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Guatemala – Belize – México (22 dias)


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Segue o meu relato de viagem por esses três países- Guatemala, Belize e o México, essa viagem realizei em Janeiro deste ano(2015), durante o planejamento inicial pretendia completar a América Central pois no ano passado já havia passado por Panamá e Costa Rica( relato- cuba-costa-rica-e-panama ), então iria começar pela Costa Rica pelo lado do Pacifico que ainda não tinha visto e chegaria no final da Viagem na Guatemala ou Belize, porém para 20 e poucos dias iria ficar bem corrido e minha maior motivação era conhecer a Guatemala , principalmente para ver Tikal e o Semuc Champey. Nesse meio tempo um amigo meu me disse que iria para Cuba e México em Janeiro, então comecei a pensar em fazer esse roteiro e encontrar com ele no México, as datas bateram e então fechei as passagens, de início pretendia voltar para o BR de Cancun mas as passagens estavam por um preço absurdo então comprei a volta pela Cidade do México e inclui umas cidades(Palenque, São Cristobam de Las Casas, etc.) entre a Península Yucatan e a Cidade do México, mas seria tb muito corrido e ainda passaria umas 2 ou 3 noites dormindo no ônibus, logo decidimos nos primeiros dias que estávamos no México que iriamos comprar um voo de Mérida para a Cidade do México e aproveitar um pouco mais a Peninsula Yucatan e alguns dias na Capital.

 

Fiz muitas pesquisas para montar o roteiro e esses relatos abaixo me ajudaram muito:

 

panama-costa-rica-guatemala-e-mexico-maio-junho-de-2014

24-dias-5-paises-de-panama-ate-belize-muito-sol-e-diversao

mochilao-junho-13-df-oaxaca-palenque-merida-pdc-cancun-fotos

mexico-15-dias-e-6-estados-df-puebla-oaxaca-chiapas-yucatan-quintana-roo-com-fotos

viagem-pela-america-central-costa-rica-guatemala-belize-e-mexico

 

 

Então basicamente ficou assim:

 

Guatenama: Antígua, Lago Atitlan, Lanquim- Semuc Champey, Flores- Tikal.

Belize: Caye Caulker

México: Cancún, Isla Mujeres, Tulum, Vallodolid, Mérida e Cidade do México.

 

Os Câmbios que peguei em média foram:

Guatemala U$1 = 7 Quetzales

Belize U$1 = 2 ‘’Belizenhos’’

México U$1= 14 Pesos

 

 

GUATEMALA

 

Dia 01 – Voo Sp- Cidade da Guatemala

 

Meu voo da Avianca saiu as 09:00 da manhã pontualmente com destino a Bogotá, HUB da Avianca, de lá peguei um voo até El Salvador e outro voo até a Cidade da Guatemala, cheguei as 21:00 do horário local( 4 horas a menos que SP)

Pretendia ir para Antigua nesse dia, mas já sabia que o voo chegaria tarde e seria meio complicado, então acabei reservando um hostel perto do Aeroporto só para dormir e no outro dia partir cedo para Antigua. Hostel Los volcanos, eles oferecem shuttle na faixa para o aeroporto , porém quando cheguei tentar ligar e não consegui contato, então fui atrás de um táxi no balcão oficial, ficou 6 dólares a corrida até o hostel.

 

 

Dia 02 – Antígua

 

Levantei cedo , tomei o típico café falcatrua da América Central e voltei para o aeroporto com shuttle do hostel e de lá peguei a van para Antigua por 10 dólares, a van deixa você onde quiser, tinha pego referência do hostel El Hostal, cheguei lá e só tinha mais uma cama disponível, dei sorte. Diária 90 quetzales. Check in somente a tarde, então fechei na recepção o Tour para o Vulcão Pacaya(10 dólares) as 14 h e o transfer no outro dia para San Pedro no Lago Atitlan(10 doláres).

Dei uma volta na cidade, muito bonita, merecia mais um tempo de minha parte, almocei e voltei para o Hostel para aguardar a van para ir ao Vulcão.

 

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Pegamos um transito razoável para chegar lá , então assim que entramos no parque o guia começou a puxar forte na subida para chegarmos lá em cima ainda com Luz, foi tenso, no meio pensei em desistir e desde de o começo fica um pessoal lá oferendo táxi, que são os cavalos, se me oferecessem mais uma vez tinha aceitado kkkk, porém chega um ponto que eles não sobem mais e eu pensei em ficar por ali mesmo, mas refleti uns 5 minutos sentado numa pedra e resolvi encarar até o fim, por sorte faltava bem pouco. A Subida é um pouco forte são 4 km subindo num terreno muito arenoso, deu mais ou menos 1:30 caminhando, quem tem costume de praticar exercícios não vai ter muita dificuldade, é bom ir de bota e evitar tênis.

 

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A subida em si não para chegar no topo do vulcão, fomos até uma parte que tem muita lava acumulada mas toda seca, já tinha lido a respeito então sabia, mas tinha um pessoal na van que ficaram bravos pela falta da informação.

 

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Mas foi muito legal, em alguns buracos ainda dá para sentir o calor da lava e a vista é fantástica, a região toda é cercada por vulcões, dali vimos o pôr do sol e voltamos já sem luz.

 

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Quando fechei o tour a moça da recepção me disse que era furada ir à tarde para o vulcão pois a chance de pegar tempo fechado era grande, mas mesmo assim resolvi arriscar e peguei um pôr do sol fantástico lá de cima e o clima estava bem agradável.

 

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Dia 03 - San Pedro- Lago Atitlan.

 

A Van passou por volta das 08 h da manhã e chegamos em San Pedro as 12h. Tinha pegado referência do hostel Mikaso , um maluco chegou 5 minutos antes e pegou a última vaga, esse hotel fica bem no extremo da vila, andei uns 30 minutos perdido entre as vielas até achar e bater de cara kkk, daí pedi alguma indicação e o rapaz me indicou o Hotel Mikari que ficava perto, então lá fui, pensei que seria uns hostel igual porém era um hotel , bem confortável até, a diária era 35 dólares, quarto privativo com banheiro e uma bela vista para o Lago, acabei fechando pois não queria mais procurar algo morrendo de fome e carregando a mochila.

 

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Então fiquei por ali curtindo a região e tudo mais, San Pedro é um lugar onde tem mais bar, baladas, etc , em relação a outras vilas do lago Atitlan, mas eu estava meio zoado esse dia e preferi ficar o resto da tarde –noite refletindo e relaxando de frente para o lago.

 

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Dia 04 – San Marcos –Lago AtIitlan- Antígua

 

Acordei cedo e peguei o barco público para a povoado de San Marcos, é um local mais tranquilo, cheio de casas que oferecem massagem, yoga etc. Inclusive toda a região tem muitas escolas que oferecem cursos de espanhol. A Passagem custou 10 quetzales e a viagem uns 20 minutos. Tomei um puta café da manhã num hostel que tinha na viela principal e depois foi dar uma volta, depois fui até o parque do morro Tzankujil, se paga 10 quezales salvo engano para entrar e tem uma vista fantástica do lago e dos 3 vulcões além de uma plataforma de uns 4 metros para pular, quando cheguei não tinha ninguém então fiquei meio cabreiro , dei uma volta e quando voltei vi uma local pulando e tomei coragem.

