Me desculpem o mega atraso, mas a gente vai deixando, deixando...e quando vê já passou um tempão, rs. Espero que o relato ainda sirva pra alguém e prometo não demorar tanto nos próximos relatos
De 18/07/2009 a 02/08/2009 eu viajei para Bolívia e Peru com minha amiga Júlia, nos encontrando em Guarulhos, onde teve início o nosso primeiro mochilão.
Nosso roteiro, basicamente, foi o seguinte:
- La Paz (4 dias)
- Uyuni (3 dias)
- Copacabana/Ilha do Sol (2 dias)
- Puno (1 dia)
- Cusco (4 dias)
- Lima (3 dias)
Em média, a cotação que pegamos foi:
R$ 1,00 = 3.36 Bs
R$ 1,00 = 1,46 soles
R$ 1,00 = US$ 0,49
Ao final de cada dia do relato colocarei o meu gasto do dia, com exceção de presentes, rs. Assim dá pra ter uma idéia do custo da viagem por pessoa. Para gastos fixos, como táxi, é só multiplicar o valor por dois, caso os planos de vocês não seja viajar em dupla.
18/07/2009: Chegada em La Paz
Já tínhamos todo o roteiro pronto, inclusive preços, pontos turísticos interessantes, relação de albergue e orçamento, tudo baseado em recomendação de amigos e dicas do mochileiros.
Optamos por sair de Guarulhos e a passagem de ida – Guarulhos/La Paz com conexão em Lima – e volta – Lima/Guarulhos – ficou em R$ 1.297,71 mais R$ 100,80 de seguro viagem. Acredito que tenha ficado cara porque compramos em cima da hora. Fomos de Taca e gostamos da Cia, pois oferecem bons lanches (alguns até com cabelo, provavelmente pra se acostumar com os hábitos dos nativos, hahahaah), tem filme...tá certo que capotei, pra variar, e não assisti nada, rs. Detalhe que chegaríamos em La Paz de madrugada e já dormiria bastante, mas...
Como tinha mandado e-mail para o Hostal Torino (Calle Socabaya, nº 457 – Zona Central; tel: 240-6003), combinei de nos pegarem no aeroporto e não foi preciso pagar nada antecipadamente. Quem nos buscou foi o Mateo, que é muito gente boa, como todos do hostal.
No hostal escolhemos o quarto privativo com banheiro porque achamos o banheiro coletivo meio nojento e era nosso primeiro mochilão, logo, estávamos medrosas ainda, rs.
Gastos do dia por pessoa:
- Translado do aeroporto para o hostal = 25 Bs
- Hostal (2 diárias) = 120 Bs
19/07/2009: La Paz
Quando acordamos estava muito frio, mas não tínhamos opção e saímos para trocar dólares no Hotel Glória, onde é confiável e sempre está aberto, e comer salteña, já que disseram que é melhor comer pela manhã.
Na busca pela difícil salteña conhecemos a Iglesia San Domingo, a Plaza Murillo e, conseqüentemente, o palácio legislativo, o palácio do governo e a catedral, todos na praça. Essa praça fica bem pertinho do nosso hostal e é nela que está o marco zero de La Paz.
Optamos por comprar a salteña em uma lanchinete próxima à praça, pois lá não há muita higiene e ficamos com receio de comprar em banquinha de rua. Achamos muito apimentada e ruim, até demos mais da metade para uma chola que estava na rua pedindo dinheiro. Ela ficou super feliz, mas acreditam que ela colocou no chão enquanto tirava as luvas?!? Blaaargh! ãã2::'>
Passamos no hotel e fomos para a Iglesia San Francisco, uma das mais bonitas que vimos lá, por dentro e por fora!
Fomos aos museos municipales, onde a entrada dá direito aos 5 museus: Costumbrista, Juan de Vargas, Metales Preciosos, Litoral e Casa de Murillo, mas este último estava interditado no período em que fomos. Eles são ligados e ficam na Calle Jaén (muito bonitinha).
Ah, essa Casa de Murillo deve ser ótima porque uma mulher nativa brigou muito com o guarda por não deixá-la entrar
Na volta paramos em um restaurante meio fuleiro para começar a provar os pratos típicos, coisa que sempre faço questão onde quer que eu vá. Pedimos um chicharrón de pollo que dá pras duas e o prato foi aprovado, mas não era nada diferente do que estamos acostumados, era um frango assado com a pele crocante, batata e um arroz temperado, servido com molho de tomate e pimenta. Detalhe: No final da viagem descobri que não é o chicarrón de fato, rs.
