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25 dias desbravando Maranhão e Piauí - Parte 1: São Luis

Posts Recomendados

Antes:

Pesquisei sobre o destino. Li praticamente todos os tópicos relacionados do fórum e postei muiiiitas perguntas. Montei o roteiro: selecionei as cidades nas quais ficaria hospedada; escolhi os passeios e fechei a quantidade de diárias em cada local. Para isso estudei a logística, ou seja, quais os melhores pontos de partida para os passeios e os translados entre um ponto e outro definindo a sequência a ser seguida. Comprei os voos e reservei os hoteis, por se tratar de alta temporada. Entrei em contato com agências para levantar preços de passeios e translados; reservei alguns. Anotei e imprimi o roteiro com as principais dicas, mapas e informações sobre as reservas feitas e as cotações pesquisadas.

 

Durante:

Munida de mochila com o roteiro impresso, máquina fotográfica, protetor solar, boné, repelente, água, lanche e outros apetrechos, saí seguindo o roteiro. No verso do roteiro, aproveitei o espaço em branco para anotar minhas observações.

Andei de avião, teco-teco, ônibus, van, Toyota, quadriciclo, barco... Acho que só não andei de jegue.

 

Depois:

Passei a limpo minhas anotações da viagem e voltei aqui para fazer a minha parte, ou seja, postar informações para que estas possam beneficiar outros viajantes, da mesma forma que fui auxiliada pelas postagens daqueles que trilharam o mesmo caminho antes de mim e tiveram a bondade de partilhar suas experiências.

 

Vamos às informações:

Maranhão: Fartei-me de ver casarões antigos (capital e Alcântara), dunas e lagoas (Lençóis). Tem boa infra-estrutura para turismo e acesso fácil (capital e Barreirinhas), possível para famílias com crianças e vovós. Para os mais aventureiros, Santo Amaro e Atins são alternativas interessantes, vale a experiência.

 

Piauí: tem lugares lindos e interessantes, mas infra-estrutura para turismo e acesso deixam muito a desejar. Referente aos translados, ou você rala muito com o transporte público ou você gasta uma fortuna com agências para ter mais conforto. Passeios na Serra da Capivara ficam muito caros, além da despesa com guia, o transporte ao parque é muito custoso e é difícil encontrar outras pessoas para dividir gastos. Paisagens muito diferentes, formações rochosas gigantescas e muita história, uma verdadeira aula a céu aberto.

 

Período: 02 a 06/07/2011

Cidades: São Luís, Alcântara, Raposa e São José do Ribamar

 

Tem como atrativos principais o centro histórico, o litoral e a gastronomia. O conjunto arquitetônico do Centro Histórico tem cerca de 5 mil imóveis datados dos séculos XVII e XIX. Tombado em 1997 como Patrimônio da Humanidade pela Unesco, o acervo colonial, abriga, atualmente, lojas, cinemas, museus, teatros, bares, restaurantes e hotéis. Localizada numa ilha, a cidade é cercada de praias, como Ponta d’Areia, Calhau, Olho D’Água e Araçagy. A gastronomia oferece arroz de cuxá, arroz com tarioba, tortas de camarão, frutas regionais como murici, sapoti, bacuri, juçara. Sem esquecer das bebidas: a tiquira e o inigualável e inesquecível guaraná Jesus.

 

Confira abaixo as dicas e o relato de viagem. Ficamos hospedados na Praia do Calhau.

 

Obs.: Além da seção "Dicas" antes do relato, há outras dicas específicas espalhadas pela página. "Outras opções" referem-se às indicações que recebi de colegas, mas que não experimentei por não ter tido tempo ou por ter tomado conhecimento delas tarde demais. ATENÇÃO: não possuo nenhum vínculo com pousada, hotel, restaurante, agência, loja e qualquer outro tipo de estabelecimento divulgado nos meus relatos de viagem. Alguns dos pontos turísticos, bem como alguns estabelecimentos, não foram visitados por mim e as informações foram pesquisadas em guias. Portanto, recomendo que antes de utilizar qualquer serviço, verifique com a secretaria de turismo da cidade, se os dados são atualizados e/ou verossímeis.