 

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O que mais me impressionou em San Pedro e San Marcos é quantidade de Hostel/Hotel e Bar em que os proprietários são gringos.

Já Era quase 11 h, então peguei o barco de volta para San Pedro e fechei na agência o Retorno a Antígua que sairia as 14h pelo mesmo preço da Ida.

Cheguei em Antígua a noite e fechei a Van para levar até Lanquim no outro dia, 18 Doláres.

Voltei pro el Hostal , tinha feito uma reserva antecipadamente, porém me colocaram em outro quarto que ficava ao lado da rua e foi terrível de dormir, barulho a noite toda.

 

 

Dia 05 - Antígua- Lanquin

 

Viagem longa, quase 10 h, com duas paradas. Cheguei quando já estava escurecendo em Lanquin e fui para o Hostel El Retiro, bem bacana fica na beira do Rio, quarto coletivo sem banheiro por 50 quetzales. Disseram que teria banho quente, mas dos 3 chuveiros perto do quarto só 1 tinha água quente e era quase uma goteira, haha, no último dia desencanei e tomei banho frio mesmo. O hostel oferece uma janta por 60 quezales, tem que reservar antes e as 19h é servido para todos, quase todo mundo do hostel come lá, é um momento legal para confraternizar. Achei um pouco caro pela comida, não era lá essas coisas. A intenet é pago a parte é lembro que era caríssimo.

 

 

Dia 06 – Lanquin – Semuc Champey

 

O hostel oferecia um tour para ir até o Semuc Champey por 190 quezales, incluindo a entrada do parque, o parque é bem longe do Hostel que estava mais perto da cidade. A aventura começa no hostel quando vamos num pau de arara até quase a entrada do parque, daí guardamos as coisas, cada um pega uma vela e o guia nos conduz por dentro de uma caverna alagada , quase 2 horas lá dentro e saímos pelo mesmo lugar que entramos, depois pulamos num balanço muito loco para dentro do rio e logo depois descemos um trecho do rio em uma boia, de volta ao ponto inicial é oferecido pros malucos que quiserem pular de uma ponte com uns 6 metros de altura, hehe, essa eu passei.

 

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Almoçamos num local bem improvisado e caseiro por 40 quetzales perto da ponte, não tinhamos outra opção, a comida estava boa mas digamos que as condições era '' amigável'', finalmente partimos para a entrada do Semuc Champey, subimos o mirante e depois fomos curtir as piscinas com o guia indicando os locais pra pular, entrar numas minis cavernas e tal, foi muito legal.

 

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Como Havia lido num relato aqui era um tour bem sem noção, hahaha, mas deu tudo certo, os pulos são opcionais e a parte mais tensa foi a caverna, muitos trechos que não davam pé, algumas escadas de metal bem estreitas e a única iluminação disponível era a vela em nossas mãos. Tem muitas pedras pontudas no chão da caverna, quem tiver aqueles sapatos especiais para água vai ser bem tranquilo, eu fui de chinelo e o guia amarrou ele no meu tornozelo com uns barbantes. Depois encontrei com um pessoal durante a viagem e eles disseram que entraram descalços e machucaram bem os pés... então é bom ir preparado.

 

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O Semuc Champey é realmente fantástico, as fotos não conseguem mostrar como realmente esse lugar é, sem palavras. Mas como todo bom tour quando o negócio começa a ficar legal é hora de ir embora...

 

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Cheguei no hotel com uma puta fome e já era noite, tomei um belo de um banho frio e nesse dia não reservei a janta, fui até a cidade achar um lugar para comer, gastei 40 quetzales e comi bem melhor, só é meio tenso a estradinha até a cidade durante a noite, mas foi tranquilo.

No hostel fechei minha ida para Flores por 100 quetzales para o próximo dia.

 

 

Dia 07- Ida para Flores.

 

Mais uma longa viagem, 10 horas dentro das malditas vanzinhas apertadas e finalmente chegamos na Ilha de Flores, tinha pego referência do hostel Los Amigos e a maioria do pessoal que estava na van foi pra lá também. Eles têm muitos quartos com várias opções, fiquei num coletivo com 4 camas e sem banheiro por 50 quetzales.

É o hostel mais agitado de flores e talvez seja realmente a melhor opção, o bar é bem legal e estava lotadaço nesse dia pois começou a chover a noite. Além da cachaçada eles têm muitas opções para comer.

 

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Tem uma agência no hostel que tem preços melhores que de outras pela ilha, vale a pena negociar ali.

Fechei o Sunset tour para ir até o Tikal e o ônibus para o Belize por ali mesmo.

O transporte mais o guia ficou 90 quetzales e em tese teria que pagar mais 250 quetzales para entrar no parque, mas durante o caminho na van o guia explicou que a agência tinha um ‘’acordo’’ e a entrada ficaria por 150 quetzales, esse é o preço para a entrada regular , o sunset e o Sunrise tem um adicional de 100 quetzales , totalizando os 250 Q.

O ônibus para o Belize custou 100 quetzales, e a saída é as 5 da manhã , tem outras opções mais tarde porém já não ia ser num ônibus, ia ser aquelas malditas vanzinhas....

 

 

Dia 08 – Flores- Tikal

 

Não estava muito a fim de ir ver o Sunrise no Tikal pois teria que acordar as 3 da manhã e por muitas vezes o tempo fica fechado. Tem a opção de ir um pouco mais tarde saindo as 5 da manhã que já não pega o nascer do sol mas tem aquela beleza de ver a floresta acordando e um outro tour as 13 h para ver o Sunset, acabei decidindo ir à tarde, daria para dormir bem e curtir a ilha pela manhã. Amanheceu chovendo então o pessoal que foi ver o sunrise não deve ter visto nada, depois abriu o sol e fiquei feliz por ter decidido ir à tarde, SQN pois voltou a chover legal tb no fim do dia e eu não vi o pôr do sol no Tikal...

 

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Tikal é fantástico foram as ruínas Maias que mais gostei da viagem, é muito grande, precisaria de uns 2 dias para ver tudo com calma.

 

 

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Retornamos a flores por volta das 20 h e me preparei para ir ao Belize no outro dia.

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BELIZE

 

 

Dia 09- Belize

 

As 5 da manhã o ônibus partiu para a Cidade do Belize sendo o destino final o porto de onde saem as Barcas para as ilhas de San Pedro e Caye Caulker. Até que enfim uma viagem confortável, ufaa...

As fronteiras foram bem tranquilas, salvo engano paguei 25 quetzales para sair da Guatemala e para entrar no Belize não foi paga nada . Não tive problemas, só é um pouco demorado todos os trâmites.

Não havia planejado muitas coisas para o Belize, foi mais um caminho alternativo para Chegar no México . Decisão acertada pois passei 2 dias muito mal, no dia que cheguei quase nem sai do quarto e até tenho poucas fotos da Ilha de Caye Caulker.

Belize é o único pais da América latina que o inglês é idioma oficial, meu inglês não é lá muito bom mas consegui me virar e muitas pessoas falavam espanhol tb.

