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Olá viajante!

Bora viajar?

Bolívia/Chile/Peru - Jul/2013 (19 dias)

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Primeiro quero agradecer a todos os relatos e posts que nos ajudaram (E MUITO!) do projeto e prática do nosso roteiro. Vi como relatos nos ajudam mesmo, por isso também farei sobre a nossa viagem porque afinal, pretendo ajudar os futuros viajantes. E esse site é tão famoso e as pessoas interagem tanto, que 3 pessoas me reconheceram, no Atacama e em Cusco ::lol4::

 

Pra começar vou deixar o vídeo que fizemos com todos os créditos ao Fernando, amigo e parceirão de viagem.

 

 

Fomos em 4, eu e a Juliana iríamos de trem da morte e o Renato e o Fernando de avião direto de SP - Santa Cruz.

 

Não lembro de todos os preços exatamente, mas estou fazendo o possível para detalhar bem essa parte ao longo do relato. Levei todo o dinheiro em dólar (U$ 1000,00 para gastar + U$ 300,00 para emergência – leia-se para não gastar). Deu pra TUDO e ainda sobrou um pouco! Fui trocando aos poucos ao longo do caminho.

 

As cotações que encontramos foram de:

U$ 1,00 = 6,95 bolivianos

U$ 1,00 = 500 pesos chilenos

U$ 1,00 = 2,75 soles

 

Antecipadamente foram compradas somente os nossos voos de Santa Cruz para o Sucre, e a passagem dos meninos de volta (La Paz – Santa Cruz e de Santa Cruz – São Paulo). Eu e a Juliana iríamos voltar de trem ou ônibus.

 

Ao longo do relato vou dando dicas, que podem até ser repetitivas, mas são valiosíssimas. Anexei nosso roteiro inicial que obviamente é muito difícil segui-lo a risca, mas foi tentamos ser bem fiel a ele ::hãã2::

 

Fizemos Corumbá - Puerto Quijarro - Santa Cruz - Sucre - Uyuni - Salar - SPA - Cusco - MP - Puno - La Paz - Santa Cruz - Puerto Quijarro - Corumbá.

Cortamos Copacabana e Arequipa do roteiro inicial.

 

Dia 02/07 – Campo Grande – Corumbá – Puerto Quijarro

 

Compramos a passagem das 00:00h para chegar as 06:00h(R$ 86,80).

Tive uma leve discussão com o funcionário da Andorinha responsável por guardar as malas, mas não quis começar com o pé esquerdo a viagem rsrsrs. :evil:

 

A rodoviária de Corumbá (estava em reforma, um barulho e uma poeira só) ficamos fazendo hora até abrir a fronteira as 08:00h. Nisso conhecemos 3 mochileiros mineiros e nos juntamos a eles. Na rodoviária tem um ponto de táxi que cobra R$ 30,00 até a fronteira (sem choro). Existem alguns táxis bolivianos ali próximo que cobram 1/3 do preço. Fiz amizade com o funcionário que cuida das bagagens na rodoviária e especulei sobre isso. Ele disse que isso sai até morte entre os taxistas, enfim... Ficamos com o de R$ 30,00 mesmo.

 

O táxi deixa na fronteira e fizemos os trâmites a pé mesmo (tudo muito perto, não tem erro). A fronteira brasileira foi muito rápido, já a boliviana... putz, era uma fila enorme e não andava. Aliás, se preparem para os trâmites de fronteira – tudo muito chato e cansativo. Na fila conhecemos um casal de brasileiros que moram há anos em Santa Cruz e nos apresentaram o mocochinche – bebida fria típica boliviana com pêssego seco, açúcar e canela. É feio mais é gostosinho.

 

A partir daqui preparem-se para pagar cerca de Bs 1,00 toda vez que quiser usar o banheiro – e não espere limpeza, por favor. Preparem-se também para pagar taxa de 'direito de uso de embarque' na ferroviária, aeroporto ou rodoviária. No aeroporto, a taxa internacional é de U$ 25,00 e nacional de Bs 30,00. No restante, custa entre Bs 2 e 3.

 

O táxi da fronteira até a estação custou R$3,00 por cabeça. Fomos garantir nossas passagens de trem categoria Super-pulman R$ 40,00 saindo as 15:00h. Tem sala de bagagens na estação ferroviária para quem quiser. Depois fomos passear no shopping china, dá pra ir a pé ou então R$ 1,00 por cabeça rsrs. Compramos alguns itens de higiene e cartões de memória extra. Almoçamos por lá mesmo (super confiável). Há 2 anos comi uma carne de jacaré lá que mudou a minha vida ::lol4:: HAHAHAHAHAH Infelizmente no dia que fomos não tinha e comemos carne de capivara (forte e fedida, mas gostosinha, dá pra comer). Era por kg então saiu cerca de R$ 20,00 + R$ 10,00 de 2 Paceñas. Compramos uma tequila porque ninguém resiste a meros U$ 13,00 hahahahah.

