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Bora viajar?

Portugal - de 04 a 13 de Outubro 2015 Lisboa e Porto, passando rapidamente por Sintra, Cascais e Santiago de Compostela

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Olá amigos do Mochileiros.com!

Novamente, me sinto muito grata por todas as informações colhidas por aqui e por isso venho através deste tópico compartilhar meu relato de nossa viagem realizada neste mês (de 04 a 13 de Outubro de 2015) para Portugal (Lisboa e Porto, passando rapidamente por Sintra, Cascais e Santiago de Compostela). Foi a segunda viagem que realizamos por conta própria. ::otemo::

Acho que dessa vez foi ainda mais difícil, a fase do planejamento. Meu emprego passando por situação difícil, eu não tinha garantias que ia conseguir tirar férias no mês que eu solicitei, muitos problemas aparecendo ao mesmo tempo, roubando o tempo e a cabeça para pensar na viagem... Sem contar o euro subindo e subindo... Mas já tínhamos comprado as passagens, então, só nos sobrou cair de cabeça na viagem!

Vou tentar explicar rapidamente o porquê de Portugal: Meu avô nasceu em Portugal em um lugar que chama Régua e eu sempre quis conhecer o lugar de onde ele veio, embora já não tenhamos mais nenhum contato com a família que ficou lá, se por acaso ficou família lá. Meus bisavós vieram e trouxeram meu avô e o irmão dele ainda muito pequenos, meu avô tinha apenas 4 anos. No ano passado tínhamos planejado, inicialmente, viajar para Portugal e Espanha, mas como o orçamento ficou muito apertado e a vontade de conhecer a Espanha era maior, tivemos que cortar Portugal e este ficou na “fila de espera” como o próximo país a ser conhecido. Depois planejei viajar com a família e iríamos conhecer mais cidades e meu pai iria dirigindo... Mas também não conseguimos coincidir as férias de todo mundo e não deu certo. Como o orçamento esse ano foi ainda mais apertado, não deu para incluir outro país no planejamento e nem conhecer muitas cidades (ainda mais porque não dirigimos aqui no Brasil e o meio mais fácil de conhecer várias cidades seria por carro, o que todo mundo que eu tinha consultado, tinha me dito isso).

Compramos as passagens de avião pela TAP, pois pareciam a melhor opção em termos de preço e de conexão e compramos em abril. Também compramos passagens de trem de Lisboa para Porto pelo site Comboios Portugal (cp.pt)

Levamos duas malas médias para facilitar carregá-las (principalmente no metrô) e misturamos as nossas roupas nessas duas malas, para o caso de alguma sumir durante a viagem de avião.

Olhamos pela internet e o tempo lá estava nublado/chuvoso e fazendo em torno de 17°. Colocamos casacos quentinhos, já que não estamos muito acostumados com frio aqui no RJ e capa de chuva e guarda chuva, pois uma amiga que foi na mesma época no ano passado, disse que choveu em todos os dias da viagem dela (muito chato! ::bruuu:: ) e ela teve que comprar capa de chuva chinesa em preço de Euro, enquanto que era melhor comprar em Real.

O vôo da ida foi tranquilo, porém novamente tive dificuldade para dormir e cheguei me sentindo uma zumbi novamente. Embarcamos por volta de 17h e chegamos por volta de 6:40 lá. Antes da viagem, eu tinha lido em um blog (O viaje na viagem) sobre o Lisboa card e optamos por adquiri-lo. Assim que nos encontramos com nossas malas, no aeroporto de Lisboa, prontos para explorar a cidade, procuramos um quiosque dentro do aeroporto para comprar nossos Lisboa cards (Não é difícil de achar, pois o quiosque é cor de rosa) Compramos o de 72h. Esse Lisboa card custa em torno de 39 Euros e a princípio podemos achar meio caro, mas dá direito a andar em todos os transportes públicos “sem pagar” por 72h e dá descontos em vários locais turísticos também. Eles entregam um livreto explicando tudo ao adquirir o cartão. Também há Lisboa card com direito a menos horas e mais baratos, porém o melhor para nós foi esse mesmo.

