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Bora viajar?

Joinville a Ushuaia de carro [2014-02 Uruguai, Patagônia Argentina e Chilena]

Postado
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33 dias viajando de carro pela Patagônia argentina e chilena

Período de viagem: 01 fevereiro a 05 de março de 2014

 

Preparação

 

Roteiro

 

Há um tempo, meu namorado e eu lemos um relato do Roy Rudnick, autor do livro Mundo Por Terra em conjunto com Michelle Weiss. O relato descrevia a sua viagem de moto em 1999 a Ushuaia (http://www.mundoporterra.com.br/outras-aventuras/1999-2000-ushuaia-a-rota-do-fim-do-mundo-roy-rudnick/). A partir daí começamos a nos imaginar refazendo o percurso ao extremo sul da América.

 

Já tínhamos ouvido falar sobre as muitas belezas da Patagônia, mas elas até então pareciam bem distantes. E o que mais nos preocupava era como ir, pois não tínhamos um veículo 4x4. Em um bate-papo dos autores do livro Mundo Por Terra numa livraria em Joinville, perguntamos se era possível irmos pra Ushuaia com um carro popular e a resposta foi bem positiva. E para completar, pouco tempo depois vi uma reportagem de uma viagem muito parecida saindo de uma cidade próxima feita de Fusca (http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2012/09/quatro-amigos-vao-ate-cidade-mais-ao-sul-do-mundo-bordo-de-um-fusca.html).

 

Depois disso, começamos a estruturar nosso próprio roteiro, pesquisar o que precisaríamos, ler muitos blogs e relatos aqui do Mochileiros.com. E conforme encontramos informações mais dúvidas também surgiam.

 

Por isso, aqui neste post, seguem informações, planejamento e relato para ajudar quem tem como destino a cidade de Ushuaia ou mesmo a Patagônia.

 

Nosso objetivo inicial era de Joinville ir para Ushuaia pela Ruta 40, oeste da Argentina, e pela Carretera Austral, no Chile, e retornar pela Ruta 3, litoral argentino. Mas, ficamos com muitas dúvidas a respeito do tempo que levaríamos, pois eu tinha apenas 32 dias de férias. Então decidimos fazer o trajeto contrário, porque pelo litoral a distância até Ushuaia era menor e, por estarmos descansados, conseguiríamos fazer uma maior quilometragem diariamente.

 

Tínhamos em mente visitar, além de Ushuaia, a Península Valdés, Parque Nacional Torres del Paine, Parque Nacional Los Glaciares em El Calafate e El Chaltén, Cueva de las Manos no Vale do rio Pinturas, Capillas de Mármol, Parque Nacional Queulat, Parque Nacional los Arrayanes e o Museu Municipal Ernesto Bachmann em Villa El Chocón.

 

Depois de muita pesquisa e análise da quilometragem fizemos um roteiro para 32 dias:

 

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Tínhamos a possibilidade de ficarmos mais dois dias viajando, mas preferimos deixar esse tempo disponível para alguma eventualidade.

 

Nossa viagem teve o seguinte trajeto:

Fonte: http://www.goprotravelling.com/trip/a4458b0764e4fb27ecf120558edcc5f1

 

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[t3]Bagagem[/t3]

 

Documentos necessários

 

Além do roteiro tínhamos muito que organizar. Por ser uma viagem internacional precisávamos prestar atenção à documentação. Levamos para a viagem:

 

  • Passaporte: O passaporte não é documento obrigatório em países do MERCOSUL. Somente o RG é suficiente para visitar Uruguai, Argentina e Chile. Mas, o levamos para facilitar os processos de entrada e saída nas aduanas. Para fazer o passaporte existe uma taxa de R$ 156,00 e ele é válido por 5 anos (Mais informações em:

http://www.dpf.gov.br/servicos/passaporte/requerer-passaporte/requerer-passaporte)
 
CNH – Carteira Nacional de Habilitação: Levamos nossa carteira de motorista nacional apesar de existir uma carteira de habilitação internacional chamada PID (Permissão Internacional para Dirigir). Se diz ser necessária para entrar no Chile, porém este documento não é cobrado. Mais informações sobre o PID em: http://www.denatran.gov.br/informativos/20070611_permissao_internacional.htm.
 
CRLV - Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo: A documentação do veículo precisa estar no nome do condutor/motorista principal. Caso não esteja é necessário uma autorização do proprietário do veículo registrada em cartório e com firma reconhecida em cada consulado dos países visitados. Pelo que pesquisamos este processo é bem trabalhoso. Não precisamos dele porque o carro estava no nome do condutor.
 
Seguro Carta Verde: seguro obrigatório para entrada no Uruguai e na Argentina. É necessário que o seguro cubra as datas em que o veículo vai ficar em território argentino e uruguaio. Para a nossa carta verde pagamos R$ 270,00 na HDI Seguros para o período de 31/01/2014 a 07/03/2014. Ela cobria também o território chileno, apesar de não ser obrigatório.

