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Bora viajar?

Bolívia, Chile e Peru - 30 dias inesquecíveis

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Hola chicos de Brasil!!!

 

Vou relatar minha experiência nesse tradicional mochilão entre Bolívia Chile e Peru que aconteceu entre os dias 01 e 30 de junho. Lembrando que o fato de ser comum, de forma alguma faz com que seja uma viagem "mais ou menos", aliás eu diria que se o que te falta é um incentivo, nem leia este relato, pegue sua mochila e vá. Eu garanto que será a melhor experiência da sua vida :!::!::!: No entanto devo lembrar que o fim da viagem é muito difícil, bate uma deprê enorme na hora de voltar, mas vale a pena! :D

Fiquei cerca de 6 meses planejando essa viagem que por sinal conheci por meio do mochileiros.com, praticamente todas as informações que colhi foram daqui então o mínimo que poderia fazer é um relato como forma de agradecimento e quem sabe como incentivo a outras pessoas também fazerem esse mochilão.

Foi minha primeira viagem internacional e foram 30 dias sensacionais. Desertos de areia, de sal, montanhas nevadas, mata, grandes cidades, pequenas cidades, cidades perdidas etc. O ganho é enorme, cultural, visual, social e álcoolicamente falando. heheheh. Em 30 dias conheci pessoas maravilhosas, fiz diversos amigos, sim, amigos e não colegas, no mundo inteiro.

É uma viagem onde é possível conhecer lugares incríveis, festejar muito e refletir sobre a vida (a minha com certeza ganhou um rumo diferente). Passei por alguns apuros durante a viagem mas não tem como fugir dos imprevistos.

Vou tentar detalhar bastante mas não adianta, muitas informações se perdem no meio do caminho mas não tem problema, quando está lá as coisas acontecem bem naturalmente.

 

Vamos ao que interessa :!::!::!:

 

 

Antes de tudo vou deixar um vídeo que dá uma boa ideia do que foi esta viagem

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O roteiro

O roteiro final foi o seguinte:

Santa Cruz de la Sierra

Sucre

Potosi

Uyuni

San Pedro de Atacama

Arica

Tacna

Arequipa

Nazca

Paracas

Huacachina

Cusco (com Salkantay)

La paz

Santa Cruz de la Sierra

 

As únicas diferenças do roteiro original foram a inclusão de Nazca e a exclusão de Copacabana devido a acontecimentos no meio da viagem

 

Para a galera ter uma noção melhor da localização das cidades, vou colocar o roteiro que eu fiz no Tripline antes de viajar. No final as anotações nesse roteiro não bateram totalmente com o que aconteceu então é só pra ter uma ideia mesmo(eu editei para excluir Copacabana e incluir Nazca).

 

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Gastos

Passagens Guarulhos x Santa Cruz: R$ 447,00 ida e volta pela Gol. Comprei com 2 meses de antecedência mas pelo que vi esse é o preço normal.

Passagem Santa Cruz x Sucre: US$ 57,00 pela BOA http://www.boa.bo/brasil/inicio (comprei pela internet no cartão de crédito, rápido e sem problemas)

Levei comigo em dinheiro R$ 2000,00 e US$ 600,00 (cerca de R$ 3200,00) e sobrou mesmo depois de comprar alguns presentes. Exageramos principalmente com comida no Peru (que é ótima) a ponto de desperdiçar e posso dizer que se você for mais controlado, dá pra fazer com pouco menos de 3000,00 tranquilamente.

 

Pra quem não quis calcular, o gasto total foi de R$ 3700,00 aproximadamente

OBS: não tenho nenhuma planilha de gastos, não fiz e acho que não fez falta em nenhum momento, muitos gastos estão detalhados no meio do relato, acho que o importante é saber mais ou menos quanto dinheiro precisa no total e o valor de alguns passeios mais caros ou de transporte em alguns trechos mas não tem por que saber quanto custa um pirulito na banquinha de doces em frente ao terminal de ônibus de Sucre por exemplo. ::tchann::

 

 

DICAS

- Primeira e mais importante, se você vai viajar nos próximos meses NÃO compre passagens pela Aerosur, a empresa está em situação crítica, ainda não se sabe se vai falir mas para se ter uma ideia, no aeroporto de Viru Viru não há ninguém nem mesmo atendendo nos balcões da companhia mesmo assim o site e diversas agências de viagens continuam vendendo suas passagens. Fique esperto, não compre. Dois amigos que estavam comigo compraram e se deram mal, também encontramos outras pessoas na mesma situação.

- Não quis apostar em VTM e coisas do tipo pois já vi varias pessoas tendo problemas como maquinas engolindo ou dificuldade em achar lugares pra gastar, então resolvi ficar só com o moneybelt (R$19,90 na Decathlon ::cool:::'> ), ficava 99% do tempo comigo, pode ser arriscado mas não tive problemas.

- O trecho Santa Cruz x Sucre decidi fazer de avião pois dizem que não é muito bom fazer de ônibus devido às condições da rodovia, além de levar cerca de 17 horas, portanto como o preço indo de avião é bem acessível, eu recomendo afinal você também não perde um dia de viagem.