Munidos com o cartão, nos dirigimos ao Metrô, traçamos a rota até o hotel e fomos em frente. Dessa vez o Rodrigo que escolheu os hotéis que ficaríamos. Em abril, na nossa busca, já tivemos algumas dificuldades, pois vários hotéis já se encontravam sem quartos disponíveis. O Rodrigo não ficou muito fã dos hostels e por isso quis escolher hotéis que fossem mais em conta, mesmo que mais afastados do “fervo” da cidade, porém sempre próximo de meios de transporte para se chegar rapidamente aos lugares que queríamos visitar.

Ficamos em um hotel chamado American Diamonds. Gostamos muito do hotel e do staff. Pertíssimo tinha a estação de metrô de Picoas. Ao vencer toda a burocracia da chegada no aeroporto + comprar o Lisboa Card + pegar o metrô e chegar no hotel, já era em torno de 9h e o hotel se disponibilizou a guardar nossas malas, nos deu um mapa e dicas para conhecer o Chiado e também chegar ao Castelo de São Jorge. Nos informaram como ir de metrô e como ir de ônibus (Autocarro).

Resolvemos ir de ônibus, mas infelizmente pegamos o ônibus indo para o lado errado ::putz:: (eu tinha estranhado, pois os pontos de referência citados pelo funcionário do hotel não apareciam nunca na paisagem) e só nos demos conta quando estávamos chegando perto do Aeroporto novamente. Descemos correndo e pegamos o metrô novamente, dessa vez direto para o Chiado. Perdemos quase 1h nessa brincadeira!

Ao chegar lá, visitamos o Largo do Chiado, com o café A Brasileira e a estátua de Fernando Pessoa. Depois fomos visitar a Praça Rossio (ou Dom Pedro IV) e a praça da Figueira logo em seguida (tudo muito perto). Andamos pela Rua Augusta e passamos pelo Elevador de Santa Justa (não subimos nesse momento, deixamos para mais tarde. Diga-se de passagem que a fila para subir estava imensa). Seguimos em direção a Praça do Comércio e ficamos um tempinho lá admirando tudo. Quando estávamos retornando para a Rua Augusta, começou a chover forte e nos protegemos em um toldo de uma loja chique. Nessa hora percebemos que deixamos as capas de chuva e os guarda chuvas nas malas. E a partir daí o tempo ficou chove e para, algumas vezes choviscando e outras chovendo mais forte. Resolvemos seguir e encontramos uma casa de pastéis de bacalhau (aqui eles são bolinhos, mas lá são pastéis), chamada Casa Portuguesa do Pastel de Bacalhau (com queijo de ovelha dentro). Uma delícia!

Pensamos que nos abrigando um pouco da chuva, quando saíssemos, poderíamos prosseguir, porém, quando saímos, voltou a chover forte e novamente nos abrigamos debaixo de outro toldo. Como era por volta de 12h, resolvemos procurar um lugar para almoçar, porém achamos restaurantes com preços próximos a 15 Euros no local, achamos caro e desistimos. Resolvemos voltar para o hotel, fazer o check in e almoçar por lá por perto. E assim o fizemos. Porém, depois de tudo, estávamos mortos de fome e já estava perto de 14h. Praticamente do lado do hotel tem um Pizza Hut e comemos lá mesmo (massa, e não pizza).

Voltamos de ônibus para o Chiado (dessa vez acertamos o lado) e continuamos nossa jornada. Entramos na fila do elevador de Santa Justa para aproveitar e subir para conhecer o convento do Carmo. A fila estava um pouco menor e ficamos felizes. Porém ela não andava e logo começou a chover de novo (desta vez estávamos com os guarda chuvas que pegamos nas malas de novo! Eba!). Logo veio um funcionário explicar que o elevador tinha encerrado o expediente devido ao mau tempo. ::grr:: Perguntei como eu poderia subir para ver o convento e ele me indicou a rua de subida (uma ladeira considerável), que subimos devagar. Depois uma amiga me perguntou o porquê de eu não ter subido pela escada, mas além de preferir subir ladeira a subir escada, sinceramente, não vimos nenhuma escada por ali... Como o Elevador se encontrava com uma parte tapada para manutenção, ficamos nos perguntando se a escada estaria ali, escondida.

