[align=justify]Eu ia pra Patagônia sozinha quando alguns imprevistos me fizeram mudar de idéia. Foi quando eu e uma amiga pensamos em ir para Santa Catarina pra passar o reveillon e ficarmos igual a Globeleza. A nossa dupla, em 1 semana, virou um grupo de 5 pessoas.
Passamos por:
Florianópolis, Guarda do Embaú, Siriú, Garopaba (Ferrugem, Praia do Rosa), Pinheira, Praia de Cima e Praia do Sonho.
Fomos de avião e alugamos um carro durante os 10 dias.
Optamos por nos hospedar na Guarda do Embaú por dois motivos: preço e disponibilidade. Tudo estava caro demais e praticamente lotado.
O acesso para a Guarda é na BR 101, no km 45, deve-se seguir a placa de Guarda do Embaú e Praia da Pinheira.
Valores:
Pousada boliche – R$ 2200 (ou seja, R$ 44 por pessoa/noite) – foi o mais barato que encontramos para a temporada.
A Pousada é limpa, os donos são ótimos, pagamos isso por uma suite, com ar condicionado, frigobar e em frente a piscina.
VeraCar – R$ 650 (ou seja, R$ 13 por pessoa/dia) – pesquisamos várias locadoras e essa foi a mais barata. O carro estava em excelente estado (celta 1.0), limpo, eles foram pontuais em nos buscar no aeroporto quando chegamos e não cobraram a taxa que, normalmente, as locadoras cobram, que é de R$ 30 só pra te buscar lá, na média.
Gastamos 1 tanque e meio de gasolina nesses 10 dias e rodamos bastante!
Dia 1 – SP > Florianópolis > Guarda do Embaú
Eu e o Gibi pegamos o vôo às 7h a.m. e chegamos em Floripa às 9h30. Pegamos o carro e ficamos esperando a Dani, o Danilo e a Violeta, que chegariam no vôo das 10h30.
Todo mundo no carro? Bora pra Guarda!
Chegamos na Pousada, tudo estava em ordem. Botamos os “trajes banhísticos” –hahaha - e fomos para a areia, dizer oi para o mar.
Ficamos no bem-bom até anoitecer e quando bateu a fome, fomos num restaurante mexicano que puts grilo, que delícia!
Garçons lindos, música excelente, comida deliciosa. “Nunca sentimos tantos prazeres ao mesmo tempo: visão, paladar, audição” – muito bem colocado pelo Danilo.
Dia 2 – Guarda do Embaú e Ferrugem de noite
Eu, a Vi e a Dani fomos para a praia ilhada na Guarda, que tem que atravessar com uma espécie de jangada para ficar de frente para o oceano. Passamos o dia admirando as beldades, caminhando, comendo milho e tomando muita água de côco. Os meninos foram para a Praia de Cima.
À noite, a mulherada foi pra Ferrugem curtir a noite. Encontrei um montão de conhecidos e acabou que não deu pra “aprontar” muito, né. Senão, já viu! hahaha
Dia 3 – Guarda do Embaú e Praia de Cima
Optamos por conhecer a Guarda, dazer a trilha que leva até a Praia de Cima, (que é maravilhosa) e ficar descansando e curtindo a boa vida. O tempo estava lindo e a Praia de Cima é maravilhosa! Nunca tinha visto um local onde mar e montanha se encontravam. Definitivamente ali tinha Deus.
A trilha é levinha, não tem stress pra chegar. Mas tem um pasto lotado de bosta de vaca. Praticamente um pântano. Tem que fechar o olho, tirar o chinelo e mandar ver... sem olhar onde está pisando e não prestar atenção na situação entre os dedos dos pés, hahahaha. Abstrair é a solução!
Dia 4 – Praia do Sonho e Pinheira
Gente, essa Praia do Sonho tá mais pra praia do Pesadelo. Uma ventania horrorosa que dava frio. Não dava para estender a canga na areia que ela já saia voando. Terrível!