 

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Além destes documentos, levamos RG, CPF, Comprovante de residência brasileira... que não foram necessários durante a viagem. E por segurança, fizemos cópias dos documentos que tínhamos e salvamos em uma pasta online.

 

Precisamos apresentar nossos documentos somente nas aduanas (Passaporte, CNH, CRLV e Carta Verde), reserva de hotel (normalmente passaporte) e quando fomos parados pela polícia nas barreiras fitossanitárias. E não tivemos nenhum contratempo.

 

Itens obrigatórios

 

Vimos também que alguns itens, além dos que já estamos acostumados a ter, eram obrigatórios no carro:

 

  • Cambão: compramos um cambão pelo Mercado Livre por 100 reais.
    Triângulo adicional: na Argentina são obrigatórios dois triângulos. Conseguimos o segundo triângulo emprestado.
    Cadenas: são as correntes que vão nos pneus, em caso de neve. Como viajamos somente no verão não precisamos delas.

 

Não é necessário ter lençol branco, kit de primeiros socorros e outros equipamentos que se comenta ser necessário para entrar nesses países. Lemos muitos relatos de tentativas de extorsão pela polícia, principalmente argentina, usando do argumento de que o visitante não continha todos os itens obrigatórios. E através de uma sugestão daqui do Mochileiros.com estudamos bem as obrigações no trânsito.

 

Felizmente nenhum item nos foi solicitado e não tivemos nenhum problema ou indisposição com a polícia. E de modo geral fomos muito bem tratados durante toda a visita.

 

Bagagem

 

Os demais itens que levamos foram basicamente itens pessoais como roupas, materiais para acampamento e comida.

 

Nem tudo o que levamos, nós usamos. Principalmente roupas, nós conseguimos aproveitar o uso porque conseguíamos lavá-las nos hotéis e hostels que ficamos.

 

Segue abaixo a lista da nossa bagagem por categoria.

 

ELETRÔNICO

Importante: Levamos várias baterias extras (porque não sabíamos qual o periodicidade que recarregaríamos as baterias), pendrives e HDs externos (para backups das fotos).

 

  • • Notebook
    • Carregador de notebook
    • Mouse
    • Pilha AA
    • Câmera digital Sony TX20
    • Carregador e cabo da câmera
    • Bateria extra
    • Cartão de memória extra
    • Câmera digital Sony DSC W320
    • Carregador da câmera
    • Cabo USB da câmera
    • Tripé
    • Câmera GoPro
    • Carregador da câmera
    • Bateria extra
    • Adaptador cartão SD
    • Acessórios
    • Tripé grande
    • GPS Garmim
    • Cabo do GPS
    • Pilhas extras GPS normais
    • Pilhas recarregáveis GPS
    • Carregador de pilhas GPS
    • Adaptador veicular USB
    • Celular
    • Carregador de celular
    • Bateria extra do celular e cabo
    • HD externo e cabo USB
    • Pendrive
    • Inversor 12V para 110V
    • Suporte automotivo para GPS/Celular
    • Cabo de rede

VESTUÁRIO

Eu levei muitas roupas de frio, mas não usei todas. Basicamente usei uma segunda pele não tão quente, um fleece grosso e um corta-vento. É importante ter um bom corta-vento, porque o vento patagônico tem uma força surpreendente.

 

  • • Blusa manga curta/camiseta
    • Blusa manga comprida
    • Blusa segunda pele
    • Blusa de lã/fleece
    • Jaqueta impermeável/Corta-vento
    • Casaco sobretudo
    • Cachecol/lenço
    • Calção/Bermuda/Shorts
    • Calça segunda pele
    • Calça legging
    • Calça jeans
    • Calça impermeável
    • Chinelo
    • Tênis
    • Bota de caminhada
    • Bota de montaria
    • Meia grossa e fina
    • Calcinha/Cueca e Sutiã
    • Roupa de banho (biquini/sunga)
    • Pijama
    • Luva (segunda pele e lã)
    • Chapéu/Boné/Touca
    • Óculos de leitura
    • Óculos de sol
    • Relógio

HIGIENE

Como o tempo é muito seco em boa parte da Patagônia argentina usamos muito hidratante e protetor solar.

 

  • • Aparelho de barbear, lâminas e creme
    • Cotonete
    • Creme hidratante corporal e facial
    • Desodorante
    • Escova de cabelo/pente
    • Escova de dente e pasta, fio dental e flúor
    • Espelho
    • Gel fixador
    • Lenço umedecido
    • Papel higiênico
    • Protetor solar corporal, facial e labial
    • Repelente
    • Sabonete
    • Shampoo, Condicionador e Shampoo seco
    • Talco
    • Toalha de banho e rosto

LAVANDERIA

Levamos alguns itens para podermos lavar nossas roupas, o que foi muito útil.

