Ir para conteúdo
View in the app

A better way to browse. Learn more.

Mochileiros.com

A full-screen app on your home screen with push notifications, badges and more.

To install this app on iOS and iPadOS
  1. Tap the Share icon in Safari
  2. Scroll the menu and tap Add to Home Screen.
  3. Tap Add in the top-right corner.
To install this app on Android
  1. Tap the 3-dot menu (⋮) in the top-right corner of the browser.
  2. Tap Add to Home screen or Install app.
  3. Confirm by tapping Install.

Olá viajante!

Bora viajar?

Itália – 12 dias (Roma, Nápoles, Florença, Bolonha, Veneza, Verona, Milão)

Postado
  • Membros

Por onde estivemos:

Roma, Vaticano, Nápoles (Pompéia, Vesúvio, Herculano), Florença, Bolonha, Veneza, Verona, Milão

 

Viagem realizada em Outubro/2013

 

A Itália para mim

A Itália para muitos é a terra de grandes artistas. Para mim, é a terra do carrasco Paolo Rossi (símbolo da derrota mais traumática que já vi, mesmo ainda pequeno), de Sergio Leone (autor de alguns dos filmes mais marcantes que já vi), de Ennio Morricone (autor de trilhas sonoras extraordinárias). É a terra de Pompéia. E Pompéia é terra onde o Pink Floyd gravou um inesquecível (e marcante) vídeo.

 

Eu não nasci com o espírito viajante em mim, eu o adquiri ao longo da vida. Esse espírito hibernou e “desibernou” algumas vezes. Quando da última “desibernação”, em 2010, imediatamente coloquei a Itália nos planos. Com Pompéia no roteiro, claro. Custamos a ir para a Itália, mas chegou a vez dela.

 

Quando desenhei esse roteiro, a única coisa que eu não abria mão era de reservar um dia inteiro para Pompéia. Mais que isso: avisei à Kátia que ficaria mais de uma hora no anfiteatro ouvindo “Pink Floyd em Pompéia” -- talvez o disco pirata (bootleg) mais comum de todos os tempos. Não chegava a ser um sonho de adolescente, mas tornou-se uma meta viajante diante de uma forte lembrança adolescente. Realizei esse desejo.

 

Por que tudo isso com Pompéia?

Explicando: quando eu era adolescente e estava começando a conhecer as grandes bandas de rock da História, passei a frequentar a sala de vídeos da Candido Mendes, no centro do Rio. A programação incluía vídeos de rock, e quase sempre de bandas consagradas. A ela devo boa parte da minha formação/conhecimento nessa área. Estamos falando de final dos anos 80, quando não existia internet.

 

Frequentei muito aquela sala, sempre descobrindo novidades (antigas). Numa das vezes, quando buscava conhecer mais sobre o Pink Floyd (na época a banda havia lançado o “Momentary Lapse of Reason”), vi que a sala programava apresentar o vídeo “Pink Floyd live at Pompeii” e fui lá ver. Foi das coisas mais impactantes da época pra mim, tanto o som quanto o vídeo. Adorei de cara.

 

Com o tempo fui identificando que parte das imagens do vídeo não é de Pompéia, sobretudo as de atividade vulcânica. Pouco importa. Pompéia estava no subconsciente.

 

Enfim, vamos à logística da viagem.

 

Quando

12 dias, de 16 a 27 de outubro de 2013.

 

O roteiro

Eu tinha um roteiro pronto, há anos, de 20 dias pela Itália. Tive de adaptá-lo para 12 dias. Cortei cidades da Toscana, Pisa, um dia de Roma, Capri, Costa Amalfitana e Cinque Terre. Ficam para uma próxima vez. Haverá de ter próxima vez.

