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Norte Argentino, Atacama, Salar de Uyuni, Paso Jama e San Francisco


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Olá galera do mochileiros.com, chegou a hora de mais uma vez retribuir todas as informações coletas neste site, então início o meu relato.

 

Este é o relato de uma viagem que eu e minha esposa realizamos e abril de 2014, pela Argentina, Chile e Bolívia. Viajamos de carro, um Honda City 1.5 Automático, por 9.061,8 km, onde não tivemos nenhum tipo de problemas. O carro apresentou uma média 14 km/litro, algo que faz muita diferença numa viagem longa, levando em consideração que atravessamos regiões com longos trechos sem abastecimento, o maior foi de 477 km, mas conto melhor ao longo do relato.

 

Como preparativos para a viagem, criamos uma planilha contendo todos os trechos junto com quilometragens planejados para a viagem, e outra planilha contendo as atrações que tínhamos para visitar em cada cidade, seguiu a mesma forma de planejamento da nossa ultima viagem, com algumas melhorias, sempre aperfeiçoando.

 

A documentação pessoal que levamos para viagem desta vez foi o Passaporte, notamos maior facilidade nas fronteiras com ele, mas toda a viagem é possível com RG e CNH, lembrando que a Argentina só aceita o RG como documento de identificação.

 

Para o veículo foram os próprios documentos do carro e a carta verde (seguro obrigatório para viajar no MERCOSUL), desta vez quando renovamos o seguro do veículo, nosso corretor nos apresentou uma proposta que ficaria uns R$ 100,00 mais caro do que já tínhamos e incluía o seguro carta verde para 1 ano, e se fizéssemos o seguro para os 20 dias da viagem custaria R$ 189,00, claro que aceitamos na hora, assim podemos utilizar futuramente. Levamos também um cambão e um triângulo adicional (exigências na Argentina), itens que já havíamos adquiridos ano passado.

 

Nossa programação inicial era de uma viagem de até 20 dias, mas realizamos em 18 dias sem muita correria e mantivemos todo o roteiro programado inicialmente, desta vez não tivemos imprevistos.

 

Abaixo há o mapa resumido da nossa viagem, só não aparece o tour que fizemos para o Salar de Uyuni com o carro da agência de turismo, até porque não há estrada definida pra lá.

 

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Abaixo segue uma tabela com os gastos de combustível, hospedagem, alimentação e passeios, no mais são gastos com compras.

 

DESPESAS TOTAIS

 

DESCRIÇÃO VALOR R$

Combustível 2117,07

Refeições 932,79

Hotéis 1716,95

Pedágios 74,98

Compras (Presentes) 356,05

Passeios, Visitas e outros 2114,77

 

TOTAL 7312,61 406,26 / dia

 

Aqui vale algumas observações referentes aos gastos:

 

- Em relação ao ano passado o câmbio com o peso Argentino melhorou muito, ano passado pagamos R$1,00 = ARG 2,40 neste ano esta relação foi R$ 1,00 = ARG 3,70, chegando até em ARG 4,10;

 

- Os preços de alimentação e hospedagem na Argentina se mantiveram, mas a gasolina inflacionou muito, que antes era muito mais barata que a brasileira agora esta mais cara, pagamos uma média de R$ 3,50 por litro, mas a faixa de hospedagem foi entre R$ 60,00 e R$100,00;

 

- Já o câmbio Chileno piorou, ano passado pagamos R$1,00=CHL 235,00 este ano a relação foi R$1,00=CHL 220,00 e como no Chile tudo já era mais caro do que no Brasil com o câmbio pior tudo ficou mais caro, por exemplo a gasolina pagamos a média de R$4,00 por litro e hospedagem todas custaram R$181,00, por coincidência.

 

A seguir vou postar o diário de bordo da viagem, com fotos.

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1 º Dia 04/04/2014

Itajaí – Criciúma – 275 km

 

Fiquei preparando as malas e fazendo o check list durante o dia, saímos de Itajaí às 19h, seguimos até Criciúma, onde deixamos nossa filha para passar uns dias das férias com meus pais, nesta noite dormimos na casa dos meus pais.

