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Olá viajante!

Bora viajar?

Mochilão (nerd) pelo Japão 2015 -- Planilha de Custos e Vídeo ^^

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Olá a todos!

Venho compartilhar com vocês o mochilão que fiz em Maio desse ano (2015) pelo Japão.

O fórum como sempre ajudou, então me sinto na obrigação de contribuir também.

 

O Japão sempre foi o meu destino de sonho número 1, e apesar dos ótimos relatos que temos a informação não é tanta quanto outros destinos, por isso resolvi fazer um relato bem detalhado, tentando reunir toda a informação necessária pra quem pretende fazer o mesmo em um único tópico.

Além dos pontos turisticos clássicos incluimos vários locais com “enfoque” nerd/gamer/otaku, então se você se considera um (por mais que negue), essa vai ser uma boa leitura pra você ^^

 

Eu montei uma planilha com todos os custos e todos os detalhes da viagem. Acredito que possa ajudar bastante.

 

Planilha para download:

https://www.4shared.com/file/i0bx0Ycxce/Japo_2015_-_final_post.html?

----------

 

Antes de iniciar o relato vou deixar o link de dois vídeozinhos que fiz que tentam resumir bem nossa viagem! Espero que gostem ^^

 

Video 2

 

Video 1

 

Devido a direitos autorais da musica, o vídeo 1 não rola em alguns players (normalmente celulares), se for o seu caso use esse link aqui para assistir:

 

Esse é o mapa do nosso roteiro:

Untitled-3

 

Infelizmente acabamos não fazendo Kinosaki, Kamakura e Yokohama.

Preparativos / Itens de pesquisa:

1-Forum Mochileiros.com

2- Blogs/Internet

Em blogs eu achei muuuuita informação, tem coisas muito boas, só usar o bom e velho google. Não vou deixar recomendação de nenhum blog especifico pois no geral vc acha uma informação muito boa em um, outra informação valiosa no outro e porai vai.

2- Livros /Guias

Comprei o guia da Lonely Planet, foi muito útil, POREM o guia em português é esquisito, a informação está mal organizada, tem vários erros (ele costuma dizer que em tal página vai ter mais informações de tal coisa, mais na página indicada fala sobre outra coisa completamente diferente... esse erro é recorrente no livro todo).

Esse mesmo guia em inglês está beeem melhor organizado, é muito mais fácil encontrar a informação, as regiões estão todas divididas por cores e etc. E pra quem gosta de comprar/colecionar guias o nivel da versão em inglês é extremamente superior, a qualidade das páginas, fotos... nem se compara. Me arrependi de ter comprado a versão em português.

3- Amigos que já foram ou que estão morando lá

Não é todo mundo que pode se valer dessa opção, mais por sorte uma amiga nossa (obrigado Yuki!!!) já viajou ao Japão e tem ótimas dicas. Um bom amigo que trabalhou comigo está morando lá e deu uma ajuda valiosa, conseguindo comprar pra gente os ingressos pro Museu do Studio Ghibli (comentarei adiante)

 

O Grupo:

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Da esquerda para direita:

*Terry (minha esposa)

**Eu (Diogo = vulgo Tana)

***Anand

****Thiago Kendy –mais conhecido como Japi (leia-se Jépi)

Apesar do Thiago ser descendente , ele (nem ninguém do grupo) domina o idioma (apenas o básico do básico). Nem ele nem nós temos parentes morando no Japão (sempre nos perguntam isso).

Foi bem difícil alinhar as férias e outras questões pra que pudéssemos viajar todos juntos, mais valeu a pena, viajar em grupo é muito (muuuuuito) mais divertido =^^=

Fica aqui registrado o agradecimento a eles por terem topado participar dessa viagem que parecia só um sonho de bar.

 

 

Documentos:

Pra visitar o Japão brasileiros precisam de visto. No nosso caso foi o visto de turismo. Se você vai pra morar, ou a trabalho já é outro esquema.

Validade do visto: a partir da emissão de visto, o solicitante tem 3 meses para entrar no Japão.

Nós demos entrada no visto a menos de 2 meses antes da viagem.

 

Os documentos para o visto são:

1. Passaporte (original)

2. Formulário de Solicitação de Visto (original)

3. Uma foto 3X4cm nítida e recente

4. Carteira de Identidade RG ou RNE(cópia simples)

5. Passagem de ida e volta ou print de reserva (original e cópia simples)

6. Cronograma de viagem (original)

7. Comprovante de renda (original e cópia simples)

8. Imposto de Renda Pessoa Física (todas as páginas, inclusive o recibo de entrega)

9. Extratos bancários (conta corrente e poupança)

 

O formulário de solicitação de visto e cronograma da viagem a ser preenchido você encontra pra download aqui: http://www.sp.br.emb-japan.go.jp/pt/visitando/visa.htm

 

O fator determinante pra que você não tenha o visto negado é comprovar que tem renda e algum dinheiro em conta... basicamente eles querem se certificar que caso você tenha algum imprevisto no pais você tenha dinheiro o suficiente para arcar com essas eventualidades, e obviamente filtrar possiveis imigrantes ilegais. Ou seja: conta no vermelho e estar desempregado podem ser fatores bastante negativos pra se conseguir o visto.

