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Lapa


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Segue algumas informações sobre lapa:

 

 

A história remonta a 1541, com um dos primeiros exploradores a cruzar tão belos campos: D. Alvar Nuñez Cabeza de Vaca, governador adelantado da Província do Rio da Prata, para tomar conta das terras em nome do Rei de Espanha.

Ele atravessa a Serra do Mar, cruza o Rio Iguaçu e chegando aos Campos Gerais, chama-os de Campos de Vera, em homenagem ao avô Pedro de Vera, permanecendo esta designação por muito tempo em mapas e documentos espanhóis.

Mas, um século depois é que se começa a falar na Antiga Estrada Real ou Estrada da Mata, aberta pelo sargento-mór Francisco de Souza e Faria, dando origem ao povoado.

Anos após, com suas condições melhoradas por João da Silva Machado, o Barão de Antonina, transformava-se no Caminho Viamão - rota obrigatória para que os tropeiros com seus muares chegassem às feiras de Sorocaba em São Paulo.

Os tropeiros, ao fim da jornada diária buscavam um local de boas pastagens onde acampavam e repousavam.

Ali viria a ser a Lapa

Nesse local, João Pereira Braga estabeleceu uma espécie de estalagem com cama, bom vinho e comida farta. Logo surgia o povoado que em 13 de junho de 1769 é elevado à categoria de Freguesia Nova de Santo Antônio da Lapa.

Face à importância do povoado, Afonso Botelho de San Payo e Souza inicia a construção da Igreja de Santo Antônio centralizando a freguesia e fixando seus habitantes. Surgem entrelaçadas as famílias Rezende, Pereira da Silva, Pacheco Lima e Coelho, de onde derivam vários vultos famosos da história política, social e econômica do Paraná.

Através do esforço de Francisco Teixeira Coelho, seu primeiro capitão-mor e tendo como primeiro "juiz ordinário" Gabriel da Silva San Payo; em 13 de junho de 1806 a freguesia é elevada à categoria de Vila Nova do Príncipe.

Do matrimônio de Teixeira Coelho com Gertrudes Maria dos Santos, neta de fundadores, descendem o 1º bacharel paranaense graduado em Coimbra (Francisco José Correia), o 1º médico (José Francisco Correia), o 1º padre, doutor em Teologia (Dâmaso José Correia). A filha mais moça do casal, Joaquina, casa-se com Manoel Antônio da Cunha, o 1º Prefeito da Lapa, que recebe nome definitivo, quando em 7 de março de 1872 é elevada À categoria de cidade. Manoel Antônio destaca-se por sua célebre atuação na Guerra dos Farrapos "entre o explodir das ideologias, republicanas e liberalistas".

Em 1844, a Lapa é descrita como um comércio dinâmico e progressista, pelo Juiz-Deputado Salvador José Correia Coelho, que em São Paulo, onde cursava Direito, enfatiza poeticamente as belezas naturais da Vila, que na época contava com 24 casas de negócio, 6 açougues, 34 comerciantes de bebidas estrangeiras, selaria, fábrica de equipamentos para transportar erva-mate, alfaiates, sapateiros, barbeiros, farmacêuticos e pedreiros.

Sob os impulsos iniciais de Teixeira Coelho, José Francisco Correia e Manoel Antônio da Cunha. origina-se a tradição cultural da Lapa.

A Sociedade Harmonia Lapoense é fundada pelo prussiano Frederico Guilherme Virmond, que havia cursado medicina em Berlim, e contribuído com seus amplos conhecimentos e projetos para a construção de edifícios como o da Cadeia Velha e o lançamento de indústrias como o olaria.

Frederico Guilherme recebe festivamente, em janeiro de 1854, o Presidente Zacarias Góes e Vasconcelos e Exma. Esposa. Em 29 de julho de 1873 é fundada a Associação Literária Lapeana com o objetivo de construir o Teatro São João. Em 1880, D. Pedro II visita a Lapa, acompanhado da Imperatriz, do Almirante Tamandaré, do Conde D'Eu, dos Conselheiros Manoel Buarque de Macedo e Andrade Pinto, além do Ministro Alves Araújo.