Voltamos para o hostal e descansamos um pouco antes de sair pra fechar os passeios e conhecer o mercado das bruxas.
Conseguimos um lugar onde o passeio para Tiwanaku (ou Tiahuanaco, ou Tiahuanacu), Chacaltaya e Vale da Lua sairiam por 215 Bs por pessoa. Achamos bom porque nos demais custava 225 Bs e no Buho’s Tours, onde fechamos, nos atenderam bem e incluía entradas e almoço em Tiwanaku.
O mercado das bruxas é, na verdade, uma rua com várias lojas e barraquinhas. Primeiro conhecemos e depois fomos às compras. No final eu já estava com a cabeça estourando, talvez pela altitude, mas fizemos bons negócios
Dica: Pechinchar SEMPRE!!! Lá o pessoal dá desconto muito fácil.
Voltamos ao Buho’s Tour (Calle Sagárnaga, nº 242. Tel: 231-2574 e 247-1577. E-mail: buhostours@hotmail.com) e fechamos os pacotes, inclusive o de Copacabana, dormindo na Isla del Sol, terminando em Puno. Com tudo incluso (guia, alimentação, hotel Inti Kala, lanche e ingressos) ficou em US$ 80,00 para cada. No final do pacote eles nos decepcionaram, mas ao longo do relato falarei mais sobre isso.
Na saída nos alertaram sobre os ladrões, para tomar cuidado com as mochilas. Ficamos tão inseguras que até erramos o caminho, nos fazendo subir umas 3 quadras a mais, rs.
Eu definiria La Paz como uma cidade muito simples, mas é incrível ver como é limpa, sem lixo no chão ou pixação!
Chegando no hostal estávamos mortas! Só queríamos tomar banho e descansar, quando...o chuveiro só tinha água gelada! Ainda bem que ficou apenas fria depois
Jantamos em uma lanchonete local próxima ao hostal porque não sabíamos como era a segurança por ali. Estava bem gosto e deram desconto por ter comprado duas antes mesmo da gente pedir, hahaha.
Na saída fomos em uma sorveteria apenas pra provar a cerveja Paceña e jogar conversa fora. Tomamos sorvete de teimosas, pois era ruim e o frio era tanto que nem conseguimos tirar as luvas para tomá-lo.
[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110518091045.jpg 500 375 Legenda da Foto]La Paz, Plaza Murillo e caminho para Tiwanaku.[/picturethis]
Gastos do dia por pessoa:
- Alimentação = 48,50 Bs
- Museus = 4 Bs
20/07/2009: La Paz
Como faríamos os passeios e não utilizaríamos o hostal, resolvemos deixar as malas na recepção e economizar a diária. Aproveitamos para reservar o táxi para o terminal rodoviário com o Mateo, pois iríamos à Uyuni à noite.
Paramos na porta do hostal para esperar a van que nos levaria a Tiwanaku, mas tinha desfile de comemoração dos 200 anos de liberdade e tivemos que ir até o outro hostal para não atrasar mais. Em partes foi bom porque a guia nos explicou algumas coisas, como que antigamente a Iglesia San Francisco dividia a população em classe alta (sentido Plaza Murillo) e classe baixa, sendo que a divisão era feita por um rio que hoje passa abaixo da cidade. Atualmente a classe alta está na zona sul, a média na central e a baixa na norte.
No caminho fizemos uma parada para tirar foto do lado oriental do Altiplano e da cordilheira dos Andes.
Tiwanaku fica a 72km de La Paz e sua altitude é de 4.010m. É legalzinho, principalmente pela tradição e por ulguns detalhes legais, como os buracos nos pilares que servem para amplificar as vozes. O problema é que, depois de um tempo, fica cansativo e não agüentamos mais ver, passa a ser tudo pedra.
Passamos por uma mini feirinha no final onde compramos umas tranqueiras. Nessa feirinha só tem colar, ímã de geladeira...essas coisinhas que a gente sempre compra
Paramos para almoçar, onde provamos a sopa de quinoa e carne de lhama. A comida era bem gostosinha, mas a bebida era um roubo!
