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  1. Ola gente? Alguem, tem experiência de como é viajar de carro pela Bolivia, tanto carro alugado, quanto brasileiro? pretendo ir de porto quijarro para la santa cruz . vlw ae!
  2. Dicas de como viajar de carro para Bolívia. Antes de tudo, dirigir na Bolívia pode ser uma imensa satisfação, como pode se tornar uma tremenda dor de cabeça. Não, este tópico não tem a função de lhe fazer desistir de andar por terras bolivianas, e sim servir como ajuda mostrando alguns detalhes vivenciados por este que vos fala. As paisagens encontradas as margens das estradas bolivianas, são um espetáculo a parte, vão desde montanhas, com picos nevados, desertos. As estradas são para todos os gostos, retas, curvas, serras etc. Primeiramente vamos falar sobre a documentação necessária. PID – Permissão Internacional para Dirigir. Documento adquirido no Detran do seu estado pagando uma taxa. Demora poucos dias. Este documento não foi exigido por nenhuma guarita, nem a habilitação comum foi exigida. Mais em conversa com alguns policiais estes falaram que alguns exigem de turistas, com o pretexto de extorsão. Pelo certo, pelo errado aconselho a levar consigo. Lembre-se de verificar se a sua carteira de habilitação está válida. Há muitos casos de visitantes que descobrem, já na Bolívia, que seus documentos estão expirados. Documento do Veículo em nome do Condutor. Para adentrar em território boliviano com o veículo, este tem que ser de propriedade do solicitante. Outro fato que é um muito importante é que quem esteja na direção do veículo seja o proprietário. Pois muitos guardas questionam que se o proprietário não for o motorista, tem que ter um tipo especial de declaração, mesmo que o dono do carro esteja junto dentro do veículo. ( Nesta viagem fomos em duas pessoas, eu e minha esposa. Somente eu Dirigi na Bolívia). Identidade ( RG). As carteiras de identidade na Bolívia têm validade. Por isso, as autoridades policiais bolivianas costumam não aceitar a apresentação de carteiras de identidade estrangeiras com mais de dez anos. Se você pretende visitar a Bolívia com sua carteira de identidade e ela é antiga, sugo que renove a sua RG antes de partir em viagem. Seguro do veículo: A Bolívia aderiu ao Mercosul em 2012. Com isso um dos documentos que esta em implantação é o seguro Carta Verde. Em nenhum momento este seguro foi solicitado. Mais é prudente dispor dele. Outro importante procedimento que deve ser adotado pelo viajante é possuir um seguro que abrange o MERCOSUL, como vou citar no decorrer deste relato, é melhor estar prevenido. Declaración Jurada de Ingreso y Salida de Vehiculo de Uso Privado para Turismo . Muito importante isto, não entre em hipótese alguma no território boliviano sem que este procedimento ou documento seja feito. Fiz em duas oportunidades. Quanto ingressei em território boliviano pela cidade de Villazion, e quando retornei pela cidade de Desaguadero. Os dois foram feitos depois dos tramites de imigração, sem custo e de forma rápida. Este documento foi exigido em todas as vezes que a polícia nos parou ( um total de 20 vezes). Sem este documento o carro pode ser preso e leiloado conforme vontade do governo boliviano. Orden de Traslado. Este documento é comum ser exigido quando você entra na Bolívia via Corumba MS, nas outras fronteiras solicitei ao policial se necessitava do documento para transitar e o mesmo relatou que não, somente a declaração jurada. Mais na volta da viagem, trecho entre Santa Cruz de la Sierra e Corumbá em três barreiras policiais exigiram. Relatei por onde entrei na Bolívia, todo o trajeto que tinha feito, que até aquele momento só em solo Boliviano já tinha rodado 4 mil km e em nenhum momento foi exigido tal documento, e se me fosse aplicado qualquer multa, teria que entrar em contato com todas as outras barreiras policiais que nos fomos parados até o momento para pedir porque até então não tinha sido exigido este documento. Não foi uma boa ideia bater de frente com o policial, ficou irritado nós deu um chá de espera, mais por fim liberou bestemando. Aconselho fazer. Equipamentos obrigatórios do veículo: O veículo deverá conter os seguintes equipamentos: · "kit" de primeiros socorros; · Dois (2) triângulos; · Um extintor de incêndio; Cuidado com a validade. · Estepe (em espanhol, "llanta de auxílio"), · Macaco (em espanhol, "gato") · Chave de roda (em espanhol, "llave de cruceta"). Valor do combustível na Bolívia. Lembrando que o Governo boliviano determinou a cobrança de preços de combustível distintos para os carros com placas de outros países. Os veículos