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Olá viajante!

Bora viajar?

De Carro Europa 2015 – London, França (Norte, V.Loire e Chamonix), Alpes Suíços, Stelvio Pass, R. Romântica e Amsterdam

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E aí galera Mochileira, tudo bem?

 

Eu e minha esposa fizemos agora em Agosto uma ótima viagem começando por Londres e depois seguindo de carro desde de Bruxelas para a região da Normandia e Bretanha, nas cidades de Rouen, passando por alguns pontos das praias do dia D, Saint Malo, Monte Saint Michel, e depois indo até a região central da França. Utilizamos Tours como base para conhecer os castelos do Vale do Loire. Seguindo a viagem de carro, fomos até a região que faz fronteira com a Suíça, passando por Annecy e Chamonix. De lá seguimos para Suiça, nas cidades de Zermatt e Interlaken, porém alguns passeios foram prejudicados pelo tempo chuvoso. Continuando o passeio cruzamos a fronteira com a Itália, passando por vários passos e belas estradas, chegamos em Garmisch Partenkirchen na Alemanha. Após curtir novamente o castelo de Neuschwanstein, fomos até Rothenburg ob der tauber, para conhecer a primeira cidade da famosa rota romântica. De lá passamos em duas outras pequenas cidades medievais e fomos até Wurzburg, ponto final da nossa rota na Alemanha. Pegamos a estrada até Amsterdam onde devolvemos o carro e curtimos dois dias e meio nesta fantástica cidade.

 

Mapa do trajeto de carro:

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Vôo

Compramos o trecho Curitiba-Londres, e volta Amsterdam-Curititba pela Tam. A passagem custou R$7.400, para os dois, pagando um adicional pelo espaço mais no vôo de volta.

Fizemos a ida por São Paulo e na volta de Amsterdam pegamos um voo pela Lufhtansa até Frankfurt, de onde voltamos passando por São Paulo.

O espaço mais para a volta foi muito bem recebido e pretendo utilizar nas próximas viagens.

Os vôos sairam quase todos no horário pontualmente, exceto um atraso de São Paulo para Curitiba na volta.

 

Carro

Locação pela Avis.

Pagamos 580 dolares de locação para 14 dias. O seguro fizemos através do cartão de crédito.

Categoria do Golf, sendo que pegamos um Peugeot 308 a diesel que era muito econômico e tinha gps.

Retiramos em Bruxelas e devolvemos em Amsterdam. Retiramos o carro na Bélgica simplesmente por ter uma taxa bem baixa de one way, para a devolução em Amsterdam.

 

Trem

Utilizamos o Eurostar para fazer o trecho Londres-Bruxelas. Ocorreu tudo muito bem com pontualidade perfeita.

Fizemos o trecho Tasch-Zermatt (pois Zermatt tem uso restrito para automóveis).

Utilizamos nos passeios do Gornergrat Bahn e também Jungfrau.

 

2 dia – Chegada a Londres

Nossos vôos aconteceram todos tranquilamente e chegamos em Londres no horário previsto indo logo para a fila de imigração. Lembrando que para viagens ao exterior é sempre bom ter pelo menos a primeira estadia reservada e comprovar a volta ou destino seguinte. É importante ter um seguro de viagem que cubra as despesas médicas caso necessário. Utilizamos os beneficios de cartão de crédito para seguros médicos e do carro.

A entrada foi muito tranquila sem filas ou esperas.

Seguimos até a estação de metro do Heathrow que é o início/final da linha Picadilly. Na estação Picadilly Circus trocamos de metrô e fomos até a estação Lambeth North, que ficava ao lado do nosso hotel. Muito fácil utilizar o sistema de metrô. No aeroporto tem também a opção de pegar um trem express que faz o trecho mais rápido, caso tenha necessidade.

O metrô passa em lugares que apesar de ser longe do centro já nos chamam atenção. Construções de tijolos maiços eram maioria na região, todas com suas típicas chaminés.

Da estação Lambeth North, atravessamos a rua e chegamos no hotel Tune Westminters (comento sobre o hotel mais abaixo).

Demos uma boa descansa após o check in, porque eu estava um pouco mal de uma gripe e ainda tinha um pouco de febre no primeiro dia em Londres. Como no verão europeu o dia vai até bem mais tarde, tinhamos mais planos para o primeiro dia mas resolvemos pegar bem leve para não piorar a minha condição e prejudicar os dias seguintes.