No almoço conhecemos duas peruanas (Katheryn e Elisabeth) muito gente boa que nos deram umas dicas e se ofereceram para nos encontrar em Lima.
Passamos na Igreja de Tiwanaku e na prefeitura antes de voltar a La Paz. Embora tenham dito que voltaríamos 16h30, chegamos só 17h15 o que nos fez correr para o hostal, parando pra sacar dinheiro pra pagar nossas diárias.
Deixamos para comprar a passagem pra Uyuni na hora, pois nos disseram que tinha muito e não precisava comprar antecipado, mas quase ficamos sem lugar! Só tinha quatro lugares e as duas americanas na nossa frente queriam 3 lugares porque uma delas gosta de ir deitada em dois bancos. A sorte foi que a moça da bilheteria não falava inglês e nem se esforçava para entender, então banquei a intérprete e as americanas, para agradecer, concordaram em comprar só duas passagens pra gente não ficar sem.
Algumas pessoas disseram que a situação do ônibus é precária, por isso paramos na farmácia após comprar uns lanches pra comprar vick e máscara, hahahaah.
Dica: SEMPRE confira o troco porque tentaram nos sacanear nas contas algumas vezes.
Perto da hora do embarque fomos atrás do nosso portão e só na hora nos avisaram que tem uma taxa de embarque de 2 Bs por pessoa e tivemos que correr para comprar na bilheteria. O pior é que viemos sentadas na frente das americanas e o lugar delas era o pior do ônibus! Nem olhei pra trás de tão sem graça e com medo de pensarem que fiz de propósito, hahaha. Detalhe que no meio da noite a Ju acordou e tinha uma delas dormindo no chão do corredor! Tá certo que o ônibus não eram ruim como disseram, tinha aquecimento, manta...mas o chão era meio nojento.
[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110518091058.jpg 500 375 Legenda da Foto]Tiwanaku.[/picturethis]
[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110518091109.jpg 500 375 Legenda da Foto] Feto de lhama, folhas de coca, mercado das bruxas e um pouco de patriotismo da viagem .[/picturethis]
Olá!
Me desculpem o mega atraso, mas a gente vai deixando, deixando...e quando vê já passou um tempão, rs. Espero que o relato ainda sirva pra alguém e prometo não demorar tanto nos próximos relatos
De 18/07/2009 a 02/08/2009 eu viajei para Bolívia e Peru com minha amiga Júlia, nos encontrando em Guarulhos, onde teve início o nosso primeiro mochilão.
Nosso roteiro, basicamente, foi o seguinte:
- La Paz (4 dias)
- Uyuni (3 dias)
- Copacabana/Ilha do Sol (2 dias)
- Puno (1 dia)
- Cusco (4 dias)
- Lima (3 dias)
Em média, a cotação que pegamos foi:
R$ 1,00 = 3.36 Bs
R$ 1,00 = 1,46 soles
R$ 1,00 = US$ 0,49
Ao final de cada dia do relato colocarei o meu gasto do dia, com exceção de presentes, rs. Assim dá pra ter uma idéia do custo da viagem por pessoa. Para gastos fixos, como táxi, é só multiplicar o valor por dois, caso os planos de vocês não seja viajar em dupla.
18/07/2009: Chegada em La Paz
Já tínhamos todo o roteiro pronto, inclusive preços, pontos turísticos interessantes, relação de albergue e orçamento, tudo baseado em recomendação de amigos e dicas do mochileiros.
Optamos por sair de Guarulhos e a passagem de ida – Guarulhos/La Paz com conexão em Lima – e volta – Lima/Guarulhos – ficou em R$ 1.297,71 mais R$ 100,80 de seguro viagem. Acredito que tenha ficado cara porque compramos em cima da hora. Fomos de Taca e gostamos da Cia, pois oferecem bons lanches (alguns até com cabelo, provavelmente pra se acostumar com os hábitos dos nativos, hahahaah), tem filme...tá certo que capotei, pra variar, e não assisti nada, rs. Detalhe que chegaríamos em La Paz de madrugada e já dormiria bastante, mas...
Como tinha mandado e-mail para o Hostal Torino (Calle Socabaya, nº 457 – Zona Central; tel: 240-6003), combinei de nos pegarem no aeroporto e não foi preciso pagar nada antecipadamente. Quem nos buscou foi o Mateo, que é muito gente boa, como todos do hostal.