 

  • • Balde pequeno
    • Escova
    • Sabão líquido

MATERIAL DE CAMPING

 

  • • Agulha e linha
    • Apito
    • Barraca
    • Bastão de caminhada
    • Binóculo
    • Bússola
    • Camelback e Cantil
    • Canivete multiuso
    • Capa de chuva para a mochila
    • Capa para chuva
    • Clorin
    • Cobertor térmico aluminizado
    • Cobertor
    • Combustível
    • Cordas multiuso
    • Fita adesiva (silvertape)
    • Impermeabilizante de barraca
    • Isolante térmico
    • Lanterna de cabeça
    • Lanterna de mão e pilhas
    • Lona plástica
    • Mochila cargueira e de ataque
    • Pano para limpar a barraca
    • Prendedores de roupa
    • Saco de dormir
    • Sacos plásticos
    • Termômetro
    • Tesoura

COZINHA

 

  • • Abridor de latas e garrafa
    • Caixa térmica
    • Copos ou canecas
    • Detergente e esponja para a louça
    • Faca e afiador
    • Espiriteira
    • Fogareiro e gás
    • Fósforos, isqueiro e pederneira
    • Garrafa térmica
    • Guardanapos
    • Panelas
    • Pote plástico com tampa
    • Pratos
    • Talheres

OUTROS

 

  • • Benjamim (T)
    • Caixas organizadoras (plástico e papelão)
    • Dicionário espanhol
    • Mapas

CARRO

Levamos um galão para gasolina, porque sabíamos que poderíamos sofrer com a falta de postos ou de combustível. Felizmente não tivemos nenhum aperto para usarmos a gasolina do galão.

 

  • • Cabo para chupeta
    • Cambão
    • Ferramentas
    • Galão para gasolina e Mangueira
    • Triângulo extra

MEDICAMENTOS

Levamos alguns medicamentos que consideramos importantes. Usamos bastante analgésico e tomamos vitamina C no início da viagem para manter a imunidade alta.

 

  • • Analgésico e Relaxante Muscular - Dorflex
    • Analgésico Neosaldina e Resfenol
    • Antialérgico
    • Antiespasmódico (para cólica)
    • Bala de gengibre (para enjoos em viagens de carro/cinetose)
    • Band Aid
    • Bepantol
    • Cataflan
    • Colírio
    • Comprimidos para náusea e vômitos - Dramin
    • Descongestionante nasal
    • Hidrafix (desidratação, prevenção de perdas de água e sais minerais)
    • Hipoglós
    • Mertiolate
    • Nexcare Fita Protetora para os pés
    • Sal de frutas
    • Vitamina C – Cebion

ALIMENTOS

 

É proibido passar pelas aduanas ou pelas barreiras fitossanitárias com comida fresca como frutas, verduras, carnes e laticínios. Mas é possível levar bastante comida, desde que seja industrializada e esteja lacrada.

 

Levamos comida pré-cozida (Vapza http://www.vapza.com.br/), macarrão, molhos prontos, queijo ralado tipo parmesão, sopas instantâneas, polenta, sucos de caixa, latas de milho, atum e legumes, biscoitos, torradas, farinha láctea, leite em pó, café, chá, sucrilhos, achocolatado... e até erva pro chimarrão.

 

Como estávamos de carro, conseguimos levar muita coisa, desde travesseiro a refrigerante 2 litros que ganhamos em Pelotas-RS.

 

Levando bastante comida conseguimos economizar nas refeições, que não eram baratas.

 

[t3]Orçamento[/t3]

 

Estimativa da viagem

 

Tendo em vista que andaríamos mais de 11 mil km com pedágios, visitaríamos parques, dormiríamos vários dias em hotéis e outros em campings, atravessaríamos o Mar De La Plata para Buenos Aires e o Estreito de Magalhães e faríamos algumas refeições em restaurantes, estimamos a viagem dessa forma:

 

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Já imaginávamos que a viagem custaria menos que o orçamento inicial. Porém queríamos estar prevenidos.

 

No fim, gastamos menos que 75% do orçado.

 

Gasolina estava bastante barata na Argentina, conseguimos não abastecer no Uruguai, em que a gasolina é cara, e abastecemos o mínimo possível no Chile. Além disso, conseguimos ótimos câmbios.

 

Mesmo fazendo o Big Ice em El Calafate, o valor gasto com passeios foi muito menor do orçado, porque a entrada da maioria dos parques era gratuita ou barata. Praticamente não fizemos passeios com agências, o que barateia bastante a viagem.

 

O único gasto que tivemos além do imaginado foi com a hospedagem. Gastamos mais de 50% do que havíamos previsto.

 

No fim da viagem os gastos foram os seguintes:

 

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Azul: Gastamos menos do que planejado

Amarelo: Gastamos praticamente o mesmo valor

Vermelho: Gastamos a mais do que o planejado

 

Câmbio

Tínhamos pensado inicialmente em levar a maioria do dinheiro em cartões pré-pagos (Visa Travel Money - www.visa.com.br/site/pessoas/cartoes/pre-pago/visa-travel-money), porém um mês antes da viagem o governo brasileiro aumentou a alíquota do IOF dos cartões e cheques pré-pagos de 0,38% para 6,38%, igual a do cartão de crédito.

