No ano passado fizemos um inesquecível passeio ao Cânion de São Francisco. Desde então, fiquei de olho em uma nova oportunidade para voltar a Aracaju e conhecer o delta do Velho Chico. Oportunidade que surgiu meses atrás, numa bela promoção da Gol. Fomos para lá no começo de dezembro/12.
Era dia de ter problemas
A ida para Aracaju foi um pagamento de pecados. Pule essa parte se você quiser ler sobre a viagem em si, e não sobre os pequenos perrengues da ida.
[mostrar-esconder]Pra começar, a passagem promocional que compramos era com conexão em Salvador. Até aí, tudo bem. O problema é que a Gol atrasou quase duas horas pra sair do Rio! Praticamente todos os voos da Gol estavam atrasados no Galeão (e não havia chuva nem nada, era um dia normal). Ok, imaginei (ou torci para) que a conexão de Salvador pra Aracaju também estivesse atrasada.
Quando chegamos lá, depois da meia-noite (era para termos chegado às 22:30), a Gol nos informa que o voo já tinha saído, mas que havia nos colocado num voo da TAM que sairia... a 1:30 da madrugada!! Ok, haja atraso, mas vamos lá.
Mas haveria mais problemas: o voo da TAM foi atrasando, atrasando... até partir com quase uma hora de atraso! Resultado: chegamos a Aracaju quase às 3:30 da madrugada (era para termos chegado à meia-noite e meia)!
Mas haveria mais problemas: a Unidas, com quem eu tinha feito reserva de carro, se recusou a me dar a reserva porque o sistema dava “no show” (!!), e só podia fazer por outro valor (mais alto, de outra reserva que eu havia cancelado). Ok, danem-se reservas, vamos alugar um veículo com o bilhete da Gol (se você tem um bilhete da Gol em mãos, a Unidas lhe aluga um carro com 50% de desconto, já fiz isso em diversas viagens pelo Brasil). Simples, não?
Não para a Unidas de Aracaju. Era problema de sistema, de “como justificar”, o escambau. Enfim, muito p*to da vida, mandei pro espaço e fui locar um veículo na Localiza (esquema patrão, mas era o que me restava àquela hora da madrugada).
(Na segunda-feira seguinte escrevi ao SAC da Unidas, através do site da empresa, relatando o ocorrido. Fui ignorado. Escrevi, na semana seguinte, à Ouvidoria – também pelo site. Fui ignorado. Decidi ignorar a Unidas. Semanas depois recebi um telefonema da ouvidoria me pedindo desculpas e etc.)
Mas haveria mais problemas: eu nunca tinha alugado carro com a Localiza e, no sistema deles, meu CPF estava associado a outra figura! PQP, não era nosso dia! Mas felizmente paga-se caro por um serviço de qualidade: a Localiza rapidamente fez um contrato de papel, fora do sistema, dizendo que depois resolveria a questão do conflito do CPF. Extremo oposto da Unidas Aracaju, em termos de qualidade do serviço. Rapidamente estávamos indo de carro para, finalmente, dormir. Nossa reserva no Ibis ao menos não nos deu problemas. [/mostrar-esconder]
Por conta disso, acabamos indo dormir muito tarde que o previsto e, consequentemente, acordando mais tarde que o habitual. De qualquer forma, às 10 da manhã já estávamos com o pé na estrada em direção a Neopolis.
Chegando à foz
O trajeto de Aracaju até Neopolis é relativamente tranquilo, mas o GPS salva bastante – ainda acho que a sinalização nas estradas de Sergipe é um tanto precária, dessa vez (tal qual na viagem ao cânion de São Francisco) não havia qualquer sinalização em algum momento de tomar uma outra estrada na saída da cidade. De qualquer forma, tudo o que você tem de fazer é pegar a BR-101 em direção a Maceió. Depois de uns 80 km, haverá uma entrada à direita, bem em frente a um posto policial, em direção a Neopolis, Joboatã e etc. É ali que tem de entrar. Dali até Neopolis são mais uns 40 km.
Nessa outra estrada, haverá bifurcações e nem sempre a entrada para Neopolis está sinalizada. Importante: se você quer ir à foz por Piaçabuçu, não siga sempre as placas que indicam a foz, porque elas indicam a foz por Brejo Grande-SE.