Seguimos a pé, pois é muito perto, até a London Eye. Como é bom estar num país diferente novamente, com outros costumes, cultura, construções espetaculares e gastronomia nova!

As ruas estavam tomadas de turistas. A fila da London Eye, fazia curva! Seguimos um pouco para frente e ficamos apreciando a vista do Palácio de Westminster com o Big Ben ao lado. Mais tarde fomos jantar num local próximo, que tinha uma ótima comida.

 

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3 dia – Londres

Tomamos café bem próximo ao hotel. Depois do café aproveitamos uma farmácia na rua para comprar alguns medicamentos e dar um espanta de vez na gripe. ::otemo::

O clima estava bom, com nuvens e um pouco de sol e com boa temperatura.

Seguimos novamente para a Região da London Eye onde atravesssamos a ponte Westminster que fica ao lado. Atravessando a ponte voce ja dá de cara com o Big Ben e o palácio de Westminster ao lado. Que belas construções! A vista do Tamisa com prédios ao fundo também é muito bacana. Seguimos pela rua Margaret, passando nos fundos da Abadia de Westminster, chegando na Victoria Tower. Uma bela edificação com a bandeira da Inglaterra no topo. Ao lado da torre têm um jardim, que aproveitamos para dar uma descansada nos seus bancos convidativos. :)

É impressionante que neste lugar que fica a pouco mais de 300 metros do Big Ben a rua esteja quase vazia com poucas pessoas no local.

Retornamos na mesma rua e fomos até a Abadia de Westminster para visitação. A fila estava grande e demorou cerca de 30-40 minutos para entrar. Pegamos o audioguia que já estava incluso no valor de entrada para conhecer o local.

Esta construção em estilo gótico, transborda história! A coroação dos monarcas ingleses ocorre sempre neste local, e pessoas como Newton e Darwin estão lá enterradas. A Abadia tem belos vitrais e é rica em detalhes. Tem muita decoração, escultura, estátuas e túmulos de personalidades. Vale muito a pena fazer este passeio.

Saindo de lá fomos em direção ao St James Park para almoçar e depois dar uma descansada. Comemos no restaurante que tem no meio do parque. Peguei um prato que vinha frango assado (muito grande não dei conta) com legumes refogados e salada. Estava excelente (custou 10 libras)

Após o caprichado almoço deitamos na grama do parque para um descanso. Do St James seguimos passando pelo Horse Guards, onde tinha muita gente para tirar uma foto do guarda montado em seu cavalo. Andamos mais um pouco pelas redondezas e pegamos o subway até a estação tower hill.

A estação sai bem do lado da Tower of London. Que legal estar vendo aquilo de perto! Um pouco mais a frente na beira do Tamisa você pode observar a também impressionante Tower Bridge (que pretendiamos cruzar no dia seguinte). Do Tamisa você consegue ver as muralhas da torre de Londres e o fosso lateral, e é demais! Como chegamos num horário mais tarde (iríamos ter 2 horas livres até fechar o local) a fila para comprar o ingresso e a entrada estavam bem pequenas.

Percorremos primeiro todo o perímetro passando pela muralha e por seus castelos de prisão, armas, e outros que têm no caminho. Depois descemos e fomos até a parte central onde tem a torre branca também a fila de entrada para ver a exposição das jóias da coroa. A fila foi rápida, e a exposição começa com alguns vídeos e logo depois as jóias e outros bojetos. Além das coroas da realeza, jarros, pratos, espadas e demais objetos de metais e pedras preciosas estão expostos.Depois da visita ao Jóias da Coroa aproveitamos o restante do tempo para conhecer um pouco mais deste magnifico local. O tempo piorou um pouco e caiu uma chuva bem de leve.

Retornamos de metrô até o hotel para dar uma descansada (para ajudar na gripe). Depois seguimos até o restaurante Super Master Fish and Chips que fica numa rua não muito longe do Tune Westminster, e nos deliciamos com um ótimo fish and chips, prato bem comum em Londres. Gostamos muito da refeição e recomendo este local.

Seguimos até a beira do Tamisa, agora já escurecendo para ver as luzes de Londres, em especial o palácio de Westminster e a London Eye, foi uma bela maneira de encerrar o dia. ::cool:::'>

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Ameeeei as fotos! Gostaria muito que continuasse o relato.