 

Se você estiver em São Paulo você tem duas formas de solicitar o visto:

 

1- Diretamente no consulado: Pelo consulado a taxa a ser paga é de 67,00 porem o horário de atendimento deles é apenas das 09:00 ao 12:00 de segunda, quarta e sexta. E se você não puder comparecer pessoalmente apenas pais, irmãos ou cônjuges que podem dar entrada nesses documentos pra você.

2- Centro de Visto Japones: Pelo centro o custo é de 144,00 mais o horário de atendimento é bem mais amplo - das 8:30 às 17:30 (segunda a sexta-feira), 9:00 às 12:00 (sábado)

 

Como nosso lema é economizar cada centavo, demos entrada no visto direto pelo consulado, mais confesso que pra quem trabalha como nós é bem complicado. O visto fica pronto aproximadamente uma semana depois que você da entrada, o atendimento lá no consulado é rápido, em nenhum dos dias pegamos fila (tivemos que voltar lá mais de uma vez... na primeira vez que fui não imprimi o Imposto de Renda completo). Você vai ficar lá por volta de 30 minutos.

 

 

Hospedagem

Em todas as cidades ficamos em hostels, sempre em quartos pra 4 pessoas, só pro nosso grupo. Em todos os hostels o banheiro foi compartilhado (é difícil ter hostel com banheiro privativo). Referente a valores e quais ficamos deixei bem detalhado na planilha, na aba “hospedagem”.

Diferente de outros destinos que já fomos (como o clássico mochilão pela américa do sul) no Japão é bem incomum você chegar em uma cidade e procurar hospedagem, basicamente lá é tudo feito antecipadamente com reservas, chega a ser falta de etiqueta não reservar... alias vcs vão ver mais adiante como o fator “reserva” é cultural por lá. Caso ainda assim vc chegue em alguma cidade que não tenha reservado hospedagem tenha em mente que pode ser difícil achar vagas, ainda mais dependendo da época do ano, localidade ou se tiver rolando algum evento na cidade.

Pra fazer as reserva usamos o http://www.hostelworld.com/ e http://www.booking.com/

Recomendo fortemente. Não tivemos nenhum problema quanto as reserva. Normalmente se paga um valor de 10% da hospedagem no momento da reserva online e o restante no momento do checkin no próprio Hostel.

 

Transporte

1-Locomoção dentro das cidades - Para nos locomover nas cidades usamos muito (MUITO) trens e metro. A malha ferroviária por todas as cidades que passamos é absurdamente grande, todo o lugar que você for vai ter uma estação de trem/metro por perto. A compra de passes é toda feita através de maquinas. Todas tem opção de idioma em inglês. É bem fácil usar, pode ser confuso no primeiro uso, mais garanto que depois da primeira compra é bem fácil mesmo. Todas as estações fornecem mapas das linhas. Com um mapa desses você chega a qualquer lugar.

Chegamos a pegar o trem/metro no horário de pico (bem mais de uma vez) e apesar do numero de usuários e linhas ser infinitamente maior que São Paulo, a coisa lá é bem mais organizada. Apesar de cheios ninguém fica te empurrando pra entrar e nem rola aqueles apertos de sardinha como na estação da Sé...

Também tivemos que usar ônibus em Kyoto e um bonde em Hiroshima. Muito tranquilo ambos.

2-Locomoção para cidades distantes – viagens entre cidades mais diantes são bem caras no Japão. Pra faze-las a melhor forma é adquirir um JR-PASS. Esse passe é vendido somente fora do Japão, e com ele vc ganha o direito de fazer viagens de trem bala (e trens locais da linha JR) ilimitadas por um período de dias. Existem JR PASS de 7, 14 e 21 dias.

O passe só não vale para os trens Super Expresso Nozomi e Super Expresso Mizuho.

Você compra ele antes da sua viagem e no Japão você se dirige até algum posto de troca (localizado em algumas estações especificas) e ativa ele. Ele passa a contar o período de dias a partir do momento que vc ativa ele em um desses pontos de troca.

Você pode comprar ele online diretamente pelo site: http://www.jrpass.com/pt-pt/buy_the_japan_rail_pass_online

Em SP, na Liberdade algumas casas de turismo vendem o JR PASS. É mais vantagem do que comprar online, pois online você paga uma taxa de entrega e IOF. O Thiago e o Anand compraram direto por umas dessas casas (eu comprei online), e a economia deles chegou quase a 100,00 reais. Então não se esqueça, se tiver como procure uma desses lugares.

O JR PASS só vale a pena se vc vai fazer vários deslocamentos entre cidades distantes, se não for o caso não é vantagem adquirir, pois o valor dele é bem salgado.

 

 

Dinheiro

Os maiores custos na viagem são passagem aérea e JR PASS. Com isso peguei o valor que íamos ter que pagar pros hostels lá e fiz uma estimativa de custo com alimentação, passeios e compras. A partir dessa estimativa procuramos uma casa de cambio para comprar yens (ienes).

