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Olá viajante!

Bora viajar?

Viagem que foi a maior viagem

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  • Membros

To abrindo esse tópico para saber o seguinte: Qual foi a situação mais curiosa e/ou interessante que vocês enfrentaram nessas andanças pelo mundo afora?

 

Jayme

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Usuários Mais Ativos no Tópico

Featured Replies

Postado
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Hahha eita viagenzinha porreta hein!

 

vc ateh teve sorte de tua namorada naum ter te comido vivo na falta das bolachas heheh

 

mas diz aih... depois de td... as coisas, de um jeito óu de outro, sempre acabam bem! pra td tem um jeitinho... brasileiro! eh claro!

 

vamos mandar mais historias!

 

abracos!

 

Marcello

Postado
  • Membros

E aí Marcello.

Numa hora de sufoco e de nervosismo vc até esquece que está c/ fome, sabia.

Na trilha, por exemplo, nem dava p/ sentir fome. E a minha namorada nem queria conversa.

Só quem já passou por isso sabe como é a situação.

Nessa hora é dificil pensar direito, viu. Vc só pensa em sair dali, nao importa como.

Mas serviu de lição, viu.

Nao recomendo isso p/ ninguém.

 

Abcs

 

Augusto

Postado
  • Membros

Oi Gente...

 

Nossa.. tem cada estoria por aqui!

Eu tenho 3 memoráveis... 2 delas ate ja pensei em mandar pro retrato falado pq são hilarias, ridiculas. E esta que vou contar é bem mais simples, porem no dia eu quase morri de medo. Literalmente.

 

A 1a vez que fui a Sampa, resolvi ir de carro. Fui com mais alguns colegas de la e fiquei na casa da avo de uma das meninas em Sto Andre. Pra nos virar, a tia dela nos emprestou um guia de ruas e deu algumas dicas basicas de como ir ou voltar de certos lugares. Ainda assim, o transito de São Paulo é um mistério. Vi poucos lugares tao complexos.. Pra quem nao sabe, entrar num lugar errado é facil.

Num certo dia fomos visitar a minha prima no Morumbi, na volta, ja era noite, estavamos com o nosso mapinha em maos. La pelas tantas numa rua que era pra entrar nao deu na que tinha no mapa de jeito nenhum.Conseguimos umas duas vezes voltar ao mesmo lugar pra ter certeza... mas NADA. Entao achamos que ao inves de entrar pra direita, tinhamos que entrar pra esquerda. Aí é que foi o problema. Nos perdemos FEIO. Era cada rua esquisita, cada beco com um povo estranho. E nos num carro com placa de fora, tres meninas e com a luz de dentro acesa pq precisavamos ver o mapa. Fizemos o esquema de uma ler o mapa, a outra lia as plaquinhas das ruas e eu, dirigindo, cuidava pra nao parar de jeito nenhum.

Ficamos um bom tempo perdidas rodando ate que, ao entrar numa rua estreita tinha um semaforo fechado, um carro na nossa frente e uns homens muito mal encarados na calçada. Eu desesperei e comecei a rezar em voz alta. Como que por milagre o sinal abriu, passamos e caimos justamente na Cruzeiro do Sul, que ja conheciamos.

Acho que nunca passei por um sufoco tao grande.. tudo por causa de um mapa defasado.

 

Ate mais...

Postado
  • Membros

Oi Gente...

 

Nossa.. tem cada estoria por aqui!

Eu tenho 3 memoráveis... 2 delas ate ja pensei em mandar pro retrato falado pq são hilarias, ridiculas. E esta que vou contar é bem mais simples, porem no dia eu quase morri de medo. Literalmente.

 

A 1a vez que fui a Sampa, resolvi ir de carro. Fui com mais alguns colegas de la e fiquei na casa da avo de uma das meninas em Sto Andre. Pra nos virar, a tia dela nos emprestou um guia de ruas e deu algumas dicas basicas de como ir ou voltar de certos lugares. Ainda assim, o transito de São Paulo é um mistério. Vi poucos lugares tao complexos.. Pra quem nao sabe, entrar num lugar errado é facil.

