Ir para conteúdo
  • Faça parte da nossa comunidade! 

    Encontre companhia para viajar, compartilhe dicas e relatos, faça perguntas e ajude outros viajantes! 

abc121212

Muralha da china +Tailândia +Vietnã + Camboja + Malásia + Filipinas + Singapura sem inglês

Posts Recomendados

Em 04/04/2018 em 08:40, Bre Ramos disse:

To curiosa pra saber quanto custou toda essa viagem..

hahha pra falar a vdd eu não sei bem qto ficou.rsrsr mas entre 10/15k ... da pra economizar mais

  • Gostei! 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Em 06/04/2018 em 03:29, Tadeu Pereira disse:

@guilhermemg12 Farei Tailândia, Camboja, Laos, Vietnã em Novembro por 30 dias... obrigado pelas dicas nos relatos... aguardando os próximos capítulos... 

que bacana cara que está curtindo! queria ter ido para o Laos, só que meu roteiro já estava bem apertado, tive que tirar! de uma olhada nas chuvas no vietina, pq tem alguns lugares que tem chuva nessa época...

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

12º Dia

Bom, esse dia tirei para ir nos templos, e já era dia 23 de dezembro! Por se tratar de um pais de maioria budista, não se via praticamente nada de enfeites de nata...Nessa altura da viagem, já estava totalmente por fora de datas e nem sabia mais que dia da semana era, estava apenas vivendo o momento sem nada para preocupar... bom seria se pudéssemos sempre viver assim..rsrs

Antes da viagem, havia feito vários cronogramas do que fazer em BKK, ( na vdd a gente faz os roteiros e chega na hora vê tanta coisa nova q acaba nem seguindo tudo.rsrs). como de costume, tinha já o mapa em off-line baixado no celular, após tomar café na 7/11, já fui para o templo mais próximo de onde eu estava e cair no  WAT PHO, a entrada custa se não me engano uns 50bt

 Snapseed_5.thumb.jpg.6ecf80a8aedebb7aee1f2e46abe5e268.jpg

 Snapseed_2.thumb.jpg.62050b975cc305497d23a5cb2c188230.jpg

IMG_8693.thumb.jpg.dd7632917140ed5493874277f129cd4b.jpg

Snapseed_4.thumb.jpg.fd0d3d9fabdc47d26161172e4bd9aff7.jpg

Logo em seguida peguei um farry (custa muito barato, acho que é uns 5 centavos e não dura nem 5m a travessia) para ir no templo Wat Arun que fica do outro lado da margem do rio... dizem que esse templo é lindo para ver no pôr do sol. Nesse templo eu tive a sorte de verem os sacerdotes cantando uma espécie de mantra, fiquei com medo de filmar, mas acabei filmando um pouco de longe.. Muito bacana, apesar não ter ideia do que estavam falando.

IMG_8716.thumb.jpg.99d2f6da7a94518b9e137b0e7b44d998.jpg

IMG_5419.thumb.JPG.b89742614b3c3d09d269c1389e6b394f.JPG

Snapseed.thumb.jpg.f99ac76a39449abbb668a5099e652135.jpg

Snapseed_7.thumb.JPG.236036ab84dc48b72967eb7a9d38229f.JPG

-Depois de visitar esses dois templos confesso que já deu uma canseira, pq  o sol estava bem quente nesse dia, segui em direção para o próximo templo o The Grand Palace, considerado o principal da Tailândia. Acontece que estava extremamente lotado, a entrada estava igual quando vc vai pegar o busão no fim do trabalho. Então, acabei desistindo hahaha... estava com fome e o sol estava muito quente, havia comprado um saquinho de mangas fresca pelos vendedores ambulantes pelo caminho.

-Fui em direção ao hostel, mas algo me chamou muito a atenção de longe. Uns monumentos que brilhavam igual ouro, mas tinha muitas arvores tampando. A curiosidade bateu mais forte que acabei indo. Se tratava de onde ocorreu cremação do Rei da Tailândia depois de um ano de luto. Como a entrada era grátis, resolvi entrar. O custo total do altar foi de 90 milhões de dólares e demorou 10 meses para ficar pronto!

IMG_8718.thumb.jpg.281587a74cbb908530983408eff53bb3.jpg

O antigo Rei da Tailândia é muito querido pelo povo. Qualquer ofensa feita a ele, poderá leva-lo a cadeia. Então muito cuidado ao falar sobre ele.

Snapseed_1.thumb.jpg.f4bcec285a896b5135c9d8464041200e.jpg

Snapseed_3.thumb.jpg.1d3dd46e335a2b0b75cb9a1a556b3825.jpg

Snapseed_6.thumb.JPG.295c5979fc3350ecf55845cb557c9183.JPG

Depois da visita resolvi voltar para o hostel, acho que era umas 2 da tarde. Comi em algum lugar pelo caminho mesmo, não lembro oq, pra variar....rsrs

Depois de tomar um banho e descansar um pouco resolvi ir explorar a agitada Bangcoc. Fui para a região dos shoppings em Siam. Fui andando mesmo para poder ir explorando a região com calma... nossa cansei, nesse dia andei por volta de uns 17km hahahha. Os shoppings são bem modernos e tem tudo... vi iphone x  por lá, com preço melhor que o brasil, mas não estava disposto a comprar não heheh...fui só para olhar mesmo, mas acabei comprando alguns shorts de praia que estavam com bom preço.

Pelo caminho tinha uma feirinha de rua com muitas opções tb, e muita comida local, foi onde eu comprei um sorvete de coco natural dentro do coco! Nossa, melhor sorvete da vida!!!! Ainda mais no calor que estava. Não deixem de experimentar!

Já de volta para o hostel, tinha um grupo de brasileiras por lá, galera bem animada. Fui para a kao san pra tomar uma de leve. Lá é uma loucura, a rua dos mochileiros... muitos bares, massagens na rua, onde acabei fazendo pois como andei o dia todo e foi a melhor coisa que fiz! Cara é tipo ter um orgasmo essas massagens hahahahah

 

13º dia

Nesse dia iria sair desse hostel e voltar para o que ficava perto do aeroporto pois no outro dia iria pegar mais um voo cedo.

-nesse dia voltei pela kao san na parte da manhã d novo pois queria comprar algumas tranqueiras.rs.. dava para ter ido nos templos que não visitei no dia anterior, mas a preguiça não estava cooperando. Fiquei na região mesmo perambulando até dá a hora de fechar o hostel e ir para o outro. Ainda fiquei conversando com o grupo brazuca um pouco e depois Fui de Grab para o novo hostel perto do aeroporto.

- nesse dia eu iria à noite na região RCA significa Royal City Avenue. É a rua das danceterias e clubes. Só que meu voo no outro dia era as 7h. achei melhor sossegar um pouco... resumindo esse foi um dia perdido.

 

Continua...

  obs: as fotos perdem muita qualidade por aqui.. já postei algumas no insta uaiguimg e ainda falta muitas para serem postadas...

  • Gostei! 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
Em 16/04/2018 em 19:19, Sony Acioli disse:

O fato de ñ falar o inglês ( meu caso ) ? Mt duro ? 

então, se eu tivesse inglês curtiria mais pelo fato de poder interagir facilmente com as pessoas... mas se seu medo é a falta do ingles, não pense duas vezes e se joga!!! baixa um google tradutor off-line e boa viagem..hahah

  • Gostei! 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

14º dia.

Nesse dia fui cedo para o aeroporto pois o avião sairia as 7:00. Rumo a Hanói capital do Vietnã. Fiz um lanche rápido pelo caminho mesmo em uma 7/11 (no aeroporto tem uma tb).

- na hora do check in a atendente exigiu um comprovante de saída do Vietnã, como já tinha o voo de volta com a mesma cia, só mostrar sem grandes problemas. Nesse embarque tb foi pesado minhas mochilas e tinham incríveis 6k hahha... nisso fui com as blusas de frio na mão é claro. E uma bolsa estilo saco que estava a gopro, carregadores essas coisas que ajuda a diminuir o peso.

*obs: Brasileiros precisam de visto para entrar no Vietnã. Sendo possível tirar no brasil através da embaixada que fica em Brasília, o processo parece tranquilo, mas se vc não mora lá acho que fica mais caro. Outra forma de tirar é em alguma outra embaixada, muitos tiram em bkk quando estão por lá, demora uns 3 dias úteis, se for sua opção programasse.

Eu escolhi tirar na hora da chegada no aeroporto, sendo só possível se não me engano entrando no pais pelos aeroportos de Hanói e Saigon. Porem é necessário uma “cartão convite”, alguns hosteis, passeios oferecem essa carta, bom certificar com o seu. No meu caso eu utilizei uma que alguém disponibilizou nos grupos http://visadovietnam5usd.com/ custa 5 dólares, e eles te enviam um formulário via e-mail e vc já leva preenchido no dia da chegada vc a mostra e paga a taxa do visto, sim, tem que pagar mais, se não me engano foi 25 dólares (leve sempre trocado os dólares)  mais foto 4x6 (eu levei 4x3 e aceitaram de boa).

-confesso que foi a entrada que mais fiquei meio receoso sem nenhum motivo específico, não sei se são os históricos de guerras ou o grande numero de militares no aeroporto, mas fiquei com um leve medo ao entrar no pais. Mas para minha felicidade não teve nada demais na entrada. Cheguei, apresentei a carta e uma delas estava sem preencher, me deram outra lá na hora e preenchi na hora sem grandes problemas depois a entreguei junto com o dinheiro e passaporte e fiquei aguardando até aparecer meu nome no monitor e estar liberado. O visto vem pregado no passaporte bem bacana.

- Para sair do aeroporto eu havia cotado o transfer pelo hostel mas achei meio caro 20us, já que não vi nenhuma informações sobre transporte público, alguém no grupo havia falado que tinha pegado o grab (uber asiático) para sair do aeroporto e foi o que fiz já que no aeroporto tb tem wifi grátis. Troquei alguns dólares na moeda local, acho que uns 50 dólares e fui para o hostel.

- a viagem do aeroporto ao hostel foi tranquila, percebi que o ceu estava bem cinzento e não nublado logo imaginei que seria poluição, tentei conversar com o motorista, mas ele não falava inglês tb. Hahaha fui apenas admirando as paisagens que diga de passagem não eram nada bonitas hahah.

IMG_9407.thumb.jpg.6552a44c7345d3c9cd5e390a089f054b.jpg

-cheguei no hostel  Old Quarter View Hanoi, de longe um dos melhores hosteis que fiquei, muito bom, fiquei com quarto de 4 camas com banheiro dentro. Como cheguei cedo, deixei a mochila por lá e fui explorar a cidade. Um caos a cidade, com aquelas centenas de motos passando, os chapéu tipo deles, gente que não acabava mais.

Snapseed.thumb.jpg.63891c8be5bba0eeef4a17ce6391529f.jpgSnapseed_5.thumb.jpg.bd5dbd1ac0d148bc4c63b07013217ccc.jpg

-cara, a cidade não tinha beleza, tudo muito cinza, sem cor, não havia muito beleza por ali, mas foi uma das cidades que mais me encantou! Eu andava por todo canto sem que as pessoas ficassem me abordando oferecendo tudo por ser turista. Simplesmente as pessoas viviam a vida deles como se vc não estivesse ali.

