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Fotos e lembranças,de vários lugares do mundo, sendo 90% deles todos no Rio Grande do Sul.

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EUROTRIP: Le Crotoy, San-Valery-Sur-Somme, Le Trepórt e Etretat. Normandia. França. 2018: Cidade Medieval, Funicular e Falésias. 

 

 

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Segundo dia na Normandia, e bora desbravar, havia tirado carteira internacional, é só pagar a taxa uns R$ 60,00, esperar uns 3 dias, e já pode dirigir na Europa. Então pegamos o carro do nosso amigo francês "e se fomos"!

 

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1ªParada: Le Crotoy, Bei de Some: primeiro chegamos a praia, com aquela cara de praia no inverno, cheia de pedras, com algumas bonitas edificações ao entorno, seguimos a costa, e chegamos a um bonito castelo pintado de vermelho, com um letreiro escrito Le Crotoy, algumas fotos, e saímos a perambular pela cidadezinha,  entre as ruelas e belas casinhas, a cidade é toda bonitinha na verdade, mas pouca coisa estava aberta, pois era feriado de natal. Algumas padarias e bancas de frutos do mar apenas. Fomos a igreja, estilo medieval, depois pedimos informação a um senhorzinho, que quebrou qualquer esteriótipo que podíamos ter de francês ser mal educado, pois o mesmo foi simpaticíssimo, se postou a conversar e não parou mais. Tivemos que ir saindo e deixar ele falando sozinho. Ainda fomos a um tipo de pier onde haviam barcos de pesca, e uma ruína de um castelo onde Joana D'Arc ficou presa, mas da ruína na verdade só restou um muro. 

 

 

 

2ª Parada: San-Valery.Sur-Somme: A cidade é parecida com a

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anterior cheia de casinhas bonitinhas típicas, mas tem uma cidade medieval bem no centro. demos uma percorrida pela cidade, que parece cenário de filme, compramos quitutes em um armazém local. Daí o cara vê que Europa é outro nível, em qualquer bodega, se encontra queijos incríveis, vinhos, pães, cervejas belgas, e tudo mais de delicioso. Abrimos tudo e fizemos um piquenique em frente a Igreja medieval, olhando os barcos passando por um canal em frente. Simples assim. 

 

 

 

 

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3ª Parada: Le Tréport: Agora a coisa começou a ficar realmente séria, a cidade é maior, possui um porto também, e falésias, monumentais rochedos, fazendo plano de fundo a bela cidade, e melhor ainda um funicular, onde se pode passar por dentro das falésias. Me senti como criança, passeio legal de mais. No topo das falésias uma linda vista da cidade com suas casinhas coloridas, um farol, mais falésias, um encanto aos olhos e a alma. Ficamos ali um bom tempo curtindo, e depois sair da cidade, outra aventura. Dirigir pelas ruas estreitas do interior da europa, é uma diversão a parte pra quem gosta de "pilotar". As ruas são estreitas que só passa um carro, mas eles estacionam dos dois lados, e fazem de mão dupla, aí já viu, além dos patinetes, bicicletas e pessoas passando, aquele frio na barriga, além disso passamos por meio de castelos, e outras edificações, foi legal de mais, me senti no filme tipo férias muito loucas! Le Tréport foi uma surpresa incrível! 

 

 

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4ª Parada:Étretat: A cereja do bolo. Lugar icônico, um dos mais famosos e procurados da Normandia, pelas suas majestosas falésias, com formas surreais, arcos, tromba de elefante e outras. Chegamos a Étretat a tardinha, e subimos a trilha que leva ao topo das falésias, o lugar todo é lindo, ótimo para se tirar belas fotos, parecendo um cenário de filme do senhor dos anéis. A trilha é fácil de subir, e como estava anoitecendo, não fomos muito adiante, depois descemos e fomos ao centrinho. A cidade é bem movimentada, repleta de restaurantes, bistrôs, acabamos no  Auberge Express, comendo Creps, café, cerveja, e outros quitutes, para fechar com chave de ouro nosso dia. 

 

Fotos:


Le Crotoy

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San-Valery-Sur-Somme:

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Le Tréport:

 

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Étretat:

 

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Rota: 

 

 

 

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EUROTRIP: Mont Saint Michel, Deauville e Honfleur. Normandia. França. 2018: Abadia Medieval, Praia dos Parisienses e Porto de Vieux Bassin.

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Terceiro dia na Normandia, e destino da vez o famoso Mont Saint Michel, até Globo repórter já gravam lá. A umas 3 horas de Le Havre, acordamos as 7 horas e "se fomos"! (essa foi a tônica da viagem, acordar as 7 horas, sair pelas 8 horas, ainda noite, e ficar na rua até as 22 horas mais, para poder aproveitar ao máximo nossa estada na Europa). 