 

Dia 1 – Roma [chegada cedo pela manhã]

Dia 2 – Roma [Vaticano; trem de noite para Nápoles]

Dia 3 – Nápoles [Pompéia]

Dia 4 – Nápoles [Vesúvio, Herculano, trem de noite para Florença]

Dia 5 – Florença

Dia 6 – Florença

Dia 7 – Bolonha [trem de manhã desde Florença, depois trem para Veneza]

Dia 8 – Veneza

Dia 9 - Veneza

Dia 10 – Verona [trem de manhã desde Veneza, depois trem para Milão]

Dia 11 – Milão [trem de noite para Roma]

Dia 12 – Roma [voo de volta ao Rio de noite]

 

Chegamos a Roma bem cedo do dia 1 e voltamos no fim da noite do último dia, de modo que pudemos aproveitar inteiramente os dias de chegada e de partida. Felizmente os eventuais problemas de fuso não me atrapalham.

 

Bolonha e Verona são cidades em que nós passamos o dia, num esquema que fazemos habitualmente na Europa. Saímos cedo de uma cidade, paramos numa cidade no meio do caminho, largamos a mochila na estação e vamos curtir a cidade. No fim do dia (ou quando a curtição da cidade chegar ao fim), pegamos o trem para a cidade seguinte. Passamos apenas um dia também em Milão, mas dormimos uma noite lá. Todas as demais tiveram dois dias de curtição pelo menos.

 

Leituras de viagem

- Lonely Planet – Itália (uma versão antiga que tinha lá em casa)

- Guia do Viajante Independente pela Europa

- Blogs e fóruns diversos

 

Onde ficamos

Em todos os lugares nós buscamos as opções mais em conta nos arredores da estação de trem, com raio máximo de 2 km. Isso é meio que uma regra quando se trata de Europa, gosto de ficar próximo de onde chego e parto. Usamos hotel apenas para banheiro e dormir, então sempre buscamos o que for mais econômico desde que não seja (muito) esculhambado. E desde que fosse com banheiro (ensuite). Com exceção do Ibis (que reservamos via promoção), todos os demais foram via booking.com. Todos atenderam ao esperado.

 

[cidade - lugar - valor diária]

Roma – Hebron Castle – 64 EUR

Nápoles – Hotel Zara – 45 EUR

Florença – Faceroom – 70 EUR

Veneza – Alloggi Sardegna – 120 EUR

Milão – Ibis Milano Centro – 55 EUR

Roma – Hotel Stadler 2 – 75 EUR

 

Não se assuste com o preço de Veneza – é assim mesmo se você quiser ficar na cidade e num quarto com banheiro. Por isso que muitos ficam em Mestre, pagando bem menos pela hospedagem.

 

Importante salientar que tem uma incômoda taxa de turismo cobrada por dia e por cabeça em todas as cidades. Vai de 1 euro/dia em Nápoles a incríveis 4 euros/dia em Milão.

 

Os transportes entre cidades

 

Rio – Roma – Rio / Alitalia / 2.300 BRL [ida/volta]

 

Trem:

Roma – Nápoles / 18 EUR*

Nápoles – Florença / 34 EUR*

Florença – Bolonha / XX EUR

Bolonha – Veneza / 11 EUR**

Veneza – Verona / XX EUR

Verona – Milão / 11 EUR**

Milão – Roma / 29 EUR*

 

*Trechos comprados antecipadamente, em promoção.

**Trens regionais

XX - não me lembro

 

O bilhete da Alitalia nós conseguimos numa promoção de fim de semana, graças ao site Melhores Destinos (pela enésima vez, muito obrigado, MD!). Foi comprada antes da alta do dólar.

 

Os trechos em asterisco foram comprados antecipadamente pelo site da Trenitália. Os demais foram na hora, nas maquininhas das estações.

 

Estilo de viagem

Acho que é importante salientar o estilo, porque cada um tem o seu. Uma pessoa pode se inspirar com o roteiro que fiz, mas não curtir o modo como fizemos a viagem. Cada um tem seu estilo, seu tempo e seus interesses.