- Provavelmente só mudaria uma coisa na viagem toda e deixo aqui a dica: leve dólar, se puder, tudo em dólar. Resolvi levar real e realmente não há problemas em fazer troca, ele é aceito em casas de câmbio em quase todas as cidades mas eu perdi dinheiro sempre. Vou exemplificar. Comprei meus dólares na semana da viagem (brasileiro deixa tudo pra última hora né heheh) e paguei R$ 2.10 no câmbio e por exemplo na Bolívia no aeroporto Viru Viru o câmbio era o seguinte:

Real: 3,00 bolivianos

Dólar: 6,84 bolivianos

Então vamos lá, calculadora em mãos, rssss. Com R$ 2,10 eu compraria 6,30 bolivianos, mas com os mesmos R$2,10 eu compraria US$ 1,00 e trocaria ele por 6,84 bolivianos e estamos falando de dinheiro para um mês todo, no final esses centavos fazem muita diferença. Com a moedas dos 3 países isso acontecia, a única diferença era quanto dinheiro eu perdia ::putz:: as vezes mais, as vezes menos por isso hoje eu digo leve dólar

 

 

Preparativos

Posso dizer que pra algumas coisas sou meio despreocupado mesmo, a única coisa que fiz basicamente foi definir o roteiro e ir. Mesmo indo em alta temporada(para o Peru pelo menos devido ao Inti Raymi) não reservei nada, hostel, passeios, nada e digo que podem fazer da mesma forma sem medo pois por mais incrível que pareça, reservando algumas coisas com antecedência você pode pagar mais caro.

Como não tinha nenhum amigo que podia ir junto no mesmo período me programei psicologicamente para ir e ficar sozinho. Santa ingenuidade :!::!::!: Se você quiser ficar sozinho nessa viagem tem que fazer um esforço enorme pra isso (e mesmo assim acho difícil conseguir :D ) mas eu não sabia disso então comecei a procurar pessoas aqui mesmo no mochileiros que fossem fazer a viagem nessa época. Troquei mensagens com várias pessoas e montei um grupo no Facebook porém a maioria das pessoas não ia na mesma data então acabamos usando mais pra trocar informações porém um deles, o Thiago iria na mesma data que eu juntamente com o Rogi e até o Salar de Uyuni nosso roteiro era o mesmo. Depois viemos a descobrir que nosso voo era o mesmo saindo de Guarulhos. Pronto, já não estava mais sozinho e nem tinha saído do Brasil.

Conheci também Fernando e Beatriz que estavam em outro grupo com 90% do roteiro igual ao meu porém eles iriam sair de SP um dia depois de mim. Como haveria essa diferença de um dia, pelos meus cálculos, não conseguiríamos nos encontrar no começo da viagem então decidi não me comprometer a fazer parte do grupo mas mantive contato planejando me encontrar com eles em Uyuni ou Atacama. Minha ideia o tempo todo foi me preparar para estar sozinho e se algo diferente acontecesse seria lucro, mas se eu planejasse estar acompanhado o tempo todo e não conseguisse isso, seria bem pior.

Tive problemas com o certificado internacional de vacinação contra a febre amarela mas vou contar no relato.

No começo estava em dúvidas se começava o roteiro por La Paz para comprar roupas por lá pois não tinha nada para aguentar o frio do Salar mas desisti da ideia e comecei por santa cruz mesmo então fui na Decathlon ver se achava algo que desse pra usar por lá a um preço aceitável. Encontrei na seção de Snowboard uma jaqueta em promoção, me pareceu boa. Comprei ela, uma calça underwear por 39,90, o moneybelt e só, rssss (lembra q sou meio relaxado? heheh).

O resto foram roupas comuns, jeans, camisetas dry fit, umas de algodão,blusas leves, nada demais!

Mochila foi uma de 55L se não me engano. Aconselho uma de 65 pelo menos principalmente se for mulher pois tem algumas tranqueiras a mais hehehe mas somente por praticidade pois a minha serviu bem. Mas se você for daqueles que gosta de comprar bastante coisa no caminho como lembranças e etc, lembre-se que terá que guardar em algum lugar. ::otemo::

 

DICAS

- Nessas horas tem gente que acha que até a escova de dente tem que ser adaptada para mochileiros e eu sou prova viva de que não é bem assim. Claro que isso é uma opinião bem pessoal mas só digo que não é essencial ok? ::cool:::'>

Nem mesmo bota eu usei. Fui com um tênis Olympikus velho com um ano de uso (e olha que eu fiz a Salkantay hehe) e não me arrependo.