com placas estrangeiras -- como as placas brasileiras -- devem pagar mais que o dobro do preço do cobrado para os automóveis registrados na Bolívia. O custo de um litro de gasolina na Bolívia é tabelado, em qualquer posto o valor vai ser o mesmo. Para carros bolivianos estava tabelado em BS 3.74 (três bolivianos e setenta e quatro centavos). O valor do litro da "Gasolina Especial Internacional (GEI)" --, cobrada para veículos estrangeiros, situava-se em BS 8,68 (oito bolivianos e sessenta e oito centavos). Quanto ao abastecimento aconselho a fazê-lo sempre que o marcador do carro estiver em meio tanque, pois acontece de muitos trechos com pouquíssimos postos de combustíveis e alguns não abastecem carros com placa estrangeiras, oras porque dizem que está sem sistema, ou não possuir permissão para venda de combustível a estrangeiro. Então sempre que chegar a meio tanque já busque um posto. Abasteci o carro em seis oportunidades dentro da Bolívia. Somente duas foram me cobrado o valor para estrangeiro. As demais o frentista, ou o funcionário do Exercito que cuida do posto vinham sempre com a mesma conversa. Que o valor para estrangeiro 8,70 bolivianos, mais que ele podia fazer sem nota por sete bolivianos. Nos abastecimentos que foram solicitados o cadastro da placa estrangeira, não questionei e paguei o valor. Nas outras oportunidade em que eles ofereciam com valor abaixo, sempre eu pechinchava um pouco, se pedissem o valor de 7 oferecia 5. Pois para os frentistas a diferença entre o valor cobrado dos bolivianos do que foi pago fica com eles. Em alguns postos, que eles veem chegando placa estrangeira, já abrem um sorriso. Dirigindo na Bolívia. O consulado brasileiro na Bolívia tem a seguinte recomendação O consulado não recomenda que os brasileiros venham à Bolívia trazendo seus veículos com placas brasileiras. Há muitas restrições para a entrada de automóveis estrangeiros. Isto se deve a muitos relatos de problemas envolvendo motoristas brasileiros. Durante os processos alfandegários e emigratórios em que se perde bastante tempo por conta da burocracia burra dos países, conversei com diversas pessoas na fila, agentes de polícia, bolivianos viajando, brasileiros com carro particular visitando parentes em território boliviano e com alguns caminhoneiros brasileiros que trabalham exclusivamente na Bolívia, com caminhões placas brasileiras, e obtive bastantes relatos, para junto com minha experiência adquirida formular a minha opinião sobre dirigir na Bolívia. Como todo bom país subdesenvolvido a corrupção reina na Bolívia, tanto na policia, na imigração, nos abastecimentos conforme já relatei, bem como a população em geral. Não estou em nenhum momento menosprezando o país, sei que o Brasil tem problemas maiores, mais por este relato ser um guia para quem deseja andar na Bolívia, estou relatando o que presenciei. Em 90% das estradas que transitei estavam em perfeito estado de conservação, somente um trecho situado entre a cidade de Oruro e Cochabamba estava sendo duplicados, com obras na pista e consequentemente alguns desvios por estradas de terra, mais estas totalmente transitáveis. Transito – O transito na Bolívia é uma loucura mesmo existindo poucos carros particulares, existe uma imensidão de Vans de transporte de passageiros, taxis e caminhões e em sua grande maioria não tem muito apresso pelas normas de transito. Em muitos trechos com bastante retas se torna mais fácil à direção, havendo alguns excessos de velocidade, mais no geral tranquilo, fácil de dirigir. Em trechos de serras e montanhas complica um pouco. Quase todos os motoristas de van e taxis forçam as ultrapassagens, alguns caminhoneiros não dão passagem e tentam te jogar para fora da estrada, então toda a atenção é necessário. Sei que no Brasil têm motoristas assim também, mais o que percebi na Bolívia que as leis de transito não são respeitadas, e se a policia para algum infrator, dificilmente se converte em multa, geralmente é cobrado propina e o motorista é liberado. O transito dentro das grandes cidades também é um caos, pouco ou nenhum respeito. Não existe organização. Tem que ter muito cuidado. Dirigir em cidades grandes é uma aventura, diferente de tudo que já presenciei na vida. A polícia Tive muitos contatos com a polícia boliviana, fui parado aproximadamente 20 vezes em todo o trajeto. Em dois oportunidades tentaram me extorquir dinheiro, inventando multas altíssimas. Em outras 10 oportunidades, conferiam documentação, e mandavam seguir adiante, sem mostrar os dentes e em oito oportunidades conferiam documentação e interagiam, perguntavam sobre a viagem, e tudo