 

 

 

top.jpg1ª Parada: Mont Saint Michel: O Monte é um dos pontos mais visitados da França. A viagem até Mont Saint Michel foi super tranquila, naquelas estradas perfeitas, andando a 130 km/h sem problemas. Pena que o dia estava meio nublado, mas arriscamos mesmo assim. No local pegamos um ônibus e partiu Monte. O lugar é uma península, ligada a terra apenas por uma extensa ponte,  onde a partir de uma capela, a igreja foi criando outras edificações, e ao entorno uma cidadezinha foi se desenvolvendo, tudo encravado num rochedo íngreme. Quando descemos do ônibus, um misto de encantamento e decepção, pois, sim o lugar é incrível, lindo, majestoso, imponente, etc, etc, mas estava nublado quando chegamos e não dava para ver a torre mais alta, que dizem ter 170 metros de altura. Esperando a neblina ceder, fomos desbravando o lugar, pelas vielas medievais. Parecendo o cenário do filme O Feitiço de Áquila. Percorrer aquelas ruas, a cidade murada, é como estar em outra época. E tudo muito bonitinho, bem conservado, e cheio de lojinhas e restaurantes. Decidimos fazer o tour pago pela abadia, se não me engano são 12 Euros por pessoa. O lugar é imenso, a gente vai adentrando por aqueles salões, e certa altura parece não ter fim. Com aquele ar de filme medieval. Acho que levamos quase uma hora para percorrer a abadia. Depois mais uma explorada pelas ruelas, existem outros museus e visitas pagas. Acabamos nas lojas de souvenirs, inúmeras também. Ficamos admirando a vista do mar, na maré baixa, com cara de ressaca, e a neblina infelizmente não cedeu. É um daqueles passeios incríveis, mas que se tem que contar com muito planejamento e sorte, a noite o monte fica iluminado, e mais resplandescente ainda, mas como nosso tempo era curto, decidimos seguir viagem. Mas o lugar é realmente insólito só indo para ter ideia. 

 

 

 

IMG_20181227_155236552_HDR.jpg2ª Parada: Deauville: Deuville é um balneário a beira mar, muito procurado pelos parienses, principalmente os que buscam requinte e alto padrão. Não é o nosso caso. Percorremos as belas ruas da cidade, com seus belos casarões estilo Normando, confesso, que me lembrou muito Gramado/RS, mas claro elevado a 10ª potência. A cidade possui muitas padarias artesanais e restaurantes, demos uma paradinha para comprar uns macarrons, e seguir desfilando pela chiquesa do lugar. E dizer que se desfila pelas ruas de Deuville não é exagero, pois, as ruas são repletas de lojas de marcas famosas. O que nos impressionou foi a quantidade de carrões, algo que não vimos em nenhum outro lugar da França, nem em Paris. 

 

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3ª Parada: Honfleur: Ultima parada e não menos importante, Honfluer. O que mais me impressionou foi o Porto, que fica bem no centro da cidade. Cheia de barquinhos, e refletindo os casarões  geminados e coloridos em suas águas, parecendo um quadro de tão lindo. Em frente ao porto fica a prefeitura, que por sua vez possui uma pista de patinação no gelo bem de fronte, claro que não nos arriscamos a quebrar a perna. Preferimos tomar um vinho quente, na Marche de Noel, feirinha de Natal, que acontece e muitas cidades nessa época. Bem movimentada e como vários produtos artesanais, como queijos, chocolates e etc. Assim ficamos ali admirando as águas do porto, e curtindo o charme do lugar, até o sol se por, lentamente atrás dos casarões. 

 

Fotos:

 

Mont Saint Michel:

 

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Deauville:

 

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Honfleur:

 

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Rota:

 

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EUROTRIP: Paris. França. 2018: A cidade mais visitada, fotografada e falada do mundo.

 

 

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O que dizer de paris? A cidade mais visitada, fotografada e falada do mundo. Um lugar praticamente incomparável, só indo para saber o que é, essa é a verdade. Um lugar suntuoso, uma obra prima da arquitetura, feito por imperadores para imperadores, prédios majestosos, antiguissimos, mas extremamente bem conservados, muito ornamentados, cheios de rococó e rebuscamento, ornamentos dourados por toda a parte. Isso é o que se vê de dia,  a noite, tudo  cintila, ficando mais incrível ainda, a cidade toda brilha, em luzes infindáveis, nos fazendo entender que o nome cidade luz, não é um exagero. Devaneios a parte, voltemos a vaca fria. 