Chegando lá em cima, visitamos o convento do Carmo que achei lindo, apesar de não ser uma atração que as pessoas comentem muito (e tivemos nosso primeiro desconto com o Lisboa Card). Ao sair do convento, perguntei como poderíamos ir ao Miradouro de São Pedro de Alcântara e a moça do quiosque da pracinha me informou algo do tipo “é logo ali”. Mas tinha muita ladeira, subimos e subimo e nada do miradouro. Por um momento me arrependi de ter ido para lá. A chuva recomeçou, ventou muito, a chuva apertou (e nós subindo) ::putz:: e depois parou de chover de novo. Até que chegamos no miradouro, que à primeira vista, parecia uma pracinha. A vista dele realmente é bonita... Mas foi então que recomeçou a chover e a chuva apertou e ficou tão forte que o guarda-chuva não foi o suficiente. Corremos para nos abrigar no toldo das mesinhas do quiosque lá em cima, mas nem isso foi suficiente. E ficamos todos lá: Os clientes do quiosque mais o pessoal que estava no local, todo mundo tentando se abrigar da chuva, em vão. Nossos pés molharam muuuuito e as meias ficaram ensopadas. ::Cold:: Rodrigo me pediu para pararmos as visitações (e o Castelo de São Jorge?! Como ficaria?!), mas tive que admitir que precisávamos de um banho quentinho. Nesse momento já era por volta de 17h. A chuva passou em mais ou menos 30 min. Tiramos algumas fotos da vista (embora tenha ficado um pouco com névoa) e ficamos pensando em como desceríamos as ladeiras depois daquela chuva toda... foi quando avistamos o ascensor da Glória e tinha um grupo imenso de ingleses querendo pegar ele (junto com o guia). Conseguimos ir na mesma viagem dos ingleses e foi aí que descobri que entrou água da chuva na minha bolsa e molhou o meu Lisboa Card (incrivelmente não molhou meu passaporte e depois disso sempre carregava ele dentro de um saco plástico). Por sorte, a condutora não viu que meu Lisboa card não passou. Mas descemos até a Praça dos restauradores e pegamos um ônibus de volta e tivemos que pagar passagem, pois o meu Lisboa Card não funcionou de jeito nenhum depois de molhado da chuva.

Voltamos para o hotel e tentamos em vão secar o Lisboa Card com o secador de cabelos (sei lá, nessas horas a gente tenta qualquer coisa!) ::hãã2:: e o Rodrigo foi sozinho (porque senão tínhamos que pagar minha passagem) até o aeroporto de novo (que era o quiosque mais perto), para ver o que poderia ser feito a respeito (e ficamos rezando para não ter que pagar os 39 Euros novamente por mais um Lisboa Card). Felizmente ele só teve que pagar 2 Euros pelo dano ao cartão e voltou para o hotel munido com os nossos Lisboa cards novamente. ::mmm:

Então procuramos no trip Advisor onde poderíamos comer uma boa comida portuguesa ali por perto e achamos um restaurante de nome Antonio. Mas resolvemos perguntar ao staff onde eles recomendavam. Nos recomendaram um restaurante “perto” (depois nós vimos que não era tão perto assim... andamos tanto!) chamado Colina. Fomos para lá e estava cheio, ficamos em uma mesinha no cantinho. Os preços estavam próximos do que tínhamos visto mais cedo, em torno de 15 euros cada prato. Pedi bacalhau com todos (ou seja, todos os legumes) e o Rodrigo pediu arroz com camarão. Estava uma delícia, realmente valeu à pena, apesar de estarmos gastando um pouco mais do que pensávamos em gastar, mas já estava tarde, estávamos cansados e acabamos ficando por ali mesmo. Em seguida, voltamos para o hotel para dormimos, pois no dia seguinte era dia de ir a Belém.