mais. Em questão à polícia, que é o grande medo de muitos brasileiros que tem interesse em ir para a Bolívia, existe os bons policiais, e existe alguns poucos que querem se aproveitar, igual a qualquer lugar do mundo. Eu já viajei para Uruguai, Chile, Argentina e Peru, e confesso que o país que mais tive receio foi à Bolívia. Mais como podem ver nos relatos, tive problema em apenas 5% das vezes parado pela polícia, o restante foi tranquilo. Em algumas guaritas que fui parado o policial solicitava um regalo, eu não considerei uma extorsão, ou propina, dava 5 boliviano, aproximadamente R$ 2,50 e seguia viagem. Outros pediam o mesmo valor para carimbar a declaração, sei que não existe lei que obrigue a pagar, ou que tenha custo este carimbo, mais como era um valor baixo, e os caras não ficavam enchendo meu saco inventando multa, pagava, eles carimbavam a folha e eu seguia viagem. Em uma das guaritas, que o policial tentou me extorquir, foi perto da província de Tupiza. O mesmo alegou que faltavam remédios para dor de cabeça e muscular no kit de primeiros socorros, mostramos a ele que tínhamos tais remédios, mesmo sabendo que não era obrigatório nos kit´s. Quando ele viu que tínhamos, pediu sobre os triângulos de transito, que precisava dois, mostramos os dois, dai falou que ia dar multa porque a água oxigenada do kit não era a correta. Fiquei alguns minutos fazendo de conta que não entendia o que ele falava, e mostrando o nosso kit de primeiros socorros. Ele cobrou 10 Bolivianos para nos liberar. Paguei e fui embora. A segunda tentativa de extorsão já estava perto da fronteira com Corumbá cidade de Santa Ana de Chiquitos. Fomos parados por três policiais, o qual falou que estávamos acima do limite de velocidade. Pedi com educação para ver o radar. Eles relataram que tinha um policial com carro comum escondido antes do trevo, 5 km aproximadamente atrás. Expliquei para ele que deveria ser um equivoco, pois a 3 km atrás tínhamos parado para almoçar no posto de gasolina, e ficamos lá quase 1 hora. Ele insistiu no argumento e eu na minha defesa, falando para ele me acompanhar até no posto para confirmar. Um dos policiais ficou louco, mandou descer do carro, falou para eu calar a boca que lá ele mandava, revistou o carro inteiro, bolsa da minha esposa, fez o diabo. Enquanto ele revistava tudo, entreguei a outro policial a declaração jurada, com os carimbos de todas as guaritas que passamos, e falei pra ele que se em todos aqueles locais não tivemos nenhum problema, tanto de documentação como de obediência às leis de transito, não era chegando ao Brasil que queríamos criar um. Este policial foi bem cordial, pediu desculpas pela atitude do colega e mandou nós seguir viagem. Agradeci e fomos embora. Sempre que for parado haja de forma tranquila e seja educado, sempre, e caso o policial insista em te multar e você ter consciência da sua inocência, tente argumentar sem demonstrar muito domínio em espanhol. kkkkk Para finalizar esta parte, meu conselho aos viajantes que gostam deste tipo de aventura, é que não se intimidem por alguns poucos policiais corruptos. Claro, uma viagem assim aconselha-se a ter o máximo de atenção sempre, cuidado, obediência às normas de transito e tudo mais. Por relatos de muitas pessoas, que conversei todas sempre foram muito enfáticas, caso você se envolva em um acidente dentro do país, com feridos ou mortos, você vai preso, e até provar sua inocência, se foi uma boa quantia de dinheiro e tempo. ( Esta informação graças a Deus não presenciei, somente ouvi relatos). Faça um bom seguro em seu veículo, seguro que atenda os países a serem visitados, revise o automóvel, organize a documentação necessária e Boa Viagem.
  3. Olá, pessoal. Acompanho o fórum há muitos anos, mas nunca havia feito nenhuma contribuição. Recentemente, em fevereiro e março deste ano, fiz um mochilão de 30 dias por Bolívia, Peru e Colômbia e gostaria de compartilhar com vocês um episódio bem lamentável que ocorreu comigo. Sei que a intenção aqui também é compartilhar as experiências positivas e relatos de viagem, algo que também pretendo fazer. Essa viagem foi incrível e a Bolívia é maravilhosa. Não quero com este post desestimular ninguém, muito menos generalizar todo um país. Apenas compartilho o que aconteceu comigo, para que outras pessoas possam se prevenir e encarar uma situação dessas com mais preparo e informação. Aliás, essa é a primeira vez que falo "publicamente" sobre isso, algo que apenas amigos próximos e familiares sabem. Pois bem, eu entrei na Bolívia em um voo, por Santa Cruz de la Sierra, onde fiquei apenas algumas horas até tomar