Fomos almoçar na praia da Pinheira e para nossa surpresa, praticamente jantamos. Vou ficar devendo o nome do restaurante que demorou mais de 1h30 para trazer nosso pedido. Vou te dizer que eu quase fiquei mau humorada (outras pessoas ficaram, mas o que eu podia fazer?)
Dia 5 – Guarda do Embaú e uma triste notícia
Faleceu a avózinha de uma amiga nossa - 4 dias antes da virada do ano. Tivemos que levá-la até o aeroporto às pressas para que ela fosse ao enterro etc.
Passamos o dia em Florianópolis (praia dos Ingleses e demos um pulo na Canasvieiras.
O transito de Floripa estava incrivelmente estava tranquilo por ser vésperas de reveillon.
Dia 6 – Acordamos cedo e adivinha? Uma baita de uma chuva,
Não nos deixamos abater. Pegamos o carro e fomos para Siriú, no churrasco de um dos nossos amigos, o Gibi.
Comemos até explodir e bebemos até praticamente cair. Quer dizer, a Violeta não bebeu porque ela voltaria dirigindo e a BR exige muita atenção e respeito. Estava com diversos trechos em duplicação, por isso, muito perigosa e traiçoeira. De Siriú até a BR, nos questionamos diversas vezes do por quê de não termos alugado um 4x4. Puta estrada horrorosa, subidas e descidas todas enlamaçadas. A suspensão do celtinha deve ter ido para o espaço, com certeza...
Dia 7 – A virada!
Ninguém tava muito afim de balada... Todo mundo queria curtir o céu, o mar, uma caipirinha aqui, uma cervejinha ali. Mas haviam opiniões divergentes sobre “onde passar o ano novo”. Uns queriam passar em Siriú, outros no Rosa, outros na Guarda. Foi então que depois de uma quase discussão, ficamos na Guarda e ponto final.
A virada lá foi meio bosta, pra falar a verdade. Povo feio, as jangadas que atravessam da Guarda para a ilha de areia estavam cobrando R$ 10 para ir e R$ 10 para voltar, sendo que no dia a dia, eles cobram R$ 3 por cada trecho. Isso quando a maré não está baixa e a gente não atravessa à pé! Enfim... Acho que a chuva ajudou um pouco a estragar a magia da virada, pois estava muito frio e todo mundo estava esperando um clima diferente.
De qualquer forma, quando foi meia noite, a Champagne estava na minha mão. Eu fechei os olhos e pedi para que esse fosse um ano cheio de coisas boas pra mim e para as pessoas que estavam ali comigo. Parece besta, mas eu pensei: se a rolha estourar facilmente é um bom sinal. E ela, simplesmente, estourou na minha mão nessa hora. Sem eu fazer nenhuma pressão, sem balançar, sem nada! Comecei a beber correndo pra não desperdiçar (hahaha! Claro!) e entrou Champagne em tudo que era buraco do meu rosto. Não deu pra segurar as lágrimas... Já logo falei pra eles: venham aquiiiii que dêem um abraçooooo!
Depois que acabaram os fogos (meia dúzia de fogos xexelentos), voltamos para a Vila e tentamos socializar... Mas não deu! Hahahaha. Tinha muito bêbado... E mesmo a gente bebendo MUITO, não dava pra chegar no nível deles. A gente tava em outra vibe. Isso era inquestionável.
Dia 8 – Guarda do Embaú
Como, pra variar, estava chovendo de novo, aproveitamos o dia para acordar tarde, fazer compras na vila e ficar pasmando. De noite, nossos amigos de Siriú vieram pra jantar com a gente no restaurante mexicano. E a chuva não dava um tempo!
Dia 9 – Garopaba e Rosa
De baixo de chuva, pegamos o carro e fomos para Garopaba. Gente, sem condições de vestir um biquini de tão frio. Então, fomos na loja da Mormaii (que é um absurdo de cara a parte feminina – exceto relógios) e depois fomos para o Rosa. Gente do céu! Alguém me explica o que acontece naquele lugar? Eu acho que eu nunca tive tanto prazer visual na minha vida inteira. Eu tropecei 3x de tanto cara gato! Puta merda.... Desculpe o palavrão... Mas MUITO puta merda!
