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Fotos e lembranças,de vários lugares do mundo, sendo 90% deles todos no Rio Grande do Sul.

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Como agora ando por Caxias, numa tarde de folga dessas resolvi visitar a vizinha São Marcos, cidade da qual nada sabia, apenas que possuía uma igreja com uma cruz imensa em Cia, ao menos era a idéia que tinha através das fotos do Google. Trinta kilometros percorridos, numa estrada estreita na encosta de um morro, e vamos chegando na cidade, que parece muito desenvolvida para uma cidade de menos de 20 mil habitantes. Uma bonita igreja central, em frente uma bela praça, com um chafariz, casa do artesão, e muitas arvores. Mas meu objetivo era a tal igreja, e é só olha pra cima que se vê, aquela cruz imensa, no topo de um morro a fazer plano de fundo para a cidade, podendo ser vista de praticamente qualquer ponto da cidade, como um farol sobre a cabeças dos Sâo Marquenses. E la vou eu em direção a cruz e na verdade é uma espécie de parque, bem arborizado, com uma via sacra, ou monte do calvário, com muitas estatuas de pedra, com passagens da via sacra, e lá bem no alto do morro, uma gruta com uma cruz descomunal em cima. Um monumento realmente marcante e imponente. Acredito que toda cidade deveria ter algo assim, eleva o moral do povo, e é um baita atrativo turístico (pelo menos pra mim). Deu para tirar boas fotos no alto do morro, que é bem próximo ao centro da cidade. Depois dar mais uma andada pela cidade, e ir embora, com direito a tirar foto do pórtico, de uma gruta encravada num paredão de rocha, que fica na estrada de acesso, e da igreja do Distrito de Pedras Brancas, que se vê antes de chegar a São Marcos. A igreja é simples, mas do lado de fora existem construções de ferro, bem peculiares, que não pude decifrar, deve ser alguma obra de arte, mas é bem legal. Então essa foi São Marcos, mais uma bela cidadezinha da serra gaúcha.

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Nessas muitas andanças por esse nosso Rio Grande, um local que cruzo seguido é Taquari, mas confesso que conhecia somente o pórtico, e nunca havia ouvido falar nada da cidade. Já havia escutado muito das cidades próximas como Rio Pardo e Triunfo, mas Taquari nada. Até havia tirado uma foto, péssima por sinal, do pórtico num dia nublado, publicada no blog cenasperdidas.blogspot.com em outubro de 2016, e por isso sentia tinha que me redimir com a cidade, pelo menos fazer uma visita mais decente. E surgiu a oportunidade, numa das idas e vindas entre a Serra e Região central do estado. O dia estava bonito, e o plano era passar por Taquari, seguir para Maratá e Brochier. Mas o transito estava muito pesado e cheguei atrasado em Taquari la pelas 16 e 30 já, e a primeira impressão da cidade não foi das melhores. Transito muito confuso, ruas estreitas e cidade mau sinalizada. Antes de chegar na cidade se vê placas indicando os pontos turísticos, como Casa Costa e Silva e outros, mas no centro não vi nenhuma placa. Tirei umas fotos das igrejas que vi pelo caminho, e quando já ia ir embora, desanimado sem ter visto nada que valesse a pena, resolvi pedir informações para um casal que estava em frente a uma igreja. E me indicaram a Casa Costa e Silva no centro atrás da prefeitura. E Me fui! E surpresa foi boa, em frente a prefeitura uma bela praça, com uma igreja, rodeada por uma grande variedade de casarios antigos. Um deleite para quem gosta de arquitetura colonial portuguesa (meu caso). Fui até a Casa Costa e Silva, que estava fechada, e a fachada do prédio não inspira muita coisa, uma casario simples, não vi muita graça, pelo menos assim de fora. Mas mais adiante no final da rua vi um belo lago, parecendo uma miragem a se abrir em frente a meus olhos. Num impulso segui caminhando em direção ao lago e eis que se descortinar em frente a meus olhos o Lago Armênia. Que Lugar! Um belíssimo lago, bem no centro da cidade, repleto de arvores, e atrativos interessantíssimos, como um barco atracado, de nome Tia Helena. Um Barco que acredito eu simbolize a importância histórica no povoamento do Rio Grande através do Rio Taquari (se não for isso, ficou bonito explicar assim). Só isso já é lindo, mas tinham outras construções, umas casinhas dentro do lago, abrigando patos e outras aves. Nunca tinha visto nada parecido. Mais a frente uma réplica de uma vila antiga, que me pareceu muito semelhante as casinhas do Quadrado de Trancoso, e assim a medida que caminhava fazendo a volta no lago, novas maravilhas e encantos. Mas o tempo era curto, e estava anoitecendo. Perdi muito mais tempo que o planejado, mas valeu a pena, e Maratá e Brochier terão que ficar para depois, pois Taquari mereceu uma visita mais calma, para desfrutar seus encantos. Então fica a sugestão, se cruzar pela RS287, reserve um tempinho para conhecer essa cidade, e curtir um tempo passeando por suas ruas de casas antigas, e desfrutar das paisagens do Lago Armênia, acredito que não irá se arrepender.

