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Joinville a Ushuaia de carro [2014-02 Uruguai, Patagônia Argentina e Chilena]

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33 dias viajando de carro pela Patagônia argentina e chilena

Período de viagem: 01 fevereiro a 05 de março de 2014

 

Preparação

 

Roteiro

 

Há um tempo, meu namorado e eu lemos um relato do Roy Rudnick, autor do livro Mundo Por Terra em conjunto com Michelle Weiss. O relato descrevia a sua viagem de moto em 1999 a Ushuaia (http://www.mundoporterra.com.br/outras-aventuras/1999-2000-ushuaia-a-rota-do-fim-do-mundo-roy-rudnick/). A partir daí começamos a nos imaginar refazendo o percurso ao extremo sul da América.

 

Já tínhamos ouvido falar sobre as muitas belezas da Patagônia, mas elas até então pareciam bem distantes. E o que mais nos preocupava era como ir, pois não tínhamos um veículo 4x4. Em um bate-papo dos autores do livro Mundo Por Terra numa livraria em Joinville, perguntamos se era possível irmos pra Ushuaia com um carro popular e a resposta foi bem positiva. E para completar, pouco tempo depois vi uma reportagem de uma viagem muito parecida saindo de uma cidade próxima feita de Fusca (http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2012/09/quatro-amigos-vao-ate-cidade-mais-ao-sul-do-mundo-bordo-de-um-fusca.html).

 

Depois disso, começamos a estruturar nosso próprio roteiro, pesquisar o que precisaríamos, ler muitos blogs e relatos aqui do Mochileiros.com. E conforme encontramos informações mais dúvidas também surgiam.

 

Por isso, aqui neste post, seguem informações, planejamento e relato para ajudar quem tem como destino a cidade de Ushuaia ou mesmo a Patagônia.

 

Nosso objetivo inicial era de Joinville ir para Ushuaia pela Ruta 40, oeste da Argentina, e pela Carretera Austral, no Chile, e retornar pela Ruta 3, litoral argentino. Mas, ficamos com muitas dúvidas a respeito do tempo que levaríamos, pois eu tinha apenas 32 dias de férias. Então decidimos fazer o trajeto contrário, porque pelo litoral a distância até Ushuaia era menor e, por estarmos descansados, conseguiríamos fazer uma maior quilometragem diariamente.

 

Tínhamos em mente visitar, além de Ushuaia, a Península Valdés, Parque Nacional Torres del Paine, Parque Nacional Los Glaciares em El Calafate e El Chaltén, Cueva de las Manos no Vale do rio Pinturas, Capillas de Mármol, Parque Nacional Queulat, Parque Nacional los Arrayanes e o Museu Municipal Ernesto Bachmann em Villa El Chocón.

 

Depois de muita pesquisa e análise da quilometragem fizemos um roteiro para 32 dias:

 

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Tínhamos a possibilidade de ficarmos mais dois dias viajando, mas preferimos deixar esse tempo disponível para alguma eventualidade.

 

Nossa viagem teve o seguinte trajeto:

Fonte: http://www.goprotravelling.com/trip/a4458b0764e4fb27ecf120558edcc5f1

 

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[t3]Bagagem[/t3]

 

Documentos necessários

 

Além do roteiro tínhamos muito que organizar. Por ser uma viagem internacional precisávamos prestar atenção à documentação. Levamos para a viagem:

 

  • Passaporte: O passaporte não é documento obrigatório em países do MERCOSUL. Somente o RG é suficiente para visitar Uruguai, Argentina e Chile. Mas, o levamos para facilitar os processos de entrada e saída nas aduanas. Para fazer o passaporte existe uma taxa de R$ 156,00 e ele é válido por 5 anos (Mais informações em:

http://www.dpf.gov.br/servicos/passaporte/requerer-passaporte/requerer-passaporte)
 
CNH – Carteira Nacional de Habilitação: Levamos nossa carteira de motorista nacional apesar de existir uma carteira de habilitação internacional chamada PID (Permissão Internacional para Dirigir). Se diz ser necessária para entrar no Chile, porém este documento não é cobrado. Mais informações sobre o PID em: http://www.denatran.gov.br/informativos/20070611_permissao_internacional.htm.
 
CRLV - Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo: A documentação do veículo precisa estar no nome do condutor/motorista principal. Caso não esteja é necessário uma autorização do proprietário do veículo registrada em cartório e com firma reconhecida em cada consulado dos países visitados. Pelo que pesquisamos este processo é bem trabalhoso. Não precisamos dele porque o carro estava no nome do condutor.
 