-nesse dia fui em alguns pontos turísticos perto do hostel mesmo, como o pais é católico tb, havia alguns enfeites de Natal, mas nada tão exuberantes... fui na catedral de pedra e em outros lugares por lá e a noite essa foi minha ceia hahahha

hanoi.thumb.jpg.a207b71eff130c74f2a0ac012892f25d.jpg

15º dia

-Minha ida para o Vietnã era exclusivamente para conhecer o halong bay que está localizada a 160km de Hanói, no norte do pais. Declarada Patrimônio Mundial da UNESCO, Halong Bay está presente na lista das 7 Maravilhas da Natureza. Com cerca de 1.969 ilhotas de calcário que se elevam das águas, é a mais conhecida baía do dragões.

-Pois bem, ao pesquisar vi que tinha alguns cruzeiros por lá na faixa de 80 a 120us por pessoa para 1 noite e 2 dias com tudo incluso. Era o que eu iria fazer até então, acontece que a Fernanda não conseguiu ir para o Vietnã por conta do visto, enfim, tinha que me virar.

- Tinha visto que existia passeios de bate e volta de hanoi a halong no mesmo dia por 35 a 70us. Eu havia desanimado de passar a noite no barco, tipo fiquei imagino como seria essa noite, já que estaria frio, sem net, tv e sem poder muito interagir com o restante do pessoal por faltar da fluência em inglês. Acabei optando pelo bate e volta mesmo e não me arrependi, no capote estava incluso o transfer, almoço, caíque e volta.

- fechei o passeio no próprio hostel, não quis ficar rodando pela cidade procurando por mais baratos, mas acredito que consiga pagar valores melhores, eu optei por um de 60 us por indicação do hostel (obviamente o mais caro rsrs já que tinha de 40 e 50 us tb..)

16º dia

-No outro dia a van veio pegar o pessoal no hostel com um pequeno atraso umas 8:30, fomos até halong em uma viagem de umas 4h. no início da viagem já é servido o almoço no barco. O barco é muito bom, o próprio guia que acomodava o povo nas mesas para o almoço, como eu estava sozinho fiquei com uma família do Paquistão, a mulher estava sentada aí o guia pediu para eu sentar do lado dela o marido falando em árabe e eu nem precisava entender árabe para saber que ele não gostou da esposa do lado de outro homem, mais do que de pressa a fez mudar de lugar e sentou ao meu lado. Hahahha ele falou alguma coisa em inglês comigo, mas n entendi muito pedi desculpas e falei que meu inglês era ruim, mas ele quis continuar conversando perguntou de onde eu era foi nítido a felicidade dele em conhecer um brasileiro a primeira coisa que falou foi churrasco não sei pq ou simplesmente não entendi o pq mesmo hahahah

IMG_9451.thumb.jpg.1305381756d623f92fd6557578f28d17.jpgIMG_9452.thumb.jpg.507998c662ecf50129ef1b74da1207ed.jpg

IMG_0066.thumb.jpg.6e56e511569b7ab1810cfab30599984d.jpg

- O passeio começou logo em seguida pela baia dos dragões, estava bem frio nesse dia, já que era inverno nesse ano por lá, a vista já era incrível mesmo um pouco nublado, com sol então deve ficar ainda mais lindo.

IMG_9454.thumb.jpg.af992eef20e18a6478d5b4f2f020664b.jpgIMG_9455.thumb.jpg.36e1ebb8299e51c8a621d322ce92e283.jpgSnapseed_1.thumb.jpg.a674abc27b86ab8fd66c8732a20c9306.jpg

Snapseed_2.thumb.jpg.14bdf0d7485f2e7dca54ef4dcd620224.jpg

- em um momento paramos para andar de caíque quem quisesse, e o medo de cair na agua já que estava bem gelada hahah... um dos motivos que optei pelo tour de um dia era o fato de estar frio e não poderia entrar na agua, logo ficar 2 dias ali só dentro do barco não me pareceria muito bacana.

Snapseed_6.thumb.jpg.6185389f6168f89dba30aba796fba51f.jpgIMG_0172.thumb.JPG.e76ca66602f76894b4a70eecd4431331.JPG

-depois de algumas horas navegando paramos em outro lugar onde havia uma caverna muito bacana, o efeito das luzes a deixa ainda mais bonita...

Snapseed_3.thumb.jpg.97c26004d5d216e1555d3a1794f99669.jpg

Snapseed_4.thumb.jpg.e062628bb2f8ca28ffe3b0dc30a713c0.jpg

 

-depois de horas navegando, cheguei já tarde no hostel. Como não havia reservado esse dia no hostel tive que mudar de quarto para um de 10 camas, esse foi tenso, toda hora entrava alguém, mas nada que atrapalhasse

17 º dia

-no outro dia amanheceu chovendo para minha felicidade, ainda bem que não fechei o passeio de dois dias, pensa ficar no barco na chuva não seria legal. Não iria ficar no hostel por conta da chuva, então comprei uma sombrinha por lá mesmo e fui rodar, cai em um shopping gigante e acabei passando umas boas horas por ali.. em virtude da chuva acabei molhando bem minha calça jens, a única que havia levado hahaha... então sai à noite para procurar alguma para comprar de moleton.

-depois de muito rodar, achei uma calça que gostei muito da Nike, nem precisa dizer q era falsificada hahah uns 20 reais. Nessa calça jeans que havia levado, havia pregado uma doleira na barra para esconder dinheiro nela, já que não é bom deixar todo dinheiro em um só lugar, havia deixado uma nota de 100 dolares dentro, já que havia comprado outra calça, resolvi tirar a noite e deixa-la secando pendurada na cama. No outro dia arrumei e fui para o aeroporto de grab novamente, no meio do caminho lembro da calça... :/ já era...ficou para trás, minha calça preferida, mas não voltaria por ela heheh só se não tivesse tirado meus 100us que graças a deus eu o peguei!

-queria muito ter ido em outros destinos no Vietnã, mas pela época de inverno no norte tive que deixar sapa de fora, onde tem os arrozais nas montanhas, queria muito ter ido. Outro lugar que gostaria de ter ido era em Hoi na, na parte central do pais, região muito turística, por lá era período de chuva nessa época. Então quando forem preparar o roteiro, atente-se a isso, que o clima é diferente em cada região do pais.

 

Continua.....

Insta: uaiguimg caso tenha duvidas

  • Gostei! 2

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Fala Galera, dei uma sumida! Já estou a todo vapor pela nova trip que farei fim do ano novamente! huuuhuuuu

Ah, o Instagram permitiu repostar os storys antigos...então tem alguns da viagem, quiser dar uma olhada.. uaiguilhermee

 

17° DIA

-Quando descobri que iria passar o réveillon na Tailândia, fui procurar oq tinha de melhor para fazer por lá. Dai a primeira busca que aparece é a FULL MOON PARTY, comecei a ver os vídeos no youtube e decidi! É para lá que eu vou!

-Mas quanto mais procurava a respeito, mais dúvidas surgia se valia a pena ou não ir para full. pq muitos relatos falavam pontos bem negativos por lá, como: super lotação, sem estrutura, muita drogas, sem banheiros e por ai vai. Bom, nada disso estava me desanimando, exceto pelas acomodações, hosteis só aceitavam diárias acima de 5 dias e os hotéis um absurdo de caro!

- Com isso, me fez abrir a possibilidade de passar em outro lugar que não fosse por lá, uma possibilidade seria PhiPhi, mas como eu chegaria por lá, não iria rolar. Como na Ásia praticamente não se comemora o ano novo em virtude da religião, só em alguns lugares que tem alguma comemoração, mas nada grandioso, fazem apenas em virtude dos turistas. Então minhas opções basicamente eram: Singapura – um dos lugares mais caro da Ásia, mas é considerado um dos 10 melhores réveillon do mundo, até interessei, grande queimas de fogos na marina bay e tals, mas não teria aquela agitação que eu buscava.

HongKong – outra opção, que tb se comemora o Ano novo (mais para turistas) grande queimas de fogos e tals, mas tb não teria muita agitação..haha

Filipinas – Boracay, esse tinha a agitação que eu queria, mas não estava sendo fácil encaixar no roteiro.

- Bom, no fundo eu queria passar o Réveillon na FULL mesmo🤩, não tinha jeito, coloquei na cabeça, então seria lá mesmo. Nisso a Fernanda já tinha combinado de passarmos o réveillon juntos. Como as hospedagem se esgotam logo, recomendo garantir uma acomodação quanto antes, foi oq fizemos, alugamos um quarto triplo no Coral Bungalows que ficava uns 10 minutos da festa na praia de  Haad Rin em Koh Phagan.

- vamos lá, para chegar na ilha de koh phagan não foi nada fácil, por ser final de ano tudo estava caro e com poucas opções, e olha que reservei tudo com a maior antecedência possível! Voltei para Bangcoc do Vietnã chegando as 11h da manhã e pegaria o próximo voo para Surat Thani as 17h, voo com um pouco mais de 1h e meia de duração. Como chegaria já a noite, preferir dormir por lá mesmo. Ou seja, esse dia foi todo perdido. ah, como não tinha nada para fazer por lá, fiz uma massagem lá perto, sem orr, foi uma lady boy que me atendeu..hahah eu já havia falado que não falava inglês direito, mas ela quando descobriu q eu era do brasil danou um converseiro de uma tal de sara jogadora de volei da qual não fazia ideia de quem era 🙄 pegou um tablet e ficou colocando video de jogo para eu ver e estava tão interessado 😵

* Para chega na festa: existe voos de bkk – Koh samui a maior ilha do Golfo da Tailândia, e de lá pega um barco que dura menos de 20m e já estará lá, a opção mais fácil, porem a mais cara tb...

*transfer de busão de bkk até surat + farry, mais barato e mais cansativo

* tem opção que utilizei, avião de bkk – surat + farry

OBS: Os Farry saem as 10h -12h -15h, e duram umas 2:30h +- comprei tudo na hora, no próprio hostel em surat, uns 700b que foi van + farry

 

18º DIA

Nesse dia peguei o primeiro horário do farry para ir para Koh Phagan, o percurso da cidade até o porto onde saem as balsas não é perto, cerca de 1:30h. logo sai do hostel umas 7h e cheguei no porto, mostrei o ticket e o cara colou um adesivo na minha roupa e embarquei.

- O mar estava bem agitado, pois peguei um pouco de chuva, mas coisa rápido, mesmo sem sol, estava lindo o mar, bem azul turquesa, o barco é muito grande, tb levam carros e tals.. tem uma lojinha de conveniência por lá...

- Chegando no porto, vai ter um monte de gente oferecendo transfer... tudo tabelado, como estava com cara de chover, nem pechinchei, peguei um que já estava saindo, se não me engano por 100b e deixa praticamente no hotel. E a Fernanda já estava me esperando por lá, já que chegou um dia antes.

