A Serra do Tamanduá fica a sudeste da cidade de Barro Alto, interior de Goiás, juntamente com a Serra Sete Ranchos e a Serra da Rapadura forma um complexo de bastante beleza, relevo suave e vegetação rasteira, um lugar ótimo para a prática de trekking. O complexo de serras é cortado pelas rodovias BR-080 e BR-414, tornando o acesso a qualquer uma deles bem facilitado. Após uma ida à Brasília, dia 25 de fevereiro e de dar uma olhada pela região, decidi que esse seria meu próximo destino. Encerrei meu expediente na última sexta-feira, 09 de março às 22:00 horas como de costume e, fui pra casa arrumar a mochila pra poder curtir o sábado no mato. Acordei às 04:00 horas, tomei um banho gelado pra despertar de vez e caí na estrada. Gastei 50 minutos até o local no qual larguei o carro e às 05:30, já estava na “trilha”. Como em todas as serras da região, mesmo aqui, com todas as facilidades de acesso e as inúmeras belezas as pessoas não tem hábito de praticar trekking.
Estava um friozinho gostoso, super agradável pra caminhar.
Às 06:30 já estava no topo do segundo morro, quando o sol nasceu maravilhoso. Pra completar, do outro lado tinha um luar fantástico. Parei pra curtir aquele momento e fotografar um amanhecer perfeito.
Depois de curtir a linda alvorada, continuei minha caminhada rumo ao topo dos picos mais altos da Serra do Tamanduá, quando uma perdiz voou bem próximo a mim. Há tempos não via uma na natureza, devido à caça indiscriminada, o número dessas aves na região diminuiu consideravelmente. No caminho, parei pra tomar meu café, e pra curtir a beleza da serra. A caminhada é fácil, com poucas encostas íngremes, não tendo nenhum trecho de escalaminhada. Gastei pouco mais de três horas até o topo do monte mais alto e nesse momento o calor já estava forte. Lá de cima você tem uma visão privilegiada da Serra do Tamanduá, da Serra Sete Ranchos, da Serra Rapadura, e um pouco mais ao longe da Serra Santa Bárbara, da Serra do Cafundó e da Serra do Passa Nove, onde se localiza o Pico P1130, um dos mais altos de toda a região, apelidado assim pelo Flávio aqui do fórum, devido sua altitude. Foi bom ver que ainda inúmeros locais a serem conhecidos e explorados nessa região. Pelo menos terei bastante distração por aqui. De lá, também tem uma visão da cidade de Barro Alto e das instalações da mineradora Anglo American.
O topo do monte é plano, com uma pequena área em areia onde dá pra montar uma barraca, o restante é bem pedregoso, com várias plantas características da região. Fiquei quase uma hora curtindo o vento e a paisagem do local, quando me aproximei de uma encosta e fui presenteado com um pequeno jardim de sempre-vivas. Nunca tinha visto essa planta florida nessa época, sempre vejo paepalanthus floridos de maio a agosto. Desci pra tirar umas fotos mais próximas. As flores exalavam um perfume bem suave.
Depois das fotos, peguei minhas coisas e fui explorar um pouco mais da serra. Desci pela crista sudeste e subi no monte ao lado, num morro à frente, já na Serra Sete Ranchos, havia um deslizamento de terra. Como não podia ficar até o fim do dia, pois tinha um compromisso às 15:00 horas, tive que abortar o plano inicial, que era contornar toda a Serra do Tamanduá, e tive que voltar dali, pois pra fazer o percurso pretendido, precisaria de um dia inteiro. Contornei um pico mais íngreme e subi de volta ao pico mais alto. A descida foi bem mais rápida, gastei uma hora e vinte minutos até o local onde estava o carro e, ao meio dia, já estava na estrada novamente. Foi uma caminhada curta, mas muito prazerosa, um local de muita beleza e bem preservado, principalmente por serem terras de baixa fertilidade e relevo desfavorável, não são usadas para pecuária, tão pouco para agricultura. Agora, é voltar com mais tempo pra explorar melhor as serras da região, pois o pouco que vi me deixou bastante animado.