 

Mais fotos e relatos: Fotos. http://cenasperdidas.blogspot.com.br/ e http://rotasetrips.blogspot.com.br/

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Final de semana em Caxias, é um bom convite para continuar conhecendo a cidade, e o destino escolhido dessa vez é Galópolis, que me chamava muito a atenção, por possuir uma vila com construções estilo inglês, acho que algo único em nosso estado. E me fui! O bairro fica a 10 km do centro da cidade bem pertinho, e o caminho é bonito, estrada de serra, sinuosa, e costeando um morro. Chegando a Galópolis tem que cuidar, se não passa do vilarejo de

 

tão pequeno que é. Deixei o possante estacionado perto da igreja, onde fica a vilinha inglesa, belas construções. Fiquei muito curioso para ver as casas por dentro, mas são habitadas, e não estão abertas a visitação que eu saiba. Depois foi dar mais uma voltas pela vila, que não tem muita coisa, possui um córrego de correnteza bem intensa, que cruza todo lugar, e deságua numa bela cachoeira, conforme fiquei sabendo mais tarde. De ruim não ter nenhuma placa indicando nada, e assim fui meio a rumo. Possui algumas

 

bonitas casas antigas estilo italiano, uma fabrica, antigo lanifício do fundador da vila Hercules Galló, mas atualmente pertence a cooperativa local e também não da pra visitar, o que é ruim, pois as edificações da fabrica também parece muito interessantes. Próximo a fabrica pude ver um bela casa, no alto de um dos morros, e fui la ver do que se tratava, e é o museu Galló. A casa do fundador, uma obra arquitetônica belíssima, com duas edificações que serviam de casa para Galló e sua família, e um anfiteatro para eventos. O museu talvez seja o mais bonito de Caxias, já que já havia ido no museu do monumento do Imigrante, que é bem pequeno, mais uma amostrar que museu; o da casa de pedra, que também é pequeno; e o Museu Municipal, maior, com mais peças, mas nada surpreendente. Todos museus com visita guiada, e entrada franca. O

 

Museu Galló conta um pouco da história da imigração, do Galló, um italiano, que pra mim tem nome de espanhol, mas enfim. Que encasquetou de fundar um lanifício no lugar, e como era um homem viajado, inventou também de criar uma vila para os operários com arquitetura no estilo inglês, então de inglês só o estilo, pois, até onde conta a historia, nenhum inglês morou por lá. Mas mesmo assim é legal o lugar. Então de Galópolis era isso pessoal, um bom e pacato destino para um final de semana, para passear e tomar um mate.