- cheguei no hotel e já fui explorar a ilha com a Fernanda, e passamos o dia na praia, Já a noite tinha um pool party no próprio hotel, ficamos por lá

IMG_6480.thumb.PNG.8dd01672f9ad4bb7ae2b8f5143e60061.PNGIMG_0505.thumb.JPG.3c4eaa52f2a506f12ef903f1af7a2d41.JPG

 

- No outro dia pegamos um passeio no próprio hotel, que nem lembro qual foi, sei que explorava toda ilha praticamente, não sei pq, mas n passei bem com esse passeio, era tipo uma caminhonete com bancos atrás e coberta em cima, mas aberto nos lados, tipo safari, n sei se era pq as ruas eram muita subida e descida, mas fiquei bem enjoado, algo que nunca tive, nem avião, barcos e fui ter logo em carro..bizarro! Fora isso tudo bem.. o passeio passava pelas melhores prias, cachoeira, elefantes e no final no mirante.

IMG_0382.thumb.jpeg.8a483217b4f2f43b66ab58aab68013a2.jpeg

IMG_4470.thumb.jpeg.1b42d6e8dc091660886bd47e57904971.jpeg

IMG_0521.thumb.jpeg.9e82bae0e6a9807a8e5151f30d5e5fc5.jpeg

IMG_0498.thumb.jpg.2003b3a728541139ea09c77c0c46fdd3.jpg

**** Essa parte da história foi a mais sinistra, lembram que falei que havíamos reservado um hotel para 3? Então, nessas vidas de grupos de whatsapp conhecemos o 3 integrante que ficaria conosco. Combinamos tudo, me passou o dinheiro adiantado, tudo certinho, acontece que no dia que ele chegaria na ilha não chegou.

-Bom, depois que chegamos desse passeio, havia um recado colado na porta pedindo para procurar a recepção. Um só olhou para a cara do outro e falou é FULANO... Dito e certo, ao chegar lá, o pessoal da recepção perguntou se a terceira pessoa que chegaria era fulano, nos confirmamos e a pessoa falou que a polícia havia ligado, falando q fulando foi pego com drogas, sem dinheiro e muito bêbado, mas cheio de informações desconexas, uma fora falava que foi drogas, outras bêbado, não sabiam direito explicar e que havia perdido o celular tb...

- Mandei mensagem para ele, e não chegou nada, nisso um dia anterior, ele havia mandando um monte de fotos para mim fora de contexto, umas fotos mais nada a ver, já pensei que deveria estar bêbado, a Fernanda e eu não sabíamos oq fazer, já que a recepcionista disse que o pessoal voltaria a ligar.

- Com isso voltamos para o quarto, tomamos banho, e comemos no próprio hotel (o restaurante desse hotel foi ótimo, vários pratos e com preços justo). A noite iriamos encontrar com uma amiga da Fernanda na praia onde acontece a full, chegamos lá, e rapidinho lotou tudo compramos bebidas a parte e bebemos muito nesse dia! Ou seja, queimamos a largada, serio, cheguei muito ruim no hotel ao ponto de ir rastejando pelas escadas hahahah, lembro de mim mexendo com todo mundo que via na rua kkkkk que vergonha. Isso tudo um dia antes do réveillon e já tinha valido a pena ter ido para koh phagan.

-O esquema de Hadd Hin é o mesmo praticamente de phiphi, com vários bares rolando músicas, só que eu preferi hadd hin do que phiphi, achei a vibe mais minha cara, mais jovens e mais animação, não sei se foi o fato de ter bebido igual uma égua né hahah

-No outro dia acordamos mortos, a Fernanda só a ressaca já havia vomitado (fraca haha) e eu apesar da ressaca estava de boa...não queria comer nada, parecia que havia comido o mundo. O tempo estava bom, então resolvemos ficar na piscina do hotel e tomando coca ( coca ajuda demais na ressaca).

-Depois fomos comprar algo para passar o Réveillon, já tinha muitas lojinhas, tintas, tattoos, e como eu havia levado o mínimo de roupas possível, tratei de comprar um look p réveillon hahha. Votamos p hotel, e fomos na recepção para tentar informação do FULANO. Ai que confirmaram que ele havia sido preso com drogas e tals em krabi do outro lado da Tailândia, região de phiphi. Não podia fazer muita coisa, pois nem sabia onde ele estava de fato, nisso soltei o caso nos grupos de whtas caso alguém estivesse na região para tentar algum contato. Não restou outra opção senão eu tentar encontrar a família dele pelo insta e facebook. Achei o Facebook dele, e fui caçar alguém certo para jogar a bomba, tinha um cara que sempre comentava as coisas dele e parecia bem próximo, o abordei e o perguntei oq ele era de fulano, acertei logo no irmão, já era mais velho e tals, perguntei se ele tinha notícia, ai ele falou q estava dias sem contato com fuluno e que estavam todos muitos preocupados, se eu soubesse de alguma coisa q pelo amor de deus falasse. Depois de ouvir tudo, já fui falando para ele, olha não vou fazer rodeio, vou contar tudo... falei tudo que a gente sabia e infelizmente soltei a bomba no colo dele, a final não poderia fazer muita coisa. Fiquei com um aperto no coração, mas antes eles saberem oq aconteceu do que ficar sem noticias nenhuma. Passei todas as informações, inclusive da mulher do consulado do brasil por lá, que não ajudou em nada. O irmão falou que não foi a primeira vez que ele apronta, logo já estão acostumados, triste isso na família...

-Bom, passado isso, fomos para full, estava extremamente lotadoooo! Diferente do dia anterior, havia como se fosse uma entrada e tinha q pgar 100 ou 10b não lembro ao certo. Por isso a fila estava gigante, todo mundo espremido tentando entrar. E as horas? Já era mais de 23h e estávamos longe da entrada ainda!

- Enfim entramos, e fomos tentar achar o grupo de brasileiros que contatamos pelo grupo de whatsapp... como estava lotado demoramos achar, e nisso deu meia noite vi uns 5 foguetes e pronto, acabou kkkkkkk confesso que achei bem bosta!!!kkkk . depois descobrimos que havia um letreiro todo enfeitado e tals no lado oposto que ficamos, pq qdo entramos viramos a direita, e o ponto era para esquerda, mas ta bom.

IMG_6481.thumb.PNG.bd164d507ee8fe5742a43821363b94ee.PNG

IMG_6482.thumb.jpg.b88d3ff13590a14e5e11e573b126d265.jpg

IMG_0507.thumb.jpeg.662edae85eb6ad39184de74bf4a23959.jpeg

IMG_6483.thumb.jpg.3ee4df6d698a1c4a9435fb03b8d3592d.jpg

-Cara foi o melhor réveillon da minha vida! Bebemos moderadamente dessa vez hjahah, pegamos um pouco de chuva (acho que choveu, ou foi na outra noite haha), fizemos amizades com todo mundo... foi uma vibe incrível! Todo mundo se enturmava e quando assustava estávamos em uma rodinha dançando com pessoas de várias nacionalidades diferentes. Ficamos até o sol nascer até 7h da manhã e se deixasse ficaria mais tempo ainda. Hahah foi tudo incrível e faria novamente!

-Depois que voltamos para o hotel, dormi pouca coisa e já iria embora, pois meu voo de surat para o próximo destino sairia muito cedo, peguei o ultimo ferry( fechei no próprio hotel um dia antes indo para o aeroporto farry + van) , 3h da tarde rumo a surat novamente, estava lotado de gente bêbada e morta na ressaca hahah.

19º DIA

-Passei a noite no mesmo hostel, nesse dia tinha uma tailandesa por lá, que estava de férias, estava indo para koh samui no outro dia. Foi muito bacana conversar com ela, jantamos juntos, ela era do norte de chiang may, sabe aquelas pessoas de alma pura? Então, era ela, passamos horas conversando, isso com todas as dificuldades devido eu não ser fluente em inglês, volta e meia eu usava o tradutor hahha, mas a conversa fluiu muito, ela trabalhava em uma reserva de elefantes por lá e tiram apenas 1 semana de férias por ano! Gzuisss

 

- bom, queria ter feito tanta coisa por lá, mas o tempo estava meio fechado então não arriscamos a ir em ko tao, dizem que lá é incrível, um dos lugares mais barato para fazer curso de mergulho no mundo e tem grande diversidade marinha. O ruim de fazer um roteiro corrido é por isso, infelizmente temos que sacrificar alguns destinos incríveis que está do nosso lado por falta de tempo.

 IMG_6484.thumb.jpg.79eb645cfba55492ad6238b4f82b642b.jpg

OBS: A Full Moon Party, acontece em todas as luas cheias, e recebe milhares de mochileiros em Koh Phagan exclusivamente para a festa da Lua cheia. É uma espécie de confraternização mundial de jovens turistas, que dançam e curtem a festa até que a Lua se despeça. A festa acontece na praia de  Haad Rin em Koh Phagan.

 bom, duvidas elogios ou sugestões só da um alô no instagram uaiguilhermee  hahah

  • Obrigad@! 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Participe da conversa!

Você pode ajudar esse viajante agora e se cadastrar depois. Se você tem uma conta,clique aqui para fazer o login.

Visitante
Responder

×   Você colou conteúdo com formatação.   Remover formatação

  Apenas 75 emoticons no total são permitidos.

×   Seu link foi automaticamente incorporado.   Mostrar como link

×   Seu conteúdo anterior foi restaurado.   Limpar o editor

×   Não é possível colar imagens diretamente. Carregar ou inserir imagens do URL.


  • Conteúdo Similar

    • Por arielbrothers
      Depois de muitos pedidos e muita procrastinação, eu e minha esposa resolvemos começar a publicar os relatos das nossas viagens. Para isso criamos um blog num formato meio que de diário, contando o dia-a-dia das nossas viagens pelo mundo sempre só com uma mochila nas costas e pouca grana.
      Para quem quiser acessar nosso blog, vai aqui o link: http://arielbrothers.wixsite.com/osmochilinhas
      De qualquer forma, pretendemos publicar nossas histórias aqui também no site dos mochileiros, site este que sempre nos ajudou nos nossos planejamentos. Dessa forma, queremos dar também nossa retribuição para ajudar outros viajantes e incentivar as pessoas a viajar, mostrando que é possível sim conhecer outros países gastando pouco e até menos do que gastaríamos se ficássemos este mesmo período no Brasil.
      Nosso primeiro relato é de uma viagem que fizemos de 35 dias pelo sudeste asiático, nossa primeira viagem para fora do continente. A viagem foi em 2016, sendo assim, há muitas informações que devem ser atualizadas por quem quiser se inspirar em nosso roteiro. Ainda estamos em processo de montagem do blog, por isso, vamos ir postando aos poucos o nosso itinerário, inclusive, no fim de cada cidade/país, pretendo fazer um resumão com mapas e dicas mais práticas dos locais e meios de transporte utilizados.
      SUDESTE ASIÁTICO 1º Dia - Chegando em Bangkok (04/11/2016)
       