Definitivamente, a próxima vez que eu voltar pra SC, é no Rosa que eu vou ficar.
Dia 10 – Guarda do Embaú e Floripa de noite
Passamos o último dia da nossa trip na Guarda, nos despedimos daquele paraíso e almoçamos no restaurante vegetariano que tem em frente à entrada da trilha para a Praia de Cima. O local é barato, a salada é demais, o suco é imenso, a massa é uma delícia e o preço é o melhor de tudo! Pagamos R$ 25 por um prato para 3 pessoas com tudo isso incluso. Sequer sobrou espaço para a sobremesa.
À noite fomos para a Lagoa da Conceição, ficar na casa de uma conhecida porque às 6h teríamos que devolver o carro. O Danilo ficou por lá porque ele é patrão e de lá foi direto pra Miami, vê se pode! Eu e o Gibi embarcamos no mesmo vôo de volta. A Violeta foi um pouco mais tarde porque ela não precisava chegar cedo em casa. E assim acaba nossa virada.
Neste Reveillon eu fiz 3 promessas pra mim:
-Uma eu já cumpri – realizei um dos meus sonhos que era conhecer Machu Picchu, o Salar de Uyuni e o Atacama.
-A outra eu não posso contar, mas está a caminho.
-E a última: fazer pelo menos 1 amigo novo por semana.
Um amigo do Gibi ensinou isso para o filhinho e esse ensinamento me caiu como uma luva! O final de 2008 me mostrou que não devemos esperar nada de ninguém. Que o mais importante é somarmos bons momentos, independente se serão com grandes amigos ou com pessoas que acabamos de conhecer.
Grandes amigos podem nos magoar às vezes. Mesmo sem intenção.
Novos amigos farão isso em menor intensidade, já que não esperamos nada deles.
Então, em comemoração aos meus 28 anos, que é quando o nosso espírito se torna adulto (de acordo com as minhas crenças), eu resolvi ser colega de todos e amiga só de uma pessoa: eu mesma![/align]
[align=justify]Eu ia pra Patagônia sozinha quando alguns imprevistos me fizeram mudar de idéia. Foi quando eu e uma amiga pensamos em ir para Santa Catarina pra passar o reveillon e ficarmos igual a Globeleza. A nossa dupla, em 1 semana, virou um grupo de 5 pessoas.
Passamos por:
Florianópolis, Guarda do Embaú, Siriú, Garopaba (Ferrugem, Praia do Rosa), Pinheira, Praia de Cima e Praia do Sonho.
Fomos de avião e alugamos um carro durante os 10 dias.
Optamos por nos hospedar na Guarda do Embaú por dois motivos: preço e disponibilidade. Tudo estava caro demais e praticamente lotado.
O acesso para a Guarda é na BR 101, no km 45, deve-se seguir a placa de Guarda do Embaú e Praia da Pinheira.
Valores:
Pousada boliche – R$ 2200 (ou seja, R$ 44 por pessoa/noite) – foi o mais barato que encontramos para a temporada.
A Pousada é limpa, os donos são ótimos, pagamos isso por uma suite, com ar condicionado, frigobar e em frente a piscina.
VeraCar – R$ 650 (ou seja, R$ 13 por pessoa/dia) – pesquisamos várias locadoras e essa foi a mais barata. O carro estava em excelente estado (celta 1.0), limpo, eles foram pontuais em nos buscar no aeroporto quando chegamos e não cobraram a taxa que, normalmente, as locadoras cobram, que é de R$ 30 só pra te buscar lá, na média.
Gastamos 1 tanque e meio de gasolina nesses 10 dias e rodamos bastante!
Dia 1 – SP > Florianópolis > Guarda do Embaú
Eu e o Gibi pegamos o vôo às 7h a.m. e chegamos em Floripa às 9h30. Pegamos o carro e ficamos esperando a Dani, o Danilo e a Violeta, que chegariam no vôo das 10h30.
Todo mundo no carro? Bora pra Guarda!