 

Mais fotos e relatos: Fotos. http://cenasperdidas.blogspot.com.br/ e http://rotasetrips.blogspot.com.br/

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Mais um dia de explorar a Serra Gaúcha, e o destino é Antônio Prado, a cidade mais italiana do Brasil, pelo menos assim a cidade se auto-intitula. De Caxias a Antônio Prado são 45 de asfalto, com 1 pedágio, muitas curvas numa estrada de serra costeando um monte, no caminho várias placas vendendo uva e vinho, também não podia ser diferente pois o caminho faz parte da Rota da Uva e do Vinho. Antes de A Prado, visitei Ipê, mais pra fazer check in mesmo, pois,

 

já imaginava que a cidade não devia ter muitos atrativos. Ipê capital brasileira da Agroecologia, pelo menos era isso que dizia a placa na entrada, enfim confesso que desconheço por completo o tema, e não tinha muito tempo pra descobrir. Ipê aparenta ser uma cidade bem pequena mesmo, aí é seguir o praxe de sempre fotos na igreja e praça central. Chato que em cidade não turísticas, o turista é que vira atração. Os nativos ficam olhando com aquela cara de

 

desconfiança. Infelizmente Ipê não foi convidativa a maiores explorações, e seguimos para a cereja do bolo. De chegada Antônio Prado já vai encantando com um belo pórtico, e seguimos para o centro histórico, be indicado por placas. O lugar parece um cenário de filme, me lembrou muito Laguna SC. E se em Santa Catarina são as casarões estilo colonial português que saltam aos olhos, no caso gaúcho são os casarões estilo Italiano, muito bem preservados e a maioria deles feitos de madeira. Mas as parecenças acabam por aí,

 

 

pois, Laguna tem aquela “good vibe” praiana, já A Prado, é terra de colonos italianos, falando alto na rua, e daquele jeito peculiar que só eles tem. Deixei o carro no centro, e fui andar pela cidade, realmente a cidade é um belo destino para o turismo fotográfico, da para tirar ótimas fotos. Uma casa mais linda que a outra, de matizes variadas, compondo conjuntos de duas ou três formando belos quadros em tons e formas. A igreja também é um espetáculo a parte, uma das

 

mais lindas do estado com certeza, na minha modesta opinião uma das 10 mais, opinião de quem já viu mais de 200 no RS. E a grata surpresa foi haver uma gruta bem próxima ao centro, de a pé é uma boa subida, mas me arrisquei, e vale a pena, o lugar é lindo, de fé e paz, além da beleza impar. Parecida com a de São Pedro de Alcântara.SC, mas essa com uma cascatinha. Recomendo a visita. De resto foi andar pelo centro, bem movimentado, numa tarde de domingo, cheio de nativos e turistas, visitar a casa de artesanato, e A Prado também parece ter boas opções para um lanche ou café, mas por estar tudo meio cheio, preferi deixar para uma próxima. E assim mais duas cidades gaúcha para o caderninho, agora são 106, e fica a dica de um passeio bem legal, pra quem quiser conhecer a serra gaúcha.

 

Mais fotos e relatos: Fotos. http://cenasperdidas.blogspot.com.br/ e http://rotasetrips.blogspot.com.br/

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O caminho por si só já vale o passeio, repleto de parreirais para todos os lados, vales e montes, realmente uma paisagem que nos remete ao velho mundo.

 

Nova Pádua: vizinha a Flores da Cunha, com o bonito pórtico anunciando “Pequeno Paraíso Italiano”, depois foi curtir a bela igreja e a praça com um chafariz. Cidadezinha pacata, bem interiorana, deve ser ótima pra quem gosta de calmaria. Diz que Nova Pádua possui turismo de aventura também, arvoristo ectecetera e tal, mas não é minha praia, não me informei sobre isso. E segui viagem por um trecho de estrada de chão, o GPS apontava 13 km até Nova Roma do Sul, próxima parada.