      Chegamos em Bangkok por volta das 3h da tarde. Entre imigração, banheiro e trocar um pouco de dinheiro no aeroporto, fomos sair de lá umas 16h30. Aqui já vai uma dica: Antes de passar na imigração é necessário preencher uma outra ficha que não a de imigração e passar no "Health Control" para apresentar a carteira de vacinação contra a febre amarela. No dia que chegamos tinha uma filinha ali, principalmente porque tinha um suíço que não sabia falar inglês (e muito menos tailandês), e a tiazinha no guichê tentava achar alguém que falasse a língua dele para ajudar enquanto gritava para o mesmo: "complete! complete!". O aeroporto Suvarnabhumi é imenso e lindo, todo coberto com uma cobertura (dã) abobadada que lembra muito o Estádio Beira-Rio aqui em Porto Alegre.
        Aeroporto Suvarnabhumi, o principal aeroporto de Bangkok e um dos maiores da Ásia Fomos para o hostel de metrô, é claro, a forma mais barata de sair do aeroporto rumo a cidade. Depois de uma baldeação, chegamos a estação Hua Lamphong por voltas das 17h. Estação esta que dá de frente para a Estação de trens de mesmo nome: Hua Lamphong, a principal estação de Bangkok e onde depois pegaríamos nosso trem em direção à Ayutthaya e Chiang Mai.
      Primeira coisa a fazer, passamos no prédio em frente a estação retirar nossos tíquetes de trem de Ayutthaya para Chiang Mai, comprados com antecedência junto a uma agência de turismo pela internet por garantia devido à época que estávamos visitando, o Festival das Lanternas de Chiang Mai. Depois, antes de seguirmos para nosso hostel, a Juju estava morrendo de fome, por isso fomos logo provar nossa primeira comida de rua na Tailândia. Na primeira venda que enxergamos, ao lado da saída da estação de metrô, pedimos para uma tiazinha, com a ajuda de outra que estava na fila que falava inglês, o mesmo que um outro casal estava comendo (já que não tínhamos ideia do que a tia servia ou o nome das comidas). Para nossa surpresa era uma sopa que mais tarde descobriríamos ser o famoso Tom Yum (muito bom por sinal). A tiazinha nos cobrou ali, aleatoriamente 50 baths (o equivalente a 5 reais), ainda disse que o normal era 40 mas que o nosso era "especial" (será?), por isso mais caro. Desde cedo então descobrimos a gentileza e o carisma dos tailandeses, tanto da tia vendendo o lanche, quanto a tia da fila que nos ajudou, quanto aos demais na mesa improvisada que perguntaram se estávamos gostando da comida, todos muito simpáticos! Ainda improvisei um aroi (gostoso em tailandês) para responde-los, o que os desarmou ainda mais conosco.
      Devidamente alimentados, seguimos para o hostel, a pouco mais de 800 metros dali, costeando um afluente do rio Chao Phraya, o principal rio que cruza a cidade e que é utilizado pela população entre outros, como meio de locomoção. No caminho diversos templos budistas muito bonitos, tuk-tuks e 7elevens (para quem não sabe, 7eleven é uma franquia de lojas de conveniências muito presente mundo afora, sendo que a Tailândia e o Japão são os países que mais possuem lojas desta franquia).
        Espalhados pelas ruas há vários cartazes informando como se deve respeitar o budismo e a figura do Buda. Acha que os turistas respeitam isso? Chegamos no hostel Oldtown e de cara seria um dos melhores hostels, se não o melhor, que ficamos em toda a viagem pela Ásia. Quartos limpos, camas extremamente confortáveis, área comum enorme com jogos, geladeiras, banheiros gigantes também, entrada nos andares com cartão, tudo perfeito, e ainda por cima, pelo preço de 12 reais por pessoa por dia (hoje deve estar mais caro), um dos mais baratos que já ficamos.
        Quarto de 8 pessoas do Oldtown hostel Nos acomodamos num quarto com 8 pessoas e, como sempre, com a adrenalina a mil por recém chegar num lugar diferente, já saímos pela rua para explorar, sem dar a mínima para as mais de 30 horas de voo nas costas ou para o fuso-horário (o que se revelaria uma tremenda burrice mais tarde...).
      Saímos já a noite, em direção a China Town de Bangkok, que fica pertinho do hostel. Aliás, a escolha do mesmo foi justamente por isso. Além de estar perto da estação de trem, onde teríamos que pegar o trem dias depois cedo da manhã, a noite na China Town é uma das melhores da cidade, menos turística que a famosa Khao San Road. Além disso o hostel fica praticamente do lado de uma estação de barco, o que permitiria também ir facilmente (e barato) até o bairro antigo da cidade, onde fica o Grand Palace e o Wat Pho, principais atrações da Tailândia.
      No caminho para a China Town, entramos pela primeira vez num 7 eleven, e foi nosso primeiro choque econômico da viagem. Tudo muito barato! Protetor solar, shampoo, água, comidas, salgadinhos, cervejas... um absurdo! Se já estávamos animados com tudo que vivenciávamos até o momento, ficamos mais ainda. Compramos nossa primeira cerveja Singha (a melhor de todas junto com a Chang) e seguimos, passando pelo  arco chinês e adentrando a rua Yaowarat, a principal da China Town.



      Salgadinhos exóticos e baratos do 7eleven; Cerveja Singha, a melhor da Tailândia, Arco Chinês que dá acesso à China Town.
      Com aquela adrenalina e vontade de desbravar já mencionada, seguimos através das ruas lotadas de barraquinhas de rua e gente, letreiros chineses em neon e enfeites bem característicos de uma China Town. Paramos então para comer o que mais de exótico achássemos e pedimos um espetinho de polvo, o qual foi servido mergulhado numa sacola com um tempero que nós né, tipo: "estou na Tailândia quero provar tudo" pedimos para incluir. Não preciso dizer que aquele tempero era apimentado que é um diabo, e nos fez sofrer para comer aquilo ali (mas comemos tudo!).



      Saboreando um espetinho de polvo de nome impronunciável, conforme se vê no cartaz
      Demos mais uma volta pela rua e fomos parados por um grupo de adolescentes que, ou queriam treinar seu inglês, ou estavam fazendo um trabalho para o colégio, pois fizeram umas perguntas para nós sobre o que achávamos da Tailândia e anotavam as respostas num caderno. Muito simpáticos também (como todos tailandeses que conhecemos). Depois entramos num restaurante/lancheria e pedimos mais uma comida exótica, uma massa tipo yakissoba com bolinhos de frutos do mar, porém essa, mais apimentada ainda que a comida anterior, não conseguimos comer toda.
      Fomos conhecer então as ruas transversais, que também possuem um comércio vasto. Numa delas, vimos uma grande (e estranha) movimentação próxima de um caminhão que descarregava alguma coisa para algumas lojas. Fomos conferir e era um caminhão vendendo calçados muito baratos! A Juju achou uma pantufa do Totoro que custava algo em torno de 90 baths se não me engano (9 reais) e comprou-se então o primeiro souvenir da viagem.
        China Town de Bangkok Antes de voltar para o hostel, ainda ficamos ali observando mais um pouco a vida noturna da região e tivemos mais um choque cultural (que se tornaria natural ao decorrer da viagem). Descobrimos que as louças das barraquinhas de rua não são descartáveis, são todos lavados em uns baldes de higiene duvidosa, sem água corrente. Além disso, descobrimos a convivência pacífica entre os vendedores de rua e os ratos (que pareciam gatos de tão grandes). Um dos vendedores inclusive observava um rato se mexer perto dele e ria. Descobriríamos mais tarde que o Brasil é um dos países "mais higiênicos" do mundo.
      Já de volta ao hostel, esperando a Juju tomar banho, acabei conhecendo na área comum um canadense que estava no nosso quarto e que queria se enturmar a qualquer preço. Me contou que estava nas praias, curtindo muito: "So much party" (frase que depois virou um meme interno) mas teve que vir para a capital para tomar remédios anti rábica por um mês pois levou uma mordida de um macaco na Monkey Island (imagino como deve ter importunado o bichinho). Depois ele tentou puxar papo com um russo que também estava no nosso quarto (o que não deu muito certo), e depois saiu tentando conversar com qualquer coisa que esbarrasse no seu caminho.
      Depois que a Juju voltou para o quarto é que paguei o preço de não ter respeitado o tal de "Jet Lag". Vomitei as tripas, dentro do quarto mesmo, inclusive pingando um pouco nas coisas de um suíço que estava no beliche ao lado (por sorte não tinha ninguém no quarto naquele momento). A Juju rapidamente pegou um pano num armário que tinha no corredor e limpou tudo, mas continuei vomitando até altas horas da madrugada. Com enjoo, dor de cabeça e náuseas, comecei a tomar tudo que é remédio: Dramim, plasil, paracetamol, etc. Enquanto a Juju tranquilona, ficou mais um tempinho lá na área comum apreciando umas Singhas. Continuei vomitando até que consegui dormir, porém no meio da madrugada acordei com uma dor insuportável na barriga, tentei dormir de novo mas não conseguia, até que resolvi tomar um remédio para gases e fui no banheiro onde fiquei por algumas horas, até que, enfim, aliviou as dores e consegui dormir. Fica a lição, respeitar o corpo e não comer nada pesado nem se agitar muito recém chegando depois de 30 horas de voo num fuso horário de 10 horas de diferença.
       
    • Por Lele Rech
      Oi pessoal!! 
      Vou fazer aqui meu relato de 20 dias na Tailândia 🤗🤗 
      Estou fazendo esse "diário" durante a viagem… pois se deixo pro final acabo não fazendo…
       
      Vim sozinha e organizei tudo por conta…
       
      Nao sei se vou conseguir anexar fotos aqui mas estou postando tudo no instagram @aleleviajando 
       
      Sobre os gastos, não sou uma pessoa faz as contas da viagem direitinho, mas vou tentar ir relatando mais ou menos o quanto gastei 😊
       
      Data: Saída do Brasil 12/02, retorno programado para 03/03! Na Tailândia efetivamente terei 17 dias inteiros! 
       
      Passagem: peguei uma promoção pela air china por 690 dólares uns 2 meses antes da viagem… pesquisei pela Skyscanner e comprei diteto no site deles...10 dias antes da viagem minha passagem foi cancelada em função do corona vírus! 😫😫😫 pensei em desistir de tudo pois achei q seria impossível encontrar uma nova passagem… mas encontrei de última hora na Etihad por R$ 4,200 … pesquisei pela skyscanner e comprei pela submarino viagens ( que estava vendendo por menos que a própria empresa aerea) 🤷… foi bem mais cara que a da Air China, mas ainda considerei "sorte" por ter sido comprada em cima da hora! 
       
      Seguro Viagem: faço sempre naquele site "segurospromo" usando cupom de desconto das blogueiras! Gastei 189 reais pros meus 20 dias !
       
      Dinheiro: importante levar dólares ou euros! Difícil trocar reais aqui! Dei esse azar também que na semana anterior a viagem o dólares deu uma disparada… chegou a 4,56… trouxe comigo 700 dólares e cartão de crédito! 
       
