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Bolívia, Peru e Chile (com trilha Salkantay) - 27 dias - Agosto/2013

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Há alguns anos pensava em fazer meu primeiro mochilão pela América do Sul, e o Mochileiros.com foi minha fonte de pesquisa durante todo esse tempo. Li e reli inúmeros relatos de viajantes que me foram muito úteis e agora quero retribuir contando como foi a minha viagem por Bolívia, Peru e Chile (Chile na verdade apenas por algumas horas, mas mais pra frente explico) e, quem sabe, ajudar outros futuros viajantes.

 

Roteiro: São Paulo / Santa Cruz de la Sierra / Sucre / Potosi / Salar de Uyuni / San Pedro de Atacama / Arequipa / Cusco / Trilha Salkantay / Machu Picchu / Puno / Copacabana / La Paz / Santa Cruz de la Sierra / São Paulo

 

Duração: 27 dias (05/08 a 31/08)

 

05/08: São Paulo / Santa Cruz de la Sierra

06/08: Santa Cruz de la Sierra / Cochabamba / Sucre / Potosi / Uyuni

07/08: Salar de Uyuni

08/08: Salar de Uyuni

09/08: Salar de Uyuni / San Pedro de Atacama / Calama

10/08: Calama / Arica / Tacna / Arequipa

11/08: Arequipa

12/08: Arequipa

13/08: Canyon del Colca

14/08: Canyon del Colca / Arequipa

15/08: Arequipa / Cusco

16/08: Cusco

17/08: Cusco

18/08: Cusco

19/08: Trilha Salkantay

20/08: Trilha Salkantay

21/08: Trilha Salkantay

22/08: Trilha Salkantay

23/08: Aguas Calientes / Machu Picchu / Cusco

24/08: Cusco / Puno

25/08: Puno / Copacabana

26/08: Copacabana / Isla del Sol

27/08: Isla del Sol / Copacabana / La Paz

28/08: La Paz

29/08: La Paz

30/08: La Paz

31/08: La Paz / Santa Cruz de la Sierra / São Paulo

 

Gastos: levei US$ 1200 em dinheiro (gastei tudo) e fiz um saque de 300 bolivianos em um caixa eletrônico, já nos últimos dias de viagem. Não usei VTM nem cartão de crédito, levei tudo em espécie mesmo e não tive nenhum problema nem senti perigo em ser assaltado em nenhuma das cidades.

 

Cotação:

1 dólar = 2,35 reais = 6,90 bolivianos = 2,80 soles = 450 pesos chilenos

1 real = 2,90 bolivianos = 1,10 soles

 

Como seria meu primeiro mochilão tive que comprar praticamente tudo o que levei. Pra quem mora em São Paulo recomendo a loja Decathlon. Mesmo não tendo os melhores preços em todos os produtos lá você encontra tudo o que precisa, pois a loja é imensa. Tem em vários shoppings e acredito que tenham em outros estados também, qualquer coisa entrem no site e procurem os endereços :)

 

O que comprei (preços em reais):

 

- Mochila 50L: 200,00

- Moneybelt: 29,90

- Blusa 3 em 1: 199,00 (bem pesada mas extremamente útil, creio que se eu não tivesse ela teria passado muito mais frio do que passei)

- Segunda pele (blusa e calça): 100,00

 

O restante das coisas que levei foram camisetas (8), cuecas (8), meias (4 pares), bermudas (2), calça jeans (1), calça tactel (1), calça de moleton (1), blusas de frio normais (umas 3 acho), chinelo (1) e só. Isso tudo são roupas que uso no dia a dia, então nada de gastos.

 

Como estava planejando fazer a trilha Salkantay resolvi ir com uma bota velha que tinha aqui em casa e não levei outro tênis. Algumas vezes fez falta, principalmente pra sair a noite nas cidades porque ficar com a bota o dia todo, pra mim que não estou acostumado, às vezes incomodava, mas nada absurdo. Se preferirem, leve um tênis pra sair a noite ou pros passeios mais leves.