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E chegamos ao nosso último dia “útil” em Lisboa. Como ainda não tínhamos conhecido o Castelo de São Jorge, rumamos para lá em primeiro lugar. ::hãã2:: Chegamos de ônibus ao Chiado novamente e fomos subindo pelas ruas (ladeiras) que tinham os indicadores para onde ficava o Castelo. Chegando lá em cima, descobrimos alguns elevadores e escadas que poderiam nos levar ao mesmo lugar (Tá bem, essa parte foi um tanto mal planejada, eu deveria ter visto isso previamente). ::putz:: Mas a melhor parte de subir tudo à pé é gastar as calorias adquiridas com a gostosa comida – principalmente os doces- portuguesa! Hehehe! ::lol4::

Chegando ao castelo, compramos os tickets e fiquei surpresa com a entrada altamente informatizada (a gente que tem que passar o ticket no leitor, que libera a entrada e só tem uma funcionária fiscalizando tudo). ::hein:

A primeira coisa que fomos fazer foi ficar admirando a belíssima vista do lugar, estava um dia bonito, apesar do ventinho frio. ::otemo:: E fiquei admirando uma senhora idosa de andador que passou perto de mim, persistindo, mesmo com a calçada de pedra, irregular do jeito que era! ::hein:

Entramos e fomos conhecer a parte famosa do castelo. Na parte da frente do castelo se encontram vários pavões e achei aquilo tudo um tanto esdrúxulo. Entramos no Castelo, mas achei mais do mesmo, um tanto parecido com o castelo dos Mouros, mas em menor porte e menos divertido. Tinha uma fila imensa para ver a Câmara Obscura (que tem um sistema óptico de lentes e espelhos que permite ao visitante observar a cidade em tempo real e com 360°), que o Rodrigo até ficou interessado, mas devido a fila, desistimos. Vimos, por cima, um sítio arqueológico que tinha na lateral, mas só podia entrar no lugar com visita guiada e a próxima era só daqui a 2 horas. Eu queria entrar no museu, mas a hora já estava adiantada e fui convencida pelo Rodrigo que não teríamos tempo. Saímos do Castelo e descemos as ruelas até encontrar o Miradouro de Santa Luzia. O Rodrigo o achou um tanto “caindo aos pedaços”, devido aos azulejos faltando e o aspecto de pouca conservação. Também nos sentimos incomodados com as pessoas que ficavam circulando e tentando nos vender toda espécie de coisa. A vista é realmente bonita, mas também não ficamos muito tempo lá.

Descemos mais um pouco e achamos que estávamos indo para o caminho errado, perguntamos e continuamos descendo para a Sé de Lisboa. Tiramos uma foto com o Bonde passando na porta de igreja e depois entramos. Fiquei contente, pois na Espanha todas as igrejas se pagavam para entrar e nas igrejas de Portugal, somente se paga para entrar no claustro. Assim, eu conseguia ver pelo menos as igrejas por dentro e tentar imaginar como seria a vida das pessoas que viviam na cidade e frequentavam a igreja, em todas as épocas pelas quais essas construções passaram.

Saímos da igreja e voltamos para o Chiado. Procuramos um restaurante que fosse mais “escondido” dos turistas e portanto tivesse um preço mais em conta. Achamos um restaurante chamado A Campesina que tinha um preço em torno de 9 Euros cada prato e almoçamos lá mesmo. Comemos peixe e depois rumamos para o Cais do Sodré via ônibus (indicado pelo staff do hotel) para pegar o trem para Cascais.

Após uma pequena dificuldade para encontrar a estação de trem e qual o trem que poderíamos pegar, ::bruuu:: fizemos a viagem para Cascais utilizando o nosso Lisboa Card.

Chegando em Cascais, andamos um pouco e não foi difícil encontrar o caminho para a praia. Estava ventando bastante frio e por isso não fomos até o mar. Visitamos primeiramente a Praia da Rainha, que foi a que estava em frente, seguindo a rua em frente a saída da estação de trem. Depois andamos mais algumas ruas conhecendo o lugar e chegamos na Praia da Ribeira. Ficamos admirando as gaivotas e a praia e os cachorrinhos e seus donos, as construções, tudo.