 

Andamos muito, geralmente o dia inteiro. Conhecer uma cidade, para nós, é essencialmente andar por ela, respirá-la. Geralmente evitamos almoçar (bebemos cerveja com petiscos), mas jantamos bem, no início da noite. Dormimos cedo e acordamos cedo para passear. Não curtimos a noite, no máximo passeamos para ver a cidade iluminada. Geralmente evitamos museus de arte. Museus geralmente são plano B (é atração somente se chover), a não ser que seja algo de muito interesse. Adoramos passear por parques, castelos, centros históricos etc. As partes mais modernas das cidades nem sempre atraem, mas geralmente damos uma conferida. Viajamos com uma mochila de mão, não despachamos bagagem.

  • Respostas 29
  • Visualizações 24.5k
  • Criado
  • Última resposta

Usuários Mais Ativos no Tópico

Posted Images

Featured Replies

Postado
  • Autor
  • Membros

Acordamos mais tarde que o habitual. Fizemos o check-out, largamos as mochilas por lá e seguimos novamente em direção ao Duomo, dessa vez passando por um agradável parque pelo caminho.

 

Passamos pelo tal Quadrilátero, famosa área de lojas de grife. É interessante, mas eu acho essa parada de apreço por grife meio estranha.

 

Entramos no Duomo. Não pode fotografar lá dentro, somente se pagar (!!).Outra coisa que acho estranha, pagar para fotografar. De qualquer forma, lá dentro isso é largamente burlado. E o interior daquele Duomo é muito bonito.

 

large_20131026-014.jpglarge_20131026-025.jpglarge_20131026-033.jpg

 

Ficamos caminhando pelos arredores, seguimos até o Castelo Sforza e o belo Parque Sempione. Era um dia de sábado, então havia vários milaneses passeando com a criançada e com os cães de estimação por lá. Paramos num café por lá para apreciar essa coisa e curtir o momento. Não chegamos a entrar no castelo (é pago, tem museus lá dentro).

 

large_20131026-058.jpglarge_20131026-061.jpg

Castelo Sforza

 

large_20131026-062.jpglarge_20131026-072.jpg

Parque Sempione

 

Como os museus da cidade não eram nosso foco, ficamos apenas caminhando pela área. Curtimos o vai e vem da enorme praça do Duomo. De tarde, a área do Duomo e do Quadrilátero estava BEM cheia. No fim das contas, Milão nos demandou pouco tempo para curtir o barato da cidade.

 

Tentamos comer alguma coisa longe da área turística, mas... como já não era mais hora de almoço, não achamos restaurante algum aberto! Nos contentamos com uma sanduicheria maneira que encontramos perto do Ibis. Partimos para a estação para nossa última viagem de trem.

 

Roma

Chegamos em Roma 3hs depois, já de noite. Apenas jantamos num restaurante guerreiro nos arredores da estação e fomos dormir.

Postado
  • Autor
  • Membros

Fizemos check-out, largamos as mochilas e fomos andar. Era nosso último dia de viagem. Fomos conhecer algumas áreas que haviam escapado dos dois dias do começo da viagem. Igrejas de Santa Maria degli Angeli, Sta Maria Maggiore, Palácio Exposizioni, Quattro Fontane, Praça Quirinale, retorno à Fontana de Trevi (sempre está no caminho, por que não rever?), Mercado de Trajano (não entramos), igrejas Gesú e Sto Inácio Loyolla, templo Adriano, Praça Colonia e pausa na Praça Navona. Escolhemos um dos restaurantes turistões (e caros – são todos caros) da praça para curtir o momento, relaxar e almoçar. Era dia em que não haveria janta, só no avião. Almoço com direito a Valpolicella.

 

large_20131027-008.jpglarge_20131027-029.jpglarge_20131027-096.jpglarge_20131027-132.jpglarge_20131027-138.jpglarge_20131027-148.jpg

 

Depois caminhamos pela Ponte Umberto, Piazza de Tribunali, Ponte Cavour, Mausoleo Augusto e retornamos a regiões que estivemos da outra vez: Piazzas del Poppolo e Spagna. Encerramos o dia no fim de tarde com happy hour e cervas no Campo de Fiori. De lá, foi o roteiro de volta. Andar até o hotel, pegar mochilas, trem para aeroporto e... fim de festa!