 

Queria saber quantos dias passaram no total e qual foi o gasto por pessoa para fazer a viagem.

 

Obrigada!

::otemo::

 

Obrigado Tatiana! Vou continuar sim.

 

Nosso roteiro foi:

 

1 dia Brasil - Londres

2 dia Londres (chega no período da tarde)

3 dia Londres

4 dia Londres

5 dia Londres - Bruxelas (trem a noite)

6 dia Bruxelas - Rouen (Pego o carro)

7 dia Rouen - Saint Malo

8 dia Saint Malo - Monte St Michel

9 dia Monte St M - Tours

10 dia Tours

11 dia Tour - Chamonix

12 dia Chamonix

13 dia Chamonix - Zermatt

14 dia Zermatt

15 dia Zermatt - Interlaken

16 dia Interlaken

17 dia Interlaken - Davos - Stelvio - Garmish P.

18 dia Garmish - Fussen - Rothenburg

19 dia Rothenburg - Wuzburg

20 dia Wurzburg - Amsterdam (Devolve o carro)

21 dia Amdsterdam

22 dia Amsterdam

23 dia Amsterdam - Brasil

24 dia Brasil

 

Quanto ao valor, em agosto já pegamos as moedas aumentando. Como tínhamos comprado e pago anteriormente quase tudo já (passeios, hotel, passagem) deu pra amenizar o impacto. :|

 

Mas no total estimo que foi perto de 35k para os dois.

 

Abs,

 

Fábio

 

 

Continue sim!!! Estamos acompanhando! Fizemos uma viagem de carro até o Atacama, passando pelo Uruguai, Argentina e Chile e adoramos a experiência, estamos pensando em fazer uma trip com carro alugado pela Europa em 2017, mas estamos em fase de pesquisa ainda, por isso estou super interessada no seu relato, haha ::lol4::::lol4::

 

::otemo::::otemo::

 

Pode fazer que não vai se arrepender, é muito bom, e tem muitos destinos para conhecer!! Estou planejando uma de carro para o Sul do Chile e Argentina, mas ainda não sei se vou fazer este ano ou no próximo. :)

 

Fábio

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14º dia - Zermatt

Aproveitamos a infraestrutura do apartamento e fizemos o café lá mesmo. Estava chovendo e o rio que corta Zermatt, estava com a correnteza bem forte e um barulho enorme! Do apto já observamos o tempo, que estava bem encoberto e chuvoso, impossibilitando a visão da maioria das montanhas.

Seguimos até a estação Gornergrat bahn, que fica do outro lado da rua na frente da estação de trens de Zermatt. Chegamos para pegarmos o primeiro horário de subida. Como havíamos comprado pela internet no Brasil, passamos no guichê para trocar pela passagem e aguardamos o embarque. Caso fique mais dias na cidade, o ideal é deixar para comprar o passeio na hora, conforme as condições meteorológicas. Porém para nos não fez diferença pois os dois dias estavam chovendo. :(

O trem saiu exatamente no horário marcado, como é do costume Suíço a pontualidade. Seguimos lentamente passando por dentro da cidade e já se dirigindo para encostra do vale de Zermatt. O trem utiliza-se de cremalheiras centrais para poder subir as inclinações enormes dos trilhos.

Como o tempo estava chuvoso e bem encoberto, descidimos subir direto até a última estação (Gornergrat) para depois fazer a descida a pé. O passeio apesar de estar chovendo, vale muito a pena, pois a paisagem com cachoeiras e geleiras é demais!!

Quando chegamos no alto a vista era incrível. Da estação é possível sair e ver várias geleiras que desce por entre os picos. O frio estava intenso abaixo de 0, e com a ventania a sensação era muito pior, isso tudo em pleno verão Suíço! :)

Ficamos um bom tempo lá em cima esperando alguma abertura, mas não foi possivel. Tomamos um café na estação e depois começamos a descida, indo por uma caminho bem tranquilo até duas estações abaixo, mas há possibilidade de explorar bem mais. As trilhas são muito bem demarcadas e encontramos bastante gente fazendo o trajeto a pé. Passa por uma paisagem muito bonita, com gramado, pedras, lagos, e as geleiras e picos ao fundo. Paramos nas lagoas para um descanso e comer um lanchinho que levamos na mochila, e seguimos caminhando. Depois de curtir por um bom tempo seguimos até a estação de Riffelberg e voltamos para cidade.

