Ir para conteúdo
View in the app

A better way to browse. Learn more.

Mochileiros.com

A full-screen app on your home screen with push notifications, badges and more.

To install this app on iOS and iPadOS
  1. Tap the Share icon in Safari
  2. Scroll the menu and tap Add to Home Screen.
  3. Tap Add in the top-right corner.
To install this app on Android
  1. Tap the 3-dot menu (⋮) in the top-right corner of the browser.
  2. Tap Add to Home screen or Install app.
  3. Confirm by tapping Install.

Olá viajante!

Bora viajar?

Viagem para o Amazonas Peru - Brasil ( 50 fotos )

Postado
  • Membros

Realizei a Viagem dos meus Sonhos.

 

Diário de uma viagem pela bacia do Amazonas Peru/Brasil

Viagem realizado em Abril/Maio 2005

 

splimaamazonasbelemsp1411ph.jpg

 

Viver no lado do Amazonas

 

Olá mochileiros,

como sabem, já tenho 64 anos. Na escola, na Alemanha, aula de geografia, era a minha vez de estudar e relatar sobre uma matéria. Era a bacia do Amazonas. Alem do livro de nossa aula recebi emprestado um livro do nosso professor. Eu comecei ler e fiquei apaixonado sobre o que estava lendo. Peguei no mapa e segui com dedo o rio Amazonas até Iquitos e seus afluentes. O relato virou um show e eu prometi a mim mesmo, um dia vais visitar este rio/mar.

 

Queria ir em Nov./Dez. ultimo, começando em Belém. Mas o que li e tinha em mãos era pouco. Até liguei para Manaus para saber como funcione e pedi preços de embarcações (lanchas). No mesmo tempo estudei a viagem para Machu Picchu outra grande paixão minha e vi que era mais fácil de obter dados. Achei dois relatos fantásticos da viagem na internet. Como era a primeira viagem tipo mochileiro, decidi de ir para Machu Picchu, para aprender.

 

Comprei o livro "Travessia da Amazônia" de Airton Ortiz. Ganhei muitas novas informações, especialmente que devia começar no inicio do rio e não no fim. Alem disso achei o livro misteriosamente demais. Exemplo, ir a pé até a rodoviária numa cidade de 7 milhões de habitantes, só se ele tinha o hotel perto neste bairro degradado. Depois achar com dificuldade a ultima cidade num afluente do Amazonas alcançável por estrada, o ônibus velho, o frio insuportável na travessia dos Andes. O difícil encontro de lanchas e como funcione tudo, etc.

 

Queria agora pessoalmente ver tudo e fiz o mesmo roteiro, mas em vez de avião até Lima, fui de ônibus. Achei US$ 680 só para a ida alto demais para meu bolso e indigno para um mochileiro.

 

Conforme as dificuldades contadas no livro, calculei 45 dias de viagem e um gasto de mais ou menos 1500 US$, mas era tudo fácil e gastei só 36 dias, 35 noites. Eram 13 noites em 5 lanchas diferentes, 6 noites viajando durante a noite em ônibus/trem e 16 noites em hotéis/hostales.

 

Meu conselho devem ler o livro é muito bom e gostei, mas em vez do livro usam este diário, caso queiram fazer a mesma viagem.

 

Roteiro com ônibus/trem:

Corumbá - trem da morte - St. Cruz - Cochabamba - La Paz - Copacabana - Puno - Arequipas - Lima - Pucallpa.

 

Roteiro com embarcações (lanchas):

Pucallpa - Iquitos - St. Rosa - Tabatinga - Letícia(Columbia) - Manaus - Santarém - Belém.

 

Belém - SP com ônibus.

 

36 dias de viagem, 35 noites. Eram 13 noites em 5 lanchas diferentes, 6 noites viajando durante a noite em ônibus/trem e 16 noites em hotéis/hostales.