Bom, chegando no porto já estava saindo um Barco para Caye Calker , paguei a passagem(30 belizenhos) e corri... A empresa que faz esses trechos é a Belize Express- Water Táxi- Quase 1 hora de viagem.

Chegando em Caye Calker não sabia onde ficar, passei nuns 3 hostels e estavam todos lotados , os hotéis que vi para uma pessoa só, ficava muito caro , já cansado e começando a me sentir mal e com febre entrei numa rua e achei um hotel meia boca, M & N APARTMENT , 40 belizenhos a diária em quarto privado sem banheiro. Banheiro bem ruim e com cheirão de esgoto e o quarto bem simples, só a cama , ventilador e uma mes , O colchão já estava fazendo hora extra e aguardando a aposentadoria, não recomendo mas diante da situação foi aceitável.

 

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Deixei as coisas lá e fui atrás de um lugar para comer, não estava com apetite mas precisava comer pois me sentia bem fraco. Comi metade de uma sopa com frango num restaurante chino e logo voltei para o Hotel, sentia que estava com muita febre, tomei um banho gelado e fui deitar. Tive uma tarde de rei se é que me entendem... ::mmm:

Comprei bastante Gatorade e água para me manter hidratado e passei o dia no quarto. Deitei e dormi até o outro dia, só com algumas interrupções e corridas até o banheiro durante a noite....

 

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Dia 10 Cayer Calker

 

Para esse dia o planejado era fazer o famoso Snorkel na barreira de corais que é a segunda maior do mundo, indo do Belize ao México, só perdendo de tamanho para a existente na Austrália. Porém como passei muito mal no outro dia estava quase desistindo.

A 5 da manhã já não tinha mais vontade de ficar deitado e fui ver o nascer do sol, me senti bem e achei que seria uma boa fazer o Snorkel. Achei um lugar para tomar o café e passei no quiosque de Empresa RAGAMUFFIN, que a dona do hotel tinha me indicado, custou 140 belizenhos , tour para o dia todo com almoço, parada em 3 pontos para fazer Snorkel e haveria um coquetel na retorno.

 

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Peguei a último vaga do barco, dei sorte e o barco sairia as 10 da manhã.

Fui comprar o trecho de barco para Chetumal-México no escritório da Belize Express, sai diariamente as 07 da manhã e se deve comprar a passagem com um dia de antecedência. A mulher não queria me vender pois eu não tinha visto mexicano nem o americano, ela tinha um papel da época em que ainda era necessário o visto para brasileiros, insisti com ela e fiquei irritado, já estava discutindo em inglês, espanhol e português, foi uma confusão hahaha ::essa:: , acho que no final ela pensou ‘’vou vender a passagem para esse maluco, quero ver ele se lascar no lá México’’ ::lol4:: .

Não me lembro ao certo mas acho que custou 130 belizenhos.

Beleza, ela emitiu a passagem e voltei para o hotel, até fui pesquisar na internet a questão do visto e tirei print das informações do consulado mexicano que não era mais necessário o visto e fiquei com a consciência tranquila.

 

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Fiquei esperando até a hora do barco sair e comecei a me sentir mal novamente, mas resolvi continuar em frente e fui pro tour.

O Passeio foi muito bom, recomendo a empresa, foram 3 pontos fantásticos de snokel, com tartarugas, arrais, tubarões e diversos peixes, é incrível como tem vida nesse pedaço de mar. Os tubarões são bem tranquilos, já estão acostumados com o povão e estão sempre sendo alimentados pelos barcos que param ali.

 

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O almoço era simples mas estava gostoso, continuava sem apetite e deixei mais da metade no prato. Chegando de volta na ilha nem vi o coquetel, fui correndo para o Hotel...

 

A noite chegou e ainda continuava mal e sem apetite, mas queria comer uma lagosta e tomar a cerveja local, então sai para comer e logo voltei pro hotel , arrumei as minhas coisas e estava pronto e rezando para melhorar para curtir o grandioso e espetacular MÉXICO.

 

Não planejei ir ao famoso Blue Hole pois não tenho habilitação para mergulhar. Um colega meu ano passado foi até a ilha de San Pedro e de lá sobrevoou o blue hole, as fotos são fantásticas, fica a dica, não fui atrás em razão do tempo e do custo pois seria mais um ou dois dias.

 

 

continua...

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MÉXICO

 

 

DIA 11- Cayer Calker- Chetumal- Cancun

 

O Dia amanheceu, passei muito mal a noite mas já sentia melhoras pela manhã, nem tomei café. Fui para o cais e embarquei finalmente rumo ao México. O barco faz uma parada em San Pedro para fazer os procedimentos imigratórios e depois a viagem continua, paguei 7 belizenhos para sair e a funcionária do governo do Belize me perguntou se eu precisava de visto para o México e mostrou a mesma lista que estava no escritório da Belize Express, só disse que não e foi tranquilo dessa vez. A viagem durou ao todo 2- 3 horas.

 

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Chegando em Chetumal o exército mexicano fez um pente fino em todas as malas e depois cada um pegou sua bagagem e se formou uma gigante fila na imigração, paguei uma incrível quantia de 300 pesos mexicanos para entrar no México, um absurdo. ::quilpish::

Tinha pesquisado os ônibus para Cancun da empresa A.D.O a mais conhecida e pela hora já havia perdido o próximo, sairia outro depois de duas horas. Tinha uma empresa oferecendo táxi coletivo custando 20 pesos a mais que o ônibus , então fechei com eles e valeu bem a pena , o percurso foi mais rápido e foi até confortável. Custou 380 pesos

Cheguei em Cancun às 16 horas e o ponto de encontro com meu amigo Luciano era no hotel Ibis no centro de Cancun, o táxi parou perto e fui andando.

Tinha visto uma promoção da rede Accor mais ou menos um mês antes e a diária ficou R$100 para o quarto, já pago no BR sem IOF, valeu bem a pena, saiu o mesmo preço que um hostel para nos dois em quarto compartilhado por ex.

A previsão era do meu amigo chegar às 15 h, pensei que chegando no Ibis ele já estaria lá.. mas não, ele não havia chegado e a reserva estava no nome dele, não deixaram eu pegar o quarto, teria que aguardar . Pesquisei o voo dele proveniente de Havana e não tinha nenhuma informação, deu 17 h e nada, deixei as coisas no Ibis e fui procurar uma lavanderia para lavar um pouco de roupa. Rodei o centro quase todo para achar, cada pessoa que eu perguntava falava um lugar diferente hahah, WTF, pensei que estava falando grego, no final achei e era uns 100 metrôs do Ibis.... Voltei lá e nada do meu amigo, voltei a pesquisar o voo dele e não tinha nenhuma info se estava cancelado, atrasado , nada, sem possibilidade alguma de contato , fiquei preocupado pois desde que embarcamos no começo da trip não nos falamos, decidi esperar até as 20h, se não iria pegar outro quarto ou ver um hostel perto.

AS 19:55 ele chegou e daí deu tudo certo , UFA..

