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Bora viajar?

Mochilão Croácia, Bósnia e Eslovênia - 19 dias - Junho 2014

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[align=justify]Tem horas que o universo conspira a favor. Dessa vez o universo me deu uns dias de folga no trabalho por causa da Copa do Mundo, um feriado nacional, e a cara de pau de emendar uns dias de migué com o chefe rsrs. E foi assim que surgiu essa viagem, em cima da hora e sem muitos planos, e como de costume sozinha :). Mas como o universo dá ele também tira… E o troco veio na forma de um verão europeu bastante chuvoso. No entanto nada que comprometesse a diversão da viagem.

 

Como eu fui parar lá requer um breve retrospecto de minha história viajante. A primeira viagem que eu fiz foi para a Europa, durante as férias da faculdade, em janeiro de 2008. Sim, no inverno. E isso me fez prometer que eu nunca mais viajaria na temporada de clima ruim. De lá pra cá venho sempre programando minhas viagens de acordo com a previsão do tempo no período que tenho férias. Como minhas férias costumam ser no começo do ano, já vinha há muito devendo um retorno para a Europa, então quando surgiu essa oportunidade de viajar em junho, não pensei duas vezes, era pra Europa que eu iria.

 

Mas aí você pensa: “Como a pessoa decide viajar pra Europa e vai parar logo na Bósnia?”. Pois é, vai entender rs. Como já tinha ido pra lá uma vez, feito a tradicional de viagem de poucos dias em muitas capitais, não tinha o interesse no momento de voltar a ver alguma grande cidade européia. Já a Croácia sempre foi um país que muito me interessou, com belas praias, vida noturna agitada, boa culinária e cultura rica. Como sobravam alguns dias do roteiro resolvi estender para outros países da ex-Iugoslávia, no caso Bósnia e Eslovênia, e dar um sentido histórico para o roteiro. Infelizmente não deu tempo de passar por todas as ex-repúblicas, e Sérvia, Montenegro, Kosovo e Macedônia ficaram para a próxima.

 

Bem, introduções feitas e histórias contadas, vamos ao que interessa.

 

Roteiro

 

Rio de Janeiro > Zagreb > Lagos Plitvice > Split > Hvar > Dubrovnik > Mostar > Sarajevo > Ljubljana > Bled > Zagreb > Rio de Janeiro

 

Seguro Saúde

 

A Eslovênia faz parte do Tratado Schengen, portanto exige o seguro saúde com cobertura de 30.000 euros. Fiz com a Porto Seguro, nas minhas últimas viagens venho conseguido melhor custo-benefício com eles. Nunca precisei usar para saber se funciona bem, então fica essa ressalva na recomendação.

 

Moedas

 

A Eslovênia é parte da União Européia e usa o Euro. A Croácia já está na EU há 1 ano, mas ainda está se adaptando e ainda usa o Kuna. 1 Real vale aproximadamente 2,50 Kunas. Na Bósnia a moeda é o Marco, mas eles também aceitam Euro para praticamente tudo, sendo que 1 Euro são 2 Marcos.

 

Levei cartão de crédito para saque na Croácia, e Euros para gastar na Eslovênia e na Bósnia. Não tive problemas em encontrar caixas eletrônicos ou casas de câmbio por lá.

 

Língua

 

Se você fala inglês não tem com que se preocupar, porque lá todo mundo fala, do motorista de ônibus, ao caixa do mercado, ao garçom, e até o mendigo (é sério rs).

 

Reservas

 

Eu sou totalmente contra fazer reservas com antecedência, mas tem horas que a gente não tem como escapar delas. Como já era início da alta temporada resolvi reservar os hostels da Croácia (o primeiro dia em Zagreb por ser o dias da chegada, e as praias, que potencialmente estariam lotadas). Os da Bósnia, Eslovênia e do fim da viagem em Zagreb reservei durante a viagem, 1 ou 2 dias antes quando já tinha tudo confirmado. Para facilitar esse processo de reserva durante a viagem recomendo fortemente o app do Booking.com.