 

De resto, levei itens de higiene daqui de casa mesmo. Sabonete, pasta de dente, escova, lenços umedecidos (muito úteis, comprei aqueles de bebê, da Johnson e Johnson, e me salvaram várias vezes), uma cartela de Advil (pra dor de cabeça, com 2 comprimidos que tomei logo no início da viagem, depois não precisei mais), uma cartela de Benegrip (voltou fechada pro Brasil), protetor solar (perdi no primeiro dia e achei escondido num bolso quando tava desfazendo a mala já em casa), protetor labial (útil, mas eu sempre esquecia de passar), desodorante (útil pra você não ficar fedido), caneta, bloquinho de anotações e cadeados.

 

No Brasil comprei a passagem São Paulo-Santa Cruz de la Sierra ida e volta pela Gol, por R$ 550,00. Comprei também Santa Cruz de la Sierra-Sucre, só ida, pela BOA, por 420 bolivianos (R$ 120). Também comprei a passagem La Paz-Santa Cruz de la Sierra, só ida, pela Aerocon, num vôo horroroso mas que me fez ganhar um dia em La Paz (explico lá no final do relato). Esse vôo custou 520 bolivianos (uns R$ 170). De resto não reservei nada, nem hostel, nem passeio, nem transfer, nem nada. Todas as passagens aéreas comprei pelo site das companhias, com cartão de crédito.

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# 7º dia - 11/08 - Arequipa

 

Acordamos umas 10h da manhã com o estômago destruído pelo hambúrguer cru da noite anterior. Fizemos um pacto de sangue e prometemos não comer lá nunca mais. Saímos procurar algo pra comer, porque o hotel não tinha café da manhã. Compramos pão, queijo, presunto e um suco sabor indefinido e voltamos pro hotel pra comer. Arrumamos as malas e fomos pro Wild Rover. Como o check-in lá só é feito depois das 14h, deixamos as malas e fomos dar uma volta pelos arredores da Plaza de Armas. Andamos, tiramos fotos, tomamos sorvete e quando deu 14h voltamos pro Wild Rover pra guardar as tralhas no quarto. Pagamos 28 soles a diária num quarto pra 4 pessoas.

 

Pausa pra falar do Wild Rover. Tanto em Arequipa como Cuzco e La Paz há quartos de diversos tamanhos, pra 4, 6, 8, 12 ou 16 pessoas. Quanto mais pessoas mais barato fica. Apesar de ser conhecido pelas festas, a parte onde ficam os quartos é bem tranquila. Durante a noite, enquanto a bagunça tá rolando no pub do hostel você não ouve nada do quarto, então pra quem quer dormir é sossegado. As camas e travesseiros são excelentes e os quartos tem armários pra você guardar suas coisas e trancar com cadeado. Os banheiros e chuveiros também são muito limpos, as vezes até "incomodava" de tanta limpeza, porque toda hora em que eu ia usar o banheiro tinha uma mulher limpando. O chuveiro é quente 24h. Também tem wi-fi grátis e café da manhã incluso na diária, além de uns computadores que podem ser usados pelos hóspedes. Tudo isso sem falar no bar, que tem cerveja gelada, comida boa (até às 21h), sinuca, pebolim (ou totó, se você for carioca) e festas malucas todos os dias, com free shots a todo momento.

 

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Depois de arrumar as malas fomos pro bar da piscina. Arequipa é o único Wild Rover que tem dois bares, um na piscina e um pub fechado. O da piscina fica aberto até às 18h e aí depois todo mundo vai pro pub. Logo que chegamos conhecemos o Diego, um peruano que trabalhava lá e vivia bêbado. Como boas vindas ele nos fez duas Brahmas (sim, Brahma!) pelo preço de uma, a 10 soles a garrafa de 630 ml. Tomamos mais umas, conhecemos um grupo de europeus e logo já tava todo mundo integrado. Depois que o bar da piscina fechou fomos pro pub. Como era domingo era dia de karaokê. Tinha um rapaz tocando violão e as pessoas podiam ir lá e cantar no microfone. Depois de uma tonelada de cervejas o Leandro resolveu tomar o violão do cara e cantar um milhão de músicas, até sermos expulsos do bar à 1 da manhã. Só tinha a gente lá (acho que todos fugiram porque não aguentavam mais a gente cantando música brasileira) e mais uma menina irlandesa muito engraçada, pena que não lembro o nome e nem peguei contato dela.

