Contratamos um guia através da Central Ecoturismo Ilhabela, pela internet, para fazer a trilha ao Pico do Baepi. Combinamos com o guia para iniciarmos a trilha pelo Hotel. Assim partimos, mochila nas costas com água (1,5l/pessoa), frutas e sanduíches de queijo e mortadela.
Enfrentamos uma subida íngreme, que pode ser evitada para quem vai de carro até a guarita do inicio da trilha, onde fica a simpática Sra. Marisol, monitora do Parque Estadual de Ilhabela, ela controla a entrada e saída da trilha e passa informações/orientações aos visitantes. Na volta é necessário preencher um formulário simples sobre a trilha.
Ladeira da Rua Morro da Cruz
Parede de pedra
Logo no começo da trilha a vista é essa
Trilha do Baepi é de nível alto, as principais dificuldades que encontramos foram: distância, aproximadamente 7,4km, ida e volta; inclinação, muitas vezes é preciso fazer “escalaminhada”; longo trecho com folhas no chão, tornando o solo mais escorregadio; e árvores caídas devido ao solo ruim, isso gerou muitas bifurcações, não chega a ser problema, mas pode fazer você perder tempo.
O início da trilha é um descampado com vegetação rasteira (onde antigamente era uma plantação de café), por isso, é recomendado ir de calça comprida. Após uns 600m começa o trecho dentro da mata atlântica, logo aparecem algumas árvores caídas e algumas bifurcações, que acabam dando no mesmo lugar.
Capinzal no começo da trilha
Na entrada da mata a trilha se fecha
“Portal” da trilha, na entrada da mata
Árvores caídas no meio da trilha
A partir do km 2 a trilha fica íngreme e no nosso caso (estava nublado) começou a ficar úmido também. Dos 2,7km para frente vira praticamente uma “escalaminhada” com trechos de “rapel” e bambuzal, onde é preciso ir agachado.
Para chegar ao cume é preciso fazer “rapel”
Parte íngreme da trilha
Trecho de bambuzal
Para chegar ao pico principal é preciso descer essa pedra, com a ajuda de cordas
Chegando ao “pico” terá uma placa, porém o pico não é ali. O Pico do Baepi, na verdade são dois, um com vista para a mata (mais acessível) e outro, o principal, com vista para a Vila, canal de São Sebastião e parte do litoral norte de São Paulo.
Para ir ao primeiro basta seguir a trilha atrás da placa. Para ir ao principal siga a trilha à esquerda da placa, que começa com um “rapel”, descendo de corda uma pedra de uns 3 metros.
Chegamos na placa indicativa do pico às 13h30. No pico principal descansamos e comemos. Voltamos às 15h10. A descida é tão complicada como a subida, ou até pior. Como parte da trilha, a mais difícil, estava úmida, levamos vários tombos, nem nosso guia escapou. Todo cuidado é pouco.
Se não vimos uma vista panorâmica do litoral norte no cume, na decida da trilha fomos privilegiados em presenciar um momento raro de se ver na natureza, a Dança do Tangará Azul. Com a euforia de ver a cena e uma câmara na mão tentamos gravar o fato e o resultado você vê aqui:
Nosso guia foi o Guido Botto, super gente boa e cheio de histórias para contar. Ele é italiano e já morou na África do Sul, Canadá, México, Portugal, Espanha, Inglaterra, que me lembro “só” isso. Foi na Inglaterra que ele conheceu uma brasileira que o “sequestrou” (como ele diz) para o Brasil. Em 1999 como capitão da equipe Quasar, na EMA (Expedição Mata Atlântica), conquistou a maior corrida de aventura do Brasil, que contou com a participação de 33 equipes e durou 5 dias e noites sem parar, com 6 diferentes modalidades esportivas, percorrendo as matas brasileiras, de mapa e bússola em punho.
Pico do Baepi nublado, na subida da trilha
Pico do Baepi sem nuvens no domingo
Contratamos um guia através da Central Ecoturismo Ilhabela, pela internet, para fazer a trilha ao Pico do Baepi. Combinamos com o guia para iniciarmos a trilha pelo Hotel. Assim partimos, mochila nas costas com água (1,5l/pessoa), frutas e sanduíches de queijo e mortadela.