 

Os dois primeiros dias desta viagem foram igual a do ano passado.

 

2 º Dia 05/04/2014

Criciúma – Porto Xavier – 858 km

 

Acordamos cedo, nos despedimos e iniciamos viagem às 03h, como nas outras viagens a intenção é sempre fazer caminhos diferente dos já conhecidos, neste dia íamos fazer a saída do Brasil por Porto Xavier, uma cidade pequena na fronteira entre Brasil e Argentina onde a travessia é feita de balsa.

 

Utilizamos a BR-101 duplicada até Porto Alegre e depois fomos sentido Carazinho pela BR-386, e para nossa surpresa e alegria todos os pedágios que passamos no Rio Grande do Sul estavam desativados, com exceção dos pedágios da Free-Way. Não sei o que aconteceu com as concessões das estradas, mas a falta de cuidados com as estradas já está visível.

 

Depois de Carazinho fomos sentido Sarandi, Palmeira das Missões, Santa Rosa onde almoçamos e por fim Porto Xavier. Como era sábado a quantidade de travessias da balsa são menores, esperamos quase uma hora até fazer a travessia às 16h.

 

Os tramites na Aduana foram tranquilos, apesar do primeiro contato com o castelhano, mas logo os ouvidos voltam a se acostumar com a língua e o medo de soltar o verbo passa.

 

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San Javier – Posadas – 126 km

 

A cidade no lado Argentino é San Javier, sem nenhum atrativo nem paramos, seguindo até a Ruta 12 e depois por esta até Posadas. A cidade de Posadas nos surpreendeu, é uma cidade muito bem estruturada, com uma orla na beira do Rio Paraná muito bem cuidada e agitada, comparamos com muitas cidades litorâneas que temos em Santa Catarina. Esta cidade faz fronteira com a cidade Paraguaia de Encarnacion que nos pareceu muito parecida com Posadas, mas não tivemos tempo para conhecê-la.

 

Em Posadas ficamos no Hotel Posta Norte, quarto simples com ar condicionado e wi-fi, por ARG 280,00.

 

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3 º Dia 06/04/2014

Posadas – Purmamarca – 1245 km

 

Saímos do hotel às 4h para chegar a Resistencia com o nascer do sol, para iniciar a travessia do Chaco o mais cedo possível. Este trecho é um dos mais famosos e temidos da Argentina, de Resistencia até o entroncamento com a Ruta 9 são 700km de infinitas retas e com pequenos povoados geralmente muito distantes um dos outros, são comuns trechos de 100 a 150 km entre eles, consequentemente só há postos de combustíveis nestes locais, e para piorar em certas épocas do ano estes postos sofrem com falta de combustíveis. Em toda viagem não presenciamos nenhum posto sem combustível, mas por precaução sempre que parávamos abastecíamos e não deixávamos o tanque baixar muito de meio tanque.

 

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Algo que é conhecido neste trecho é a polícia que gosta de um “dinheirinho”, fomos parados em todos os postos policiais, mas em nenhum deles tivemos problemas, inclusive demos carona para um policial entre Pampa de Los Guanacos e Monte Quemado.

 

Os casos de suborno são situações que parece que está reduzindo, em conversa com outros viajantes, o que tenho notado é que eles só partem para o suborno quando encontram algo errado logo no início da abordagem, por exemplo, quando o farol está apagado ou somente com o farol de milha ligado, nestes casos eles vão ter justificativa para aplicar multa e dai para trocar a multa por uma contribución é questão de tempo. Há também relato de quem passou por todo o Chaco e não foi parado nenhuma vez.

 

Cada um tem seu jeito de tratar com a situação, desde a nossa primeira viagem tenho uma prática que consiste em colocar todos os documentos que possuímos em uma pasta que sempre fica a mão. Quando somos abordados geralmente os policiais pedem um documento de identificação, eu entrego, mas logo em seguida já vou entregando todos os outros que possuo, por exemplo, o documento do carro, o seguro carta verde, a carteira de habilitação, assim o policial não consegue nem segurar todos os documentos quem dirá ler. Acredito que assim já mostro logo de cara que estou com todos os documentos que ele possa pedir então não vai ser tão fácil ele achar um motivo para me multar. Até agora esta tática tem funcionado, mas também acho que temos um pouco de sorte.