 

 

Dia 12 Cancun

 

Pegamos informação de como chegar na zona hoteleira e em algumas praias públicas, numas duas quadras do IBIS fica a avenida que leva até a zona hoteleira, praticamente qualquer ônibus que passa ali vai para lá, mas por via das dúvidas pegamos sempre o ônibus R1 ou R2 que haviam nos indicado, passagem custa 10,50 pesos, fomos primeiramente na Playa Delfines, é uma das últimas Praias, bem longe do centro de Cancún , dizem que é a mais bonita, e realmente é, o que achei mais legal foi a infraestrutura que fica a disposição , tendas na praia, banheiro, ducha, tudo sem custo algum. O Único problema ali é que não tem nenhum lugar para comer ou comprar uma cerva. Ficamos ali pela manhã e depois pegamos um ônibus para o centro da zona hoteleira.

 

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Fomos comer num lugar que diziam ser o mais barato, porém foi a refeição mais cara da viagem, haha, imagino um lugar mais caro, mas comemos bem.

Depois fomos até Praia que fica bem atrás do famoso Coco Bongo, ficamos ali até o sol cair, tem umas pedras que meio que divide a praia, ficar ali é bem legal.

Caiu a noite e fomos num shooping que fica no lago atrás da avenida principal e tem uns canais simulando Veneza, bem legal, é incrível a quantidade de brasileiros andando por ali, só se ouvia português, BRzada não pode ver um shopping kkkk.(me defendo dizendo que estava atrás de uns perfumes que me pediram para trazer hahah).

Pegamos o ônibus de volta até o centro. Ficamos com vontade de ir no Coco Bongo, porém chegamos no hotel sem pique, pesou tb o custo da brincadeira que passaria de 100 obamas para cada, contando com um táxi para voltar.

Nesse dia tomamos a decisão de cortar Palenque e São Cristobam de las Casas do roteiro e compramos o Voo de Mérida para a Cidade de México pela Aeroméxico por 300 dilmas para cada, o voo sairia no fim do dia 21, então teríamos ainda 8 dias para distribuir na Riviera Maia.

 

 

Dia 13 Cancun – Isla Mujeres.

 

Acordamos cedo e fomos para a Isla Mujeres. Fomos até o Puerto Juarez de táxi e corrida custou 40 pesos chorando com o taxista, Puerto Juarez é o local que mais tem frequências para lá, se não me engano a cada meia hora, já compramos ida e volta por 146 pesos, volta em horário e dia livre.

Chegando lá tinha referência do hostel POC-NA, mas pegamos uns panfletos com outras opções, rodamos bastante carregando as mochilas e único hostel que achamos estava lotado , os hotéis tinham uns preços meios absurdos, ainda não tínhamos achado o POC-NA, nisso ofereceram aluguel de um carrinho de golf por 500 pesos por um dia e fechamos.

Ainda sem hostel ou hotel perguntamos do POC-NA e era ali pertinho, fomos até lá e nos informaram que ainda não tinha informação se teria vaga ou não , teríamos que aguardar o checkout no início da tarde, então deixamos nossos nomes e as mochilas lá e fomos rodar a ilha com o nosso possante.

 

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Ainda era cedo e fomos até a Praia norte, passamos só para conhecer e depois fomos até a Ponta Sur, a ilha é muito linda , tentamos achar outra praia mas para sul sem sucesso, talvez tenha alguma mais escondida ou até privada, achamos um restaurante Buffet num portinho que serve alguns barcos e escunas que param ali, foi a primeira vez que comi num buffet a vontade na viagem e toquei o terror kkkkk.

 

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A Isla Mujeres foi o lugar que mais curti no México, por isso nessa manhã mesmo decidimos ficar mais um dia por ali.

Voltamos ao POC-NA e conseguimos pegar 2 vagas num quarto coletivo com banheiro e AC ficou 180 pesos por noite para cada.

Vale falar que esse hostel foi o mais top da viagem, na recepção já ganhamos um vale brinde para o bar da praia a noite. O hostel fica praticamente dentro de praia, porém é uma prainha ruim de nadar com alguns corais, para ir a praia norte que é top dá uns 5 minutos andando. No hostel tem atividades o dia todo, aula de vôlei, yoga, massagem, show de mágica, etc, todas as noites tem música ao vivo das 21h até umas 23h e quando acaba é aberto o bar na praia que vai até altas horas.

Num ambiente desse, com uma praia dessa com que coragem eu tinha para voltar a SP e encarar novamente toda aquela loucura. Por vários momentos na Isla Mujeres me peguei refletindo sobre isso, foi a primeira vez na minha vida que tive aquela vontade típica de mochileiro de largar tudo e ficar ali sem contar o tempo, dias, horas, só curtindo com o básico do básico.

Fomos curtir o fim do dia na Praia norte, com o snorkel deu para ver quão rica é a vida marinha ali, com dezenas de cardumes de peixes, algumas raias pequenas, coisa linda. Valeu muito a pena levar um snorkel do Brasil, usei muito e deu para economizar umas moedas com aluguel, foi muito útil mesmo e olha que comprei o mais barato.

Curtimos o pôr do sol com vista para Cancun que foi espetacular e voltamos para o hostel.

 

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Dia 14 Isla Mujeres

 

Decidi madrugar e ver o nascer do sol naquele paraíso, perguntei pro doutor google que horas o sol ia nascer e coloquei o despertador para trabalhar, foi incrível e ele nasceu pontualmente as 06:25 , conforme o google apontou. Voltei e dormi mais um pouco.

O Café da manhã do hostel era bem simples mas dava para se alimentar bem, logo fomos novamente a praia, nesse dia fiz snorkel a manhã toda.

Duas mulheres que estavam no hostel deram um show na praia fazendo um topless sem constrangimento algum, naquele momento realmente tive a certeza que estava no paraíso :twisted:::ahhhh:: , ohhhh Isla Mujeres....

 

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Depois de muita contemplação da paisagem :twisted: fomos dar mais uma volta no nosso possante e logo devolvemos ele. Almoçamos no hostel mesmo, comida muito boa e mais barato que nos restaurantes ao redor. Depois de comer fui cochilar nas redes do hostel perto da praia e mais uma vez fiquei refletindo sobre aquele lugar, aquele momento, pqp, fiquei pensando o que eu tinha feito de bom para merecer aquilo, até hoje não acredito.

 

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Num momento de cochilo e transe profundo meu amigo quase me derruba da rede ‘’ ei vai dormir o dia todo ai vagabundo?”, então pulei da rede e novamente fomos a praia encerrar o dia tomando umas cervejas.

A noite fomos achar um restaurante que poderia servir uma lagosta, mas o preço era absurdo, lagosta barata só em Cuba mesmo... e a noite acabou em pizza , voltamos ao hostel para curtir o show e depois o bar.

 

 

Dia 15- Isla Mujeres- Tulum

 

Estávamos quase decididos a ficar mais uma noite por lá, mas creio que mais um dia por ali me faria não querer sair mais...tínhamos muito chão pela frente, então levantamos poeira logo depois do café, sem antes dar uma passada na praia para tirar mais umas fotos....