Paisagem Heróica

A rica história militar da Lapa, inicia-se em 6 de março de 1840, quando ali assumia o comando das forças Regulares, ou seja, as do Imperador, o Marechal Labatut, veterano das guerras napoleônicas e da Guerra da Independência da Bahia. Depois participa da Guerra do Paraguai, com as frações organizadas lapeanas do 3 Corpo da Guarda Nacional. Na organização destes contingentes, destacam-se figuras notáveis como o futuro Barão dos Campos Gerais, David dos Santos Pacheco e o Alferes, depois coronel arvorado, Comendador Joaquim de Rezende Correia de Lacerda.

Com a criação do Voluntariado da Pátria (7 de janeiro de 1856), Jesuíno Marcondes, exalta a província do Paraná na Corte, pela prova de patriotismo, com o fornecimento de um total de 412 lapeanos, dos quais somente 75 regressaram perfeitos da Guerra.

Os Pereira Ramos, Oliveira, Colaço, Cunha, Hemple, Rezende, Matias Alves, Pacheco dos Santos Lima, o Major Geraldo Diniz, o barão de Monte Carmelo, sucedem-se nos documentos da Pátria.

No quadro de mártires, figuram entre outros o Tenente Manoel Pereira do Nascimento e o Alferes Manoel dos Santos Lima.

Mas é em 1894 que a pequena cidade da Lapa transforma-se no cenário da Revolução Federalista. Trincheiras, sangue, ferro e fogo, cobrem suas ruas. A coragem do Coronel Ernesto Gomes Carneiro no comando de 900 legalistas republicanos entre soldados e civis enfrenta e impede o avanço vitorioso dos exércitos revolucionários federalistas de 3000 homens liderados pelo caudilho Gumercindo Saraiva, cognominado General dos Pampas.

A Lapa, ponto de concentração das tropas, resiste bravamente durante 26 dias, o tempo necessário para que Floriano comprasse armamentos no exterior, alterando o curso da guerra civil e consolidando a República.

Endividada e pobre, a Lapa chora a perda de seus filhos e sofre o fim da economia tropeira, com suas pastagens abandonadas e o comércio em declínio.

A exploração da erva-mate e da madeira torna-se a única fonte de recursos do município, no início do século. A cidade ganha então um grande engenho de erva-mate, o Santo Antônio, marcando assim, um novo tempo em sua história. O braço alienígena dos imigrantes italianos, germânicos e eslavos amainou a terra e trabalhou a cidade. Apesar da guerra, das atividades alternativas e da agricultura praticada ao longo do tempo, a Lapa preservou sua rica memória urbana. O conjunto arquitetônico do centro da cidade e sua bravura, fazem parte do soneto de Leôncio Correia e das primeiras páginas do romance de Manoel Leocádio Machado, "Sangue e Bravura", edificando os tempos de glória passados e a busca da paz.

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Principais Atrações

 

 

 

Igreja Matriz de Santo Antonio

 

Construída entre 1769 e 1784 é dedicada à invocação de Santo Antonio, Padroeiro da cidade. Seu estilo é colonial português simples, com arcos abatidos e portada em cantaria, sendo seu interior sóbrio e acolhedor, contendo imagens do século passado, de procedência européia, além dos túmulos dos heróis da República, General Carneiro, Coronel Cândido Dulcídio e Amintas de Barros. É o marco arquitetônico mais antigo da cidade, sendo tombada pelo Patrimônio Histórico Nacional.

 

 

 

Santuário de São Benedito

 

Construído no ano de 1947, onde estava antigamente, uma capela erigida por escravos por volta de 1870. Seu estilo é moderno e simples, e conserva a primitiva imagem de São Benedito. No primeiro domingo após o Natal, no pátio dessa igreja, realiza-se a Festa de São Benedito. Localiza-se na Praça São Benedito.

 

 

 

Casa de Câmara e Cadeia

 

Foi a primeira casa de detenção da cidade, construída no século XIX e inaugurada em 1868. O plano para a construção da obra da cadeia foi feito em 1829, mas somente em 1848 é que iniciou-se. Alguns anos mais tarde o edifício foi reformado para abrigar a escola normal. Recebeu em 1880, a vista de D. Pedro II e sua comitiva. Seu restauro, observou as mesmas características do século passado, sendo tombada pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Abriga atualmente o Museu da Revolução, com documentário sobre o "Cerco da Lapa" e espaços apropriados para mostras e exposições. Está localizada na Alameda David Carneiro.