 

O mais correto seria irmos dormir, já que estávamos a poucos passos do nosso quarto. Mas bêbado que é bêbado tem que terminar a noite fazendo coisa errada. E lá fomos nós pra rua, em plena madrugada, procurar a barraquinha de hambúrguer cru. Comemos de novo aquele pedaço de boi ainda mugindo (eu espero que seja boi mesmo) e aí sim voltamos pro Wild Rover pra dormir.

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# 8º dia - 12/08 - Arequipa

 

Acordamos, tomamos café no hostel e fomos procurar o passeio pro Canyon del Colca. Na Plaza de Armas tem uma infinidade de agências. Pesquisamos em algumas e acabamos fechando com uma menina chamada Carmem. Ela cobrou 65 soles o tour de 2 dias, incluindo guia e hotel em Chivay na primeira noite.

 

Na volta ao hotel o Leandro acabou dormindo e o Alan foi procurar alguma loja pra comprar alguma coisa que não lembro o que. Peguei um mapa de Arequipa na recepção e fui dar uma volta pela cidade, andei pelas ruas sem rumo, fui até uma ponte onde passa um rio por baixo, sentei num bosque e fiquei pensando na vida. Esse dia foi mais de descanso, depois de duas noites regadas a álcool e carne crua. Mais tarde fomos até uma agência comprar as passagens de ônibus pra Cuzco, pra 2 dias depois. Pagamos 50 soles num ônibus comum. Descobrimos depois na rodoviária que custava 40 soles, mas se fôssemos até lá comprar teríamos que gastar o táxi de ida e volta, então acabaria dando na mesma.

 

A noite ainda ficamos um pouco no bar do Wild Rover mas dormimos cedo porque o tour pro Canyon sairia 7 da manhã.

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Felipe, estou curtindo muito seu relato de viagem!

Te add no face para trocar umas ideias, pois pretendo fazer esse roteiro.

Estou aguardando as histórias dos outros dias dessa viagem!

abraço

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Felipe,

você relatou que não ficou em San Pedro de Atacama, nesse caso eu poderia ir direto de Salar Uyuna para Arequipa?

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Felipe,

você relatou que não ficou em San Pedro de Atacama, nesse caso eu poderia ir direto de Salar Uyuna para Arequipa?

 

Sim, mas pra ir de Uyuni pra Arequipa direto é um pouco contra-mão. O ideal seria você sair de Uyuni e passar por La Paz, Copacabana e Puno antes de Arequipa. Ou então de Puno ir pra Cusco e de lá pra Arequipa.. mas são só sugestões :D

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# 9º dia - 13/08 - Canyon del Colca

 

Acordamos 6h30, arrumamos as coisas e fomos pra Plaza de Armas tomar café e esperar a van pro Canyon. A van, que na verdade era um micro-ônibus, acabou saindo depois das 8h em direção ao Canyon. Passamos por vários lugares no caminho e o guia Edwin ia explicando, num espanhol que eu tava entendendo tudo, coisa rara de acontecer. Paramos em umas lojinhas de artesanato, tiramos fotos com lhamas (ou alpacas, sei lá, explicaram a diferença 50 vezes e eu não me lembro), tomamos chá de coca. Lá pelo meio-dia chegamos ao povoado de Chivay, onde almoçamos. O almoço self-service custou 25 soles e não tava incluso no tour. Depois fomos deixar as malas no hotel onde passaríamos a noite, este hotel sim incluso no preço. Ficamos nós três num quarto com quatro camas e banheiro privativo com água quente. O guia disse que poderíamos descansar um pouco e quem quisesse poderia ir às águas termais mais tarde, ao preço de 15 soles.

 

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Decidimos os três ir e combinamos de nos encontrar com o guia na praça uma hora depois, e aí o ônibus nos levaria até lá às águas termais. Foi um dos melhores investimentos da viagem, porque aquelas águas termais são fantásticas, mesmo a piscina sendo artificial (eu imaginava uma piscina no meio das pedras mas não era nada disso, era uma piscina comum, daquelas de prédio, com água quente). Ficamos lá cozinhando por umas boas 2 horas, conhecemos duas garotas mineiras (ah, as mineiras!) e voltamos pro hotel, lá pelas 6 da tarde.