 

Passagens

 

Só fiz aéreo os trechos de ida e volta do Brasil, o restante foi tudo de ônibus ou trem. Comprei pela Air France, pela modesta quantia de 3.400 reais, o que representou mais da metade do orçamento da viagem, mas como foi tudo resolvido meio em cima da hora não dava pra esperar encontrar bons preços… A ida foi operada pela KLM com uma escala de poucas horas em Amsterdã, e a volta seria pela Air France com uma escala de 12h para curtir um pouquinho Paris.[/align]

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[align=justify][t3]Dia 12 – 21/06/14 – Mostar[/t3]

 

Logo que o sol nasceu saí do hostel para ir pra rodoviária (dessa vez sem dormir!) pegar o busão para Mostar, que saiu 8h. No começo a viagem é voltando pela mesma estrada que vem de Split, até de chega na fronteira com a Bósnia e aí entra pro interior do país. A viagem não foi muito longa, pouco depois das 11h já estava em Mostar. Fui direto no guichê comprar a passagem para Sarajevo na mesma tarde. Achei mais conveniente pegar o ônibus das 15h. Antes disso seria muito corrido, e depois disso o próximo só sairia às 18 ou 19h, não me lembro bem, mas achei que já seria muito tarde. Paguei a passagem em euros e peguei o troco em marcos para não precisar fazer câmbio, e realmente não é necessário, pois em tudo lá aceitavam euros, pelo menos nas duas cidades que eu passei, Mostar e Sarajevo. Além de comprar a passagem por 25 marcos ainda paguei 2 marcos no próprio guichê de vendas para guardarem a minha mochila.

 

A parte turística de Mostar é bem pequena, e percorri tudo a pé. O que realmente vale a visita é a vista da ponte que é linda, o rio tem uma cor incrível em dias de sol, e a arquitetura islâmica dá um charme na cidade. Recomendo subir no minarete da mesquita Koski Mehmed Pasha, que tem a vista mais bonita da ponte, e ainda se pode ver toda a cidade.

 

Se você ainda não percebeu, Mostar é uma cidade islâmica, e toda a Bósnia é um país de maioria islâmica. Foi minha primeira vez em um país com essa cultura, e fiquei apaixonada!! A arquitetura, o movimento do comércio, os artesanatos, é tudo tão diferente do que estamos acostumados. Como não sabia o quanto tradicionais os bósnios eram nesse dia fui para Mostar de calça e uma blusinha de manga, apesar do calor, mas eles são um povo bastante moderno e liberal, além do mais o país tem quantidade considerável de outras etnias, então não precisa ter uma preocupação tão grande com as roupas, só evite shots curtos, se não quiser atrair muitos olhares. Somente para entrar nas mesquitas é que exige um certo respeito, é bom usar calça ou saia longa e cobrir os ombros.

 

Agora escrevendo esse relato só me vem na cabeça coisas boas de Mostar e com toda certeza vale a visita, mas preciso falar de uma coisa que me incomodou bastante quando estava lá, que foi a quantidade de turistas. Por causa da proximidade com Dubrovnik, várias agências de viagem fazem tours de um dia em bate-e-volta, então a cidade estava lotada, e como o centro histórico é pequeno e as ruas de pedra são estreitas, tinha horas que chegava a formar engarrafamento de gente! Fiquei super irritada e acabei ficando menos tempo do que queria nessa área por isso.

 

Então resolvi sair do centro histórico, no caminho comi um burek, que é um tipo de massa folheada que eles comem por lá e tem várias opções do recheio, os mais comuns são carne, queijo, frango e espinafre. Achei uma delícia e então nesses dois dias que passei na Bósnia minha alimentação foi à base de burek de diferentes sabores rsrs. Na Croácia eles também comem, mas não vi em muito lugares… Segui para a outra parte turística de Mostar, que é a região do antigo front da guerra na cidade. Para ser sincera, se você quiser ver ruínas da guerra na Bósnia não precisa procurar nenhum lugar específico. É só andar por uma rua qualquer, em uma cidade qualquer, as marcas estão em todos os lugares. Mas em Mostar tem alguns prédios que são símbolos importantes e vale a pena passar para ver.