 

 

 

1° dia - Guarulhos x Santa Cruz de La Sierra

Acho que nem preciso dizer o tamanho da ansiedade nesse dia né? rsss. Acordei cedo e fui no Instituto Emílio Ribas que fica relativamente perto de casa, pois lá conforme consta no site da Anvisa, emite o Certificado Internacional de Vacinação para a febre amarela que (teoricamente) é exigido nesses países. Bom, chegando lá descobri que eles realmente emitem o certificado mas APENAS se você tomar a vacina lá ( o mesmo acontece com todos os outros postos credenciados que estão na lista do site da ANVISA) e eu já havia tomado a vacina 2 anos antes portanto o que eu deveria fazer seria me dirigir a um posto da própria ANVISA e não um posto credenciado. OBS: Essa informação consta em letras minúsculas na lista da ANVISA e eu é claro, não vi.Lá no instituto a mulher me disse que não havia problemas pois o posto da anvisa funcionava 24H no aeroporto de guarulhos pois era internacional e bla bla bla, só o de Congonhas que fechava as 17H. Pedi pra usar o telefone dela pra ligar na ANVISA e confirmar somente por precaução, ela até deixou mas quem disse que funcionou? provavelmente o número estava errado. Ela falou mais algumas vezes, eu acabei me convencendo e pensei "saio mais cedo de casa, passo na ANVISA no aeroporto e tá tudo tranquilo". Hehehehe você acha que deu certo??? Continue lendo.

Meu voo era as 22:00, saí mais cedo de casa mas tranquilo pois a ANVISA funcionava 24H então teria tempo de sobra :? . Busão, metrô, adrenalina a mil. Cheguei no aeroporto as 18:45 e me dirigi ao balcão de informações perguntando onde era a ANVISA, nisso a mocinha vira e manda na lata: "você quer pegar o certificado agora? A ANVISA fechou às 18:00 mas vai la e vê se tem alguém". Hahah nessa hora só pensei: "Fod*u" mas mesmo assim foi la e adivinhem......estava aberta??? Claro que não. Voltei ao balcão e perguntei pra moça se era realmente obrigatório o certificado, ela não tinha certeza mas ligou pra alguém que disse enfaticamente "sim é obrigatório". Hehhe eu estava rindo pra não chorar, já pensei que teria remarcar minha viagem e estava pensando nos transtornos.

Passados uns 5 minutos de reflexão pensei: "já estou aqui mesmo, vou arriscar, tenho minha carteira de vacinação brasileira, com isso mais uma boa conversa ou quem sabe no máximo um "cafezinho" eu consigo passar", no máximo eu seria deportado acusado de tentar subornar um oficial hahah, mas eu estava de férias, viajando....... que se dane.

Enrolei um bom tempo no aeroporto, fui fazer o check-in com medo de me pedirem o certificado, vi que tudo estava transcorrendo bem e então no final perguntei pra moça da GOL e ela me disse que dificilmente pedem mas lá na Bolívia então ja me senti mais aliviado, pelo menos do Brasil eu iria conseguir sair hehehe. Enrolei mais um pouco e quando deu a hora fui pra sala de embarque. Resolvi então enviar uma mensagem para o Thiago e ele me disse que estava tomando uma no bar do aeroporto mas como eu ja estava na sala de embarque não pude me juntar a eles, fiquei então namorando as coisas no Duty Free (a primeira vez lá você nunca esquece hehehe). Pouco antes de embarcar só ouvi um "eaee", eram Thiago e Rogi.

Conversamos um pouco e de cara vi que eles eram super gente boa então iríamos nos dar bem.

Como eu havia dito, nosso roteiro era o mesmo até Uyuni. No primeiro dia chegaríamos em santa cruz às 1:20 da manha e teríamos o voo pra Sucre por volta das 9:00, a única diferença é que eu iria de BOA e eles compraram passagens da AEROSUR (pois é eles se deram mal).

Nosso voo saiu no horário em Guarulhos, fizemos a escala em Campo Grande e então consegui sentar mais próximo deles no avião para conversarmos. Nisso eles já estava conversando com um senhor boliviano gente boa que nos deu algumas dicas do que fazer em Santa Cruz.

Chegamos em Santa Cruz e a felicidade era facilmente perceptível mesmo antes dos tramites aduaneiros. Era o começo da tão sonhada viagem, o primeiro dos 30 dias o primeiro carimbo no passaporte (no meu caso), sensação muito boa.

Preenchemos e entregamos os formulários, eu ainda com medo de ser questionado a respeito da carteira de vacinação mas no final deu tudo certo. Passamos pela "inspeção" de bagagem e estávamos liberados. Oficialmente em território boliviano, e livres.

 

 

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Rafael, Rogi e Thiago. Estava apenas começando.

 

 

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Agora não tem volta.

 

Ok, eram 1:30 da manhã e nosso voo para Sucre só iria partir as 09:00. O que fazer então? dormir no segundo andar como a galera faz? Tá de sacanagem né? heheheh. Conforme preciosas informações colhidas durante o voo com nosso colega boliviano, resolvemos explorar a noite boliviana hehehe. Antes de tudo fomos guardar nossas mochilas no aeroporto mesmo, por um período maior que duas horas paga-se 50 bolivianos e foi o que pagamos mas as mochilas dos 3 couberam em apenas um armário então estava tranquilo. Os armários não tinham cadeado e eu tinha que deixar meu moneybelt lá pois estava com o dinheiro da viagem toda e não iria andar por ai com tudo mas ficava um tiozinho tomando conta da sala com os armários e controlando quem colocava e retirava as coisas então resolvi arriscar afinal não havia muito o que fazer. Se precisar, a casa de câmbio do aeroporto está aberta nesse horário e no dia estava coma cotação que mostrei no começo do tópico.