A Serra do Tamanduá fica a sudeste da cidade de Barro Alto, interior de Goiás, juntamente com a Serra Sete Ranchos e a Serra da Rapadura forma um complexo de bastante beleza, relevo suave e vegetação rasteira, um lugar ótimo para a prática de trekking. O complexo de serras é cortado pelas rodovias BR-080 e BR-414, tornando o acesso a qualquer uma deles bem facilitado. Após uma ida à Brasília, dia 25 de fevereiro e de dar uma olhada pela região, decidi que esse seria meu próximo destino. Encerrei meu expediente na última sexta-feira, 09 de março às 22:00 horas como de costume e, fui pra casa arrumar a mochila pra poder curtir o sábado no mato. Acordei às 04:00 horas, tomei um banho gelado pra despertar de vez e caí na estrada. Gastei 50 minutos até o local no qual larguei o carro e às 05:30, já estava na “trilha”. Como em todas as serras da região, mesmo aqui, com todas as facilidades de acesso e as inúmeras belezas as pessoas não tem hábito de praticar trekking.
Estava um friozinho gostoso, super agradável pra caminhar.
Às 06:30 já estava no topo do segundo morro, quando o sol nasceu maravilhoso. Pra completar, do outro lado tinha um luar fantástico. Parei pra curtir aquele momento e fotografar um amanhecer perfeito.
Depois de curtir a linda alvorada, continuei minha caminhada rumo ao topo dos picos mais altos da Serra do Tamanduá, quando uma perdiz voou bem próximo a mim. Há tempos não via uma na natureza, devido à caça indiscriminada, o número dessas aves na região diminuiu consideravelmente. No caminho, parei pra tomar meu café, e pra curtir a beleza da serra. A caminhada é fácil, com poucas encostas íngremes, não tendo nenhum trecho de escalaminhada. Gastei pouco mais de três horas até o topo do monte mais alto e nesse momento o calor já estava forte. Lá de cima você tem uma visão privilegiada da Serra do Tamanduá, da Serra Sete Ranchos, da Serra Rapadura, e um pouco mais ao longe da Serra Santa Bárbara, da Serra do Cafundó e da Serra do Passa Nove, onde se localiza o Pico P1130, um dos mais altos de toda a região, apelidado assim pelo Flávio aqui do fórum, devido sua altitude. Foi bom ver que ainda inúmeros locais a serem conhecidos e explorados nessa região. Pelo menos terei bastante distração por aqui. De lá, também tem uma visão da cidade de Barro Alto e das instalações da mineradora Anglo American.
O topo do monte é plano, com uma pequena área em areia onde dá pra montar uma barraca, o restante é bem pedregoso, com várias plantas características da região. Fiquei quase uma hora curtindo o vento e a paisagem do local, quando me aproximei de uma encosta e fui presenteado com um pequeno jardim de sempre-vivas. Nunca tinha visto essa planta florida nessa época, sempre vejo paepalanthus floridos de maio a agosto. Desci pra tirar umas fotos mais próximas. As flores exalavam um perfume bem suave.
Depois das fotos, peguei minhas coisas e fui explorar um pouco mais da serra. Desci pela crista sudeste e subi no monte ao lado, num morro à frente, já na Serra Sete Ranchos, havia um deslizamento de terra. Como não podia ficar até o fim do dia, pois tinha um compromisso às 15:00 horas, tive que abortar o plano inicial, que era contornar toda a Serra do Tamanduá, e tive que voltar dali, pois pra fazer o percurso pretendido, precisaria de um dia inteiro. Contornei um pico mais íngreme e subi de volta ao pico mais alto. A descida foi bem mais rápida, gastei uma hora e vinte minutos até o local onde estava o carro e, ao meio dia, já estava na estrada novamente. Foi uma caminhada curta, mas muito prazerosa, um local de muita beleza e bem preservado, principalmente por serem terras de baixa fertilidade e relevo desfavorável, não são usadas para pecuária, tão pouco para agricultura. Agora, é voltar com mais tempo pra explorar melhor as serras da região, pois o pouco que vi me deixou bastante animado.