um avião para Sucre. Prestem atenção nas informações que darei agora, elas serão importantes mais adiante. Quando desembarquei e fui passar pela imigração, entreguei meu passaporte à funcionária e informei quantos dias permaneceria no país, conforme ela me perguntou. Ela me entregou o passaporte carimbado e foi isso. No avião preenchi um cartão a Receita Federal boliviana, com informações básicas para entrar no país. Este papel eu tive que entregar na Aduana e lá ficou. Lembro de ter perguntado se eu deveria ficar com alguma cópia ou algo assim, mas me disseram que era aquilo mesmo e que eu poderia seguir. Bom, fui para Sucre e lá permaneci duas noites. É uma cidade incrível, muito segura e tranquila, com a possibilidade única de conhecer mais sobre a história da Bolívia através da visita guiada na Casa Libertad. De Sucre segui para Uyuni, onde passei duas noites: uma quando cheguei, para no dia seguinte partir ao tour de 3 dias pelo Salar e redondezas, e outra quando regressei, para descansar antes de seguir viagem até La Paz. O tour pelo Salar foi maravilhoso, uma experiência única e inesquecível. Nem mesmo os perrengues e as precariedades abalaram a sensação de estar diante de algo totalmente inspirador e novo. Pelo contrário, acho que perrengues e precariedades já eram esperados e até fazem parte deste tipo de roteiro. Fiz o tour com a Quéchua Connection, que prestou um serviço de primeira. O guia José foi atencioso do início ao fim. O grupo, composto por mim, 5 colombianos e um casal de búlgaros, também estabeleceu uma ótima relação. Viajávamos em dois carros: um transportava os colombianos e no outro iam eu, José, o motorista e o casal de búlgaros, Alex e Borianna. Estávamos retornando a Uyuni pela rodovia principal após três dias intensos de tour. Eis que a Polícia Nacional monta um bloqueio na estrada e para o nosso carro. Um policial nada simpático se apresenta e pergunta quem está no veículo, para onde íamos e o que estávamos fazendo. Enquanto isso outros policiais cercam o carro e observam atentamente o interior. Todos estavam com cara de poucos amigos e armas bem grandes nas mãos, tipo aquelas utilizadas pelos seguranças de carro-forte que abastecem os caixas eletrônicos. O motorista então informa que no veículo há dois bolivianos, dois búlgaros e um brasileiro. O policial encarregado pede a identidade dos bolivianos, observa e devolve a eles. Em seguida pede para verificar o passaporte e o visto dos búlgaros (sim, búlgaros precisam de visto para entrar na Bolívia). Os vistos foram examinados sem problemas. Quando chegou na minha vez, o policial me pediu passaporte, tarjeta andina e certificado de antecedentes criminais. Imediatamente gelei. Eu tinha apenas meu passaporte, com o qual tinha entrado no país. Não sou uma pessoa descuidada, tampouco essa era minha primeira viagem. Eu obviamente havia pesquisado muito antes de viajar e sabia quais documentos eram necessários para ingressar na Bolívia. Poderia sequer ter ingressado com meu passaporte, usando apenas a identidade. Enfim, estava com o passaporte e o certificado internacional de vacinação. Nunca, em momento algum, eu havia topado com qualquer informação sobre necessidade de uma tarjeta andina, muito menos de certificado de antecedentes criminais. Por isso, quando o policial fez aquele pedido eu sabia que algo ruim iria acontecer. Informei ao policial que possuía apenas o meu passaporte, mais do que o necessário para um brasileiro ingressar no país. Relatei exatamente como eu havia entrado na Bolívia e o processo na imigração do aeroporto de Santa Cruz e na aduana. O policial, que já não estava alegre, ficou furioso. Disse que brasileiros precisam de certificado de antecedentes criminais na Bolívia, que ele não tinha como saber se eu não era um criminoso, um traficante ou um terrorista. E disse que era inaceitável ter apenas um carimbo de entrada no país no meu passaporte, sem que fosse informado quantos dias eu poderia permanecer, pois assim eu poderia ficar morando ilegalmente na Bolívia se quisesse. Foi então que ele me mostrou que no carimbo de ingresso havia um campo onde estava escrito: "Admitido hasta ____ " e um espaço em branco, onde supostamente a funcionária da imigração deveria ter escrito até quando eu permaneceria no país. Ela não escreveu, apesar de ter feito essa pergunta e de eu ter lhe dado a resposta. Na hora, cercado por policiais irritados e fortemente armados, pareceu que eu havia cometido um crime gravíssimo. Mas depois percebi que foi uma imensa bobagem e explico isso em seguida. O policial também disse que eu deveria ter recebido a tarjeta