Almoços num dos ótimos restaurantes da cidade e depois de dar uma descansada, saímos para percorrer as várias ruazinhas de zermatt. As construções de madeira são sensacionais, tudo muito bem detalhado, decorado, com bastante flores coloridas por tudo que é lugar. Com os carrinhos elétricos passando, fica ainda melhor. Só o fato de não existirem veículos transitando já é um diferencial a parte.

A tarde fomos até a estação que faz o passeio para o glaciar paradise, porém pelas câmeras dava para ver que o Matterhorn e as outras montanhas encontravam-se totalmente encobertas e descidimos não fazer o passeio.

Aproveitamos a cidade que tem várias lojas, pubs, restaurante, do digamos preço normal aos bem caros. Relógios caríssimos estão expostos em todos os lugares. Minha esposa se fartou com as lojinhas de chocolate. Encontramos um lugar que vendia ótimas cervejas e vinhos (umas cervejas boas por 1 euro). Compramos também uns pães, queijos e mais algumas coisas e fomos fazer a janta no apto. Mais tarde iríamos sair para dar uma volta mas a chuva apertou e ficamos descansando. :)

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Fotos do 14º dia

 

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Chegando em Tasch geleiras penduradas e enormes motanhas:

 

  • 2 meses depois...
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Oi! Amei o post! Quero ir de carro de Milão para Chamonix e Vale do Loire! Qual local que você alugou o carro? E gastos com combustível, lá é muito caro?

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Oi! Amei o post! Quero ir de carro de Milão para Chamonix e Vale do Loire! Qual local que você alugou o carro? E gastos com combustível, lá é muito caro?

 

Olá Ketlyn!! Obrigado!!

 

Também estamos com pretensão de ir para Milão, alugar um carro e conhecer os alpes do lado Italiano e depois Suíço! :)

 

Alugamos na Avis em Bruxelas, previamente reservado. Usei o cartão de crédito como seguro do carro, oque dá uma boa diferença no valor. Entre Hertz e Avis, tenho pesquisado recentemente e a Avis tem sido mais barato.

 

Desculpa mas não lembro o valor da gasolina, mas se pegar um carro a diesel (que foi o nosso caso), sai mais barato do que passear por aqui. Na França, dependendo do trajeto, o pedágio pode ser um pouquinho alto.

 

Tb sou de Joinville! ::otemo::

 

Abraços,

 

Fábio

  • 8 meses depois...
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Desenterrando e continuando...

 

15º dia – Zermatt – Interlaken

Acordamos bem cedo, e deu para ver o sol iluminando de leve o encoberto Matterhorn!

Fizemos café no hotel e seguimos para dar um último passeio pelas ruazinhas de Zermatt. Seguimos até a estação e pegamos o trem para retornar até Tasch. O caminho de trem também é muito bonito, sempre seguindo o rio e com belíssimas paisagens.

Pegamos o carro no estacionamento próximo a estação e seguimos então para Interlaken. Se fosse fazer o caminho mais rápido para Interlaken, o ideal seria pegar o trem próximo de Visp (com o carro mesmo), pois corta os Alpes e chega rapidamente ao destino. Quando saímos de Tasch até Visp o tempo abriu, nos empolgamos e decidimos ir pelo caminho mais longo, que segue pela 19 e depois vai para a 6, onde atravessamos o passo Grimselpass. Já tinha olhado dicas deste trajeto que passa por lagos e tem ótimas vistas, porém quando a subida pela 6 começou a ficar interessante o tempo fechou e caiu um imenso temporal. Tivemos até que parar o carro e esperar a visibilidade melhorar, pois estava bem perigoso dirigir naquelas curvas sem enxergar. Seguimos o restante do trajeto, agora já descendo, mas com muitas curvas e chuva pesada até próximo de Interlaken. Já na parte mais baixa conseguimos avistar o Brienzersee que é um dos lagos de Interlaken, e que é bem azul e muito bonito. Seguimos até o nosso hotel para fazer o check in e pegar algumas dicas para ver o que faríamos com o tempo chuvoso. (Hotel Tell, hotel e Pub em um só! :) )