Chegamos na Pousada, tudo estava em ordem. Botamos os “trajes banhísticos” –hahaha - e fomos para a areia, dizer oi para o mar.
Ficamos no bem-bom até anoitecer e quando bateu a fome, fomos num restaurante mexicano que puts grilo, que delícia!
Garçons lindos, música excelente, comida deliciosa. “Nunca sentimos tantos prazeres ao mesmo tempo: visão, paladar, audição” – muito bem colocado pelo Danilo.
Dia 2 – Guarda do Embaú e Ferrugem de noite
Eu, a Vi e a Dani fomos para a praia ilhada na Guarda, que tem que atravessar com uma espécie de jangada para ficar de frente para o oceano. Passamos o dia admirando as beldades, caminhando, comendo milho e tomando muita água de côco. Os meninos foram para a Praia de Cima.
À noite, a mulherada foi pra Ferrugem curtir a noite. Encontrei um montão de conhecidos e acabou que não deu pra “aprontar” muito, né. Senão, já viu! hahaha
Dia 3 – Guarda do Embaú e Praia de Cima
Optamos por conhecer a Guarda, dazer a trilha que leva até a Praia de Cima, (que é maravilhosa) e ficar descansando e curtindo a boa vida. O tempo estava lindo e a Praia de Cima é maravilhosa! Nunca tinha visto um local onde mar e montanha se encontravam. Definitivamente ali tinha Deus.
A trilha é levinha, não tem stress pra chegar. Mas tem um pasto lotado de bosta de vaca. Praticamente um pântano. Tem que fechar o olho, tirar o chinelo e mandar ver... sem olhar onde está pisando e não prestar atenção na situação entre os dedos dos pés, hahahaha. Abstrair é a solução!
Dia 4 – Praia do Sonho e Pinheira
Gente, essa Praia do Sonho tá mais pra praia do Pesadelo. Uma ventania horrorosa que dava frio. Não dava para estender a canga na areia que ela já saia voando. Terrível!
Fomos almoçar na praia da Pinheira e para nossa surpresa, praticamente jantamos. Vou ficar devendo o nome do restaurante que demorou mais de 1h30 para trazer nosso pedido. Vou te dizer que eu quase fiquei mau humorada (outras pessoas ficaram, mas o que eu podia fazer?)
Dia 5 – Guarda do Embaú e uma triste notícia
Faleceu a avózinha de uma amiga nossa - 4 dias antes da virada do ano. Tivemos que levá-la até o aeroporto às pressas para que ela fosse ao enterro etc.
Passamos o dia em Florianópolis (praia dos Ingleses e demos um pulo na Canasvieiras.
O transito de Floripa estava incrivelmente estava tranquilo por ser vésperas de reveillon.
Dia 6 – Acordamos cedo e adivinha? Uma baita de uma chuva,
Não nos deixamos abater. Pegamos o carro e fomos para Siriú, no churrasco de um dos nossos amigos, o Gibi.
Comemos até explodir e bebemos até praticamente cair. Quer dizer, a Violeta não bebeu porque ela voltaria dirigindo e a BR exige muita atenção e respeito. Estava com diversos trechos em duplicação, por isso, muito perigosa e traiçoeira. De Siriú até a BR, nos questionamos diversas vezes do por quê de não termos alugado um 4x4. Puta estrada horrorosa, subidas e descidas todas enlamaçadas. A suspensão do celtinha deve ter ido para o espaço, com certeza...
Dia 7 – A virada!
Ninguém tava muito afim de balada... Todo mundo queria curtir o céu, o mar, uma caipirinha aqui, uma cervejinha ali. Mas haviam opiniões divergentes sobre “onde passar o ano novo”. Uns queriam passar em Siriú, outros no Rosa, outros na Guarda. Foi então que depois de uma quase discussão, ficamos na Guarda e ponto final.
A virada lá foi meio bosta, pra falar a verdade. Povo feio, as jangadas que atravessam da Guarda para a ilha de areia estavam cobrando R$ 10 para ir e R$ 10 para voltar, sendo que no dia a dia, eles cobram R$ 3 por cada trecho. Isso quando a maré não está baixa e a gente não atravessa à pé! Enfim... Acho que a chuva ajudou um pouco a estragar a magia da virada, pois estava muito frio e todo mundo estava esperando um clima diferente.