 

Há casa de baño em frente a estação em algumas hospedarias que cobram Bs 10,00 pelo banho. Procuramos casa de câmbio, fomos perguntar a uma senhora na rua onde ficava e – ELA ERA A CASA DE CÂMBIO. No embarque, subimos com nossas mochilas e descobrimos que o cara tinha separado os assentos de quase todos nós 5. Burrice minha que comprei as 5 passagens e conferi o assento só de 2 aff.

 

Ah, comprem comida tá. A não ser que você queira se aventurar a comprar pollo com arroz e papas que as tcholas entram vendendo no vagão – isso mesmo, não se iludam que a categoria super pulman ninguém entra que é mentira.

Fotos do google porque tive um pequeno acidente com meu cartão de memória rsrs

 

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Táxi na Bolívia é muito barato, muito mesmo. Nos 3 países não tem taxímetro, eles fazem o preço calculando a distância, então fiquem bem espertos.

ROTEIRO JULHO 2013 1.pdf

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14/07 – MP – Cusco

 

Os ônibus que sobem para MP começam partir as 05:00h, e o parque de MP abre as 06:30h. A fila do ônibus é grande, então garanta seus tickets de bus e vá para a fila. A subida dura cerca de 30/40 minutos. Os meninos iam subir Huayna no primeiro horário, das 07:00h as 08:00h. Eles entraram direto, nós ficamos na fila de MP. Nosso guia, Alex, foi apelidado ‘carinhosamente’ de Mestre dos Magos. Sumia, aparecia. Sumia, aparecia.

 

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Quando fechamos o pacote, não sabíamos quem seria nosso guia, nem o nome dele. Só ficamos sabendo porque os meninos conheceram ele no passeio anterior. Teoricamente ele ficaria nos guiando por 2 horas e meia, mas não deu nem 1 hora e o cara ‘tchau’. Quando os meninos desceram de MP e quiseram ser guiados, o guia já tava sabe lá Deus onde. As 11:30 tínhamos que pegar nossas mochilas e ir pra estação.

 

O trem sairia as 12:35h. Uma desorganização o embarque. Primeiro falaram que não era pra entrar no trem, que tinha que esperar não sei quem. Mas começou chover, ninguém apareceu, tiramos 2 ou 1 e resolvemos entrar. Aliás, todo mundo foi entrando depois e já sentados que vieram checar nossas passagens.

A viagem de trem até a hidrelétrica é rápida. Quando chegamos na hidrelétrica, achamos a van que ia trazer a gente mas o motorista começou falar que não tinha a lista de passageiros, que isso era responsabilidade do nosso guia. Mas, cadê o guia? Esperamos, esperamos, esperamos... Nós e um monte de gente. Todo mundo meio perdido. Eis que surge o nossa guia e mesmo assim o rolo das vans não foi resolvido. Demorou pacas.

 

Só que a gente não sabia que a volta seriam mais ou menos 150km em 8 horas. Pois é. 8 horas. Só desfiladeiros, abismos e a estrada é mega tensa. Horrível MESMO! Não víamos a hora de chegar. Chegamos e tentamos vaga no Hostel Wild Rover. Conseguimos um quarto pra 4 com wc. Nos arrumos, fizemos esquenta no hostel, saímos pra comer no Tratoria Adriano e fomos conhecer o famoso Mama Africa. Fica localizado na Plaza de Armas, não tem erro. A balada é legalzinha, só que tem muito local caçando gringo, o que ‘estraga’ um pouco. É bacaninha de turma, mas parece inferninho hehehe.

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Priscila ...adorei o vídeo!!mto criativo!!!

 

Te reconheci no passeio do Vale Sagrado..lembra???

 

Beijosssss

 

Verdade!!!! Caramba rsrsrs... Me adiciona aí no face

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15/07 – Cusco

 

Logo cedo compramos a passagem para Puno s/ 30. Fomos andar na city, almoçamos num restaurante turístico em frente a praça. Queríamos comer carne de alpaca. Não lembro o nome do restaurante mas todos os clientes estavam nitidamente insatisfeitos. Nossa comida demorou pacas, e a entrada que pedimos nem veio. No fim da tarde voltamos pro hostel. Ficamos tomando uma cervejinha lá e 3 amigos brasileiros foram nos encontrar lá. Logo era hora de partir.

