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Bora viajar?

Eurotrip junho de 2013: Roma, Pompeia, Nápoles, Florença, Veneza, Londres, Paris e Lisboa - 23 dias

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No mês de junho, fizemos uma viagem à Europa, nossa primeira viagem, e conhecemos os principais lugares que gostaríamos de ver. Foi muito cansativo e, alguns podem dizer, meio corrido, mas posso dizer que valeu muito a pena.

Como foi uma viagem bem longa, vou fazer o relato aos poucos, mostrando o que fizemos dia a dia, procurando dar dicas e ajudar os colegas daqui, afinal, também fomos muito ajudados.

 

Dia 1 - Embarque em Brasília

 

Somos cariocas, mas moramos em Brasília e, por isso, nosso ponto de partida foi a Capital Federal. Embarcamos em um voo da TAP com destino a Roma e escala em Lisboa. Saída às 16h. Atrasou um pouco. Achei o serviço da TAP muito ruim. Nunca tinha feito uma viagem longa assim, mas esperava mais de um voo intercontinental. As poltronas eram apertadas. A comida não foi das piores. Como estava empolgado com a viagem, nada poderia tirar o meu bom humor, mas, de qualquer forma, fica a dica.

 

Dia 2 - Lisboa - Roma

 

Chegamos a Lisboa por volta das 6h, no horário marcado. O problema é que nossa conexão para Roma sairia às 6h50. Corremos muito, mas a fila na imigração estava imensa. Os funcionários do aeroporto começaram a chamar, na fila, as pessoas de voos marcados para horários parecidos com o nosso. Chamaram passageiros que iam pra Milão, Barcelona e nada de chamar o pessoal de Roma. Chamaram pessoas que embarcariam às 7h, mas nada de me chamarem, sendo que meu voo era às 6h50. Até que tomei coragem e fui perguntar ao funcionário sobre o meu voo. Ele me respondeu grosseiramente que eu deveria voltar para a fila e aguardar. Por volta de 6h30 chamaram o pessoal que ia pra Roma. Fomos correndo. Na nossa frente, uma mulher com uma criança estava tendo problemas. O agente de imigração cismou que a foto no passaporte não era a dela. Ela ficou, não foi liberada. Fiquei com medo. Na nossa vez, o policial nem olhou na nossa cara, só carimbou o passaporte. Corremos, mas não adiantou: conexão perdida. Fomos ao balcão da TAP e fomos muito bem atendidos. Teria um outro voo saindo às 10h e nos puseram nele. Chegamos a Roma por volta das 14h (não me lembro exatamente dos horários, mas foi mais ou menos isso).

Pegamos uma van que ia para o Centro. O motorista cobrou 25 euros por pessoa. Havia um outro casal. Chegamos ao hotel já tarde, com fome e exaustos. Dormimos um pouco, não conseguíamos ficar em pé. Acordamos no final da tarde (leia-se, por volta das 18h, que ainda está beeeem claro) e fomos procurar alguma coisa pra comer. Aproveitamos e fizemos uma caminhada pelas praças de Roma. Visitamos a Fontana di Trevi, a Piazza di Spagna e a Piazza Navona. Jantamos/almoçamos em um restaurante maravilhoso e super barato perto da Piazza di Spagna. Comemos uma entrada (bruschetta) com um prato de massa, uma carne e um refrigerante. Pagamos, se não me falha a memória, 18 euros por pessoa. Tá bom, não é barato, mas na época o euro não custava 3 reais, tava um pouco mais barato e não dá pra comparar os preços da Europa com os do Brasil. Como escurecia por volta das 22h, fomos dormir bem tarde, quase meia-noite, animados para o que viria no dia seguinte.

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Fala Cariocas,

 

Parabéns pelo relato, estou acompanhando. Ficou uma dúvida em relação às passagens de trem. Você escreveu que de Roma para Florença viu um turista argentino ser multado porque apresentou apenas o email de confirmação. Algumas pessoas no site já colocaram que é necessário apenas apresentar esse email. Como você fez para trocar o email pela passagem? Ou a passagem chegou aqui no Brasil?

 

Valeu

 

Dérien

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O problema provavelmente é o de sempre - as pessoas não gostam de ler e esse argentino deve ser uma delas. As instruções no e-mail da Trenitalia são claras:

 

If you have chosen the ticketless option, we remaind you that it's necessary for you to print and keep this email as a confirmation so that you can show it to the personnel on board the train who will issue the ticket to you.

 

If you have choosen the ticketless option with email payment receipt, the personnel will only check for your presence on board.