Enfrentamos uma subida íngreme, que pode ser evitada para quem vai de carro até a guarita do inicio da trilha, onde fica a simpática Sra. Marisol, monitora do Parque Estadual de Ilhabela, ela controla a entrada e saída da trilha e passa informações/orientações aos visitantes. Na volta é necessário preencher um formulário simples sobre a trilha.
Ladeira da Rua Morro da Cruz
Parede de pedra
Logo no começo da trilha a vista é essa
Trilha do Baepi é de nível alto, as principais dificuldades que encontramos foram: distância, aproximadamente 7,4km, ida e volta; inclinação, muitas vezes é preciso fazer “escalaminhada”; longo trecho com folhas no chão, tornando o solo mais escorregadio; e árvores caídas devido ao solo ruim, isso gerou muitas bifurcações, não chega a ser problema, mas pode fazer você perder tempo.
O início da trilha é um descampado com vegetação rasteira (onde antigamente era uma plantação de café), por isso, é recomendado ir de calça comprida. Após uns 600m começa o trecho dentro da mata atlântica, logo aparecem algumas árvores caídas e algumas bifurcações, que acabam dando no mesmo lugar.
Capinzal no começo da trilha
Na entrada da mata a trilha se fecha
“Portal” da trilha, na entrada da mata
Árvores caídas no meio da trilha
A partir do km 2 a trilha fica íngreme e no nosso caso (estava nublado) começou a ficar úmido também. Dos 2,7km para frente vira praticamente uma “escalaminhada” com trechos de “rapel” e bambuzal, onde é preciso ir agachado.
Para chegar ao cume é preciso fazer “rapel”
Parte íngreme da trilha
Trecho de bambuzal
Para chegar ao pico principal é preciso descer essa pedra, com a ajuda de cordas
Chegando ao “pico” terá uma placa, porém o pico não é ali. O Pico do Baepi, na verdade são dois, um com vista para a mata (mais acessível) e outro, o principal, com vista para a Vila, canal de São Sebastião e parte do litoral norte de São Paulo.
Para ir ao primeiro basta seguir a trilha atrás da placa. Para ir ao principal siga a trilha à esquerda da placa, que começa com um “rapel”, descendo de corda uma pedra de uns 3 metros.
Chegamos na placa indicativa do pico às 13h30. No pico principal descansamos e comemos. Voltamos às 15h10. A descida é tão complicada como a subida, ou até pior. Como parte da trilha, a mais difícil, estava úmida, levamos vários tombos, nem nosso guia escapou. Todo cuidado é pouco.
Se não vimos uma vista panorâmica do litoral norte no cume, na decida da trilha fomos privilegiados em presenciar um momento raro de se ver na natureza, a Dança do Tangará Azul. Com a euforia de ver a cena e uma câmara na mão tentamos gravar o fato e o resultado você vê aqui:
Vídeo no YouTube: http://www.youtube.com/embed/qrVowoX8ODg
Após ver esse espetáculo da natureza e tentar filmar seguimos em frente e chegamos ao final da trilha às 17h20.
Nosso percurso na Trilha do Baepi:
Link com o percuso https://maps.google.com/maps/ms?msa=0&msid=211817074823829532138.0004c9e3627244987c6dc
Nosso guia foi o Guido Botto, super gente boa e cheio de histórias para contar. Ele é italiano e já morou na África do Sul, Canadá, México, Portugal, Espanha, Inglaterra, que me lembro “só” isso. Foi na Inglaterra que ele conheceu uma brasileira que o “sequestrou” (como ele diz) para o Brasil. Em 1999 como capitão da equipe Quasar, na EMA (Expedição Mata Atlântica), conquistou a maior corrida de aventura do Brasil, que contou com a participação de 33 equipes e durou 5 dias e noites sem parar, com 6 diferentes modalidades esportivas, percorrendo as matas brasileiras, de mapa e bússola em punho.
Mais fotos aqui http://queimandoasfalto.com.br/2012/09/27/2-dia-primeira-vez-ilhabela-bela-ate-nome/