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Olá viajante!

Bora viajar?

Roadtrip - Paraguai, Argentina, Chile e Bolívia - 12600 km sozinho de Bandeirante

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Bem, vou relatar agora como foi essa roadtrip de 20 dias a bordo de um Toyota Bandeirante. Foram 12600 km, saindo de Cariacica-ES e passando pelo Paraguai, Argentina, Chile e Bolívia.

 

Começo dizendo que fui muito desencorajado por uns e extremamente motivado por outros. Como fiz a viagem sozinho, muitos se preocupavam com a segurança, quebras no veículo, comunicação e etc.. mas graças ao bom Deus, nada de pior me aconteceu.

Não fiz a viagem sozinho por opção, e sim por falta de pessoas com tempo/dinheiro/disposição para rodar tudo isso de carro. Acredito que se fosse depender dos ‘outros’, nunca iria sair do Brasil.

 

Para uma viagem desse porte, é extremamente necessário um planejamento prévio muito bom. Conheça as estradas, as rotas alternativas, os locais, os atrativos, as dificuldades, suas limitações e as do seu carro. Adquira um bom GPS e coloque nele todos os mapas necessários, além de mapas off-line no celular e mapas impressos, coordenadas e todo tipo de referência para não se perder nos piores lugares.

Tenha em mente que 12600km é quase a média anual de um veículo pequeno, e que para rodar isso em 20 dias, é necessário um veículo extremamente robusto e confiável.

 

Por isso minha opção foi a Bandeirante. Veículo diesel, com tração 4x4 e sem eletrônica alguma.

 

De itens, levei jogo de chaves, alicates, correias, lâmpadas, fusíveis, filtros de óleo e diesel, porcas e parafusos diversos, desengripante, cruzeta, líquido de arrefecimento, óleo de motor, dois estepes, pranchas de desatolamento e outras miudezas.

De itens obrigatórios, levei cambão, dois triângulos, seguro carta verde e seguro soapex.

 

A ideia inicial era gastar em torno de 6000 reais e viajar por 25 dias, tendo como principais pontos a travessia da cordilheira pelo Paso San Francisco, o litoral do chile, praias, o parque pan de azucar, monumento la portada, monumento la mano del desierto, atacama e suas redondezas, a entrada na Bolívia pela reserva Eduardo Avaroa e a chegada ao Salar de Uyuni, retornando até o atacama, atravessando o Paso Jama e aí retornando pro Brasil.

 

Acabou que fiz a viagem em 20 dias e gastando 6500 reais. Saindo de Uyuni, fui direto em direção ao Brasil, entrando em Corumbá-MS.

Dormi todos os dias no carro, exceto um, em que dormi no alojamento da polícia fronteiriça chilena.

 

Levei um pouco de reais, usei cartão de crédito e fiz saques em moeda local, conforme achava melhor.

 

Pra quem não conhece o carro, uma foto minha no salar de Uyuni com a Bandeirante:

 

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Acordei pela manhã e fui abastecer o carro. Rodei muito até conseguir encontrar a bendita ruazinha que dá pro posto. Paguei 512 pesos por litro de diesel.

 

Nesse dia eu subi em direção ao Paso Jama, com destino ao Monges de la Pacaña, Catredales de Piedra, Salar de Águas Calientes e Salar de Tara.

 

Atenção para esses destinos, pois a sinalização é praticamente inexistente e o risco de se perder é muito grande, além de atolar na areia ou lama.

 

A estrada pro Paso Jama é excelente, e em 40 km você sobe praticamente 2000 metros de altitude, chegando na casa dos 4500m. Depois de muito subir, há uma descida e logo pela esquerda você avista os primeiros monumentos de pedra. Parecem até que as pedras deram uma derretida. Ali já é válido usar a tração.

Segue-se mais um pouco e entrando mais pra dentro, é possível observar os monges. Os monges são nada mais que grandes pedras que estão no meio do deserto, parecem que foram colocadas ali, muito curioso. Entre todos, o mais conhecido e bonito é o Obelisco.

