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Koslinsky

Joinville a Ushuaia de carro [2014-02 Uruguai, Patagônia Argentina e Chilena]

Posts Recomendados

[t1]33 dias viajando de carro pela Patagônia argentina e chilena[/t1]

Período de viagem: 01 fevereiro a 05 de março de 2014

 

[t1]Preparação[/t1]

 

[t3]Roteiro[/t3]

 

Há um tempo, meu namorado e eu lemos um relato do Roy Rudnick, autor do livro Mundo Por Terra em conjunto com Michelle Weiss. O relato descrevia a sua viagem de moto em 1999 a Ushuaia (http://www.mundoporterra.com.br/outras-aventuras/1999-2000-ushuaia-a-rota-do-fim-do-mundo-roy-rudnick/). A partir daí começamos a nos imaginar refazendo o percurso ao extremo sul da América.

 

Já tínhamos ouvido falar sobre as muitas belezas da Patagônia, mas elas até então pareciam bem distantes. E o que mais nos preocupava era como ir, pois não tínhamos um veículo 4x4. Em um bate-papo dos autores do livro Mundo Por Terra numa livraria em Joinville, perguntamos se era possível irmos pra Ushuaia com um carro popular e a resposta foi bem positiva. E para completar, pouco tempo depois vi uma reportagem de uma viagem muito parecida saindo de uma cidade próxima feita de Fusca (http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2012/09/quatro-amigos-vao-ate-cidade-mais-ao-sul-do-mundo-bordo-de-um-fusca.html).

 

Depois disso, começamos a estruturar nosso próprio roteiro, pesquisar o que precisaríamos, ler muitos blogs e relatos aqui do Mochileiros.com. E conforme encontramos informações mais dúvidas também surgiam.

 

Por isso, aqui neste post, seguem informações, planejamento e relato para ajudar quem tem como destino a cidade de Ushuaia ou mesmo a Patagônia.

 

Nosso objetivo inicial era de Joinville ir para Ushuaia pela Ruta 40, oeste da Argentina, e pela Carretera Austral, no Chile, e retornar pela Ruta 3, litoral argentino. Mas, ficamos com muitas dúvidas a respeito do tempo que levaríamos, pois eu tinha apenas 32 dias de férias. Então decidimos fazer o trajeto contrário, porque pelo litoral a distância até Ushuaia era menor e, por estarmos descansados, conseguiríamos fazer uma maior quilometragem diariamente.

 

Tínhamos em mente visitar, além de Ushuaia, a Península Valdés, Parque Nacional Torres del Paine, Parque Nacional Los Glaciares em El Calafate e El Chaltén, Cueva de las Manos no Vale do rio Pinturas, Capillas de Mármol, Parque Nacional Queulat, Parque Nacional los Arrayanes e o Museu Municipal Ernesto Bachmann em Villa El Chocón.

 

Depois de muita pesquisa e análise da quilometragem fizemos um roteiro para 32 dias:

 

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Tínhamos a possibilidade de ficarmos mais dois dias viajando, mas preferimos deixar esse tempo disponível para alguma eventualidade.

 

Nossa viagem teve o seguinte trajeto:

Fonte: http://www.goprotravelling.com/trip/a4458b0764e4fb27ecf120558edcc5f1

 

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[t3]Bagagem[/t3]

 

Documentos necessários

 

Além do roteiro tínhamos muito que organizar. Por ser uma viagem internacional precisávamos prestar atenção à documentação. Levamos para a viagem:

 

  • Passaporte: O passaporte não é documento obrigatório em países do MERCOSUL. Somente o RG é suficiente para visitar Uruguai, Argentina e Chile. Mas, o levamos para facilitar os processos de entrada e saída nas aduanas. Para fazer o passaporte existe uma taxa de R$ 156,00 e ele é válido por 5 anos (Mais informações em:
http://www.dpf.gov.br/servicos/passaporte/requerer-passaporte/requerer-passaporte)
 
CNH – Carteira Nacional de Habilitação: Levamos nossa carteira de motorista nacional apesar de existir uma carteira de habilitação internacional chamada PID (Permissão Internacional para Dirigir). Se diz ser necessária para entrar no Chile, porém este documento não é cobrado. Mais informações sobre o PID em: http://www.denatran.gov.br/informativos/20070611_permissao_internacional.htm.
 