 

 

 

Casa Lacerda

 

Casa onde nasceu (1845), viveu e morreu (1905) o Coronel Joaquim de Rezende Correia de Lacerda, comandante da 2ª Brigada durante a resistência, sendo sede do quartel desta Brigada. Neste solar foi assinada a Ata de Capitulação da Lapa, em 1894, com todas as honras de guerra. Tombada e restaurada pela SPHAN, funciona hoje como uma casa-museu, demonstrando como vivia uma família de classe média no século passado. Situa-se em frente ao Panteon dos Heróis e sua arquitetura é luso-brasileira.

 

 

 

Casa Vermelha - Centro de Artesanato Aloísio Magalhães

 

Embora não se saiba exatamente a data de construção desta casa, presume-se, por suas características arquitetônicas luso-brasileiras, tratar-se de uma das mais antigas moradias da Lapa, provavelmente erguida na primeira metade do século XIX. Está localizada na esquina das ruas Barão do Rio Branco e Hipólito de Araújo.

 

 

 

Casa da Cultura

 

Construída por volta de 1880 pela família Rezende, em estilo colonial português. Em 1978, o imóvel foi adquirido pela Prefeitura e restaurado pela mesma e pelo então MEC - Ministério da Educação e Cultura. Nesta casa está instalada a Biblioteca Lapeana desde outubro de 1979. Seu acervo é de mais de 6000 volumes, para empréstimo e consulta. Está localizada no Centro Histórico.

 

 

 

Theatro São João

 

Um dos teatros construídos em estilo elisabetano, juntamente com o de Sabará em Minas Gerais, foi e continua sendo o centro cultural da Lapa. Com capacidade para 212 espectadores, foi construído em 1873 e possivelmente inaugurado em 1876. Em 1880, recebeu a visita do Imperador D. Pedro II e sua comitiva.

 

 

 

Museu de Armas

 

O prédio foi construído em estilo colonial português em alvenaria de pedras e abriga um importante acervo histórico-militar. Lá estão expostas as armas da Revolução Federalista e as usadas pelo exército brasileiro durante o Império, como canhões Krupp de diversos modelos e calibres, metralhadoras Nordenfeld de fabricação inglesa, fuzis, canhões e balas, retiradas da Fortaleza de Nossa Senhora dos Prazeres, na Ilha do Mel.

 

Abriga ainda duas cópias de gravuras de Debret, obras de 1827, quando de sua visita ao Brasil, com aspectos de Curitiba e da própria Lapa; fotos de heróis lapeanos, além de seus objetos de uso pessoal. O prédio foi adquirido e restaurado pela prefeitura em 1972, sendo que o acervo de propriedade de Osires Stenghel Guimarães. Está localizado na esquina das ruas Barão do Rio Branco e Henrique Dias.

 

 

 

Museu do Tropeiro

 

Criado pela Prefeitura Municipal em parceira com a União dos Tropeiros da Lapa, é um importante espaço cultural, que com seu acervo resgata o movimento tropeirista dos tempos do Caminho do Viamão, ligando o Rio Grande do Sul a São Paulo e que deu origem a diversas cidades paranaenses. Um destes pousos foi a Lapa, que pela sua boa vegetação, clima e água, era denominada "país dos Tropeiros".

 

Pelas ruas, na cultura, usos e costumes do seu povo e agora no museu, revive-se esta importante etapa da história paranaense. Localiza-se no Centro Histórico.

 

Tel: (041) 822-1616.

 

 

 

Panteon dos Heróis

 

Obra de inestimável valor histórico edificada em 1944, por ocasião do cinqüentenário do "Cerco da Lapa", onde descansam os que tombaram na resistência dos federalistas de 1894 como o General Gomes Carneiro e seus bravos companheiros combatentes. Em seu exterior, dois canhões Krupp testemunham a heróica batalha.

 

Ainda em seu exterior está uma placa comemorativa do cinqüentenário do "Cerco da Lapa", onde está gravada a planta da cidade com ruas trazendo suas antigas e atuais denominações e as localidades onde aconteceram as principais batalhas.