Seguro Carta Verde: seguro obrigatório para entrada no Uruguai e na Argentina. É necessário que o seguro cubra as datas em que o veículo vai ficar em território argentino e uruguaio. Para a nossa carta verde pagamos R$ 270,00 na HDI Seguros para o período de 31/01/2014 a 07/03/2014. Ela cobria também o território chileno, apesar de não ser obrigatório.

 

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Além destes documentos, levamos RG, CPF, Comprovante de residência brasileira... que não foram necessários durante a viagem. E por segurança, fizemos cópias dos documentos que tínhamos e salvamos em uma pasta online.

 

Precisamos apresentar nossos documentos somente nas aduanas (Passaporte, CNH, CRLV e Carta Verde), reserva de hotel (normalmente passaporte) e quando fomos parados pela polícia nas barreiras fitossanitárias. E não tivemos nenhum contratempo.

 

Itens obrigatórios

 

Vimos também que alguns itens, além dos que já estamos acostumados a ter, eram obrigatórios no carro:

 

  • Cambão: compramos um cambão pelo Mercado Livre por 100 reais.
    Triângulo adicional: na Argentina são obrigatórios dois triângulos. Conseguimos o segundo triângulo emprestado.
    Cadenas: são as correntes que vão nos pneus, em caso de neve. Como viajamos somente no verão não precisamos delas.

 

Não é necessário ter lençol branco, kit de primeiros socorros e outros equipamentos que se comenta ser necessário para entrar nesses países. Lemos muitos relatos de tentativas de extorsão pela polícia, principalmente argentina, usando do argumento de que o visitante não continha todos os itens obrigatórios. E através de uma sugestão daqui do Mochileiros.com estudamos bem as obrigações no trânsito.

 

Felizmente nenhum item nos foi solicitado e não tivemos nenhum problema ou indisposição com a polícia. E de modo geral fomos muito bem tratados durante toda a visita.

 

Bagagem

 

Os demais itens que levamos foram basicamente itens pessoais como roupas, materiais para acampamento e comida.

 

Nem tudo o que levamos, nós usamos. Principalmente roupas, nós conseguimos aproveitar o uso porque conseguíamos lavá-las nos hotéis e hostels que ficamos.

 

Segue abaixo a lista da nossa bagagem por categoria.

 

ELETRÔNICO

Importante: Levamos várias baterias extras (porque não sabíamos qual o periodicidade que recarregaríamos as baterias), pendrives e HDs externos (para backups das fotos).

 

  • • Notebook
    • Carregador de notebook
    • Mouse
    • Pilha AA
    • Câmera digital Sony TX20
    • Carregador e cabo da câmera
    • Bateria extra
    • Cartão de memória extra
    • Câmera digital Sony DSC W320
    • Carregador da câmera
    • Cabo USB da câmera
    • Tripé
    • Câmera GoPro
    • Carregador da câmera
    • Bateria extra
    • Adaptador cartão SD
    • Acessórios
    • Tripé grande
    • GPS Garmim
    • Cabo do GPS
    • Pilhas extras GPS normais
    • Pilhas recarregáveis GPS
    • Carregador de pilhas GPS
    • Adaptador veicular USB
    • Celular
    • Carregador de celular
    • Bateria extra do celular e cabo
    • HD externo e cabo USB
    • Pendrive
    • Inversor 12V para 110V
    • Suporte automotivo para GPS/Celular
    • Cabo de rede

VESTUÁRIO

Eu levei muitas roupas de frio, mas não usei todas. Basicamente usei uma segunda pele não tão quente, um fleece grosso e um corta-vento. É importante ter um bom corta-vento, porque o vento patagônico tem uma força surpreendente.

 

  • • Blusa manga curta/camiseta
    • Blusa manga comprida
    • Blusa segunda pele
    • Blusa de lã/fleece
    • Jaqueta impermeável/Corta-vento
    • Casaco sobretudo
    • Cachecol/lenço
    • Calção/Bermuda/Shorts
    • Calça segunda pele
    • Calça legging
    • Calça jeans
    • Calça impermeável
    • Chinelo
    • Tênis
    • Bota de caminhada
    • Bota de montaria
    • Meia grossa e fina
    • Calcinha/Cueca e Sutiã
    • Roupa de banho (biquini/sunga)
    • Pijama
    • Luva (segunda pele e lã)
    • Chapéu/Boné/Touca
    • Óculos de leitura
    • Óculos de sol
    • Relógio

HIGIENE

Como o tempo é muito seco em boa parte da Patagônia argentina usamos muito hidratante e protetor solar.