andina em meu voo. Relatei a ele que tinham me dado apenas o documento que ficou com a aduana, o mesmo que eu havia perguntado se deveria levar comigo e que me disseram para deixar lá com eles. Por fim ele resolveu me aterrorizar (ainda mais). Disse que eu não voltaria a Uyuni, que eu deveria descer do carro e permanecer detido ali, no meio da estrada, e que eu sequer poderia retirar minha mochila do veículo. Disse ainda que eu seria levado a uma delegacia em Uyuni e então deportado ao Brasil. E me ameaçou ainda mais, falando que eu não iria gostar nada do que iria acontecer comigo. Fiquei apavorado, em pânico, mas procurei demonstrar o mínimo possível. Não chorei, não me desesperei e não gaguejei. Segui argumentando educadamente com ele, embora minha vontade fosse dizer o quão absurdo era o que ele estava fazendo.. Felizmente falo espanhol fluentemente, então me fiz entender sem dificuldade. O guia José, ao ouvir as ameaças do policial, saiu do veículo e foi falar com ele, colocando-se entre mim e o policial. Apresentou sua carteira de guia profissional e explicou que eu era apenas um turista. O policial então perguntou: "O senhor é advogado?", ao que José respondeu que não. Então o policial disse: "Então volte para o veículo e permaneça lá. Se o senhor me dirigir mais uma vez a palavra, será preso por obstrução do trabalho policial". Foi horrível, José ficou muito nervoso e voltou para o carro absolutamente calado. Nesse momento eu tive certeza que minha viagem de 30 dias encerraria ali, sem sequer ter completado uma semana. Pior ainda: imaginei que fossem me bater e me roubar, afinal eu estava com toda a grana na minha mochila. Foi então que o policial disse que iria falar com um superior pelo telefone. Após alguns minutos ele voltou e disse que "por hoje" iria deixar passar, mas ressaltou que a Polícia Nacional faz barreiras em todas as estradas e que se me visse novamente no país, eu seria imediatamente deportado. Foi horrível, seguimos a viagem atônitos, todos. José estava constrangido por seus compatriotas e explicou que infelizmente a Polícia Nacional costuma agir desta forma. Os búlgaros também relataram uma série de episódios de abuso policial em seu país. E eu estava apavorado, planejando chegar em La Paz no dia seguinte e ir direto para a Embaixada brasileira. Eis que alguns quilômetros depois havia uma NOVA barreira policial. Foi a cereja que faltava no bolo. Agora sim eu tinha total certeza de que seria deportado. O roteiro foi o mesmo. O policial pediu a identificação de todos, meu passaporte, meu certificado de antecedentes criminais e minha tarjeta andina. Repeti todas as explicações, esperando ser retirado do carro, mas incrivelmente este policial apenas concordou comigo e disse que eu deveria providenciar os documentos. Ele tinha outro alvo no veículo: o motorista. O motorista dirigia com segurança, mas o policial lhe passou um sermão totalmente desnecessário. Enfim, seguimos viagem. Quando cheguei em La Paz, fui até a Embaixada brasileira e relatei o que aconteceu. A funcionária que me atendeu sequer ficou surpresa. Disse que provavelmente o policial queria dinheiro. Mas em nenhum momento ele sequer mencionou algo parecido. Frases como "como podemos resolver isso?" ou indiretas semelhantes não foram ditas. Na hora obviamente eu pensei que iriam me cobrar algo, mas não o fizeram e eu é que não iria oferecer. A Embaixada reforçou que minha situação na Bolívia era absolutamente legal. Que tudo que eu precisava era do carimbo de entrada em meu passaporte, com isso poderia ficar até 90 dias no país (se não me engano era 90, mas já faz tempo e posso estar enganado, poderia ser 30 ou 60, tava tão nervoso que não lembro direito dessa informação). A funcionária disse que certificado de antecedentes criminais é algo exigido apenas para brasileiros que desejam residir na Bolívia, nunca para turistas. Ela recomendou que eu fosse à oficina de migraciones, no Centro de La Paz, para relatar o que houve e solicitar que escrevessem em meu passaporte a quantidade de dias que eu ficaria no país, lá onde dizia "Admitido hasta", no carimbo. Fui até o escritório de imigração, que estava absurdamente lotado e caótico. A muito custo consegui falar com um funcionário, que me atendeu muito mal, ouviu meu relato com uma cara de bunda e disse que não tinha nada de errado com minha situação no país e se recusou a escrever qualquer coisa no meu passaporte. Voltei à Embaixada e contei como havia sido atendido em migraciones, então me deram um número de emergência da embaixada e me orientaram que retornasse a migraciones e, caso se recusassem a