Perguntei como chegar a Boca do Inferno, pois tinha lido sobre esse lugar e fiquei curiosa. O senhor do quiosque de picolé disse para eu continuar andando uns 20 min da direção que ele apontou. Nós caminhamos acho que mais de 20 min e nada de achar o lugar. ::bruuu:: Sempre que avistávamos um conjunto de pedras e o mar batendo nelas, a gente se perguntava se tinha chegado, mas ainda não era o lugar. Andamos bastante e finalmente chegamos (e valeu a pena). O lugar é muito bonito e dá pra ver a fenda que o mar fez na rocha por diversos ângulos diferentes. É muito bonito mesmo. ::otemo::

Quando decidimos voltar, já estava escurecendo e o Rodrigo estava sem o menor ânimo de voltar à pé, mesmo a calçada sendo ótima para se caminhar. Perguntamos em uma vendinha próxima onde poderíamos pegar um ônibus para voltar a cidade e o senhor que estava lá nos levou até o ponto de ônibus (que era pertinho) e disse que o único ônibus que passa ali iria nos levar até a cidade. Em pouco tempo não estávamos sozinhos no ponto, um grupo de 3 francesas se juntou a nós. Tivemos que pagar a passagem, pois o Lisboa Card não vale para os ônibus de Cascais e rapidinho chegamos de volta a estação de trem ::otemo:: (estão construindo um shopping perto e acho que o lugar vai ficar melhor ainda!) e pegamos o trem de volta a Lisboa.

Chegando de volta a Lisboa, o Rodrigo estava com vontade de comer hambúrguer artesanal por causa de uns anúncios que tinha visto em Sintra no dia anterior e foi procurar no Trip Advisor um lugar para a gente comer disso em Lisboa também. Achamos um lugar chamado Hamburgueria 21, que tinha que descer em outra estação do metrô e andar um pouquinho. Não é um local muito voltado aos turistas e valeu a pena, o hambúrguer estava uma delícia! ::otemo::

Estando em Lisboa não conseguimos assistir Fado. Só encontrávamos locais com preços que ficavam salgados para a gente (tipo mais de 50 Euros para cada pessoa) e como saíamos cedo, andávamos muito e voltávamos tarde, ficou difícil reservar vaga em algum lugar. Depois até descobrimos lugares mais em conta, mas também não fizemos reserva a tempo. Portanto resolvemos deixar essa missão para Porto ::essa:: (apesar de eu ter escutado que há uma certa “rivalidade” entre o Fado de Lisboa e o fado de Porto (assim como o samba do Rio e o samba de SP).

Descansamos para no dia seguinte acordar cedo e ir a Porto.

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Vista lá do alto do Castelo de São Jorge

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Castelo de São Jorge

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Sítio Arqueológico

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Miradouro Santa Luzia

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Sé de Lisboa

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Cascais - Praia da Rainha

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Cascais - Praia da Ribeira

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O caminho para a Boca do Inferno

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Boca do Inferno de um lado

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Boca do inferno do outro lado

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caramba! estive em Portugal exatamente nesse período, mas fiz o caminho inverso...acompanhando também =)

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Ih que legal juliad! Você vai colocar relato? Gostaria de ler! Valeu!

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No dia seguinte fizemos o check out no hotel em Lisboa e pegamos o metrô até a estação Entrecampos. Na estação de Entrecampos procuramos a parte dos trens e onde teríamos que pegar o trem para Porto (passagem comprada previamente pela internet). A tela que estava mostrando os trens que chegavam na plataforma nº 1 (a que teríamos que ficar esperando) deu problema e ficamos sem saber qual trem chegava (e chegavam vários diferentes numa mesma plataforma) e ficamos meio perdidos, na dúvida se era ali mesmo. Sem contar que, com medo de chegarmos atrasados, chegamos um pouco cedo demais e tivemos que esperar um bocado pelo trem! ::putz:: Algumas pessoas paravam a gente para perguntar se ali que pegava o trem para Porto e estávamos na mesma dúvida. Aliás, nessa viagem um fato inusitado aconteceu! Depois disso, ficamos até achando que meu marido tem cara de português (apesar de ele ter umas feições meio árabes). Várias pessoas pararam ele em diversos momentos para pedir informações! Foi muito engraçado! ::lol3:: E nem sempre conseguíamos ajudar, coitados!