 

  • • Aparelho de barbear, lâminas e creme
    • Cotonete
    • Creme hidratante corporal e facial
    • Desodorante
    • Escova de cabelo/pente
    • Escova de dente e pasta, fio dental e flúor
    • Espelho
    • Gel fixador
    • Lenço umedecido
    • Papel higiênico
    • Protetor solar corporal, facial e labial
    • Repelente
    • Sabonete
    • Shampoo, Condicionador e Shampoo seco
    • Talco
    • Toalha de banho e rosto

LAVANDERIA

Levamos alguns itens para podermos lavar nossas roupas, o que foi muito útil.

 

  • • Balde pequeno
    • Escova
    • Sabão líquido

MATERIAL DE CAMPING

 

  • • Agulha e linha
    • Apito
    • Barraca
    • Bastão de caminhada
    • Binóculo
    • Bússola
    • Camelback e Cantil
    • Canivete multiuso
    • Capa de chuva para a mochila
    • Capa para chuva
    • Clorin
    • Cobertor térmico aluminizado
    • Cobertor
    • Combustível
    • Cordas multiuso
    • Fita adesiva (silvertape)
    • Impermeabilizante de barraca
    • Isolante térmico
    • Lanterna de cabeça
    • Lanterna de mão e pilhas
    • Lona plástica
    • Mochila cargueira e de ataque
    • Pano para limpar a barraca
    • Prendedores de roupa
    • Saco de dormir
    • Sacos plásticos
    • Termômetro
    • Tesoura

COZINHA

 

  • • Abridor de latas e garrafa
    • Caixa térmica
    • Copos ou canecas
    • Detergente e esponja para a louça
    • Faca e afiador
    • Espiriteira
    • Fogareiro e gás
    • Fósforos, isqueiro e pederneira
    • Garrafa térmica
    • Guardanapos
    • Panelas
    • Pote plástico com tampa
    • Pratos
    • Talheres

OUTROS

 

  • • Benjamim (T)
    • Caixas organizadoras (plástico e papelão)
    • Dicionário espanhol
    • Mapas

CARRO

Levamos um galão para gasolina, porque sabíamos que poderíamos sofrer com a falta de postos ou de combustível. Felizmente não tivemos nenhum aperto para usarmos a gasolina do galão.

 

  • • Cabo para chupeta
    • Cambão
    • Ferramentas
    • Galão para gasolina e Mangueira
    • Triângulo extra

MEDICAMENTOS

Levamos alguns medicamentos que consideramos importantes. Usamos bastante analgésico e tomamos vitamina C no início da viagem para manter a imunidade alta.

 

  • • Analgésico e Relaxante Muscular - Dorflex
    • Analgésico Neosaldina e Resfenol
    • Antialérgico
    • Antiespasmódico (para cólica)
    • Bala de gengibre (para enjoos em viagens de carro/cinetose)
    • Band Aid
    • Bepantol
    • Cataflan
    • Colírio
    • Comprimidos para náusea e vômitos - Dramin
    • Descongestionante nasal
    • Hidrafix (desidratação, prevenção de perdas de água e sais minerais)
    • Hipoglós
    • Mertiolate
    • Nexcare Fita Protetora para os pés
    • Sal de frutas
    • Vitamina C – Cebion

ALIMENTOS

 

É proibido passar pelas aduanas ou pelas barreiras fitossanitárias com comida fresca como frutas, verduras, carnes e laticínios. Mas é possível levar bastante comida, desde que seja industrializada e esteja lacrada.

 

Levamos comida pré-cozida (Vapza http://www.vapza.com.br/), macarrão, molhos prontos, queijo ralado tipo parmesão, sopas instantâneas, polenta, sucos de caixa, latas de milho, atum e legumes, biscoitos, torradas, farinha láctea, leite em pó, café, chá, sucrilhos, achocolatado... e até erva pro chimarrão.

 

Como estávamos de carro, conseguimos levar muita coisa, desde travesseiro a refrigerante 2 litros que ganhamos em Pelotas-RS.

 

Levando bastante comida conseguimos economizar nas refeições, que não eram baratas.

 

[t3]Orçamento[/t3]

 

Estimativa da viagem

 

Tendo em vista que andaríamos mais de 11 mil km com pedágios, visitaríamos parques, dormiríamos vários dias em hotéis e outros em campings, atravessaríamos o Mar De La Plata para Buenos Aires e o Estreito de Magalhães e faríamos algumas refeições em restaurantes, estimamos a viagem dessa forma:

 

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Já imaginávamos que a viagem custaria menos que o orçamento inicial. Porém queríamos estar prevenidos.