 

Existe por ali um caminho padrão bem batido, com um solo já mais firme, por onde passam as vans. Mas eu queria emoção, e fiquei andando pelas dunas. Mas nem sempre obtinha sucesso hehe. Mas rodei por ali tudo, fui em uma parte em que acreditava ser as Catedrales e depois rodei o Salar de Águas Calientes. Nesse trecho do Salar, muito cuidado, existem uma lama bem pegajosa na borda e muitas pedras pontiagudas.

 

Parei pra comer algo e depois de olhar o GPS, segui rumo às Catedrales e o Salar de Tara. Existem duas opções pra chegar ao Salar. A mais comum, segue pelo meio dos monges rumo norte e depois nordeste, e leste. A outra passa por trás do Salar de Águas Calientes.

 

Segui pela rota dos monges e encontrei um deserto imenso, com infinitas trilhas de carro. Segui observando o GPS e após um tempo encontrei as grandes Catedrales e Piedra e mais um pouco o Salar de Tara.

 

Repito, muito cuidado ao entrar nesse trecho, fui e voltei em aproximadamente 5 horas no total e encontrei apenas UM veículo com guia local. Uma quebra ali é um grande risco. É o local onde o filho chora e a mãe não vê.

 

Já quando estava saindo do Salar de Tara, uma van, essa que citei acima, me parou e para minha surpresa, saíram modelos pedindo para tirarem fotos com o carro. E o mais surpreendente, eram brasileiras! Voltei com o carro, e elas tiraram algumas fotos. Depois voltei para San Pedro já com uma tempestade se aproximando.

 

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No dia seguinte, o roteiro previsto era Gêiseres del Tatio e Termas de Puritama pela manhã, e lagunas Chaxa e Cejar pela tarde.

 

E assim foi. Saí do estacionamento às 4.30 da manhã, seguindo rumo norte pela B-245. Junto comigo haviam outros carros, vans e picapes indo pro mesmo destino.

Acabei me equivocando a respeito da altitude dos gêiseres, e pensando que era no mesmo nível de San Pedro, acabei não abastecendo o carro. Mas quando peguei a estrada e vi que a subida era como a para travessia da cordilheira, já fiquei preocupado com combustível. A estrada é toda de terra e demora cerca de 2h até a entrada do parque. Em certo momento, havia uma neblina tão forte na estrada, que me perdi, saindo da estrada e andando por uma via de obras.

 

Chegando no parque, o rapaz que me abordou pra cobrar a entrada disse que eu não poderia entrar por estar sozinho, que eu deveria ter vindo com mais gente, ???

Como assim, não posso ir sozinho...

Depois de explicar minha situação, ele cobrou a entrada, que não lembro o valor, mas foi algo mais caro que os outros, e segui pra dentro do parque. A estrada ficou bem cheia de lama, por causa da água jorrada nos gêiseres. Alguns carros pequenos ficaram pelo caminho e os donos seguiram a pé.

 

Passei pelo ‘point’ dos gêiseres mas preferi continuar subindo, até que encontrei um local com uma vista de todo o parque termal. Assisti o nascer do sol lá de cima, com um frio de doer.

Observação: carro sem tração e pneus bons não sobe, não adianta tentar. Eu estava sozinho lá em cima.

 

Tirei algumas fotos e quando a bateria da minha câmera acabou, tive uma surpresa.. a bateria que eu havia deixado carregando no restaurante, estava praticamente zerada também. Provavelmente não encaixaram bem na tomada.. estava só com a gopro.

 

Desci para ver os gêiseres de perto, e a verdade é que eles não me impressionaram taaaanto assim. Sai fumaça, sai. Sai água, sai. Mas imaginava algo muito maior, não sei. Mas é algo novo, portanto, válido. Dei uma volta pelas várias formações, fotografei um pouco e quando acabou a bateria da câmera e pronto pra ir embora uma alemã veio me perguntar se eu tinha um ‘wire, cable’. Mas ela falou um inglês tão agarrado que achou que eu não tinha entendido, foi aí que pegou o celular e mostrou uma foto de uma Hilux atolada até o fundo da caçamba. Então disse pra ela que sim, eu tinha o que ela queria e iria ajudar.

 

Segui uns 20 metros e encontrei a Hilux numa poça gigante de lama, totalmente atolada. Olhei pro motorista e deu vontade de perguntar ‘você é retardado ou fez curso?’. Explico: a poça de lama estava totalmente fora da estrada. A impressão que tive é que ele quis entrar ali, com pneus lisos, totalmente de asfalto. Enfim, analisei a situação e vi que era melhor puxar com o cambão do que com o guincho.