No hostal escolhemos o quarto privativo com banheiro porque achamos o banheiro coletivo meio nojento e era nosso primeiro mochilão, logo, estávamos medrosas ainda, rs.
Gastos do dia por pessoa:
- Translado do aeroporto para o hostal = 25 Bs
- Hostal (2 diárias) = 120 Bs
19/07/2009: La Paz
Quando acordamos estava muito frio, mas não tínhamos opção e saímos para trocar dólares no Hotel Glória, onde é confiável e sempre está aberto, e comer salteña, já que disseram que é melhor comer pela manhã.
Na busca pela difícil salteña conhecemos a Iglesia San Domingo, a Plaza Murillo e, conseqüentemente, o palácio legislativo, o palácio do governo e a catedral, todos na praça. Essa praça fica bem pertinho do nosso hostal e é nela que está o marco zero de La Paz.
Optamos por comprar a salteña em uma lanchinete próxima à praça, pois lá não há muita higiene e ficamos com receio de comprar em banquinha de rua. Achamos muito apimentada e ruim, até demos mais da metade para uma chola que estava na rua pedindo dinheiro. Ela ficou super feliz, mas acreditam que ela colocou no chão enquanto tirava as luvas?!? Blaaargh!
ãã2::'>
Passamos no hotel e fomos para a Iglesia San Francisco, uma das mais bonitas que vimos lá, por dentro e por fora!
Fomos aos museos municipales, onde a entrada dá direito aos 5 museus: Costumbrista, Juan de Vargas, Metales Preciosos, Litoral e Casa de Murillo, mas este último estava interditado no período em que fomos. Eles são ligados e ficam na Calle Jaén (muito bonitinha).
Ah, essa Casa de Murillo deve ser ótima porque uma mulher nativa brigou muito com o guarda por não deixá-la entrar
Na volta paramos em um restaurante meio fuleiro para começar a provar os pratos típicos, coisa que sempre faço questão onde quer que eu vá. Pedimos um chicharrón de pollo que dá pras duas e o prato foi aprovado, mas não era nada diferente do que estamos acostumados, era um frango assado com a pele crocante, batata e um arroz temperado, servido com molho de tomate e pimenta. Detalhe: No final da viagem descobri que não é o chicarrón de fato, rs.
Voltamos para o hostal e descansamos um pouco antes de sair pra fechar os passeios e conhecer o mercado das bruxas.
Conseguimos um lugar onde o passeio para Tiwanaku (ou Tiahuanaco, ou Tiahuanacu), Chacaltaya e Vale da Lua sairiam por 215 Bs por pessoa. Achamos bom porque nos demais custava 225 Bs e no Buho’s Tours, onde fechamos, nos atenderam bem e incluía entradas e almoço em Tiwanaku.
O mercado das bruxas é, na verdade, uma rua com várias lojas e barraquinhas. Primeiro conhecemos e depois fomos às compras. No final eu já estava com a cabeça estourando, talvez pela altitude, mas fizemos bons negócios
Dica: Pechinchar SEMPRE!!! Lá o pessoal dá desconto muito fácil.
Voltamos ao Buho’s Tour (Calle Sagárnaga, nº 242. Tel: 231-2574 e 247-1577. E-mail: buhostours@hotmail.com) e fechamos os pacotes, inclusive o de Copacabana, dormindo na Isla del Sol, terminando em Puno. Com tudo incluso (guia, alimentação, hotel Inti Kala, lanche e ingressos) ficou em US$ 80,00 para cada. No final do pacote eles nos decepcionaram, mas ao longo do relato falarei mais sobre isso.
Na saída nos alertaram sobre os ladrões, para tomar cuidado com as mochilas. Ficamos tão inseguras que até erramos o caminho, nos fazendo subir umas 3 quadras a mais, rs.
Eu definiria La Paz como uma cidade muito simples, mas é incrível ver como é limpa, sem lixo no chão ou pixação!
Chegando no hostal estávamos mortas! Só queríamos tomar banho e descansar, quando...o chuveiro só tinha água gelada! Ainda bem que ficou apenas fria depois
Jantamos em uma lanchonete local próxima ao hostal porque não sabíamos como era a segurança por ali. Estava bem gosto e deram desconto por ter comprado duas antes mesmo da gente pedir, hahaha.