 

Gastei 989 US$. Fazendo a viagem com 2 pessoas pode sair abaixo de 800 US$, dividindo os preços dos hotéis e táxis e dormindo grátis já na lancha durante o carregamento, não usando hotel.

 

 

 

1° dia, 13/04 quarta: SP - Corumbá. Já tinha comprado a passagem c/antecedência. Era a viação Andorinha saindo do terminal Barra Funda. O preço da passagem Reais 153,60, US$ 59,00. (eu usei o cambio 1US$=2.60 Reais). Não queria ir com táxi, mas com o saco de viagem nesta hora de manha no ônibus é difícil. Assim peguei um táxi do meu apto. em Moema até o metro St. Cruz e de lá com metro p/o terminal. A partida era às 11.00 horas, mas já cheguei às 10.00 horas. Comprei a revista Veja (já do orçamento dos 989 US$). Não tinha esta vez nenhum mochileiro. Tinha duas famílias bolivianos viajando para sua terra em férias, eram jovens, mas já tinham 5 crianças, todas entre 3 a 6/8 anos. Tinha um estrangeiro jovem com cabelo comprido e roupa esquisito meio sujo. Tentei, mas ele não queria conversa comigo. Os bolivianos disseram que ele era duma seita religiosa que vive no campo na Bolívia.

 

Ás 11.00 em ponto começou a viagem para Corumbá. O ônibus tinha no maximo 25 % dos assentos ocupados, era limpo e confortável. Deixamos os arredores tristes de SP e entramos nos campos verdes sem grandes cidades até Campo grande, aonde chegamos pouco antes das 19.30, 30 minutos p/jantar. Não tinha fome e comi pão de queijo com cerveja. Entrou no bus um rapaz estrangeiro, vindo de Porto Alegre, mas queria dormir e deixei o contato para o outro dia. Dormi logo, alias dorme sempre bem em viagens de ônibus. Acordei na chegada em Corumbá.

 

2° dia, 14/04 quinta: Corumbá -Policia Federal - trem da morte - St.Cruz. Chegada na rodoviária/Policia Federal às 07.00 horas, mas a Policia Federal abre só as 08.30.

Quando o bus chega à volta das 08.30 é tudo fácil, descer, carimbar o passaporte, seguir com ônibus até a fronteira boliviana, carimbar passaporte, seguir com o ônibus até uma praça de táxi, trocar dinheiro e de lá até a estação em Quijarro comprando a passagem do trem.

 

Como a policia estava fechada quase ninguém sai e o ônibus segue até a praça de táxi na Bolívia, pois ninguém quer perder o trem. Neste dia tinha dois trens, o normal as 12.30 e o Super-Pullmann as 17.30. O trem normal (1° classe e Pullmann) para nas estações e chega à volta das 11.30 em St. Cruz e o Super-Pullmann chega as 09.30. O preço é igual, 1° Classe 50 bolivianos, Pullmann 115 bolivianos. (6.30 e 14.40 US$) Trocar dinheiro na praça com os cambistas, 1US$ = 8 bolivianos.

 

Tinha 2 agencias na praça, eles disseram que tudo estava vendido, eles tinham só alguns lugares Pullmann p/17.30. Esta informação é duvidosa, pois eles querem vender bilhetes e cobrar em vez de 115 bolivianos 145, portanto 3,75 US$ a mais.

 

Tem-se escolher, ir até Quijarro, 5 bolivianos e tentar comprar na estação, eventualmente pagando a pessoas que vendem lugar na fila ou comprar na agencia. Eu juntei-me a mais 3, um casal boliviano de St.Cruz e o rapaz estrangeiro e compramos na agencia. Depois com táxi de volta até a policia brasileiro-boliviana, ida e volta 40 Reais, 10 por pessoa. E com táxi 5 bolivianos (2 pessoas) até Quijarro. As 10.30 tínhamos tudo resolvido. Fazendo as contas fica difícil dizer quem ganhou, quem comprou na agencia ou na estação.

 

Não esquecem o certificado de vacina contra febre amarela, o internacional cor amarelo.