Num certo dia fomos visitar a minha prima no Morumbi, na volta, ja era noite, estavamos com o nosso mapinha em maos. La pelas tantas numa rua que era pra entrar nao deu na que tinha no mapa de jeito nenhum.Conseguimos umas duas vezes voltar ao mesmo lugar pra ter certeza... mas NADA. Entao achamos que ao inves de entrar pra direita, tinhamos que entrar pra esquerda. Aí é que foi o problema. Nos perdemos FEIO. Era cada rua esquisita, cada beco com um povo estranho. E nos num carro com placa de fora, tres meninas e com a luz de dentro acesa pq precisavamos ver o mapa. Fizemos o esquema de uma ler o mapa, a outra lia as plaquinhas das ruas e eu, dirigindo, cuidava pra nao parar de jeito nenhum.

Ficamos um bom tempo perdidas rodando ate que, ao entrar numa rua estreita tinha um semaforo fechado, um carro na nossa frente e uns homens muito mal encarados na calçada. Eu desesperei e comecei a rezar em voz alta. Como que por milagre o sinal abriu, passamos e caimos justamente na Cruzeiro do Sul, que ja conheciamos.

Acho que nunca passei por um sufoco tao grande.. tudo por causa de um mapa defasado.

 

Ate mais...

Postado
  • Membros

Caraca ! Vc se perdeu mesmo... tava no Morumbi e foi se perder perto da Cruzeiro do Sul, do outro lado da cidade, isso é uma aventura mesmo ! hahahaha.

 

Muito boa essa estória. Conta as outras duas pra gente...

 

 

abraços,

 

 

 

 

Michel

São Paulo - SP

Postado
  • Membros

Estava lendo esse topico... muito legal.. cada historia.... rs

Nossa Augusto a sua foi a pior.... que sufuco vc deve ter passado, eu imagino, sorte que a sua namorada te ama...... deve amar muito....

Mas de toda forma é bom.... é uma experiencia q comc erteza vai contar muito em sua vida.....

 

Bjus

 

Fabiana

 

 

http://br.f2.pg.photos.yahoo.com/ph/bia_more/my_photos

Postado
  • Membros

OI Michel..

 

A seu pedido lá vai a outra...

Vou resumir o que puder pq é bem grandinha... Tudo dava errado em 5 dias...

 

Foi no Natal de 95 ou 96, meus pais e eu resolvemos passar as festas de final de ano com a familia em Porto Alegre. Marcamos para descer dia 20. Ficariamos uns dias na casa do meu tio em Floripa e de la desceriamos ate Poa.

Bom..O meu pai tinha colocado ar condicionado na Veraneio e a oficina tinha prometido entregar dia 18. Pois eh.. entregaram só dia 20. "Tia, atrasa ai um dia o nosso almoço de boas vindas". Saímos dia 21 já um pouco tarde. Assim que colocamos nossas rodinhas fora do Distrito Federal o tal ar condicionado começou a dar sinais de cansaço e pluft! Morreu! Tudo bem, vai na janela aberta mesmo.

Dormimos em Campinas, nao sem antes nos perder na entrada do Nacional Inn (que é estranhissima).

dia 22- Passamos por Sao Paulo mas... pra variar... nao conseguimos pegar a saida certa pra Regis Bitencourt e nos perdemos. Um transito de louco em plena 6a feira. Finalmente, quando conseguimos sair, ja no Embu,12:00, ouvimos um barulho. A diferencial do cambio da veraneio tinha quebrado. Paramos num mecanico mas o cara nao tinha a peça, ia buscar em Sampa.Encurtando: Conseguimos sair de lá as 17h. "Tia, atrasa ai mais um pouco o nosso almoço de boas vindas". Tinham umas peças que sobraram no chao do carro, entre eles um parafuso esquisito. Seguimos viagem. Tocamos até Joinvile.Lá chegando, meia noite, ninguem na rua, meu pai grita "TO SEM FREIO!!", puxa o freio de mão e saimos cantando pneu ate quase bater. O tal parafuso era do freio que, graças a Deus, nao tinha se desmontado na Regis Bitencourt.