CRLV - Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo: A documentação do veículo precisa estar no nome do condutor/motorista principal. Caso não esteja é necessário uma autorização do proprietário do veículo registrada em cartório e com firma reconhecida em cada consulado dos países visitados. Pelo que pesquisamos este processo é bem trabalhoso. Não precisamos dele porque o carro estava no nome do condutor.
 
Seguro Carta Verde: seguro obrigatório para entrada no Uruguai e na Argentina. É necessário que o seguro cubra as datas em que o veículo vai ficar em território argentino e uruguaio. Para a nossa carta verde pagamos R$ 270,00 na HDI Seguros para o período de 31/01/2014 a 07/03/2014. Ela cobria também o território chileno, apesar de não ser obrigatório.

 

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Além destes documentos, levamos RG, CPF, Comprovante de residência brasileira... que não foram necessários durante a viagem. E por segurança, fizemos cópias dos documentos que tínhamos e salvamos em uma pasta online.

 

Precisamos apresentar nossos documentos somente nas aduanas (Passaporte, CNH, CRLV e Carta Verde), reserva de hotel (normalmente passaporte) e quando fomos parados pela polícia nas barreiras fitossanitárias. E não tivemos nenhum contratempo.

 

Itens obrigatórios

 

Vimos também que alguns itens, além dos que já estamos acostumados a ter, eram obrigatórios no carro:

 

  • Cambão: compramos um cambão pelo Mercado Livre por 100 reais.
    Triângulo adicional: na Argentina são obrigatórios dois triângulos. Conseguimos o segundo triângulo emprestado.
    Cadenas: são as correntes que vão nos pneus, em caso de neve. Como viajamos somente no verão não precisamos delas.

 

Não é necessário ter lençol branco, kit de primeiros socorros e outros equipamentos que se comenta ser necessário para entrar nesses países. Lemos muitos relatos de tentativas de extorsão pela polícia, principalmente argentina, usando do argumento de que o visitante não continha todos os itens obrigatórios. E através de uma sugestão daqui do Mochileiros.com estudamos bem as obrigações no trânsito.

 

Felizmente nenhum item nos foi solicitado e não tivemos nenhum problema ou indisposição com a polícia. E de modo geral fomos muito bem tratados durante toda a visita.

 

Bagagem

 

Os demais itens que levamos foram basicamente itens pessoais como roupas, materiais para acampamento e comida.

 

Nem tudo o que levamos, nós usamos. Principalmente roupas, nós conseguimos aproveitar o uso porque conseguíamos lavá-las nos hotéis e hostels que ficamos.

 

Segue abaixo a lista da nossa bagagem por categoria.

 

ELETRÔNICO

Importante: Levamos várias baterias extras (porque não sabíamos qual o periodicidade que recarregaríamos as baterias), pendrives e HDs externos (para backups das fotos).

 

  • • Notebook
    • Carregador de notebook
    • Mouse
    • Pilha AA
    • Câmera digital Sony TX20
    • Carregador e cabo da câmera
    • Bateria extra
    • Cartão de memória extra
    • Câmera digital Sony DSC W320
    • Carregador da câmera
    • Cabo USB da câmera
    • Tripé
    • Câmera GoPro
    • Carregador da câmera
    • Bateria extra
    • Adaptador cartão SD
    • Acessórios
    • Tripé grande
    • GPS Garmim
    • Cabo do GPS
    • Pilhas extras GPS normais
    • Pilhas recarregáveis GPS
    • Carregador de pilhas GPS
    • Adaptador veicular USB
    • Celular
    • Carregador de celular
    • Bateria extra do celular e cabo
    • HD externo e cabo USB
    • Pendrive
    • Inversor 12V para 110V
    • Suporte automotivo para GPS/Celular
    • Cabo de rede

VESTUÁRIO

Eu levei muitas roupas de frio, mas não usei todas. Basicamente usei uma segunda pele não tão quente, um fleece grosso e um corta-vento. É importante ter um bom corta-vento, porque o vento patagônico tem uma força surpreendente.