 

Era um dia de calor úmido, suamos muito, muita poeira das ruas sem asfalto, nenhum lugar para se sentar na sombra. Resolvi ir para um hotel, combinei 25 bolivianos, tomei uma ducha, fiz a barba e dormi 4 horas. As 16.30 estava pronto para a viagem do trem.

 

Saímos às 17.30 em ponto. No trem vendem sanduíches e comida em embalagens de alumínio e na única parada pessoas na estação vendiam frutas, peixe grelhado, frango empanado etc.

Resolvi comer no restaurante. Comer lá exige certa habilidade, pois o trem balança acima dos trilhos velhos aparece que cai fora a qualquer momento. Não enche o copo demais, bebendo segura o copo com as duas mãos e comendo põem a boca perto do prato, porque tentando levar a comida com o garfo para a boca, só gente com muita experiência. Era massa com carne, salada e uma coca, 14 bolivianos, 1.75 US$. Tinha vários pratos para escolher. Na estação e no trem não se vende cerveja e fumando é proibido.

 

3° dia, 15/04 sexta: Chegada em St Cruz na estação trem/rodoviária as 09.45. Senti-me muito bem, pois tinha dormido bem no trem e a barba feito na tarde do outro dia. Ouvi chamar para o bus p/Cochabamba (na viagem anterior subi via Sucre/Potosi), às 10.00 horas. Despedi-me do estrangeiro que ia p/La Paz visitar um amigo, era Ludwik da Bélgica, descendente de poloneses. Tinha 21 anos, era loiro com olhos azuis, trabalhando como garçom em Porto Alegre, ganhando uns 1000 Reais/mês. Ele era apaixonado por Brasil. Queria voltar para Bélgica em Julho trabalhar um ano juntando o dinheiro para comprar um apartamento. Disse que o preço era tão baixo, que com a economia de um ano dava p/pagar.

Tem uma farmácia na estação, comprei os comprimidos contra a doença da altura. Não tinha soroche pills, mas uma outra marca, mostraram a publicidade. 4 comprimidos, 6 bolivianos. Tomei logo uma, duas horas depois a segunda e na subida para o altiplano a terceira.

A viagem era muito barato, comparando com o que paguei ultima vez e conforme os diários, base da minha viagem. 40 bolivianos. O bus tinha o banheiro fechado, agora ele tinha de esperar, pois precisava fazer chichi urgente e sai procurando o banheiro da rodoviária.

Comigo o bus era completo. Recebi um lugar na ultima parte do bus, o que não agüento bem. Tinha uma mãe com filho de mais ou menos 3 anos ao meu lado. Era o pior bus que já usei na Bolívia. Paramos em postos da policia e entraram pessoas p/vender espetos com carne e batata doce. Comeram, tirando pedaços com as mãos.

Andamos umas horas na bacia amazônica, paradas p/fazer chichi e comer. Sofri muito com o banheiro fechado e não poderia ver comida na minha frente. Começamos subir e eu fiquei mal, o cheiro da carne o suor das pessoas, o ônibus meio sujo e as curvas, queria vomitar. A paisagem da subida é um espetáculo, muito verde, cachoeiras, pequenos rios, mas eu não poderia olhar para o lado nem para traz. Tentei respirar pela boca, não agüentava mais. Chegamos acima, é como virar um canto de uma mesa, comece o altiplano, via-se longe Cochabamba, que alivio meia hora mais tarde chegamos lá.

Tinha no papel anotado um hostal de um guia, hostal Dory´s, fui com táxi, 5 bolivianos. No outro dia vi que o hostal era nem 100 metros da rodoviária. A dona disse que tudo era ocupado, só tinha um quarto de casal, 75 bolivianos, baixei p/60 e fiquei. Não gostei do hostal. Fui para a rua comprei uma garrafa de 750ml de iogurte, tomei o ultimo comprimido contra a doença da altura, tomei uma ducha e fui dormir.