 

Nova Roma do Sul: Nova Roma foi uma surpresa atrás da outra, primeiro a estrada de chão que não havia planejado, mas até aí de boas, nada que já não esteja acostumado, e no meio do caminho, um rio, e uma balsa. Grata surpresa, confesso que cruzar balsa, sóhavia feito em Porto Seguro, já trabalhei na cidade de Mata.RS, onde existe uma balsa, na localidade de Vila Clara, mas confesso que em 9 anos por lá, nunca cruzei a tal balsa, eis minha oportunidade em Nova Roma. Balsa puxada a muque, por dois homens, e vamos atravessando calmamente o rio, bem caudaloso, e desfrutando de um momento impar, curtindo uma linda tarde de sol, e a vista do Rio. Como diria Antony Bordain, “A Vida É Boa”. Cinco pila pelo passeio, “ta barato pra caramba”, e segue o baile, logo adiante, um piso, e uma cachoeira que passa por baixo dele, outro bonito cenário. Mais adiante mais incrível ainda, um mirante de onde se pode ver uma Usina jorrando águas a plenos pulmões. Mais adiante, mais umas cachoeiras pequenas a beira da estrada que vale a parada, diz que também o tal do Cachoeirão, mas aí era de mais pra um dia só, meu coração não ia agüentar, tive que passar. E logo estamos no centro da cidade, com uma bonita praça e igreja, alguns casarões estilo Antônio Prado, a cidade parece muito bem organizada e desenvolvida. Já estava encantado e satisfeito com Nova Roma, mais tinha mais, uma estrada a descer extremamente sinuosa, e bem divertida pra quem como eu gosta de dirigir. Em Linha Castro Alves um bonita igreja, diz que tem uma gruta também, mas não fui atrás. Mais a frente a placa anunciando um cemitério Suéco Luterano, ual! Mas me passei e não achei o cemitério, mas sem frustração, pois, mais adiante o que temos? Uma ponte de Ferro, onde passa um carro de cada vez. A ponte tri da massa, e a visão ao por ela passar também fantástica. Mais adiante, mais curva sinuosas e diversão ao volante, de um lado um morro de pedras, e do outro o rio. E no caminho uma cachoeira! Isso mesmo, uma cachoeira descendo do morro ao lado da estrada, Sul Real! Aí já estávamos em Farroupilha, em direção a Pinto Bandeira, mas no caminho, o Caminho de Pedras de Bento Gonçalves.

 

 

Bento; Caminhos de Pedra repleto de atrativos turísticos, belos casarões de pedra ou madeira, transformados em restaurantes em sua maioria, deu para clicar alguns que havia visto apenas pela internet, como A Casa da Ovelha, e Casa da Erva Mate, está é minha segunda passagem por Bento e ainda não pude me dedicar como a cidade merece, quem sabe na terceira.

 

 

Pinto Bandeira. Muitas vinícolas na estrada, para onde se olhar, e no caminho um cachoeirão, que não deu pra tirar fotos por não ter onde parar. No centro foi tirar foto da igreja e da praça central com o interessante monumento ao colono.

 

Passeiozinho show de bola de 3 horas ida e volta, saindo de Caxias, três cidades novas pro caderninho agora são 109, e fica a dica Nova Roma vale muito a visita.

 

Mais fotos e relatos: Fotos. http://cenasperdidas.blogspot.com.br/ e http://rotasetrips.blogspot.com.br/

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O que Fazer em Caxias do Sul.RS

Caxias é o berço da colonização italiana na Serra Gaúcha, mas fica um pouco relegada a segundo plano pela turistaiada, onde na maior parte das vezes quando se fala em Serra gaúcha, é sinônimo de Gramado, Canela e Bento e para por aí. Mas Caxias do Sul tem sim seus atrativos. Vamos a eles:

No centro temos a praça Dante, com a bonita Igreja Matriz, e um chafariz que jorra água com cor de vinho, em época de festa da uva, um comércio forte com roupas a bom preço. Próximo temos o Parque dos Macaquinhos, grande e bem arborizado, com wifi grátis, bom para tomar um chimas ou caminhar. Outro bonito parque da cidade é o Parque Cinquetenário, no final da Av. Júlio de Castilhos a central da cidade. Um lugar muito visitado é a Igreja São Pelegrino, próxima ao centro, a mais bonita da cidade, com pinturas de Aldo Locatelli em seu interior, realmente impressionantes.