 

A cidade

 

São Luis é a capital do estado de Maranhão, com área de 831,7 km² e 1.027.098 habitantes (dados IBGE 2010). Faz limite com as cidades de Paço do Lumiar, São José de Ribamar e Raposa. Possui clima tropical, quente e úmido, com temperatura mínima entre 20 e 23 graus e máxima entre 29 e 31 graus. Apresenta duas estações distintas: a estação seca, de agosto a dezembro, e a estação chuvosa, de janeiro a julho, com média pluviométrica de 2325mm.

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São Luis é a principal cidade de acesso ao Maranhão para quem vem de outros estados, por meio de transporte rodoviário ou aéreo.

 

* Terminal Rodoviário de São Luís, Av. dos Franceses, s/n, Santo Antonio, 3249-2488

* Terminal Hidroviário, Rampa Campos Melo, s/n, Cais da Praia Grande, 3232-0692. Localiza-se na Av. Beira Mar, próximo ao Palácio dos Leões

* Aeroporto Internacional Marechal Hugo da Cunha Machado, Av. dos Libaneses, s/n, Tirirical, 3217-6100. Estava em reforma, mas operando normalmente

 

Transporte São Luis/São José do Ribamar:

 

* ônibus saem de perto da Ponte José Sarney e vans do centro histórico, no mercado central, 1h20min de viagem. Na cidade, pegar outra van para a Praia de Panaquatira, 20min de viagem. Disseram que as vans andam muito cheias

 

Transporte São Luis/Raposa:

 

* ônibus de linha da Viação Litoral partem a cada 30min do Mercado Central, 1h40min de viagem

 

Transporte São Luis/Alcântara:

 

* Lancha Diamantina, Av. Beira Mar, s/n, Cais da Praia Grande, 3232-0692. Atualmente em reforma

* Lancha Bahia Star, Av. Beira Mar, s/n, Cais da Praia Grande, 3232-0692. Estava indicada num site de uma pousada de Alcântara, mas não a vi no cais

* Saída de lanchas e catamarãs: São Luís/Alcântara - diariamente às 7h e 9h30. Alcântara/São Luís - diariamente às 8h30 e 16h. Eu cheguei antes, eram umas 8h30min, pois não tinha certeza do horário e queria comprar com antecedência para não ter problemas

* As lanchas e barcos para Alcântara saem do Cais da Praia Grande e, de acordo com o horário da maré, saem também da Ponta d'Areia. Parece que a empresa proprietária da lancha oferece condução para os passageiros do Cais da Praia Grande até a Ponta D'Areia

* Ferry Boat, Terminal Ponta da Espera, 3744, Itaqui, 3232-5590 / 7259. Duas viagens por dia (de doze em doze horas), de acordo com o horário da maré. Obs. O desembarque é feito no Terminal de Cujupe em Alcântara

 

Dicas de Transporte:

 

* Táxi do aeroporto é tabelado e caro, mas com mala fui de táxi mesmo

* No dia a dia, para os passeios, usei apenas o ônibus circular Calhau Litorânea, que atendeu bem. Entretanto, há várias linhas pela cidade e terminais de integração que possibilitam pegar mais de um ônibus pagando uma única vez

* Há lanchas e catamarãs para fazer o transporte para Alcântara. Disseram que as lanchas maiores são melhores, pois balançam menos e vão mais rápidas.

* Na compra da ida para Alcântara, a empresa aterroriza para comprar a volta e caímos nessa, mas não vale a pena. É melhor comprar a volta em Alcântara, pois há várias opções de horários de outras empresas que também atendem. Segundo uma guia da região, não tem essa de ficar preso em Alcântara sem poder voltar

* Quando fomos para Alcântara, o mar estava muito calmo, nem teve emoção, mas disseram que normalmente não é assim, que balança muito e as pessoas passam muito mal. Aconselham a tomar remédio contra enjoo

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Junho é o mês da Festa de São João, fim da estação chuvosa e época de lagoas cheias nos Lençóis Maranhenses. Normalmente a visita à capital é coordenada com o passeio aos Lençóis Maranhenses, cujas lagoas ficam mais cheias entre maio a agosto. Julho é alta temporada (férias) e é interessante o início do mês, se os arraiais forem prorrogados ou meados do mês quando começa o Vale Festejar. Vale a pena conferir a programação das festas antes de planejar a viagem.