      Mala: vim só com uma mochila de 34 litros! Fui bem econômica na bagagem… biquinis, vestidos, shorts e blusas… uma calça comprida e uma jaqueta que vim usando no voo... de calçado só uma havaiana, uma sandália dessas de trilha ( pra mim substitui o tenis), e uma Melissa mais bonitinha... Uma saia longa e umas camisetas com manga pois vou precisar para os templos! Trouxe liquidos em frasquinhos!! Minha mochila ficou com 8 kg! Como sou meio compradeira talvez na volta eu comprei mais uma mochila e despache a maior! 
       
      Roteiro: Bom… Tailândia e proximidades tem muuuuuita coisa… com certeza merece uns 3 meses de viagem! Como eu gosto de ficar bastante tempo em cada lugar e fazer as coisas bem com calma resolvi fazer só Tailândia e focar mais em Bangkok e nas praias! Vou deixar o norte da Tailândia pra uma próxima… acabei deixando o meu roteiro mais ou menos pronto antes de ir com alguns dias livres pra decidir aqui! Conheci vaarios gringos aqui que deixar pra reservar tudo de ultima hora… não sabem pra onde vão no dia seguinte… eu já prefiro sair do Brasil com as coisas mais ou menos planejadas! Fiz as reservas de hoteis/hostel pelo booking.com… acabei fazendo uma pelo hostel world e me arrependi… booking por enquanto não me deu problemas! 
       
      Bom… agora vamos à viagem… no próximo post! 
    • Por mrlaalm
      Relato Tailândia e Filipinas (16 dias) 
       E-mail para dúvidas: [email protected] 
      Ou no instagram: @mrlaalm / @luizion__ 
       
      Olá!  
      Do dia 20/12/19 a 05/01/20, eu e meu noivo fizemos uma viagem pela Tailândia e Filipinas. 
      Antes de detalhar, vou resumir em tópicos algumas informações que julgo importantes de início: 
       
      GASTOS 
      A maioria vou passar em dólar e moeda local (THB e Peso Filipino), exceto as passagens principais de ida e volta (saindo de SP), essas passarei em real.  
      Nosso estilo de viagem não é low cost, mas também não temos luxo. Então já adianto que pode ser uma viagem mais barata ou muito mais cara do que fizemos. Outra coisa é que gostamos de fazer passeios com mais calma, tirando dias ou períodos de descanso. Mesmo que isso nos custe abrir mão de alguns locais, preferimos ver menos e aproveitar onde estamos. 
      Total gasto para 2 pessoas (contando com lembrancinhas e demais gastos que não serão relevantes para todo mundo): 
      US$ 2050,00 (hospedagem, alimentação , transportes, passeios, presentes, lavanderia, gorjetas...) 
      R$ 9000,00 (SP-BANGKOK / MANILA-SP) com bagagem e taxas 
      R$ 631,70 (JOINVILLE / SP) ida e volta com 1 bagagem despachada 
      R$ 342,00 (seguro viagem pela AssistMed) 
      US$ 1126 (passagens internas) itinerário e empresas serão detalhados 
      Aproximadamente R$ 11.600 por adulto (contando dólar a 4,20) 
       
      Trocamos dólares no Brasil, pois a maioria dos estabelecimentos nos dois destinos não aceitam cartão. Pegamos a alta da moeda, nossa média foi R$4,34. 
      As passagens para transitar pelo Sudeste Asiático compramos no site 12goasia.com pelo cartão de crédito. 
       
      DOCUMENTAÇÃO  
      Além do passaporte, brasileiros precisam apenas do Certificado Internacional de Vacinação contra febre amarela (lembrar de tomar a vacina pelo menos 10 dias antes da viagem).  Emitimos na hora num posto de saúde de nossa cidade, mas tem como imprimi-lo pelo site. Mais informações sobre: http://portal.anvisa.gov.br/certificado-internacional-de-vacinacao-ou-profilaxia 
      É a única exigida, mas é bom estar com tudo em dia e ter conhecimento que nas Filipinas há muitos casos de sarampo também. 
       
      OUTRAS DICAS 
      Leve um bom repelente contra mosquitos da malária, febre amarela/dengue... Compramos o Exposis Extreme gastando uns 50 reais. Usamos todos os dias nos horários mais críticos e ainda sobrou 1/3. 
      Levamos remédios básicos para estômago, intestino, rinite...não há dificuldades em compra-los, mas se precisar com certa urgência ou se está mais acostumado com algum específico, é melhor já te-lo. Se usar algum remédio controlado, tem algumas regras quanto a tradução de receita e armazenamento. É bom pesquisar sobre. 
      A comida na Tailândia é MUITO apimentada. Então uma boa palavra para se aprender é MAI PHED. Ainda terá pimenta hehe, mas beeem menos. 
      Muito importante ter a sapatilha de mergulho! Quase todas as praias tem muitas pedras. As agências dos passeios oferecem o aluguel, mas se tiver que pagar todo dia não compensa, é melhor comprar.  
      Outra coisa que vai precisar é de uma dry bag para levar tuas coisas nos passeios de praia. Dependendo da hora do dia ou da velocidade do barco, molha bastante. Além de que, na maior parte das vezes, o barco ancora bem antes da areia e você tem que nadar ou andar com água na cintura até chegar na praia. Compramos duas la e pagamos algo em torno de US$10 a US$15 cada. 
      Em todos os lugares que ficamos na Tailândia tinha 7Eleven. É uma rede de mercados onde você encontra muitas opções de comida, bebida, produtos de higiene e beleza. É uma ótima opção pra comprar snacks ou até mesmo pra uma refeição mais econômica e rápida. 
      Enquanto estávamos na Tailandia, 3 dias antes de embarcar para Manila, o segundo tufão de dezembro se formou no mar de lá. Isso é bastante comum ali, então o melhor jeito de se informar sobre é acompanhando a meteorologia oficial pelo site http://www.pagasa.dost.gov.ph  
       
      VOO DE IDA 
      Embarcamos em Guarulhos a 1 da manhã do dia 20/12 pela Ethiopian Airlines. Foram 11h até Addis Ababa com conexão de pouco mais de 3h lá, e depois mais 8h de voo para Bangkok. Na Etiópia a diferença de fuso para o Brasil são de +6h e na Tailândia +10h. Portanto, chegamos dia 21/12 as 13:30 horário de Bangkok. 
      Durante o planejamento lemos comentários ruins sobre o Aeroporto de Addis Ababa, mas sinceramente, achei um aeroporto comum, bem sinalizado com placas e limpo. A comida lá é cara por ter só 1 grande restaurante. Mas se você está afim de gastar no Dutyfree, lá é o lugar rs. Diferença bem grande de preço se comparado com demais aeroportos que passamos. 
       
       DIA 1 (21/12) – Bangkok 
      Hospedagem: Chingcha Hotel - US$ 99,40 por 3 noites 
       
      Pouco antes da descida, é entregue no avião o Arrival Card para preencher com dados pessoais, renda anual, motivo da viagem, etc. Ele é frente e verso e deve ser entregue junto com seu passaporte na Imigração. Antes disso, ao chegar no Aeroporto Internacional de Suvarnabhumi, você precisa seguir as placas até o Health Control. Pegue um formulário no balcão, preencha frente e verso (aqui é importante ter sua própria caneta) e entre na fila. Aqui serão conferidos passaporte, certificado de vacinação e esse formulário. 
      Só depois você segue para a Imigração. Lá precisa entregar seu passaporte e aquele Arrival Card preenchido no avião. Há uma lateral destacável desse cartão que eles devolverão a você. Guarde-o porque quando sair da Tailândia precisa entrega-lo. A perda do mesmo tem multa. 
      Para ajudar no preenchimento, deem uma lida nesse blog: https://www.eduardo-monica.com/new-blog/aeroporto-bangkok-imigracao 
      Aqui os detalhes estão bem explicados! 
      Na área de desembarque há um grande painel onde você pode procurar seu voo e descobrir em qual esteira retirar sua bagagem despachada. Saímos do desembarque e descemos 2 andares para trocar dinheiro na SuperRich, onde tinha a melhor cotação (US$1 = 30 baht). Depois só voltamos 1 andar para comprar o chip. Escolhemos a AIS com 9GB de internet + 100baht para ligações por US$10. Eles configuram tudo pra você já sair usando.  
      Como nosso hotel ficava próximo a Khao San Road, pegamos  o ShuttleBus S1 a US$2 por pessoa. Você tem acesso à ele saindo do aeroporto pelo mesmo andar das casas de câmbio. Fica junto com taxis e demais ônibus/vans.  
      No terraço do hotel funciona um bar a noite (de manhã o café é servido lá também). Como já era final do dia e estávamos muitos cansados, só subimos para jantar e tomar uma cerveja por US$15,60 
       
       
       
      DIA 2 (22/12) – Bangkok 
      De manhã fomos ao Grand Palace. Compramos o ticket na hora mesmo, mas você pode comprar antecipadamente pelo site. Pagamos 1000 baht (US$33) e, apesar de MUITO cheio, não ficamos nem 5 minutos na fila. Não é uma atração baratinha, mas te dá direito aos templos, uma exibição teatral e acesso a um museu interno. Reserve no mínimo 2:30 para a visitação só dos templos, pois o local é grande. 


      Atenção para um “golpe” bem comum e que tentaram conosco. Algumas pessoas te abordam nas ruas ao redor do Grand Palace dizendo que o mesmo está fechado, que é melhor você pegar um tuk tuk e ir até outro templo, etc. Assim ganham uma grana com a corrida ou com a venda de algum produto no caminho. A questão é que o Grand Palace fecha em pouquíssimos dias no ano (talvez uns 3), e você pode se informar no calendário oficial deles no site. Mesmo sabendo que essas pessoas não te farão mal, é uma enganação e é importante estar atento para não perder tempo e dinheiro indo em lugares que não queria ou não tinha planejado. 
      No quarteirão seguinte ao nosso hotel, tinha um restaurante de esquina muito frequentado por locais: Kope Hya Tai Kee. E foi lá que almoçamos para experimentar pratos mais tradicionais. 

      Você faz o pedido, pagamento e também a retirada dos pratos no balcão. Na mesa eles só te servem o Menu. Nossos pratos com bebida deu 318 baht (US$10,60) 
      Final do dia fomos conhecer a famosa Khao San Road! E que loucura é aquela rua; uma mistura de cheiros, barulhos, pessoas...muito legal! Não estávamos com muita fome, então só sentamos num dos barzinhos com mesa na calçada, tomamos duas cervejas e comemos uma porção de bruschettas com espinafre, queijo e um molho agridoce. Depois experimentamos escorpião, larva e grilo. Tudo deu US$18. 
       
       
      DIA 3 (23/12) – Ayutthaya  
      Quando chegamos no hotel, fechamos com uma agência que eles recomendavam o passeio até Ayutthaya (capital do antigo Reino de Sião). O tour custou para nós 1500 baht (US$50), saindo as 7h e voltando as 15h (1hora o trajeto de van). Incluía a visitação dos principais templos, com guia em inglês e almoço. 




      Existe a possibilidade de fazer por conta, pegar um trem, se hospedar lá, fazer o trajeto de bicicleta, enfim, muitas opções. O que importa é conhecer o lugar! Vale muito a pena e é algo essencial no roteiro. 
       
