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Olá viajante!

Bora viajar?

Bolivia - Chile - Peru: 28 Dias - 10.000 Km - R$ 3.100,00 (Dez/12 e Jan/13)

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EM CONSTRUÇÃO

 

 

O desejo de conhecer Machu Pichu era antigo, e foi pesquisando sobre ele que conheci o site mochileiros.com, principal responsável pela mudança da idéia inicial para a de se fazer um roteiro mais completo, por 3 países e muito divulgado por aqui como “roteiro clássico”.

A princípio, iríamos também a Sucre e Potosi, mas devido a mudança das minhas férias e por não achar Potosi interessante o suficiente para a virada de ano, decidimos excluir essa parte do roteiro e ir direto a La Paz, antes de Uyuni.

O trajeto “quase” clássico ficou assim: Três Lagoas/MS > Corumbá/Puerto Quijarro (via Campo Grande) > Sta Cruz de La Sierra > La Paz > Uyuni (Salar) > San Pedro de Atacama > Arica > Arequipa (via Tacna) > Cuzco > Aguas Calientes (Machu Pichu) > Cuzco > Copacabana (via Puno) > La Paz, e depois de volta pra casa via Corumbá.

Eu pesquisei pra cacete antes de viajar, tirei dúvidas e mais dúvidas, aporrinhei todo mundo que vi pela frente e que poderia me dar uma dica disto ou daquilo. Teve hora que eu incomodava, mas o pessoal daqui é porreta mesmo e sempre disponível pra ajudar a tornar o sonho de mochileiro cada vez mais concreto. Na minha cabeça eu tinha tudo planejado, mas é claro que alguns perrengues não podiam faltar.

 

Preparação:

 

Eu e minha namorada Taia fomos acompanhados de mais uma casal de amigos, Luciana e Rogério, eles providenciaram passaporte, nós fomos apenas com RG e deu tudo certo. A vacina da febre amarela nós havíamos tomado em outubro, mas a carteirinha ainda era a nacional.

Uma semana antes do embarque cuidamos dos principais preparativos: roupas, mochilas, remédios, compra de dólar, seguro saúde. Como iríamos de busão, nossas passagens foram compradas com alguns poucos dias de antecedência.

 

O que levamos:

 

Leonardo (cargueira 90L)

 

07 Cuecas

06 Meias

03 Camisetas Dry fit

03 Camisetas normais

02 Calças Jeans

01 Calça Segunda pele

01 Bermuda

01 Sunga

01 Luva

01 Gorro

01 Cinto

01 Blusa Wind Stop dupla

01 Moleton

01 Lençol

01 Havaianas

01 Tenis

01 Bota

 

Taiana (cargueira 50L)

 

10 Calcinhas

06 Meias

01 Camisetas Dry fit

06 Camisetas/Blusinhas

01 Calças Jeans

02 Calça 2ª pele

02 Calças legging

01 Shorts jeans

01 Jaqueta Jeans

01 Biquini

01 Luva

01 Gorro

01 Blusa de lã

01 Havaianas

02 Tenis

 

Mochila de Ataque (20L)

 

02 Maq. Fotográficas

Remédios mais urgentes

Pilhas + carregadores

Petiscos

Lanterna tática

Guias/Roteiro

Óculos Escuros

Celular

Chaves/cadeados

Documentos

Pen Drives

Caneta

Água

 

1º Dia – Três Lagoas x Campo Grande x Corumbá

 

Passei o dia arrumando as tralhas sozinho, enquanto a Taia trampava até as 17 hrs. Tinha lista de tudo que queria levar e graças a Deus não esquecemos nada, uma das vantagens do planejamento.

Tava que não agüentava de tanta ansiedade e ficava conferindo tudo várias vezes, até que a patroa chegou e me salvou da paranóia hehehe. Ela se arrumou correndo enquanto nosso amigo Thiago que ia nos dar uma carona até a rodoviária nos esperava. Partimos pra lá e nosso busão para Campo Grande que era às 18 hrs (normalmente são 5 hrs de viagem) estava atrasado. Bateu um nervosismo porque tínhamos passagens compradas de lá até Corumbá para a meia noite e a janela entre chegada e novo embarque era de apenas 1 hora.