atender meu pedido, eu deveria ligar para o número da Embaixada e passar o telefone ao funcionário. Esse número, aliás, é um plantão que estaria à disposição para o meu atendimento 24 horas por dia. Pois bem, voltei a migraciones e fui mais enfático no pedido. O funcionário ficou putaço e me encaminhou a um oficial, que ouviu meu relato com mais atenção e disse para eu ficar tranquilo, pois a Polícia Nacional sequer tem poder para deportar estrangeiros, algo que apenas eles poderiam fazer. E por fim, para coroar essa novela kafkiana, ele escreveu "30 días" no meu passaporte, ali no espaço em que dizia "Admitido hasta" e disse que caso eu fosse importunado pela polícia novamente, deveria dizer que falassem com o "Inspector Gonzalo Murillo" em migraciones. Eu não sabia se deveria rir ou permanecer sério. Se o problema todo era escrever "30 días" no meu passaporte, eu mesmo poderia ter escrito isso com uma caneta, já que o inspetor sequer assinou alguma coisa. (Aliás, no Peru escreveram 30 dias no carimbo de entrada e na Colômbia me deram 60 dias). Aproveitei também para perguntar sobre a tal tarjeta andina e me foi informado que quem ingressa na Bolívia de avião geralmente não recebe esse cartão, apenas quem vem de ônibus, mas que não seria um problema na hora de deixar o país. No fim, quando atravessei a fronteira da Bolívia para o Peru, o oficial de imigração pediu minha tarjeta andina. Eu disse que não tinha e ele me deu uma para preencher na hora, carimbou meu passaporte com o carimbo de saída e foi isso. Eu gostaria de poder dizer a todos os brasileiros que não levem seus certificados de antecedentes criminais ao entrar na Bolívia. Mas eu certamente levarei o meu a partir de agora. Mesmo sabendo, como eu já sabia naquele episódio, que não é algo necessário. Mesmo com toda a garantia dada pela Embaixada e pelo setor de imigração do país. A realidade concreta parece importar pouco diante da vontade de um grupo de policiais fortemente armados em uma estrada no meio do deserto. Nunca vou esquecer aqueles momentos de pânico. Me senti impotente, sem saber como denunciar tudo que aconteceu às autoridades competentes. Não havia identificação no uniforme dos policiais, eu sequer saberia apontar nomes. Também fiquei com muito medo de denunciar e acabei optando por seguir a viagem normalmente. Tudo que eu queria era distância de uma delegacia. Desculpem se este relato mais alarma do que ajuda efetivamente alguém. Mas se isso aconteceu comigo, sabe-se lá com quantos mais pode ter acontecido ou ainda pode vir a ocorrer. A única dica concreta que eu tenho para dar é: andem sempre com o número do plantão da Embaixada. Aqui neste link tem as informações sobre o contato de emergência consular para brasileiros na Bolívia: http://lapaz.itamaraty.gov.br/pt-br/emergencias.xml Agradeço a quem leu até aqui e reforço: a Bolívia é um destino de viagem incrível e insuperável. Mesmo este episódio terrível não estragou a satisfação que tive em conhecer o país e passar vários dias lá. Prometo em breve fazer um relato detalhado de toda a viagem. Abraços!
  4. Boa tarde amigos, venho relatar aqui a viagem de 29 dias que minha namorada e eu fizemos por 4 países. Depois de muito pesquisar aqui no site acabamos fazendo o seguinte roteiro: Santa Fé, Mendoza, Santiago, La Serena, Antofagasta, San Pedro de Atacama, Iquique, Arequipa, Cusco, Puno, Copacabana, La Paz, Potosí, Uyuni, General Guemes, Alegrete. Somos de Porto Alegre e fizemos a trip com um Gol 1.000, sem direção hidráulica mas com um ar condicionado que funciona perfeitamente, chamamos o auto de "El Tanque". No total foram 11.070 Km, 17 hoteis/hostels/pousadas, 4 países, uma infinidade de novos amigos. O custo total ficou por volta de 17 mil reais, 8.500 para cada, levamos 2.900 dólares em espécie. Dia 1 - Porto Alegre - Santa Fé Saímos de Poa dia 23/12/17 ás 6h da manhã, esse primeiro dia era um dos trechos mais longos da viagem, podem imaginar que quase não dormimos pois estávamos ansiosos para sair, foram alguns meses de planejamento e muitas dúvidas ainda pairavam pois não achei nenhum roteiro completamente igual ao que iríamos fazer. Malas no Tanque, check list feito e chimarrão na mão. Vamos lá!! O trajeto Poa até a fronteira muito tranquilo, a aduana estava vazia e foi muito rápido, mostramos passaportes, carta verde e segue o baile. Na Argentina que começaram algumas complicações, assim que entramos na Ruta 14 fomos parados pela polícia, uns sujeitos com roupas de milicianos nos pediram documentos e para ver o extintor de incêndio, então disseram que o mesmo estava vencido, na verdade ele venceria 