Este é meu primeiro relato para os mochileiros , me desculpem pela simplicidades das palavras. Não será necessário descrever as belezas da Serra do Agudo, pois esta já foi bem relatada pelos nossos amigos Danilo Dassi e Jorge Soto. Mas vou relatar as dificuldades de alguém que está algum tempo parado e volta a ativa em uma trip hard.
Minha aventura se passa na companhia de um casal de grande amigos Willi e Tata, que também superaram seus limites rumo ao local desconhecido para eles, conhecido por Pico do Agudo.
Nossa trip começa dia 18 de março, pois tínhamos combinado de seguir rumo a Sapop’s na sexta e acampar em alguma cachoeira da região ou no ultimo sitio, para que sábado bem sedo pegássemos a trilha que leva a montanha. Mas como as coisas nem sempre acontece como planejamos, meu amigo se atrasou com seus compromissos e só conseguimos sair de Maringá às 22:00 hs , passamos a noite em Ibiporã na casa do Marcelo irmão do Willi, um cara muito brincalhão que sempre usa á frase “um probleminha sempre dá, mas tudo da certo no final”, cujo nós usamos muito em toda a trip, dando boas gargalhadas das nossas trapalhadas.
Acordamos bem cedo no sábado e rumamos para o bairro do Lambari e às 10:00 chegamos no sitio do Sr. Ayrton onde deixamos o carro e seguimos a pé para o sitio do Sr. Livercindo, onde começa a trilha para o Pico do Agudo e nossa ralação, chegando lá às 12:00 hs demos uma pausa para o almoço, com direito a sanduíche de pão de forma com patê de atum e azeitona preta e um breve descanso dos 4Km percorridos ,
como já disse antes saímos atrasados de Maringá e acabei esquecendo de trazer o relato do nosso amigo Jorge Soto que descreve muito bem o começo da trilha, foi aí que caímos na besteira de perguntar ao Sr. Livercindo onde começava a trilha, que por falta de conhecimento nos indicou uma trilha que passa ao lado da primeira mata, em meio a um imenso colonhão, entramos os três para dentro daquele inferno em pleno sol a pino às 13:00 hs da tarde, resultado chegamos ao fim da trilha que não levava a lugar nenhum, então meu amigo resolveu cortar o colonhão no peito pra voltarmos para a mata e tentar achar a trilha, só que quando procurava o caminho certo em meio aos cipós da mata, ele achou...
... um enxame de abelhas que lhe deu umas dez picadas de abelhas que lhe obrigou sair correndo e parando ao achar a ultima bica d’ água rumo ao pico, foi ai que ele achou a trilha certa e voltou pra nos buscar no meio do colonhão, desviando das abelhas. Bateu o desanimo, mau tínhamos começado a trilha e já tinha dado tudo errado, a Tata é enfermeira padrão e eu sempre carrego um kit de primeiro socorros bem completo, passamos pomada Fenergam em seus ferimentos para aliviar a dor e descansamos alguns minutos para ver se ia dar alguma reação alérgica, sendo assim ter que abortar a aventura. Mas graças a Deus, ele não era alérgico e agora com a trilha certa claramente na nossa frente e os cantis reabastecidos nos colocamos a andar, alguns minutinhos de frescor da mata e de volta ao colonhão seguindo a cerca de arame até chegar a próxima mata, que tem uma clareira ideal para quem quer acampar antes do ataque ao cume ou não quer passar a noite no mesmo, onde descansamos por alguns minutos antes de encarar a ultima etapa de colonhão
agora já ganhando altitude rumo ao cume, e em meio aquele calor todo, me veio uma câimbra nas duas pernas, que queria me forçar a desistir, mas com um Tylenol e um pouco de Gelol voltei ao combate. E ai começa a escalaminhada hard, ainda bem que sempre posso contar com meu parceiro que levou uma corda e alguns mosquetões que nos auxiliou em muito na subida, principalmente na etapa final após a pedra da desistência.
E ao anoitecer chegamos ao cume nos arrastando de canseira mais muito felizes de ter atingido nosso objetivo.