Enfim, chegando a Neopolis, fomos até o centrinho da cidade dar uma rápida volta e seguimos de volta em direção à balsa. Estacionamos na fila, esperando a hora de embarcar, o que levou alguns minutos – ao que parece, teoricamente a balsa sai de hora em hora de cada lado (mas na volta ela lotou e saiu antes da hora prevista, então vai saber...). Ao todo, entre a rápida volta na pracinha de Neopolis, espera pela balsa e travessia de balsa, foram uns 30 minutos.
Pracinha de Neopolis
Chegando em Penedo (AL), logo seguimos para Piaçabuçu (AL), a uns 20-30km de lá (realmente não me lembro quanto, mas é bem menos que os 40km que eu tinha em mente).
Atravessando o Rio São Francisco de balsa, entre Neopolis e Penedo
Em Piaçabuçu a sinalização é um tanto precária, então o jeito é sair perguntando onde fica o cais – é de lá que saem os barcos. E assim chegamos até lá. Era começo de tarde e ainda estávamos de jejum, então paramos para dar uma relaxada num quiosque na beira do Rio. Assim que paramos o carro, logo chegaram dois meninos de uma agência bem em frente, oferecendo o passeio. O preço é tabelado, R$ 35 por cabeça, eu já tinha essa informação. Só que precisávamos esperar outro casal pra dar quórum ao barqueiro.
Enquanto comíamos alguma coisa, a galera tentou achar mais gente pra sair até a foz naquela tarde. Sem sucesso. Ficamos passeando um pouco pela margem do rio, e nada de surgir mais gente pra fechar o barco. Achamos então que valia a pena estabelecer um esquema patrão (outro!) e fechamos um barco para nós dois por 100 pratas. Dessa forma, ficaríamos o tempo que quiséssemos, onde quiséssemos (claro, sem exageros porque não queríamos voltar de noite).
De barco para a foz do Rio São Francisco
O barco leva mais ou menos 1 hora até as dunas douradas de Piaçabuçu. Pode ser que tenha sido a luz daquele momento, pode ser que tenha sido a ausência quase total de outras pessoas, pode ser que tenha sido alguma outra coisa qualquer, mas eu achei aquele cenário simplesmente espetacular! Achei as dunas lindas, sublimes, únicas! Dá vontade de ficar o dia (a semana? o mês?) inteiro ali. A maior paz, a maior beleza.
As dunas douradas de Piaçabuçu, na foz do Rio São Francisco
Panorâmica geral das dunas
Passeamos pelas dunas, brincamos, corremos e depois seguimos até a praia, o oceano. Não tinha mais ninguém na praia! Ninguém! Ficamos um tempo curtindo aquele praião só nosso, até que chegaram outros turistas (pouca gente, meia dúzia). Seguimos então para o rio, onde ficamos curtindo toda aquela beleza, calmaria e quase silêncio. Viva o Velho Chico!
O mar...
... e ninguém mais!
O rio...
... e ninguém mais!
Já no finzinho de tarde, andamos de volta ao nosso barquinho para retornarmos à cidade. Tem também umas piscinas naturais, mas naquela hora já era maré baixa, as piscinas estavam meio ralas. De qualquer forma, não precisa: o rio já é de uma simplicidade e de uma beleza que me satisfazem plenamente.
Transporte escolar no Rio São Francisco
Importante ressaltar que a foz propriamente dita, onde exatamente o rio se encontra com o mar, não fica perto de onde o barco para, mas acho que dá pra andar até lá (só que, se você for com horário fechado, vai ser complicado). A Marinha proíbe que os barcos cheguem perto da foz, por questão de segurança. Sinceramente, nem precisa. Só de curtir aquela maravilha toda das dunas, do rio e da praia oceânica de Piaçabuçu, todos a uma distância facilmente caminhável, o fim de semana já estava ganho!
Penedo
De volta a Penedo, andamos um pouco pela cidade e acabamos ficando na Pousada Colonial. Já tinha visto os preços no site deles (120 pratas) e gostei de 1) terem colocado o preço na página e 2) terem disponibilizado um mapinha da cidade na página (foi o único que consegui, na verdade – não vi qualquer centro de informação turística na cidade para obter outro). O lugar é simples e tem ar condicionado (importante!).