 

4° dia, 16/04 sábado: Cochabamba. Levantei tomei ducha, fiz o saco de viagem, fui tomar café com leite, pão c/manteiga e um suco de laranja. Senti-me fraco e sabia que não poderia viajar assim. Era um calor incrível, no fim de outono, em 2700 metros de altura. Andei um pouco, fui ver os ônibus p/La Paz p/este sábado e domingo. As 11.30 forcei-me de comer, pedi arroz branco, bife grelhado, salada e um Coca media, 10 bolivianos, 1.25US$. Peguei o saco de viagem e fui para o hostal Equatorial, atravessando o cruzamento, 50 metros da rodoviária. 50 bolivianos, novo, c/banheiro e café de manha (fraco). Tirei a roupa e dormi logo. Acordei as 16.00 e fui para a rua. A volta do hostal tem um comercio de rua enorme. Vende-se tudo. O que mais me interessava eram as calças/bermudas e blusões, copias da adidas, nike, reebok. Tinha comprado os meus em São Paulo, mas não de marca, aqui eram mais bonitas e mais baratas.

Fui a pé até o centro (5minutos). O centro tinha movimento nenhum, nem lojas nem restaurantes, mas a praça central é bonita com os edifícios antigos e a catedral.

Entrei numa sorveteria, pedi pão de queijo um grande copo de iogurte e torta de morango, todo 14,50 bolivianos. Fui de volta até o hostal, eram 20.30. Fiquei vendo televisão até as 22.00 horas. Eles tem a volta de 6/7 canais. Na televisão falaram sobre o que mais dói eles, a perda da saida para o mar. Mostraram também Hugo Chavez, Presidente de Venezuela, que tinha dito que ele um dia quere tomar banho numa praia boliviana no Pacifico.

Editado por Visitante

  • Respostas 60
  • Visualizações 34.7k
  • Criado
  • Última resposta

Usuários Mais Ativos no Tópico

Featured Replies

Postado
  • Autor
  • Membros

Olá Sueli,

 

obrigado pela sua mensagem.

Eu estou no momento teclando de St. Elena e já estou no 14. dia da minha viagem. 52 horas de onibus até Porto Velho, dormir em Porto Velho e no outro dia com barco para Manaus. 5 dias e 4 noites, era uma aventura mesmo, depois vou contar no diário.

Fiquei 3 dias em Manaus e depois via Boa Vista até St.Elena. Fiz um tour de dois dias para Grand Sabana a volta do tepuy, table-mountain monte Roraima e outros. Nao sabia que existe coisa tao bonito, nao estava preparado para fazer o trecking até Monte Roraima, pois o meio destino é outro, mas no ano que vem vou voltar.

Amanha as 12.00 vou via ciudad Bolivar para Puerto la Cruz e Ilha Margarida, e depois....Calculei 47 - 53 dias para esta viagem.

Aqui é todo tao barato, é inxcrivel, pode-ser por causa da gasolina que custa só 0,10 Real o Litro, vocè leu direito, é mais barato do que a agua da torneira.

Nao via até agora pobreza, dizem que Chaves acabou com a pior probreza, aqui é toda gente pro-Chaves. Os indios da Grand Sabana tambem tem um aspecto de saude, especialmente os dentes, eles co-administram o parque. O parque tem as entradas controlados pelo exercito.

Sueli desculpe os erros, eu escrevo uma coisa mas sai outra, o teclado nem espanhol aparece.

Para hoje muitos abracos.

Dieter

Postado
  • Membros

Aloo DIETER!!

 

Pensei que tinha se perdido na FLORESTA AMAZONICAAA!

 

Que bom ter noticias suas.

E os rios amazonicos, estáo secos ainda? Ouvi na TV que comecou chover no Norte da floresta, espero que tudo volte á normalidade logo.

 

Entao visitou o TABLE MOUNTAIN!! E QUE TAL???

Anote todas as dicas e o roteiro da viagem e depois coloque para nós aqui do Mochileiros.