 

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16/07 – Puno – Desaguadero – La Paz

 

Chegamos cedinho em Puno e a quantidade de gente oferecendo passeios e passagens é insuportável. Só faltam te segurar. Aliás, em todo lugar é assim. Muito chato. Nós achávamos que daria para fazer no mesmo dia Islas Flotantes, ir para Copacabana para ver a Isla del Sol e no mesmo dia ir pra La Paz, mas o trajeto de Puno a Copacabana é mais demorado que o imaginável.

 

Decidimos passear em Puno e cortar Copa >/ . Fechamos o passeio das Islas Flotantes numa agência ali mesmo na rodoviária s/ 20. O passeio é algo bem diferente, tem o transfer de ida e volta ao porto (cuidado com esse transfer, pois quiseram dar o balão na gente na volta) e o passeio de barco. Não comam nada da Ilha. Todos que ouvimos que comeram tiveram piriri dos bravos.

 

Terminando o passeio, fomos pra rodoviária e descobrimos um jeito de chegar mais rápido a La Paz. A funcionária que nos vendeu o passeio disse que tem um caminho alternativo por Desaguadero. Ela nos indicou onde pegar as vans, s/ 10, 1 hora e meia até Desaguadero. A van vai beirando o lago Titicaca, e é uma vista de deixar boquiaberto.

 

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Olha o perrengue de novo!!!

 

Chegando em Desaguadero, fomos fazer os trâmites a pé. A cidade é linda SQN! Na fronteira, passamos batido pela imigração ao lado esquerdo, vimos uns policiais do lado direito e fomos perguntar. Aí vieram com uma história de que precisariam conversar com a gente individualmente. Trancaram a gente, um por vez, numa sala e vieram com um blábláblá falando que precisariam checar se tava tudo ok com nossos docs, só que o cara mal olhou pro meu passaporte. E para os meninos vieram com um papo de dinheiro, pediram até para ver a carteira. Certeza que queriam grana.

 

Saímos meio revoltados, mas de boa porque ninguém tinha dinheiro dando sopa então não tiraram nada da gente. Chegamos a Aduana Boliviana e indicaram onde ficava a Peruana. Finalmente, fizemos a imigração e pegamos um táxi para La Paz (Bs 40,00). A viagem durou cerca de 2 horas. Chegamos no dia do aniversário de La Paz, a cidade estava em festa.

 

Conseguimos vaga no Wild Rover (Bs 54,00 – quarto para 10). O banheiro mais limpo da viagem toda. A mulher da limpeza ficava a todo momento limpando, impressionante! Os meninos foram ver o Downhill só que a volta ia bater com o horário do voo deles. Tem muita opção de passeio em La Paz, muita mesmo. Fomos comer no Burger King ::love:: e voltamos pro hostel. O pub era super badalado e nos divertimos muito.

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17/07 – La Paz

 

Compramos a passagem de ônibus La Paz – Santa Cruz (Bs 200,00 – bus cama, cia transcopacabana, que aliás foi muito bom). Os meninos iriam fazer esse trecho de avião (sai cerca de Bs 540,00). Durante o dia fizemos um city tour e fomos ao Valle da Luna. Voltamos pro hostel, tomamos mais umas cervejinhas e então nos despedimos. A partir daqui seguiria só com a Jú.

 

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Vale da Luna

 

Aqui descobrimos que cada cia tem uma plataforma e na maioria das vezes tem vários ônibus saindo no mesmo horário e claro, da mesma plataforma. Esqueçam pontualidade na Bolívia. O ônibus era tão confortável que nem vimos as 17 horas de viagem passar. Conhecemos uma francesa no ônibus e ela se juntou a nós.

 

18/07 – Santa Cruz de La Sierra

 

Chegamos em Santa Cruz e descobrimos que não havia mais passagem de trem para Quijarro. No dia sairia o Ferrobus e são só 2 vagões. Ficamos com medo mas a saída era voltar de ônibus mesmo. Pagamos Bs 130,00 no melhor ônibus da melhor cia (não lembro o nome). Deixamos nossas bagagens e fomos andar na cidade. Fomos a um shopping, almoçamos por lá e depois fomos a uma feira – Mercado de los pisos (acho). Terminamos de gastar nosso dinheiro lá com muambas. Fica umas 8 quadras da Plaza 24 de Septiembre. Deu a hora, voltamos pra rodoviária.

 

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Logo que pegamos estrada, a 1 hora e meia mais ou menos de La Paz, o ônibus começou dar sinais que ia pifar. Pararam o bus, tentaram arrumar, e seguiram viagem. Dormi, e acordei as 03:00h da manhã parada na estrada, e assim ficamos até as 07:00h. Como não bastasse, no início da viagem, o ‘rodomoço’ avisou a todos que o banheiro era somente para xixi. Foi ele falar e veio um cagão, empesteou o banheiro e tiveram que interditar.