Por do sol em Penedo, Alagoas
Tomamos um banho e saímos para dar um passeio noturno pela cidade. Jantamos na beira do rio (e fui jantado pelos mosquitos também, ahahaha) e depois fomos explorar o casario antigo da cidade à luz noturna.
Convento de São Francisco
No dia seguinte saímos bem cedo para passear pelo centro histórico da cidade e rever os lugares com a luz do dia. Conforme a manhã ia surgindo, algumas igrejas iam abrindo suas portas. Catedral Arquediocesana, Nossa Senhora da Corrente (ao lado da Pousada!), Nossa Senhora dos Pretos, Igreja de São Gonçalo, etc. Vale dar uma olhada também na bela fachada do Theatro Sete de Setembro.
Nossa Senhora da Corrente
Theatro Sete de Setembro
Convento de São Francisco, agora de dia
A pracinha com a Prefeitura Municipal
Ouro passeio interessante é andar pela Rocheira, lugar bacana que vai margeando o rio. É tudo perto, facilmente caminhável. Das igrejas, só não entramos no Convento de São Francisco, único fechado na cidade em pleno domingo!
Rocheira
Vista do alto da Rocheira
De volta
No começo da tarde, pegamos a balsa de volta (dessa vez teve carro que ficou de fora) para Neopolis, de onde seguimos de volta a Aracaju.
Preços e horários da balsa de Penedo-AL para Neopolis-SE
Acampamento do MST na estrada
Em Aracaju, paramos no Parque dos Cajueiros. O parque é uma boa área de lazer, consta que foi reinaugurado recentemente depois de um bom tempo largado. Tá muito legal, com quiosques, áreas para a criançada, quadras e tudo o mais. Curtimos um tempo por lá e seguimos para a Praia de Atalaia.
Passeamos um pouco por lá, acho aquele espaço muito legal. Antes de voltarmos, aproveitamos para comer no Ponto da Picanha, onde tínhamos ido da outra vez em que estivemos na cidade. Muito bom.
Acho que Aracaju merece mais tempo. Já estive duas vezes na cidade, mas somente como base para passeios ao Rio São Francisco. A orla urbanizada é bem organizada, ainda que a praia não me pareça tão atraente assim. Na próxima espero ficar o fim de semana somente na cidade.
No ano passado fizemos um inesquecível passeio ao Cânion de São Francisco. Desde então, fiquei de olho em uma nova oportunidade para voltar a Aracaju e conhecer o delta do Velho Chico. Oportunidade que surgiu meses atrás, numa bela promoção da Gol. Fomos para lá no começo de dezembro/12.
Era dia de ter problemas
A ida para Aracaju foi um pagamento de pecados. Pule essa parte se você quiser ler sobre a viagem em si, e não sobre os pequenos perrengues da ida.
[mostrar-esconder]Pra começar, a passagem promocional que compramos era com conexão em Salvador. Até aí, tudo bem. O problema é que a Gol atrasou quase duas horas pra sair do Rio! Praticamente todos os voos da Gol estavam atrasados no Galeão (e não havia chuva nem nada, era um dia normal). Ok, imaginei (ou torci para) que a conexão de Salvador pra Aracaju também estivesse atrasada.
Quando chegamos lá, depois da meia-noite (era para termos chegado às 22:30), a Gol nos informa que o voo já tinha saído, mas que havia nos colocado num voo da TAM que sairia... a 1:30 da madrugada!! Ok, haja atraso, mas vamos lá.
Mas haveria mais problemas: o voo da TAM foi atrasando, atrasando... até partir com quase uma hora de atraso! Resultado: chegamos a Aracaju quase às 3:30 da madrugada (era para termos chegado à meia-noite e meia)!
Mas haveria mais problemas: a Unidas, com quem eu tinha feito reserva de carro, se recusou a me dar a reserva porque o sistema dava “no show” (!!), e só podia fazer por outro valor (mais alto, de outra reserva que eu havia cancelado). Ok, danem-se reservas, vamos alugar um veículo com o bilhete da Gol (se você tem um bilhete da Gol em mãos, a Unidas lhe aluga um carro com 50% de desconto, já fiz isso em diversas viagens pelo Brasil). Simples, não?
Não para a Unidas de Aracaju. Era problema de sistema, de “como justificar”, o escambau. Enfim, muito p*to da vida, mandei pro espaço e fui locar um veículo na Localiza (esquema patrão, mas era o que me restava àquela hora da madrugada).