 

No fim, gastamos menos que 75% do orçado.

 

Gasolina estava bastante barata na Argentina, conseguimos não abastecer no Uruguai, em que a gasolina é cara, e abastecemos o mínimo possível no Chile. Além disso, conseguimos ótimos câmbios.

 

Mesmo fazendo o Big Ice em El Calafate, o valor gasto com passeios foi muito menor do orçado, porque a entrada da maioria dos parques era gratuita ou barata. Praticamente não fizemos passeios com agências, o que barateia bastante a viagem.

 

O único gasto que tivemos além do imaginado foi com a hospedagem. Gastamos mais de 50% do que havíamos previsto.

 

No fim da viagem os gastos foram os seguintes:

 

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Azul: Gastamos menos do que planejado

Amarelo: Gastamos praticamente o mesmo valor

Vermelho: Gastamos a mais do que o planejado

 

Câmbio

Tínhamos pensado inicialmente em levar a maioria do dinheiro em cartões pré-pagos (Visa Travel Money - www.visa.com.br/site/pessoas/cartoes/pre-pago/visa-travel-money), porém um mês antes da viagem o governo brasileiro aumentou a alíquota do IOF dos cartões e cheques pré-pagos de 0,38% para 6,38%, igual a do cartão de crédito.

 

Então decidimos levar cartões de débito e crédito somente para uma eventualidade, porque não queríamos pagar o IOF.

 

Como o câmbio influenciaria nos números da viagem e sabíamos que a cotação era muito melhor fora do que nas casas de câmbio do Brasil, deixamos pra trocar a maior parte do valor durante a viagem.

 

A melhor cotação que encontramos em Joinville – SC foi na MultiMoney (www.lojamultimoney.com.br), em que pagamos:

 

  • • Peso argentino 0,3187 reais
    • Peso chileno 0,0050647 reais
    • Peso uruguaio 0,1287 reais

Trocando dinheiro pela viagem, as médias das cotações conseguimos foram:

 

  • • Peso argentino 0,2563 reais
    • Peso chileno 0,005158 reais
    • Peso uruguaio 0,1190 reais

O peso argentino tinha uma cotação muito boa, principalmente em Buenos Aires.

 

A troca de peso chileno não foi tão fácil. Trocamos dinheiro em Puerto Natales e em Coyhaique. Em Puerto Natales, por ser turística, foi fácil encontrar um lugar para trocar dinheiro. Mas, em Coyhaique, mesmo sendo uma cidade grande, demoramos a achar um lugar que aceitasse reais.

 

Apesar de algumas dificuldades que tivemos pra o câmbio, valeu a pena trocarmos o dinheiro pelo caminho. No decorrer do relato, falo um pouco mais a respeito dos câmbios realizados.

 

 

A seguir, relato da viagem. Espero que gostem :wink:

Editado por Koslinsky

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  • Dia 01 - 01/02/2014 – Joinville a Chuy • Quilometragem do dia: 1.126 • Quilometragem acumulada da viagem: 1.126 • Gasto aproximado do dia em reais: R$ 946,80 Com tudo planejado e com

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[t1]Dia 13 - 13/02/2014 – De Puerto Natales ao Parque Nacional Torres del Paine[/t1]


  • • Quilometragem do dia: 185
    • Quilometragem acumulada da viagem: 6.385
    • Gasto aproximado do dia: R$ 263,36

 

O Parque Nacional Torres del Paine é apaixonante. Existem muitas atrações dentro do parque, mesmo não passando pelos circuitos famosos de trekking (O e W). Queríamos fazer um destes circuitos, porém pelo tempo e o roteiro que tínhamos planejado decidimos por fazer um percurso de carro dentro do parque com algumas trilhas.

 

Saímos de Puerto Natales e seguimos para a entrada sul do parque (Portaría Serrano) passando pela Ruta 9 (asfalto) e depois pela Y-290 (rípio).

 

Na Y-290 está localizada a Cueva del Milodón, uma caverna onde foram encontrados os ossos e a pele do Milodón (uma espécie de preguiça gigante que existia na região e desapareceu há cerca de 10.000 anos). Deve ser um lugar muito legal, mas infelizmente não o visitamos porque estávamos apreensivos com o horário. Na data em que fomos a Y-290, a uns 20 km antes da entrada sul, estava em obras. E por esse motivo ficava fechada das 10 às 21 horas.