 

 

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19/07 – Puerto Quijarro - Corumbá

 

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As 07:00h finalmente chegou outro ônibus, uma sucata, fedida, não sei como não tinha rato e morcego. Até transferir todas bagagens (inclusive cama box), eram umas 09:00h, seguimos pra Puerto Quijarro e chegamos por volta do meio dia. Fizemos amizade com um brasileiro que mora em Santa Cruz, e ele ficou para dividir o táxi com a gente. Até fazer os trâmites de fronteira deu 13:00h. E quando chegamos à rodoviária, o único ônibus com vaga sairia as 00:00h.

 

Surtamos! O voo da Ju para a Bahia sairia as 06:00h da manhã do dia seguinte. Eis que a solução surge. Um funcionário de uma agência de turismo ouviu nossa conversa e ofereceu nos levar a Campo Grande de carro por um valor pouco acima do ônibus R$ 125,00. Claro que topamos. Estávamos em 4 e queríamos chegar logo, não pensamos duas vezes.

 

Demos muita sorte, o cara era muito gente boa. Rimos, cantamos e papeamos o caminho todo. E finalmente, estávamos praticamente em casa.

 

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Muito massa o relato!

 

E é bom contar (não viver, hahaha) os perrengues que aí o povo 'perdido' entende que é terra sem lei esses lados... hahaha... Mas com bom humor a gente supera tudo :)

 

Beijos!!! e parabéns de novo!! =)

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Muito massa o relato!

 

E é bom contar (não viver, hahaha) os perrengues que aí o povo 'perdido' entende que é terra sem lei esses lados... hahaha... Mas com bom humor a gente supera tudo :)

 

Beijos!!! e parabéns de novo!! =)

 

Valeu Camila ::otemo::

 

Se não fosse o bom humor teríamos pirado ::lol4::

  • 2 semanas depois...
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Chegando em Desaguadero, fomos fazer os trâmites a pé. A cidade é linda SQN! Na fronteira, passamos batido pela imigração ao lado esquerdo, vimos uns policiais do lado direito e fomos perguntar. Aí vieram com uma história de que precisariam conversar com a gente individualmente. Trancaram a gente, um por vez, numa sala e vieram com um blábláblá falando que precisariam checar se tava tudo ok com nossos docs, só que o cara mal olhou pro meu passaporte. E para os meninos vieram com um papo de dinheiro, pediram até para ver a carteira. Certeza que queriam grana.

 

 

Olha, esse Desaguadero é uma bomba! Quando voltei do Peru pra Bolívia enfrentei uma situação parecida. Estávamos atravessando a fronteira a pé e nisso os policiais nos chamaram, "vem cá, vem cá", e ingenuamente fomos, e chegando lá nos arrastaram pra uma salinha SINISTRA dentro da delegacia, e os 3 policiais começaram a falar rápido e ao mesmo tempo coisas do tipo "vamos te revistar", "cadê a maconha", "canguru, canguru" (referindo-se a alguma pochete, sei lá), implicaram com uns dólares que acharam na minha carteira, e só amansaram mesmo quando perguntaram o que eu fazia da vida e eu respondi que era advogado. Daí me liberaram felizes da vida e falando coisas do tipo "ahhh o Mundial, Brasil gañará!", etc., pra cima de mim? ::quilpish::

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Olha, esse Desaguadero é uma bomba! Quando voltei do Peru pra Bolívia enfrentei uma situação parecida. Estávamos atravessando a fronteira a pé e nisso os policiais nos chamaram, "vem cá, vem cá", e ingenuamente fomos, e chegando lá nos arrastaram pra uma salinha SINISTRA dentro da delegacia, e os 3 policiais começaram a falar rápido e ao mesmo tempo coisas do tipo "vamos te revistar", "cadê a maconha", "canguru, canguru" (referindo-se a alguma pochete, sei lá), implicaram com uns dólares que acharam na minha carteira, e só amansaram mesmo quando perguntaram o que eu fazia da vida e eu respondi que era advogado. Daí me liberaram felizes da vida e falando coisas do tipo "ahhh o Mundial, Brasil gañará!", etc., pra cima de mim? ::quilpish::

 

Olha, uma bomba mesmo! Foi bem isso que aconteceu, e acho que entramos na mesma salinha hehehe

  • 2 meses depois...
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E aai Pri parabéns pelo relato!!!

olheei a foto e pensei 'conheço ela de algum lugar' hahaha...ai fui ver as datas

e a gnt se esbarrou no bar lá no Wild Rover falando que só tinha brasileiro fazendo essa viagem kkkkkkkkk

que bom q deu tudo certo pra vcs!

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