Antes de tudo fomos ao balcão da Aerosur para ver se Thiago e Rogi teriam algum problema e descobrimos que não havia nenhum funcionário da Aerosur no aeroporto, ou seja eles estavam ferrados. Encontramos um jovem casal brasileiro com o mesmo problema. A saída? Comprar outra passagem.

Livres de mochilas tomamos um táxi até o centro de santa cruz. Custava 60 bolivianos mas chorando ficou por 50. Dica: se não sabe pechinchar já vá praticando, rssss, será muito útil.

Fomos até uma praça que não sei o nome mas tinha uma baladinha nela que se chama Buffalo (ou algum outro bicho grande ::lol4:: não lembro bem). Até que tinha um bom movimento na praça (não fomos na balada) e logo que chegamos fomos tomar nossa primeira Paceña. Eu não sou de beber cerveja, não gosto mas isso mudou bastante nessa viagem hehehe. Comprávamos as primeiras latinhas logo ao chegar na praça e já fomos abordados, isso mesmo abordados por duas simpáticas bolivianas. Descobri que brasileiro tem cara de brasileiro e é facilmente reconhecido por lá, segundo elas, rsss. Conversamos, bebemos, papo vai papo vem e demos um perdido nas duas, ou elas deram na gente, tb não lembro hehehe.

 

 

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As primeiras Paceñas e as primeiras experiências sociais na Bolívia!! :D

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Viva a Paceña!!!

 

Fomos então dar uma volta pela rua e então reparei um grupinho passando e uma menina estava olhando e rindo então pensei: "será q to cagado?" hehehe mas continuamos andando, voltamos pra onde estávamos na praça e vi que essa menina estava lá com suas outras amigas, mais uma vez fomos intimados (acho que isso acontece bastante por lá hehehhe) e então conhecemos Karmiña, Paola e Yoseli com quem conversamos e bebemos a noite toda. Acabamos descobrindo que os brasileiros tem muita fama por lá segundo elas. Algumas acham uma fama boa, outras, ruim. :twisted:

durante a noite conhecemos outras pessoas também, como a maioria ali estava borracho, se enturmar era muito fácil. Tinha um boliviano que parecia falar chinês, ninguém entendia o que ele falava, rssss.

Ficamos em frente essa balada e do lado de fora pudemos perceber que na praça estava melhor que lá dentro. Aliás não pudemos deixar de nos emocionar quando mesmo da rua ouvimos tocando Kaoma lá dentro heheheh. Mas para ter certeza se valia a pena entrar ou não conversamos com o cara da porta da balada e usei a velha tática do "deixa um de nós entrar pra ver como está lá dentro e ele volta pra falar". Foi então que o Thiago entrou e realmente percebemos que estava melhor lá fora.

Ficamos até umas 6 da manha e garanto que foi ótimo, muito melhor que dormir em aeroporto no nosso caso, deu pra beber bastante, conhecer pessoas legais e já sentir o clima da Bolívia e da viagem..........

Se você for chegar nesse voo da madrugada e vai em clima de curtição eu aconselho bastante ir pra praça no centro, agora se for num clima mais light, melhor o segundo andar do aeroporto mesmo ou alguma outra coisa.

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Paola, Rafael, Yoseli, Karmiña, Thiago e Rogi

 

 

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O boliviano que falava chinês! Borracho! hehehe

 

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O clima era esse :D.

 

Quando foi umas 6 da manhã nos despedimos de nossas novas amigas, trocamos contatos e voltamos para o aeroporto pois o Thiago e o Rogi ainda tinham que resolver a questão da passagem para Sucre afinal haviam comprado na Aerosur. Pagamos mais 50 bolivianos no táxi para a volta.

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A despedida

 

Chegamos no aeroporto e fomos verificar nas companhias BOA e TAM preços e disponibilidades para Sucre. Se não me engano na BOA não tinha então os dois compraram outra passagem na TAM.

OBS: não é a mesma TAM que temos aqui, essa é Transporte Aéreo Militar mas pelo que vi, parece ser confiável.

Eles compraram as passagens por algo em torno de 60 ou 70 dólares para a mesma manhã porém havia um detalhe, o voo não sairia de Viru Viru e sim do outro aeroporto, o El Trompillo, então fiquem espertos ao comprar na TAM pois tem que ir ao outro aeroporto. Em frente ao Viru Viru sai um busão que custa meio caro (não tenho certeza mas acho que uns 100 bolivianos para o outro aeroporto). Comemos um lanche no Subway, conversamos um pouco, pegamos as malas e fizemos nossa programação para nos encontrarmos em Sucre.

O voo de Thiago e Rogi chegaria cerca de 1 hora e meia antes do meu pois eu teria uma conexão em Cochabamba então combinamos de eles darem um role pela cidade e nos encontraríamos no terminal de onibus de Sucre pois já partiríamos para Potosi. Será que deu certo???????

