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Rumo a Machu Picchu - Viagem feita em Abril/Maio de 2008

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Saudações a todos!

 

 

Minha intenção, postando a aventura do meu grupo aqui, é tentar colaborar com aqueles que pretendem fazer algo semelhante e, assim como eu antes de ir, estão indecisos ou confusos sobre algumas questões.

 

Pesquisei muito, e li muitos relatos pela internet, até decidir quais coisas fazer e quais NÃO fazer!

 

Se meu relato servir pra ajudar alguém a se decidir, que bom!

 

Postei vários vídeos no Youtube (sob a tag "ppbergo").

 

 

Acredite no seu sonho!

 

 

 

Bergo

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Antes de mais nada, quero comentar um pouco sobre nosso planejamento. Éramos quatro pessoas. Começamos a planejar nossa viagem com um ano de antecedência. E posso dizer que planejamos tudo bem direitinho! E, mesmo assim, tivemos alguns contratempos notáveis!

 

Portanto, se você for captar do meu relato apenas UMA informação, que seja esta: faça um planejamento cuidadoso. O que, aliás, não deixa de ser divertido!

 

No início nossa maior preocupação era definir o roteiro da viagem. Tínhamos dezoito dias, tempo escasso pros padrões de mochilada, então tudo tinha que estar bem organizado para que pudéssemos fazer o máximo de coisas possíveis sem nos enrolarmos!

 

Tínhamos certeza de lugares que queríamos conhecer. De cara concluímos que não daria tempo de visitar outros países, como Chile, pois ficaria ou muito corrido ou muito caro. Excluímos a idéia de visitar a capital do Peru também por conta disso, e o Pacífico ficou pra uma outra oportunidade. Mas o que mais doeu foi nos conformarmos de que também não poderíamos visitar o Salar de Uyuni, pra evitar correria.

 

Também por esse motivo, eliminamos o trem da morte e suas vinte e duas horas previstas de Puerto Quijarro até Santa Cruz de La Sierra. Optamos por ir de avião, até porque achamos uma passagem da Gol Campo Grande - Santa Cruz - Campo Grande por 350 lascas o que, convenhamos, é bem dizer de graça! Nosso roteiro ficou então definido assim:

 

* Campo Grande - Santa Cruz de La Sierra (avião);

* Santa Cruz - La Paz (ônibus);

* La Paz - Cuzco (ônibus);

* Cuzco - Km 82 (trem);

* Km 82 - Machu Picchu (caminho inca, a pé);

* Pernoite em Águas Calientes e mais um dia em Machu Picchu;

* Águas Calientes - Cuzco (trem);

* Cuzco - Puno (ônibus);

* Puno - Copacabana (ônibus);

* Copacabana - La Paz (ônibus);

* La Paz - Santa Cruz (ônibus);

* Santa Cruz - Campo Grande (avião).

 

Mas, com todo o nosso planejamento, não foi bem isso que aconteceu! Explico em posts futuros!

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Conversando com pessoas que já haviam feito algo semelhante ao que pretendíamos, descobrimos um cara em La Paz que foi um achado! Não sei se posso divulgar o site e o nome dele aqui, mas tá lá no blog pra quem quiser os detalhes.

 

Descobrimos que viajar contratando uma empresa de turismo por lá pode ser muito mais barato do que viajando por conta própria (ou com uma empresa brasileira). Encontramos brasileiros durante toda a viagem, que comentavam a respeito do preço das coisas. Pelo volume de contratações e pelo número de contatos, as agências tem possibilidade de barganhar com os hotéis e restaurantes de uma maneira inimaginável pra quem viaja solo.

 

Outra coisa: considerando que você que está lendo este relato não é um completo alienado com relação a Machu Picchu e tudo que envolve a viagem até lá digo que, se você pretende ir pela trilha inca, coloque na cabeça que precisa se organizar com antecedência. É essencial para que sua viagem seja bem sucedida dentro do prazo e época que você estabeleceu, e sem contratempos.