 

  • • Blusa manga curta/camiseta
    • Blusa manga comprida
    • Blusa segunda pele
    • Blusa de lã/fleece
    • Jaqueta impermeável/Corta-vento
    • Casaco sobretudo
    • Cachecol/lenço
    • Calção/Bermuda/Shorts
    • Calça segunda pele
    • Calça legging
    • Calça jeans
    • Calça impermeável
    • Chinelo
    • Tênis
    • Bota de caminhada
    • Bota de montaria
    • Meia grossa e fina
    • Calcinha/Cueca e Sutiã
    • Roupa de banho (biquini/sunga)
    • Pijama
    • Luva (segunda pele e lã)
    • Chapéu/Boné/Touca
    • Óculos de leitura
    • Óculos de sol
    • Relógio

HIGIENE

Como o tempo é muito seco em boa parte da Patagônia argentina usamos muito hidratante e protetor solar.

 

  • • Aparelho de barbear, lâminas e creme
    • Cotonete
    • Creme hidratante corporal e facial
    • Desodorante
    • Escova de cabelo/pente
    • Escova de dente e pasta, fio dental e flúor
    • Espelho
    • Gel fixador
    • Lenço umedecido
    • Papel higiênico
    • Protetor solar corporal, facial e labial
    • Repelente
    • Sabonete
    • Shampoo, Condicionador e Shampoo seco
    • Talco
    • Toalha de banho e rosto

LAVANDERIA

Levamos alguns itens para podermos lavar nossas roupas, o que foi muito útil.

 

  • • Balde pequeno
    • Escova
    • Sabão líquido

MATERIAL DE CAMPING

 

  • • Agulha e linha
    • Apito
    • Barraca
    • Bastão de caminhada
    • Binóculo
    • Bússola
    • Camelback e Cantil
    • Canivete multiuso
    • Capa de chuva para a mochila
    • Capa para chuva
    • Clorin
    • Cobertor térmico aluminizado
    • Cobertor
    • Combustível
    • Cordas multiuso
    • Fita adesiva (silvertape)
    • Impermeabilizante de barraca
    • Isolante térmico
    • Lanterna de cabeça
    • Lanterna de mão e pilhas
    • Lona plástica
    • Mochila cargueira e de ataque
    • Pano para limpar a barraca
    • Prendedores de roupa
    • Saco de dormir
    • Sacos plásticos
    • Termômetro
    • Tesoura

COZINHA

 

  • • Abridor de latas e garrafa
    • Caixa térmica
    • Copos ou canecas
    • Detergente e esponja para a louça
    • Faca e afiador
    • Espiriteira
    • Fogareiro e gás
    • Fósforos, isqueiro e pederneira
    • Garrafa térmica
    • Guardanapos
    • Panelas
    • Pote plástico com tampa
    • Pratos
    • Talheres

OUTROS

 

  • • Benjamim (T)
    • Caixas organizadoras (plástico e papelão)
    • Dicionário espanhol
    • Mapas

CARRO

Levamos um galão para gasolina, porque sabíamos que poderíamos sofrer com a falta de postos ou de combustível. Felizmente não tivemos nenhum aperto para usarmos a gasolina do galão.

 

  • • Cabo para chupeta
    • Cambão
    • Ferramentas
    • Galão para gasolina e Mangueira
    • Triângulo extra

MEDICAMENTOS

Levamos alguns medicamentos que consideramos importantes. Usamos bastante analgésico e tomamos vitamina C no início da viagem para manter a imunidade alta.

 

  • • Analgésico e Relaxante Muscular - Dorflex
    • Analgésico Neosaldina e Resfenol
    • Antialérgico
    • Antiespasmódico (para cólica)
    • Bala de gengibre (para enjoos em viagens de carro/cinetose)
    • Band Aid
    • Bepantol
    • Cataflan
    • Colírio
    • Comprimidos para náusea e vômitos - Dramin
    • Descongestionante nasal
    • Hidrafix (desidratação, prevenção de perdas de água e sais minerais)
    • Hipoglós
    • Mertiolate
    • Nexcare Fita Protetora para os pés
    • Sal de frutas
    • Vitamina C – Cebion

ALIMENTOS

 

É proibido passar pelas aduanas ou pelas barreiras fitossanitárias com comida fresca como frutas, verduras, carnes e laticínios. Mas é possível levar bastante comida, desde que seja industrializada e esteja lacrada.