      DIA 4 (24/12) – Ao Nang 
      Passagens Bangkok – Krabi pela Thai Lion Air: 1995,00 baht ou US$66,50 (aproximadamente). Com 1 bagagem despachada  
      Hospedagem: Rooms Republic Hotel – US$ 127 por 3 noites 
      Tour 7 islands com empresa Lucky (encaminhado pela Franci do blogvoa): 2600 baht (US$ 86,60) - incluso transfer, taxas ambientais, frutas, água, jantar, snorkel e colete salva-vidas. As taxas variam de 200 a 400 baht por pessoa (tabelado). 
      Como nosso voo era muito cedo para Krabi, pegamos ainda de madrugada um GRAB do hotel em Bangkok até o Aeroporto Don Mueang. O trajeto levou uns 35 minutos (sem trânsito) e custou 355 baht. Foi o único momento que usamos o app de transporte, porque fizemos tudo a pé na cidade, mas é bom já ir com ele instalado no celular caso precise.  
      Ao chegar em Krabi, logo que sai do desembarque tem opções de shuttle para várias regiões.  Como nos hospedamos em Ao Nang, pegamos uma van coletiva que custou US$10 para os dois. Eles organizam as saídas por hotel, então te deixam na porta.  
      Como chegamos muito cedo, ainda não tinham um quarto livre. Mas pudemos deixar nossas bagagens lá e sair pra tomar um café da manhã no S&D Restaurant. Tínhamos o tour 7 Islands agendado para o mesmo dia. Esse agendamento foi feito com a Franci do @blogvoa. Ela é brasileira e oferece passeios coletivos e privados, além de serviços como transfer aeroporto/hotel. Ela tem uma parceria com o PhiphiBrazuca, outra empresa de brasileiros, mas que atende quem se hospeda em Phi Phi. No caso dos passeios saindo de Ao Nang, você faz com pessoas de diversas nacionalidades, o que eu acho até mais interessante. Fechamos dois passeios com ela, mas direcionados à duas empresas diferentes. 
      Para esse dia, a empresa Lucky foi nos buscar no hotel e levar até o pier de onde saía o longtail. De início houve bastante confusão, tinha mais gente do que o possível. Nosso longtail tinha 26 pessoas! Conclusão: mal saía do lugar, o motor tinha fumaça demais deixando todos meio preocupados. É uma prática até comum num lugar TÃO turístico, mas já adianto que depende exclusivamente da empresa. Vimos vários longtails em nossas paradas com menos gente, com o número correto de pessoas. No decorrer do passeio (la pela terceira parada), redistribuíram algumas pessoas com outro barco e ficou melhor (e mais seguro).  
      Sobre o passeio: vale muito a pena, pois para em lugares lindos! É das 14h as 20h e as paradas são: 
      Poda Island 
      Chicken island 
      Tup 
      Mor 
      Ma 
      Phra Nang 
      Ponto para nado com plânctons (a noite) 


       

       
      DIA 5 (25/12) – Railay Beach
      O dia anterior foi bastante cansativo, então tivemos uma programação mais light. Após o café da manhã pegamos um longtail para Railay Beach. Você pode adquirir o ticket de ida e volta na Cooperativa de Serviços e Barcos (mapa). Custou 400 baht para nós dois e o último horário pra volta é 17h. Porém, há quem fique até mais tarde pra ver o por do sol de lá, mas pra isso é melhor já deixar combinado com algum barqueiro (custa um pouco mais, só não sei informar o quanto). 

        
      A praia é mesmo linda! Bastante sombra natural e, pela manhã, fica melhor de nadar (e de observar) pois ao meio-dia a maré é baixa, ficando com muitas pedras a mostra e mudando bastante o cenário. O centrinho é muito legal, com muitas opções de bares, restaurantes e lojas. Se tivéssemos mais tempo disponível pra viagem, teríamos nos hospedado pelo menos 1 noite por lá.  

      Almoçamos no Flame Tree Restaurant pad thai e cerveja, custando 480 baht (US$16). 
       A noite, já de volta às proximidades do hotel, jantamos no King Kitchen. É um restaurante que serve tanto comida tailandesa quanto indiana. Existem cardápios separados. Ficamos na thai food mesmo e, nossos pratos com cerveja deram 390 baht (US$13). A cerveja que tomávamos era a Chang. Experimentamos a Leo também, mas não curtimos muito. Para os brasileiros é importante saber que não tomará cerveja trincando de gelada como aqui, rs.  
       
       
      DIA 6 (26/12) – Ao Nang 
      Passeio Phi Phi Islands com empresa Nang An (encaminhado pela Franci): 3600 baht (US$120) - incluso transfer, taxas ambientais, frutas, água, jantar, snorkel e colete salva-vidas. 
       
      Para realizar esse passeio saindo de Ao Nang, é preciso ser de speedboat por causa da distância. A empresa foi nos buscar no hotel e nos levou até um pier deles mesmo. Foi o passeio mais organizado e lindo que fizemos! Durou um pouco mais de 6 horas e as paradas foram: 
      Maya Bay (ainda está fechada e a informação que tivemos lá é que permanecerá assim pelo menos nos próximos 2 anos). 
      Loh Samah Bay 
      Pileh Lagoon (paramos para nadar) 
      Monkey Bay (não descemos do barco. Não entendi se a empresa não compactuava com o contato direto com os macacos, ou se recentemente foi proibido descer) 
      Viking Cave 
      Phi Phi Don (parada para almoço)
      Bamboo Island (1 hora) 
      Não recomendamos fazer esses passeios (principalmente em grupo) no dia que você tem um deslocamento para outra cidade em seguida, porque sempre há atrasos. 





       
      Não comentei antes mas, por todos os lugares que passamos conseguimos lavar roupas em lavanderias. Todas elas tinham a opção de pegar no dia seguinte ou express (mesmo dia). Não pedíamos para passar (custo adicional), então o valor da lavagem/secagem variava entre 40 e 70 baht/kg. Nos hoteis é um pouco mais, algo em torno de 100 baht. 
      Estávamos bastante enjoados da comida e até das opções salgadas da 7Eleven, ai fomos procurar um lanche, uma massa...as opções em Ao Nang para comida italiana, por exemplo, são muito caras. Mas fast food lá também é! Gastamos neste dia US$20 em dois combos do Burger King.
        
      DIA 7 (27/12) – Phuket 
      Transfer particular de Ao Nang p/ Phuket: 2700 baht (US$90 – pela empresa KrabiShuttle) 
      Visita ao Santuário de Elefantes: 5000 baht (US$166 – Elephant Jungle Sanctuary) – doação, transfer e almoço inclusos. 
      Hospedagem: Baan Sailom Hotel – 2935 baht ou US$97 por 1 noite 
       
      Esse foi o dia que mais gastamos, de fato. Queríamos muito ir nesse santuário de elefantes por ser um dos primeiros no país (é o mesmo que muitos vão em Chang Mai). Como só teríamos a tarde do dia 27 antes de ir para Filipinas e os ferrys saindo de Ao Nang não chegariam a tempo, decidimos contratar um transfer particular até nosso hotel que ficava na praia de Karon. Fizemos isso pelo próprio site da empresa https://krabishuttle.com 
      Saímos 6:30 de Ao Nang e fizemos a viagem de 3h. O hotel já tinha quarto disponível, então conseguimos dar entrada. Como o transfer para o santuário seria entre 11:30 e 12h, apenas comemos um croissant com chá gelado (cada) no Doi Chaang Coffee. Custou US$11. 
      O trajeto até o santuário (contando com o tempo de pegar as demais pessoas) durou uns 40 minutos. Ao chegar, nos reunimos para receber explicações sobre a história do lugar, do compromisso deles para com os elefantes, como funciona o dia-a-dia e quais eram as regras sobre como, onde e a frequência que poderíamos tocar nos animais. Acho que isso durou cerca de 1 hora. A primeira atividade foi alimenta-los com melancia e bananas, mas antes, é preciso lavar as mãos para não ter resíduos de protetor solar, senão eles não comem por causa do cheiro. Obs: levamos a GoPro para registros nossos, mas eles tem um fotógrafo que publica no facebook deles as fotos do dia. 


       
      aí fomos para a lama com eles! As vezes um cansava no meio do caminho e resolvia ficar deitado por lá mesmo haha mas depois podíamos lava-los com água limpa (e nos limpar também). Mesmo depois dessa etapa, fomos tomar uma ducha, então é bom levar sua toalha e uma troca de roupa (além da de banho). Eles nos mostraram o trabalho que fazem com as fibras expelidas nas fezes dos elefantes; elas são tratadas e prensadas a ponto de virarem papel. E há lojas que compram deles envelopes feitos lá mesmo! Final do dia, todo mundo com fome, e enquanto nossa comida não ficava pronta, tivemos uma breve aula de culinária: ensinaram a fazer a papaya salad e o pad thai!  

       Nossa interação com eles foi rápida, menos demorada do que as demais atividades e conversas sobre o local. Por um lado achei isso muito interessante, pois ao longo do dia, não interferimos tanto na rotina deles (existem dois horários de visitação). Afinal, o objetivo ali não é estressar o elefante. Achei que valeu muito a pena. Nossa curiosidade sobre esses animais com os quais não temos muito contato é natural, mas ela tem que ser suprida de forma saudável. Há uma forte conscientização ali sobre não fazer passeios de montaria ou que você veja que o animal claramente foi treinado para fazer determinada coisa. Para que isso aconteça eles apanham e sofrem muito!  
      Voltamos a tempo de ver o pôr-do-sol em Karon Beach. A praia é muito bonita, com muitas opções de bares, restaurantes e lojinhas em volta.  


       
      Nossa janta foi 1 burger, 1 Chang 600ml e 1 porção de batata fritas por US$11 no Paradise The Espresso Bar. Ali há opções para todos os gostos e bolsos, mas mais uma vez estávamos enjoados de thai food e cansados demais para procurar outras opções. 
       