 

A essa altura já estava na hora de pegar o ônibus e voltei para a rodoviária. Cheguei em Sarajevo no fim da tarde, comprei logo a passagem de ônibus para Ljubljana para a noite seguinte, e ainda deu tempo de jantar outro burek e dar uma voltinha à toa pela cidade que estava super animada porque naquela noite tinha jogo da Bósnia na Copa do Mundo. Obviamente perderam e foram eliminados, e eu nem aguentei ficar acordada até a hora do jogo que começava meia noite.

 

Fiquei hospedada no hostel Travellers Home, altamente recomendado! Hostel pequeno, bem arrumado, super limpo e bem tranquilo, além de muito bem localizado, pertinho de tudo. Só não é muito perto da rodoviária e da estação de trem (elas ficam uma do lado da outra) e para chegar no hostel peguei um tram, mas dá para ir andando também, leva uns 20-25 minutos.

 

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Rua do bairro histórico de Mostar

 

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Mostar

 

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Mostar

 

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A ponte vista do alto do minarete

 

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Mais uma vez a famosa ponte

 

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A ponte de Mostar

 

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Escola de Musica de Mostar, no front da guerra

 

 

Gastos do dia:

Ônibus do Pile Gate para a rodoviária de Dubrovnik (1b) – 12 Kunas

Colocar a mochila no bagageiro – 10 Kunas

Ônibus de Mostar para Sarajevo – 25 marcos

Guarda-bagagem – 2 marcos

Burek – 3 marcos

Coca – 1,10 marcos (mercado)

Minarete – 8 marcos

Banheiro na rodoviária de Mostar – 1 marco

Souvenir – 3 marcos

Colocar a mochila no bagageiro – 1 marco

Ônibus de Sarajevo para Ljubljana – 45 euros

Tram em Sarajevo – 1,80 marcos

Hostel (1 noite) – 19,50 marcos

Burek – 3 marcos

Água (2L, mercado) – 1,05 marcos[/align]

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[align=justify][t3]Dia 13 – 22/06/14 – Sarajevo[/t3]

 

Esse seria meu único dia em Sarajevo, então acordei cedo para aproveitar o máximo. Como era domingo os museus fechariam ao meio dia, então reservei a parte da manhã para a visita de um deles. Existem 2 museus principais em Sarajevo. O Museu do Túnel fica afastado do centro da cidade e conta a história do cerco de Sarajevo e é possível visitar uma parte do túnel que ligava a cidade ao aeroporto, por onde chegavam os suprimentos. Tem também o Museu Histórico da Bósnia e Herzegovina, que foi o que eu escolhi para visitar, teoricamente tem uma visão mais ampla da história do país, mas o museu ainda está em construção e por enquanto a única coisa disponível é uma grande sala sobre a história do cerco e os crimes de guerra. O museu é muito interessante, mas eu esperava ver mais coisa sobre a história do país… Infelizmente muitos museus estão desativados desde a guerra, e os que estão abertos tem suas restrições, por mais que já tenham se passado cerca de 30 anos da guerra, o país ainda está se recuperando.

 

Fui para o museu andando, apesar de não ser pertinho, levei uns 20 minutos para chegar lá. Fica perto da rodoviária e da estação de trem. O caminho foi bem interessante, fui andando pela beira do rio e dá para ver os contrastes de uma cidade em recuperação. Várias fachadas cravejadas de balas contrastando com as estruturas modernas dos shopping centers e com a interessante nova ponte em frente ao Museu de Arte Moderna. Soma-se a isso vários canteiros de obras espalhados pela cidade.

 

Na volta do museu também fui andando de volta, desta vez por uma das principais avenidas da cidade, a Marsala Tita. Passei pelo monumento para as crianças mortas na guerra, pela chama eterna, até chegar ao bairro de Bascarsija, que foi o que eu mais gostei na cidade. O bairro é composto por várias ruelas cheia de lojas, restaurantes e cafeterias, tudo no estilo árabe. As grandes atrações do bairro são a Mesquita Gazi Hüsrev Bey Camii e a praça principal com sua fonte que é símbolo da cidade.