E fotos tambem!

 

Um abraço e continue firme na sua aventura. CUIDE-SE!!!

 

SUELI[8D]

Postado
  • Autor
  • Membros

Olà Sueli,

 

 

apòs uma viagem de noite e 4 horas de Ferry, cheguei a Isla Margarida. Fiquei 4 dias e foi todos os dias para a praia da Caribe em Juan Griego. Ontem fui de volta para Puerto la Cruz e as 12.30 peguei o onibus para Valenca e de là atè Coro. Cheguei as 03.00 am, estava com tanto sono, fui para dentro do terminal e como alguns outros pòs o saco de viagem abaixo da minha cabeca e dormi atè 10 minutos para as 06.00 am, quando fui acordado pela policia.

 

Depois fui para uma pousada muita bonita, mas 35 reais/noite. De là estou escrevendo agora este e-mail.

Coro é muito bonito, patrimonio universal, em todo lugar pintam e reparam, para merecer este titulo.

Hoje as 07.30 pm vou para Barinas e ficar um dia là e depois ultrapassar as Andes e ir atè Merida, onde pretendo ficar 2 noites.

 

Para hoje para todos os mochileiros um grande abraco,

Dieter

  • 2 semanas depois...
Postado
  • Autor
  • Membros

Olà Marcelloinglèz,

 

Estou em Coca no rio Napo, nove horas de bus de Quito, Equador, de aqui saem pequenos barcos com passagueiros atè o Amazonas 4-6 dias, conforme altura da agua.

Lanchas grandes com carga pesada para a companhia de petroleo tambèm.

 

Aqui è todo mais natural do que em Pucallpa, nada de cortar madeira, policia como em Venezuela checando todo.

Amanha volto para Quito.

 

Quando estou de volta vou mandar algumas fotos.

Abracos Dieter

Postado

Pombo!!!!!! cadê você homem de Deus!!!!

 

Tô querendo ver as fotos....

 

Ah também te dizer que os mochileiros jeans tem um site.

 

http://www.mochileirosjeans.com.br

 

clica aí e entra no site da maturidade mochileira... suas informações e relatos são extremamente importante para nós!!!

 

......venha logo!!!!! e aproveite sua viagem!!!!

 

bjus

  • 2 semanas depois...
Postado
  • Membros

Pombo

 

Voce está perdido nas tribos indigenas? Cade voce? Mande noticias e fotos porfa...!

 

Como foi na Venezuela? e o amazonas ja está cheio?

 

Um abraco/

Sueli

  • 2 semanas depois...
Postado
  • Autor
  • Membros

Olá nhioka2, olá mochileiros, olá Sueli,

 

estou de volta após 58 dias e noites visitando terras e paisagens entre: SP - Porto Velho - Rio Madeira - Manaus - St. Elena - Gran Sabana, etc......

entrando de novo no Brasil via Puno - Copacabana - St. Cruz - Trinidad - Rio Mamoré - St. Cruz - Chaco paraguaio - Assuncion - Foz de Iguaçu - SP.id="red"> Foram 4 noites de barco, 18 noites viajando no bus á noite e 36 dias no hotel. Não fechei as conta ainda, mas deve ter gastado 1600 US$.

 

Agora escrever o diário??!!

 

Aqui duas dicas:

 

Chegando em Puno de Cuzco e o bus para Copacabana já fui, eles oferecem partida para o outra dia as 06.00 am., 25 Soles e dormida no hotel do terminal, 15 Soles, c/banho coletivo.

Se é antes das 03.00 pm., tome um triciclo, 2 Soles do terminal até o terminal do centro de Puno para bus locais (estes coloridos, típicos). Lá com certeza já esta esperando um bus para Yunguyo na fronteira com Bolívia, 5 Soles, 2 1/2 horas de viagem.

Em Yunguyo um monte de triciclos com motor ou com 2 pernas luta para você ir com eles, para fazer os 3 km até a fronteira.