As 18:30 hrs eis que encosta na plataforma o busão da Viação São Luiz vindo de Araçatuba, tá ai uma empresa brasileira muito pior que busão da Bolívia, ruim com força! Logo depois que o bus saiu da rodoviária ele foi até a garagem da empresa, porque um “anjo” de criança vomitou nos bancos onde estava com os pais... e tem gente que ainda pergunta pq não tenho filhos hehehe... entrou uma tiazinha pra limpar os bancos com aquela vontade de que “o mundo acabasse em barranco pra poder morrer encostada” enquanto o busão ia de um lado para o outro dentro da garagem (parece que estavam arrumando alguma coisa no reservatório do banheiro). Essa brincadeira toda já tinha demorado mais de 1 hora e o nervosismo do atraso na rodoviária já tinha virado desespero então não segurei mais e fui falar com o motorista.

Segue diálogo> Eu: Amigo, eu tenho passagem comprada pra Corumbá pra meia noite. Motora: É mêmo?! Eu: Sim, e me garantiram que eu estaria lá sem problemas. Mot: É mêmo?! E garantiru foi?! Eu: Foi sim! Diga, não são 5 horas de viagem até Campo Grande? Mot: Óia...depende do pé vísse! Eu: Mas então...já são 7,5 da noite, num vai dar tempo! Mot: Meu rei....num se avexe não! Si garantiru pra tu que chega, então nóis chega num sabe?!?!

Ai vendo a “velocidade baiana” da fala do figura, o desespero virou loucura!!!

E não é que o cabra chegou a tempo. Não sei como, mas 5 pra meia noite estávamos desembarcando em C. Grande (ainda bem que eu dormi a viagem toda).

Nem saímos da plataforma de embarque e saimos correndo até onde estava o busão da Andorinha com destino a Corumbá. Meia noite e pé na estrada novamente, mais 6 horas.

Perto das 3 da manhã o busão faz uma parada em Miranda e aproveitamos pra comer uns salgados, ir ao banheiro e esticar um pouco as pernas. Nessa parada já deu pra sentir uma diferença braba de temperatura, apesar de Três Lagoas ser no Mato Grosso do Sul também, temos um clima muito parecido com o interior de São Paulo com dia quentes, mas noites e madrugadas amenas, muito diferente do pantanal que ferve até de madrugada.

Nossos amigos Luciana e Rogério haviam passado o natal na casa de familiares em Aquidauna/MS, a meio caminho de Corumbá e combinamos de nos encontrar lá, já que ficaria muito mais fácil e barato para eles. Quando desembarcamos em Corumbá eles já nos aguardavam na rodoviária.

Obs:

No fim de cada dia vou colocar um quadro com os gastos que tivemos, porém estes gastos vão conter apenas transporte, hospedagem, passeio e alimentação, pois são estes os que de fato interessam ao mochileiro, além de que os gastos com compras são pessoais e cada um sabe o tamanho do seu bolso. Os que eu lembrar vou colocando no corpo do relato, mas caso alguém queira saber algo específico pode perguntar. A cor do quadro será de acordo com o país, seguindo o layout do roteiro e planilha que fiz antes de viajar (link assinatura)

 

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2º Dia – Corumbá x Puerto Quijarro x Santa Cruz de La Sierra

 

Da rodoviária fomos a uma padaria tomar um café da manhã reforçado (R$ 7,00) e ligamos para um casal de amigos de Corumbá (Flaviana e Demétrio) para nos encontrarmos, já ela que havia comprado antecipadamente as passagens de busão de P. Quijarro até Santa Cruz.