Outros atrativos turísticos são: Monumento do Imigrante, que homenageia a imigração Italiana na cidade, bastante imponente, e dentro do mesmo existe um pequeno museu; a cidade possui também o Museu Municipal na rua Visconde de Pelotas, com um grande acervo e visita guiada, e outro museu no bairro Galópolis, museu Herculles Galló, que em minha opinião é o mais interessante da cidade, além do distrito possuir uma vila com arquitetura estilo inglês, algo único no estado. Também existe o Museu Ambiência Casa de Pedra, o mais famoso e mais procurado pelos turistas, por ser uma antiga casa toda construída em pedra, também bastante interessante, mais pela construção do que pelo acervo em si. Em época de Natal uma boa opção é apreciar os presépios no bairro Ana Rech.

Pra quem curte um contato com a natureza, um bom passeio pode ser o Zoológico da UCS, o acervo é pequeno, mas bastante procurado por famílias com crianças, principalmente nos finais de semana, e a entrada é franca. Tem também o Jardim Botânico Municipal, mais afastado do centro, rumo a Flores da Cunha, local bem amplo, com um belo lago, opções para trilhas, áreas para pick nick, e uma bela cachoeira artificial.

Outra atração muito procurada são os Pavilhões da Festa da Uva (que acontece ano sim, ano não), onde existe uma vila de casinha de madeira, com réplicas de como era a cidade em meados de 1800. Lugar bem bacana. Também dentro dos pavilhões existe um museu com esculturas sacras da família Zambeli, e uma estatua gigantesca, intitulada Cristo do 3º Milênio, sim Caxias também possui seu Cristo.

A noite Caxiense possui muitas opções, mas a principais são a Estação Férrea; cheia de barzinhos dentre eles o mais famoso é o Mississipi, mas como em toda cidade grande, o mais indicado é ir de carro, ou melhor ainda Uber ou Taxi. Pra quem gosta de cerveja artesanal tem o La Birra, mas o bar mais famoso da cidade é o Zanuze, abre cedo, tipo 20 horas, e não é muito grande, e é comum estar lotado, no 2º andar seguidamente se apresentam boas bandas. Para comer um bom hambúrguer no centro tem a Jaime Rocha, também tem a Juventus, a cidade oferece diversas boas pizzarias.

Caxias é uma grande cidade pequena, pois quase tudo fecha cedo, e as atrações são distantes umas das outras, então sempre é bom traçar um roteiro antes de sair.

 

Mais fotos e relatos: Fotos. http://cenasperdidas.blogspot.com.br/ e http://rotasetrips.blogspot.com.br/

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De Caxias do Sul a Salvador. Passando por Barão, São Pedro da Serra e São Vendelino. Abril/2017.

 

Barão: Passando por Carlos Barbosa, se chega a Barão, um dos primeiros municípios do Vale do Caí, ou mais atualmente propagandeado Vale da Felicidade, por fazer parte o município de Feliz, que por ser um de maior qualidade de vida do país e pelas festa do Chopp, esta mais na moda que São Sebastião do Caí. De Barão conhecia apenas de nome, e pela estatua de um figo que havia visto na internet. Desta vez pude ver ao vivo, a estatua estava lá, em frente a prefeitura, um bonito Prédio antigo, branco e verde. Não sei se o município é a terra do Figo, ou se esse nome se deve a uma antiga estância com esse nome. Mas me intrigou a cidade toda pintada nas cores da França, azul, vermelho e branco. Pelo que pude ver a colonização esta mais pra alemã, pelo que demonstram algumas construções estilo emxaimel. Mas acredito que isso se deva por existir na cidade uma tal de Linha Francesa, onde alguns poucos colonos franceses se instalaram, parece que tem até um museu no lugar, mas dessa vez tive que passar, não estava afim de encarar estradas de chão nessa bela tarde de sol, do outono gaúcho. Mas pra quem for mais aventureiro e quiser explorar um destino pouco conhecido, ta aí a dica, desbravar o legado franceses no RS, pelos interior de Barão.