 

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Fomos até o porto e conseguimos pegar um navio que estava saindo, chegando no Puerto Juarez pegamos um táxi na rua que ficou pela metade do preço do táxi do porto e fomos até o terminal de autobuses da A.D.O, o ônibus para Tulum já estava saindo e ainda deu tempo de pegar.

Poderíamos passar na Playa del Carmem, mas estava ocorrendo um festival de música eletrônica e os hotéis e hostels estavam com um preços absurdos e todos lotados segundo algumas pessoas me disseram.

 

Umas 2 horas de viagem e descemos no ponto das ruinas de Tulum, pois era mais perto do Hostel Lobo inn que tinha referência, mas chegando lá não tinha mais vaga e fomos andando rumo ao centro de Tulum, uma puta de uma caminhada com as mochilas e eu ainda estava de chinelo. Sem outra referência de hostel ou hotel fomos caminhando e caminhando, paramos em um hostel mas era muito fraco e caro , 200 pesos, andamos mais um pouco e paramos no Hotel Tulum, é um hotel familiar e a dona é uma chilena bem simpática, ela fez 1200 pesos um quarto duplo com banheiro por duas noites, achamos razoável e já cansados pela caminhada ficamos por ali mesmo, o hotel é bem localizado, fica bem na carreteira federal e próxima da estrada que vai para Coba ou para as praias de Tulum.

A Ideia era alugar uma bike para ir ao Grand cenote no mesmo dia e no dia seguinte ir para as praias, para nos dois iria ficar 400 pesos, achamos puxado e fomos numa locadora de carro só pra ver e uma diária do carro mais básico ficaria 500 pesos já com seguro, porém só teria para o final da tarde, numa outra só tinha o gol sedan, o nosso Voyage por 600 pesos, fechamos ali mesmo e negociamos um período maior de 30 horas pelo mesmo preço, tirando o gasto com combustível ficou só um pouco mais caro que a bike.

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Então com o goleta sedan partimos em direção ao Gran Cenote, entrada 150 pesos, ficamos ali um tempo, ainda com algumas horas livres decidimos ir até Coba, segundo um mapinha falcatrua era mais uns 40 km. Chegando lá o parque já estava fechado, se não me engano fecha as 15:30, insistimos um pouco mas não teve jeito. Então voltamos a Tulum, no caminho tinha um senhor com um galão e um carro estacionado pedindo carona, num primeiro momento fiquei receoso, mas parei para ajuda-lo, levamos ele até o posto e depois de volta ao carro, ele quis dar uma ajudar em dinheiro mas não aceitei, era um senhor bem gente boa, ele contou que tinha uma oficina de marcenaria e trabalhava por conta, nos disse que conhecia uns cenotes menos populares mas muito mais bonito que o gran cenote por exemplo e sem cobrar a facada que os cenotes da região cobram, são próximos a Coba e ele disse teria o maior prazer em levar a gente para conhecer no outro dia, pegamos o cel dele e nos despedimos, infelizmente no outro dia os planos foram outros e não fomos atrás. Chegamos em Tulum e ainda com o tanque cheio resolvemos ir até o fim da estrada para ver as Praias, chegando lá já estava escurecendo mas pelo menos fizemos um reconhecimento do local....

 

 

Dia 16 Tulum - Akumal - Tulum

 

Acordamos e fomos até a Playa Paraíso, havia lido que é uma das praias mais bonitas do mundo. Essa praia é meio que fechada por um hotel, pedestres podem entrar tranquilo, para deixar o carro lá dentro tem que pagar 50 pesos ou consumir isso no bar. Tem muitas cadeiras e espreguiçadeiras na praia e seu uso tb é pago, mas como bons BR ficamos ali até alguém vir questionar, ::otemo:: hahah. Não sei se para entrar com a bike teria que pagar algo.

 

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Ficamos ali tranquilo, é realmente a praia é linda, destaque para um coqueiro torto que é ponto de foto pra todo mundo haha.

Ofereceram para nós um passeio de barco para ver as ruínas do mar e depois um snorkel de 30 minutos na barreira de corais, por 200 pesos para cada, negociamos e fechamos por 360 para os dois.

 

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Depois do snorkel tomamos umas para dar os 50 pesos da consumação e saímos em direção a Playa Akumal com o grande objetivo de ver as famosas tartarugas em seu habitat natural... Akumal fica a 30 km de Tulum, muito fácil de chegar, nos disseram que o ideal é ir depois das 13 h , pois a maré baixa e se torna mais fácil de ver as tartarugas.

 

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Chegando lá, é aquela confusão típica de lugar muito turístico, aquele monte de gente tentando te empurrar de tudo. Nos disseram que para ir na zona que as tartarugas aparecem tem que ter guia,colete, boia, pé de pato e não sei mais o que, ou seja a brincadeira ia ficar cara, dei uma desanimada.... Fomos até a Praia e entrei no mar para fazer o reconhecimento da situação, o Luciano ficou na areia cuidando das coisas. E realmente todo mundo estava entrando na água com colete. Então decidi alugar um, cheguei até lá e não ia desistir de nadar com as tartarugas... Fui numa ‘’loja’’ grande de diving que fica bem atrás da praia para pegar alguma informação que digamos oficial, o rapaz que me atendeu era um argentino gente boa que já tinha morado em Natal e me explicou tudo certinho, deu boas dicas. Eles obrigam a usar o colete para evitar que o povão mergulhe e fique tocando nas tartarugas, achei justo e aluguei um colete para dividir com o Luciano por 70 pesos.

Entrei no mar e fui na área demarcada, tem umas boias meio que cercando a região para dar segurança para o pessoal e evitar alguma merda pois tem muitos barcos circulando por ali. Não vi ninguém fiscalizando nada, mas o colete foi bom para poder dar uma descansada dentro do mar, pois nadei bastante.

O esquema é entrar no mar e tentar seguir alguns grupos que eventualmente ficam parados por uns minutos, é provável que eles estejam vendo alguma tartaruga, fiquei fazendo isso por uns 40 minutos no mar e nada... nada pra lá, nada pra cá, e tudo isso já bem longinho da praia, bem próximo da barreira de corais, tinha visto tudo que é peixe e meio que sem esperança comecei a voltar para a areia antes que perdesse o que me sobrou de energia e do nada surgiu uma tartaruga, depois mais uma e outra, foi fantástico fiquei uns 20 minutos praticamente sozinho vendo elas, todos os movimentos, tirando foto, filmando, foi a experiência mais marcante da viagem, depois de muita contemplação voltei o mais rápido que pude para a praia e passei o snorkel + colete para o Luciano, expliquei mais ou menos onde elas estavam e ele foi meio que não acreditando. Quando ele voltou ficou pasmo, ele pensava que elas eram pequenas tipos as de jardim ::lol4:: , ficou impressionado com o tamanho delas, medindo mais ou menos o tamanho de um tronco de um humano adulto.

 

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Depois ameaçou cair um pé da água e voltamos a Tulum, antes de devolver o carro ainda voltamos a Playa Paraíso para aproveitar a ‘’ nossa vaga’’ que já estava paga haha , e curtir o fim do dia tomando umas e outras. Escureceu e fomos embora devolver o carro.