Pesquisei por varias casas de cambio durante um longo período, e nenhuma casa de cambio bateu a cotação da Daycoval. Alias vale negociar com eles, pois dependendo do valor que vc retirar rola um desconto. Eu sempre retirava o valor tanto meu quanto dos meus amigos, por isso sempre conseguíamos um desconto na cotação.

Apesar de ter planejado a viagem com quase um ano de antecedência, não conseguimos fugir da alta do dólar... quando começamos a cotar o yen o valor do dólar estava batendo 3,50 e o melhor valor de compra do yen estava na casa de 0,026 e 0,027... quando comecei a planejar a viagem em 2014 o yen estava a 0,022. Por sorte o Japão também atravessa uma crise (nada comparado a nossa, claro) caso contrario a cotação seria ainda pior. Pra fazer a compra eu acompanhava a cotação diariamente, assim que o dólar caia bastante eu comprava yen. Ao todo fizemos duas compras de yens.

Não levamos nada de dólar. Levamos também cartões de credito com a função de saque internacional habilitada, mais no final nem chegamos a fazer saques. No final da viagem a grana começou a minguar, e acabei fazendo uma compra com cartão de credito. È interessante o lance do cartão por lá pq vc não precisa digitar senha; é só inserir o cartão e assinar o comprovante depois.

Alias, apesar do Japão ser um pais extremamente tecnológico o uso do dinheiro é muuuuito mais comum do que o uso de cartão para pagar as coisas. Nós já sabíamos disso antes de ir, por isso não tivemos problemas, Mais confirmamos essa questão estando lá.

 

INTERNET – Pocket Wifi

Pra localizar os hotéis, atrações turísticas e outros pontos de interesse a internet foi fundamental. Alugamos previamente pela internet uma espécie de roteador móvel (pocket wifi) que fornece internet a vários aparelhos simultaneamente. Basta vc inserir a senha que acompanha o aparelho e pronto: 75mg na palma da sua mão (75mg é a menor velocidade disponível rs). Assim sempre tínhamos internet em nossos celulares. A bateria dura em media de 8h a 10h. Sempre deixamos desligado quando não estávamos usando, então nunca ficávamos sem.

Com esse aparelho fornecendo internet para nossos celulares era extremamente fácil achar o lugar que desejávamos. O Capcom Bar (um dos lugares que fiz questão de conhecer) seria quase impossível ser encontrando sem GPS. Recomendo muito o uso dele ou de similar.

Fizemos a reserva aqui no Brasil pelo site: http://www.globaladvancedcomm.com/

 

Chegando no aeroporto tem um lugar onde você retira ele. Caso seu voo chegue depois das 22:00 tem uma taxa extra de retirada (é pouca coisa, algo em torno de 15 reais). Voce deve indicar no momento da reserva do aparelho que vai precisar dessa retirada pós as 22:00. Essa taxa e a cobrança do aparelho são efetuadas no momento da reserva pelo site.

 

Pra devolver o aparelho basta guardar em um pacote que é fornecido junto com ele e deposita-lo em uma caixa dos correios ou agencia dos correios. É bem simples ^^

http://www.globaladvancedcomm.com/

 

 

Clima / O que levar?

Apesar de Maio ser recomendando com um dos melhores meses para se visitar o Japão, pegamos 2 dias com muita chuva. Um deles em Kyoto e outro em Hiroshima, não chegamos a perder o dia por causa da chuva, mais atrapalhou bastante. Outros dois dias fizeram um tempo esquisito, tava com toda a cara que ia chover, por sorte não choveu. No período que estivemos lá ficou a sensação que o clima é bem instável, então mesmo se o mês escolhido for um dos altamente recomendados vale considerar a possibilidade de chuva e alternar algum passeio, sempre tenha um plano B.

De manha fazia um frio de leve, a tarde calor e a noite o frio voltava. O frio que fez nesse período era tranquilo, com uma blusa leve vc está garantido.

Levamos pouca roupa, recomendo levar muitas meias e um calçado que seja bem pratico de tirar/colocar... vc vai fazer isso o tempo todo.

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14º Dia – Miyajima /// Itsukushima, Monte Misen e Daisho-in

Novamente o tempo mudou totalmente de um dia pra outro. No dia anterior aquela chuva chata. Hoje o tempo perfeito, muito sol ^^

Partimos para um daytrip na ilha de Miyajima.

A Ilha é patrimônio cultural da Unesco, uma das principais atrações turísticas do japão. Entre varias atrações estão o templo Itsukushima e o grande torii vermelho no meio do mar, na maré alta o templo fica parcialmente submerso e o torii acaba ficando lá no meio do mar, inacessível. Já quando a maré desce é possível caminhar até o torii... sensacional!! Parece muito o cenário do Haomaru na Samurai Shodown 2.

Torii flutuante (maré alta e baixa)

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Para se chegar a ilha basta pegar o trem na estação de Hiroshima e ir até a estação de onde sai a balsa que leva até a ilha. O trem e a balsa estão inclusos como itens do JR Pass!