 

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Chegamos na portaria Serrano pouco antes das 10 horas. Lá fizemos nosso cadastro de entrada e ganhamos um mapa. A visita ao parque custa 18.000 pesos chilenos (cerca de 90 reais) por pessoa, válido por 3 dias.

 

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Pensamos, com ajuda da oficina de Informação Turística de Puerto Natales, em ficar 3 dias no parque: no primeiro dia visitar o lago e Glaciar Grey, no segundo (dia com previsão de melhor visibilidade) fazer a trilha para a Base de las Torres e no terceiro visitar outros lugares como Salto Grande, Salto Chico... e fazer a trilha do Mirador Cuernos. Mas, como ainda não tínhamos muita certeza do que fazer deixamos pra decidir no decorrer do passeio.

 

No fim, visitamos:

1º dia: Mirador Lago Grey, Salto Chico, Lago Pehoe, Salto Grande, Mirador Los Cuernos

2º dia: Mirador las Torres

3º dia: (pela manhã): Cascata Paine e Laguna Amarga

 

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Primeiro dia

 

 

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No primeiro dia, então, seguimos da Portería Serrano até o Mirador do Lago e Glaciar Grey (21,6 Km, sendo 4,8km pela Y-290 e 16,8 pela Y-150, ~30 min).

 

A trilha do Mirador Grey começa por entre árvores, depois passa pela ponte sobre o Rio Pingo, mais um pouco de árvores e depois uma longa extensão de areia grossa, margeando o Lago Grey. O fim da trilha é um círculo que se percorre por um pequeno monte. Ida e volta levamos 1h40 e andamos 5,3 km.

 

A parte em que mais cansamos foi no trecho de areia grossa. Mas, mesmo assim o caminho é bastante tranquilo e gostoso. É possível ver ao longe (bem ao longe) o Glaciar Grey e blocos de gelo que se desprenderam do Glaciar flutuando pelo lago.

 

Tracklog disponível em: http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=8469639

 

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Almoçamos em uma das mesas de piquenique que se encontram no início da trilha do Mirador Grey, ao lado do estacionamento. Lá tinham inúmeros pássaros pretos que ficavam roubando nossa comida.

 

Seguimos do estacionamento do Mirador Grey pela mesma estrada em que viemos e depois fomos em direção ao Salto Chico (26km, 16,8 pela Y-150 e ~9 km subindo à esquerda, ~40min)

 

Salto Chico é umas das três quedas três quedas d’água do Rio Paine (são elas Cascata Paine, Salto Grande e Salto Chico). Para visualizar a cachoeira é preciso seguir uma pequena trilha (pouco mais de 10 minutos de ida) por passarelas de madeira.

 

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Do Salto Chico seguimos um pouco mais adiante até o Camping Pehoe, onde decidimos passar a noite. O camping, além de uma vista maravilhosa, tem uma estrutura muito boa. Como ainda era cedo, 16h30, reservamos um local no camping, deixamos nossa barraca montada e continuamos o passeio.

 

Com acampamento garantido, seguindo um pouco mais pela Y-150, paramos no Mirador do Lago Pehoe. Decidimos descer até a sua margem, ao lado da Hosteria Pehoe (Ah! Se eu fosse rica!).

 

A paisagem do lago é linda (aliás, a paisagem de todo o parque é linda). A única coisa que me deixou triste, mas já era esperado, é a temperatura da água. Ficar com o pé embaixo d’água é possível apenas por poucos segundos. Um banho ali é só para os fortes no estilo Lewis Pugh.

 

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Depois de congelar o pé no lago Pehoe seguimos de carro um pouco mais ao norte até o estacionamento para a trilha do Salto Grande (5,6km pela mesma estrada, ~7min).

 

O Salto Grande é uma cachoeira maior que o Salto Chico. É muito bonito ver as águas azuis turquesa caindo e se transformando em uma espuma branca.

 

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Do estacionamento até o Mirador do Salto Grande são cerca de 900 metros de caminhada. De lá a trilha segue mais 2,3km até o Mirador Los Cuernos. A trilha tem algumas subidinhas, mas não é difícil. A paisagem é deslumbrante. Boa parte do caminho margeia o Lago Nordenskjöld.

 

Levamos, do estacionamento até o Mirador Los Cuernos, parando para muitas fotos no Salto Grande e no decorrer da trilha, cerca de 1 hora.

 

Tracklog disponível em: http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=8470270

 

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Chegamos ao camping depois das 20h30, mas o dia ainda estava claro.