 

São Pedro da Serra: passando Barão chegamos a São Pedro da Serra, meu objetivo maior era fazer o check in, na 3ª São Pedro de minha história. Pois já conhecia São Pedro do Sul, vizinha a minha terra natal Santa Maria, e São Pedro de Alcantara, 1ª cidade de colonização alemã de SC, e agora São Pedro da Serra.RS. E a impressão foi muito boa, cidade bem organizada, com bonitas construções, muitas em estilo alemão como a prefeitura e a casa de cultura. Um bom lugar para sentar tomar um mate e ver a vida passar na bela praça central, com uma igreja imponente que até lembra a chara Catarina. Mas segue o baile.

 

Salvador do Sul. Quem diria que Salvador fica no Rio Grande do Sul. É o Rio Grande é um mundo em si só. Saí de Caxias terras dos italianos, passando por antigas terras frencesas, alemãs e cheguei a Salvador. Mas esta Salvador ao contrário da baiana fundada por escravos, é uma crontadição, pois, é uma Salvador Alemã, mas o monumento principal da cidade é um torre erguida em frente a igreja matriz, em homenagem aos Santos Mártires das Missões. Aí não entendi mais nada, pois as missões ficam na outra extremidade do estado. Mas quem disse que era pra entender. Só sei que um passeio fotográfico por Salvador do Sul, vale muito a pena, a praça central é muito bonita, a igreja e o monumento aos Mártires me impressionou muito. E a cidade esta repleta de construções estilo emxaimel, que parecem de brinquedo, a prefeitura, e outros tantos prédios de governo. E a cidade é um encantando, e da vontade de ficar mais, mas não podia me alongar mais e viagem que segue.

Carlos Barbosa: Voltando a parte italiana do roteiro, passamos por Carlos Barbosa, cidade da Tramontina e ACBF (time multicampeão de futsal), mas dessa vez foi só um ponto de parada pra um almoço, em frente ao bonito parque da estação (já conhecido), cheio de turistas, Carlos Barbosa merece uma visita com mais tempo, mas fica pra outro dia. Comi um prato executivo, pra pedreiro nenhum botar defeito, por R$ 18,00, ta valendo comi bem sobrou. #PartiuRS

São Vendelino: Na entrada da cidade dizia o merchandising, “Pequeno Paraíso”. E pelo que vi deve ser mesmo, na entrada uma estatua de Santo, que me parece o mascote do São Paulo FC (Mas deve se o tal São Vendelino), segurando uma caneca de chopp. Só não sei como o vigário gostou dessa heresia, mas a alemoada dessas bandas pelo jeito não quer nem sabe. A cidade se resume a umas 2 ou 3 ruas, tem a igreja, com uma estatua mais séria do tal Santo. Mas o que me surpreendeu, foi estar havendo uma festa no salão paroquial, em frente a igreja, muita gente com umas camisetas amarelas, e o som bombando de dentro do salão. Devia ser mais uma festa de chopp, isso pelas 13 horas de domingo. A cidade tem também uma cervejaria Urwald. Cidadezinha toda bem cuidada, tudo bonitinho, com muita festa do chopp, e um cervejaria própria, deve ser o paraíso mesmo.

Mais fotos e relatos: Fotos. http://cenasperdidas.blogspot.com.br/ e http://rotasetrips.blogspot.com.br/

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Rota Caminhos da Colônia.RS. Abr/2017– Boa Vista do Sul, Westfália, Imigrante e Colinas.

 

Mais um dia para desbravar o meu Rio Grande do Sul, desta vez com um plano bem ambicioso, percorrer nove cidades em um só dia, e vamos lá começando por:

 

118. Boa Vista do Sul: A passagem pela cidade foi rápida, umas fotos do letreiro da cidade, ainda enfeitado para a Pascoa e da Igreja. Cidade pequena com ar rural. Sem nenhuma placa que indicasse outros atrativos, seguimos em frente.