 

Voltando ao relato, chegamos à Ruta 9 perto das 15h, então resolvemos entrar na cidade de Salta e rodar pelo trecho da Ruta 9 entre Salta e San Salvador de Jujuy, este trecho é a antiga estrada que liga estas duas cidades, ela tem uma característica bem interessante além de ter muitas curvas e ir costeando montanhas verdes a sua pista é muito estreita, a pintura do asfalto até tem duas pistas mas não cabem dois carros nela, sempre que você vai cruzar por um outro carro tem que colocar a suas rodas para fora do asfalto porque a largura de cada pista parece mais com uma ciclovia. Esta estrada vale a pena conhecer, pelas paisagens e pela própria estrada.

 

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Depois de Jujuy seguimos direto para Purmamarca, esta cidade fica no início da Ruta 52 e é famosa pelo Cerro de los Siete Colores, que realmente é fantástico. Ficamos por duas noites na Hospedaje La Reliquia, local simples e com wi-fi, mas que vale a pena pelo preço, ARG 280,00. Aqui os quartos já não precisam de ar-condicionado, pois a temperatura é baixa, pegamos algo em torno dos 10°C bem diferente dos 40°C do Chaco.

 

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4 º Dia 07/04/2014

Purmamarca – Iruya - Purmamarca – 278 km

 

Como grande parte da viagem foi em altas altitudes, chegamos até os 5.000 metros, fizemos uma programação que contemplasse a aclimatação do corpo, para evitarmos o “soroche” ou “mal da montanha”, que é causado pela altitude geralmente acima dos 3.000m.s.n.m. O mal da montanha é causado pela falta de oxigênio nestas altitudes, e a 5.000 metros se tem a metade do oxigênio que há ao nível do mar, e realmente o corpo sente a falta de oxigênio.

 

No primeiro dia eu senti falta de ar e nos demais dias só sentia cansaço facilmente, minha esposa sentiu falta de ar, cansaço, dor de cabeça e enjoo. Compramos folhas e balas de coca, mas acabamos não utilizando, conseguimos conter os efeitos com muita água e cautela nos esforços.

 

A aclimatação no nosso caso consiste em cada dia fazer um roteiro um pouco mais elevado do que o anterior, isto também é a orientação das agências que promovem os tours em altitude.

 

Este dia foi reservado para irmos até Iruya, um povoado que fica cravado nas montanhas a 2.780 metros de altitude, mas o caminho até lá alcança 4.000 metros.

 

Saindo de Purmamarca pela Ruta 9, sentido norte, rodamos 93km até sairmos desta Ruta e entrarmos na Ruta 13, estrada de rípio as vezes em bom estado e as vezes não. Esta Ruta cruza diversas vezes por rios, que quando chovem ou na época de degelo das montanhas elevam seu nível impossibilitando a travessia, já que não existem pontes até Iruya.

 

Somente o caminho até Iruya já vale a pena, são paisagens incríveis, povoados interessantes, modos de vida muito diferente do que estamos acostumados. A cidade é muito interessante, um modo de vida bem típico da região, ruas muito estreitas muitas vezes obstruídas por algum caminhão estacionado, várias ladeiras muito íngremes para acesso as moradias. Como é uma cidade bem procurada pelos turistas há uma infraestrutura de restaurantes na cidade, nada luxuoso, mas valem a pena. Ajudamos duas vezes outros veículos a desatolarem na travessia do rio que há bem na chegada a cidade.

 

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Passamos por algumas comunidades até chegar a Iruya, mas em vários locais isolados havia famílias que moravam longe das comunidades em situações bem precárias, e sempre com crianças pequenas. Quando passamos devagar por estas casas as crianças vêm correndo em direção ao carro, como já havia lido no mochileiros.com eu já sabia o que queriam. Em uma casa onde havia algumas crianças paramos e como tínhamos um estoque de bolachas, água e balas, distribuímos e tivemos a melhor recompensa que se pode ter, sorrisos sinceros e agradecimentos das crianças.