Na saída fomos em uma sorveteria apenas pra provar a cerveja Paceña e jogar conversa fora. Tomamos sorvete de teimosas, pois era ruim e o frio era tanto que nem conseguimos tirar as luvas para tomá-lo.
[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110518091045.jpg 500 375 Legenda da Foto]La Paz, Plaza Murillo e caminho para Tiwanaku.[/picturethis]
Gastos do dia por pessoa:
- Alimentação = 48,50 Bs
- Museus = 4 Bs
20/07/2009: La Paz
Como faríamos os passeios e não utilizaríamos o hostal, resolvemos deixar as malas na recepção e economizar a diária. Aproveitamos para reservar o táxi para o terminal rodoviário com o Mateo, pois iríamos à Uyuni à noite.
Paramos na porta do hostal para esperar a van que nos levaria a Tiwanaku, mas tinha desfile de comemoração dos 200 anos de liberdade e tivemos que ir até o outro hostal para não atrasar mais. Em partes foi bom porque a guia nos explicou algumas coisas, como que antigamente a Iglesia San Francisco dividia a população em classe alta (sentido Plaza Murillo) e classe baixa, sendo que a divisão era feita por um rio que hoje passa abaixo da cidade. Atualmente a classe alta está na zona sul, a média na central e a baixa na norte.
No caminho fizemos uma parada para tirar foto do lado oriental do Altiplano e da cordilheira dos Andes.
Tiwanaku fica a 72km de La Paz e sua altitude é de 4.010m. É legalzinho, principalmente pela tradição e por ulguns detalhes legais, como os buracos nos pilares que servem para amplificar as vozes. O problema é que, depois de um tempo, fica cansativo e não agüentamos mais ver, passa a ser tudo pedra.
Passamos por uma mini feirinha no final onde compramos umas tranqueiras. Nessa feirinha só tem colar, ímã de geladeira...essas coisinhas que a gente sempre compra
Paramos para almoçar, onde provamos a sopa de quinoa e carne de lhama. A comida era bem gostosinha, mas a bebida era um roubo!
No almoço conhecemos duas peruanas (Katheryn e Elisabeth) muito gente boa que nos deram umas dicas e se ofereceram para nos encontrar em Lima.
Passamos na Igreja de Tiwanaku e na prefeitura antes de voltar a La Paz. Embora tenham dito que voltaríamos 16h30, chegamos só 17h15 o que nos fez correr para o hostal, parando pra sacar dinheiro pra pagar nossas diárias.
Deixamos para comprar a passagem pra Uyuni na hora, pois nos disseram que tinha muito e não precisava comprar antecipado, mas quase ficamos sem lugar! Só tinha quatro lugares e as duas americanas na nossa frente queriam 3 lugares porque uma delas gosta de ir deitada em dois bancos. A sorte foi que a moça da bilheteria não falava inglês e nem se esforçava para entender, então banquei a intérprete e as americanas, para agradecer, concordaram em comprar só duas passagens pra gente não ficar sem.
Algumas pessoas disseram que a situação do ônibus é precária, por isso paramos na farmácia após comprar uns lanches pra comprar vick e máscara, hahahaah.
Dica: SEMPRE confira o troco porque tentaram nos sacanear nas contas algumas vezes.
Perto da hora do embarque fomos atrás do nosso portão e só na hora nos avisaram que tem uma taxa de embarque de 2 Bs por pessoa e tivemos que correr para comprar na bilheteria. O pior é que viemos sentadas na frente das americanas e o lugar delas era o pior do ônibus! Nem olhei pra trás de tão sem graça e com medo de pensarem que fiz de propósito, hahaha. Detalhe que no meio da noite a Ju acordou e tinha uma delas dormindo no chão do corredor! Tá certo que o ônibus não eram ruim como disseram, tinha aquecimento, manta...mas o chão era meio nojento.
[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110518091058.jpg 500 375 Legenda da Foto]Tiwanaku.[/picturethis]
[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110518091109.jpg 500 375 Legenda da Foto] Feto de lhama, folhas de coca, mercado das bruxas e um pouco de patriotismo da viagem
.[/picturethis]
Gastos do dia por pessoa:
- Passeio Tiwanaku = 135 Bs
- Passagem para Uyuni (ida e volta) = 220 Bs
- Taxa de embarque = 2 Bs
- Alimentação = 18,50 Bs
Amanhã continuo o relato...
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