31/12. Um dos sujeitos me levou para uma sala uns 200m do carro e outro ficou com minha namorada na porta do carro, lá dentro inventou mil histórias e tive que desembolsar depois de muito negociar, paguei 20 dólares. Ao longo desse trajeto fomos parados mais 5x, todas as vezes pediram as mesmas coisas e nenhum deles falou que o extintor estava vencido, nessas outras 5 paradas os policiais que nos pararam estavam com coletes verdes e nos pareceram mais "sérios" que aqueles primeiros que tinha roupas de militares e cara de malandro. Chegamos em santa fé já era noite e ficamos num hotel que havia reservado pelo booking, no outro dia sairíamos cedo novamente e o trajeto também era longo. Dia 2 - Santa Fé - Mendoza Acordamos cedo novamente e na recepção do hotel encontrei um casal de brasileiros que estavam sem dinheiro porque haviam pago tanta propina na estrada que não sobrou quase nada, então fiquei um pouco mais aliviado por ter sido extorquido apenas 1 vez, pois passei o caminho todo com raiva daqueles primeiros policiais. Saímos 7h com destino a Mendoza, lá ficaríamos 2 dias. Aqui algumas considerações: não tínhamos interesse em visitar vinícolas, pode parecer estranho pois a região é propícia, mas a verdade é que no RS acabamos visitando tantas na Serra que acaba que o processo é todo o mesmo; nas vinícolas os preços de vinhos são na maioria das vezes mais caros que no mercado da cidade e pq estaríamos dia 25/12 lá, feriado, então poucas estariam abertas. Nosso estilo de viagem é mais lado B e conhecer pessoas. Caminho cansativo, alguns pedágios, mas termina na Ruta 7, aí quase dorme no volante. A estrada toda duplicada e desemboca dentro de Mendoza. Chegamos estava anoitecendo, era noite de natal e estava absolutamente tudo fechado, então acabamos comendo num restaurante bem "pega turista" no centro da cidade, menu de natal que era caro e ruim, mas estávamos cansados mesmo, comemos e fomos dormir. Dia 3 - Mendoza Finalmente acordamos em um horário "digno" e fomos conhecer a cidade, praças e afins. Como estávamos quase sem Pesos e as casas de câmbio estavam fechadas, resolvi ir sacar dinheiro em um caixa eletrônico, sempre libero meu cartão (débito e crédito) no exterior, assim qualquer aperto consigo dinheiro, eis que a máquina engole meu cartão que "nunca mais voltou" (nessa parte imagina o Tim Maia cantando), fiquei apavorado, era o cartão que levamos com limite mais alto, que seria fundamental em qualquer imprevisto mecãnico, médico ou sei lá o que. Bom, passado a frustração e depois de 10 chutes na máquina fui cancelar o cartão e pensar em plano B. Lembramos que o NuBank vc consegue gerar boletos sempre que quiser, assim poderíamos gerar, pagar e liberar mais crédito sempre que precisasse. Resolvido o drama fomos finalmente passear, fomos nas 5 praças menores e no parque da cidade, parque General San MArtin tem inclusive um estádio de futebol no meio, muitas famílias fazendo assado e tentando diminuir o calor nas sombras do mesmo. Foi muito legal e nos divertimos conhecendo o gigante parque, apenas uma loja de conveniência estava aberta, então compramos vinho, água e alguns petiscos e curtimos o feriado. Nota: Numa viagem dessas abridor de garrafas sempre é útil.
  5. E aí pessoal. Estive recentemente na Bolívia e tive alguns probleminhas que tenho de relatar para quem quiser se aventurar por lá. Meu destino foi apenas Santa Cruz. Fui de carro entrando pela fronteira de Corumbá. Inicialmente você deve passar na imigração da PF e preencher um formulário simples. Só que ninguém avisou que teríamos também de passar pela imigração boliviana, o que gerou um grande problema que relatarei mais à frente. Fomos abastecer o carro na primeira cidade após a fronteira, Porto Suarez. No posto a frentista disse que não poderíamos abastecer carro com placa brasileira. Ficamos putos sem entender. Ela disse que só poderoa encher galão, mas não tínhamos nenhum. Fomos então atrás de um vendedor clandestino de gasolina numa quebrada de lá. Parecia até que estávamos comprando drogas pelo lugar. O preço era muito barato, menos de 3 reais por litro. Seguimos viagem e passamos num pedágio que custou 11 reais, mas que serve para toda a estrada até Santa Cruz, uns 650km. A estrada é muito boa, ampla, reta e bem sinalizada. As cidades no caminho são muito distantes uma da outra e muito pequenas e pobres. No meio do caminho fomos completar o tanque. Os postos bolivianos tem 2 preços. Um para bolivianos que custa menos de 2 reais o litro. E um preço internacional para nós brasileiros que custa mais de 4 reais o litro. É revoltante isso, mas em todo posto