Até que na hora da viagem, a tela descongelou e mostrou o que queríamos: Naquela plataforma entraria o trem para o Porto. Ufa! ::mmm:

O trem parou e se fez um vão muito grande entre o trem e a plataforma, e as pessoas idosas tiveram muita dificuldade de descer com as malas e quem estava na plataforma teve que ajudar. Foi meio preocupante... Para todos que estavam do lado de fora também subirem com as malas foi igualmente chato... :o mas após subirmos, procuramos nossos lugares no trem e viajamos uma viagem tranquila, de mais ou menos 3h, até o Porto.

Chegando ao porto, zonzos por termos dormido na viagem, ::hein: descemos na estação já com a ideia de pegarmos um táxi, já que a baldeação do metrô ia dar um certo trabalho. O táxi custou em torno de 12 Euros. Chegamos ao hotel (novamente esse foi escolhido pelo Rodrigo, lembrando que o Rodrigo não gostou de ter se hospodado em hostel quando viajamos da última vez e procurou hotéis mais em conta, mas quando procuramos, vários já não tinham mais quartos disponíveis) e o nome era Tryp Porto Centro, muito bom e relativamente perto da estação de metrô Marquês. O staff do hotel nos apresentou alguns folhetos de passeios e a gente ficou de dar uma resposta, mas confesso que no momento, o que queríamos mesmo era comer e dormir, devido ao ritmo frenético que adotamos nos últimos dias! Pedimos ao staff do hotel recomendação de local para assistir Fado e nos recomendaram um local chamado O Fado, com o custo de 60 Euros para o casal, que daria até para ir à pé até lá, muito mais em conta do que em Lisboa. Pedimos para o pessoal do hotel reservar nossos lugares e tivemos bastante sorte, pois já não tinha mais vagas para o final de semana, mas teve uma desistência para aquela noite. Acho que se tivéssemos procurado mais, tínhamos com certeza encontrado locais mais em conta... Mas nos demos de presente essa noite com fado e jantar romântico chique. ::otemo::

Não fizemos os passeios oferecidos pelo hotel (que eram pela empresa Living Tours, a mesma que tínhamos pesquisado antes da viagem e que tínhamos já fechado um passeio para Santiago de Compostela, que coincidência!) pois a grande maioria tinha um preço que não poderíamos pagar no momento... Até acharia o máximo conhecer outras cidades perto com a facilidade de ser levada e trazida, com guia, mas o preço não nos permitia naquele momento. ::Ksimno:: Ficará para uma próxima vez.

Perguntamos em qual restaurante próximo poderíamos almoçar, pois já era por volta de 14h e a recepcionista indicou um restaurante na esquina, de nome Marinhos, um restaurante simples, que a comida era bem mais barata e ainda por cima gostosa também, cada prato por volta de 5,90 Euros! E o pessoal do restaurante bem simpático! Gostamos muito! Eu comi lombo de porco e o Rodrigo comeu salmão. ::otemo::

Após estarmos bem alimentados, fomos de metrô até a Estação de são Bento e fomos explorar um pouco da cidade. Tiramos várias fotos da estação por dentro e ela realmente é muito linda. Seguimos caminho para um lado, subindo, e encontramos a Praça da Liberdade. Depois descemos e para o outro lado da estação conhecemos também a Sé do Porto. Apesar de a cidade ser também de altos e baixos, nos fazendo queimar bastante calorias, achei tudo muito perto e a cidade muito bonita, colorida, contrastando com as cores escuras dos monumentos mais antigos. Resolvemos voltar e deixar pra conhecer mais da cidade amanhã, já que tínhamos hora marcada para assistir o fado. :D

Voltamos, descansamos um pouquinho, nos arrumamos e fomos de metrô por uma parte (descemos na Estação de São Bento novamente) e andando um pouquinho também, até lá, que é um lugar bem escondidinho. Chegamos cedo demais e estava chuviscando um pouco. Ficamos esperando perto da porta, mas confesso que tive um pouco de medo, pois o lugar era um tanto deserto e ainda temos o nosso instinto de preservação brasileiro. :o