Eles nos levaram até a fronteira, ainda do lado Brasileiro e ficamos na fila desde as 7 da manhã, esperando que abrisse a polícia federal para conseguir o papel de saída do Brasil. Nesse ponto vale uma observação que não sabíamos: existem duas filas, muito mal organizadas e que se confundem, uma de entrada e outra de saída do país. A de entrada fica em uma portinha bem na frente do prédio, a de saída em outra porta, na lateral direita. O problema é que vc fica na fila quase 2 horas, junto com gente de tudo quanto é país e quando abre vai seguindo a fila, como acha que deve ser... mas descobre já no guichê, que Brasileiros tem prioridade e portanto não precisam ficar na fila, ou seja, chegando lá nem se preocupe com fila, vá direto ao guichê e cumpra os processos imigratórios necessários.

Uma dica super útil é que como não temos o mesmo privilégio na Bolívia, quando chegar à fronteira corra pra marcar seu lugar na fila do lado boliviano, principalmente se estiver em grupo, assim, enquanto a fila do lado de lá vai andando (muito lentamente) vocês podem ir se revezando para que todos possam ir até o lado Brasileiro (muito perto – 200 mts) e dar saída do país, lembrando que sem o papel de saída do Brasil (ou carimbo no passaporte) vc não consegue dar entrada na Bolívia.

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Na fila da Bolívia conhecemos Raony e seu grupo de P. Prudente e descobrimos que já havíamos trocado informações antes, aqui pelo mochileiros (eita mundo pequeno). Aproveitamos pra por as dicas em dia tomando várias Pacenhas (Bol 9) trincando, ainda do lado Boliviano, infelizmente só voltamos a achar pacenhas tão geladas assim novamente em Puerto Quijarro.

Quando terminamos de dar entrada na Bolívia já eram quase 2 da tarde, quando surgia certo tumulto por conta dos rumores de que não havia mais passagens de trem até Sta Cruz, por isso aconselho quem optar por este meio de transporte que considere comprar assim que chegar a Quijarro ou pagar um pouco mais e comprar antecipadamente através de alguma agência de turismo. Já com os ônibus, eu perguntei na hora do embarque em algumas empresas e a maioria ainda tinha passagens, menos a San Martin, então não posso dizer se as outras são confiáveis.

Fomos para Corumbá novamente para almoçar em um restaurante que não peguei o nome, fica no centro em frente a Casas Bahia. A comida bem brasileira era à vontade e tinha de salada a churrasco, tudo muito bom. Após o almoço fomos à ANVISA (R. Colombo 723) mudar nossa carteirinha de nacional para internacional, lá dentro o ar condicionado parecia um Oásis no meio do calor infernal de Corumbá. As carteirinhas foram feitas de imediato, todos muito solícitos e prestativos.

Quando saímos de lá Demétrio nos levou até sua casa para que tomassemos um banho, depois partimos para conhecer um pouco das duas cidades guiados por eles. Fomos até a unidade de Corumbá da empresa que trabalhamos rever alguns amigos, demos uma passada pelo porto de Corumbá e fomos ao Shopping China em P. Quijarro, lá comprei umas batatas Lays (U$ 2) e uns Alfajores Argentinos maravilhosos (U$0,60)

Já perto da hora do embarque, fomos tomar mais algumas pacenhas em frente ao terminal e despachar a bagagem no guichê da empresa. Não jantamos porque estávamos meio bêbados desde a fila da alfândega.

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As 19 horas embarcamos no busão da empresa Expreso San Matias Ltda em bus cama de 3 filas super confortável, com destino a Sta Cruz. Este bus faz uma parada rápida em Puerto Suarez tão logo sai de P. Quijarro e só volta a parar em Sta Cruz. A estrada é muito boa, recém asfaltada e a viagem foi super tranqüila. Recomendo esta empresa, pois não tivemos problemas nem na ida nem na volta.

O direito de uso do terminal em Quijarro é de 2 bolivianos.

O cambio não estava nada atraente na cidade: R$ 1,00/Bol 3,00

 

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14º Dia – Arequipa x Cuzco

Após o desanuio saímos sem destino. O objetivo principal era conhecer as milhares de lojinhas de artesanatos, a Casa Del Moral, o mercado municipal e umas galerias de arte que havíamos visto de passagem no dia anterior.