 

A noite ainda haveria um tal de show folclórico que estava incluído no tour e que seria no restaurante onde jantaríamos. Só o show estava incluso, o jantar não. Como não havia outra alternativa e nada mais pra se fazer em Chivay, lá fomos nós. Foi legal, tinha um grupo tocando música típica peruana e um casal dançando cada hora com uma fantasia diferente. O rango também foi bom, um menu turístico a 25 soles com sopa de entrada, um prato a escolha (frango, bife, macarrão, etc), e sobremesa. Depois do jantar voltamos pro hotel e dormimos, lá pelas 11 da noite.

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# 10º dia - 14/08 - Canyon del Colca / Arequipa

 

O dia começou cedo, 6h30 da manhã o ônibus passou no nosso hotel e partimos finalmente para o Canyon del Colca. No caminho paramos em alguns mirantes e logo em seguida chegamos ao mirante onde podemos ver o vôo dos condores (o plural de condor é condores mesmo?). Ficamos lá por mais de uma hora e tiramos várias fotos, pelo menos enquanto conseguíamos um espacinho, porque o lugar estava lotado de turistas. Paramos ainda em outros mirantes pra admirar a paisagem do Valle del Colca, retornamos para Chivay para almoçar (mais uma vez não incluso) e retornamos a tarde para Arequipa.

 

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Chegamos em Arequipa no início da noite e era aniversário da cidade. A Plaza de Armas estava completamente lotada. Parecia carnaval em Salvador, não tinha como andar porque era muita gente mesmo, ainda mais pra nós três com mochilões enormes nas costas. Fomos procurar um lugar pra trocar dinheiro e fugir da bagunça. Ficamos enrolando pela cidade até dar a hora de ir pra rodoviária pegar o ônibus pra Cuzco. O ônibus partiu às 19h30 e seriam 10 horas de viagem, as quais dormi um bom tempo. Detalhe pra funcionária da empresa de ônibus, que carregou todas as bagagens no ônibus e depois que ele partiu ela foi contando sua história de vida dentro do busão, fazendo uma pregação religiosa e, no final, vendendo balas de café, além de dar o conselho que lembramos pro resto da viagem: "durmam com um olho aberto e um fechado". No ônibus o Alan ainda percebeu que esqueceu a mexerica (ou bergamota, ou sei lá o que) no Wild Rover.

  • 2 semanas depois...
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Show, Man!

Perfeito o relato! As fotos foram bem feitas!

Não deixa de postar o resto hein. Como já disse, o meu roteiro do próximo ano, se Deus permitir, será muitissimo parecido com esse seu, inclusive nas datas! Ótima a riqueza de detalhes. Parabéns!

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# 11º dia - 15/08 - Cusco

 

Chegamos em Cusco bem cedo, umas 7 da manhã. Pegamos um táxi na rodoviária que nos deixou no Wild Rover, já havíamos feito a reserva pra Cusco na recepção de Arequipa. Pegamos um quarto pra 4 pessoas a 35 soles a diária e, mais uma vez, só ficamos nós três durante todo o tempo. O Wild Rover de Cusco tem banheiro privado em cada quarto, além dos compartilhados espalhados pelo hostel. Deixamos as malas e saímos pra conhecer a cidade. Fomos até a Plaza de Armas, tiramos várias fotos e sentamos nas escadarias pra passar o tempo. De repente começa a passar um desfile de carnaval, acho que era dia de comemoração de algum santo. Ficamos assistindo o desfile e tirando fotos. Nisso, o Alan viu o Jacques andando sozinho e gritou (eles já haviam se falado pelo Mochileiros antes da viagem, mas os roteiros acabaram não batendo). Aí nos cumprimentamos e o Jacques acabou ficando o dia todo com a gente. Demos mais uma volta pelas vielas de Cusco e decidimos ir pro bar do Wild Rover almoçar/jantar e beber.

 

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O Jacques estava hospedado em outro hostel mas foi lá no pub do Wild Rover beber com a gente. Ficamos lá até 1 da manhã e um brasileiro disse que tinha uma van na porta do Wild Rover que levava pra balada. Entramos e fomos parar no famoso Mama Africa (daria pra ir a pé, porque fica a 2 quadras do Wild Rover). Daí em diante não lembro muita coisa graças ao álcool. Voltei do Mama Africa sozinho lá pelas 4 da madrugada e cheguei no Wild Rover morrendo de fome. O Leandro já tava lá dormindo e com o barulho que eu fiz pra entrar no quarto ele acordou. Como o bar do Wild Rover já tava fechado resolvi voltar pra Plaza de Armas pra procurar algo aberto pra comer. É lógico que 4 da manhã estava tudo fechado. Achei uma barraquinha que vendia pão seco com queijo, comprei dois e fui comendo de volta pro Wild Rover. Chegando lá, apaguei.