 

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Voltando de Iruya entramos em Tilcara, visitamos um curral de Lhamas, brincamos, alimentamos e batemos muitas fotos com as Lhamas. Aqui vale uma observação as Lhamas vivem em altitudes em torno de 3.000 metros e são dóceis e domesticadas e possuem muita lã, os Guanacos e Vicunhas são selvagens e vivem em altitudes acima dos 3.500 metros e possuem menos lã. A lã da Vicunha é uma das fibras mais caras do mundo, passando dos US$ 600,00 o quilo, o que quase levou a extinção da espécie nos anos 60, hoje é considerada uma espécie livre do risco de extinção.

 

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Após a visita as Lhamas fomos para as Ruínas de Pucará, que é uma fortaleza construída pelos Tilcaras.

 

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Voltando para Purmamarca, resolvemos explorar a pequena cidade a pé, na praça central todos os dias há diversas pessoas vendendo artesanatos característicos dos povos andinos, a cidade também possui ótima estrutura de restaurantes e comércios diversos, nas duas noites que ficamos em Purmamarca visitamos quase todos os comércios e jantamos em restaurante, inclusive com musicas andinas ao vivo. Junto à praça central há também a igreja que assim como a maioria das construções são feitas de adobe, uma mistura de terra, agua e palha.

 

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  • Colaboradores
Show Diego, acompanhando aqui ::otemo::

 

Pretendo voltar ao atacama e conhecer muitos locais que você incluiu no seu roteiro. Vou ficar ligado aqui para pegar as dicas ::cool:::'> ::cool:::'>

 

 

Boa hlirajunior

 

Estou com o relato todo escrito, só falta postar, mas são muitas fotos, mas com o tempo consigo terminar.

 

Agora estamos pensando para onde vamos na próxima, ainda não temos nada definido.

 

Abraço.

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5 º Dia 08/04/2014

Purmamarca – San Pedro de Atacama – 380 km

 

Este era um dos dias mais esperados da viagem, a travessia da Cordilheira dos Andes, na verdade todas as travessias dos Andes são extremamente excitantes. Já havíamos feito duas travessias e nesta viagem seriam mais duas. Estas travessias são chamadas de Pasos.

 

Antes de iniciarmos o Paso Internacional Jama, travessia entre Purmamarca na Argentina e San Pedro de Atacama no Chile, ainda em Purmamarca, fizemos o Passeo Colorado.

 

O Passeo Colorado é um caminho que pode ser feito a pé, bicicleta ou de carro, que contorna o Cerro de Los Siete Colores, passando por entre montanhas de igual beleza quanto o próprio Siete Colores.

 

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Iniciamos o Passeo Colorado as 8h, como ainda era cedo, fizemos quase toda a travessia sozinhos, porque durante o dia o movimento é grande neste trajeto.

 

Assim iniciamos o Paso Jama, rodamos alguns quilômetros pela Ruta 52 e logo iniciamos a Cuesta de Lipan, que é uma serra (para nós brasileiros) que sai dos 2192 metros de altitude em Purmamarca até 4.170 metros no ponto mais elevado que é chamado de Abra de Potrerillos. Neste local há um marco indicando a altitude e alguns vendedores de artesanatos andinos.

 

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Após a Abra de Potrerillos inicia-se uma descida de onde logo se avista as Salinas Grandes com a Ruta 52 cruzando ao meio esta salina, no meio da travessia há um estacionamento de onde se pode entrar na salina, local onde há muitos turistas fotografando, e nós como somos turista paramos e fotografamos por quase uma hora.

 

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Após nos divertimos um pouco em Salinas Grandes seguimos viagem, logo chegamos a Susques, povoado bem simples no meio da cordilheira que geralmente serve de apoio para quem está cruzando o Paso Jama, possui dois postos de combustíveis, um no meio da cidade bem simples e um melhor estruturado uns três quilômetros após a cidade, foi neste que paramos para almoçar.