 

[t3]Mais informações[/t3]

 

Atrações e pontos interessantes


  • • Cueva del Milodón: Caverna a 24km de Puerto Natales que abrigou o fóssil de 12 mil anos do Milodon (espécie de preguiça-gigante extinta) descoberto há mais de 100 anos.
    • Parque Nacional Torres del Paine:
    o Mirador Lago Toro (um pouco antes da Portería Serrano, linda vista do lago Toro com as montanhas do parque ao fundo),
    o Trilha e Mirador Lago Grey (uma trilha curta que oferece as paisagens do Lago Grey com seus blocos de gelo vindos do Glaciar Grey ao fundo),
    o Trilha e Mirador Salto Chico (uma pequenina e linda trilha por passarelas de madeira que, além de outras paisagens, oferece a visão da cachoeira Salto Chico),
    o Lago Pehoe (lindo lago cristalino e gelado, reflete as montanhas do parque),
    o Mirador Salto Grande (mirador acessado por uma pequena trilha que dispõe de uma vista muito bonita da queda Salto Grande),
    o Lago Nordenskjöld (Lago muito bonito que pode ser visto da trilha que leva ao Mirador Los Cuernos) e
    o Mirador Los Cuernos (uma das paisagens mais bonitas do parque, talvez o mirador mais bonito de todo o parque).

 

Hospedagem

 

Camping Pehoe – Muito Bom ::cool:::'> :8): ::cool:::'>

Endereço: Y-150 no Parque Torres del Paine. Coordenadas: -51.107379, -72.987779

Página: campingpehoe.com

Preço: 8.000 pesos chilenos por pessoa. Wi-Fi das 21h às 8h. Ducha caliente. Estrutura muito boa com tanque e pias.

 

Gastos do dia

 

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Caramba, essas paisagens são surreais!

Estou em contagem regressiva, minha viagem começa dia 25 de dezembro, e chego em TDP dia 9 de janeiro.

 

Koslinsky, Vocês trocaram de camping, ou fizeram o Pehoe como base?

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Olá Andrea,

Ficamos no camping Pehoe. Deixamos a barraca montada na metade da tarde para guardar uma vaga no camping e fomos passear mais um pouco.

Boa viagem :)

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Olá Koslinsky , estou adorando seu relato da viagem... pretendo fazer um roteiro bem parecido com o seu daqui um ano... Suas informações tem sido bem úteis para a preparação da minha viagem....estou aguardando os próximos posts. Obrigada....

  • 2 semanas depois...
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[t1]Dia 14 - 14/02/2014 – Parque Nacional Torres del Paine[/t1]


  • • Quilometragem do dia: 37
    • Quilometragem acumulada da viagem: 6.422
    • Gasto aproximado do dia: R$ 78,50

 

Segundo dia no Parque Nacional Torres del Paine

 

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O segundo dia dentro do Parque Nacional Torres del Paine foi destinado para o Mirador las Torres. Esse, segundo os guias da Oficina de Informação Turística de Puerto Natales, era o dia com previsão de melhor tempo e visibilidade.

 

Um site muito legal para previsão de vento, nebulosidade... é o Windfinder.

 

O Mirador de las Torres proporciona uma das visões mais famosas do parque: As Torres del Paine ao fundo de uma lagoa verde.

 

Mas, para se chegar ao mirador na base das Torres é necessário percorrer uma trilha que requer bastante esforço.

 

Antes de iniciar a trilha, tomamos nosso café no Camping Pehoe e seguimos de carro até o Camping Las Torres (34 km pela Y-150 e Y-156, ~40min) onde estacionamos. Do camping Las Torres iniciamos nossa caminhada.

 

A trilha tem 9 km de extensão com bastantes subidas. É possível acampar no meio do percurso no Camping Chileno. Mas, nosso objetivo era fazer o percurso de ida e volta todo no mesmo dia, como normalmente é feito. Fazer o percurso num dia só economiza o trabalho de carregar uma mochila pesada.

 

Para mim, a trilha foi bastante pesada principalmente porque sou bastante preguiçosa. Mesmo sendo difícil, o trajeto compensa com paisagens maravilhosas.

 

Saímos do Camping Las Torres, aproximadamente, às 10h30 da manhã. O primeiro quilometro da trilha é plano e no fim dele se atravessa uma ponte. Nos próximos dois, a subida é bastante íngreme. Depois há uma descida até o Camping Chileno na margem do Rio Ascencio. O caminho a seguir é de subida um pouco mais leve e longa. E a partir da metade do sétimo quilometro é que a maior subida começa. Praticamente todo o último quilometro é feito em meio a pedras.