De qualquer forma, quando foi meia noite, a Champagne estava na minha mão. Eu fechei os olhos e pedi para que esse fosse um ano cheio de coisas boas pra mim e para as pessoas que estavam ali comigo. Parece besta, mas eu pensei: se a rolha estourar facilmente é um bom sinal. E ela, simplesmente, estourou na minha mão nessa hora. Sem eu fazer nenhuma pressão, sem balançar, sem nada! Comecei a beber correndo pra não desperdiçar (hahaha! Claro!) e entrou Champagne em tudo que era buraco do meu rosto. Não deu pra segurar as lágrimas... Já logo falei pra eles: venham aquiiiii que dêem um abraçooooo!
Depois que acabaram os fogos (meia dúzia de fogos xexelentos), voltamos para a Vila e tentamos socializar... Mas não deu! Hahahaha. Tinha muito bêbado... E mesmo a gente bebendo MUITO, não dava pra chegar no nível deles. A gente tava em outra vibe. Isso era inquestionável.
Dia 8 – Guarda do Embaú
Como, pra variar, estava chovendo de novo, aproveitamos o dia para acordar tarde, fazer compras na vila e ficar pasmando. De noite, nossos amigos de Siriú vieram pra jantar com a gente no restaurante mexicano. E a chuva não dava um tempo!
Dia 9 – Garopaba e Rosa
De baixo de chuva, pegamos o carro e fomos para Garopaba. Gente, sem condições de vestir um biquini de tão frio. Então, fomos na loja da Mormaii (que é um absurdo de cara a parte feminina – exceto relógios) e depois fomos para o Rosa. Gente do céu! Alguém me explica o que acontece naquele lugar? Eu acho que eu nunca tive tanto prazer visual na minha vida inteira. Eu tropecei 3x de tanto cara gato! Puta merda.... Desculpe o palavrão... Mas MUITO puta merda!
Definitivamente, a próxima vez que eu voltar pra SC, é no Rosa que eu vou ficar.
Dia 10 – Guarda do Embaú e Floripa de noite
Passamos o último dia da nossa trip na Guarda, nos despedimos daquele paraíso e almoçamos no restaurante vegetariano que tem em frente à entrada da trilha para a Praia de Cima. O local é barato, a salada é demais, o suco é imenso, a massa é uma delícia e o preço é o melhor de tudo! Pagamos R$ 25 por um prato para 3 pessoas com tudo isso incluso. Sequer sobrou espaço para a sobremesa.
À noite fomos para a Lagoa da Conceição, ficar na casa de uma conhecida porque às 6h teríamos que devolver o carro. O Danilo ficou por lá porque ele é patrão e de lá foi direto pra Miami, vê se pode! Eu e o Gibi embarcamos no mesmo vôo de volta. A Violeta foi um pouco mais tarde porque ela não precisava chegar cedo em casa. E assim acaba nossa virada.
Neste Reveillon eu fiz 3 promessas pra mim:
-Uma eu já cumpri – realizei um dos meus sonhos que era conhecer Machu Picchu, o Salar de Uyuni e o Atacama.
-A outra eu não posso contar, mas está a caminho.
-E a última: fazer pelo menos 1 amigo novo por semana.
Um amigo do Gibi ensinou isso para o filhinho e esse ensinamento me caiu como uma luva! O final de 2008 me mostrou que não devemos esperar nada de ninguém. Que o mais importante é somarmos bons momentos, independente se serão com grandes amigos ou com pessoas que acabamos de conhecer.
Grandes amigos podem nos magoar às vezes. Mesmo sem intenção.
Novos amigos farão isso em menor intensidade, já que não esperamos nada deles.
Então, em comemoração aos meus 28 anos, que é quando o nosso espírito se torna adulto (de acordo com as minhas crenças), eu resolvi ser colega de todos e amiga só de uma pessoa: eu mesma![/align]
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