Posicionei o carro, conectei o cambão, tracionei e reduzi a bandeirante e antes que o gringo pudesse contar até três, eu já tinha tirado aquela jaca da lama. Eles vieram muito felizes dizendo ‘uow, your car is very, very Strong! Incredible!’. Guardei o cambão, voltei pra tração de alta e segui viagem.

 

Esse trecho é muito muito bonito, foi onde vi as montanhas mais nevadas. Valeu muito o visual da volta.

 

Falando em volta, parei antes nas termas de puritama. Deixa-se o carro no estacionamento e desce cerca de 500m de canela. Levei uns 8000 pesos pensando no valor da entrada. Quando cheguei lá e fui informado que o valor era de 15000.. quase desisti.. mas vendo aquelas piscinas com água tão cristalina e aquele vapor saindo, tirei o escorpião do bolso. Voltei lá em cima e busquei mais dinheiro. Paguei e ali aproveitei as termas por umas 2 horas. Ali mesmo almocei um sanduíche que havia comprado na noite anterior, troquei de roupa e voltei pra San Pedro.

 

Na cidade, abasteci o carro novamente, e dali fui em direção a Laguna Chaxa. Paguei cerca de 2000 pesos pra entrar. Mas não fiquei tão impressionado. Talvez porque o tempo estava meio nublado e a laguna não estava com a cor devida. Tirei umas fotos e saí.

 

Fui em direção a Laguna Cejar. Essa sim, estava ansioso. Cheguei e fui informado que eu podia ficar o dia todo por 15000 pesos, absurdo, ou 30 minutos de graça. Hehehe. Claro que fiquei nos 30 minutos de graça. Entrei e quando perguntei onde podia trocar de roupa, o rapaz disse que eu não podia usar o banheiro. Ótimo. Fui pra laguna e era realmente como nas fotos, talvez até mais bonita. Todas as pessoas boiando e fazendo posições estranhas na água.

 

Nota: A Laguna Cejar possui uma salinidade tão alta, que não é possível afundar. Você realmente flutua nela.

 

Entrei de bermuda e no começo bateu um certo medo, pois havia uns 2 metros de borda e depois um grande buraco, que se verificava pela imediata transição de cor da água. Pra entrar, é meio sem jeito, você não sabe bem como começar a boiar. Sentei e fui meio de barriga. Já boiando vem uma sensação indescritível, só quem foi sabe como é. Você consegue ficar em pé na água, não na superfície, óbvio, mas fica como uma rolha. Enfim, esse passeio é obrigatório.

 

Depois que saí da água veio a parte ruim. O sal. Você fica simplesmente incrustado de sal. Minha bermuda ficou dura. Minha gopro praticamente cristalizou. Como não podia usar os banheiros, o jeito era seguir daquele jeito.

 

Tomei informação a respeito de outro local, os Ojos del Salar. Ficavam próximo, uns 10km dentro do Salar. Segui e encontrei dois deles, talvez os mais famosos. Os Ojos del Salar são lagunas de água doce que surgem ali, no meio do deserto. Não me arrisquei tomar banho ali.

 

Voltei pra San Pedro e quando cheguei no estacionamento, e desliguei o carro, tive uma surpresa: tudo tinha desligado, usb, geladeira, som, lâmpada. A ignição não virava e nenhuma luz acendia no painel. Sem desespero, abri o capô e comecei a procurar o problema. Sabia que vinha da bateria ou dos cabos, e depois de procurar um pouco, vi que o barramento positivo onde se conectava vários fios, havia quebrado por causa da vibração do carro. Fiz um armengue, reorganizando os cabos e aproveitando um espaço vazio na barra e consertei.

 

Depois disso, fui tomar uma ducha pois estava completmente sujo.

 

Fui na cidade, fiz mais um saque de 200k pesos, comprei mais uns sanduiches e fui dormi.

 

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No último dia em San Pedro, o previsto era conhecer a Cordilheira de Sal, o Vale de la Muerte e o Vale de la Luna.