Bem fácil chegar, sem mistério. O trajeto da balsa é tranquilo, acho que não chega a durar nem 30 minutos.

Desembarcando na Ilha vc vai se deparar com os já conhecidos cervos. Assim como em Nara os cervos caminham livremente pela Ilha e são igualmente dóceis.

Vc nem vai precisar andar muito pra já começar a se deparar com as atrações. Logo de cara vimos o torii flutuante, muito bonito mesmo.

E logo depois dele vc já vê a entrada do templo Itsukushima. A forma de píer do templo vem do status de sagrado que a Ilha tem, basicamente não era permitida a entrada de plebeus.

O visual do templo é sensacional, acima da água como se estivesse flutuando. Muito foda.

Enquanto estávamos lá estava rolando uma cerimonia de casamento, foi bem interessante presenciar.

Itsukushima

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De lá seguimos para o Monte Misen. É possível subir boa parte da montanha através de um teleférico de duas etapas (Ropeway). A vista que se tem lá de cima da Ilha é ótima, muito valido esse passeio. O mais legal é que após a subida tem um trekking para que você possa chegar ao topo do Monte Misen. Alem do topo o trekking também da acesso ao Reikado Hall (salão da chama espiritual), que tem historias muito interessantes.

Apesar de não ser um trekking longo ele tem um trecho de subida bem puxada, tava um sol forte então deu pra cansar um pouquinho.

O templo de Reikado foi onde Kobo Daishi meditou por 100 dias após retornar da China no século 9. Em Reikado a uma chama acesa por Kobo Daishi que permanece acesa por seus discípulos a 1200 anos!!!!!! O___O

O templo também é conhecido como templo do amor, segundo a crença se vc acender um incenso utilizado a chama de Reikado terá muita felicidade no amor.

Essa mesma chama foi usada para acender a Chama da Paz no parque de Hiroshima.

Desse templo é só subir mais um pouco e se chega no observatório do topo, lá tem uma espécie de construção coberta de 2 andares, com banheiros, mirante e uns trecos que vc pode usar pra deitar, todo mundo chega ali e acaba se esticando um pouco e curtindo a brisa.

Ropeway

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Reikado Hall e a chama de 1200 anos

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Iniciamos a descida, queríamos ver o torii flutuante e o Itsukushima na mare baixa, mais antes decidimos visitar o templo Daisho-In.

Depois de ver tantos templos fodas durante toda viagem nós fomos até ele sem empolgação, tipo: ”Já estamos aqui né... está no caminho mesmo”

Mal sabíamos a surpresa!! Sem duvida um dos meus templos favoritos de toda trip!!

Ele fica aos pés do Monte Misen, as escadarias possuem rodas de oração para os Tengus (aquele mesmo, com narigão e asas).

Acompanhando a lateral do templo desce um rio, lá em cima aquele barulho de cachoeira *__*

Todas as instalações do templo possuem figuras, cores e características totalmente distintas. Por exemplo: um pavilhão de uma área não se parece em nada com o outro. E muito do que vimos dele não se parece com o os demais templos do Japão.

Outra característica muito bacana é que vc entra em todas as áreas do templo, não tem restrições de áreas como muitos, esse é totalmente “sem frescura”.

Você pode visita-lo indo ou voltando do Monte Misen, como vai estar no caminho você não perde tempo pra chegar nele, da pra fazer uma visita rápida se for o caso.

Outro detalhe lindo é que a visita é totalmente gratuita S2

Daisho-in

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Na volta pra Hiroshima finalmente fomos experimentar nosso primeiro Okonomiyaki.

Caral**, que negocio gostoso!! Okonomiyaki é um daqueles pratos típicos que merecem ser experimentados!! O que fomos ficava logo na saída da estação de Hiroshima, vale a pena!!

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15º Dia – Retorno a Tokyo /// Oedo Onsen Monogatari

Mais um estágio concluído. Nos despedimos de Hiroshima e retornamos ao ponto inicial: Tokyo.

A viagem é feita de shinkansen, como são quase os dois extremos do pais a viagem é longa, por isso partimos cedo pra tentar aproveitar o resto do dia quando chegássemos em Tokyo.

Aqui um detalhe é muito importante: Os shinkansens abrangidos pelo JR Pass não fazem o trajeto Hiroshima x Tokyo (e vice versa).

Nesse caso vc precisa ir até Osaka, e de lá tomar outro shinkansen com destino a Tokyo.

Os únicos shinkansen que fazem esse trajeto direto são os expressos Nozomi e Mizuho (como dito, eles não são incluídos no JR Pass).

A principio pra min a única diferença pros shinkansens comuns dos super expressos era a velocidade... mal sabia... então façam bom uso dessa informação pra otimizar seu tempo.

Novamente a saga da malas... argh... nesses momentos batia um arrependimento de ter comprado tanto art book.

 

Ficamos hospedados no mesmo hostel da nossa primeira passagem pela cidade.

Como a viagem é longa chegamos em Tokyo no meio da tarde. Fomos comer algo antes de partir pra única atração do dia.