 

119. Westfália: Cidade dos sapato de pau. A passagem foi rápida na verdade nem foi uma visita, apenas alguns flagras de uma parte da cidade, que fica no caminho de imigrante. Pois sei que o grande atrativo de Westfália é o centro administrativo, tirei apenas umas fotos de uma parada de ônibus, uma lixeira, e uma casa estilo germânico. Que loco tira foto de parada de ônibus e de lixeira? É, pois é... Nessas minhas andanças acabei percebendo que as paradas de ônibus e lixeiras algumas vezes, são ótimos marcadores da identidade da cidade, em Westfália a lixeira é um par de tamancos; o que também esta estampado na parada; lembro que em Arroio dos Ratos as paradas e lixeiras eram melancias; em São Sebastião do Caí, terra da bergamota, tem a fruta estampada; e assim vai, em Imigrante tinha a letra “I” vazada; em Lindolfo Collor um “L”, e assim por diante. É um bom medidor de como o povo cuida da cidade.

 

120. Imigrante: Outra cidade de colonização Germânica, que até o momento, é o mais próximo que vou chegar de conhecer a Alemanha. Mais uma bonita cidade, a igreja é uma jóia, pintada em verde escuro e cheia de detalhes. Nesta cidade sim, tem placas, e fui no Cactário Horst, achei que fosse da prefeitura, mas é particular. Mas o dono foi gentil, e me deixou visitar e tirar fotos, bonito lugar, bem amplo e interessante com cactos para todos os gostos.O proprietário disse que os outros pontos turísticos da cidade são um Seminário e um Orquidário; mas tive que seguir para a próxima cidade.

 

 

121. Colinas: Cidade dos coelhos de páscoa. A cereja do bolo! Colinas esta bem divulgada no estado, por ter o maior número de coelhos de páscoa, espalhados pela cidade. Já na entrada pude ver um casa de coelhos, montados em uma bicicleta, em cima de uma parada de ônibus. E assim é por toda cidade, coelhos por tudo que é canto, na prefeitura, nas casas, nas praças, na igreja tem um coelho padre (vê se pode), realmente os caras piraram no negócio. A ponto que acho melhor mudar o nome de cidade jardim para a cidade dos coelhos de páscoa, fica a dica . Na praça central, virou parque de diversão, com coelhos de todos os tamanhos, chafariz, uns em balanços, até um barco pendurado num paredão de pedra, com coelhos tem, tem moinho, e outras tantas coisas muito legais. Se eu que sou barbado velho achei o máximo, imagina uma criança no meio dessa coelhada toda, deve infarta de alegria.

 

Mais fotos e relatos:

 

http://rotasetrips.blogspot.com.br/?view=magazine

 

fotos: http://cenasperdidas.blogspot.com.br

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Uma cidade chamada Muçum, mais Roca Sales e Encantando. RS. Abr/2017

 

122. Roca Sales: O aceso foi por estrada de chão, engraçado que chegando a cidade, um boneco com uma placa, escrita “Eu esperando o asfalto” nos recepciona. A cidade tem alguns prédio antigos, mais pra escombros que para atrativos. Uma igreja bonita, com uma praça na frente. Mas o que deleita os olhos é a vista do rio Taquari que corta a cidade, ao fundo tem uns morros, coisa de cartão postal. A também tem uma linha férrea que corta a cidade, mas acabei não sabendo se possui estação ferroviária ou não, ah e na saída da cidade tem um interessante santuário de nsa não sei do que, com arquitetura arredondada.

 

123. Encantado: De Roca Sales para Encantando é um tapa, no máximo uns 10 km. Cidade organizada, estilo Lajeado. E não tem como não se encantar com a igreja de Encantado, listada em amarelo e vermelho. Na verdade uma grande catedral, para quem gosta de arte sacra, com certeza uma das 10 mais belas do estado. Aí não precisava ver mais nada.