(Na segunda-feira seguinte escrevi ao SAC da Unidas, através do site da empresa, relatando o ocorrido. Fui ignorado. Escrevi, na semana seguinte, à Ouvidoria – também pelo site. Fui ignorado. Decidi ignorar a Unidas. Semanas depois recebi um telefonema da ouvidoria me pedindo desculpas e etc.)
Mas haveria mais problemas: eu nunca tinha alugado carro com a Localiza e, no sistema deles, meu CPF estava associado a outra figura! PQP, não era nosso dia! Mas felizmente paga-se caro por um serviço de qualidade: a Localiza rapidamente fez um contrato de papel, fora do sistema, dizendo que depois resolveria a questão do conflito do CPF. Extremo oposto da Unidas Aracaju, em termos de qualidade do serviço. Rapidamente estávamos indo de carro para, finalmente, dormir. Nossa reserva no Ibis ao menos não nos deu problemas.
[/mostrar-esconder]
Por conta disso, acabamos indo dormir muito tarde que o previsto e, consequentemente, acordando mais tarde que o habitual. De qualquer forma, às 10 da manhã já estávamos com o pé na estrada em direção a Neopolis.
Chegando à foz
O trajeto de Aracaju até Neopolis é relativamente tranquilo, mas o GPS salva bastante – ainda acho que a sinalização nas estradas de Sergipe é um tanto precária, dessa vez (tal qual na viagem ao cânion de São Francisco) não havia qualquer sinalização em algum momento de tomar uma outra estrada na saída da cidade. De qualquer forma, tudo o que você tem de fazer é pegar a BR-101 em direção a Maceió. Depois de uns 80 km, haverá uma entrada à direita, bem em frente a um posto policial, em direção a Neopolis, Joboatã e etc. É ali que tem de entrar. Dali até Neopolis são mais uns 40 km.
Nessa outra estrada, haverá bifurcações e nem sempre a entrada para Neopolis está sinalizada. Importante: se você quer ir à foz por Piaçabuçu, não siga sempre as placas que indicam a foz, porque elas indicam a foz por Brejo Grande-SE.
Enfim, chegando a Neopolis, fomos até o centrinho da cidade dar uma rápida volta e seguimos de volta em direção à balsa. Estacionamos na fila, esperando a hora de embarcar, o que levou alguns minutos – ao que parece, teoricamente a balsa sai de hora em hora de cada lado (mas na volta ela lotou e saiu antes da hora prevista, então vai saber...). Ao todo, entre a rápida volta na pracinha de Neopolis, espera pela balsa e travessia de balsa, foram uns 30 minutos.
Pracinha de Neopolis
Chegando em Penedo (AL), logo seguimos para Piaçabuçu (AL), a uns 20-30km de lá (realmente não me lembro quanto, mas é bem menos que os 40km que eu tinha em mente).
Atravessando o Rio São Francisco de balsa, entre Neopolis e Penedo
Em Piaçabuçu a sinalização é um tanto precária, então o jeito é sair perguntando onde fica o cais – é de lá que saem os barcos. E assim chegamos até lá. Era começo de tarde e ainda estávamos de jejum, então paramos para dar uma relaxada num quiosque na beira do Rio. Assim que paramos o carro, logo chegaram dois meninos de uma agência bem em frente, oferecendo o passeio. O preço é tabelado, R$ 35 por cabeça, eu já tinha essa informação. Só que precisávamos esperar outro casal pra dar quórum ao barqueiro.
Enquanto comíamos alguma coisa, a galera tentou achar mais gente pra sair até a foz naquela tarde. Sem sucesso. Ficamos passeando um pouco pela margem do rio, e nada de surgir mais gente pra fechar o barco. Achamos então que valia a pena estabelecer um esquema patrão (outro!) e fechamos um barco para nós dois por 100 pratas. Dessa forma, ficaríamos o tempo que quiséssemos, onde quiséssemos (claro, sem exageros porque não queríamos voltar de noite).
De barco para a foz do Rio São Francisco
O barco leva mais ou menos 1 hora até as dunas douradas de Piaçabuçu. Pode ser que tenha sido a luz daquele momento, pode ser que tenha sido a ausência quase total de outras pessoas, pode ser que tenha sido alguma outra coisa qualquer, mas eu achei aquele cenário simplesmente espetacular! Achei as dunas lindas, sublimes, únicas! Dá vontade de ficar o dia (a semana? o mês?) inteiro ali. A maior paz, a maior beleza.