A casa del moral leva esse nome por conta de um grande pé de “moras” que tem no pátio. Eu não conheço essa fruta, mas até ver o pé achava que se tratava de amoras, porém não são as saborosas frutinhas roxas. Lá é muito interessante, além da arquitetura e história do lugar que data de 1730, há muitos documentos, mapas antigos que retratam o Brasil como terra de canibais no fim do século XVI, uma exposição de moedas e arte sacra cusquenha completam o museu. Procurem pela guia flor.

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No caminho para o mercado municipal passamos pela igreja de santo domingo, mas estava fechada, ao menos a fachada proporcionou belas fotos.

O mercado municipal de cada cidade revela muito da cultura e da produção local, além de ser um ótimo lugar pra conhecer gente que dá ótimas dicas sobre a cidade, comer bem e barato e sempre se surpreender com a diversidade. Em Arequipa não foi diferente.

Ao sairmos do mercado andamos pela calle San Camilo, no cruzamento com a Alvarez Thomaz há uma cevicheria que nunca vi nenhum comentário sobre ela. A dona, que não me lembro o nome, carrega a receita secreta da família a várias gerações e com ela ganhou vários prêmios, inclusive, o que nos chamou a atenção quando passávamos pelo local, foram os vários recortes de revistas e jornais comentando sobre o ceviche do restaurante. Entramos e saímos maravilhados com o melhor ceviche misto que comemos na viagem por míseros 7 soles.

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Durante a tarde conhecemos a Universidade Nacional de San Agustín, que fica na calle Santa Catalina, a uma quadra da plaza de armas. Na verdade, são os departamentos administrativos, as aulas são em outro lugar. Nos corredores havia muita arte exposta, esculturas, quadros, apresentações de documentários e isso nos chamou a atenção, pois a universidade funciona como um museu de arte aberta ao público gratuitamente e com coisas belíssimas.

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Acabamos o dia vendo o movimento na praça e tomando coragem pra se despedir de Arequipa, que com certeza foi a cidade que mais me entusiasmou, no sentido de pouco esperar e muito se surpreender.

Voltamos ao hostel, fechamos as mochilas e a conta e pegamos um taxi rumo ao terminal da flores. Embarcamos as 20:30h em bus leito 3 filas, com cena caliente, chá e café a bordo em direção a Cuzco.

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Cara, que zica, eu percebi que vc tinha sumido, mas nao pensei em acidente, espero que esteja se recuperando. Me manda seu cel por MP pq eu perdi. Abraço e força sempre.

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15º Dia – Cuzco

 

Chegamos em Cuzco por volta das 9 da manhã. Já no terminal tivemos o primeiro contato com uma multidão de pessoas oferecendo de tudo de possa imaginar para comprar, eu já estava calejado com essa situação e nem dava atenção, mas uma senhora parou a Taia e começou a mostrar um folder do hostel Andes de San Blás, com taxi free até lá e a promessa de habitacion matrimonial com ducha caliente por S/40 o casal. Como não tínhamos nenhuma reserva decidimos pagar pra ver e até gostamos do lugar, o duro é a ladeira pra voltar da balada. Fica na Carmem alto, pertinho da igreja de san blas.

Depois de acomodados fomos andar. Praça de San Blás, pedra dos doze ângulos, praça das armas, até acharmos um restaurante pra matar a fome.

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Tiramos o resto da tarde pra achar as melhores ofertas dos passeios nos próximos dias. Depois de muito pesquisar, a empresa que passou mais confiança, com tudo explicado em detalhes foi a Puma´s Trek. Fechamos city tour, vale sagrado, MP e ganhamos de lambuja um belo desconto na hospedagem em Cuzco. O Hostel deles fica a uma quadra da praça de armas, mas como já havíamos pago a diária no hostel anterior deixamos pra nos “mudar” no dia seguinte.

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Fomos comprar o boleto no início da avenida El Sol e passamos em um mercado para comprar umas coisinhas, na volta pro hostel descobrimos um boteco lindo, com uns grafismos super interessante. O som tava mineiríssimo, mas a cerva quente. O jeito foi atacar a tequila, de leve pra abrir o apetite pra janta.