 

Levamos comida pré-cozida (Vapza http://www.vapza.com.br/), macarrão, molhos prontos, queijo ralado tipo parmesão, sopas instantâneas, polenta, sucos de caixa, latas de milho, atum e legumes, biscoitos, torradas, farinha láctea, leite em pó, café, chá, sucrilhos, achocolatado... e até erva pro chimarrão.

 

Como estávamos de carro, conseguimos levar muita coisa, desde travesseiro a refrigerante 2 litros que ganhamos em Pelotas-RS.

 

Levando bastante comida conseguimos economizar nas refeições, que não eram baratas.

 

[t3]Orçamento[/t3]

 

Estimativa da viagem

 

Tendo em vista que andaríamos mais de 11 mil km com pedágios, visitaríamos parques, dormiríamos vários dias em hotéis e outros em campings, atravessaríamos o Mar De La Plata para Buenos Aires e o Estreito de Magalhães e faríamos algumas refeições em restaurantes, estimamos a viagem dessa forma:

 

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Já imaginávamos que a viagem custaria menos que o orçamento inicial. Porém queríamos estar prevenidos.

 

No fim, gastamos menos que 75% do orçado.

 

Gasolina estava bastante barata na Argentina, conseguimos não abastecer no Uruguai, em que a gasolina é cara, e abastecemos o mínimo possível no Chile. Além disso, conseguimos ótimos câmbios.

 

Mesmo fazendo o Big Ice em El Calafate, o valor gasto com passeios foi muito menor do orçado, porque a entrada da maioria dos parques era gratuita ou barata. Praticamente não fizemos passeios com agências, o que barateia bastante a viagem.

 

O único gasto que tivemos além do imaginado foi com a hospedagem. Gastamos mais de 50% do que havíamos previsto.

 

No fim da viagem os gastos foram os seguintes:

 

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Azul: Gastamos menos do que planejado

Amarelo: Gastamos praticamente o mesmo valor

Vermelho: Gastamos a mais do que o planejado

 

Câmbio

Tínhamos pensado inicialmente em levar a maioria do dinheiro em cartões pré-pagos (Visa Travel Money - www.visa.com.br/site/pessoas/cartoes/pre-pago/visa-travel-money), porém um mês antes da viagem o governo brasileiro aumentou a alíquota do IOF dos cartões e cheques pré-pagos de 0,38% para 6,38%, igual a do cartão de crédito.

 

Então decidimos levar cartões de débito e crédito somente para uma eventualidade, porque não queríamos pagar o IOF.

 

Como o câmbio influenciaria nos números da viagem e sabíamos que a cotação era muito melhor fora do que nas casas de câmbio do Brasil, deixamos pra trocar a maior parte do valor durante a viagem.

 

A melhor cotação que encontramos em Joinville – SC foi na MultiMoney (www.lojamultimoney.com.br), em que pagamos:

 

  • • Peso argentino 0,3187 reais
    • Peso chileno 0,0050647 reais
    • Peso uruguaio 0,1287 reais

Trocando dinheiro pela viagem, as médias das cotações conseguimos foram:

 

  • • Peso argentino 0,2563 reais
    • Peso chileno 0,005158 reais
    • Peso uruguaio 0,1190 reais

O peso argentino tinha uma cotação muito boa, principalmente em Buenos Aires.

 

A troca de peso chileno não foi tão fácil. Trocamos dinheiro em Puerto Natales e em Coyhaique. Em Puerto Natales, por ser turística, foi fácil encontrar um lugar para trocar dinheiro. Mas, em Coyhaique, mesmo sendo uma cidade grande, demoramos a achar um lugar que aceitasse reais.

 

Apesar de algumas dificuldades que tivemos pra o câmbio, valeu a pena trocarmos o dinheiro pelo caminho. No decorrer do relato, falo um pouco mais a respeito dos câmbios realizados.

 

 

A seguir, relato da viagem. Espero que gostem :wink:

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Olá Koslinsky, estarei acompanhando seu relato ::cool:::'>

 

Muito bem explicado o seu post, parabéns.. Me diz uma coisa, com qual carro vocês realizaram a viajem ?