 

Então decidimos levar cartões de débito e crédito somente para uma eventualidade, porque não queríamos pagar o IOF.

 

Como o câmbio influenciaria nos números da viagem e sabíamos que a cotação era muito melhor fora do que nas casas de câmbio do Brasil, deixamos pra trocar a maior parte do valor durante a viagem.

 

A melhor cotação que encontramos em Joinville – SC foi na MultiMoney (www.lojamultimoney.com.br), em que pagamos:

 

  • • Peso argentino 0,3187 reais
    • Peso chileno 0,0050647 reais
    • Peso uruguaio 0,1287 reais

Trocando dinheiro pela viagem, as médias das cotações conseguimos foram:

 

  • • Peso argentino 0,2563 reais
    • Peso chileno 0,005158 reais
    • Peso uruguaio 0,1190 reais

O peso argentino tinha uma cotação muito boa, principalmente em Buenos Aires.

 

A troca de peso chileno não foi tão fácil. Trocamos dinheiro em Puerto Natales e em Coyhaique. Em Puerto Natales, por ser turística, foi fácil encontrar um lugar para trocar dinheiro. Mas, em Coyhaique, mesmo sendo uma cidade grande, demoramos a achar um lugar que aceitasse reais.

 

Apesar de algumas dificuldades que tivemos pra o câmbio, valeu a pena trocarmos o dinheiro pelo caminho. No decorrer do relato, falo um pouco mais a respeito dos câmbios realizados.

 

 

A seguir, relato da viagem. Espero que gostem :wink:

Editado por Koslinsky

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  • Dia 01 - 01/02/2014 – Joinville a Chuy • Quilometragem do dia: 1.126 • Quilometragem acumulada da viagem: 1.126 • Gasto aproximado do dia em reais: R$ 946,80 Com tudo planejado e com

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Bom dia Koslinsky,

 

Estou amando o relato da sua viagem e aproveitando muito para preparar a viagem que pretendemos fazer em novembro deste ano.

 

Queria te perguntar se vocês reservaram camping, hostel com antecedência ou se buscaram apenas quando chegavam na cidade?

 

Abs,

Luciane.

  • 3 semanas depois...
Postado
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Bom dia Koslinsky,

Estou amando o relato da sua viagem e aproveitando muito para preparar a viagem que pretendemos fazer em novembro deste ano.

Queria te perguntar se vocês reservaram camping, hostel com antecedência ou se buscaram apenas quando chegavam na cidade?

Abs,

Luciane.

 

Olá Luciane,

Em algumas cidades como Ushuaia e El Calafate, nós reservamos um dia antes através do Booking (pelo app do celular, em algum restaurante que tivesse Wi-Fi). Mas na maioria do lugares, nós só procurávamos hospedagem quando já estávamos lá.

Em cidades maiores/mais turísticas é um pouco mais complicado encontrar vagas baratas com pouca antecedência, porém, numa viagem como esta em que o roteiro é mais flexível é ruim engessar uma hospedagem.

Obrigada! Se precisar de algo é só falar :)

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Koslinsky,

 

 

Acompanhando e aguardando o restante do relato,

 

e parabéns pela forma como tem contado a sua viagem, extremamente completo!!!!

 

Ele vai acabar virando um guia "oficial" para quem pretende repetir a sua façanha!

 

e óbvio que eu tenho feito o "cntr C cntr V" nele! hahahaha

 

por tudo isso não nos abandone e na medida do possível continue a contar a sua viagem!!!!

 

abraços!

  • 1 mês depois...
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[t1]Dia 20 - 20/02/2014 – El Chaltén: Loma del Pliegue Tumbado[/t1]


  • • Quilometragem do dia: 8
    • Quilometragem acumulada da viagem: 6.955
    • Gasto aproximado do dia: R$ 215,25

 

Recuperados pelo descanso do dia anterior, seguimos para mais uma trilha em El Chaltén: Loma del Pliegue Tumbado!

 

Esta é uma trilha longa e muito bonita que foge um pouco do roteiro padrão de El Chaltén. O trajeto tem 9 quilômetros de subida, em sua maioria, leve (são 1282 metros acumulados de subida).

 

É necessário reservar um dia inteiro para o percurso, sendo aproximadamente 5 horas de ida e 3 horas de retorno. Ela percorre trechos mais áridos e pedregosos, mata um pouco mais fechada, atravessa pequeno riacho e pastos e por fim chega a dois mirantes. O primeiro mirante, de mais fácil acesso, possibilita uma ampla visão do Cerro Torre e Fitz Roy, e o segundo, de acesso com subida árdua, além dos cerros também oferece uma visão de 360 graus que inclui o Lago Viedma.