 

large_20131027-172.jpglarge_20131027-179.jpg

Postado
  • Autor
  • Membros

Roma Pass

Dá direito a duas entradas grátis, descontos em várias outras, eventuais filas exclusivas e passe livre nos transportes num espaço de 3 dias. Se vc planeja entrar em muitos lugares, acho que vale a pena. Para nós, acho que ficou no zero a zero, caso pagássemos diretamente.

 

Metrô em Roma

Roma tem um metrô bem lotado na hora do rush. MUITO cheio, a ponto de não ter como todos entrarem. Ainda assim, a galera respeita as regras básicas e espera que primeiro as pessoas saiam para depois entrar. Vimos um cara entrando enquanto outros saíam e, por isso, tomou um esporro federal. Fico imaginando isso no Brasil.

 

Rango

Comemos massas a viagem inteira. Massas de todos os tipos. Risoto também. Algumas pizzas. Muita cerveja. Muito vinho. Mas, como comíamos pouco e andávamos muito, emagrecemos.

 

Além disso, muito sorvete e café. Saboreávamos algumas vezes ao dia. Cafés geralmente pela manhã, sorvetes o dia inteiro. Quase todos eram muito bons! Mas não guardei nome de nenhuma sorveteria, exceto a de Bolonha.

 

“Left Luggage” das estações

Nas duas vezes que largamos mochilas no “left luggage” da estação de trem na Itália (Bolonha e Veneza), não era no esquema de alugar armários. Não sei se sempre foi assim ou se mudaram por eventual onda de alarme terrorista. Sei que dessa forma fica mais caro: pagamos por duas mochilas, em vez de pagarmos por um espaço onde normalmente cabiam duas mochilas (caso dos tradicionais armários/lockers de estação).

 

Igrejas e mais igrejas

Itália tem muitas igrejas, muitas. Em tudo quanto é canto. Geralmente são belíssimas por dentro. Mas são tantas e são geralmente tão bonitas, que você acaba se acostumando à grandiosidade e começa a ficar tentado a eventualmente desprezar as menores. Evitei ceder a esse crime, busquei admirar cada uma! Em várias delas não é permitido fotografar. Algumas são pagas – evitei ao máximo pagar para entrar em igreja (se não me engano pagamos apenas em Florença, e achei que não valeu a pena; e em Verona, via Verona Card).

 

Mão inglesa?

Uma coisa que notei é que os trens lá andam em mão inglesa. Quer dizer, em vez de cruzar com o outro trem pela direita, eles cruzam pela esquerda. Idem para as plataformas de trens. Acho que era assim também no caso dos barcos em Veneza, mas reparei apenas nas gôndolas – e em vários (mas não todos) casos as vi se cruzando em mão inglesa também.

 

Orçamento

Nossa meta europeia é sempre ficar na faixa de 100 euros/dia por cabeça, exclusive passagens aéreas. Ficamos dentro disso, mesmo com poucas eventuais esbanjadas (um ou outro jantar e a gôndola de Veneza).

 

Em pé ou sentado?

Em vários lugares na Itália há uma enorme diferença entre consumir em pé (um café, uma cerveja, um doce, qualquer coisa relativamente rápida) ou sentar-se à mesa. Paga-se caro para sentar-se à mesa. Por exemplo: um expresso que saía por 1 euro em pé, virava 1,50 se fosse para ser servido na mesa. Cheguei a ver diferença de 1,00 para 3,50!! Portanto havia uma tabela de preços para a mesa e outra para consumir no balcão ou levar embora. Isso ocorre em outros lugares da Europa também, mas achei mais superlativo na Itália, sobretudo em Veneza.