 

O sujeito então provavelmente mostrou um e-mail, que não possuía código de barras, ou seja, puro "ticketless". Se for o bilhete recebido por e-mail, no qual há um código daquele tipo "QR" eles aceitam normalmente, fiz isso diversas vezes e o fiscal usou a máquina no papel. Mesmo se a máquina não conseguir ler corretamente o código do e-mail, talvez por má conservação do papel, o que também vi acontecer, o fiscal consegue fazer a leitura pelo número de PNR. Isso também está escrito no bilhete.

 

Para a opção "ticketless", as máquinas possuem uma opção de imprimir o ticket, basta mostrar o PNR (preferencialmente, também o mastercode), que deve constar do seu e-mail.

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O que ocorreu foi exatamente o que o Marcos disse. Existe um email de confirmação sem o código de barras e existe o bilhete com o código que pode ser impresso pela internet. O turista argentino levou o primeiro. Foi exatamente a explicação que o funcionário da empresa de trem deu a ele.

 

Quanto às fotos, não sei como inseri-las aqui. Agradeço se puderem me ajudar na empreitada.

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OK. Então o bilhete com o código pode ser impresso pela internet através do próprio site da Trenitália, tendo em mãos os dados contidos no email de confirmação?

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Você receberá um e-mail contendo a confirmação da compra, os dados do bilhete (PNR, Mastercode, assento, etc) e um anexo contendo os dados da viagem e um código QR. Imprima os dois. Se você se sentir inseguro, na hora pode ir numa máquina e imprimir o bilhete nela, informando esse código PNR. Em uma das viagens eu precisei fazer isso, pois não recebi o código de barras.

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Marcos, também senti falta de uma visita guiada. Havia vários grupos lá com guia, mas os que eu encontrei eram em línguas que eu não domino (alemão, russo, coreano, japonês, etc). Até mesmo em inglês, eu entendo muito pouco e ainda teve a questão da grana que estava direcionada ao guia ser usada para pagar táxi por causa da greve. Porém, não sei como eles conseguem fazer a visita em apenas duas horas. Eu fiquei cinco horas andando, sem parar para nada, sequer para comer, já que existe um restaurante lá dentro das ruínas. E nessas cinco horas acredito que tenha visto 70% do que gostaria de ver, ou seja, tudo. Usei o audioguia, daqueles modelos em que você digita o número que está no monumento e ouve a explicação. achei bem válido. Deu pra quebrar o galho.

Daqui a pouco vou começar os relatos de Londres e Paris. Até agora a viagem foi só empolgação, gostei de tudo, etc. Agora vão começar as decepções. Não com as cidades, claro, mas sim com algumas atrações que acabei visitando no clima "quero ver tudo o que for possível" e nas quais não achei a menor graça.

Quanto aos portugueses, a primeira impressão foi de que eram grossos mesmo. Depois vou contar um episódio com um taxista em Lisboa na chegada ao aeroporto.

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Duas horas provavelmente é o tempo que o guia acha suficiente para não se cansar muito :lol: . Você viu bastante, quando fui o sol tava muito forte e acho que devo levar jeito para guia, pois também me limitei a umas duas horas. Mas no site oficial há roteiros de duas, quatro e seis horas, de fato o lugar é enorme e tem muito a ser explorado. Eu voltaria um dia se tivesse oportunidade.

 

Aguardando o restante do relato.

 

Abs.

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Dia 7 – quarta-feira – 05/06/2013

 

Dia de deixar Roma e seguir para Londres. Fomos de avião, em voo da British Airways. Tomamos café da manhã, nas proximidades do hotel, já que este não estava incluído na diária. Como já havia informado, ficamos no Mercure Piazza Bologna. Um hotel muito bom, bem localizado, limpo, organizado, perto do metrô, porém longe das atrações turísticas para quem quisesse ir a pé. Achei até bom, já que ficávamos longe do burburinho. A diária média ficou na casa dos 130 euros. Digo média porque variava dependendo do dia da semana. Não tínhamos café da manhã incluído, como é o padrão da rede Accor. Nos hotéis Ibis, o café é mais barato, até vale a pena, mas no Mercure costuma custar o dobro.

 

Digo a todos os que me perguntam: a Itália é linda. As pessoas (homens e mulheres) muito bonitas também. Fiquei com vontade de fazer uma viagem só pela Itália, com pelo menos um mês de duração. Das cidades que visitei, a que menos me interessou foi Florença. Se voltasse outra vez à Itália, iria lá, sim, pra ver se essa primeira impressão passaria, mas, sinceramente, acho que fazem muita propaganda por pouca coisa. Já Veneza dispensa comentários.