Abastecemos o goleta e morreu uns 300 pesos na brincadeira, devolvemos o carro e voltamos para o hotel que era perto. Nesses percursos, demos umas 4 caronas, foi bem legal, conhecemos gente de todo tipo, desde famílias mexicanas a nômades.

Conversamos com o pai da Chilena do hotel perguntamos onde que poderíamos comer uma comida típica mexicana feito para mexicanos e não para turistas, ele indicou o lugar e lá fomos, fica na carreteira federal no lado do terminal da A.D.O, uma quadra para frente. O lugar era muito simples e estava lotado, sentamos e pedimos quase todo o cardápio, era bem barato hahaha. A carne do taco era a de churrasco grego que é bem comum nas esquinas de SP, até então nunca tinha comido carne daquilo, mas estava boa, o Luciano é vegetariano e escapou, hahah, experiência única.

 

 

Dia 17 Tulum- Vallodolid

 

Levantamos cedo e fomos caminhando até as famosas ruínas de Tulum, dessa vez fui de tênis, ::lol4:: . Chegamos às 8 h, bem na hora da abertura afim de evitar aquela multidão de gente na frente das fotos e valeu muito a pena, os tours começam a chegar depois das 10 h e o parque fica bem cheio. Demos uma volta em tudo com calma. Entrada 64 pesos. O lugar é sensacional.

 

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Legal que lá tem uma outra saída que dá para a avenida que leva as as praias, então não precisamos voltar a carreteira federal para depois chegar nas praias, quem pesquisar no mapa vai entender.

Entramos na primeira praia que tinha acesso na estrada e eu achei mais bonita que a Playa Paraíso mas não lembro o nome.... Dessa Praia tem uma vista bonita das Ruínas x Mar.

 

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Ficamos por ali e depois partimos rumo ao hotel, fomos pela estrada tentar pedir carona e esperar alguma alma caridosa, mas o mundo não conspirou a nosso favor, fomos andando e pedindo carona e ninguém parou, mas tb não tinha muito movimento, a maioria dos carros eram táxi. Depois de caminhar uns 20 minutos resolvemos pegar um táxi, sem antes dar aquela chorada básica.

Arrumamos nossas coisas, comemos muito bem num almoço que a chilena preparou para nós e fomos pegar nosso ônibus para Valodollid, cidade que seria nossa base para ir no outro dia cedo para o Chitzen Itza.

 

Chegando em Vallodolid ficamos num hotel bem em frente a rodoviária, Hotel Vallodolid por 450 pesos quarto duplo com banheiro, bem simples mas confortável.

Assim que o ônibus entrou na cidade eu tinha visto um restaurante que tinha uns carros antigos, então já resolvi ir até lá para ‘’xeretar’’, foi uma caminhada boa. Na volta ficamos na praça principal observando o movimento até o sol cair, lá para umas 20 h começou a ter um baile na rua mesmo, muito legal, vários senhorzinhos e senharozinhas bailando, acho que todo domingo deve ter isso por lá, não vai até muito tarde. Cidade bem legal com aquele climão de interior que temos no Brasil

 

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Dia 18 Vallodolid- Chitzen Itza- Mérida

 

Chegou o grande dia de conhecer mais uma maravilha do mundo moderno, ansiedade a mil...

Nesse dia entendi um cambalaxo da Cia A.D.O, eles tem umas subsidiárias com um serviço mais simples(diga-se ônibus mais velho) e mais barato, dentro delas tem a empresa oriente, os atendentes tentam te vender primeiro os bilhetes para A.D.O principalmente para os turistas. No dia anterior tinha perguntando quando sairia o primeiro ônibus para o Chitzen, e o atendente me disse que era 08:30, argumentei que precisava pegar um mais cedo para chegar lá as 08h ele me disse que o parque abriria as 09h, mentira pois abre as 08h, mas não fechei. Aí logo cedo fui pegar informação para chegar lá de van e por teimosia passei na A.D.O de novo para confirmar o horário e tinha um saindo as 07:40, então comprei o bilhete e era mais barato que o que sairia as 08:30, quando embarcamos ai que percebi que estávamos indo com o ônibus da oriente, mas o ônibus era bom tb, só um pouco mais velho e fazia um monte de paradas tipo ônibus urbano. Enfim, é bom perguntar sempre que foi compar um bilhete na A.D.O se tem outras opções, depois lá no Chitzen Itza pegamos um ônibus para Mérida via Oriente tb, foi um típico pinga a pinga, mas o preço é bem mais em conta do que os ônibus da marca A.D.O.

 

Enfim, depois de uns 40 minutos de viagem, chegamos, guardamos nossas malas no locker que estão disponíveis sem custo e entramos no Parque. Ficamos um bom tempo ali e para conseguir tirar foto sem ninguém na frente da pirâmide, vale exercitar a paciência um pouco ::otemo:: , demos uma grande volta com calma em todo o parque. O valor da entrada não lembro ao certo mais foi perto de 200 pesos.

 

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O ônibus que íamos pegar para Mérida era no meio da tarde, então fomos negociar com um taxista para nos levar até o Cenote Ik-al que fica próximo, ele nos cobrou 80 pesos ida e volta. Comemos um lanche por lá mesmo e depois retornamos para o parque, entramos novamente e tiramos outras fotos da pirâmide pois na parte da tarde o sol fica a favor do lado mais ‘’inteiro’’ da pirâmide, mas tb tinha muito mais pessoas em razão do horário.

 

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Dentro do parque tem muitos ambulantes vendendo de tudo que é lembrança e tranqueira, havia lido e tb me disseram para não comprar nada lá que era mais caro que na cidade, puta balela, acabei comprando algumas pequenas coisas lá de lembrança e me arrependi de não ter comprado mais, na cidade de Mérida e depois na CDMX era tudo mais caro, claro que os ambulantes jogam um preço alto, mas eles estão dispostos a negociar e chegam a baixar o preço a 1 /3 e ainda diziam a gargalhadas que era preço especial pra brasileños, para os Yankes era o dobro 8) . Tudo que comprei negociei bem, meio que encenava que não tinha dinheiro, sem muito interesse e que não ia comprar, o preço despencava :lol:

 

Lá pelas 15 h pegamos nosso ônibus para Mérida, 3 horas de viagem parando em tudo que é ponto, passando por diversos vilarejos...

Chegando no terminal de Mérida fomos em direção ao Hostel Zocalo, fica na praça da catedral do mesmo nome, foi uma boa caminhada e conseguimos chegar pedindo info algumas vezes.

Não tinha mais lugar em quarto coletivo, então pegamos um quarto sem banheiro por 450 pesos na primeira noite e um desconto na segunda noite que ficou por 350 para os dois.

Mérida é uma cidade grande, bem aconchegante, muitas opções para comer , tem um clima bem gostoso.

 

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Dia 19- Mérida , Cenotes de Cuzuma

 

Nesse dia fomos atrás dos 3 cenotes de Cuzama, Cuzama é uma vila que fica mais ou menos à uma hora de Mérida, as vans para lá são de cor vinho e Custa 24 pesos, saem umas 5 quadras longe do Zocalo, é só perguntar que não tem erro.