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Centro Histórico:

 

# Pedra da Memória, obelisco construído para homenagear a maioridade de Dom Pedro II

# Palácio dos Leões (1766), Av. Dom Pedro II, 3232-9789, visitas às seg, qua, sex 14-17h, do antigo forte, hoje, só existem mesmo dois baluartes, São Cosme e Damião, de estilo neoclássico e possui rico acervo de gravuras e obras de arte, atual sede do Governo do Estado

# Palácio La Ravardière (1689), ao lado do Palácio dos Leões, antiga Casa da Câmara e Cadeia, atual Prefeitura

# Palácio Episcopal, Praça D. Pedro II, Colégio e Capela de N Sra da Luz, construída pelos jesuítas e hoje sede do arcebispado

# Igr Matriz da Sé (1626), Av. Pedro II, 3222-7380, ter-sex 8-18h30, sáb 8-12h e 15-18h30, dom 8-12h e 16-19h, altar-mor revestido de ouro

# Igr N Sra do Rosário dos Pretos, R. do Egito, Centro. Em 1772 a igreja foi restaurada, paredes laterais são revestidas por azulejos que formam belíssimos painéis

# Fonte do Ribeirão (1796), R. do Ribeirão, quase em frente ao teatro, cinco carrancas esculpidas em pedra, com biqueiras de bronze

# Igr e Convento de Santo Antônio (1856 e 1624), Praça Antônio Lobo

# Praça Maria Aragão

# Igr N Sra dos Remédios (1719), Praça Gonçalves Dias

# Casa do Maranhão, R. do Trapiche, 3218-9955, ter-dom 9-18h

# Morada das Artes, R. do Trapiche. Artistas residem, expõem e vendem obras

# CIT, R. Portugal, 165, Centro, 3231-4696, seg-dom das 8-20h. Peguei um mapa e dicas ótimas

# Casa de Nhozinho, R. Portugal, 185, 3218-9953, ter-dom 9-19h

# Sobradão da Praia Grande, com 4 pavimentos é considerado um dos maiores exemplares da arquitetura colonial portuguesa do centro histórico da cidade

# Beco Catarina Mina, R. Djalma Dutra (antiga R. da Calçada), começa na Travessa Marcelino Almeida (R. da Alfândega) e vai até a Av. Dom Pedro II, escadaria de pedras de cantaria, no topo sobrado onde morou Catarina Rosa Ferreira de Jesus

# Museu de Artes Visuais, R. Portugal, 273, ter-dom das 9-19h

# Secretaria de Cultura do Maranhão, seg-sex das 13-19h.

# Solar São Luís, R. Nazaré, o maior prédio em azulejos do país (três pavimentos), restaurado pela Caixa Econômica Federal, atual agência

# CIT, Praça Benedito Leite. Peguei mais um mapa

# Teatro Arthur Azevedo (1817), R. do Sol, 180, 3218-9900, bar, loja. Visitas guiadas: ter-sex das 15h-17h

# Igr N Sra do Carmo (1627), Praça João Lisboa, R. do Egito, seg-sex 7-18h, sáb 7-11h e 15h30-18h, dom 6h30-9h30 e 16-18h, sofreu muitas modificações internas em sua arquitetura

# Convento do Carmo, ao lado da Igr N Sra do Carmo. Museu

# Museu Histórico e Artístico do Maranhão (Solar Gomes de Souza) MHAM, R. do Sol, 302, 3218-9922, ter-dom das 9-18h. Tela Tauromaquia, de Pablo Picasso, manuscrito original do livro O Mulato, [email protected]

# Museu de Arte Sacra (Solar do Barão de Grajaú), R. 13 de Maio, 500, anexo ao Museu Histórico, 3218-9922/9922, ter-dom das 9-18h

# Igr de São João Batista (1665), cruzamento da R. da Paz com a R. São João, reconstruída em 1934, traz em sua fachada as indicações: 1665 - SANCTI JOANNIS BAPTISTA ECCLESIA, como na construção original