 

Tracklog disponível em: http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=9808602

 

Tracklog disponível em: http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=9808614

 

A trilha começa no mesmo lugar que as trilhas para os miradores Los Cóndores e Las Águilas próximo ao centro de informações turísticas no começo da cidade.

 

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Começamos a trilha às 10 horas e logo após os primeiros lances de subida, onde há trechos de mata aberta, já era possível ver o majestoso Cerro Torre e parte das agulhas que cercam esta montanha e o Fitz Roy. Chegamos ao primeiro mirante (com muitas paradas pelo caminho para descanso) próximo das 13h30.

 

Estávamos bem cansados e eu fiquei amedrontada com a subida para o segundo mirante. Então, fizemos um bom descanso e comemos nossos lanches de almoço.

 

Um pouco mais encorajada, arriscamos nossa subida. A subida é bem íngreme, mas não acredito que tenha sido a pior de todas que já fiz. Fiquei com medo mesmo, porque, como não há vegetação ao redor, parecia (e realmente) não tinha onde se segurar se escorregasse. O trecho é todo feito em meio às pedras do que um dia foi uma montanha.

 

Aos poucos subimos, foram 40 minutos em 900 metros. Não é assim tão difícil, só acredito que seja indispensável (para os com pouca experiência como eu) um bastão de caminhada.

 

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A visão do alto é incrível. Vale muito a pena subir para o segundo mirante. É possível ver muitas montanhas, o lago Viedma, um pedaço do Glaciar Viedma (!), um bom trajeto da trilha que fizemos em meio às pedras no trecho final, os trechos de mata fechada, um pedaço de El Chaltén ao longe e a parte de terreno árido onde se situa o lado leste da Cordilheira dos Andes. A visão é de tirar o fôlego.

 

Retornamos próximo das 15h40 (na descida do segundo mirante com um pouco mais de cuidado) levando pouco menos de 3 horas.

 

Encontramos poucas pessoas tanto na ida quando na volta, diferentemente das outras trilhas. Talvez essa trilha não seja tão frequentada por tantos turistas, pois nela não há área de camping, mas isso mantém tudo mais natural e menos explorado. Por isso, consideramos como a trilha mais linda que fizemos em El Chaltén.

 

Antes de voltamos para o hotel, abastecemos o carro no YPF de El Chaltén ($7,60 por litro), pois no dia seguinte seguiríamos para a cidade de Perito Moreno com expectativa de poucos postos de combustível pelo caminho.

 

Jantamos no restaurante El Muro, um lugar que tem um muro de escalada no lado de fora, e também fica na rua San Martin.

 

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[t3]Mais informações[/t3]

 

Atrações e pontos interessantes


  • • Trilha Loma del Pliegue Tumbado: trilha extensa com uma paisagem deslumbrante que se destina ao mirador dos cerros Torre e Fitz Roy.

 

Hospedagem

 

Hospedaria Fitz Roy – Muito Bom ::cool:::'> :8): ::cool:::'>

Endereço: Av. San Martin, 520

Página: https://www.facebook.com/pages/Hoster%C3%ADa-Fitz-Roy-inn/301650946707770

Preço: 400 pesos a diária com café da manhã. Hotel muito bom, limpo, organizado, bom atendimento, com calefação.

 

Gastos do dia

 

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[t1]Dia 21 - 21/02/2014 – El Chaltén a Perito Moreno, passando pela Cueva de las Manos[/t1]


  • • Quilometragem do dia: 649
    • Quilometragem acumulada da viagem: 7.604
    • Gasto aproximado do dia: R$ 182,50

 

Saímos antes das 7 horas da manhã na sexta-feira, dia 21/02. Queríamos chegar neste dia em Perito Moreno, cidade próxima da fronteira com o Chile, nosso próximo destino, passando pela Cueva de las Manos.

 

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De El Chaltén a Perito Moreno basta seguir pela Ruta 40 ao norte. O que dificulta um pouco o caminho é a qualidade da estrada. Em vários trechos a estrada estava em obras e o rípio estava muito ruim. Tinha amontoados de pedras e trilhos fundos feitos por carros maiores. Além disso, o vento estava muito forte.

 

Depois de Três Lagos (pequena cidade que possui um posto de combustível, 8,90 o litro), a estrada oscilava em trechos de asfalto, desvios e péssimo rípio até Bajo Caracoles (próxima cidade com bomba de combustível – não é bem um posto como estamos acostumados a ver).

 

Acredito que hoje, um ano depois da viagem, a estrada tenha melhorado. Apesar de não ser trecho impossível, é importante atenção.

 

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Depois de abastecermos em Bajo Caracoles (onde só era possível colocar 100 pesos de gasolina por veículo, $10,10 o litro) seguimos pela ruta 40 em mais alguns quilômetros em busca da entrada para a Cueva de las Manos.