Chegando em Cuzama é só pegar os moto-táxi que levam até o ponto dos trenzinhos, nos cobrou 80 pesos ida e volta sem choro, no trenzinho foi cobrado 300 pesos para dois, tb sem choro nem vela, povo ruim de negociar... É um passeio barato se for ver, só a entrada do gran cenote em Tulum custou 150 pesos....

 

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Não muito longe pegamos um desvio e entramos em dois cenotes pequenos, acabei nem entrando na água nesses dois, um deles é bem apertado sem muito espaço para nadar mas bem interessante, descemos numa escada bem precária numa entradinha bem discreta, o outro já é um pouco maior o seu interior se parece muito mais com uma caverna do que um cenote em si e tb não tinha muito espaço para nadar.

 

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Depois voltamos a linha e pegamos o outro desvio e daí fomos bem mais longe, chegamos no terceiro cenote, esse já é muito maior e a água tinha um tom de azul sensacional, ficamos ali nadando, pulando até o fim do passeio.

 

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O Mototaxista nos disse que a região tem muitas opções de tur e muitos outros cenotes que ele poderia levar, mas estávamos cansados e decidimos voltar.

Fizemos o caminho de volta e chegamos em Mérida no meio da tarde.

 

Pegamos informações para chegar em UXMAL, a opção ideal seria pegar um tour que iria para os parques de Uxmal, Kabah e mais algumas atrações típicas de tour, como fábrica de chocolate e bla bla bla, nos ofereceram por 600-700 pesos sem contar as entradas, o problema é que teríamos que estar no Aeroporto às 17h, então desistimos e vimos que a A.D.O tinha uma linha que passava em UXMAL, compramos o bilhete e foi novamente com um ônibus da oriente, saiu quase 90 pesos ida e volta, pegamos a primeira saída às 6h da manhã.

 

 

Dia 20- Mérida – UXMAL – Cidade do México.

 

Levantamos as 05h , deixamos o quarto e colocamos nossas malas no locker do hostel, partimos rumo ao terminal da A.D.O, pegamos o ônibus as 06 h e descemos em UXMAL por volta das 07:30 e esperamos o parque abrir às 8h.

Fomos os primeiros a entrar. O Parque de UXMAL é muito grande, me lembrou um pouco de Tikal , parece que tem muita coisas para ser descoberto por lá ainda.

 

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Foi o parque que mais gostei da viagem, belas construções de estilos variados e tudo muito bem cuidado sendo restaurado aos poucos.

Ficamos por ali um bom tempo até esperar a hora de pegar o ônibus de volta, comemos um lanche bem caro num restaurante praticamente dentro do parque e depois fomos esperar o ônibus na estrada, essa linha tem uma frequência a cada 2 – 3 horas, mas é melhor confirmar no dia.

 

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Chegamos em Mérida umas 15 h e fomos até o museu ferroviário, fica um pouco longe do centro, depois passamos na antiga estação e voltamos para Hostel, ainda aproveitei para tomar um banho e partimos rumo ao aeroporto de táxi , custou 100 pesos.

 

CDMX

 

Duas horas de viagem e chegamos na cidade do México , confesso que não tinha estudado um jeito de chegar ao hotel que havíamos reservado, sabia que tinha uma estação do Metrô no aeroporto, porém a estação fica na rua entre o terminal 1 e 2, parece que mais próxima do terminal 1 e nós estávamos no terminal 2 que fica no outro lado, segundo a informação que nos passaram no desembarque era uma caminhada boa pela rua e não muito seguro de ir a noite mas mesmo assim estávamos dispostos a arriscar , saímos do terminal e na área dos táxis, um senhor nos abordou para ofertar um táxi, negamos e ele perguntou pra onde iriamos, então ele disse que seria melhor pegar o Metrôbus bem ali, sem saber muito bem fomos pegar, o embarque é só com cartão, tinha uma máquina automática no próprio ponto onde compramos um cartão(10 pesos) e fizemos uma carga, a passagem desse ônibus que passa no aeroporto custa 30 pesos, as linhas normais custam 6 , o metrô custa 5 e o táxi ficaria 350 pesos... O cartão funciona nos ônibus e no metrô, compartilhamos o mesmo cartão durante a nossa estadia na capital. Quando voltei ao aeroporto vi que existe um trem ligando os dois terminais, mas no momento não vi nenhuma placa ou indicação.

 

Entramos no ônibus, bem novo e confortável com área para bagagem internamente, um policial fica dentro o tempo todo e foi o nosso guia no primeiro contato com a capital, perto do centro descemos numa estação do metrô da linha que passava perto do nosso hotel.

Ficamos no hotel Castropol, bem perto da Estação Pino Suarez e da Plaza de La constituicion, Catedral metrôpolitana, zocalo, etc, bem no centrão. O hotel ficou R$300 reais para 3 noites, custo benefício bem razoável para 2 pessoas, duas camas grandes, bem confortável, deu para descansar legal no final da viagem.

Nos instalamos perto das 22 h e saímos para achar um lugar para comer, mas foi muito foda, às 22 h a cidade morre, só achamos um lugar aberto bem longe do hotel, quase ninguém na rua, mas foi tranquilo andar no centro a noite, só ficar esperto, quem está acostumado com as nossas capitais vai passar bem lá, hahaha, tem muito policiamento, arrisco dizer que tem um policial em cada quadra.

 

 

Dia 21 CDMX

 

Fomos andar no centro e tirar umas fotos, entramos no museu da cidade, bem interessante porém creio que seja muito mais proveitoso para mexicanos ou pessoas interessadas em arquitetura.

 

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Depois entramos no metrô para ir em direção ao MONUMENTAL ESTÁDIO AZTECA, para quem gosta de futebol sabe da importância desse templo e a visita é imperdível, para chegar basta pegar a Linha 2 até o fim e depois pegar a conexão com Trem Ligero que se paga a parte.

Quem está acostumado a pegar o metrô em SP não terá dificuldade nenhuma de circular por lá, bem parecido, cheio quase o tempo todo, a diferença maior é a abrangência, cobre quase a toda a capital, no centro tem estação em quase todas as quadras, as conexões entre as linhas são longas, tem que andar bem, se tiver que passar por umas 3 linhas ou mais as caminhadas nos tuneis do metrô serão longas...

No Estádio Azteca tem um tour que custa 90 pesos com monitor que acompanha e explica boa parte do prédio em si com algumas pitadas da história, passamos pela sala de imprensa, vestiários, tuneis de acesso, campo e arquibancada, estava esperando ver um museu ou memorial mas infelizmente não tinha, o estádio é gigante, muito maior do que eu imaginava, ainda hoje a capacidade é de 105 mil lugares. No tour tinha dois casais de argentinos, então foi aquela tiração de sarro kkkk.