      DIA 8 (28/12) – em trânsito  
      Passagens Phuket – Bangkok pela Bangkok Airways: US$ 95,20. 
      Taxi para aeroporto de Phuket: 900 baht (US$30). OBS: é muito longe! Conseguimos o taxi do hotel pelo mesmo valor do GRAB. 
      Passagens Bangkok – Manila (Filipinas) pela AirAsia: 10.860 baht (US$362) 
       
      Nosso voo para Phuket era as 14h, então pudemos dormir bem, arrumar tudo no dia e aproveitar o café da manhã do hotel. O trajeto para o aeroporto é longo: levamos 1h de taxi. Há um ônibus publico que faz o trajeto, porém, ele leva de 2 a 2:15h. Então se for pegá-lo é bom se planejar com antecedência. Esse voo chegava pelo aeroporto Suvarnabhumi em Bangkok, mas o que pegaríamos para Manila saía do Don Mueang. O transporte entre aeroportos é gratuito, você só precisa ir à saída 3 (a mesma onde ficam os taxis e vans), apresentar sua passagem no guichê de nome ShuttleBus e eles já te colocam no ônibus. Ele sai a cada meia hora, e o trajeto leva 1h (dependendo do trânsito pode levar mais). 
      Fomos para Manila as 21:30 e a viagem tem duração de 3:30h. O Aeroporto de Manila possui 4 terminais. Nós desembarcamos no 3 e precisávamos ir até o 4 para o voo de El Nido. Mas antes: trocar dinheiro, comprar chip de dados, etc. Tudo estava funcionando no terminal quando chegamos, apenas os bancos estavam fechados (caixas eletrônicos funcionam normalmente). A cotação que conseguimos era US$1 = 50,30 pesos. Como tínhamos informação de que nas cidades a cotação era mais baixa, e como no aeroporto de El Nido não tem casa de câmbio, resolvemos trocar grande quantidade (o que planejávamos para os próximos dias) lá mesmo. E depois vimos que foi a melhor coisa que fizemos (falarei mais na parte de Coron). 
      O chip compramos da empresa smart philippines e pagamos US$10. A internet era ruinzinha, meio lenta e tinham pontos das cidades que não pegava (diferente do que foi na Tailândia). Tem a empresa Globe também, não sei se ela é melhor ou se o problema é geral. 
      Voltando ao transfer entre terminais, ele é feito gratuitamente também, porém, de madrugada não há. Ele volta a funcionar as 6h e vai até 23h ou meia-noite, não me recordo. Os terminais não são tão perto e não há ligação direta entre eles, por isso precisamos pegar um taxi. Essa alternativa é cara para um percurso de 10 minutos: 640 pesos (US$12,70). O terminal 4 é só de voos domésticos e por isso bem menor. 
       
      DIA 9 (29/12) – El Nido 
      Passagens Manila – El Nido pela AirSwift: 12.332,00 pesos (a compra só pode ser feita diretamente pelo site da companhia) 
      Hospedagem: Rosanna’s Pension – 10.677 pesos por 3 noites (pagos 1 semana antes no cartão de crédito; política do hotel) 
       
      Bom, nosso voo para El Nido saiu na hora prevista, as 5:15, com duração de 1:20h. A aeronave é bem pequena, não há serviço de bordo, mas foi um voo confortável. O aeroporto de El Nido é bem simples e pequeno. As malas são entregues pessoalmente (não há esteira) e também não há casa de câmbio. Muitos hotéis disponibilizam o serviço de transfer, mas nós preferimos ir de triciclo, o que nos custou 300 pesos (US$6). Eles ficam parados lá na frente e tinha um rapaz organizando uma pequena fila. 
      Como era muito cedo e não tinha quarto vago, apenas deixamos as malas no hotel e fomos tomar café da manhã no Giovanz. Pedimos café, suco, pork silog (arroz, carne de porco em cubos e ovo frito) e omelete de legumes com torradas. Tudo saiu por 515 pesos (US$10,25). Fomos caminhar, conhecer as lojinhas, restaurantes e pesquisar preço dos tours. É tudo tabelado na verdade. Em El Nido você paga 200 pesos de taxa ambiental no primeiro passeio que fizer e não precisa pagar mais enquanto estiver lá. É só guardar o papel e apresentar nos tours dos outros dias.  
      Fechamos o tour A pela agência Emma’s para fazer no dia seguinte (30/12 – falarei mais sobre o tour em seguida). Voltamos para dar entrada no hotel e tiramos esse dia pra descansar. A partir das 17h muitos lugares tem o happy hour (50% de desconto nos drinks ou dois do mesmo). Escolhemos sentar na área externa do Sava, que tem uma vista bem legal da praia. Tomamos 4 drinks (pagando 2) e 1 cerveja por 900 pesos (US$17,90).  
       

       Para jantar preferimos sair dali e procurar algo no caminho do hotel. Confesso que não anotei o nome do lugar que paramos e nem o achei no google maps, mas era um lugar pequeno, só com dois balcões pra sentar e você faz/retira seu pedido no caixa. Perto do SAVA. Há um vidro na cozinha onde você consegue acompanhar o preparo. Comemos 1 burger, 1 burrito e um refrigerante por 300 pesos (US$6). Valeu muito a pena, tava tudo uma delícia.Pra quem gosta de cerveja, tem o The Pub. Eles servem artesanais feitas lá mesmo e tem um cardápio de lanches e porções. O lugar é bem legal e cada IPA saiu por 185 pesos (US$ 3,50). 

       
      DIA 10 (30/12) – El Nido 
      Tour A: 3.170 pesos (com taxa de 200/cada inclusa).  
       Tomamos café da manhã no hotel e fomos até a agência. De lá eles te levam até o ponto de encontro na praia, onde estará a equipe e os demais turistas. Por isso pedem para chegar uns 15 minutos antes da saída (que geralmente marcam para as 9h em passeios em grupo). Para encontrar o barco você tem que entrar na água, então já esteja com a roupa de banho e a drybag para não molhar o que for importante (água na cintura, geralmente). Os pontos de parada foram: 
      Big Lagoon 
      Small Lagoon 
      Secret Lagoon 
      7 commandos beach 
       
      Importante dizer que, apesar dos preços serem tabelados, pode haver pequena variação entre uma agência e outra devido as paradas. Por exemplo, pode ter uma praia ou ilha que eles trocam por outra que pode ser mais interessante (isso nos aconteceu no tour C e em Coron também).  


      Na Big Lagoon alugamos um caiaque por 250 pesos (US$5), mas você também pode ir nadando, se preferir.  
      Ao chegar na Secret Lagoon você vai nadando até a passagem pela rocha. A passagem em si é rasa, mas tem fila! Do outro lado você anda até uma praia, que eu acho que vale bem mais a pena do que ficar na fila, pois lá dentro não é muito bonito e a água é meio estranha. Já tínhamos lido isso antes, mesmo assim fomos rs. Mas também deu tempo de irmos até a praia. 


       
      Na 7 Commandos beach há banheiro, venda de bebidas, local para jogar basquete e vôlei, além de muita sombra feita pelos coqueiros. O mar lá é bem gostoso para nadar. 

       
      Ao voltar para El Nido, escolhemos jantar na Altrové. Já tínhamos ouvido falar de lá (tem em Coron também) e ficamos curiosos. Sempre tem fila! Principalmente após as 18h que é quando o pessoal que fez tour o dia todo começa a sair para comer. Mas a fila é bem rápida, ficamos esperando uns 10 minutos só. A especialidade é culinária italiana, e a pizza, apesar de ser individual, é bem grande. Naquele dia optamos por dividir uma de pepperoni. Pizza, suco, refrigerante e uma San Miguel beer saíram por 600 pesos (US$11,90).  
       
      DIA 11 (31/12) – El Nido 
      Tour C: 2800 pesos (US$ 55,60) 
      Fechamos o tour C também na agência Emma’s. Mesmo esquema e horário de saída do dia anterior. As paradas foram: 
      Helicopter Island 
      Hidden beach 
      Talisay beach 
      Snorkeling spot (pertinho de Talisay) 
      Secret beach 
       A Helicopter foi a primeira. A praia tem muitas pedras tanto na areia quanto na água. É um lugar que você aproveita mais para sentar e observar do que para nadar, mesmo assim há um ponto legal para snorkeling.

      Para esse passeio nosso grupo foi menor, o que tornou a experiência muito legal! Pelo o que soubemos, Talisay beach não é uma parada muito comum nesse tour, e é maravilhosa!! Quando chegamos na praia estávamos só nós e pudemos ficar mais tempo nela. 





       
      Em Hidden beach o barco também para um pouco mais longe, por isso tem que ir nadando até a praia. Conforme fica raso, torna-se difícil caminhar por causa das pedras e corais. Aqui a melhor alternativa é ir de colete pra garantir que consegue boiar, senão fica fácil machucar as pernas.  


       
      Nossa última parada foi na Secret Beach. Novamente você tem que ir nadando, mas aqui ao invés de ir direto pra areia, você vai até um buraco que existe na própria rocha e passa nadando por ele. Só lá dentro é possível ficar num lugar raso. Como no horário que fomos o mar já estava bastante agitado e mais difícil de nadar, optamos por não levar nada, nem a GoPro. Por isso não há fotos dela, mas garantimos que vale muito a pena!  
      Na volta tivemos um pequeno perrengue: um hélice do motor do barco quebrou! Ficamos parados um bom tempo até fazerem uma gambiarra rs. Andamos um pouco e logo parou novamente, até que da segunda vez deu certo e conseguimos chegar numa boa. 
       Por ser réveillon, muitos restaurantes iriam fechar mais cedo e outro fariam festas da virada (ai você pagava também um valor a mais). Como nosso quarto do hotel tinha sacada direto pra praia onde teria a queima de fogos, preferimos apenas garantir a janta e ver de lá mesmo. Fomos novamente no Altrové rs. Dessa vez pedimos 1 pizza, 1 fettuccine de camarão, taça de vinho, refrigerante e 1 cerveja; tudo por 1000 pesos.  
      Obs.: não há pagamento de 10% pelo atendimento, então a gorjeta (ou tips) fica por conta do cliente. Nas Filipinas procurávamos sempre deixar 100 pesos. Inclusive nos passeios.  
      Depois dos fogos já fomos dormir pois as 6h sairia nosso ferry boat. 
       
      DIA 12 (01/01) – Coron 
      Ferry boat para Coron pela empresa Montenegro: 3520 pesos (US$70) pagos pelo cartão de crédito no site da 12goasia + taxa de 20 pesos por pessoa paga no embarque. 
      Hospedagem: Aquilah Homestay – 10.160 pesos (US$202) por 4 noites. O café da manhã é pago a parte e por dia (reserva um dia antes), 150 pesos por pessoa.  
       Para ir ao pier, pegamos um triciclo por 50 pesos. Ao chegar lá você tem que trocar teu voucher pelo ticket (tem uma fila pra isso na área externa). Depois você entra na fila para pagar a taxa de embarque e receber um comprovante. Após isso nossas malas foram deixadas numa parede para que um cão farejasse. Só assim você entrega o que pretende despachar. Mochilas pequenas pode ir contigo (o espaço entre sua poltrona e a da frente é bom). No voucher e no e-mail de confirmação vem o aviso de que dentro do ferry é bem gelado. Então o ideal é levar uma coberta ou já ir de calça e casaco, pois são 4h de viagem. 
      Ao chegar em Coron tem vários triciclos disponíveis, então já pegamos um até nosso hotel (por 100 pesos ou US$2). A hospedagem foi perfeita desde o início: a família nos recebeu muito bem, o hotel é todo novo, limpo, tranquilo e confortável. Já aproveitamos o momento do check-in para darmos uma olhada nos tours que eles indicavam (tinham panfletos de algumas agências com as quais eles mesmos combinavam). Tínhamos visto que até 5000 pesos por um tour privado era aceitável (baseado em outros relatos). Fechamos o Ultimate por esse valor, mas para o dia seguinte, então falarei mais sobre ele depois. 
      Escolhemos tomar um café da manhã mais reforçado que valesse pelo almoço, então fomos no Tea and Shake. O lugar tem poucas mesas, você faz o pedido no balcão e já paga por lá mesmo; depois eles te servem na mesa. Importante dizer que no 1º dia do ano muitas coisas estavam fechadas lá, mas você encontrava alguns mercados e cafés abertos; à noite a cidade ganhou um pouco mais de vida. Pedimos 2 American breakfast por 400 pesos (US$8). Voltamos ao hotel para descansar durante a tarde já que não dormimos muito na noite passada. 
      A noite saímos pra dar uma volta e jantar no Blue Moon. Os pratos lá são individuais, mas beeem servidos. Pedimos um fish and chips, um burger, Mai Tai (drink) e 2 cervejas. Tudo por 1100 pesos.  
       