 

A Cueva de las Manos é uma caverna (sítio arqueológico) com pinturas rupestres localizada no Vale do Rio Pinturas. O lugar é Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1999. As pinturas (mais de 800 negativos de mãos de adultos e crianças, de patas de choique e outras pinturas) existentes nas paredes das cavernas e paredões são de 10.000 anos (provavelmente os antepassados do povo Tehuelche). Se você acha que já viu essas imagens em algum lugar, provavelmente você está certo! Pois as imagens da Cueva de las Manos são muitos comuns nos livros de história, quando se estuda os povos pré-colombianos da América.

 

Da Ruta 40 ao local são pouco mais que 40 km, e a estrada de rípio está um pouco mais conservada que a Ruta 40, só com um pouco de costelas de vaca e alguns buracos.

 

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Existe uma recepção para a visita. Um local bem estruturado com banheiros e informações. Pagamos 80 pesos por pessoa (80 pesos para estrangeiros e 40 para argentinos) para a visita guiada. Só é possível acessar o local das pinturas desta forma: nos horários das visitas (pelo que vi, são de hora em hora) e sendo acompanhado por um guia que explica como, quando, (o que se acredita ser) o motivo e o significado das pinturas.

 

Fizemos um lanche no carro e às 15 horas iniciou nossa visita.

 

A nossa guia explicou tudo de forma detalhada e clara para que nós (que não falamos espanhol) pudemos entender cada detalhe.

 

A beleza e a história do vale são incríveis. É possível ver como o Río Pinturas contrasta com a aridez do deserto no fundo do cânion, onde há grande riqueza de árvores e de verde. Além disso, vê-se como era importante a relação que o povo Tehuelche tinha com a natureza, principalmente com os guanacos e os choiques, sempre representados em incontáveis gravuras nas pedras. Vale muito uma visita.

 

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O Rio Pinturas de curso estável, nasce nas montanhas de Lago Buenos Aires e é afluente do Rio Deseado que deságua no Oceano Atlântico. A localização do cânion do Rio Pinturas no setor Cueva de las Manos é controlada por uma fratura geológica.

 

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“As pinturas (vermelho, preto, branco, roxo, amarelo e verde mal) foram preparadas com pigmentos minerais ligados em um meio fluido para facilitar a sua implementação.”

 

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Depois da visita, retornamos a Ruta 40 de onde seguimos para a cidade de Perito Moreno.

 

Chegamos próximo das 18 horas na cidade e fomos direto em busca do camping municipal que tínhamos pesquisado.

 

O camping é bem localizado. Assim, depois de montarmos a barraca, caminhamos pela cidade, compramos algumas bananas ($19,90 o quilo de bananas do Equador) num mercado próximo e tomamos um cerveja num bar (e mini museu) muito bonitinho.

 

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[t3]Mais informações[/t3]

 

Atrações e pontos interessantes


Cueva de las Manos: Sítio arqueológico com pinturas rupestres localizado em um vale lindíssimo. A visita ao sítio é através de visita guiada e custa 80 pesos por pessoa para estrangeiros (40 pesos para argentinos).

 

Hospedagem

 

Camping Municipal Perito Moreno – Bom ::cool:::'> :8):

Endereço: Rua Julio Argentino Roca esquina com Rua Mariano Moreno, Perito Moreno, Argentina

Página: https://plus.google.com/109122513203207626082/about?gl=br&hl=pt-BR

Preço: 55 (35+20) pesos a diária. Banheiros com ducha quente. Cozinha com pia e mesas. Locais com grama para montar a barraca e locais para receber trailers.

 

Gastos do dia

 

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Olá Koslinsky!

Sensacional esse seu relato! Alguns destinos estão na lista de lugares que quero conhecer, e principalmente Ushuaia (que fiz questão de ler com uma atenção ainda maior) :)

 

Parabéns pela riqueza de detalhes na forma com que nos conta sobre a viagem! É de grande ajuda para os próximos a visitarem esses destinos.

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[t1]Dia 22 - 22/02/2014 – Perito Moreno na Argentina a Puerto Río Tranquilo no Chile, à beira da Carretera Austral e do Lago General Carrera[/t1]


  • • Quilometragem do dia: 238
    • Quilometragem acumulada da viagem: 7.842
    • Gasto aproximado do dia: R$ 131,48

 

Voltamos ao Chile!

 

Saímos de Perito Moreno e seguimos para Los Antiguos (na próxima vez ficaremos hospedados ali, pois a cidade é encantadora). Nesta cidade abastecemos novamente (8,65 pesos o litro), pois queríamos chegar ao Chile com o tanque cheio.

 

A aduana para saída da Argentina foi tranquila e rápida, sem filas. A aduana chilena, alguns quilômetros mais para frente, também não tinha filas, mas a revista na bagagem foi extremamente rigorosa. Tiramos todas as malas do carro e passamos o que dava pelo raio X.

 

Apesar de rigorosos os chilenos foram muito simpáticos conosco.

 

Da aduana seguimos para a cidade de Chile Chico (estrada asfaltada), e de Chile Chico para Puerto Río Tranquilo (estrada de rípio).