Este é meu primeiro relato para os mochileiros , me desculpem pela simplicidades das palavras. Não será necessário descrever as belezas da Serra do Agudo, pois esta já foi bem relatada pelos nossos amigos Danilo Dassi e Jorge Soto. Mas vou relatar as dificuldades de alguém que está algum tempo parado e volta a ativa em uma trip hard.
Minha aventura se passa na companhia de um casal de grande amigos Willi e Tata, que também superaram seus limites rumo ao local desconhecido para eles, conhecido por Pico do Agudo.
Nossa trip começa dia 18 de março, pois tínhamos combinado de seguir rumo a Sapop’s na sexta e acampar em alguma cachoeira da região ou no ultimo sitio, para que sábado bem sedo pegássemos a trilha que leva a montanha. Mas como as coisas nem sempre acontece como planejamos, meu amigo se atrasou com seus compromissos e só conseguimos sair de Maringá às 22:00 hs , passamos a noite em Ibiporã na casa do Marcelo irmão do Willi, um cara muito brincalhão que sempre usa á frase “um probleminha sempre dá, mas tudo da certo no final”, cujo nós usamos muito em toda a trip, dando boas gargalhadas das nossas trapalhadas.
Acordamos bem cedo no sábado e rumamos para o bairro do Lambari e às 10:00 chegamos no sitio do Sr. Ayrton onde deixamos o carro e seguimos a pé para o sitio do Sr. Livercindo, onde começa a trilha para o Pico do Agudo e nossa ralação, chegando lá às 12:00 hs demos uma pausa para o almoço, com direito a sanduíche de pão de forma com patê de atum e azeitona preta e um breve descanso dos 4Km percorridos ,
como já disse antes saímos atrasados de Maringá e acabei esquecendo de trazer o relato do nosso amigo Jorge Soto que descreve muito bem o começo da trilha, foi aí que caímos na besteira de perguntar ao Sr. Livercindo onde começava a trilha, que por falta de conhecimento nos indicou uma trilha que passa ao lado da primeira mata, em meio a um imenso colonhão, entramos os três para dentro daquele inferno em pleno sol a pino às 13:00 hs da tarde, resultado chegamos ao fim da trilha que não levava a lugar nenhum, então meu amigo resolveu cortar o colonhão no peito pra voltarmos para a mata e tentar achar a trilha, só que quando procurava o caminho certo em meio aos cipós da mata, ele achou...
... um enxame de abelhas que lhe deu umas dez picadas de abelhas que lhe obrigou sair correndo e parando ao achar a ultima bica d’ água rumo ao pico, foi ai que ele achou a trilha certa e voltou pra nos buscar no meio do colonhão, desviando das abelhas. Bateu o desanimo, mau tínhamos começado a trilha e já tinha dado tudo errado, a Tata é enfermeira padrão e eu sempre carrego um kit de primeiro socorros bem completo, passamos pomada Fenergam em seus ferimentos para aliviar a dor e descansamos alguns minutos para ver se ia dar alguma reação alérgica, sendo assim ter que abortar a aventura. Mas graças a Deus, ele não era alérgico e agora com a trilha certa claramente na nossa frente e os cantis reabastecidos nos colocamos a andar, alguns minutinhos de frescor da mata e de volta ao colonhão seguindo a cerca de arame até chegar a próxima mata, que tem uma clareira ideal para quem quer acampar antes do ataque ao cume ou não quer passar a noite no mesmo, onde descansamos por alguns minutos antes de encarar a ultima etapa de colonhão
agora já ganhando altitude rumo ao cume, e em meio aquele calor todo, me veio uma câimbra nas duas pernas, que queria me forçar a desistir, mas com um Tylenol e um pouco de Gelol voltei ao combate. E ai começa a escalaminhada hard, ainda bem que sempre posso contar com meu parceiro que levou uma corda e alguns mosquetões que nos auxiliou em muito na subida, principalmente na etapa final após a pedra da desistência.
E ao anoitecer chegamos ao cume nos arrastando de canseira mais muito felizes de ter atingido nosso objetivo.