 

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Aeroporto Viru Viru

 

Continua....

 

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  • Oi emília, obrigado!!! legal que está gostando!! então nessa praça tem duas baladas e uma delas eu vi aqui e é Buffalo mesmo, a outra deve ser essa cine center então. não lembro hehehe!

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To apaixonada pelo seu relato... Muito bem detalhado!! Estou acompanhando desde o começo.. Você está de Parabéns!!!!! Suas fotos são INCRÍVEISSSSSSSSS...

Estou pegando várias dicas pra criar o meu... Minha viagem acontecerá em 2013!! Tenho cada vez mais interesse e cada dia surge mais dúvidas sobre a viagem.. espero que seu relato todo possa me ajudar.. Beijos.. Mais uma vez PARABÉNS!!!

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15° Dia - Huacachina

 

Eu tinha até passado batido pelo que aconteceu com a Noni mas como tem uma galera comentando, vou contar. Se vocês lembram, quando ela foi embora de SPA eu disse que nos encontraríamos de novo no Peru, pois é, mandei a mensagem pra ela em Arica dizendo que estávamos indo para Arequipa mas 1 ou 2 dias depois ela me respondeu dizendo que houve uma greve em Arica e a fronteira estava fechada e ela não conseguiu atravessa para Tacna por uns 2 dias, consequentemente nos desencontramos em Arequipa, como o roteiro dela era diferente do nosso depois disso, não nos veríamos mais. Alias demos muita sorte pois essa tal greve ocorreu um dia depois de termos cruzado a fronteira, por pouco nós não ficamos presos lá.

 

Apesar de todo o estrago da noite anterior, acordamos cedo nesse dia. Fui então com Fernando e Anália comprar algumas coisas para improvisar o café. Ali em volta do lago tem algumas barraquinhas vendendo algumas coisas então paramos e compramos pão, geléia, iogurte, etc etc, voltamos e tomamos o café no quarto mesmo.

Demos aquela tradicional enrolada básica por lá e depois fui conversar com Saulo a respeito do passeio que estávamos pensando em fazer. Era um passeio de quadriciclo pelas dunas com duração de uma hora, custava um pouco caro, 120 soles e isso já desanimou a galera mas eu sempre tive vontade de andar de quadriciclo e ter a "primeira vez" naquele lugar seria sensacional. Era um passeio que não estava no planejamento então pensei se não iria comprometer nada e depois de pensar um pouco, topei ir com Saulo. Fechamos tudo na recepção do hostel, tudo muito rápido, a única questão é que para esse passeio você precisa de um cartão de crédito internacional para deixar como garantia pois caso você danifique o veículo, terá que pagar. Assinamos o termo de responsabilidade e já marcamos o passeio para aquela manhã mesmo, ainda faltava cerca de uma hora então fui preparar a Gopro pra filmar a aventura. Na hora marcada fomos para o local de onde sai o passeio, fica na rua de trás do hostel. Chegamos lá e um senhor nos recebeu e passou as instruções de como dirigir o veículo e as restrições do passeio. Durante todo o trajeto um guia vai em outro carro "puxando" a gente e definindo o ritmo, não podemos correr muito pois segundo ele é fácil capotar um quadriciclo por ali. Com eu estava filmando tudo, tive que tirar o capacete e fui sem pois a câmera ficava presa na cabeça ai uma hora o guia se estressou e pediu pra eu colocar mas eu disse que não dava por causa da câmera, disse que havia assinado um termo de responsabilidade e estava ciente dos riscos, aí ele olhou com uma cara de "se você morrer, o problema é seu" e continuamos heheh. Teve uma hora que o guia deu uma freada logo após uma descida e o Saulo que estava bem perto quase bateu nele, ai o guia se estressou de novo e veio dar sermão sendo que a culpa foi dele. Meio chato esse cara, sorte que você só vai seguindo ele, nem precisa interagir muito. Esse passeio é muito show, você só vê areia por todos os lados boa parte do tempo, é subida e descida que não acaba mais e posso dizer que algumas até dão um frio na barriga. Embora não tenhamos ido com o grupo todo valeu muito a pena e apesar de ser um passeio um pouco caro, recomendo a todos.

Já no final do passeio nós paramos numa duna bem alta onde dá pra ter uma visão privilegiada de Huacachina, ali paramos e tiramos algumas fotos.

 

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De volta, encontramos o restante do grupo e fomos almoçar no restaurante ao lado do hostel, preços muito bons e comida, idem. Depois disso já fechamos o passeio da tarde, sandboard e pôr do sol nas dunas. Não lembro o preço mas arriscaria que foi uns 30 soles por pessoa. OBS: ninguem comenta nada mas as pranchas do sandboard aqui não são profissionais como as de SPA, essas são tabuas de madeira com uma tira pra prender o pé, isso porque muita gente que vai fazer esse passeio (diria quase todos) desce as dunas sentados, de barriga, etc e só é possível com essas pranchas mas lá no hostel eu vi que também há pranchas boas como as que usamos em SPA então se você quiser pranchas boas, avise antes de sair para o passeio, provavelmente terá que pagar um pouco mais.