Eu e Terry decidimos comer em um restaurante de sushi na esteira. Nesse esquema o cliente vai se servindo de acordo com o que vai passando pelo equipamento, cada prato que passa tem uma cor/desenho que identifica o valor daquele item. Tem vaaarias opções, o segredo é ir nos baratinhos kkkkk

 

Um único sushiman vai fazendo tudo ali na sua frente, extremamente rápido e habilidoso. Uma tabela com as cores dos pratos indica os valores, no começo é um pouco confuso mais com calma vc saca como funciona. Deu pra comer bastante e ficou barato, quando chegamos pensei que ia ficar caro. Esse restaurante fica praticamente do lado do Tokyo Cruise. No Brasil alguns restaurantes japoneses já adotaram um sistema parecido.

Sushi de esteira

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A tarde partimos para conhecer o “Oedo Onsen Monogatari”.

Um autentico onsen, que canaliza aguas de fontes termais situadas a 1.400 abaixo da Baia de Tokyo.

Poucas coisas podem ser mais relaxantes do que se banhar nessas aguas. É uma experiência mega obrigatória se vc estiver no Japão, foi um dos pontos altos da viagem sem duvida, é algo único do pais e extremamente divertido, vai render ótimas historias tenha certeza xD

 

A ideia inicial era ter visitado a cidade de Kinosaki (conhecida por seus inumeros onsens) e passado o dia ali, mais como tivemos que alterar nosso roteiro, tivemos que deixar a experiência do onsen japonês para o Oedo Monogatari.

Existem vários tipos de onsen no Japão, próximos ao mar, ao ar livre com um rio do lado, em montanhas... Esse que fomos é um onsen urbano, e a melhor definição para ele seria “parque temático de onsen”, tudo no formato de uma cidade do período Edo, com jogos e barracas de comida.

Chegando lá vc troca a sua roupa por um yukata (quimono usado no verão, mais leve que o tradicional). Você pode escolher entre algumas opções disponíveis, se não me engano eram 4 ou 5 modelos (5 tipos para homens e 5 para mulheres)

Depois de receber o yukata é hora de vesti-lo.

 

Em um vestiário vc deve se despir totalmente para usar o yukata (primeiro momento de vergonha alheia).

Apenas depois disso é que vc esta literalmente dentro do lugar.

Há diversos tipos de banhos, inclusive ao ar livre!!! Os banhos são divididos por gênero, mulheres em uma área, homens em outro.

Quando vc entra na área de banhos a um segundo vestiário, nele vc guarda seu yukata e fica peladão!

Sim, os banhos no onsen são totalmentes nus... da bastante vergonha em um primeiro momento, mais depois de sair e entrar algumas vezes se torna bem natural.

Mais ainda não é hora de entrar nos banhos termais, o certo (apesar de nem todos fazerem) é lavar o corpo em um daqueles chuveiros de padrão japonês (em que vc senta para usa-los), ou jogar alguns baldes de agua no corpo. Lembre-se: a águas das piscinas termais é pra ficar de molho, de boa, não pra se lavar!!

Cara os banhos termais são muito relaxantes, é muito gostoso vc ficar só de boa relaxando, indo de banho em banho, batendo papo...muito bom. O foda é vc ficar lá desfilando peladão no meio do povo. Apesar do esteriotipo dos japoneses serem tímidos e os brasileiros descolados, nessa hora se inverte... até vc se sentir totalmente a vontade demora um pouquinho, já os japas encaram com naturalidade, é totalmente comum pra eles.

Somente os banhos são divididos por gênero, então os casais e familias podem aproveitar todo o resto do onsen juntos, inclusive o "banho de pé" ao ar livre. Alias nessa área externa tem um lugar onde vc pode experimentar aqueles peixes-pedicure por um valor adicional, bem legal ^^

O Oedo Onsen Monogatari faz varias referencias ao anime Gintama (acho que é esse, não tenho certeza), boa parte da decoração e atrações tem algo desse anime.

Oedo Onsen Monogatari

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Do nosso grupo apenas o Anand não tem tatuagens, eu tenho 4 e elas são bem visíveis. Nos onsens normalmente pessoas tatuadas não são permitidas, como uma forma indireta de tentar excluir pessoas ligadas a máfia Yakuza, que quase sempre usam tatuagens. Essa norma também se aplica a estrangeiros, não adianta chorar.

O Oedo Onsen Monogatari não aceita pessoas com tatuagens (tem vários avisos logo na entrada), por essa razão aqui no Brasil nós já compramos aquelas fitas cor de pele pra cobrir as tatuagens, estilo Salonpas. Caso vc precise e não tenha comprado no Brasil é só ir até alguma loja Don-Quixote que vc encontra.

 

Deu pra aproveitar bastante, o horário de funcionamento é ótimo, fica a madrugada toda aberto, só fecha as 9 da manha do dia seguinte. Nos saímos de lá bem tarde, quase 23h e tinha bastante gente chegando ainda.

