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Livro desvenda o mistério do “trem da morte”

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[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110628171920.jpg 600 876 Legenda da Foto][t1]Livro desvenda o mistério do “trem da morte”[/t1]

Relatos de pessoas que ajudaram na construção da linha férrea montam o quebra-cabeça sobre o mistério do trem

 

 

O livro-reportagem “As Vozes de uma Lenda – da fronteira ao oeste” faz uma investigação sobre quais foram os fatos e motivos do passado que fizeram a linha férrea, que liga Brasil e Bolívia, ganhar o nome de “trem da morte”. A linha Noroeste existe desde 1912. Ela já foi e ainda é o meio de muitos brasileiros conhecerem a Bolívia e vice-versa. O trajeto, em outros tempos, partia da Estação da Luz, seguia para Bauru, Corumbá, Puerto Quijarro e terminava em Santa Cruz de La Sierra.

 

O passado deste trem jamais foi explorado e em “As Vozes de uma Lenda” relatos de pessoas que ajudaram a construir a linha férrea, andaram no primeiro trem que percorreu estes trilhos e presenciaram fatos nunca antes comentados montam o quebra-cabeça sobre a história do trem. As memórias contadas por conhecedores da linha férrea vão desde a morte de operários durante a construção, ataques indígenas, assassinatos nas estações, acidentes suspeitos, o longo período de duração das viagens até quando o trem foi o principal transporte para o tráfico de cocaína entre os dois países.

 

Assista o resumo das entrevistas:

 

Enquanto a história se constrói em meio às recordações dos antigos passageiros deste trem, a autora refaz o trajeto décadas mais tarde do que fizeram os entrevistados. Mesmo nos anos 2000, os caminhos tortuosos e quase desertos, a infraestrutura do trem e a escuridão que domina a janela, provocam um sentimento fúnebre no ar. A trajetória segue até Santa Cruz de la Sierra, onde os bolivianos revelam o que aconteceu no passado para que o trem ficasse conhecido como o “trem da morte”.

 

Thaís Sabino é jornalista formada pela FIAM, já trabalhou na Rádio Bandeirantes, RedeTV, Rádio Cultura, Portal Terra e Portal IG.

 

Lançamento: Sábado, dia 2 de julho às 17h na Livraria da Vila - Al. Lorena, 1731.[/picturethis]

Featured Replies

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Fala Licovsk,

 

Eu conversei com ela por e-mail e ela pediu pra postar aqui na área de notícias ( nem vi que ela já havia postado) e criei também um convite lá no Grupo do Mochileiros no Facebook na área de eventos:

http://www.facebook.com/event.php?eid=130632213686390 e também no Twitter: http://twitter.com/#!/mochileiroscom

 

Não li o livro ainda, mas o assunto me interessa muito. E parece ser bem interessante. Acho que vou lá no dia do lançamento. ::cool:::'> ::cool:::'> ::cool:::'>

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Eu compraria esse livro só pela foto da capa, que curti MUITO.

 

Parece que vai ser bacana mesmo!

 

Intééé

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Também quero ler, até já encomendei um exemplar para meu livreiro aqui de Cuiabá.

 

::otemo::::otemo::

 

Maria Emilia

Postado
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Legal, eu viajei neste trem em 2003... Na época eu nem sabia q ele era chamado de trem da morte... rsss.... A viagem foi horrível, o trem era fedido demais e estava um calor infernal... toda parada nas estações era meio tenso pois tinha que ficar ligado para não ser roubado... rsss...

 

Mas a ida foi tranquila, o pior foi a volta, resolvi voltar pro Brasil por Cáceres no MT, peguei o buzão de Santa Cruz para San Matias... 24 horas de viagem passando pelo meio do nada, com um ônibus caindo aos pedaços e em estrada quase 100% de chão... rss.... isso sim foi aventura...

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Olá, pessoal.

 

Como estão?

 

Quem não conseguiu comparecer no sábado, criei um site para quem quiser comprar o livro. A pessoa compra e chega em casa, pode ser autografado ou não, da maneira que preferir.

 

O site é: http://www.thaissabino.com.br/

 

Beijos e boa leitura!

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Valeu Thais! ::cool:::'> ::cool:::'> ::cool:::'>

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Esse livro deve ser interessante principalmente como registro da malha ferroviaria q antigamente existia, unia bauru ao pantanal, e q se extendia ate a Bolivia. Isto pq a cada ano q passa o tal Trem da Morte (tem ate Primeira classe!) se descaracteriza cada vez mais e mais. Ja viajei nele em mais de 5 ocasioes e ate ganhei uma cicatriz (desta vez nao na bunda!) num acidente nele, e na ultima (de 2003) ja deu pra perceber mudancas grandes. Hj entao nem se fala, pelo q ouco comentar.. Nesse meio termo conversava com td mundo, desde os milicos, vendedores e maquinista, onde tinha um q ate ja me conhecia! A tendencia natural deve ser dele um dia deixar de percorcorrer os trilhos e ficar apenas na lembranca, ja q agora tem varias linhas de bus q fazem o trajeto ate Sta Cruz de la Sierra. Estas linhas rodoviarias sim podem se considerar Busao da Morte..

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Nossa que legal esse livro!!!

 

Lembro de ter andado no "Trem da Morte" quando era pequena, devia ter uns 8 0u 9 anos... ia com meus pais e primos de Campo Grande (se bem que em Campo Grande ele ainda não é considerado o "Trem da Morte") para a Bolívia. Algumas vezes parávamos em Corumba para passear...Mas esse percurso devo ter feito no máximo umas duas ou três vezes, depois íamos de carro mesmo.

 

O que me vem a memória sempre é de um grupo de crianças bolivianas, todas uniformizadas com seus uniformes meio escuros, se apresentando no trem...cantavam para os passageiros...tudo era meio escuro em alguns pontos...sinistro...

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