Outro detalhe é que já havíamos comprado nossas passagens de ônibus para Cusco, não tenho certeza do valor da passagem mas creio que uns 80 soles, o recepcionista do hostel nos ajudou em todo o processo, na verdade ele pegou nossos dados e comprou pra gente, marcou na nossa conta e pagamos junto com a diária no check-out, excelente serviço. Ficamos com o horário apertado pois teríamos que ver o pôr do sol e voltar correndo pro hostel pra arrumar tudo e sair pra Cusco, seria o tempo de tomar apenas um banho, mas daria certo.

Depois de acertar o passeio e as passagens, fizemos o check-out, guardamos nossas mochilas e o jeito foi enrolar até as 4 da tarde quando sairia o passeio, ficamos rodando por lá, sentamos na areia, nego dormiu na grama, fomos nas barraquinhas de artesanato enfim, o de sempre.

 

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À tarde voltamos para o hostel e saímos para o passeio. Mesmo já tendo feito sandboard em SPA vale a pena fazer novamente em Huacachina, na minha opinião as dunas aqui são melhores, eu gostaria muito de ter ido com uma prancha boa. A melhor parte nesse passeio é que você não precisa ficar se matando de subir as dunas o tempo todo, o guia leva o grupo todo num carro estiloso até o topo das dunas então ele pára no topo, todo mundo desce, e aí seguimos para a próxima, deu pra descer umas 5 ou 6 dunas, foi mto bom apesar de a prancha não ser das melhores. No percurso entre uma descida e outra ainda tem o passeio de carro, tem horas que parece uma montanha russa, bem legal ::hãã2:: .

Eu confesso que descer aquelas dunas sentado ou deitado pareceu bem divertido mas, eu, Saulo, Adriano e Fernando resolvemos rolar areia abaixo descendo em pé, o Adriano ainda descei deitado uma vez e fritou o braço na areia, tem que tomar cuidado com aquilo. As dunas aqui são bem íngremes, quando a gente chegava no topo delas todo mundo falava "nem fodendo vou descer isso aí" hahahah era engraçado a reação de todos, e o guia ainda passava vela na prancha, aquilo escorregava bastante mas aos poucos, um a um a gente ia encarando a descida.

No final da tarde paramos em uma duna e ficamos só curtindo o pôr do sol, foi bem legal, muito bonito o lugar. Esse passeio é imperdível, tem o sandboard, o passeio de buggy e o pôr do sol, ou seja 3 em 1. ::otemo::

 

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De volta ao hostel agora era correria pra se arrumar e seguir para Cusco. No final deu tudo certo. O busão não sairia de Huacachina e sim de Ica que fica bem próxima. Já era começo da noite e demos tchau à Huacachina, pegamos um taxi que nos deixaria na empresa de ônibus. Não lembro o valor da corrida mas não foi caro pois Ica fica a uns 20 minutos no máximo de Huacahina. Chegamos na empresa (que não lembro o nome, vou procurar) e fomos retirar nossas passagens que foram compradas via internet no hostel. Se você fizer o mesmo, cuidado, pois precisa levar para eles a confirmação impressa da compra passagem, mesmo ele tendo seu nome lá não adianta só seu documento, lembro que um de nós teve problema pois não estava achando o comprovante, mas no final, achou. Como ainda faltava um tempo até o busão sair, fomos comprar algo para comer, próximo à empresa há uma avenida grande, rodamos um pouco mas só achamos uns fast-foods pra comer por lá, aliás algo que achamos engraçado é que tinha 2 lojas de uma mesma rede de fast-food, bem grande por sinal, na mesma avenida uma de frente pra outra, hehe muito estranho ::tchann::

Voltamos e ficamos esperando o onibus que atrasou um pouco. Saímos de lá umas 8 ou 9 da noite mais ou menos e seriam umas 20 horas de ônibus até Cusco, a viagem mais demorada até o momento.

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E o cara, ae!!! ta virando romancista e marqueteiro, já !!! rsrsrs

 

Continue com o otimo relato sorrento,

Já falou com a editora ?

 

hahahaha não tem graça revelar tudo tão rápido, principalmente quando a galera ta com várias teorias sobre o negócio! Não falei com editora não, primeiro quero só terminar o relato ::hãã2::

 

 

Sorrent,

 

os elogios são pra te recompensar pelo tempo q vc gasta pra postar o seu relato pra gente com toda essa riqueza de detalhes... e pra vc ficar beeeeemmmmm feliz e contar logo o q q aconteceu com a Noni... kkkkkkk :mrgreen:

meu palpite é q rolou uma paixãozinha... ::love:: veremos...

Quando meu mochilão começar a tomar formas eu te perturbo mais um pouquinho com perguntas... rsrsr

 

paixãozinha, será??? logo logo saberemos heheheh!!!

obrigado pelos elogios mais uma vez

 

Fala cara e ae blz? Seu relato ficou muito fera... Está de parabéns. ::otemo::

 

Valeu cara!!!!