Tanto a ida quanto na volta fomos pelo monotrilho Yurikamome, que serpenteia aranha céus e oferece um visual incirvel! Procure ir no primeiro vagão, logo nos dois primeiros bancos... a composição não tem maquinista e desse ponto vc vai ter uma ótima visão, ainda mais durante o dia.

Yurikamome line

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16º Dia – Tokyo /// Fuji Q Highland e The Lockup

Dia de conhecer um dos maiores parques de diversão do Japão, o Fuji Q Highland.

Dois fatores foram determinantes para incluirmos o parque no roteiro:

1- Montanhas Russas: O parque possui algumas das montanhas russas mais insanas do mundo, algumas como a Dodonpa (a mais rápida do mundo, 172km), Takabisha (a mais íngreme do mundo), Eejanaika (segunda maior montanha de 4º dimensão do mundo) e a Fujiyama que já foi a mais alta do mundo por muito anos... isso apenas se falando em montanhas russas.

2- Evagelion World: Dentro do Fuji Q tem uma atração chamada Evagelion World, totalmente dedicada ao anime Neo Genesis Evangelion, sem duvida uma das minhas series favoritas. Entre algumas coisas que vc encontra nesse espaço está um busto em escala 1/1 (proporção real) do Eva 01, o robô gigante mais pica das galáxias ever.

Vou me extender um pouco no relato do parque, pq tem pouquíssima informação disponível por ai.

 

O parque fica na região do Fuji, bem próximo ao próprio Monte Fuji (do parque se tem uma ótima vista do monte).

A região do Fuji é bem longe de Tokyo, fica numa área chamada de região dos 5 lagos, composta por varias cidades, o deslocamento pra lá é demorado, umas 3h de viagem.

Pode ser que exista alguma forma mais rápida de se chegar (não conheço), nós optamos em ir de trem pra economizar, já que estávamos com o JR-Pass.

Pra chegar vc deve pegar um trem da linha Chuo partindo de Shinjuku até Otsuki. Em seguida baldeação para linha Fuji Kyuko até a estação Fujisan. O trem até Otsuki parece um trem de viagem, é bem confortável e faz poucas paradas. A paisagem que se tem durante a viagem é bem legal, bastante verde e natureza. Esse deslocamento até Otuski é o mais longo, da pra dormir de boas.

Se vc não tiver com o JR Pass vale a pena analisar com calma esse deslocamento, pois essa passagem até Otsuki é bem cara.

A estação Fujisan te deixa praticamente dentro do parque, não tem erro. Do trem já se tem a visão do Monte Fuji.

Monte Fuji

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Nós encaixamos a visita ao parque pra um dia de meio de semana (era uma quinta) pra evitarmos longas filas e a muvuca. Porem como o deslocamento é de umas 3h tivemos que acordar bem cedo pra ser proveitoso, pois durante o meio da semana o parque fecha bem mais cedo que o normal... durante a semana fecha as 17h, finais de semana 20h.

Detalhe: O parque fecha as 17, mais as 16:30 varias atrações já não deixam vc entrar na fila. E não tem choro, não adianta falar que é do Brasil, que seu amigo tem uma doença terminal... os funcionários são totalmente irredutíveis.

O valor do ingresso é bem salgado, mais um motivo pra otimizar o tempo e aproveitar ao máximo cada minuto rs

Tem um outro ingresso que dá direito apenas a entrar, e pra cada atração vc paga a parte... é muito mais em conta caso alguém só esteja indo pra acompanhar ou se vc estiver indo APENAS pelo Evangelion World.

 

Não vou me estender nos comentários sobre as montanhas russas, alias elas dispensam comentários, muuuuito foda xD

A única coisa chata em relação as montanhas russas é que os funcionários não deixam usar câmeras de aventura (estilo Go-Pro), não importa o quanto vc esteja com o equipamento necessário pra que não use as mãos e etc, vc não vai conseguir filmar... pior que eu tentei em todas, e eles são realmente bem rigorosos com vc estar portando objetos, vai tudo pra um locker.

Alem das montanhas russas tem varias outras atrações bacanas. Como era dia de semana tinha muitas atrações que era só chegar e ir, pq quase não tinha filas ^^

Fuji Q

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Ai chegou a hora de conhecer o Evangelion World... eu tinha visto alguns vídeos na Internet e não parecia grande coisa... porra eu gostei muito, bem loko mesmo. Pra quem é fã vale a pena sim. Tem várias reproduções de cenários e cenas pra vc interagir, atualmente a grande maioria das coisas tem foco no Evangelion 3.33 you can (not) redo. Pelo fato da serie comemorar aniversario de 20 anos em 2015 varias atrações e pontos do parque fora o Evangelion World estavam decoradas com referencias ao Evangelion, muito legal ^^

Se vc for ao parque APENAS pra visitar o Evangelion World eu acho que não vale a pena, principalmente pelo tempo de deslocamento pro parque e pelo valor de entrada que é caro. Mais se vc optar em conhecer tudo junto, ai sim, diversão garantida.

Rola uma apresentação na área do busto do Eva 01, no mesmo estilo da apresentação noturna do Gundam de Odaiba, dura algo em torno de 7 minutos, foda!

