.  
       
      3º Dia: Chegada - 06/11/18 - 15h15min - Pequim x Banguecoque - Tailândia (Taxi ฿1.000 Baht, Chip ฿600,00 Baht, Hostel ฿340,00 Baht)
           Chegamos por volta das 15:00 pelo horário local, fizemos os procedimentos de imigração, primeiro o health control depois na fila de imigração, carimbamos nossos passaportes, pegamos nossas mochilas e pronto, lá estávamos livres para explorar Banguecoque. Trocamos $100,00 dólares  no aeroporto com um câmbio de $1,00 dólar = ฿31,60 baht, depois compramos um chip para o telefone por ฿600,00 baht com 6 Gigas por um período de 30 dias e chamamos um Graab, como se fosse o Uber no Brasil, onde pegamos na parte superior do Aeroporto Internacional Suvarnabhumi por ฿400,00 baht em torno de R$40,00 reais que nos levou em 30 minutos até o nosso hostel, o The Mixx Hostel. Ficamos hospedados na rua Ram Buttri que fica do lado da rua mais famosa de Banguecoque, a Kaoh San Road onde rola a grande noite da cidade, uma ótima opção para mochileiros. Muita comida típica e exótica boa e barata, cervejas baratas, diversos bares, baladas, artistas de rua, drogas, sexo e tudo que uma bela noite de Banguecoque pode te oferecer pra se divertir. Vale a pena conferir! Na hospedagem pagamos por dois dias ฿340,00 baht, ficamos em um quarto com quatro camas/beliche, ar condicionado, banheiro compartilhado e café da manhã incluso, o hostel é simples mas atende as necessidades com uma ótima localização.
       

           Conhecemos alguns templos na capital, alguns fomos a pé mesmo pois são muito próximos um do outro. Wat Pho (Buda reclinado), Wat Saket (Monte dourado) e Wat Arun (Templo do amanhecer). A cidade é bem frenética mas andar a pé pelas suas ruas foi uma bela escolha. caminhamos muito por essas ruas, muito das vezes sem um rumo certo, mas logo nos achávamos pelo google maps. A cada esquina que se vira na Tailândia você vê uma foto do rei. Embora o já tenha falecido, o povo Thai tem muito respeito pelo rei Bhumibol Adulyadej que morreu em Outubro de 2016 com 88 anos de idade após 70 anos no poder que hoje tem como rei o seu filho Maha Vajiralongkorn.       
            
           
           
        
       


       

           A culinária asiática é muito exótica, a cada comida que você experimenta é uma surpresa de sabores. Experimentei o famoso prato típico de rua tailandesa Pad Thai, uma espécie de macarrão de arroz frito com frutos do mar ou carne de porco ou de frango, acompanhado de castanhas com pimenta que custa em média ฿100,00 Baths e se encontra em todo lugar da Tailândia, experimentei também o Thai Mango Sticky Rice, uma sobremesa tradicional tailandesa feita de arroz glutinoso, manga fresca e leite de coco, ambos baratos e deliciosos, mas existem uma infinidades de comidas para serem saboreadas na Tailândia.   
       
        
           Ficamos 3 dias na capital Banguecoque e além de conhecer templos tentamos entrar na rotina das pessoas locais. No terceiro dia para chegar em um templo tivemos que pegar um transporte público BTS Skytrain no rio Chao Phraya. Passamos por alguns pontos e depois retornamos até chegar no templo Wat Arun. As passagens são muito baratas, pagamos por volta de ฿80,00 baths tanto ida quanto volta, então vale muito mais a pena o tour por conta e ainda tivemos uma vista maravilhosa totalmente diferente da cidade vista pelo rio.  

       
                Ficamos no templo Wat Arun até fechar por volta das 19:00pm, depois fomos de barco pelo rio Chao Phraya até o porto que da acesso ao grande mercado Asiatique, um maravilhoso complexo de lojas e restaurantes, um verdadeiro shopping ao céu aberto localizado às margens do rio Chao Phraya situado nas antigas docas de uma empresa que realizava comércio na região portuária no século passado. Em função da sua localização e história, seu layout é temático e apresenta uma decoração especial com tema inspirado no reinado do Rei Chulalongkorn (1868-1910) e na atividade marítima. Ficamos umas boas horas comendo, bebendo e curtindo o local, depois pegamos um táxi por ฿200,00 baht para o hostel pois no outro dia logo de manhã tínhamos o nosso vôo para as belas praias da Tailândia. 
       

            Assim que chegamos no hostel deixamos reservado nosso táxi para o aeroporto Don Mueang - DMK por ฿400,00 baht pois sairíamos bem cedo para o aeroporto. Acordamos por volta das 5:00am da manhã e o táxi já estava nos esperando na porta do hostel no horário combinado, após 30 minutos chegamos no aeroporto. Partiu praias... 

       
      6º Dia: Praia - 09/11/18 - 7h25min - Banguecoque x Krabi x Ao Nang - Empresa Air Asia - R$148,00 Reais
       
      (((((Continua no próximo post)))))
       
       
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    • Por Juds
      Olá!
      Estarei de férias na Tailândia de 21/01 a 07/02/2020.
      Procuro por dicas e companhias de viagem, pois algumas trilhas e festas são sempre mais seguras acompanhada.
      Estou finalizando meu roteiro interno. A princípio de Bangkok irei para o sul e depois subirei para o norte (publico assim que fechar, por enquanto estou com flexibilidade).
      Sou bem eclética, vou tirar uns dias para descansar em praias menos movimentadas, mas também vou dedicar alguns dias para festas e passeios noturnos.
       
      Alguém por lá nesse período?

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