# Igr N Sra Santana (séc XVIII), R. de Santana, azulejos portugueses e um painel de admirável beleza e em bom estado de conservação

# Mercado da Praia Grande (Casa das Tulhas), R. da Estrela, 184, seg-sáb 8-19h, dom 8-19h, bom mercado para comprar doces, licores, tiquira, cachaças, farinhas, panelas. Nas sextas, apresentação de Tambor de Crioula

# Museu de História Natural, R. do Giz, seg-sex das 14-16h

# Centro de Cultura Popular (Casa da Festa), R. do Giz, 221, 3218-9924, seg-sex das 9-18h. Exposição do Bumba-meu-boi e vestimentas e objetos usados em Candomblé, Umbanda, Tambor de Mina, Tambor de Crioula, Festa do Divino e Carnaval

# Beco do Quebra-Bunda ou da Pacotilha ou Quebra Costa: R. João Vital de Matos, estreita e irregular, próximo ao Largo do Carmo

# Cafuá das Mercês, R. Jacinto Maia, 43, Desterro, ter-dom das 9-17h30. Museu do Negro

# Convento das Mercês, R. da Palma, 502, 3231-0641, ter-sex 8-18h, sáb das 9-12h. Em julho, qui-dom a partir das 18h, Vale Festejar (bumba-meu-boi fora de época)

# Igr de São José do Desterro (1839), Largo do Desterro

# Fonte das Pedras (1615), R. Antonio Rayol/R. de São João, próxima ao Mercado Central, frontão de alvenaria, calçamento, galerias subterrâneas, bicas e carrancas, construídas no melhor estilo colonial português, cercada por grades, diar das 8-18h

# Igr São Pantaleão (1780), R. São Pantaleão (esq. R. das Cotovias)

# Capela das Laranjeiras ou Quinta do Barão (1811), R. Grande, é um anexo do Colégio Maranhense (Marista). Varanda com entrada lateral e sacristia. Próximo dali, o belo portão da Quinta das Laranjeiras, onde se vêem as armas do Barão de Bajé

# Beco da Bosta ou do Zé Coxo, da Baronesa, dos Excrementos ou 28 de Setembro, beco estreito por onde transitavam escravos carregando os tonéis de excremento para jogá-los na maré

 

Madre Deus:

 

# CEPRAMA Centro de Produção de Artesanato do Maranhão, R. São Pantaleão, 1332, 3232-2187, seg-sáb das 9-18h30; dom até as 13h ou 18h. P/ comprar réplicas de azulejos portugueses e boizinhos do bumba-meu-boi

 

Ponta d' Areia:

 

# Lagoa da Jansen, Av. Ana Jansen, s/n, parque ecológico em torno da lagoa, 6 mil m2, restaurantes, quadras poliesportivas, ciclovias, pistas para Cooper. À noite, a orla da lagoa conta com barzinhos, boates e pizzarias. Grande centro de convivência, com alta freqüência de moradores e de turistas. Do Mirante da Lagoa se tem uma abrangente visão de parte da cidade

 

Praias:

 

# Praia da Ponta d'Areia, a 4 km do centro, uma das mais movimentadas, acesso fácil, conta com hotéis, restaurantes e clubes de reggae

# Praia de São Marcos, a 7 km do centro, no início da Av Litorânea, freqüentada por jovens e surfistas. Possui bares em toda a sua extensão e animação noturna. Ruinas do Forte de São Marcos

# Praia do Calhau, na extensão da Av. Litorânea, uma das mais bonitas da cidade, ondas fracas e dunas cobertas por vegetação. Calçadão bom p/ caminhar, playground e quiosques padronizados

# Praia do Caolho

# Praia do Olho d'Água, a 13 km do centro da cidade, presença de morros e falésias no canto direito. Rodeada por pequenas pousadas

# Praia do Meio, límpidas e próprias para prática de kitesurf

# Praia de Araçagy, mais afastada e tranquila

Obs.: as condições de balneabilidade variam.