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[t1]Dia 01 - 01/02/2014 – Joinville a Chuy[/t1]

 


  • • Quilometragem do dia: 1.126
    • Quilometragem acumulada da viagem: 1.126
    • Gasto aproximado do dia em reais: R$ 946,80

Com tudo planejado e com a bagagem arrumada no carro, uma Zafira, saímos de Joinville em Santa Catarina às 3h30 da madrugada. A viagem foi tranquila, mas a quilometragem foi longa. Almoçamos em um posto de gasolina e passamos no início da tarde pela Estação Ecológica do Taim no sul do Rio Grande do Sul. Atravessamos a reserva pela BR-471. É uma planície alagada muito bonita.

 

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Antes de entrarmos no Uruguai, enchemos o tanque do carro em um posto de Chui. O litro da gasolina estava por R$ 3,13. Mas era a melhor escolha, pois tinham nos dito que no Uruguai a gasolina estava entre R$ 4,65 a R$ 5,20.

 

Chegamos ao Uruguai às 16 horas, mas só passamos pela aduana no dia seguinte.

 

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Ao chegarmos à cidade de Chuy no Uruguai, cidade vizinha a Chuí do Rio Grande do Sul, procuramos um hotel e fomos às compras.

 

As cidades de Chuy e Chuí são separadas apenas por uma avenida, que possui diversos Free Shops do lado uruguaio.

 

Queríamos fazer algumas compras, mas infelizmente o dólar estava alto (cerca de R$ 2,50) e as compras não eram tão vantajosas. Compramos apenas um visor que estávamos procurando para nossa câmera.

 

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Jantamos em uma pizzaria da avenida principal e fomos para o hotel que encontramos umas horas antes.

 

Neste primeiro dia, ficamos hospedados no Hotel Alerces.

 

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[t3]Mais informações[/t3]

 

Atrações e pontos interessantes

 


  • • Estação Ecológica do Taim

 

Hospedagem

 

Hotel Alerces – Mediano ::cool:::'>

Endereço: Rua Laguna de Castillos 578, Centro, Chuy

Página: https://www.facebook.com/pages/Hotel-Alerces/119013651513682

Preço: R$ 180,00 para quarto de casal com ar condicionado. Café da manhã incluso. Com estacionamento.

O quarto do hotel era bastante simples.

 

Gastos do dia

 

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[t1]Dia 02 - 02/02/2014 – Chuy a Colonia Del Sacramento, passando por Punta Del Este e Montevideo[/t1]


  • • Quilometragem do dia: 550
    • Quilometragem acumulada da viagem: 1.676
    • Gasto aproximado do dia em reais: R$ 806,08

No segundo dia, saímos por volta das 7h20 da manhã do Hotel Alerces em direção a Montevideo.

 

No fim da cidade de Chuy, pela ruta 9, obrigatoriamente se passa pela aduana uruguaia. Depois de carimbarmos o passaporte e mostrarmos os documentos necessários, foi feita uma breve revista no carro. Já neste momento não podíamos passar com alimentos frescos.

 

O processo é bastante simples e como não havia filas, apenas mais um casal na aduana, o trâmite não levou mais que 20 minutos.

 

Seguimos pela ruta 9 em direção a Montevideo. Neste dia a previsão era de tempestades fortes com temperatura máxima de 28 graus centigrados. Felizmente pegamos apenas chuva fraca desde que saímos do hotel.

 

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Por volta das 10 horas da manhã passamos por um placa apontando Punta del Este e resolvemos entrar para conhecer a cidade. Pela ruta 39 que leva até Punta del Este, passamos uma pequena cidade no caminho chamada San Carlos. Neste trecho precisamos ir um pouco mais devagar por causa do tráfego de carros, mas nada que pudéssemos chamar de trânsito. Cidade bem bonitinha.

 

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Já em Punta del Este visitamos o Monumento ao Afogado (Monumento al Ahogado) e contornamos a cidade avistando as praias.

 

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Como havia uma chuva fraca, as ruas estavam bem vazias e o mar bastante cinza.

 

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Retornamos para a estrada e seguimos para Montevideo.

 

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Nosso objetivo ao chegar a Montevideo era comprar a travessia do Mar de la Plata de Colonia del Sacramento para Buenos Aires para o dia seguinte.