 

 

::hahaha:: Nossa! Tô ficando louca com essa viagem que vc fez...só o frio que assusta...Notei que nas fotos vc está qse sempre de camiseta...vc parece ser bem resistente ao frio neh! ::Cold:: Rsrsrs. Só fico triste com uma coisa...ninguém acha que eu seria capaz de fazer uma viagem dessas...ninguém acha que eu teria coragem.Dizem que eu sou muito fresca pra essas coisas e que é muito perigoso!!!Mas e daí??? Td bem...vou juntar dinheiro e mostrar pra td mundo! ::bruuu::

::Ksimno::

Continua o relato...no stop! ::hahaha::

 

Vai ficar ainda mais louca na sua vez hehehe. Pois é eu até que aguento bem o frio, no salar mesmo teve vez que eu estava só de camiseta e nego lá cheio de blusa, mas isso vai de cada um né.

Então mostra pra todo mundo que vc consegue.

 

 

To apaixonada pelo seu relato... Muito bem detalhado!! Estou acompanhando desde o começo.. Você está de Parabéns!!!!! Suas fotos são INCRÍVEISSSSSSSSS...

Estou pegando várias dicas pra criar o meu... Minha viagem acontecerá em 2013!! Tenho cada vez mais interesse e cada dia surge mais dúvidas sobre a viagem.. espero que seu relato todo possa me ajudar.. Beijos.. Mais uma vez PARABÉNS!!!

 

Achei que estava apaixonada por mim! hehehehe brincadeira!! ::tchann::

Obrigado e que bom que está curtindo, se tiver alguma dúvida é só perguntar. É até bom quando o povo pergunta porque é difícil lembrar tudo na hora de escrever então as vezes alguem pergunta alguma coisa e eu acabo lembrando de algo que aconteceu.

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Verdade, tinha me esquecido de como dava medo das dunas de Huacachina.. são MUITO ALTAS e ÍNGREMES! heheh.. E se for descer de barriga tem que ser com o braço bem fechado, senão frita mesmo..! :D

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só pra reforçar, parabéns pelo relato! to pegando muitas dicas pra quando for fazer o meu.

 

e em relação ao que comentaram antes sobre mulheres irem desacompanhadas, o medo não é nem de assalto, e sim de coisas piores como já chegou a ser relatado aqui mesmo no mochileiros em outro tópico da américa do sul, de chegar muito perto de acontecer coisas desagradáveis e tal... mas novamente, nada que também não possa acontecer aqui. o negócio é meter a cara nesse mundo com responsabilidade!

 

no aguardo pelo restinho do relato. ;)

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16° Dia - Cusco

 

Como havia dito, a viagem entre Ica e Cusco é longa, cerca de 20 horas então não tinha muito o que fazer, só esperar mesmo, conversar no ônibus, ouvir música, trocar de lugar etc. O que ajuda um pouco é que na maior parte do tempo a paisagem é legal.

 

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Na parte da manhã, paramos na rodoviária de uma cidade qualquer onde algumas pessoas desembarcam e outras embarcam afinal o ônibus não é direto, ali conhecemos um casal de brasileiros e ficamos conversando um pouco. Combinamos de nos encontrar em Cusco e voltamos pro ônibus. Na hora do almoço, o ônibus parou num restaurantezinho na beira da estrada mas daqueles bem suspeitos mesmo. Tinha uma mulher do lado de fora com umas panelas enormes misturando alguma gororoba, até hoje tenho dúvidas se aquilo era almoço ou se ela estava fazendo alguma bruxaria. Eu não arrisquei, fiquei no salgadinho mesmo. Parece até que estava prevendo pois em Cusco iria passar o pior aperto da viagem, ja ja eu conto.

Depois de uns 25 minutos de parada pro almoço, seguimos viagem e depois de um tempo passamos pela cidade de Anta. Apesar de seus carros engraçados, nada muito do que falar aqui, só comentei porque o nome é engraçado para nós brasileiros hehehe ::tchann::

 

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Algo que nos deixou muito puto nessa viagem é que teve uma hora que o "comissário de bordo" colocou alguns cds com músicas pra tocar, mas PQP que diabos de músicas eram aquelas??? Nem as piores desgraças da música brasileira se comparavam àquilo. Michel Teló era praticamente um Beethoven perto daquilo. ::lol4::

Depois de passar muito calor no ônibus e imaginar o comissário sofrendo torturas medievais por colocar aquelas músicas, chegamos em Cusco. Desembarcamos na rodoviária entre 4 e 5 da tarde, nos juntamos ao outro casal brasileiros e dividimos o táxi pois o hostel deles ficava próximo ao nosso.

O pessoal que estava comigo já tinha reserva no Che Lagarto (http://www.chelagarto.com/index.php/pt/hostel-em-cusco.html)e também já havia reservado a Salkantay, eu queria ficar no Wild Rover ::love:: mas decidi ficar com eles no Che antes da Salkantay e depois dela ficar um dia no WR assim o grupo não se separaria pois eles não tinham reserva para depois da Salkantay então iriamos todos para o WR. Antes da viagem eles já haviam combinado com mais duas garotas que iriam encontrá-los em Cusco para fazer a Salkantay, eram Jeruza e Paty que também ficariam no Che.