 

A principal razão é que o caminho tem acesso limitado! Portanto se você deixar para a última hora, pode não encontrar vaga e acabar excluindo da jornada a parte mais legal dela! Nosso grupo conheceu no caminho alguns brasileiros que já estavam lá pelo Peru e Bolívia, e não conseguiriam fazer a trilha porque não haviam feito a reserva.

 

A trilha, hoje, é totalmente turística. Super organizada, muito bem delineada, e você não sai andando como quiser, parando em qualquer lugar, fazendo fogueiras e nada disso. Claro que é no mato, é puxado, é rústico, é selvagem, uma aventura e tanto. Mas não é uma loucura hippie andar por ela. Tem toda uma estrutura, os guias são bem preparados, e tem os porteadores pra armar as barracas, fazer a comida, e até levar a sua mochila se você assim desejar. Tudo é controlado pelo governo do Peru e, portanto, você OBRIGATORIAMENTE terá que contratar uma empresa de turismo que lhe guie no caminho até a velha montanha dos incas. E tem plano pra todos os gostos, deixo a seu critério escolher. No meu blog eu informo os detalhes da empresa que contratamos. Pra te facilitar a vida e te ajudar na escolha, fiz uma lista com TODOS os e-mails que constavam no site oficial da trilha na época do nosso planejamento (final do ano de 2007) e mandei uma mala direta em inglês. Se quiser copiar a lista, tá lá no blog (porque não sei se posso colocar aqui...)

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1 - Tanto no Peru quanto na Bolívia, a palavra de ordem é propina, isto é, gorjeta. Tudo é pago, especialmente o acesso aos banheiros. Não importa se o chão é de granito e a louça é de primeira, ou se o chão é de terra batida e a louça... potz, não tem nem louça? Pois é, é isso aí! Há lugares em que os baños são um horror, e nem por isso são gratuitos. Leve com você um papel higiênico, que ninguém é de cortiça, e o seu número dois rolará tranquilo. Tenha sempre moedinhas trocadas no bolso, e cuidado com a comilança.

 

2 - Nunca pague nada de primeira, sem pechinchar! Pra nós brasileiros soa folclórico, mas por lá é absolutamente natural, uma cultura local, mesmo. Sabendo conversar, não se espante em conseguir, geralmente, a metade do preço inicial!

 

3 - Meus companheiros de viagem não concordam, mas eu penso que quanto menos bagagem, melhor. Você vai querer comprar um monte de coisa pra trazer, e precisará de espaço. Então deixe vinte cuecas e leve só cinco. Deixe dois tênis e leve um, e assim por diante! Se você precisar de alguma coisa por lá que você não levou, simplesmente compre. Exceto pela trilha, você estará em centros urbanos, e não num episódio de Man vs. Wild ao lado de Bear Grylls. E quanto à sua roupa, simplesmente lave! As lavanderias de lá fazem um serviço bonitinho e MUITO barato (eu gastava um dólar pra lavar a roupa de cinco dias!)

 

4 - Leve cadeadinhos pequenos e mantenha sua(s) mochila(s) lacrada(s). Com a gente não aconteceu nada, mas com pessoas dos grupos que conhecemos aconteceu. Imagine ter seu passaporte roubado! Um casal em La Paz nos reportou este malogro. Fique esperto e atento a seus pertences! Não dê uma de gringo deslumbrado, como fazem muitos em nosso litoral. Tem ladrão em qualquer lugar do mundo.