 

Depois segui para a ponte latina, um dos pontos mais importantes na história da cidade. Quando você estava na escola com certeza ouviu um milhão de vezes a história do assassinato do arquiduque austro-húngaro Francisco Ferdinando que deu início à Primeira Guerra Mundial. Pois bem, foi nessa ponte que morreram ele e sua esposa Sofia, e foi da esquina logo em frente que Gavrilo Princip disparou o tiro, existe uma placa marcando o local. Isso tudo aconteceu há 100 anos, em 28/06/1918. Lá tem também um museu sobre a dominação do Império Austro-Húngaro em Sarajevo, mas como estava fechado não sei dizer se vale a pena.

 

Uma coisa que acaba passando despercebida mas é que é legal reparar são as marcas no asfalto deixadas pelas explosões da guerra conhecidas com Sarajevo Roses, pela forma como lembram pétalas de rosa. Muitas delas são preenchidas com cera, e ficam como lembrança das marcas da guerra. É possível encontrá-las em vários lugares pela cidade.

 

Já estava chegando o fim da tarde e voltei para o hostel para pegar minha mochila e ir para a rodoviária. Dessa vez fui a pé para aproveitar e comer alguma coisa no caminho. Acabei parando no McDonalds da Marsala Tita, toda feliz achando que ia comer uma especialidade local, mas não tinha nada de diferente nos sanduíches… Pra quem não sabe o Mc Donalds tem sanduíches diferentes ao redor do mundo, geralmente inspirados por alguma coisa da culinária típica local, e eu que já adoro comer porcaria sempre faço uma visitinha para experimentar. Dessa vez minha decepção foi grande ao não encontrar um Mc Burek rsrs.

 

Preferi fazer o trajeto de Sarajevo para Ljubljana de ônibus, em primeiro lugar porque eu prefiro viajar de ônibus, e em segundo lugar porque o trem não é direto, é preciso trocar em Zagreb, o que de madrugada não seria legal. O ônibus era da Eurolines, era confortável, mas não tanto quanto os brasileiros, e o bom é que estava vazio. Daria pra dormir bem se não fosse toda hora ter que parar para a imigração, porque tem que cruzar a Croácia no caminho.

 

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Na frente desse prédio cravejado de balas ficava um shopping center super moderno

 

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O famoso Holliday Inn, hotel onde ficavam os jornalistas na época da guerra e que muitas vezes foi alvo

 

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Placa no Museu Histórico da Bósnie e Herzegovina que indicava a Avenida dos franco atiradores na época da guerra

 

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Praça da fonte

 

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As ruas de Bascarsija

 

22.06.14-Sarajevo-56.jpg

Foi daqui que Gavrilo Princip atirou para matar Francisco Ferdinando e começar a Primeira Guerra Mundial

 

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Há 100 anos atrás…

 

20140622_180544.jpg

Sarajevo Roses

 

 

Gastos do dia:

Museu – 5 marcos

Burek + coca – 5 marcos

Sorvete – 1 marco

Souvenir – 24 marcos

McDonalds – 18,50 marcos

Banheiro na rodoviária – 1 marco

Mochila no bagageiro do ônibus – 2 marcos[/align]

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Sensacional seu relato. Fotos lindissimas. Vc tem ideia dos seus gastos em reais? E um destino digamos"barato"?

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Oi Ana, obrigada!!

A viagem acabou saindo até mais barato do que eu esperava. Não foi a viagem mais barata que eu fiz, mas também não é tão caro quanto os países mais badalados da Europa. Na Croácia e na Bósnia dava pra comer em bons restaurantes gastando bem menos que no Brasil, e a hospedagem lá também é mais barata do que aqui. COmo as cidades lá são pequenas eu fazia quase tudo a pé, então de transporte só gastava o deslocamento entre as cidades, e não precisei usar avião. Já a Eslovênia é um pouco mais cara... Mas também nenhum absurdo, já já posto essa parte do relato.

Ainda não fechei certinho a conta dos gastos, mas acredito que no total gastei entre 6.000 a 6.500 reais, sendo que mais ou menos a metade disso foi só a passagem aérea que foi carésima porque comprei em cima da hora

Então classificaria como um destino de gasto médio... não foi super barato mas também está longe de ser uma viagem muito cara

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Adorando seu relato... pq esse roteiro pela Croácia sempre é complicado... um monte de gente faz de carro e eu queria que alguém me contasse como faz de ônibus!! Valeu!!! kkkk

 

Esperando Eslovênia!