 

Quando estávamos no último quilômetro perguntamos pra uma moça que estava descendo, quanto tempo ainda teríamos de subida (eu estava quase morrendo). Ela nos respondeu meio nervosa: “twenty minutes”. Eu ainda lembro do meu desespero vendo esses 20 minutos viraram uma hora.

 

Às 15 horas, depois de ~5 horas de caminhada, chegamos na base das torres!

 

 

Tracklog disponível em: http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=8470459

 

 

A descida foi mais rápida (menos de 4 horas), mas ainda assim cansativa.

 

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No fim da trilha existe uma pequena venda. Os preços são bem altos, mas é possível comprar alguns alimentos e água.

 

Montamos nosso acampamento no Camping Las Torres com muito trabalho. Estávamos cansados e o solo lá é bastante pedregoso. Foi difícil encontrar um lugar em que pudéssemos especar a barraca. E depois de uma janta rápida e um banho frio descansamos o corpo moído.

 

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[t3]Mais informações[/t3]

 

Atrações e pontos interessantes


  • • Parque Nacional Torres del Paine:
    Mirador Las Torres (vista da base das Torres del Paine acessado por uma longa trilha).

 

Hospedagem

 

Camping Las Torres – Mediano ::cool:::'>

Endereço: Parque Torres del Paine. Coordenadas: -50.967421, -72.870520

Página: http://www.fantasticosur.com/pt/mountain-lodges/torre-central-and-torre-norte-mountain-lodges/

Preço: 6.000 pesos chilenos por pessoa. No dia os banheiros estavam sem luz e o banho era frio.

 

Gastos do dia

 

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Koslinsky

 

Estou acompanhando e adorando o relato.. muito detalhado e está me ajudando muito na monagem do meu roteiro.

Um dúvida, vc ficarm em dois camping no parque Torres del Paine? Para quem não quer usar camping, existe alguma alternativa de hospedagem com preço justo ou só no modelo do Hosteria Pehoe? :o

É tranquilo montar barraca e deixar as coisas dentro ou no meu caso, trancadas nos baús da moto? :roll:

estava olhando o perguntas e respostas aqui no site mesmo sobre TDP e vi que daria para fazer os passeios no parque saindo direto de PN, tipo bate-volta... procede?

Obrigado pelas informações!! ::otemo::

 

Abs

 

Rogério

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Koslinsky

 

Estou acompanhando e adorando o relato.. muito detalhado e está me ajudando muito na monagem do meu roteiro.

Um dúvida, vc ficarm em dois camping no parque Torres del Paine? Para quem não quer usar camping, existe alguma alternativa de hospedagem com preço justo ou só no modelo do Hosteria Pehoe? :o

É tranquilo montar barraca e deixar as coisas dentro ou no meu caso, trancadas nos baús da moto? :roll:

estava olhando o perguntas e respostas aqui no site mesmo sobre TDP e vi que daria para fazer os passeios no parque saindo direto de PN, tipo bate-volta... procede?

Obrigado pelas informações!! ::otemo::

 

Abs

 

Rogério

Rogerzurc,

 

Sai de TDP ontem, hoje estou em El Calafate. Há opções de bate e volta desde PN, mas acho que você aproveitaria mais pernoitando no parque. Há opções mais em conta de hospedagem, como alugar material de camping em PN ou nos próprios campings (melhor entrar em contato antes para reservar) ou ficar nos abrigos, que são um meio termo de preço. Entre na página das operadoras de TDP, Fantástico Sur e a Hosteria Las Torres. Você pode ver os preços para diferentes tipos de hospedagem. O mais em conta é levar seu saco de dormir e pagar só pela cama. Mas tem que reservar com antecedência se for na alta temporada.

Abs

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Poxa, que legal que você conseguiu fazer o Mirador.

Pegamos um tempo muito ruim por aqui, temperaturas abaixo de zero à noite, e 3 graus de dia, com muita chuva e vento. ::Cold::::Cold::

Acabamos desistindo do Mirador. Tava osso!

Mas fizemos outras trilhas mais curtas e rodamos bastante de carro.

TDP é sensacional,e já to programando min ha volta para o W ::otemo::::otemo::::otemo::::otemo::

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Olá Rogerzurc,

 

Fico feliz que o relato esteja sendo proveitoso.

A respeito das hospedagens, creio que já esteja bem respondido pela deia_nit.

Eu não tenho muitas informações sobre as hospedagens, porque como já tínhamos decidido acampar, não fomos atras de outras opções.

Ficamos em dois campings diferentes por causa da logística. O camping Las Torres ficava mais perto da saída que íamos tomar e mais cômodo depois da trilha.