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Embarcamos rumo a Santa Cruz de La Sierra no dia 18 de Abril de 2008. A Bolívia, país que nos acolheria em nossa primeira etapa, não estava passando por momentos de ebulição política quando começamos a traçar nossas primeiras rotas, mais de um ano para trás. Naquele dia, a menos de vinte e quatro horas de nossa partida, notícias de bloqueios e paralisações no país deixavam-nos apreensivos. O departamento de Santa Cruz, o maior e mais desenvolvido economicamente, organizava um referendo para decidir se iniciava um processo de emancipação política do governo central, La Paz. Estaríamos naquele território justamente na data de nosso retorno ao Brasil, e eu mal conseguia conter a ansiedade! Me lembro da sensação que tive quando o avião deu aquela arrancada pra decolagem, e é indescritível! Começava ali nossa grande aventura!

 

Minha impressão sobre Santa Cruz é de que a cidade tem mais brasileiros do que eu imaginava! Aproveite para comprar roupas, especialmente coisas de frio. É mais barato do que em La Paz. Fomos numa feirinha tradicional, tudo muito bom e barato. Fica no bairro lindo, se não me engano. Fiquei impressionado com o custo das coisas! Táxi, por exemplo. Com 8 bolivianos (em média) vai-se aonde quiser. Menos de um dólar. Um! E você leva o que estiver carregando, os taxistas não tem preguiça não!

 

Nossa viagem até La Paz foi super cansativa. De noite, subindo os Andes, faz um frio DO KCT dentro do ônibus! E a pior parte: o ônibus não tem banheiro! Pela manhã tivemos que pedir ao motorista que parasse na estrada, imagine! Uma coisa que me irritou em todos os motoristas de ônibus que conhecemos foi a mania que eles tem de buzinar... é uma coisa que parece cultural no trânsito por lá. Mas pra quem quer dormir é um inferno!

 

Nos arredores de La Paz visitamos Tiahuanaco, civilização anterior à dos incas. Seguindo o roteiro que já é um clássico, fomos também a montanha chamada Chacaltaya. Na montanha estava BEM frio! Para chegar ao topo saímos de 5.300 metros e subimos até 5.400, numa caminhada diagonal de 300 metros. Gastei 45 minutos! O ar faltava, o coração parecia que ia explodir. A chegada é recompensadora, a paisagem é explêndida. Fizemos um city tour, passando pela parte rica da cidade, o vale da lua (não achei graça...) e a praça central, onde ficam o parlamento e o palácio de governo. Mas a parte mais interessante é, definitivamente, a "calle de las Brujas"! Lá estão expostas as coisas que os xamãs andinos usam em oferendas e na medicina indígena (medicina científica é artigo de luxo por lá) muito popular.

 

Dos passeios que fizemos por lá, o que aconselho com mais carinho é o downhill de mountain bike até Coroico. Apesar de perigoso, é MUITO legal! A paisagem é linda, e o passeio é bem radical. Recomendo altamente!

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http://www.youtube.com/watch?v=eSORQ-1RsJk

Nossa partida e nossa passagem por La Paz.

 

http://www.youtube.com/watch?v=3M_lAqEmt8E

Tiahuanaco e Downhill

 

http://www.youtube.com/watch?v=IMaVdYJ32yI

Chacaltaya e nossa passagem pelo lago Titicaca (em duas oportunidades, ida e volta, compiladas num vídeo só)

 

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A imagem mais impressionante que captamos na calle de las Brujas: fetos de llama para uso ritual.

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Nosso primeiro problema: um bloqueio na estrada nos arredores de Puno, no Peru, nos impede de sair de La Paz em direção a Cuzco. Nosso planejamento previa um bus cama direto, para passear com tranquilidade por lá. Faríamos os passeios por Puno, los Uros e Copacabana na volta de Machu Picchu. Mas os colonos que faziam sua manifestação não deram a mínima pra isso...

 

Que fazer? Cogitamos mais um dia em La Paz, mas o legal seria partir e conhecer algo novo! Decidimos deixar La Paz, mas não atravessar pro lado peruano. Fomos para Copacabana, na beira do lago. Lá passamos o dia todo, sem nada de passeio programado. Um dia perdido na viagem, justamente o dia que nos faria mais falta lá na frente, já que estava programada uma pernoite em Águas Calientes pra visitar Machu Picchu dois dias seguidos.