 

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O restaurante da foto acima é onde almoçamos, uns 3km depois de Susques, no local também funciona um hotel, o restaurante é ótimo e se hotel seguir o mesmo padrão acredito que possa valer a pena dormir um noite ali.

 

Antes de iniciar o Paso Jama abastecemos o carro em Tilcara, somente completamos o tanque no YPF que tem próximo a aduana, mas conseguiríamos fazer toda a travessia sem ter abastecido, quando chegamos a San Pedro de Atacama o carro marcava ainda uns três quartos de tanque.

 

Depois do Almoço, rodamos pelo deserto até chegar à aduana, recentemente foi inaugurado um novo prédio que abriga as aduanas Argentina e Chilena, assim se faz a saída da Argentina e entrada no Chile no mesmo local, até pouco tempo atrás se fazia a saída da Argentina neste local e a entrada no Chile somente na cidade de San Pedro de Atacama. Para quem faz a travessia Argentina-Chile pelo Pasos Sico e Bolívia-Chile pelo Paso Hito Cajón o tramite ainda é este, se faz a saída da Argentina ou Bolívia nas aduanas nestes países e depois dirigisse até a cidade de San Pedro de Atacama onde há a aduana que atende estes viajantes, mas não há nenhum controle se você fez a entrada no Chile, mas claro que se você não fizer você terá problemas depois para atravessar qualquer fronteira.

 

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Após os tramites na aduana seguimos viagem, alguns quilômetros depois paramos no marco da divisa entre os dois países, mais fotos e seguimos viagem. Esta divisa está à 4.320 metros de altitude e depois dela são só subidas e várias paisagens incríveis.

 

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Chegamos ao ponto mais alto de toda a travessia onde atingimos 4.800 metros, neste ponto paramos para brincar com um pouco de neve que havia na beira da estrada e já sentimos falta de ar, tontura e muito frio. Depois dos 4.800 metros descemos para algo em torno de 4.500 metros e neste ponto tínhamos o Vulcão Licancabur (5.920m.s.n.m.) de um lado, a entrada para a fronteira com a Bolívia de outro e a frente já avistávamos San Pedro de Atacama.

 

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Neste ponto se tem uma das paisagens mais incríveis da viagem com o conjunto das montanhas e vulcões da Cordilheira dos Andes ao nosso lado e toda a planície do Salar do Atacama abaixo de nós. A partir deste ponto iniciasse a descida de aproximadamente 4.500 metros para 2.400 metros onde se localiza a cidade de San Pedro de Atacama, este desnível é realizado em apenas 42 quilômetros quase todo trajeto linha reta.

 

A foto abaixo foi feita no meio do Salar do Atacama e tem no fundo o Vulcão Licancabur e a descida de 4.500 metros até 2.400 metros e em outras fotos mais pra frente dá para ver esta descida melhor.

 

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Chegando em San Pedro de Atacama, fomos direto ao centro da cidade contratar os passeios para os próximos dias. Com base em relatos dos mochileiros.com, fomos direto a Colques Tours e contratamos todos os passeios que nos interessavam e pegamos diversas dicas importantes com a atendente, inclusive ela nos indicou o hotel Quechua que foi onde ficamos 3 noites e deixamos o carro durante mais 3 noites enquanto fizemos o tour para o Salar de Uyuni.

 

Montamos um roteiro da seguinte forma:

 

- 1° Dia: Lagunas Altiplânicas, Laguna Chaxa, Laguna Cejar, Ojos del Salar, Toconao e Socaire com nosso próprio carro, fazendo parte da aclimatação e a noite o Tour Astronomico;

 

- 2° Dia: Salar de Tara, tour contratado;

 

- 3° Dia: Geiseres del Tatio, tour contratado e Valle de la Muerte e Valle de la Luna com nosso próprio carro;

 

- 4° Dia: Salar de Uyuni, tour contratato de 4 dias/3 noites.