 

Nosso objetivo neste trajeto era ver de perto o Lago General Carrera e as suas Capillas de Mármol (Capelas de Mármore) e passarmos pela famosa Carretera Austral (Ruta 7).

 

A vista da estrada é um espetáculo! Paramos na lindíssima Laguna Verde e em outros momentos para avistar o Lago General Carrera (na parte argentina, chamado de Lago Buenos Aires).

 

A pista é boa no geral. Em alguns pontos a pista estava em manutenção. Em outros dava um arrepio ao ver o precipício do nosso lado. Também havia trechos bem estreitos em que nossa esperança era não ver nenhum carro vindo na direção contrária.

 

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Paramos em um trecho do caminho onde havia árvores que nos protegiam do vento forte e fizemos nosso almoço.

 

Pouco antes da cidade de Puerto Río Tranquilo paramos no camping Pudu, que havíamos escolhido com bastante antecedência pela sua localização privilegiada, à beira do General Carrera. Não são todos os dias que se acampa ao lado do maior lago do Chile, e segundo maior da América do Sul, menor apenas que o Titicaca (que está entre a Bolívia e o Peru).

 

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Armamos nossa barraca e pegamos mais informações sobre o passeio de barco até as Capillas de Mármol no dia seguinte.

 

[t3]Mais informações[/t3]

 

Atrações e pontos interessantes


Laguna Verde: Um lago muito bonito a 25km de Chile Chico.
Carretera Austral (Ruta 7): Principal via do sul do Chile
Lago General Carrera/Buenos Aires: É o segundo maior lago da América do Sul compartilhado entre Chile e Argentina.

 

Hospedagem

 

Camping Pudu – Bom ::cool:::'> :8):

Endereço: Carretera Austral, 1 km ao sul de Puerto Tranquilo, à margem do Lago General Carrera.

Página: https://www.facebook.com/campingpudu

Preço: 5.000 pesos chilenos por pessoa. Banheiros com ducha quente. Locais para armar a barraca bem separados e com proteção para o vento. Porém o chão contém muitas pedras e para montar uma barraca como a nossa (não é autoportante) dá um baita trabalho.

 

Gastos do dia

 

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Parabéns pelo relato, está muito bem regido. Eu e minha esposa pretendemos fazer um roteiro muito semelhante no final de novembro deste ano e até agora lemos um pouco sobre as cidades e seu relato. Gostaria muito de fazer o roteiro de carro saindo do Rio de Janeiro, em 30 dias, mas temo por ficar mais cansativo do que prazeroso. Estou acostumado a pegar estrada. Você acha que vale pena eu investir no roteiro com carro ou procurar uma alternativa com avião e ônibus?

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[...]Você acha que vale pena eu investir no roteiro com carro ou procurar uma alternativa com avião e ônibus?

 

Olá rodvlopes,

 

Sou muito mais propensa a fazer viagens de carro, porque assim você consegue sentir mais a viagem, ver mais coisas pelo trajeto. Te dá mais liberdade para parar onde quiser. Não depender de tours e guias.

 

Descer a ruta 3 de carro, por exemplo, é muito gostoso. É possível ver muitos animais soltos, sentir a secura do deserto...

 

Mas, de carro o seu deslocamento é muito mais demorado do que de avião.

 

Acredito que o melhor seja você identificar o que é mais importante conhecer neste momento (outras oportunidades virão) e depois verificar as distâncias. Se você quer conhecer, por exemplo, Ushuaia, Torres del Paine, o Perito Moreno em El Calafate e El Chaltén, talvez valha mais a pena ir de avião. Assim você fica menos tempo no deslocamento e muito mais tempo nos lugares, fazendo trekkings maiores, passeando mais... E também existe a possibilidade de alugar um carro e fazer parte do trajeto dirigindo.

 

Agora, se você que ter a experiência de ir 100% de carro, você pode definir um trajeto menor. Porque do RJ até Joinville, de onde saí é mais de um dia pesado de estrada. Por exemplo, talvez seja legal fazer o trajeto do Rio direto para Ushuaia e voltar sem passar pela Carretera Austral no Chile. Talvez seguir sem passar pelo Uruguai, talvez ir para Rosário ou outra cidade sem atravessar por Buenos Aires...

 

Enfim, é importante que você tenha um roteiro que não ocupe todos os seus 30 dias. Que seja uns 28 dias planejados e 2 para descanso ou para eventualidades. E que não dirija à noite. Quando mais cedo sair e chegar, melhor vai ser ritmo da viagem.

 

Indo do jeito que for, tenho que certeza que vai ser bom :)

  • 3 semanas depois...
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[t1]Dia 23 - 23/02/2014 – Puerto Río Tranquilo a Coyhaique e visita as Capillas de Mármol[/t1]


  • • Quilometragem do dia: 223
    • Quilometragem acumulada da viagem: 8.065
    • Gasto aproximado do dia: R$ 301,35

 

Saímos do Camping Pudú ao lado do belíssimo General Carrera e seguimos para a pequena cidade de Puerto Río Tranquilo. Lá, fomos em busca de famoso passeio de barco pelas Capillas de Mármol (Capelas de Mármore).