 

Nós tentamos diversas vezes comprar a passagem pelo site da Seacat (www.seacatcolonia.com.ar), mas todas as tentativas falharam. O site não conseguia completar a compra. Então, resolvermos passar pelo ponto de venda em Montevideo (Calle Río Negro, 1400 esq. Colonia. Aberto de segunda a sexta das 9h às 19h, e aos sábados das 9h às 12h) e comprar pessoalmente os tickets.

 

Ao chegarmos em Montevideo, próximo do meio-dia, fomos comprar nossa passagem para Buenos Aires. Os valores da passagem pela empresa Seacat, que opera com o barco da Buquebus para transporte de carros (creio que sejam a mesma empresa ou tenham alguma parceria) foram de: 4.086 pesos uruguaios ($ 2.430 para o transporte do carro + $ 828 para cada passageiro).

 

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Não tínhamos pesos uruguaios suficientes então pedimos para pagar em peso argentino. Infelizmente a empresa não faz a conversão da moeda e se quiséssemos pagar em peso argentino teríamos o mesmo valor de 4.086 em pesos argentinos. O que sairia muito mais caro.

 

Achamos uma casa se câmbio no mesmo prédio e compramos 5.000 pesos uruguaios para o pagamento da balsa. Pagamos R$ 0,1190 por peso.

 

Depois os tickets comprados, andamos um pouco por Montevideo e paramos para almoçar no Mercado del Puerto.

 

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O Mercado del Puerto (Pérez Castellano, esquina com Rambla 25 de agosto de 1825) é um dos pontos turísticos de Montevideo e possui diversos restaurantes que aceitam reais. Quase só ouvíamos português no lugar.

 

Almoçamos um delicioso bife de chorizo (545 pesos uruguaios para duas pessoas).

 

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Depois do almoço, próximo das 15h30, compramos um suvenir e saímos em direção a Colonia del Sacramento. Chegamos lá por volta das 17 horas.

 

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Desde Chuy até Colonia foram 4 pedágios de 55 pesos uruguaios cada. Com o peso a R$ 0,12, pagamos em torno de R$ 6,60 cada pedágio. É importante lembrar que nos pedágios apenas se aceita a moeda local.

 

Em Colonia del Sacramento encontramos um ótimo hostel chamado El Español. Após fazermos o check-in no hostel saímos para caminhar pela cidade. Deste hostel até o bairro histórico são aproximadamente 600 metros.

 

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O bairro histórico de Colonia mistura a colonização portuguesa com espanhola. Em várias ruas é não permitida a entrada de veículos, o que deixa o bairro mais tranquilo.

 

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Uma rua, Calle de los Suspiros, é muito famosa, porém todas que a cercam também são muito charmosas.

 

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No centro do bairro histórico encontra-se um farol em meio a ruínas. Para visitar o farol e avistar o bairro do alto é preciso pagar um ingresso de 20 pesos uruguaios (aproximadamente 2 reais).

 

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Alguns carros antigos e carroças são usados para decoração nas ruas. Vimos até um carro antigo sendo usado como uma pequena sala para um jantar romântico.

 

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Visitamos a pequena Basílica do Santíssimo Sacramento e Muelle Viejo.

 

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Tomamos uma cerveja acompanhando o por do sol e voltamos para hostel onde preparamos o jantar.

 

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[t3]Mais informações[/t3]

 

Atrações e pontos interessantes

 


  • • Monumento al Ahogado: monumento de 1982 presente na Praia Brava em Punta del Este.
    • Obelisco a los Constituyentes de 1830
    • Parlamento
    • Mercado del Puerto
    • Bairro histórico de Colonia del Sacramento (Portão da Fortaleza, Canhões, Farol, Basílica do Santíssimo Sacramento, Muelle Viejo...)

 

Hospedagem

 

Hotel El Español – Bom ::cool:::'> ::cool:::'>

Endereço: Manuel de Lobos 377, Colonia del Sacramento, Montevideo

Página: http://www.hostelelespaniol.com

Preço: 1.000,00 pesos uruguaios, aproximadamente 120,00 reais para quarto de casal com banheiro privativo. Café da manhã incluso. Sem estacionamento.

O hostel possui uma cozinha bem ampla para uso dos hóspedes. Ótima localização, a 10 minutos a pé do farol no bairro histórico.

 

Gastos do dia

 

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