 

Dicas de passeios:

 

* Achei que o passeio a São José do Ribamar e Raposa é dispensável. Faça se tiver folga no roteiro. Comprei passeio de agência, pois achei que não ia dar tempo de visitar as duas cidades no mesmo dia se dependesse de transporte público. Vale a pena pesquisar preço das agências, pois há variação, mas não esqueça de conferir roteiro do passeio. Antes de tudo, verifique se agência é cadastrada no Cadastur

* O Centro Histórico é bem legal, mas tem a parte reformada e a parte abandonada. Isso é triste, mas vários casarões estão em reformas, então creio que vai melhorar. O centrinho, a parte reformada é bem movimentada, mas as ruas mais afastadas parecem mais desertas. Cada informativo divulga um horário de visitação diferente, mas parece que o melhor dia é a quarta-feira, pois a maioria das atrações está aberta nesse dia. Evite as segundas, pois a maioria dos museus fecha para manutenção. Disseram que no final de semana não é bom, pois tem menos movimento nas ruas

* Em São Luis, dá para fazer compras no Centro Histórico, tem muitas lojas. Alguns disseram que o CEPRAMA é o melhor lugar para compras, outros disseram que é bobagem ir lá, pois as lojas do centro tem mais variedade. CEPRAMA fica mais longe, acho que não dá para ir a pé

* O Centro de Cultura Popular (Casa da Festa) é legal. Vale a pena visitar. Lá de cima descortina-se uma vista legal da cidade

* Disseram que a lagoa Jansen é legal para ir à noite, mas que durante o dia é deserto

* Em São Luis, vale a pena conferir a programação dos arraiais. Disseram que o Arraial da Lagoa Jansen é mais bonito que o da Praça Maria Aragão

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* Porto do Jacaré, local de desembarque das lanchas e escunas que vem da capital

* Ladeira do Jacaré, uma subida logo na entrada da cidade, cercada dos dois lados por casas antigas. Pouco antes do fim da ladeira, do lado esquerdo, tem um mercadinho, bom para comprar água num preco acessível

* Capela de N. Sra das Mercês, R. das Mercês

* Capela de N. Sra do Desterro, acesso pela R. das Mercês

* Fonte das Pedras, R. Pequena. Construída no século XVIII, para abastecimento de água

* Casa da Cultura, R. das Mercês

* Sede do Escritório Técnico do IPHAN, R. das Mercês

* Praça da Matriz, largo quadrangular com árvores centenárias, cercado de casarões, há o Pelourinho e as Ruínas da Igr de São Matias

* Museu Casa Histórica de Alcântara, Praça da Matriz

* Casa de Câmara e Cadeia, Praça da Matriz. Do final do século XVIII, antigamente funcionava a cadeia, hoje é sede da Prefeitura

* Museu Histórico e Artístico de Alcântara, Praça da Matriz. Acervo ilustra a opulência da cidade quando esta era habitada por ricos barões

* Casa do Divino Espírito Santo, R. Grande, s/n. Parte das festividades do Divino Espírito Santo é realizada neste casarão restaurado

* Sobrado Cavalo de Tróia, R. Grande

* Ruínas do Palácio do Imperador, R. Grande. Construção inacabada, que hospedaria D. Pedro II, em uma visita que nunca faria à Alcântara

* Igr. de N. Sra do Carmo. Estilo barroco, do século XVII. Mais de cem anjos esculpidos em talha dourada ornamentam seu altar

* Ruínas da Igreja da Ordem Terceira de São Francisco de Assis, R. Direita

* Igr. de N. Sra do Rosário dos Pretos, R. Direita

* Fonte da Mirititiua, R. da Mirititiua (cont. da R. Direita). Construída no início do século XVIII

* Praia da Baronesa. Acesso por trás da Igr. de N. Sra do Carmo

* Ilha do Cajual. Importante sítio de fósseis de dinossauros. Ponto de reprodução de Guarás

* Ilha do Livramento. Desabitada, tem uma das mais belas praias do local. Chega-se de barco, em 15 min

 

Dicas de passeios:

# Em um dia dá para conhecer Alcântara. Praticamente, todos os pontos turísticos podem ser visitados a pé. Os atrativos começam logo na descida do barco, no Porto do Jacaré e subindo a ladeira de mesmo nome, que conduz ao coração da cidade: o largo onde se encontram as ruínas da Igr da Matriz, a antiga cadeia e o Pelourinho. Dá para comprar um mapa na Loja de Artesanato e passear por conta. Se preferir há guias e carros para fazer o passeio. Por questão de segurança, circule apenas pelo centro, evite áreas afastadas, como por exemplo, a área das ruínas, por serem desertas. Acho que a praia mais próxima é a da Baronesa. É praia de mangue, diferente, mas não sei se é boa para banho. Olhei de cima, da Pousada dos Guarás. A maré tinha descido muito e a água ficou muito longe. Dá para ir a pé do centro a essa praia, mas o acesso é meio isolado e deserto. Acho que para as outras praias tem que ir de barco

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* São José do Ribamar fica a 32 km de São Luís e tem atrativos como praias, comidas à base de frutos do mar com destaque para o tradicional peixe-pedra frito e histórias girando em torno da figura do santo padroeiro São José

* Praça da Matriz e Igreja, Centro. Ali acontecem as comemorações a São José de Ribamar, durante a festa anual realizada em setembro

* Estátua de São José, próximo à igreja

* Museu dos Ex-Votos, fica debaixo da estátua. Guarda objetos pagos em promessa

* Gruta de Lourdes, ao lado da estátua e do museu. Réplica da gruta existente na França, construída em 1957. Bastante visitada pelos fieis

* Praias do Caúra, Panaquatira e Boa Viagem. Desertas, belas paisagens, boa para banhos, prática de esporte e pesca

* Para quem curte agitação tem o Lava-Pratos, carnaval fora de época, realizado um semana após a data oficial, se não me engano

* Fora de época também é o Lava-Bois, que é o Bumba-meu-boi realizado após o encerramento das festividades de junho

 

Dicas de passeios:

# Em São José do Ribamar dá para visitar a igreja, a estátua, o museu e a praia central a pé. Para ir para as outras praias é necessário pegar condução

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* Raposa fica a 28 km do centro de São Luís, vive da pesca e da renda de bilro. As palafitas da Rua Principal, conhecida como Corredor da Rendeira, são lojas de artesanato e, junto com o passeio de barco, compõem a atração turística do local. Dizem que a cidade tem bons restaurantes

* Passeio de barco tem três roteiros com duração de 2 a 4h e com 2 a 4 paradas para visitação e banho (Dunas e Praia de Carimã, Croa de Sarnambi, criatório de ostras, Ilha de Itaputiua). Horário de saída depende da maré. A Jânio Tour e a Fox Tour fazem esse passeio

* Trilhas de Itaputíua e Pirimirim-Pucal

 

Dicas de passeios:

* Em Raposa, se não me engano, as agências que fazem os passeios de barco, ficam perto do cais. O Corredor da Rendeira fica próximo. Alguns restaurantes citados nos guias ficam próximos também

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Fiz o levantamento de hospedagem no Guia 4Rodas e em sites de turismo. Listas mais abrangentes podem ser obtidas em http://www.turismo.ma.gov.br/

 

* Solare Praia Bella, Av. Litorânea, n. 46, 4009-2777 http://gruposolare.com.br/port/hoteis/hotel.asp?hotel_id=20 [email protected] Decidi ficar na Praia do Calhau e paguei pela localização. Foi o hotel mais bem localizado e com um preço um pouco menos caro que os demais na mesma região, mas mesmo assim foi o hotel mais caro de toda a viagem

 

Outras opções:

 

Estes, também em Calhau, ficam à beira-mar, com exceção do Costa Atlântico

* San Fernando Hotel, Av. Litorânea, 750, 3233-6567 / 6520 http://www.sanfernandohotel.com.br [email protected], [email protected] Dessa lista é o mais simples e com melhor preço

* Litorânea Praia Hotel, Av. Litorânea, 10, 3213-3200 http://www.litoraneapraiahotel.com.br [email protected]

* Calhau Praia Hotel, Av. Litorânea, 1, 3311-1133 http://www.calhaupraiahotel.com.br [email protected], [email protected], [email protected]