 

As Capelas de Mármore são lindas formações de mármore (carbonato de cálcio) que foram sendo esculpidas pelo vento e pelas águas do Lago General Carrera ao longo de milênios. Existem várias formas, resultado deste trabalho, como túneis, capelas e catedrais e até uma cabeça de cachorro. Observando mais de perto, as formações são mescladas de diversas cores, oriundos de outros minerais ali presentes. E ao tocar nas formações é possível sentir a pedra lisa toda recortada parecendo favo de mel.

 

A visita às capelas é feita por barco, e o passeio pode ser reservado no centro de Puerto Río Tranquilo, acesso pela Carretera Austral que se transforma na avenida principal da cidade. Ali, às margens do lago, há diversas barraquinhas com propaganda dos passeios de barco. Também é (normalmente) possível reservar no próprio camping ou hospedagem, ou ir direto à Bahia Mansa um dos locais de onde saem barcos. Entrada para Bahia Mansa é pela Carretera Austral sentido Chile Chico – Puerto Rio Tranquilo, antes de se chegar no Camping Pudú, indicada placa da imagem 508 no post anterior.

 

Nós reservamos nosso passeio, pela manhã, no centro de Puerto Río Tranquilo. Pagamos 7.000 pesos chilenos por pessoa (preço comum entre os lugares) e deixamos reservado para as 11h30.

 

O passeio dura cerca de 1 hora. São mais ou menos 20 minutos até a chegada às capelas. E durante o passeio o condutor do barco explica um pouco sobre as formações.

 

Existe também a possibilidade de fazer o passeio de caiaque através da empresa El Puesto.

 

Tracklog disponível em: http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=9889659

 

 

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Almoçamos uns lanches no restaurante Pia. Os preços em geral no Chile são maiores que na Argentina.

 

Tínhamos pensado em fazer um trekking pelo Glaciar Los Exploradores. Mas, como é necessário um dia todo para o passeio e tínhamos os dias contados, este vai ficar para a próxima.

 

Saímos às 14 horas de Puerto Río Tranquilo em direção a Coyhaique.

 

Pelo caminho passamos pelo Bosque Muerto, onde há uma área onde todas as árvores foram destruídas por fogo e erupções vulcânicas. Depois, na vila Cerro Castillo, pela Cuesta del Diablo (coordenadas -46.103791, -72.048462), trecho de estrada com curvas acentuadas (ziguezague) para amenizar uma descida/subida íngreme, conhecido como caracoles. E durante boa parte deste percurso avistamos o Cerro Castillo (que dá nome a vila), uma montanha em forma de castelo.

 

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Cuesta Mirador del Diablo

A partir daqui você pode ver uma majestosa vista panorâmica, onde aparece o imponente Cerro Castillo com 2.675 metros de altura, coberto de neve e com bosques de lengas (faias patagônicas), aos seus pés se pode ver as curvas sinuosas do rio Ibanez com um comprimento de 88 km, que desemboca no Lago general Carrera.

E, como um reflexo da natureza surge a Cuesta Del Diablo com suas sinuosas e íngremes curvas que abriram caminho aos primeiros colonos através dessas inóspitas e imaculadas rotas do sul.

 

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Chegamos às 19 horas em Coyhaique (foram 215 km).

 

Coyhaique é uma das maiores cidades da Carretera Austral. Tivemos um pouco de trabalho para encontrar um lugar para ficar. Mas, depois de bastante procura encontramos uma vaga no Hotel Austral.

 

Amanhã, Parque Nacional Queulat.

 

[t3]Mais informações[/t3]

 

Atrações e pontos interessantes


  • • Capillas de Mármol: formações de mármore que foram sendo esculpidas pelo vento e pelas águas do Lago General Carrera.
    • Bosque Muerto: área com árvores secas, troncos que restaram de após fogo e erupções vulcânicas.
    • Cuesta del Diablo: pequenos caracoles na vila Cerro Castillo.
    • Cerro Castillo: linda montanha de 2.675m que parece um castelo.

 

Hospedagem

 

Hotel Austral – Bom ::cool:::'> :8):

Endereço: Colon 203, Coyhaique, Chile

Página: http://www.booking.com/hotel/cl/austral.es.html

Preço: 10.000 pesos por pessoa, com banheiro compartilhado. Café da manhã incluso, no mesmo padrão argentino: café ou chá e pão com manteiga e/ou doces. É uma hospedagem bastante simples, mas os donos eram bastante atenciosos e o ambiente era bem familiar. A dona não nos entendia direito, e nem a entendíamos muito bem, mas fingíamos que um entendia o outro e no fim deu tudo certo.

 

Gastos do dia

 

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