Interlaken é a cidade base para o famoso passeio de trem Jungraujoch (mas pode ser Lauterbrunnen ou Grindewald também), e além deste passeio é possível ainda explorar ótimas trilhas, que partem de vários vilarejos próximos, assim como a fantástica Mürren e o passeio ao Pitz glória. Nosso planejamento incial seria conhecer Murren neste neste primeiro dia, porém fomos desaconselhados e resolvemos não fazer por causa das condições (além de chuva tinha muita neblina). O atendente do hotel/pub foi bem amigável e nos sugeriu um curso de chocolate ou ficar bebendo no pub mesmo. :D

Fomos até o centro e conseguimos dar um volta e conhecer a região do cassino e um pouco aos arredores. Comemos alguma coisa e depois pegamos o carro para ir explorar as redondezas. Seguimos o Thunersee sentido a Thun, e fomos fazendo algumas paradas no lago. Mais a frente vimos uns carros parados e fomos dar uma olhada no que era, encontramos por acaso as St. Beatus Caves, e resolvemos visitar. As cavernas são bem interessantes, vão longe montanha a dentro, com cachoeiras internas, e muita formação de estalactites. Saindo de lá seguimos até o vilarejo de Lauterbrunnen para tentar apreciar as montanhas. Mesmo encoberta Lauterbrunnen é muito bonita, com uma cachoeira enorme e bela paisagem. Tomamos um cafézinho e depois retornamos para o hotel. Finalizamos a noite no pub do hotel com muito hambúrguer e guinness!!

 

16º dia – Interlaken (Jungfrau)

O passeio de trem até a montanha Jungfrau, é uma passeio lindíssimo que parte de Interlaken, e passa pelas estações de Lauterbrunen ou Grindewald, e sob por uma paisagem espetacular até a estação de Kleine scheidegg. De lá o trem vai subindo por dentro da montanha e chega a mais de 3.000 metros de altitude onde foi montado a estação Jungfraujoch, que é a mais alta da europa, onde você pode explorar a parte externa e dá de cara para as montanhas Eiger, Monch e Jungfrau.

Saímos do hotel e mais um dia chuvoso, e seguimos até a estação de interlaken ost. De lá seguimos para Grindewald (para que seja bem aproveitado todo o trajeto o ideal é subir por uma estação e retornar por outra). Chegamos em Grindewald e descemos para tentar conhecer a cidade, mas uma baita neblina encobria as montanhas e atrapalhou um pouco nossos planos. Orientados pelo pessoal da estação, nos indicaram subir diretamente até o topo, pois tinha uma condição de abertura por lá. Chegamos até Kleine scheidegg e trocamos de trem rapidamente para então subir até o topo.

Jungfraujoch é a estação de trem mais alta da europa, e o simples fato desta obra existir, já é um grande feito de engenharia. O túnel que parte de Kleine scheidegg até o topo da estacão, tem aproximadamente 7 km de extensão e sob através de cremalheiras. Lá em cima é possível observar as montanhas através do Sphinx e também do Plateau. A paisagem é surreal. ::otemo::

Quando chegamos ainda estava com uma névoa, mas felizmente o tempo milagrosamente abriu e podemos observar muito contentes a paisagem fantástica desde o “topo da europa”.

Mesmo sendo no verão o frio é intenso (a 3.000 metros tem que ser né!), e um óculos escuro ajuda bastante quando o sol reflete na neve!

Aproveitamos muito a estação, e curtimos bastante os picos vistos a partir da área externa e também o imenso glacial que escorre por montanha abaixo. Outra parte bem interessante é a caverna de gelo, escava num glacial, e que tem várias esculturas de gelo. O restaurante tem uma vista lindíssima e apesar do preço elevado, vale a pena tratando-se do lugar que é.

Já no final da tarde retornamos ate Wengen, onde pretendíamos pegar o teleférico até Mannlichen, mas desistimos por conta das condições meteorológicas. Fizemos uma parada em Lauterbrunnen e depois seguimos de volta a Interlaken.

 

17º dia - Interlaken - Garmisch Partenkirchen

Ainda neste dia pretendíamos fazer um passeio na parte da manhã em alguma montanha, mas com mais uma previsão de tempo ruim resolvemos fazer o check out e seguir para a Alemanha.

Partimos logo cedo de Interlaken. Fomos pela autoestrada no início, e sempre com belos visuais ao longo de todo trajeto. Aliás, por todos os lugares que percorremos na Suíça, tudo nos surpreendeu muito. Alguns quilômetros depois de Interlaken passamos por 2 belíssimos lagos (que não lembro o nome!)