 

 

124. Muçum: A cidade das pontes, mas vi apenas uma, sobre o caudaloso rio das Antas. Mas o que me levou a cidade foi à fonte de pedra. Vi na internet e achei muito exótica. A única que vi até hoje neste estilo, bem rústica, todo formada por pedregulhos, meio gruta meio fonte. E realmente é impressionante, dentro tem um chafariz que até estava funcionando, superou minhas expectativas. A igreja matriz é bem bonita com algumas esculturas, de pessoas em penitencia, uma gruta ao lado da igreja, e um lindo caminho de flores. A praça central tem um parte coberta, bem legal também, sei que a cidade possui diversos outros atrativos, um túnel de pedra, e outras pontes, mas como o tempo era curto, o jeito foi seguir viagem caminho a Santa Tereza, por uma estrada de chão, no final da ponte, 20 km, estrada boa até, costeando o Rio Das Antas, com calma da pra curtir bem o passeio.

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Feriado em Santa Maria/RS, 17.05.2017, dia bonito e ótima oportunidade para meter o pé na estrada. Desta vez o destino – Museu Militar Brasileiro, em Panambi/RS, “A Cidade Máquina”, a 2 hrs e 20 min de SM, na região Noroeste do estado. Passeio em família, e com poucas paradas até por que saímos tarde de casa, as 14 hrs. Viagem tranqüila respeitando o limite de velocidade, algumas interrupções na estrada, na altura de Cruz Alta, que atrasaram um pouco, mas tudo bem. Nunca havia vindo pra esses lados, e no trevo de Panambi me perdi, pois, são muitas placas e entroncamentos. Acabei entrando pela cidade pelo acesso secundário, e nadado tal Museu. O que casou certa expectativa nos passageiros, e não haviam placas indicando nada. Uma volta rápida pela cidade, para pedir informações, onde num posto de gasolina, disseram volta pra rodovia, dali 1 km. Fiz isso e nada, no próximo posto, indicaram pegar a saída pra Ijui e seguir, já estava achando que não ia dar tempo de visitar tal Museu, pois, já eram quase 5 hrs da tarde, e fecha as 18 segundo vi na internet. Mas enfim, avistei o Museu, para alegria geral da nação, e para livrar meu couro. Já na entrada um tanque de cada lado recepcionando o visitante, e o lugar é muito mais legal que esperava. Museu particular, onde se paga R$ 15,00 por cabeça, e crianças meia. O lugar é bem grande, contando com três aeronaves em seu acervo, dois Boeing, e um bombardeiro militar (muito massa), me lembrei da minha infancia, quando era fanático por coisas militares, influencia dos Ji ai Joe, acho que se fosse naquela época teria um infarto ao ver tanta coisa legal. Mas hoje em dia já não sou tão fã assim, de coisas de milico, mas realmente o lugar impressiona até quem não é fã. Uma infinidade de jeeps, carros de combate, baterias antiaéreas, tanques e outros veículos militares, de toda parte do mundo. Coisa pra deixar qualquer criança louca! E os adultos babando. Que belo acervo! E o lugar é super bem cuidado, as peças estão todas cuidadas a capricho, e ainda tem umas instalações imitando situações de guerra ou algo assim. Ficam em torno de 1 h lá, e nos divertimos muito, da até para entrar nos aviões. Então missão cumprida, mais um lugar incrível deste nosso Rio Grande do Sul visitado, e retornamos a Santa Maria, passando ainda por dentro de Pejuçara, cidade que nem sabia que existia, mas muito bonitinha, bem desenvolvida, pena que já era noite, e deu apenas para bater uma foto do bonito pórtico. O que ficou fora lindas lembranças, e a vontade de conhecer ainda mais essa região.

 

Mais fotos e relatos:

 

http://rotasetrips.blogspot.com.br/?view=magazine

 

fotos: http://cenasperdidas.blogspot.com.br

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