O busto já fica próximo da saida do Evangelion World, mais antes de sair (pra variar) tem uma loja com todo tipo de coisa da franquia... alias, se vc vai ao parque é ainda mais desnecessário visitar a loja de Evangelion em Ikebukuro (que relatei no 5º dia), pois essa loja do parque é ainda mais completa... o problema são os valores. Trouxemos apenas uns chocolates que vem em uma lata de metal com formato de Entry Plug *____*

Evangelion World

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Quando voltamos a Tokyo já era inicio da noite, decidimos jantar em um lugar que tínhamos visto em Ueno, no primeiro dia de viagem: The Lockup.

Antes da viagem eu havia visto no “Lugar Incomum” (programa de viagens que passa no Multishow, apresentado pela Didi Wagner) um episodio em que ela visitava um restaurante com temática de “terror” chamado Alcatraz, achei muuuuito foda, procurem assistir esse episodio (e todos os da temporada do Japão), tem ótimas referencias.

Então quando vimos o The Lockup na rua naquele dia, deduzimos que fosse um similar, ficamos muito curiosos pra ir, por isso voltamos.

SENSACIONAL!!! Vcs precisam visitar ele ou algum similar quando forem, muito muito muito bom.

Logo na entrada já começa a diversão, não é simplesmente entrar no restaurante, vc desce um longo lance de escadas inicial com varias vozes e áudios sombrios, quando chega a uma porta tudo para e fica silencioso, vc tenta abrir uma porta, mais quando chega na metade ela se fecha com uma força muito grande e vc não consegue abri-la. Depois de varias tentativas sem sucesso simplesmente ela destrava e volta a abrir... mais um lance de escadas, tudo escuro, apenas luz negra, vc fica cercado por vários espelhos, e ao olhar pra eles percebe que seus olhos, dentes e partes da roupa ficam com uma coloração brilhante. Outra porta que não se abre... vc fica extremamente tenso, esperando tomar um susto a qualquer momento kkkkkkk

Depois dessa segunda fase, finalmente vc chega a recepção, onde uma recepcionista fantasiada de policial algema vc e te leva até sua cela (onde fica sua mesa rs)

Vc literalmente fica em uma cela! O visual tanto da cela quanto do resto do restaurante é incrível, cheio de detalhes.

Os pratos e drinks tem uma temática sombria, os drinks vem em tubos de ensaio, outros com um olho dentro, ou com doces que tenta simular vermes e etc. Os pratos seguem a mesma pegada. A trilha sonora tbm é bem legal, rolou Marilyn Manson e Rob Zombie.

Enquanto vc está lá comendo de boa, em um momento do nada eles apagam as luzes, começam a tocar umas sirenes e aparece um pessoal fantasiado que fica entrando nas celas e circulando pelo restaurante te assustando, é muito engraçado e bizarro, nota 10.

The Lockup

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17º Dia – Tokyo /// Retorno a Akihabara e despedida

Ultimo dia no Japão, a noite iniciaríamos nossa longa jornada de regresso.

Fizemos o checkout no hostel, mais eles liberam um espaço pra deixar as malas até a hora da partida.

Voltamos pra Nakamise-dori que era bem perto do nosso hostel pra comprar lembrancinhas pro povo, lá tem boas opções.

Tambem voltamos pra Akihabara, pra comprar lembrancinhas e algumas coisas que acabaram ficando pra tras na primeira visita.

Depois de comprar o que faltava no final da tarde já partimos com nossas malditas malas pro aeroporto via metro.

Apesar de cheio vc consegue andar de trem e metro com as malas. Se fosse em São Paulo não ia rolar... como eu disse antes, apesar de cheio a postura do povo no transporte publico é totalmente diferente. Chegamos com um bom tempo de antecedência pra não ter nenhum problema pra despachar as malas ou qualquer coisa do tipo.

 

Tivemos um susto no momento do check-in. O Thiago preencheu errado o nome dele no site da Qatar, então o nome dele saiu errado no bilhete. No final deu tudo certo, o pessoal acabou não criando muito caso com isso, porem nós conhecemos historias de pessoas que tem a maior dor de cabeça por o nome estar com um detalhe diferente do documento, mesmo que seja um erro insignificante. É bom sempre conferir com atenção esse tipo de coisa. Mais uma vez ponto pra Qatar Airways.

 

Diferente da ida, a volta foi bem chata... passar tanto tempo dentro de um avião é de foder.

Chegando no Brasil eu fiquei com bastante receio. Muita coisa que eu comprei durante a viagem eu acabei esquecendo de guardar as notas fiscais, rolou muito medo de ter algum problema na receita federal, todos nós passsamos meio apreensivos mais deu tudo certo, não tivemos nenhum problema ^^

Saldo final de compras

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Nos dias seguintes eu tive um pouco de problema com jet lag, mais não foi nada demais. O Anand passou o resto das férias indo dormir e acordando em horários malucos kkkkk, foi o único que sofreu mais intensamente com isso.