As dunas douradas de Piaçabuçu, na foz do Rio São Francisco
Panorâmica geral das dunas
Passeamos pelas dunas, brincamos, corremos e depois seguimos até a praia, o oceano. Não tinha mais ninguém na praia! Ninguém! Ficamos um tempo curtindo aquele praião só nosso, até que chegaram outros turistas (pouca gente, meia dúzia). Seguimos então para o rio, onde ficamos curtindo toda aquela beleza, calmaria e quase silêncio. Viva o Velho Chico!
O mar...
... e ninguém mais!
O rio...
... e ninguém mais!
Já no finzinho de tarde, andamos de volta ao nosso barquinho para retornarmos à cidade. Tem também umas piscinas naturais, mas naquela hora já era maré baixa, as piscinas estavam meio ralas. De qualquer forma, não precisa: o rio já é de uma simplicidade e de uma beleza que me satisfazem plenamente.
Transporte escolar no Rio São Francisco
Importante ressaltar que a foz propriamente dita, onde exatamente o rio se encontra com o mar, não fica perto de onde o barco para, mas acho que dá pra andar até lá (só que, se você for com horário fechado, vai ser complicado). A Marinha proíbe que os barcos cheguem perto da foz, por questão de segurança. Sinceramente, nem precisa. Só de curtir aquela maravilha toda das dunas, do rio e da praia oceânica de Piaçabuçu, todos a uma distância facilmente caminhável, o fim de semana já estava ganho!
Penedo
De volta a Penedo, andamos um pouco pela cidade e acabamos ficando na Pousada Colonial. Já tinha visto os preços no site deles (120 pratas) e gostei de 1) terem colocado o preço na página e 2) terem disponibilizado um mapinha da cidade na página (foi o único que consegui, na verdade – não vi qualquer centro de informação turística na cidade para obter outro). O lugar é simples e tem ar condicionado (importante!).
Por do sol em Penedo, Alagoas
Tomamos um banho e saímos para dar um passeio noturno pela cidade. Jantamos na beira do rio (e fui jantado pelos mosquitos também, ahahaha) e depois fomos explorar o casario antigo da cidade à luz noturna.
Convento de São Francisco
No dia seguinte saímos bem cedo para passear pelo centro histórico da cidade e rever os lugares com a luz do dia. Conforme a manhã ia surgindo, algumas igrejas iam abrindo suas portas. Catedral Arquediocesana, Nossa Senhora da Corrente (ao lado da Pousada!), Nossa Senhora dos Pretos, Igreja de São Gonçalo, etc. Vale dar uma olhada também na bela fachada do Theatro Sete de Setembro.
Nossa Senhora da Corrente
Theatro Sete de Setembro
Convento de São Francisco, agora de dia
A pracinha com a Prefeitura Municipal
Ouro passeio interessante é andar pela Rocheira, lugar bacana que vai margeando o rio. É tudo perto, facilmente caminhável. Das igrejas, só não entramos no Convento de São Francisco, único fechado na cidade em pleno domingo!
Rocheira
Vista do alto da Rocheira
De volta
No começo da tarde, pegamos a balsa de volta (dessa vez teve carro que ficou de fora) para Neopolis, de onde seguimos de volta a Aracaju.
Preços e horários da balsa de Penedo-AL para Neopolis-SE
Acampamento do MST na estrada
Em Aracaju, paramos no Parque dos Cajueiros. O parque é uma boa área de lazer, consta que foi reinaugurado recentemente depois de um bom tempo largado. Tá muito legal, com quiosques, áreas para a criançada, quadras e tudo o mais. Curtimos um tempo por lá e seguimos para a Praia de Atalaia.
Passeamos um pouco por lá, acho aquele espaço muito legal. Antes de voltarmos, aproveitamos para comer no Ponto da Picanha, onde tínhamos ido da outra vez em que estivemos na cidade. Muito bom.
Acho que Aracaju merece mais tempo. Já estive duas vezes na cidade, mas somente como base para passeios ao Rio São Francisco. A orla urbanizada é bem organizada, ainda que a praia não me pareça tão atraente assim. Na próxima espero ficar o fim de semana somente na cidade.
Editado por Visitante