 

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Voltamos ao centro e fomos no mercado de artesanias que fica perto da estação Balderas da linha 1 e 3 do metrô, é um mercado popular de artesanato muito grande, se acha de tudo que é tranqueira, lembrança, souvenir, etc, é um bom lugar para concentrar a compra de lembranças, ali perto até comprei uma nota de um real com um camelô ::hahaha::

 

Saindo de lá fomos até a torre latino americana para ter uma vista de cima da cidade e ver o pôr do sol, para subir até a lanchonete no 37º andar parece que não se paga nada, porém fomos até 44º andar onde fica o mirador sem vidros na frente para não atrapalhar as fotos, coisa que acontece na lanchonete, não lembro bem o valor mas foi algo entre 60 e 100 pesos. Tem um controle no andar da lanchonete de onde se deve pegar outro elevador, ainda tem um museu que se paga a parte entre os andares mas não fomos.

 

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Dia 22 CDMX e Teotihuacán

 

Não acordamos muito cedo nesse dia e por volta das 09h fomos até o Teotihuacán, fica um pouco afastado da capital, achei que era mais próximo. Para chegar lá por conta é bem tranquilo, é só pegar o metrô até a estação autobuses del norte na linha 5. Próximo a porta 7 ou 8 tem a empresa que vai até as pirâmides, custou 88 ida e volta, as saídas tem intervalos em mais ou menos em 20 minutos, então não tem erro.

Visitamos tudo por lá com calma, o tamanho das pirâmides são impressionantes, deve-se primeiro subir a pirâmide da lua para descarregar a energia negativa e depois a do sol para carregar as positivas, não sei se funciona mas foi o que nos disseram e na dúvida melhor não arriscar :roll: As subidas são cansativas, principalmente a pirâmide do sol, é escadaria que não se acaba mais, comecei contar os degraus mas perdi a conta ::hahaha::

 

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Na volta fomos até a Basilica de Guadalupe, a padroeira da América latina, a estação fica na linha 6 do metrô, La villa- Basilica, não fica muito longe da estação autobuses del norte...

 

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Chegando ao hotel no início da noite fui ver um jeito de chegar no Aeroporto por conta, pois não tinha mais pesos, nem dólares, nem reais e estava fora de cogitação gastar 300-400 pesos de táxi, porém o metrô de sábado abre às 6 h , então praticamente descartei pois meu voo era às 07:20, seriam 3 linhas e 2 conexões, bem cansativo ainda mais carregando as malas pesando como nunca na viagem, me restou ver o esquema do metrôbus, então fui no ponto próximo do hotel, esperei um ônibus parar e perguntei para o motorista como poderia chegar até o aeroporto, ele me explicou direitinho, era só pegar essa linha mesmo, ruta 4 até o terminal San Lazaro e depois o metrôbus do aeroporto, fácil né, só que a anta aqui esqueceu de perguntar que o horas começavam a circular ::putz::

Fui comprar um cartão(10 pesos) e carreguei com a quantia certa para chegar até o aeroporto, pois até então estávamos dividindo um cartão. Gastei meus últimos pesos com a recarga. ::sos::

Dia chegava ao fim, viagem tb , aquele clima melancólico de fim de férias, de viagem , então fomos tomar umas, claro, antes das 22 h... ::hãã2::

Ainda passei num mercado e comprei uma tequila, o El Jimador a tequila mais vendida do México.

Quando voltei ao hotel vi na net que horas o serviço do metrobus começava, a principio vi que era 04:30, mas é meio confuso o esquema das linhas, tem uns 3 horários diferenciados e de sábado começava mais tarde assim como o metrô , meio difícil de entender, não tinha certeza se conseguiria chegar a tempo no aeroporto e dormi com essa dúvida ::mmm:

 

 

Dia 23 CDMX- Volta BR

 

Acordei às 04h e fui para o ponto as 04:30, ninguém na rua, só eu e minhas mochilas naquele sábado gelado, foi a primeira vez que usei Blusa desde o dia que tinha embarcado em SP. Sem certeza que chegaria a tempo e nem mesmo com um plano B me restou torcer :| , deu 05h e nada, já pesando no que poderia fazer, em frente ao ponto abriu uma lanchonete, fui lá perguntar que horas passava o primeiro, o rapaz disse que era as 05h, daí lembrei ele que era sábado, ele tipo fez um ‘’hummmm’’, daí já caguei ::dãã2::ãã2::'> , kkkk, ele disse que até as 05:30 deveria passar um,mas sem aquela certeza ::otemo:: pqp, lascou, como tinha visto no google maps que San Lazaro não era muito longe ainda perguntei como chegar lá a pé, e o rapaz me disse ‘’não faça isso, espera no ponto aí tranquilo pois o caminho é barra pesada’’, hahaha, só me restou esperar.

Daí começou a passar um monte de coisa na cabeça, como ser assaltado ou perder o voo, ou quem sabe as duas coisas.... Mas daí não deu 5 minutos e passou o busão, Ufaaaaa, em 25 minutos cheguei no Aeroporto.

 

Deixei o México para trás com a certeza que irei voltar logo, país fantástico, com opções de turismo para todos os bolsos e gostos, praias paradisíacas, ruínas, pirâmides, vulcões, cânions, povo simpático, etc....

 

E a Isla Mujeres me conquistou, não só pelo nome, mas o lugar é demais mesmo, considero um ponto imperdível para relaxar uns dias.

 

Espero não ter poluído muito o relato com as fotos, mas acho legal ilustrar bem, pelo menos eu gosto muito dos relatos com fotos e peço desculpas pelo texto que não está muito bem escrito e formatado.

 

Então é isso, se alguém tiver alguma dúvida ou um ou outro detalhe que não está no texto pode perguntar que terei o maior prazer em responder.

 

abraçossss ::otemo::

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Fala ai blz? Otimo seu relato tirei varias duvidas e peguei varios valores pra minha trip. Estou indo em Abril e tenho uma duvida. Queria deixar Isla Mujeres para o fim da trip, tenho 9 dias no Mexico, Foquei Apenas em Playa Del Carmen e Isla Mujeres. Meu voo é as 12:00 sera que consigo sair da Isla Mujeres e chegar no Aerporto de Cancun antes das 12:00?

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Fala ai blz? Otimo seu relato tirei varias duvidas e peguei varios valores pra minha trip. Estou indo em Abril e tenho uma duvida. Queria deixar Isla Mujeres para o fim da trip, tenho 9 dias no Mexico, Foquei Apenas em Playa Del Carmen e Isla Mujeres. Meu voo é as 12:00 sera que consigo sair da Isla Mujeres e chegar no Aerporto de Cancun antes das 12:00?

 

 

Opa, Blz...

Acredito que seja bem tranquilo, saindo umas 2 horas antes e não acontecendo nada de anormal vc vai chegar com folga. O trajeto entre a Ilha e Cancun de Barco dá menos de 30 minutos e em janeiro tinha saída de meia em meia hora , é bom confirmar em abril quando vc for embarcar qual a frequência, chegando em Puerto Juarez é só pegar um táxi até o terminal da ADO que leva uns 10 min e depois pegar o Ônibus que leva até o Aeroporto no máximo uns 35 minutos e tem saída a cada meia hora mais ou menos . Ou até mesmo vc pode negociar um táxi do porto direto até o Aeroporto, é meio longe deve dar mais de 300 pesos.

 

Só como exemplo eu saí as 9 h da Ilha e quando deu meio dia já estava em Tulum que fica duas horas de ônibus de Cancun.

 

abç

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