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6 º Dia 09/04/2014

San Pedro de Atacama – Lagunas Altiplânicas – 120 km

 

Reservamos o primeiro dia no Atacama para irmos com nosso carro no sentido sul e assim poderíamos visitar diversas atrações num só dia e sem correria. As agências de turismo dividem os passeios que fizemos neste dia em 3 ou 4 tours, assim economizamos tempo e dinheiro.

 

Neste dia saímos cedo e antes das 9h já estamos no Valle de Jere que fica na comuna de Toconao, é um oásis no meio do deserto, é um vale por onde corre um rio e nas suas margens existem diversas arvores frutíferas que são alimentadas por um sistema de irrigação bem interessante, no mesmo local há inscrições rupestres. É um passeio bem interessante se considerarmos que estamos no deserto mais árido do mundo.

 

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Após o Valle de Jere seguimos direto para as famosas Lagunas Altiplânicas, que são as Lagunas Miscanti e Miñiques, elas ficam a 120 quilômetros de San Pedro de Atacama trajeto em asfalto até a comuna de Socaire e depois em obras para asfaltar, todo trajeto é muito bem sinalizado e vale muito a pena a visita a estas Lagunas. As Lagunas Altiplanicas estão a 4.120 metros de altitude e pagamos CHL2.500 por pessoa.

 

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Depois das Lagunas retornamos a comuna de Toconao onde almoçamos e passeamos um pouco pelas suas ruas. O próximo destino foi a Laguna Chaxa, que é uma Laguna que fica no meio do Deserto do Atacama e possui muitos Flamingos, seriam os primeiros flamingos de muito que veríamos nesta viagem. A Laguna Chaxa é tão agradável que dá pra ficar horas olhando os flamingos e as paisagens que o tempo voa.

 

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Depois da Laguna Chaxa fomos para a Laguna Cejar, esta Laguna é famosa por permitir a flutuação em suas águas sem nenhum esforço, ela possui 5 vezes mais sal do que a água do mar, assim você flutua sem precisar fazer nenhum movimento, tanto que a laguna é muito profunda e não há estrutura de guarda-vidas porque é praticamente impossível afundar nas suas águas.

 

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Depois que se sai da água você vai sentindo o seu corpo secar e o sal aparecer devagar, antes de chegar ao chuveiro você já está completamente agoniado com o sal em seu corpo, mas vale muito a pena o banho gelado na Laguna Cejar. Pelos relatos que li, até pouco tempo atrás não havia estrutura para se lavar depois do banho na Laguna, mas agora já existe uma ótima estrutura para tomar um banho com água doce e trocar de roupa, mas a água parece ser mais gelada do que da própria Laguna.

 

Depois da Laguna Cejar fomos até aos Ojos Del Salar, que são lagunas no meio do deserto que também se pode tomar banho e flutuar sem esforço algum, o local é bem interessante e até representa ser perigoso, pois são verdadeiros buracos no meio do caminho.

 

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Depois dos Ojos Del Salar retornamos ao Hotel Quechua, tomamos um banho e saímos caminhando pela cidade para conhecer melhor, até porque na principal rua da cidade não se pode andar de carro, é a Calle Caracoles, o que torna o centro bem interessante, pois a noite é o ponto de encontro de todos aventureiros que estão na cidade e passaram o dia explorando toda a região do Atacama.

 

Nesta noite também fizemos o tour astronômico, não gostamos. Foi um tour que estávamos em umas 20 pessoas o que tornou o tour demorado, cansativo e disperso, pois para cada estrela ou constelação que o guia explicava ficamos muito tempo esperando todos olharem e depois partirmos para outras estrelas, acreditamos que se estivéssemos em no máximo umas 8 pessoas seria muito mais interessante. Este tour só rendeu uma foto com nosso celular tirada na lente do telescópio, mas é uma foto que com a nossa câmera superzoom conseguiríamos uma foto igual.

 

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Como não estava em nossos planos o tour astronômico, acabamos tendo que fazer na vespera do tour aos Geiseres Del Tatio, algo que não recomendamos, porque chegamos depois da meia noite do astronômico e tivemos que acordar as 4h para ir aos Geiseres. Esta dica já tinha pego aqui nos mochileiros.com, mas por desencontro de horários não tivemos muitas opções.