      DIA 13 (02/01) – Coron 
      Tour Ultimate  – PRIVADO: 5000 pesos (US$99,40) – transfer, taxas, almoço, snorkel, água e frutas inclusos. 
       O transfer que veio nos buscar era uma van com outras pessoas que fariam outros tour da mesma agência (desculpem, eu não anotei o nome dela). Nos levaram as 8h até o pier e nos indicaram qual seria nosso barco. Em Coron você não vai pela água como em El Nido, mas sim passando barco por barco (sempre tem alguém pra te ajudar). Além do guia, foram mais 3 rapazes para cozinhar, navegar e auxiliar nas atividades.  
      As paradas foram: 
      kayangan lake 
      Twin lagoon 
      Green lagoon 
      Coral garden 
      Cyc beach 
      Siete pecados (para snorkeling) 
       
      Primeira parada foi no Coral Garden, que é um ponto no mar para snorkeling. É mais fundo e os corais são enormes, é muito lindo! O guia mergulhou conosco e nos acompanhou. Em seguida, fizemos mais uma parada (não muito longe dali) para outro snorkeling lindo, em Siete Pecados. A visibilidade ali foi melhor ainda e com muita diversidade de corais e peixes.  



      Em seguida ficamos um tempo na Cyc beach. É uma praia de areia bem branca, com muita sombra natural. Alguns barcos param ali para preparar o almoço, mas tinha pouca gente. Aliás, todos as paradas foram muito tranquilas, demoramos pra sair de Coron (depois das 9:30) e acho que foi uma boa tática.  
      Nosso almoço foi na Green Lagoon. Pra mim, o lugar mais lindo! Comemos com calma, descansamos um pouco e nadamos.  


      De lá entramos na Twin Lagoon. O lugar é muito lindo, mas mesmo de colete eu fiquei com um pouco de medo hehe, talvez por não curtir muito águas tão profundas. Mas aproveitamos o lugar, vale a pena por ser maravilhoso, mesmo já tendo mais gente que as demais paradas. 
      Nos despedimos do passeio na Kayangan Lake. Depois de um tempo subindo, tem uma entrada à esquerda para o mirante. Vale muito a pena parar ali para admirar e tirar fotos. Na ida só tinha mais um casal ali, mas quando voltamos do lago tinha uma baita fila para a foto! 
      Depois você volta para a escadaria de onde veio e continua o caminho, agora descendo para de fato ver e nadar no lago Kayangan. Tem uma passarela de madeira por onde pode andar, ou sentar parar observar. Para entrar é obrigatório o uso do colete salva-vidas (tem várias placas já na entrada, para você não correr o risco de chegar lá sem o seu e não poder entrar). Tem alguns peixinhos lá, o que mais vimos foi o peixe-agulha; e o lugar é maravilhoso! 



      A noite, quando retornamos à Coron, saímos para jantar no Rosa’s Cantina. É um restaurante de comida mexicana e tem happy hour a partir das 17h (metade do preço nos drinks e em algumas cervejas). Pedimos tacos e quesadillas (são pratos separados, mas o tanto de comida que veio daria para 3 pessoas, tranquilamente), um drink e uma cerveja. A conta deu 1380 pesos (US$ 27,50).  
      Nessa noite precisávamos trocar mais um pouco de dinheiro para garantir os outros dias que tínhamos pela frente com tour, alimentação, etc. Achamos 3 casas de cambio, todas na rua do Blue Moon (onde jantamos na primeira noite), mas somente 1 tinha dinheiro. Fizemos bem em trocar quase tudo o que planejamos no aeroporto, porque se precisássemos de mais dinheiro em El Nido ou em Coron , ficaríamos na mão ou pegaríamos uma cotação ruim. Eu não me recordo o nome do lugar, na verdade era uma pequena venda com placa de EXCHANGE MONEY na frente (lá é assim, você faz cambio em mercados, farmácias e hoteis com o aviso). Para cada dólar conseguimos 48 pesos, lembrando que no aeroporto pegamos por 50,30.   
       
      DIA 14 (03/01) – Coron 
      Tour D (em grupo): 3400 pesos (US$67,60) – transfer, taxas, almoço, snorkel, água e frutas inclusos. Fechamos no hotel pela agência Calamian. 
       Antes de fechar, percebemos ao ver os panfletos que o tour D muda de empresa para empresa. Como a Malcapuya beach é a principal parada e é longe da cidade, eles compensam com mais 2 paradas em ilhas próximas. Nós escolhemos o seguinte itinerário: 
      Bulog dos Island 
      Banana island 
      Malcapuya beach 
       
      A primeira praia foi a Bulog dos island. Ela tem um “mirante” que é em cima de uma rocha, onde você sobe uma escadinha e tem uma vista linda, com algumas redes para deitar. Também tem uma segunda parte da praia que vale a pena visitar se quiser fazer snorkeling. E também porque é um lado mais sossegado. De toda forma, o tour D não me pareceu muito procurado, pois todas as nossas paradas estavam tranquilas. E vale muito a pena, pois as 3 praias que vimos são uma mais linda que a outra!  



       
      O segundo local foi já para nosso almoço, Banana island (ficamos entre 1 e 2 horas em cada praia). Essa acho que foi uma das praias mais “good vibes” que ficamos: cheia de coqueiros com rede, só tinha o pessoal do nosso barco, um cachorro bem lindo que era do dono do quiosque e AQUELE mar. Todo mundo aproveitou para tirar um cochilo ali hehe 


       
      E a última parada foi na famosa Malcapuya beach. Ali já tinha mais gente, mas como a praia é bem extensa, não fica a sensação de cheia. Tínhamos lido que é uma das praias mais lindas de Coron. Eu sinceramente não consegui, até agora, classificar alguma como tal. É uma decisão difícil haha. O mar ali tinha mais ondas do que as demais praias, mas não com aquela arrebentação; ainda assim era um mar tranquilo pra curtir. 

       

      De volta para Coron, fomos conhecer o Altrové de lá hahah sim, o lugar é bom. Mas lugar bom é o que não falta para comer em Coron, eu garanto. Pizza, fettuccine, vinho e cerveja: 1200 pesos (US$ 24).  De sobremesa comemos um gelato cada no Pedro’s: 2 sabores por 160 pesos. 

       
      DIA 15 (04/01) – Coron 
       Esse foi nosso último dia inteiro lá e, como sabíamos que a volta ao Brasil seria trash, resolvemos não fazer nenhum tour. Fomos andar melhor pela cidade, comprar lembrancinhas e descansar no hotel (a média da temperatura naqueles dias estava em 35 graus).  
      Como tomamos café da manhã mais tarde, só “almoçamos” um gelato hehe. Andamos bastante, compramos o que queríamos e voltamos ao hotel. 
       Saimos de novo no final do dia. Tomamos um drink cada no Coco bar. Nossa ideia era jantar por lá, mas quando pedimos o menu fomos informados que “talvez tivesse comida mais tardel”. Vai entender hehe. Uma pena, porque o lugar era bem legal, aconchegante e tocava reggae. Pagamos os 560 pesos (US$11,20) e saímos. Na esquina daquela mesma rua tem o Get Real. Um lugar bem legal também com muitas opções de comida: burgers, comida filipina, mexicana, porções... pedimos um trio de mini burger (vinham 3), uma margarita de tamarindo, cerveja e porção de nachos com chilli. Tudo por 1000 pesos (US$ 20).  
       
      DIA 16 (05/01) 
      Passagens Coron – Manila pela Cebu Pacific: 225 euros (compramos também no cartão pelo site da 12goasia, mas por algum motivo foi a única cobrada em euro). 
      A despedida
      Como nosso voo era as 14:40 e sabíamos que o aeroporto não era muito perto, pedimos um transfer em nosso hotel (agendamos na noite anterior). Saiu por 300 pesos (US$6) e uma van foi nos buscar. Tinham outras pessoas junto, de outros hoteis. Saímos 12:15 e deu tempo tranquilo, até porque nosso voo atrasou em 1 hora.  
      O aeroporto é bem pequeno, não tem muito o que explicar e nem como se perder. Tem 2 lugares dentro do embarque com opções de comida e bebida. Comemos 2 burgers, um refri e chocolate por 550 pesos (US$11).  
       A vista é linda la de cima, é um lugar que você curte até o fim mesmo. 

       
      Dessa vez chegamos no aeroporto de Manila num horário que tinha transfer gratuito entre os terminais. Depois que desembarcamos e pegamos nossa bagagem, nos dirigimos a uma salinha com a placa TERMINAL TRANSFER. Lá você apresenta sua passagem, fala o terminal que precisa ir e aguarda. Esperamos uns 45 minutos (mas pode levar até 1hora ou um pouco mais). Vieram nos chamar quando o ônibus chegou e nos acompanharam até ele lá fora: mas já adianto que é um loucura! Hehe encontramos o ônibus literalmente no meio de uma avenida, entre os carros. Nossa sorte era que só tínhamos mochilas nas costas. Mesmo os terminais não sendo muito distantes, há muito trânsito na cidade. Ainda mais final do dia. Então o mesmo trajeto que o taxi levou 10 minutos de madrugada, aqui levamos pelo menos meia hora. Por isso veja bem se tem todo esse tempo até seu próximo voo, pois nem estou contabilizando aqui o tempão que ficamos na fila do check-in e despache seguinte. O aeroporto lá costuma ser bem cheio sempre, principalmente os terminais internacionais. Se estiver com o tempo apertado, melhor opção ainda é o taxi. 
       
       Nosso voo estava marcado para 20:55 e além da conexão na Etiópia, tivemos uma escala de 1hora em Hong Kong.  
       Chegamos na Etiópia de manhã e com fome, pois não conseguimos comer no horário que foi servida a comida do avião. Agora lembram que no início do relato eu disse que só tem 1 restaurante (dividido em 2 ambientes, por isso parece dois, mas é o mesmo) e ele é caro? Pois bem, nesse dia descobrimos o QUÃO CARO. Vou resumir: 1 American breakfast com suco + um omelete com torradas e suco = 35 DÓLARES sim! Em nossa conversão pagamos cerca de 150 reais num fucking café da manhã. Podíamos ter comprado chocolate no duty free pra economizar? Sim, mas estávamos famintos e não vimos outra saída por lá, tínhamos uma longa jornada com comida de avião que já estava nos enjoando
       
      É isso! Obrigada pela paciência de quem leu até o fim, espero ter ajudado em algo. Seja pelo o que fizemos ou pelo o que poderíamos ter feito diferente. Uma coisa é certa: valeu a pena cada segundo e temos muita vontade em voltar! 
      Dúvidas, podem nos procurar pelos contatos que deixei no início. Ou pelos comentários aqui também! 


×
×
  • Criar Novo...