 

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# 12º dia - 16/08 - Cusco

 

Acordei meio de ressaca da noite anterior. O Alan chegou com o dia já claro, eram umas 7 da manhã. Acabamos os três dormindo até mais tarde nesse dia, acho que acordamos depois do meio-dia. Quando acordamos fomos procurar um lugar pra comer e fechar os passeios do Valle Sagrado e Machu Picchu. Cotamos em algumas agências e acabamos fechando para o dia seguinte o Valle Sagrado, por 40 soles, e um city tour por 20 soles pro dia 18/08.

 

Antes de viajar eu já havia contatado a agência Inca Peru Travel, através do site Brasil de Mochila, para fechar a trilha Salkantay. Estava com medo de chegar em Cusco e não ter mais vagas. Mas lá descobri que isso foi desnecessário. Pra trilha Salkantay ou pro pacote de Machu Picchu de 1 dia sempre há vagas, independente do dia em que você chegue em Cusco. Basta procurar uma das milhões de agências na Plaza de Armas. Os preços basicamente são os mesmos em todas. A única trilha que deve ser fechada com bastante antecedencia é a Trilha Inca, se não me engano a lista de espera é de 3 a 4 meses.

 

Pela Inca Peru Travel, o pacote de 5 dias da trilha Salkantay custa 290 dólares, com Machu Picchu incluso. Em agências na Plaza de Armas cheguei a encontrar por 230 dólares. Como eu já havia pago antecipado 150 dólares antes de viajar, fui procurar a agência Inca Peru pra completar o que faltava e conhecer os detalhes do serviço. O Alan resolveu fazer a trilha também. O Leandro iria voltar pro Brasil no dia 25/08, então não ia dar tempo dele fazer a trilha com a gente. Então, fomos eu e o Alan até a agência. Ela não fica nos arredores da Plaza de Armas, onde estão a maioria das agências. Mas é fácil de encontrar, fica a umas 4 quadras da Plaza. Lá conversamos com o Rimber, dono da agência, que nos explicou detalhadamente tudo o que estava incluso: café da manhã, almoço, café da tarde e jantar nos 4 primeiros dias, guia falando português durante toda a trilha, cavalos e carregadores pra levar as mochilas pesadas, cozinheiros e ajudantes de cozinha, e barracas duplas. Tive que alugar um saco de dormir também, a 15 dólares. O Alan disse que não dormia em saco de dormir porque se sentia preso, então resolveu não alugar. O Rimber ainda nos disse que seria um grupo de 10 brasileiros, então já imaginamos a bagunça que iria ser. Acabamos fechando lá mesmo e fomos pra Plaza de Armas comer e passar o tempo.

 

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O Alan teve a idéia de procurar uma lan house pra passar as fotos da câmera pra um DVD, afinal já tinham se passado 12 dias de viagem. Imagina perder todas as fotos tiradas até agora? Essa foi a decisão mais sábia da viagem (saiba mais nos próximos capítulos).

 

A noite ficamos no bar do Wild Rover, pra variar, e foi praticamente a mesma coisa do dia anterior. Deu 1 da manhã, fomos pra rua e no lugar da van, dessa vez tinha uma Kombi conversível (!) esperando pra levar pra balada. Fomos todo mundo em pé dentro da Kombi, acenando pro pessoal na rua e fazendo a maior zona. Dentro da Kombi ganhamos umas pulseiras VIP e o motorista nos deixou no The Temple, uma balada bem grande. Mais uma vez, não lembro muito o que aconteceu lá dentro, só sei que toda hora que eu encontrava o Alan perdido na pista ele vinha todo feliz com uma garrafa de Brahma encher meu copo. De novo voltei pro Wild Rover sozinho, mas desta vez ainda encontrei uma barraquinha de sanduíche no meio do caminho. Depois de ingerir a bomba chamada sanduíche voltei andando e nem sei como encontrei o caminho, porque o The Temple fica a umas quadras da Plaza de Armas, só não sei em que direção. Cheguei no Wild Rover e capotei.

 

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