Chegamos no Che e descobrimos que as garotas já haviam feito o check-in, fomos para o quarto mas elas haviam saido então fomos tomar banho e nos arrumar pois a noite Cusquenha nos aguardava. Depois de um tempo as duas chegaram no quarto, eu não as conhecia mas o restante já havia se falado via Facebook. Nos apresentamos e continuamos nos arrumando, estávamos agora em 8 pessoas e seria assim até o final da viagem. Nisso o cara da recepção nos chamou e disse que iria reunir os (poucos) hóspedes do hostel e fazer um Pisco Sour no restaurante, 15 soles por 3 drinks e pediu para comparecermos, topamos. Seria bom pra aquecer pras baladas, rsss

Quando todos estavam prontos fomos até o restaurante e o barman nos explicou como é feito o Pisco Sour e preparou alguns para nós. Muito Bom ::otemo:: Ficamos um pouco ali, conhecemos um casal brasileiro, uma garota inglesa e acho que esses eram todos os hóspedes hehehe. Ouvimos um pouco de música ali, conversamos, bebemos pisco e depois saímos para conhecer Cusco.

 

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Adriano Barman e Saulo DJ :D

 

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Depois de 2 ou 3 piscos, saímos para conhecer a cidade e ver o que conseguíamos fazer naquela noite. Nesta noite estava rolando uma festa no centro, não sabemos que festa era, mas estava tudo muito movimentado, fogos de artifício, shows, etc etc. Depois de rodar um pouco por essa festa de rua, decidimos procurar algum bar e relaxar um pouco, são várias opções por lá entramos em um cujo nome não me lembro mas tocava salsa ou sei la que diabos era aquilo mas era legal até, ficamos lá bebendo um pouco, rolou até a galera esboçando alguns passos, o que o alcóol não faz com a gente né hehehe.

 

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Saímos de lá, andamos mais um pouco e dessa vez fomos conhecer o famoso Mamma Africa, não lembro se pegamos pulseira no hostel ou se deram convite pra gente na praça, sei lá, já estávamos borrachos, não lembro direito mas não importa pois em Cusco você não paga pra entrar nas baladas, é lindo isso heheheh ::otemo:: . O lugar é legal mas nessa noite acho que nenhum de nós percebeu que o lugar tinha dois andares e ficamos só no primeiro onde é mais um Lounge e o som é mais Chill Out, até estranhei pois tinha ouvido falar bem de lá e estava achando bem tranquilo mas eu estava borracho mesmo, nem estava raciocinando direito, enfim ficamos um tempo lá e já estava tarde e alguns queriam voltar pro hostel. Como sabíamos que haviam outras baladas boas para se conhecer por lá, saímos todos e nisso uns voltaram para o hostel. Eu, Adriano, Fernando e Anália fomos conhecer a Groove, outra balada de lá, mais uma vez não pagamos pra entrar ::otemo::

Depois de pouco tempo os dois decidiram ir embora também e só sobramos Adriano e eu no Groove, borrachos. O lugar é bem legal e estava muito cheio, estava difícil até pedir bebida pois o balcão estava lotado de pessoas dançando sobre ele, você tinha que passar o braço entre as pernas das pessoas literalmente para pedir/pagar as bebidas. Apesar de lotado curti muito o lugar. Já vi outros relatos dizendo que um é melhor que o outro e que o outro é melhor que o um, eu gostei de ambos nessa primeira noite, cada um com sua particularidade. Esse é o bom de Cusco, você não precisa passar a noite toda num lugar, você simplesmente sai de um e vai pra outro, é perto e gratuito e vou te contar, a noite de Cusco é SHOW. :D

 

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Adriano borracho na Groove

 

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Rafael borracho na Groove e a pegação rolando solta no fundo

 

Nem lembro que horas fomos embora, nem lembro como fomos embora nem como chegamos no hostel, só sei que estou aqui vivo pra contar e isso é o que importa! hahahah

Editado por Visitante

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só pra reforçar, parabéns pelo relato! to pegando muitas dicas pra quando for fazer o meu.

e em relação ao que comentaram antes sobre mulheres irem desacompanhadas, o medo não é nem de assalto, e sim de coisas piores como já chegou a ser relatado aqui mesmo no mochileiros em outro tópico da américa do sul, de chegar muito perto de acontecer coisas desagradáveis e tal... mas novamente, nada que também não possa acontecer aqui. o negócio é meter a cara nesse mundo com responsabilidade!

no aguardo pelo restinho do relato. ;)

 

Obrigado. E quanto aos riscos, por piores que sejam, como você mesma disse, pode acontecer em qualquer lugar!!!

 

 

O Rafa, To quase decidindo fazer o mesmo roteiro que você hein !!!! Quase !!

 

Cara eu tb copiei esse roteiro de outros relatos que eu li e a idéia é essa mesmo, mostrar que ele é muito bom e incentivar outras pessoas a copiá-lo. Vai fundo! ::otemo::

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