Como estávamos de carro, deixávamos pouca coisa dentro da barraca e nem nos preocupávamos. Acredito que seja tranquilo deixar. Nunca li o relato de alguém que tenha se incomodado no parque.

 

deia_nit,

 

Que pena que você não conseguiu. Pelo visto, a temporada deste ano está bastante gelada.

Mas, ainda há muita coisa legal para fazer e ver.

Boa viagem!! :)

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[t1]Dia 15 - 15/02/2014 – Do Parque Nacional Torres del Paine no Chile a El Calafate na Argentina[/t1]


  • • Quilometragem do dia: 290
    • Quilometragem acumulada da viagem: 6.712
    • Gasto aproximado do dia: R$ 981,15

 

 

Terceiro dia no Parque Nacional Torres del Paine

 

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Último dia dentro do Parque Nacional Torres del Paine. Neste dia desmontamos o acampamento e saímos perto das 10 horas da manhã, com objetivo de sair do parque e seguir para El Calafate na Argentina. Antes de deixarmos o parque, fomos conhecer a Cascata Paine, uma cachoeira muito bonita. Do Camping Las Torres, onde estávamos, retornamos até pouco depois da Porteria Laguna Amarga e seguimos 4 km pela Y-166.

 

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Do Mirador da Cascata Paine, retornamos pela Y-166 pela qual viemos e seguimos até a Ruta 9. No caminho, paramos para admirar a Laguna Amarga. Ela tem este nome porque sua água tem pH elevado.

 

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Paramos também para admirar o Lago Sarmiento.

 

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Deixamos o parque através da Ruta 9 e a seguimos até a vila de Cerro Castillo, que está na fronteira com a Argentina.

 

A vila é charmosa e pequena. São poucas (mas bem bonitas) casas e uma igreja. Esperávamos encontrar um posto de combustível apontado pelo GPS, mas nos deparamos apenas com quiosques abandonados. Felizmente tínhamos o suficiente até o próximo posto no caminho para El Calafate.

 

Almoçamos na lanchonete/casa de câmbio/loja El Ovejero ao lado da aduana, que além de ter suvenires bem legais da região, era bem aquecida.

 

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Depois do almoço, através do Paso Río Don Guillermo, cruzamos a fronteira em direção a El Calafate. Este paso é muito utilizado pelos turistas que querem visitar Torres del Paine e o Parque Los Glaciares. Os trâmites foram feitos rapidamente e em poucos minutos, e sem nenhuma revista no carro, fomos liberados para seguir viagem.

 

A estrada que nos levou a El Calafate é a Ruta Nacional 40, a famosa rodovia que atravessa o país de norte a sul pelo oeste. E depois pegamos Ruta Provincial 11 até o interior da cidade. De Cerro Castillo a El Calafate levamos umas 3 horas de viagem.

 

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Em El Calafate nosso objetivo era conhecer o imponente Glaciar Perito Moreno. E além de ver a geleira de 5km de largura e 60m de altura, queríamos caminhar sobre ele, através dos trekkings oferecidos.

 

Existem hoje dois percursos de caminhada sobre a geleira e eles são oferecidos pela agência Hielo & Aventura (http://www.hieloyaventura.com) que tem concessão exclusiva. Em fev/2014 os valores dos trekkings eram de: Mini Trekkling (1h40 sobre o gelo): 800 pesos argentinos por pessoa (~200 reais por pessoa); e Big Ice (3h30 sobre o gelo): 1200 pesos argentinos por pessoa (~300 reais por pessoa). Atualmente os valores são maiores.

 

 

 

[t3]Mais informações[/t3]

 

Atrações e pontos interessantes


  • • Parque Nacional Torres del Paine:
    o Cascata Paine (Cascata do rio Paine muito bonita),
    o Laguna Amarga (Lagoa que dá nome a umas das portarias do parque e que se torna espelho das Torres del Paine).

 

Hospedagem

 

Hotel Kalken – Bom ::cool:::'> :8):

Endereço: Calle Teniente Valentín Feilberg, 119.

Página: http://www.hotelkalken.com/

Preço: 800 pesos a diária com café da manhã. Hotel muito bom, limpo, organizado, boa calefação, ótimo café da manhã. Para nós, era caro, mas não tínhamos muitas opções. Ficamos chateados na hora de pagar a conta, pois os impostos incidentes não estão incluídos quando fizemos a reserva (21% de ISS) :cry: . Dica: leia sempre as letras pequenas quando você for contratar algum serviço.

 

Gastos do dia

 

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