Voltamos ao hostel, avisamos que sairíamos amnhã, tomamos banho e fomos no Brembos. Eu adoro Fast food, mas o brembos...é minha nova paixão quando se trata disto. Gigante e delicioso...e barato.

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De lá saímos andando pela calle procuradores. Não sei o nome do boteco, mas fica no meio da primeira quadra partindo da praça. Lá tem cerveja litro por S/ 9,00 geladíssima como no Brasil e som ao vivo. Neste dia tava rolando cover do Red Hot Chilli Peppers. Saímos de lá uma meia noite trançando as pernas e talvez por isso, os nativos que estavam pela rua acharam que nós gostávamos de coisas ilícitas e em menos de 50 metros andando tivemos 4 propostas pra comprar maconha e cocaína. Ficamos assustados com isso e saímos desta rua rapidinho.

Quando chegamos na esquina do hostel vimos uma muvuca e fomos conferir, menos a Lú, que pediu água e foi nanar. O Bar chama-se 7 angelitos e fica na rua homônima. Pra mim (e pra quem curte rock) é o melhor bar de Cuzco e olha que conhecemos buteco até enjoar.

Várias bandas se revezavam na cantoria que nos deixou muito animados até as 4:30, quando o cansaço bateu e fomos dormir. Graças a Deus o hostel ficava na esquina.

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Fala Ale...blz.

Pois é rapaz, comprovei na prática que dois corpos realmente não conseguem ocupar o mesmo lugar no espaço...rsrsrs

Agora tá sussa, sem dor e já na fase de fisioterapia. Vou mandar o cel por mp.

Diz pra Laritza que os direitos autorais das "peruguetes" e "boliguetes" estão assegurados e guarda minha cusquenhã, caso ainda a tenha que logo logo eu tô indo pra CG.

Vc vai pra aquelas bandas esse ano de novo? Se der eu vou pra LPZ no meio de dez.... ..Ah...tô retomando também o planejamento pro México que agora ficou pra 2014. Descobri que existe tequila pra criança (s/alcool) por lá, já que tu não bebe.

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Kkkk taquila prac criança, essa eu nao vi. Cara, dependendo da época que vc for, vamos juntos. To saindo pra lá paz dia 19/12/13 via Corumbá, de onibus. Se rolar me avisa. Quanto a sua cusqueña, tá aqui.

  • 2 meses depois...
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Qual o nome dessa cevicheria em Arequipa? Ansiosa pelo fim do relato, estou adorando e, claro, aproveitando as dicas para fazer o meu roteiro.

  • 2 meses depois...
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Ola Leo.

 

Mano sua preparação foi otima e estou lendo muito porque é a minha primeira mochilada fora do país . Gostaria de saber porque você mudou seu roteiro . Por que queria fazer exatamente o seu antigo roteiro e quais são as vantagens de fazer esse que vc fez ? Mano desculpe-me mais irei te alugar um pouco.

 

Rafael

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E aí Leo, blz?

 

Venho acompanhando sua viagem já algum tempo, até trocamos informações quando ainda estava montando o roteiro, fico feliz por ter feito a viagem e agora está fazendo este relato sensacional e cheio de detalhes (que só vc sabe fazer), aquele manual que você fez ainda estou usando muito e sempre estou divulgando para as pessoas que tem interesse na viagem, finalmente vou fazer essa viagem incrivel (agora em Abril), serão 25 dias, minha dúvida é o seguinte: Lembro que no seu roteiro inicial passava por ICA-Peru, pelo que vi você foi de Arequipa para Cuszo e acredito que neste ponto houve mudança no roteiro, é isso? estou muito na dúvida se vou ou não para ICA, pois é um caminho bem longo de ônibus e deve ser bem cansativo...e aí qual a sua opnião??

 

Grande Abraço e Aguardandamos a continuação do relato.

 

Luiz

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E ai maninhoo..to precisando de suas valiosas dicas para começar a montar a minha trip.

 

Rafael

  • 5 meses depois...
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Sei que o valor está desatualizado, é claro. Mas a título de informação e comparação me responda o seguinte: Esse valor de R$ 3.100,00 é por pessoa, foi o toral gasto por você e sua esposa?

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