* Costa Atlântico Hotel, Av. Sambaquis, 35, 3194-1200 / 1239 http://www.costaatlanticohotel.com.br [email protected], [email protected]

 

No Centro Histórico, estes são os mais recomendados:

* Albergue Solar das Pedras, R. da Palma, 127, 3232-6694. http://www.ajsolardaspedras.com.br/ [email protected], [email protected], Muito recomendada pelos mochileiros

* Pousada Colonial, R. Afonso Pena, 112, 3232-2834 / 1258. http://www.hotelpousadacolonial.com.br/site.php Disseram que é um bom custo/benefício, boa e não muito cara. Porém, se não me engano, fica um pouco mais afastada da parte reformada do Centro Histórico

* Pousada do Francês, R. da Saavedra, 160/R. 7 de Setembro (R. da Cruz), 3231-4844 / 0879 (fax). http://www.pousadadofrances-informacoes.blogspot.com/ Disseram que é boa, bem recomendada

* Pousada Portas da Amazônia, R. do Giz, 129, 3222-9937. http://www.portasdaamazonia.com.br/por/portas.htm [email protected], Disseram que é muito boa, bem recomendada, dá muito estrangeiro por lá. É mais cara, mas é bem localizada e tem seu charme. Segundo dicas, os quartos da frente são mais caros e mais barulhentos, os outros são mais silenciosos e custam menos

 

Dicas de hospedagem:

 

* A Av. Litorânea é agradável, com calçadão bem movimentado por turistas e moradores da cidade se exercitando. O trecho Calhau-Caolho concentra quiosques arrumadinhos e restaurantes bons. Porém não há farmácias, supermercados e bancos. Esses podem ser encontrados na Av. dos Holandeses, próxima, mas com acesso meio deserto. Alguns disseram que é tranquilo andar por esses acessos, outros aconselharam a não ir a pé. Ônibus são constantes e boa alternativa para ir a essa avenida e se abastecer de água, lanchinhos e quaisquer produtos que porventura tenha esquecido de incluir na mala

* Ficar no Centro Histórico é bom p/ passear por lá, p/ pegar a barca p/ Alcântara. Alguns dizem que é bom, outros que não é legal para sair à noite, pois fica deserto quando comércio fecha

* Pela pesquisa que realizei, outro local turístico para ficar hospedado: Ponta d'areia, próximos a Lagoa da Jansen. Disseram que tem bons barzinhos por perto

* Confira se hospedagem está listada no site da Secretaria de Turismo da cidade, por exemplo. Isso ajuda a evitar problemas

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* Rest. Cabana do Sol, R. João Damasceno, 24, Farol de São Marcos, 3235-2586 / Av. Litorânea, 10, Calhau. A carne de sol, acompanha arroz, baião de dois, feijão de corda com maxixe, paçoca, mandioca, purê de mandioca, banana à milanesa e rapadura. Prato é enorme, para 3 a 4 pessoas, mas faz meia-porção que dá tranquilo para 2 pessoas. É muito bom! Experimentamos peixe também, é bem servido, mas prato é para 2, então acaba saindo um pouco mais caro. Estava gostoso, mas achei carne de sol melhor. Servem 8 pasteizinhos de carne (para 2 pessoas) com geleia de pimenta (deliciosa, levemente apimentada) de entrada. Uma delícia! Restaurante bonito, arrumado, ambiente agradável, envidraçado para jantar olhando o mar e com ar condicionado, no piso superior a vista é bacana. É caro, mas considero boa relação custo/benefício, pois é muito bom

* Feijão de Corda, R. Maracaçumé, 8, Farol de São Marcos, 3235-7880 / R. Auxiliar II, Qd 9 nº 13, Cohajap, 3233-4717 / 4853 (fax), a 3,3 km / Av. Litorânea, 4. Comemos peixe num dia, bem servido, prato para 2, bem temperado e gostoso. Noutro dia comemos escondidinho de carne de sol, o cardápio dizia que era para dois, mas prato era muito bem servido, travessa enorme, dá para pedir 1/2 porção, então carne de sol sai mais barato do que peixe. Estava muito gostoso. De novo pastéis de carne com geleia de pimenta de entrada, mas a porção é bem regulada, 4 pastéis para 2 pessoas e a geléia é meio sem graça, não dá para sentir o gosto de pimenta, a do Rest. Cabana do Sol é mais gostosa. Restaurante agradável e com ar condicionado. É caro, mas considero boa relação custo/benefício