Mas logo os funcionários abriram as portas e nós e algumas pessoas que também esperavam pelas redondezas pudemos entrar. Nos deram uma entrada e duas opções de pratos (Lombo de porco e salmão, sendo que dessa vez eu comi o Salmão e o Rodrigo o lombo de porco) e enquanto jantávamos, alguns outros casais foram chegando e o lugar foi enchendo. A comida estava muito saborosa. Após jantarmos (e a grande maioria das pessoas presentes também), os músicos se ajeitaram e a cantora foi apresentada e entrou. O show foi belíssimo e emocionante. ::otemo:: Depois do intervalo, um cantor também se apresentou e foi igualmente belo. E o show foi acontecendo, sempre com alguns intervalos no meio. Até que foi feito um intervalo maior e serviram as sobremesas (tínhamos algumas opções para escolher) e em seguida o show continuou. Mas logo após, no intervalo que se seguiu, já estávamos muito cansados e preocupados com a volta e pedimos a conta e saímos. Não sei se saímos no final ou se ainda faltava muito para terminar o show, mas apesar de termos saído assim, eu adorei o show que foi, como eu já disse, belíssimo e emocionante! E eu fiquei com a música “Uma Casa Portuguesa” na cabeça! Hehehe. E descobrimos que choveu bastante enquanto estávamos lá dentro, assistindo o espetáculo. ::hein:

Voltamos à pé até a estação de metrô e encontramos alguns gringos bêbados (principalmente alemães) no meio do caminho. Foi engraçado.

Vou fazer um adendo para comentar sobre o metrô do porto: Achei um tanto difícil. Tem um funcionário que fica orientando como comprar os passes, porque temos que comprar de acordo com as “zonas” que vamos frequentar ::dãã2::ãã2::'> (e ainda tem que escolher se o passe vale só por uma passagem ou se é válido por 24 h). Usamos por umas duas vezes os “serviços” do funcionário que fica explicando sobre o bilhete. Sem contar que não existem catracas, mas a gente tem que validar o bilhete na máquina que fica no meio do caminho, pois se o fiscal ver que o seu bilhete não foi validado, é multa na certa. Como o metrô não tem catracas, passamos por algumas desagradáveis situações de pedintes dentro do metrô, à noite.

Bem, nesse dia voltamos para o hotel após o show e fomos dormir, para no dia seguinte explorar mais do Porto.

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Estação de São Bento por dentro:

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Estação de São Bento por fora

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Praça da Liberdade

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Catedral do Porto

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Estávamos subindo pela rua e assim que avistamos a Catedral, subimos a ladeira para vê-la de frente.

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Lateral da Catedral

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Vista de lá de cima

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Elas estão por toda a parte!

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No restaurante para assistir o Fado

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No dia seguinte, no Porto, acordamos e pegamos o metrô novamente até a estação de São Bento (de novo). Andamos novamente em direção a Praça da Liberdade, tiramos mais fotos (e tinha mais turistas na rua), seguimos subindo a ladeira até a Torre dos Clérigos, visitamos a igreja e tiramos fotos da torre por fora, mas não no aventuramos a subir todos os degraus (já tivemos nossa cota de degraus ultrapassada contando todos os da Espanha no ano passado e os de Portugal esse ano!) ::hein: Só a vista de lá de cima da igreja já é muito bacana. E chegamos na igreja na hora de um concerto de Órgão. Foi muito bonito. ::otemo::

Continuamos seguindo, atravessamos uma praça e fomos até a Igreja da Nossa Senhora das Carmelitas e Igreja do Carmo (que são duas igrejas geminadas), são muito bonitas e todas azulejadas por fora. Achei as igrejas do Porto mais cheias de pompa e douradas por dentro. Só é triste lembrar que esse provavelmente é o ouro que pertencia ao Brasil. Nesse momento a chuva deu as caras novamente, chovendo fraco.