Chegando em Davos pegamos o sentido leste da 28 rumo a primeira passagem entre montanhas, o Flüela Pass. O passo de Flüela, liga as cidades de Davos e Susch, com uma altura máxima de 2.383 metros e passa por um lugar incrível, com uma belíssima e curvada estrada, que cortam um montanha repleta de córregos e cachoeiras. Este passo geralmente fica fechado por longos períodos no inverno e por isso foi construído um túnel em 1999 para ter uma outra opção (Vereida Tunnel). No alto há um lago ao lado do restaurante, no ponto mais alto, e mesmo no verão havia um pequeno acúmulo de neve.

Descemos a montanha passando rapidamente por Susch, e mais adiante paramos na pequena Zernes para almoçar. Em Zernes como é característico da Suíça, de acordo com a fronteira, a língua e costumes predominam conforme o país vizinho. Achamos um restaurante, onde o um Italiano, preparou uma excelente pizza.

Após pegar algumas dicas com o italiano, seguimos caminho pela 28 entrando no parque nacional Svizzer com belas estradas até chegar ao túnel do Munt la schera. O túnel do Munt la schera tem a extensão de 3,3km e é um túnel de via única, ou seja, há um sinal que você tem que aguardar até que todos os carros que estão vindo em um sentido saiam, para poder fazer a passagem. Logo após o túnel você paga o pedágio de utilização e já está na Itália.

Ao sair do túnel já damos de cara com o lago de Livigno, que é belíssimo. O lago alimenta uma hidroelétrica e mesmo o dia estando nublado, sua água com cor azul e paisagem única impressionam!

O lago vai acompanhando a estrada até chegarmos a cidade de Livigno, capital da bicicleta, onde fizemos uma rápida parada. Em Livigno e cidadezinhas próximas (Teola, Gembre, etc…), há muita atividade para esportes de inverno e belas trilhas para treking no verão. Seguimos a ss 301 adiante, e um pouco antes de chegarmos a Bormio pegamos então a ss38, que é a estrada do Passo dello Stelvio.

Há muito tempo eu estava planejando passar neste lugar (uma da lista ainda de outros vários passos em montanhas suíças que quero conhecer). Stelvio Pass tem uma altitude máxima de 2.757 metros e a estrada tem um total de 75 hairpins (curvas de 180 graus). O visual é muito bonito, vários picos nevados, glaciais e cachoeiras podem ser observados pelo caminho. Impressionante também o número de ciclistas e trailers fazendo o trajeto! No alto, no passo, há toda uma estrutura com restaurantes, lojas de souvenirs e demais instalações para os viajantes. Achei o lugar incrível! O Passo Stelvio, fica grande parte do tempo fechado no inverno também, assim como o Flüela Pass.

Depois de fazermos a forte descida, e parando em vários pontos para apreciar a natureza, seguimos pelo norte da Itália, próximo a tríplice fronteira (Suíça, Itália e Áustria), passando por pequenas cidades medievais italianas, muito bonitas também.

Há várias fortificações e torres nessas cidadezinhas e mais na divisa com a Áustria a cidade de Graun chama atenção. Graun teve uma inundação aonde ficava a parte antiga da cidade devido a construção de uma hidroelétrica, e após a formação do lago a antiga torre da igreja ficou visível, tornando-se o simbolo da cidade. Em Resia também é possivel verificar uma fortificação no entorno da cidade com diversas torres. Nesse caminho há também grandes plantações de maçãs e outras frutas.

Seguindo ao norte agora pela Áustria e passamos ainda rapidamente pelo Schloss Fernsteinsee, que fica na frente do lago de mesmo nome e que tem um cor muito azul e vale a parada.

Após mais alguns sobe e desce, passando por alguns túneis, passamos ao lado do Zugspitze que é o maior pico da Alemanha e seguimos sem problemas até a cidade de Garmish Partenkirchen no sul da Alemanha, de onde depois seguiríamos para fazer a Romantische Strasse, a rota romântica na Alemanha.

Para quem gosta de fazer trajetos de moto, carro ou motorhome essa região da Suiça e Itália tem muitos lugares que podem ser explorados. Com certeza é um belo de um destino de viagem!!

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