 

Enfim... no dia seguinte finalmente partimos pra Cuzco, mas num ônibus muito mais desconfortável do que estava previsto. Atenção na fronteira hein! Quando você entra no país, recebe uma guia pra preencher. Eles carimbam uma via e te entregam, e a outra fica com eles. GUARDE! No momento de sair, essa segunda via é cobrada. Quem não tem paga uma multa e fica bravo, como uma gringa que estava perto de nós.

 

Cuzco é uma cidade muito bonita e muito maior do que eu imaginava! Cosmopolita, dá acesso a todo tipo de coisa, de artesanato a drogas. Cuidado ao andar pelas ruas, especialmente a noite e especialmente solito(a). De resto é uma cidade que tem muita coisa pra ver, e muitos lugares a ir. Tem muitas ruínas nos arredores, e vale a pena dedicar um bom tempo a ela.

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Bergo,

 

Já postei um comentário em seu blog sobre o assunto, mas ai vai outra vez.

 

Que bom que tudo deu certo em sua viagem.

Digo isso, pois tem muitos comentários falando nada bem dessa agência Andes Discovery e de seu dono Oscar Poma, eu inclusive em minha última viagem agora em agosto, tive a oportunidade de ver um grupo de turistas belgas serem deixados na mão por esse senhor em Kasani, fronteira Bolívia/Peru, eles estavam com todos os recibos e roteiros fornecidos pela agência, mas o senhor Oscar tinha sumidos e os deixado sem passagens, entradas e tudo o mais.

 

Maria Emilia

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Cara, demais o relato e demais o blog. Curti pra caramba as fotos!

Tu deu uma olhada no preço das coisas lá no Calle de las Brujas? Muito caro?

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Nós olhamos muita coisa sim! A Bolívia é muito barata (pelo menos estava na época, com o dólar a R$ 1,65) então acredito que você não vá assustar com os preços por lá. Pechinche muito, essa é a palavra de ordem! E, na minha opinião, é melhor comprar lembranças por lá do que no Peru. É tudo semelhante, e o sole peruano é uma moeda mais valorizada...

 

 

[]s!

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Fizemos todos os passeios clássicos de que Cuzco dispõe! Ruínas dos arredores, passeio pela cidade, visita a museus... a cidade é bem bacana, e o clima é tranquilo. Mas de tudo que fizemos, o que realmente vai marcar pra sempre é a trilha inca.

 

Entendo que muita gente algumas vezes viaja com pouco tempo, e a intenção é conhecer o máximo de lugares possível. Então, por isso, tem gente que prefere deixar de lado os quatro dias da trilha, e chegar a Machu Picchu de trem, pra ter três dias a mais na viagem e conhecer outros lugares. Mas olha, pense bem... porque a trilha é MUITO legal!

 

Nossa expectativa quanto à trilha era bem grande. Todo o sufoco pra encontrar a data ideal, a correria pra reservar, a insegurança em mandar dólares pra alguém em outro país, no "escuro"... tudo isso se juntou, e ficamos ansiosos pelo dia da partida. Teresa, a moça da empresa de turismo que contratamos, nos visitou no hotel no sábado a noite, e fez uma pequena instrução sobre como seria, o que era importante lembrar, etc. Fizemos o pagamento complementar da reserva, e aí descobrimos que J. não tinha levado seu RG!

 

Importante isso! Foi um problema, porque o pessoal da trilha exige que o turista apresente, no momento de entrar no parque nacional, o documento com que reservou a trilha. A reserva não é com a empresa de turismo, e sim com o setor do governo do Peru responsável pelo parque. E eles são rigorosos.

 

No dia seguinte, seguimos apreensivos. J. estava com seu passaporte, mas preocupada por n ter levado o outro documento. A viagem de ônibus até chegar ao local de partida é demoradinha, e tornou-se ainda mais angustiante. Mas fomos bem.