 

Traz ainda o depoimento de um ex-combatente. Os heróis são vigiados por uma guarda de honra. Está localizado na Rua XV de Novembro.

 

 

 

Monumento ao Tropeiro

 

O tropeirismo, atividade que deu origem à cidade é, ainda hoje, uma característica inerente ao lapeano. Exemplo disso é a atual Avenida Manoel Pedro, ainda para muitos a Rua das Tropas. Vigiando a entrada da histórica cidade está o Monumento ao Tropeiro, painel em azulejos do artista Poty Lazzarotto, ressaltando a importância da Lapa na passagem das tropas que transitavam entre Viamão e Sorocaba.

 

 

 

Monumento a Gomes Carneiro

 

Mandado erigir pelo governo do Estado em 1928, está localizado na Praça do mesmo nome. Comandou a resistência ao Cerco Federalista em 1894.

 

 

 

Monumento ao Barão dos Campos Gerais

 

Localizado na antiga Rua das Tropas que possui 2 km de jardins, o monumento a David dos Santos Pacheco, Barão dos Campos Gerais, é uma homenagem ao sertanista, tropeiro, fazendeiro e titular do Império, prestada pelo Instituto Histórico Paranaense. Em 1963 foram transladados para o local seus restos mortais e os da Baronesa dos Campos Gerais.

 

 

 

Parque Estadual do Monge - Gruta do Monge

 

O parque foi criado pela Lei nº 4170, de 1960, e pelo Decreto nº 8575, de 1962. Possui uma área de 55 ha. Ladeada por significativa vegetação, além de quedas d'água, e uma fonte de água considerada milagrosa. Equipado com canchas de voleibol, churrasqueiras, lanchonete, restaurante e instalações sanitárias.

 

Uma de suas principais atrações é a Gruta do Monge, que atrai um grande número de fiéis e visitantes, movidos pelos fenômenos extraordinários evidenciados pelo poder da fé. A gruta teria sido abrigo do ermitão João Maria, que se dedicou ao estudo das plantas da região, fazendo orações públicas e medicando enfermos. Possuía olhar manso, estatura baixa, rosto magro, vestia hábito franciscano sobre o qual caíam longos cabelos, barba grisalha e repartia com seus semelhantes o único bem que possuía - a fé. O acesso ao parque se dá por rodovia pavimentada de onde se descortinam paisagens características do Paraná, com muitas araucárias, num percurso de 3,5 km. No alto da elevação, quase na entrada do Parque está a estátua de Cristo abençoando a cidade. O acesso pode ser feito pelas Avenidas Getúlio Vargas ou Munhoz da Rocha.

 

 

 

Parque Estadual do Passa Dois

 

São 255 ha reflorestados com espécies exóticas e vegetação nativa, sendo que a área se caracteriza pelo programa de reintegração de fauna com a criação de capivaras, onde o visitante pode observá-las bem como seus hábitos e costumes. Acesso pela rodovia BR 476 distando 10 km do centro. Tel: (041) 822-2977.

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  • 2 anos depois...
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é uma cidade historica mto bonita.

o centro d informações é mto bom, tem mapa e funcionarios atenciosos.

seguindo o mapa é mto facil andar pela cidade, q é pequena e os principais pontos turisticos podem ser visitados a pe. em um dia dá p/cobrir todos os pontos daquele mapa.

 

nao tem erro, se for de onibus, chegando na rodoviaria, basta andar algumas quadras p/ chegar ao centro d informacoes.

 

Contatos úteis de Lapa

 

* Departamento de Turismo: Rua Eufrásio Cortes, 228, (41) 3547-8051, [email protected]

* Central de Informações Turísticas: Rua Amintas de Barros, s/n, 3622-7401

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Onde ir

 

Centro Histórico, composto por 14 quadras com 235 edificações, sendo 38 destas do século XIX.