 

Cubierto e serviços

Outra coisa importante é certificar-se antecipadamente se há taxa de serviço (os cardápios geralmente informam) e de quanto é essa taxa. Pode ser de 10%, mas pode ser mais. Há ainda o cubierto, que é tipo uma taxa obrigatória de couvert, consuma você ou não. Em vários lugares turísticos essas duas taxas são dispensadas e avisadas, ou em placas ou no próprio cardápio. Afinal, os caras querem chamar clientes e é sempre chamativo informar que “aqui não tem taxas”, ou “tutto incluso”/”all included”. Ou seja, não é incomum ver restaurantes/bares turísticos dispensando essa parada de cubierto e taxa de serviço.

 

Garibaldi

Acho que há monumentos a Garibaldi em todas as cidades em que estivemos. Na semana anterior à viagem, estivemos em Garibaldi-RS, na Fenachamp. :)

 

large_20131025-061.jpg

Onipresente

 

Nome errado na passagem aérea

Um drama... que não ocorreu. Quando compramos a passagem, por erro meu, o sobrenome da Katia foi digitado errado. Uma letra a mais no nome, coisa típica de erro de digitação. Liguei para a Alitalia e perguntei o que fazer. A Alitalia me informou que esse tipo de erro não era problema e que eles inseririam uma nota na reserva, avisando sobre isso, para qualquer eventualidade. Ok.

 

Tempos depois eu recebi uma msg avisando da alteração do horário do voo, que era para eu entrar em contato com eles para confirmar. Assim o fiz. Aproveitei a ligação e pedi para confirmar a coisa da nota na reserva. O atendente começou a dizer que eu não conseguiria viajar daquele jeito, que o nome estava errado e etc e tal. Eu falei com ele que foi a própria Alitalia que havia me orientado naquela linha. Ele insistiu que não, que a orientação estava errada e que eu não conseguiria. Teria de perder aquele bilhete (não reembolsável) e comprar outro. Cheguei a bater um pouco de boca com ele, afinal a mesma Alitalia me orientava de formas opostas.

 

Enfim, liguei novamente, para falar com outro atendente. Aí peguei um cara mais equilibrado, que falou que na partida dificilmente haveria problemas, porque no Brasil isso é mais tranquilo. Mas na volta poderia ter problemas sim. Quando falei que nós não despachamos malas, fazemos check-in pela internet ou maquininha e vamos direto para o embarque, ele falou que era até melhor nem passar pelo balcão de check-in, evitaria problemas. Mas disse que não era coisa garantida, que dependeria do pessoal de lá.

 

Decidi arriscar. Mas meu sono desde então ficou um tanto prejudicado. Comprar outra passagem naquela hora sairia MUITO mais caro, porque não teria o reembolso da anterior, nem a promoção que eu peguei e, para piorar tudo, o dólar estava bem mais alto.

 

Para resumir, no fim das contas não tivemos qualquer problema em relação a isso, em qualquer dos lugares por onde passamos.

 

 

 

==Considerações gerais sobre cada cidade:==

Roma

É cidade para se passar muitos dias. Nós varamos a cidade em 3 dias, embora tenhamos retornado a alguns lugares de que gostamos mais. Privilegiando áreas externas, acho que dá para ter o gosto da cidade nesse tempo. Tendo mais dias, eu entraria em mais atrações, visitaria a região das catacumbas, iria a Tivoli, etc. É lugar que você não vai ficar sem ter o que fazer se passar muitos dias.

 

Nápoles

Nós conhecemos pouco da cidade, na verdade. Há várias atrações que não conhecemos. Ficamos tanto tempo em Pompéia que somente nos restou meia tarde e a noite de um dia para passear pelo centro histórico. Nápoles tem mais a oferecer do que aquela área, mas infelizmente não houve tempo para conhecer adequadamente. De qualquer forma, isso já era previsto. Que haja uma próxima vez! Se eu tivesse mais dias na cidade... iria para Capri e para a Costa Amalfitana! Depois disso, dedicaria mais tempo para Nápoles. Não que eu não tenha interesse na cidade, é questão de prioridades.