Seguindo adiante, encontramos a Livraria Lello e Irmão, mas a fila do lado de fora estava absurdamente grande. Desistimos de entrar. ::bruuu::

Seguimos pelas ruas e encontramos o Palácio da Bolsa. A entrada custava 6 Euros para cada pessoa (O Rodrigo não estava muito animado, nesse momento também a grana já estava meio curta... Como não era prioridade, acabou ficando para uma próxima vez. Mas tenho uma amiga que foi e disse que lá dentro é muito bonito). Continuamos seguindo e encontramos a Ribeira, com a Ponte Luis I. ::otemo:: Tiramos muitas fotos, ficamos admirando tudo e fomos pesquisar preços dos restaurantes para almoçar. Vimos alguns com uns preços bem salgados e ficamos felizes quando vimos que no primeiro restaurante na parte mais acima, chamado Farol Boa Nova, não tinha preços muito caros. Resolvemos experimentar a Francesinha (um prato típico de lá), que tinha o preço ainda mais em conta. Íamos fica do lado de fora, mas chovendo, corríamos o risco da chuva apertar e o toldo não ajudar em nada e ficarmos molhados. ::Cold:: Logo surgiu um lugar do lado de dentro e ficamos protegidos. Eu gostei da Francesinha, apesar de ter mais cara de lanche do que de almoço. Após o almoço, seguimos admirando mais a região da Ribeira e da ponte. Íamos subir pelo funicular, porém a fila era enorme também e então subimos os muitos degraus (mais degraus?!) ::dãã2::ãã2::'> ao lado da ponte para chegar a parte de cima. Nessa hora já tinha parado de chover. A parte de cima é bem legal pela vista bonita que tem. E o metrô passa bem ao lado dos pedestres (turistas) na ponte. Ao lado da ponte, tem um lugar turístico chamado Muralha Fernandina. Tínhamos pensado em ir lá ver como é, porém pela ponte dá pra ver que parece uma versão reduzida do Castelo de São Jorge e desistimos de ir lá.

Seguimos e chegamos ao outro lado, a Vila Nova de Gaia, mas resolvemos deixar o outro lado para um outro momento. Voltamos e descobrimos sem querer que a ponte fica muuuuito próxima a Catedral (porém ontem quando visitamos a Catedral, assim que a avistamos, seguimos para vê-la pela frente e por isso não vimos a ponte! Passamos por ela e nem percebemos!) ::putz::

Bem, nesse momento, já estávamos bem cansados de toda a maratona (será que estou ficando velha para viajar?!) :cry: e a minha sugestão era voltar para o hotel e descansar um bocado. Mas por pegadinha do destino, meu casaco quentinho que eu levei quebrou o zíper e o Rodrigo cismou que tínhamos que comprar um novo casaco para mim. Realmente a falta do zíper fazia toda a diferença com o ventinho frio do momento. ::Cold::

Descobrimos uma van que levava até o El Corte Inglés de Vila Nova de Gaia e depois trazia de volta para a praça da Liberdade. Resolvemos arriscar e fomos até lá. Garimpamos um casaco com o preço mais barato que achamos e bem quentinho (e tivemos que incluir esse gasto a mais no cartão de crédito... Que Nossa Senhora da Boa Cotação nos proteja!) ::mmm: e depois pegamos a van de volta (e descobrimos que eles têm uma lista de hotéis que podem deixar os passageiros na porta e o nosso estava na lista, então fomos deixados na porta do nosso hotel). Esse El Corte Inglés parece um shopping, com vários andares diferentes, é bem bacana, mas fica bem afastado da parte turística, por isso que tem esse serviço de van.

Depois de voltarmos, o Rodrigo pesquisou um bom lugar para comermos pizza que posse perto e encontrou um restaurante chamado Mamma Mia, bem aconchegante e gostoso. :) E por fim, descansamos finalmente, na expectativa do dia seguinte.

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Praça da Liberdade

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Igreja dos Clérigos (a torre fica atrás)

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Vista da Igreja dos Clérigos

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Torre dos Clérigos

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Igreja do Carmo e das Carmelitas

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Nós e a Ribeira + Ponte D.Luis I

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A francesinha:

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Lá em cima da Ponte

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Em Vila Nova de Gaia:

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