tem militares para garantir que os preços sejam vendidos como manda o governo. Mas como ouvi que na Bolívia tudo tende a dar errado, deu mesmo. Após dirigir quase 600km, quase chegando em Santa Cruz, tem um posto improvisado de fiscalização e lá fomos barrados. Não pudemos passar de lá porque não tínhamos uma autorização para andar na Bolívia com o nosso carro, e não tínhamos como conseguir essa autorização em Santa Cruz, mas somente na fronteira, que absurdo! Tivemos que deixar nosso carro numa cidadezinha lá e seguirmos para Santa Cruz de táxi, era isso ou voltarmos para a fronteira. Morremos de medo de deixar o carro num lugar desconhecido, mas assim fizemos. Santa Cruz é uma cidade legal, mas com poucas opções turísticas. Táxi e hospedagem são bem baratos. Na volta, 3 dias depois de chegarmos, encontramos nosso carro são e salvo, confesso que orei muito para não roubarem ele. No resto tudo transcorreu bem. Apesar de ser muito pobre, não me pareceu ser um país perigoso. Boa sorte para quem for se aventurar pela Bolívia. Abraços!
  6. Olá povo animado !!!! Bom esse foi meu primeiro MOCHILÃO de verdade, com direito a mochilas, Bull Terrier no pé e ADRENALINA sem saber por onde ia me meter... Bom... fui um pouco rebelde quanto aos conselhos dos meu colegas, afinal todos pregam a PROGRAMAÇÃO ANTECIPADA como a melhor opção para uma aventura SEGURA... "CONCORDO" .... Mas no meu caso, decidi ir 1 semana antes.. rsrsrsrs ãã2::'> Moro em Campo Grande - MS, fiquei 20 dias praticamente dentro de um GOL 1000, com uma turma animada..... nas rodovias da Bolívia e Peru !!! Como ando atarefada, vou resumir minha tragetória e com tempo adcionando o que for necessário... FRONTEIRA Para aqueles animados a irem de CARRO, eu SUPER indico e passo algumas dicas: Obviamente,na IMIGRAÇÃO, passamos na PF registrei minha saída (SOMENTE COM IDENTIDADE) Obs: Levei minha carteirinha da ANVISA só que não me lembro quando tive que mostra-la. Na imigração da Bolívia, deu tudo certo, dei entrada de turista por 30 dias. :'> Meu maior problema foi com o carro, o carro que eu estava indo estava no nome da mãe do motorista, ou seja, NÃO ACONSELHO perdemos um dia de viajem tendo que resolver tudo por internet... a mãe dele teve que ir AO CARTÓRIO ..fazer uma declaração autorizando a andar no veículo e mandou para nós por E-MAIL... FOI UM SACO... MUITA FUNÇÃO CONSELHO = VAI COM O CARRO NO NOME DE QUEM TBM ESTARÁ NA AVENTURA !!! AAAAhhhhhh... Tem que TIRAR UMA HABILITAÇÃO INTERNACIONAL.... é fácil vai no DETRAN paga 150,00 e sai no outro dia!!!! Bom pessoal... essa foto eu tirei na estrada para Santa Cruz de La Sierra, tinha um desvio ( estrada de chão) (MAIO/2012) .. a estrada asfaltada estava em reforma... Ahhh o asfalto da Bolívia é BEMMMM MELHOR do que muito asfalto do BRASIL !!!! ... Chegamos umas 19:00 lá em Santa Cruz... em um trânsito MALUCO.. (ESTILO ÍNDIA)... eu filmei vou tentar postar depois... Achamos um lugar bacana, limpo e eu achei barato... 100,00 Bolívianos +- uns R$ 30,00 o quarto de CASAL !!! Com Ar e chuveiro quente.. e próximo aos points da cidade.. Amei a cidade, é muito bacana e linda !!! Nunca vi tanta LIMOSINE e CARRÃO em um único dia..igual eu vi lá !! APROVADO Ahh.. para comer lá ....caso não gostem de SALTENHA.. tem Burger King !!! ... Bom.. durmimos.. e no outro dia fomos em direção a Cochabamba... ESSA FOI UMA DAS PIORES PARTES DA VIAJEM ... Para ir para lá existem 2 estradas.. a nova e a velha... a velha é pelos CARACÓIS.. morros lindos, paisagem MARAVILHOSA, porem muitas curvas, cansativa e 40min. a mais .... Tá.. até eu descubrir essas informações sobre a estrada velha.. fomos pela estrada NOVA.. foi TENSO !!!! Os Bolívianos tem mania de fazer GREVE.. que raiva !!! Quase chegando em COCHABAMBA Oos caminhoneiros fizeram uma greve... e pensa.. ficamos interditados..e o pior chegamos bem no começo da greve... não tinha nem neção de quando ia acabar.... começou escurecer... e fomos a pé até uma pousada no meio da estrada.. e aguardamos até o outro dia... foi TENSO... ... No outro dia não tinha nem previsão de quando ia liberar a estrada..... RESOLVEMOS TENTAR VOLTAR.....O povo não queria deixar ninguem sair.. e como chegamos bem no começo da GREVE... no outro dia a quantidade de carretas, ônibus e carros.. era BEM MAIOR....Eles tampavam a rua virando a carreta em diagonal.... aííí TIVEMOS UMA BRILHANTE IDÉIA APAVORAMOS OS MOTORISTAS DIZENDO QUE EU ESTAVA GRÁVIDA E PASSANDO MUITO MAL.. depois de muito sacrifício e mtas negociações durante a estrada.... CONSEGUIMOS RETORNAR PARA SANTA CRUZ..
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