Fiquei com um de duas pernas, pois nunca experimentei, combinamos 4 Soles. Todo fácil nos primeiros 1.5 km descendo a estrada, mas os últimos 1,5 subindo? O rapaz começou empurrar o triciclo. Eu desci andei ao lado dele, fazia bem após tanto tempo sentado. Era fresco e o lago Titica ao lado, gostei de andar.

Chegamos na fronteira, trocei os últimos Soles para Bolivianos. Entrei no posto Peruano para carimbar a saida, todo cordial, era o único na fronteira. No lado boliviano era o amigo do policial, poderia sentar-me na mesa dele, pois a outra mesa não tinha luz forte para eu poder preencher o papel da entrada.

O rapaz (22 anos) levou-me ainda os 100 metros até o minibus para Copacabana, 15 - 20 minutos, 2.5 bolivianos.

Paguei o rapaz, ele esperava 4 Soles, tinha dito que ia pagar menos por causa da ida a pé. Contei na mão dele, 1, 2, 3, 4, 4.5, ele ficou cada vez mais contente, 5, 6, 7, lá foi ele feliz.

Uma alternativa divertida que custa 13-15 Soles em vez de 25, sem perda de um dia.

Atenção a fronteira fecha as 19.30 pm. e Bolívia esta com hora adiantada.

 

A segunda dica é boa para qualquer um que viaja. Sempre levei 5-6 camisetas comigo.

Esta vez tinha comprado na C&A, linha ACE , 4 camisetas 100 % poliéster para usar acima da calça, bonitas, leves e soltas no calor, suando não colam no corpo, fácil de lavar, secam em maximo 2-3 horas, não precisa passar com ferro. Leva duas cruzetas e um frasco liquido para lavar roupa. Lavei também meias e cuecas e até as bermudas. Você anda sempre bem vestido e com roupa limpinho.

Cumprimentos para todos.

Dieter

  • 4 semanas depois...
Postado
  • Membros

Ae Pombo,

 

Putz, num é de sacanagem não, mas, quero ser assim quando crescer.

 

Muita força de vontade e muita vontade de mochilar.

 

Parabéns cara,

 

Forte abraço,

 

Rogério Félix

Postado
  • Autor
  • Membros

Olá Rogério,id="navy">

 

muito obrigado pelo seu elogio. Liberei-me em tempo do trabalho e estou livre para viajar, é isso. Quem tem a possibilidade como eu, acho uma boa maneira de ficar fisicamente up to date.

Rogério gostei muito o teu lema, vai-ser agora também um dos meus.

 

¨Quando não se pode voltar, só devemos ficar preocupado com a melhor maneira de seguir em frente¨.

 

Abraço Dieter

Postado
  • Membros

Dieter, que pena que vc jah esteve por aqui, ia ser um prazer pagar uma cerva gelada pra vc.

Ontem em Manaus (19.01.2006) encontrei uma caravana inglesa que fez a mesma rota (soh que ao contrario) vieram do peru ateh venezuela, desceram até Manaus e agora estaum indo para Belem de balsa para o carnaval no Rio de janeiro. Achei bem legal a proposta deles...tem um frota de onibus circulando o mundo, dae vc escolhe o trecho que quer acompanhar a caravana e eles vaum te pegar no aeroporto.

O site deles eh www.encounter.co.uk

Tinha uma turma bebendo cerveja no gargalo...muito engraçado!

Participe da conversa

Você pode postar agora e se cadastrar mais tarde. Se você tem uma conta, faça o login para postar com sua conta.

Visitante
Responder

Account

Navigation

Pesquisar

Pesquisar

Configure browser push notifications

Chrome (Android)
  1. Tap the lock icon next to the address bar.
  2. Tap Permissions → Notifications.
  3. Adjust your preference.
Chrome (Desktop)
  1. Click the padlock icon in the address bar.
  2. Select Site settings.
  3. Find Notifications and adjust your preference.