dia 23, sabado - saímos atras de alguem que pudesse consertar o freio. "Tia, atrasa ai mais um pouco o nosso almoço de boas vindas".

Conseguimos chegar a Floripa a tardinha. As 22h começa uma chuva torrencial, acho que foi a pior dos ultimos anos. Muita gente ficou ilhada, perdeu casa...

dia 24 - as 10h a chuva diminuiu um pouquinho e pegamos estrada até Poa. No caminho muita coisa alagada, vi inclusive um caminhao com agua no meio da porta.

FINALMENTE chegamos a Poa. SAOS E SALVOS!!! Quase na hora da festa de natal, mas inteiros e morrendo de rir de toda a nossa aventura.

 

ps: Depois disso tudo correu relativamente bem, a nao ser no ano novo em que eu e a mae tivemos uma intoxicação alimentar.

 

 

Ate mais,

Dea

Postado
  • Membros

Olá pessoal!

 

Também já passei por alguns apurros em viagens, mas depois acabei achando tudo muito engraçado.

Ano passado fui para Cáceres - MT, com a turma da Faculdade, para um encontro universitário. A viagem de ida foi super tranquila, trancamos alguns professores que estam indo jundo no banheiro do ônibus, foi só alegria.

Quando chegamos na cidade saímos para conhece-la, ai é que começam os problemas, apesar de ser pequena, os manés conseguiram se perder e cansados de tanto caminhar, avistaram um senhor que coletava papelão com uma carroça, fizemos uma proposta digamos indecente, pedimos quanto ele cobraria para nos levar de volta ao alojamento, que era na universidade local, ele topou e cobrou R$ 1,00 de cada um e lá foram 8 em cima da carroça com o papelão.

De noite houve um show com a banda IRA, como ficamos algumas horas depois que o show terminou o nosso busão já havia retornado para o alojamento, já eram quase 4 da manhã e novamento os manés teriam que descolar uma carrona, conseguimos com o busão de uma galera de outra cidade, que também estava no mesmo alojamento. Embarcamos e alguns bebados do nosso grupo começaram a gritar alguns palavrões dentro do busão, no mesmo instante o motorista pára e manda que todos que estavam de carrona descer, descemos e voltamos a pé (+-3 Km), passando por uma parte que parecia a zona rural da cidade, muito estranha. Nos divertimos muito, mas o pior aconteceu na viagem de volta.

Saímos de Cáceres por volta das 08:00 da manhã e no caminho paramos para comprar lanches, embarcamos e quando o ônibus já havia andado quase 30 Kms, notamos a falta de uma companheira, o ônibus volta até lanchonete e não encontramos mais a desertora, resolvemos prosseguir viajem, quando somos abordados por uma viatura da Polícia Rodoviária Federal, que estava com nossa companheira de viagem esquecida. Bom com todos abordo agora sim prosseguiriamos a viagem. Mas no percurso o busão quebrou 1 vez, foi consertado andou 100 Km e quebrou outra vez, mas por sorte ele quebrou em frente a uma cantina italiana. Alguns companheiros compraram garrafões de vinho e começaram a beber (muito), até que em fim o ônibus foi consertado (após 2 horas) e seguimos novamente viagem. Mas um desses cachaceiros, digo companheiros, acorda assustado, com uma dor aguda no peito e o braço esquerdo adormecido, pensamos que se tratava de um ataque cardíaco, prontamente paramos na próxima cidade e o levamos para um hospital, depois de meia hora de observação ele sai meio sem graça do ambulatório acompanhado do médico que diz ser apenas uma dor muscular, porque o mané havia dormido em cima do braço. Tudo resolvido, seguimos viagem e faltando apenas 80 Kms para chegar em casa, adivinhem, o busão quebrou novamente, e o pior era que não pegava celular, outra vez no vimos obrigados a pegar carrona. Até que enfim conseguimos chegar em casa sãos e salvos depois de 24 horas de viagem, sendo que essa viagem normalmente não levaria mais de 10 horas.