 

Na entrada do parque, muita conversa entre o guia e o pessoal do controle. Ficamos por último. Todos os estrangeiros do outro lado da ponte, e nós aguardando a liberação. O guia não contou quais foram seus argumentos, mas pra mim ele é amigo de alguém ali, porque acabou conseguindo que permitissem nossa entrada!

 

E assim demos os primeiros passos efetivamente rumo a Machu Picchu!

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O primeiro dia é relativamente tranquilo. Não vou ser detalhista nem descrever muito, porque você vai querer ver com seus próprios olhos.

 

O segundo dia é EXTREMAMENTE cansativo! Meu físico não é nada atlético, e exceto pelo pessoal acostumado com a trilha (carregadores e guias) todo mundo se cansa bastante pra completá-lo. N, integrante de nosso grupo, deu demonstrações de boa forma inúmeras. Em determinado momento, solidário ao meu sofrimento, subiu a montanha com sua mochila, e voltou para buscar a minha. Acabou bravo comigo, porque me recusei a entregar...

 

Pra mim era um desafio pessoal conseguir chegar a Machu Picchu com meu equipamento nas costas. Mas quem quiser uma sugestão, aqui vai: não tenha vergonha em contratar um carregador pra sua mochila. E não leve vinte quilos de coisas! Seja razoável, pra poder apreciar a bela paisagem sem caminhar pisando na língua de tão cansado(a). Leve roupas leves, porque você vai querer andar de bermuda apesar do frio. Leve calçados de qualidade, porque seus pés irão doer mesmo com eles. Leve repelente, porque há insetos por lá querendo seu sangue! E leve o protetor solar, porque apesar do frio o sol queima do mesmo jeito!

 

Se uma dica adicional for válida, tente aprender algumas palavras em quechua pra usar com os carregadores. Eles são pessoas bem simples, e terão bastante consideração se você demonstrar, dessa forma prosaica, interesse pela vida e cultura deles. Eles somente se comunicam nesse idioma com os guias...

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O terceiro dia é menos cansativo que o segundo, e tem mais coisas pra ver. Muitos lugares interessantes, e muita aula sobre a maneira inca de viver a vida e ver o mundo. Tem uma parte de descida que me judiou os joelhos e os dedões do pé.

 

Chegamos ao acampamento de tardezinha. Um estreito trecho entre a montanha e o rio. Espero que você não tenha o mesmo azar que tivemos. A barraca que pegamos estava justamente ao LADO do mais fétido banheiro que conhecemos durante toda a viagem! =S

 

Mas vale tudo! Nesse acampamento há um boteco onde você pode comprar água, refrigerante, comida, etc. E há duchas quentes por dois soles (aproximadamente U$ 0,60 ou R$ 1,00 com a cotação da época) o que, convenhamos, é pouco mais do que de graça! Você VAI querer tomar essa ducha! Ainda que não seja um jato de água quente revigorante, em grande quantidade! Ainda que o local esteja cheio de gringo, e que quando um deles entre na ducha ao lado a sua mie, ainda assim você vai querer esse banho.

 

E depois, vai desfrutar do banquete que eles servem nessa noite. Você vai ficar admirado com a habilidade e a capacidade de improviso daquele pessoal...

 

Meus companheiros compraram vinho e foram celebrar a vida. Eu estava morto de cansado, e fui me deitar. No quarto dia acordamos 3 e meia da manhã, pra chegar no posto de controle antes que ele abra. Assim podemos partir imediatamente depois de ter os documentos checados, o que nos permite chegar a Machu Picchu o mais rápido possível, pra aproveitar mais o dia.

 

Além disso, os carregadores precisam levantar o acampamento logo, porque eles pegam o trem de volta a Cuzco assim que chegam a Águas Calientes, logo cedo.

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