 

Florença

Confesso que não dava muita coisa por Florença. Achava que era cidade de “artes demais”, na falta de melhor definição para a minha expectativa. Como já disse, evito ao máximo ver fotos dos lugares onde ainda vou. E Florença me surpreendeu positivamente. Lindíssima cidade, muito aconchegante, muito boa de se passear para lá e para cá, com um belo centro histórico, belas praças, um belo rio cortando a cidade, belas pontes, belas igrejas e tudo mais. É cidade para flanar, passear. Para amantes da arte, acredito que seja cidade para ficar por dias e dias. Muitas atrações nesse sentido. Se eu tivesse mais tempo por lá, exploraria as famosas cidades dos arredores.

 

Veneza

Acho que andamos por todos os bairros de Veneza, exceto as ilhas acessíveis somente por barco. Andamos muito, e durante boa parte sem destino. Entrar em lugares foi coisa secundária numa cidade tão bonita de se passear.

 

Eu diria que é fácil se locomover por lá: há setas em tudo quanto é canto indicando os pontos principais, como Rialto, Praça São Marco, Estação de trem, etc. Achei toda a região tranquilamente caminhável.

 

Veneza é cidade superbadalada. Seguramente é das cidades mais turísticas do planeta. Acredito que a maioria adora a cidade. Mas eu li e ouvi pessoas se dizendo decepcionadas com a cidade e esculhambando diversos aspectos (fedor, superlotação, preços, sujeira, etc.). Mesmo com isso na cabeça, eu tinha expectativa de que ia gostar da cidade. E adorei. Curti cada minuto em que me perdia (e nos perdemos, propositadamente, várias vezes), em que retornava a lugares que já havia passado antes, em que cruzava um canal (inúmeras vezes, evidentemente). Curti cada ponte daquele lugar, das mais espalhafatosas às mais simples.

 

Não pegamos vaporetto nenhuma vez, andamos para tudo quanto foi canto. Entramos em algumas igrejas grátis – geralmente não eram grande coisa por dentro.

 

Milão

Foi a cidade que menos demandou nosso tempo. Praticamente a região do Duomo e arredores é o que nos atraiu. Se você apenas passar o dia na cidade, não hesite: pegue o metrô para o Duomo.

Postado
  • Autor
  • Membros

Obrigado! Espero que seja útil para outros viajantes.

Postado
  • Membros

Muito bom o teu relato, peguei várias dicas boas aqui!!

 

E,olha, acho que vou pegar emprestada essa idéia do Pink Floyd em Pompéia haha. Vai dar um "up" genial no passeio, com certeza!

Postado
  • Membros

Adorei o seu relato! Estou montando um roteiro e o que você descreveu vai me ajudar muito

  • 4 meses depois...
  • 4 semanas depois...
Postado
  • Membros

Dr., excelentes dicas ! Usei os bizús de Napoli e anotei os das próximas cidades, como Florença :D

 

Hoje fomos a Pompéia e como fãzaço do PF botei pelo menos um Great Gig in the Sky pra tocar enquanto estava por lá hahahaha :D Abraço !

 

20140619_141733.jpg.8ca019ca6edaa5bfd152ee4b8d66c6ef.jpg

Postado
  • Autor
  • Membros

Grande! :D

Valeu pelo feedback.

Participe da conversa

Você pode postar agora e se cadastrar mais tarde. Se você tem uma conta, faça o login para postar com sua conta.

Visitante
Responder

Account

Navigation

Pesquisar

Configure browser push notifications

Chrome (Android)
  1. Tap the lock icon next to the address bar.
  2. Tap Permissions → Notifications.
  3. Adjust your preference.
Chrome (Desktop)
  1. Click the padlock icon in the address bar.
  2. Select Site settings.
  3. Find Notifications and adjust your preference.