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7 º Dia 10/04/2014

San Pedro de Atacama – Gêiseres Del Tatio – 0 km

 

Gêiseres Del Tatio é um tour muito interessante, apesar de ser o que passamos mais frio. Neste dia acordamos às 4 horas da manhã para iniciarmos este tour. Saímos ainda de noite e rodamos por quase 2 horas até os gêiseres que estão a 4.300 metros de altitude, chegamos ainda noite. Neste tour tivemos o melhor guia de todos nossos passeios, o Pablo, explicou muitas coisas interessantes desde a parte geológica dos gêiseres até a história antiga e atual do local, antes de clarear o dia ele nos serviu um café de frente para os gêiseres.

 

Este tour é cedo porque a maior atividade dos gêiseres é na primeira hora do dia, mas depois conversamos com muitas pessoas que foram com o próprio carro e durante o dia e nos relataram que também valeu muito a pena. No retorno dos gêiseres paramos em um povoado para comermos uns pasteis e carne de lhamas que estavam muito bom, esta parada também é estratégica para adaptarmos com a redução da altitude.

 

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Ao lado dos gêiseres há uma piscina termal, água a 37°C, não tivemos coragem de entrar na piscina, dentro da piscina estava muito bom, mas o problema era entrar e sair, mas várias pessoas tiveram coragem.

 

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Chegamos do tour próximo das 12h, assim depois de almoçar no centro da cidade retornamos para o hotel para dormirmos um pouco, sono muito bem aproveitado.

 

Todos os tours contratados foram realizados com vans onde sempre havia pessoas de várias nacionalidades, o que proporcionou algumas conversas e amizades bem interessantes. Neste tour dos Gêiseres Del Tatio havia um casal de Chilenos, cinco brasileiros (incluindo nós) e um Israelense que estava viajando toda a América do Sul em seis meses, conversamos bastante com ele e alguns dias depois encontramos ele em Uyuni na Bolívia.

 

No final da tarde fomos em direção ao Valle de La Muerte e Valle de La Luna, deveríamos ter ido mais cedo para explorar melhor estes locais, valem muito a pena. Mesmo assim conseguimos visitar os dois locais e assistirmos o famoso por do sol sobre uma duna no Valle de La Muerte, também visitamos uma caverna no meio da cordilheira de sal.

 

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Durante o por do sol conhecemos dois casais de São Paulo e marcamos de jantarmos juntos nesta noite, assim, fomos para o hotel, tomamos um banho e fomos jantar no restaurante mais famoso de San Pedro de Atacama, o Adobe, ótimo restaurante muito recomendado, mas claro com o preço maior que nos outros restaurantes.

 

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8 º Dia 11/04/2014

San Pedro de Atacama – Salar de Tara – 0 km

 

Neste dia antes do café da manhã iniciamos o tour para o Salar de Tara, este Salar está localizado nas cordilheiras em torno de 4.400 metros de altitude no meio do altiplano andino, retornando pelo mesmo caminho que viemos da Argentina, em certo ponto saímos da rodovia principal e seguimos por caminhos de terra e pedra pelo meio de diversas montanhas e formações rochosas, até chegar ao Salar de Tara, é um passeio muito lindo, e também é um dos passeios em maior altitude. É um tour full Day com café da manhã e almoço inclusos, chegamos a San Pedro de Atacama após as 15h. É um tour que vale a pena.

 

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O tour ao Salar de Tara, na nossa opinião, é de todos os passeios o mais desaconselhável de se fazer por conta própria, pois o risco de se perder é muito grande, não há caminhos bem definidos e nenhum sinalização.

 

Chegando a San Pedro de Atacama, fomos novamente explorar andando o centro da cidade visitamos a igreja, a praça central, realizamos o câmbio por Bolivianos e fomos as compras dos produtos para levar para o tour de 4 dias pela Bolívia, compramos basicamente água, papel higiênico e bolachas pois o tour inclui três refeições por dia.

 

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