 

Pegamos o metrô para Termini e lá compramos na hora o bilhete de trem Leonardo Express. É muito fácil comprar o bilhete. Faz-se isso na própria máquina da estação e paga-se com cartão de crédito. No começo, estava com dificuldade, aí pedi ajuda para uma pessoa que também estava na fila. Ele me ajudou e ao final eu agradeci, em italiano. Ele respondeu "um euro". Fiquei meio assustado, mas fazer o que?

 

O trem demorou meia hora até o aeroporto. Não tivemos problema no guichê. Falamos nosso inglês de colégio e conseguimos nos fazer entender. A fila da imigração era imensa, já que a Inglaterra não integra a zona de livre trânsito da Comunidade Europeia, embora seja membro dessa comunidade. O voo foi super tranquilo e muito confortável. Chegamos a Londres e, quando fomos retirar nossas bagagens, surpresa: mala danificada. E agora, como explicar isso em meu inglês capenga? Fui ao guichê da empresa de aviação, apontei pra mala e disse pro funcionário: my mala is broken. Eu não sabia como se diz mala em inglês, então meti o português no meio e o cara entendeu. Eles me ofereceram uma mala nova. Eu tive que abrir minha mala em pleno aeroporto e tirar minhas roupas e passar para a mala nova. Depois disso, o que fazer com a antiga, quebrada? Pensei: se deixo essa mala vazia largada aqui podem achar que é terrorismo e eu me "¨%$¨%&*¨%&*". Então voltei ao guichê e, por meio de gestos, expliquei para o funcionário que não sabia o que fazer com a mala quebrada. Ele entendeu (ou não) e pegou a mala quebrada. Escapei da prisão por pouco.

 

Em Londres, tivemos que passar pela entrevista com a imigração. Levei uma pasta com vários documentos, incluindo reserva em hotel, passagens de volta, bilhetes de Eurostar, etc. O funcionário foi bem criterioso. Ele me perguntou quantos dias eu ficaria em Londres, o que visitaria lá, para onde iria depois e de onde estava vindo. Além disso, queria saber em que eu trabalhava no Brasil. Tudo em inglês, claro, mas ele falou tão claro e devagar que deu para entender com meu inglês capenga. Confesso que fiquei com medo de não ser aprovado, mas no final deu tudo certo. Ele me pediu para ver as reservas de hotel e a passagem de volta ao Brasil. Também me questionou como eu iria de Londres para Paris. Falei que usaria o Eurostar. Ele me perguntou se a passagem estava comprada. Disse que sim. Ele me pediu os comprovantes.Como fizemos escala em Lisboa, estava com o carimbo da imigração portuguesa no passaporte, mas omiti isso quando ele me perguntou de onde eu vim antes de chegar à Itália. Respondi Brasil. Ele me mostrou o carimbo português e eu tive que explicar que se tratava de uma conexão. Foram os minutos mais tensos da viagem, mas, no final, deu tudo certo.

 

 

Chegando a Londres, pegamos um metrô direto do aeroporto de Heathrow para o centro e depois trocamos de linha e fomos direto para o hotel. Ficamos no Ibis London Blackfriars. Recomendo muito esse hotel. Super bem localizado, na porta do metrô, perto da estação Waterloo de trem/metrô, dá para ir a pé para a London Eye, com vários mercadinhos próximos, farmácia, etc. A diária média foi de 90 libras. Acredito que hoje esteja mais caro, pois o hotel tinha acabado de ser inaugurado, com tudo novinho. O melhor hotel da rede Ibis em que já me hospedei.

 

Fomos até a estação Waterloo a pé, compramos um Travelcard para uma semana (tínhamos visto na internet que, para permanência maior que 4 dias valia a pena comprar o de 7 dias), fizemos um lanche no Mc Donalds, na volta passamos em um mercadinho e compramos água e mais algumas coisas para o café da manhã.

 

A princípio pretendíamos sair para jantar no Covent Garden, mas a viagem foi tão cansativa que fomos dormir.

 

Daqui a pouco vai começar a descrição do roteiro por Londres.

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Estou adorando seu relato! É muito legal ver um roteiro tão similar com o que quero fazer!

 

Em relação aos gastos, se puder mesmo colocar aqui os gastos principais, como passagens, hotéis e passeios será muuuuito útil!

Estou esperando aparecer uma promoção para comprar minha passagem (vou em abril!), mas tá difícil! E tá tão cara a passagem! Você foi em que época?

 

Esses 10 mil reais que você disse que "deu e sobrou" foi para que tipos de gastos? Você falou que custou, no total, uns 25 mil.. mas para 1 ou 2 pessoas? E vou sozinha.. e tenho lido que às vezes sai mais barato viajar acompanhada! rs

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