 

Segui para a entrada da cidade, onde temos a Cordilheira de Sal na direita, sentido Calama. Ali subi por um grande morro e fiquei do lado de um grande paredão de pedra, mas depois percebi que estava no lugar errado. Desci e encontrei a entrada pra Cordilheira de Sal. É um cenário muito bonito. Ver o sal em camadas entre a rocha vermelha é surpreendente. Seguindo a estradinha de terra, chega a uma subida com muita areia, que pelo GPS iria encontrar outras duas pistas. Tentei subir ali, mas como havia um grande paredão pra baixo do lado pra onde o carro tava derrapando, desisti.

 

Voltei pra pista principal e fui em busca das outras duas pistas que deveriam se encontrar com essa. Entrei numa outra rota de terra e fui seguindo, atravessando o rio enlameado que passa ali por umas três vezes. Continuei e a rota foi ficando mais difícil, com muitos buracos, estrada estreita e sempre um desfiladeiro pro lado do motorista. A vista lembrava aqueles filmes de Marte, tudo vermelho. Não topei nenhum carro na subida, apenas ciclistas.

 

No final da subida, dei de cara com um túnel escavado dentro da montanha, fiquei animado, pensei que iria travessar por ali e tal, mas desci e verifiquei que havia acontecido um desmoronamento, e não era possível passar com o carro. Ok. Deixei o carro. Peguei água, comida e câmera e atravessei o túnel, cheguei do outro lado e vi uma turma de ciclistas subindo a parte de cima da montanha, por cima do túnel. Fui seguindo eles e lá pra cima, andando mais e mais, temos a vista do Vale de la Muerte.

 

É muito bonito. As cores vermelhas e o arranjo das montanhas faz um cenário maravilhoso. Fiquei um tempo apreciando e voltei pro carro. Acredito que esse caminho que fiz não é o usual, já que do outro lado do túnel, o caminho segue até chegar novamente na pista de asfalto.

 

Como seriam passeios próximos nesse dia, aproveitei o horário da tarde para ir até a lan house e esvaziar meus cartões de memória, passando pro HD externo.

 

De tarde, lá pras 4h, segui rumo ao Vale de la Luna. Na portaria, paguei a entrada de uns 2500 pesos, recebi um panfleto do parque e a moça dizendo rapidamente e riscando o mapa só dizia ‘isso não’ ‘aqui não’ ‘fechado’ ‘não pode’ ‘vá até aqui.’ Enfim, como disse, a recepção faz diferença.

Segui de carro pelo parque e fui até o Anfiteatro, que é uma grande formação rochosa vermelha, na direita. Tirei umas fotos e voltei para o estacionamento onde há a trilha pra subir pra duna. Essa duna, é onde as pessoas sobem no final do dia para verem o pôr do sol. Subi e como estava cedo, fiquei rodando por ali, até encontrar no final da crista daquela montanha, um lugarzinho show de bola, onde eu teria uma vista, que acredito eu, era a mais bonita.

 

Fiquei sozinho ali esperando o tempo passar, e quando foi caindo o sol, foi possível ver o espetáculo de cores e sombras que ocorre ali. A paisagem parece que toma vida própria. É muito bonito. Quando o sol começou a se pôr começaram a chegar pessoas, querendo invadir meu espaço. Quase pisando em mim, resolvi sair e ‘deixar’ tirarem fotos ali onde estava.

 

O dia já findava e começava a escurecer. Segui pro carro e comecei o retorno pra San Pedro.

 

Pelo caminho, fui abordado por duas meninas de bicicleta, pedindo que eu levasse um rapaz que tomou um capote com a bike dele. O moleque tava todo lenhado, quebrou a bike toda. Mal conseguia mexer o braço. Joguei a bike em cima do carro e depois de muito rodar em San Pedro, ele conseguiu achar o Hostel dele.

 

E assim encerravam os passeios no Atacama.

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Obrigado galera pelos elogios, mas o relato não acabou ainda não hehe é que estou viajando de novo.

 

Rafaella, pior que eu fiz um tópico chamando o pessoal, mas poucos se interessaram.

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Muito bom cara! Roadtrips são as melhores, ainda mais em um toyota desse hahaha!

Também sou do ES, querendo companhia para as próximas estamos ai, só as agendas bater...

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