 

Mas apesar de tudo adorei a viagem, a cidade de Cáceres e o rio Paraguai são muito bonitos.

 

Abraços a todos!

 

Adriano

 

Adriano Ramón Lani

 

Editado por - adriano.ramon on 01/02/2004 16:12:59

Postado
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Dea, essa foi pior que a outra... maior sufoco hein ?!

 

Adriano, essa do braço adormecido foi demais ! esses seus amigos bebuns ...

 

Ô Galera ! Vamos colocar mais relatos engraçados !!

 

 

abraços,

 

 

 

 

Michel

São Paulo - SP

Postado
  • Membros

Gente, adorei essas histórias!

 

tenho umas muito loucas...mas a mais "publicável" é do Ano-Novo de 1999 para 2000.

 

Sou cariocona ,nasci na Lapa e o subúrbio ("onde o Rio é mais carioca") me criou, ou seja, conheço a cidade de cabo a rabo. Desde criança (isso tem muito tempo...ha-ha-ha-...sou balzaca ,tenho 34 anos) vou à Praia do Pontal (no final do Recreio dos Bandeirantes na divisa com a reserva da Prainha) na época era um local ainda sem despejo de esgoto.

Seguindo a estradinha da Reserva tem uma pequena trilha pra uma praia com pequena faixa de areia onde existe fonte de água doce. Alguns conhecidos me falaram que aquela praia era abrigo para mendigos, mas era Ano Novo, eu e minha amiga Josi estávamos era muito a fim de acampar. Chegamos às 16h e iniciamos o processo de fazer uma fogueira (adoramos fogueiras! mas sabemos que no mato não pode) cata matinho dali, cata gravetinho daqui,quando vimos urubus dando razantes em nossas cabeças e pousando em nossa barraca* corremos gritando para espantar os bichinhos e eles não saiam. Humm..sentimos um "lance".Aquilo não ia dar certo...Pouco depois chegam dois homens um numa bicicleta outro a pé. Perguntamos a eles se era seguro acampar ali (tolinhas!) um disse que tudo bem e saiu ,outro começou a dizer rispidamente pra gente ir embora que ali era lugar de bandido. Nisso o outro homem voltou com os braços repletos de pequenos troncos para nossa fogueira, ficamos preocupadas (ou boladas) e resolvemos sair dali até mesmo porque estava escurecendo (devia ser 18h) e não queríamos pagar pra ver.

O cara da bicicleta levou agente por uma trilha linda o céu azul , o pôr do sol...coisa e tal...de cima da trilha ele apontou uma praia com curta faixa de areia lá embaixo e falou "TEM GENTE QUE ACAMPA ALI". Lógico que não ficamos por lá (teríamos morrido afogadas com a subida da maré) e insistimos pro cara levar a gente pra estrada. Quando chegamos na estrada não vi um fio de arame esticado (ainda bem que não era farpado) e meti a boca , sorte que não saiu sangue mas doeu pácas.