:)

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Juliana foi super tranquilo fazer tudo de ônibus! Os horários foram confiáveis, os motoristas falavam um pouco de inglês, não tive problema nenhum. Só achei os ônibus lá um pouquinho apertados, não são tão confortáveis como os daqui

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Mas as viagens não são muito longas certo? Poucas horas dá pra encarar, rs.

Será que dá pra ir de Sarajevo pra Belgrado? De busão?

:)

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Em média os trajetos são de umas 4 a 5 horas, dá pra encarar tranquilo.

De Sarajevo pra Belgrado também não é longe, deve ser mais ou menos esse tempo, talvez um pouco mais por causa da imigração. Sei que tem ônibus direto porque vi na rodoviária, mas não sei te dizer horários...

O único trajeto longo que eu fiz foi de Sarajevo pra Ljubljana, que foi uma noite inteira, mas mesmo assim foi tranquilo, a maioria das fronteiras por lá nem precisa descer do busão

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[align=justify][t3]Dia 14 – 23/06/14 – Ljubljana[/t3]

 

Cheguei a Ljubljana bem cedinho, a rodoviária fica junto com a estação de trem e pertinho do centro histórico, fui andando para hostel. O hostel mais famoso de lá é Celica, que é caro e estava lotado, então fiquei em outro chamado H2Ostel. A localização é excelente, do lado da ponte dos dragões, mas não gostei muito de lá… O que não me agradou é que os quartos eram como mini apartamentos, com o banheiro e a cozinha dentro, e era um saco quando eu já estava na cama pra dormir e algum sem noção resolvia cozinhar o jantar meia noite fazendo maior barulheira e deixando cheiro de comida no quarto todo. A limpeza também não é o forte lá.

 

A Eslovênia usa o Euro, e a diferença nos preços das coisas foi sensível, bem mais caro que a Croácia e a Bósnia, mas ainda assim bem mais barato que a Europa Ocidental. Fui no supermercado comprar umas coisas para o café da manhã dos dias que estaria por lá, e depois segui para o centro histórico caminhando pelo rio e passando pelo mercado da cidade que é imperdível.

 

Fiz o Free Tour que sai todos os dias às 11h e às 15h da escadaria da igreja na praça Preseren. A visita passou por todo o centro histórico, explicando sobre as diferentes épocas da cidade. Deixei 5 euros de gorjeta. Valeu a pena, mas provavelmente foi o free tour mais fraco que já fiz.

 

Depois do tour eu e mais um monte de gente do tour foi comer em um lugar que o guia indicou que é tipo um fast food que vende a salsicha típica da Eslovênia, você pode pedir a linguiça com pão ou ensopado. Não sou muito fã, mas vale a pena experimentar. Esse lugar chama Klobasarna e na rua lateral da catedral, perto da porte tripla.

 

De lá a próxima parada foi no Castelo de Ljubljana. Para chegar lá você pode subir por um funicular ou por trilha, que é bem tranquila. Eu subi pelo funicular e desci pela trilha para conhecer, mas a trilha é só para economia mesmo, não tem nada de interessante. O mais legal do castelo é a vista da torre, de onde dá para ver toda a cidade.

 

No fim da tarde comi uma pizza na beira do rio e depois voltei para o hostel para dormir cedo já que a noite anterior no ônibus não tinha rendido muito, inclusive confesso que cochilei durante algumas das explicações do guia do free tour rs.

 

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A ponte dos dragões, símbolo da cidade

 

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Ponte tripla e Praça Preseren

 

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Centro histórico de Ljubljana

 

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Rio Ljubljanica

 

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Dizem que a noite os dragões abanam o rabo para as virgens que passam…

 

 

Gastos do dia:

Hostel (3 noites) – 46 euros

Compras no mercado – 6,57 euros

Free tour – 5 euros

Pão com linguiça + cerveja – 5,10 euros

Castelo (bilhete incluindo funicular e entrada da torre) – 8 euros

Pizza + 2 chopps – 14 euros[/align]

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