* Bar Oceanos, Av. Litorânea, em frente ao Hotel Calhau. Pedimos peixada, porção boa, farta para dois, travessa com três postas bem grandes, travessa de arroz, cumbuca de pirão. Gostoso, tempero bom, mas achei meio caro. Acho que o fato de ser a beira-mar pesa no preço. Estava cheio, mas não demorou muito para sermos atendidos. É quiosque a beira-mar, mas é ajeitado

* Rest Dom Francisco, R. do Giz, 155, Centro Histórico, 3081-2598. Almoço e jantar de seg-sáb. Almoço sef-service por Kg e jantar a la carte. Experimentei o almoco, tem variedade, é bom

 

Outras opções:

* Landruá Mariscos, Av. Litorânea, 16, Praia do Calhau, 3233-6781. Quiosque a beira-mar

* Rest. Crioula’s, R. do Giz, 204, Centro Histórico, 3221-0985, comida típica a Kg. Disseram que tem mais fritura, comida mais pesada

* La Pizzeria, R. do Giz, 129, Centro Histórico, 3222-5050, ao lado do Portal do Amazonas

* Cafofinho da Tia Dica Restaurante e Bar, Tv Marcelino de Almeida, ao lado da Praça Nauro Machado, 3247-9123

* Senac, R. de Nazaré, 242, 3198-1100

* Armazém da Estrela, R. da Estrela, 401, Centro Histórico, 3254-1274. Música ao vivo

* Bar Antigamente, Centro Histórico. Disseram que já foi muito bom, mas que anda meio caidinho ultimamente

* Barraquinhas da Travessa Marcelino Almeida, Centro Histórico, pratos típicos em pequenas porções e por preços módicos

* Vale Festejar. Festa com barraquinhas de comida, em julho no Convento das Mercês, Centro Histórico, qui-dom

* Maracangalha, R. Mearim, 13, acesso pela Av. dos Holandeses, Renascença II, 3235-9305, a 3,4 km. Parece que ficou famoso por ser incluído na lista “Hot Tables” da revista Condé Nast Traveler. Recomendados geléia de pimenta, galinha caipira com pirão

* Base do Rabelo, R. Projetada, 267, Olho d'Água, a 2,6 km. Disseram que, sempre cheio,é bem tradicional, com comida boa, farta e bom atendimento

* Rest. Cheiro Verde, Av. São Luís Rei de França, 135, Turu, 3248-1641. Disseram que meia-porção serve dois. Comida típica, boa, farta e excelente atendimento

* Rest. Chico Noca, Av. Jerônimo de Albuquerque, 24-A, Bairro do Angelim, 3246-9186, tradicional, só comida regional boa, farta e bom atendimento

 

Dicas de alimentação:

 

* No geral parece que fica mais em conta comer carne de sol do que pescados

* Tem que experimentar o Guaraná Jesus, é praticamente uma atração turística do Maranhão. É difícil encontrar a versão zero, parece que começou a ser feita recentemente

* Adorei arroz de cuxá com bastante vinagreira, que é uma verdura azedinha

* Restaurantes da Av. Litorânea são caros, mesmo os quiosques são caros, mas são muito bons. Não encontrei opções mais em conta por lá

* No Centro Histórico tem bastante opção de self-service e à la carte

* Em Alcântara: doce de espécie, é uma espécie de queijadinha

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Outras opções:

 

* Rest. Mar e Sol, Av. Gonçalves Dias, 320, Centro, 3224-1500

* Rest. Solar dos Navegantes, R. Gomes de Castro, 709, Centro, 3224-1481

* Rest. Frangos e Mariscos, Av. Gonçalves Dias, 740, Centro, 3224-0769

* Rest. São José, Av. Gonçalves Dias, 308, Centro, 3224-2875

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