 

* Monumento ao Tropeiro e Monumento ao Barão dos Campos Gerais: antiga Rua das Tropas, Av. Manoel Pedro

* Casa Vermelha - Museu do Tropeiro - Centro de Artesanato Aloísio Magalhães: na esquina das Ruas Barão do Rio Branco e Hipólito de Araújo, 3547-8032, ter a sáb das 9 às 17h

* Theatro São João: Praça General Carneiro, das 9 às 17h

* Museu Histórico da Lapa: Praça General Carneiro, das 9 às 17h

* Igreja Matriz de Santo Antonio: Praça General Carneiro, das 8 às 17h

* Monumento ao General Gomes Carneiro: Praça General Carneiro

* Casa Lacerda: R. XV de Novembro, em frente ao Pantheon dos Heroes, ter a dom das 9 às 11h30 e das 13 às 17h

* Pantheon dos Heroes: R. XV de Novembro, Praça Joaquim Lacerda, próximo à Praça da Matriz

* Prefeitura Municipal: Praça Mirazinha Braga, 3547-8000

* Casa da Memória/Casa dos Cavalinhos: Praça Joaquim Lacerda, ao lado do Pantheon dos Heroes, das 9 às 17h

* Casa da Cultura/Memorial de Ney Braga, R. Westphalen, esquina com a Rua Coronel Francisco Cunha

* Casa de Câmara e Cadeia- Museu de Armas: Alameda David Carneiro, das 9 às 17h

* Santuário de São Benedito: Praça São Benedito, das 8 às 17h

* Parque Estadual do Monge - Gruta do Monge: acesso pode ser feito pelas Avenidas Getúlio Vargas ou Munhoz da Rocha, a 3,5Km do centro. No alto da elevação, quase na entrada do Parque está a estátua de Cristo

* Parque Estadual do Passa Dois: Acesso pela rodovia BR 476, a 10Km do centro

 

Onde comer

 

* Restaurante Espaço Único, Praça Gal Carneiro, 3622-8114, self-service por Kg. Comida muito boa.

 

Outras opções:

 

* Restaurante Lipski, Av. Manoel Pedro, 1855, Centro, 3622-1202, comida típica lapeana, self-service. Dizem que é bom, mas nao experimentei, pois fiquei apenas 1 dia na cidade.

 

Dicas

 

Contatos úteis de Lapa

 

* Departamento de Turismo: Rua Eufrásio Cortes, 228, (41) 3547-8051, [email protected]

* Central de Informações Turísticas: Rua Amintas de Barros, s/n, 3622-7401

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Onde ir

 

* Portal de São José dos Pinhais: Av. das Torres

* Igreja Matriz De São José: Praça 8 de Janeiro, Centro, 3282-0243

* Museu do Boneco Animado: Av Rui Barbosa, 2679, Centro, 3381-5914, seg à sex das 8h30 às 11h30 e das 13 às 17h, sáb das 9 às 13h

* Museu Municipal Atílio Rocco: R XV de Novembro, 1660, Centro, 3381-5913/5900, seg a sex das 9 às 12h e das 13 às 17h

* Prefeitura Municipal: Rua Passos de Oliveira, 1101, Centro, 3381-6800

* Parque Municipal da Fonte, 3381-5812/5813, 8h às 18h

* Casa do Papai Noel: Rua Almirante Alexandrino, 1410, esquina com a Tavares de Lyra, ao lado do Parque da Fonte, Bairro Afonso Pena, seg a sex das 16h às 22h, sáb e dom das 15h as 23h (não sei se funciona apenas na época de Natal). Ônibus: Terminal Guadalupe/Jardim Independência

* Caminho do Vinho: o ponto de ônibus fica em frente à Câmara Municipal, Centro, partidas aos sáb, saída às 13h30 e retorno às 18h30, 3381-5812/3381-5800/9193-2708. É uma linha de ônibus com guia que leva à zona rural da cidade. São 4 roteiros diferentes, passando por propriedades rurais, cantinas, vinícolas e cafés coloniais. É muito bom, vale a pena.

 

Onde comer

 

* Restaurante Calçadão, Calçadão da R. XV Novembro, 1592, 3283-3450, self-service por Kg

* Casa Bella Café Colonial, Colônia Mergulhão, 3384-4480/3382-2467self-service

 

Outras opções:

 

* Casarão Café Colonial, 3635-1237/1310, Colônia Mergulhão, self-service

 

Dicas

 

Contatos úteis de São José dos Pinhais

 

* Departamento de Turismo, v. Senador Souza Naves, 755, (41) 3381-5812/5800

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