 

Esse retorno foi bem melancólico, apesar da alegria de voltar pra casa, foi meio triste ir embora. O Japão foi perfeito em todos os aspectos. Conseguiu superar as expectativas de alguém como eu que já tinha altíssima hype antes da viagem.

Normalmente quando eu faço uma viagem ou passeio, a vontade seguinte é sempre seguir pra um novo lugar que ainda não fui... com o Japão o sentimento foi diferente, voltaria tranquilamente para uma segunda ou terceira visita.

Se vc está em duvida em colocar o Japão na sua lista de destinos pode ir sem medo, posso resumir o destino como perfeito.

 

Caso vcs tenham duvidas ou queiram fazer qualquer questionamento, fiquem a vontade pra usar o topico! Prometo responder o quanto antes! É sempre uma satisfação ajudar outros viajantes e recordar a trip!

Abraços!!

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Diogo, Tudo bem?

Não consegui baixar a sua planilha, vc pode me enviar por e-mail?

 

Obrigado

Abraços

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Diogo, Tudo bem?

Não consegui baixar a sua planilha, vc pode me enviar por e-mail?

 

Obrigado

Abraços

 

Mando sim velho, deixa seu e-mail ae que logo mais te encaminho! Falow!

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Tanagushi! Tudo bem?

"Devorei" seu relato, parabéns pelos detalhes!

Pode me ajudar? Vou para o Japão em dezembro/15 (inverno portanto) sozinha! Já mochilei pelo sudoeste asiático, agora estou pronta pra partir pra Terra do sol Nascente!

Estou em dúvida entre Hakone e Takayama. Não sei se Hakone é negócio no inverno..

Chego em Narita. O JR pass não serve para o trem até a estação central de Tokyo, certo? ficarei em Asakusa.

Esse JR pass também não serve para o metro de Tokyo?

Vou para Tokyo, Hakone OU Takayama, Kyoto, Osaka e volto pra Tokyo. Se der vou pra Yokohana! Acha que o JR Pass compensa?

Super obrigada!

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Tanagushi! Tudo bem?

"Devorei" seu relato, parabéns pelos detalhes!

Pode me ajudar? Vou para o Japão em dezembro/15 (inverno portanto) sozinha! Já mochilei pelo sudoeste asiático, agora estou pronta pra partir pra Terra do sol Nascente!

Estou em dúvida entre Hakone e Takayama. Não sei se Hakone é negócio no inverno..

Chego em Narita. O JR pass não serve para o trem até a estação central de Tokyo, certo? ficarei em Asakusa.

Esse JR pass também não serve para o metro de Tokyo?

Vou para Tokyo, Hakone OU Takayama, Kyoto, Osaka e volto pra Tokyo. Se der vou pra Yokohana! Acha que o JR Pass compensa?

Super obrigada!

 

Olá Naja!!

Vou te ajudar agora e vc me ajuda na próxima, pois a meta pra 2016 é o sudeste asiatico (já sonhando com Thailandia rs)

Takayama e Hakone

A vantagem de Hakone é que vc consegue fazer um daytrip partindo de Tokyo, ou passar apenas uma noite lá (no caso de não ter tantos dias disponiveis). Takayama me parece mais interessante, porem nesse caso vc iria precisar de mais tempo. Eu não estive em nenhuma das duas, então realmente não sei dizer se vc teria problemas em visita-las no inverno, mais sinceramente acredito que não.

 

JR Pass

Do Aeroporto de Narita pro centro de Tokyo (Shinjuku, Shibuya, etc) a forma mais pratica é pelo trem expresso, o JR Pass serve pra ele sim. Uma passagem nesse expresso fica por volta de 70 reais, então usar o JR Pass logo de cara pode ser uma boa rs

Acredito que tenha outras formas mais economicas de deixar o aeroporto, mais realmente não conheço pois desembarcamos em Haneda.

A péssima noticia em relação ao JR Pass é que ele não serve pras linhas de metro, só para as linhas operadas pela JR (trens, shinkansen, barcas, etc)... é como se a JR fosse a CPTM de São Paulo, não tem nd a ver com as linhas de metro.

Se vc está na duvida se o JR Pass vai compensar ou não a melhor forma é consultar esse site aqui: http://www.hyperdia.com/en/

Por ele vc pode simular seus trajetos, ai vc vê quanto vai custar cada deslocamento.

Dai é só calcular se vale a pena ou não. O site é meio confuso, mais tem tutorais no youtube como utilizar caso vc tenha duvidas.

 

Abraços

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Olá Tanaguchi!

 

Haa acabei de fazer as contas! Compensa eu comprar o JR Pass! Pelo menos dá para usar dentro de Tokyo, na Yamanote!

Muito obrigada pelas dicas! Tenho 3 meses para planejar e sinceramente, passa rapidinho!

Sobre o Sudoeste da Asia, fiquei 2 meses lá! é incrível, sensacional! Não fiz relato (ainda), mas posso te dar dicas de onde fui: Tailândia, Cambodja, Vietna, Singapura, Malásia e Indonésia (Bali)!! é só perguntar!

Mais uma vez, obrigada!

Abraço!

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