Bem, chegamos novamente à Praia do Pontal. Beleza! Tinha uma grande faixa de areia e um quiosque de madeira com varandinha, aberto e funcionando. Beleza! Qualquer aperto iríamos para o quiosque. Tudo arrumado fomos cear por volta das 23h a luz das estrelas (e infelizmente dos postes da Estrada do Pontal), ligamos o poderoso radinho de ondas curtas que Josi Maluca levou, sintonizamos na MEC-am pois adoramos coisas diferentes. Vinho, fiambre e Polenguinho gorgonzola pra cá, uvas e pastinha pra lá, mirávamos o céu comentando que havíamos escapado de uma roubada naquela praia dos urubus...daqui a pouco ouvimos no rádio que Copacabana recebia rajadas de vento de 80km/h, o palanque onde o presidente FH ficaria estava destruído pelo vento, as ruas alagavam com a chuva...e nós olhavamos para o céu e: só estrelas. "Essa chuva não vai chegar aqui Jô. Estamos ao sul da cidade e as chuvas chegam pelo sul, isso vai ficar por Copa mesmo" maldita boca! Foi acabar de tecer tal comentário para as nuvens começarem a se unir e andar pra onde a gente estava! PUtz !! Meia noite! Foi uma correria uma vez que, nossa querida barraca não apresentava condições para suportar uma ventania de 80km/h muito menos chuva forte. Fizemos uma vala em torno da barraca com ajuda da garrafa de vinho e o vento começou. Viramos a lona da barraca para trás (era uma barraca muito engraçada não tinha porta....ha-ha-ha) para tentar conter a água. Estávamos há 200 metros da água e o mar batia forte como se estivesse ali ao lado da barraca.

O vento soprava a chuva batia, nossa barraca alagava. Colocamos plásticos nos pés para tentar não nos molhar...tudo em vão a água acumulava de um lado o vento apertava a barraquinha de outro. Amigas desde os 17 anos de idade, eu e Josi nos calamos e ficamos rezando para a barraca não rasgar, mas havia a varandinha do quiosque caso a tragédia se conssumasse.

Pelo radinho ouvíamos as coisas mais tenebrosas do mundo, um fulano morreu eletrocutado, barracos desabavam, Defesa Civil em alerta. E a chuva comendo solta...Bem, nós não dormimos, ficamos ali mudas, molhadas e com sacos nos pés rezando e ouvindo notícias péssimas e o mar rugindo com força. As horas se arrastaram, 2000 começava de forma bizarra e/ou bizonha. A noite não terminava, o vento e a chuva também não.

Finalmente 6h! Com nuvens muito carregadas a luz do sol começou a romper a barreira de água. Saimos da barraca-muquifo e qual não foi nosso espanto quando vimos a varandinha do quiosque de madeira totalmente destruída, as telhas de plástico vieram a baixo as estacas de sustentação quebraram com o vento, as janelinhas do quiosque cairam. Caramba ! Agradecemos a Deus por nossa barraca não ter rasgado. Sentamos nos escombros da varandinha arrasada e tomamos nosso Todinho falando pelos cotovelos ,comentando o quanto erámos sortudas em ter nos safado. Josi jogou o resto da barraca fora, levei a lona de lembrança (ela me salvou ano passado em Arraial do Cabo) além de muitas lições sobre muitas coisas.

 

 

*A BARRACA - Essa barraca é história a parte. Marca YUNES, década de 80, foi comprada de terceira mão pela Josi e Andréa Neguinha (figura histórica!)em 1989.Meu primeiro acampamento foi nela em janeiro de 1990 na Ilha Grande. Foi emprestada a um amigo, com mezzo sangue cigano mezzo não cigano, para a festa de Santa Sarah de Cali, na parte mediterrânea da França. No mesmo ano as meninas moraram dentro da barraca numa viagem maluca pelo Brasil.

Quando acampamos em 1999 a barraca já não tinha fecho , já não tinha porta e havia muitos furinhos no chão.

 

Espero que vcs tenha se divertido com a história como eu me divirto quando lembro dela. Não sou cruel em me divertir com as adversidades alheias mas é preciso rir pra coisa não ficar dramática. Depois que os problemas são superados e a melhor hora pra rir de tudo.Abraços Márcia Bastos

 

Márcia H.

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