 

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1ª Dia em Paris: Chegamos em Paris dia 28.12.2018, as 17 horas, ou melhor Créteil, cidade satélite a uns 45 min do centro Paris, onde alugamos um airbnb. mas o transporte foi facílimo, um metrô rapidíssimo, depois outro trem, e "voilá" estávamos no centro de Paris. Aí uma das primeiras impressões de Paris, os cheiros do metrô, a maioria não muito agradável. Os odores são vivos, e penetram na gente, mas depois acostumasse. A cidade é sim uma metrópole, e corre, urge, muita gente pegando metrô, e circulando por seus labirintos. Descemos próximo do Rio Sena, e a cidade nos recepcionou toda iluminada, vestida de gala. Fomos a Notre-Dame, que de longe não surpreende, mas fascina no detalhamento e perfeição das esculturas encravadas em sua fachada. Próximo a prefeitura de Paris, iluminada nas cores da bandeira da França, mais uma caminhada leve e fomos no centro, onde jantamos em um bistrô, experimentei o magré, adocicado de mais para meu paladar bagual. 

 

2ª Dia em Paris: Acordamos as 7 horas, e partiu desbravar a cidade. Fomos direto a Torre Eiffel, selfies, de dia é imponente, mas teríamos um reencontro, magistral logo logo. Decidimos alugar bicicletas para nos locomovermos pela cidade, foi a melhor decisão de toda viagem. Uma aventura e tanto na verdade, uma emoção só, cortar as ruas de Paris de bike, entre pedestres, ônibus, carros, pedalando desvairadamente, realmente muito divertido. deixamos as bikes e andamos pela champs elysees, até o Arco do triunfo, voltamos pela Shamps, com suas magnificas grifes, que fez brilhar os olhinhos de nossas esposas. Bate-perna em lojas a parte seguimos para o museu Petit Palais, com entrada gratuita, onde desfrutamos de uma linda exposição. Seguimos para a Praça da Concordia, onde existe um intrigante Obelisco Egípcio, seguindo de bike até a ponte Alexandre III. Depois um descanso para as pernas e embarcamos no passeio de Barco pelo Sena, legal, passa pelos principais pontos do centro, mas meio monótono, para que estava no ritmo alucinante do pedal. É que nosso guia, nosso amigo francês, não faz o estilo, passeador, estava mais para montain bike. Passamos em frente ao Louvre, com filas quilométricas, e optamos por não perder 4 ou 5 horas, em filas. E a visita mataria o resto do nosso dia. Me desculpem os fãs aficionados de arte, mas este não é meu caso, entendo pouco de arte, então passamos. Fomos ao Pompiduo, museu de arte moderna, e também filas imensas. Ok. Não era dia para museus. Passamos pela Place de Vosges, bem interessante, com alguns artistas se apresentando no local, seguimos caminhando atravessando a Praça da Bastilha, depois pegamos as bicicletas até o Panthéon, e ali perto fomos almoçar, no Le Soufllé, lugar muito charmoso, onde comi Scargot, uma experiencia divertida. Passamos umas três horas no local, descansando as pernas tomando uma 1664, e degustando os pratos e sobremesa. Umas voltas pelas lojas, e ao anoitecer fomos a Galeria Lafayette, cheia de marcas famosas um luxo só, e a galeria é resplandecente, enfeitada em dourado. Subimos até o terraço, onde tivemos a sorte de mal chegarmos e vermos a Torre Eiffel acender suas luzes ao longe, um show e tanto para fechar nosso dia. 

 

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3ª Dia em Paris: Acordamos cedo como se costume e partimos rumo a Montmartre o bairro bohemio, reduto dos pintores e artistas. O lugar lembra muito San Telmo em Buenos Aires, tem uma praça onde os artistas expõem suas obras, alguns café, lojinhas, e caminhamos até a Basílica de Sacré Cœur, bem bonita por fora, a frente podemos ter uma boa vista de quase toda Paris, como era inverno, e estava meio nublado, não conseguimos ver muito. Tomamos um gostoso cafezinho em frente a praça dos artistas, e seguimos para a Moulin Rouge, o famosos cabaré parisiense, com seu moinho vermelho no terraço, mais um metro, depois o Jardim de Luxemburgo, bem bonito eu achei, com um lago onde crianças e outros nem tão crianças brincavam com seus barquinhos de controle remoto, e submarinos. Seguimos ao bairro de Saint Germain, point da burguesia, passando pelo Café de Flore, que ficou famosos por ser frequentado por artistas, intelectuais, escritores do quilate de Picasso, Simone de Beauvoir e Jean Paul Sartre. E dai foi seguir as luzes e aguardar ela se apresentar. A Torre Eiffel a noite. Como uma Diva em seu vestido de luxo. A Torre é iluminada a noite, mas de hora em hora, ela pisca brilha, e se torna Esplendida. Um show imperdível, pra mim a imagem que ficará de Paris, que sintetiza a cidade, seu charme , luxo e fama. 

 

Fotos:

 

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Rota: 

 

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EUROTRIP: Bruxelas.BEL. 2018: Uma Festa aos Olhos e ao Paladar

 

 

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Ultimo dia do ano, 31.12.2018, dia de levantar acampamento de Paris e seguir para Bruxelas, capital da Bélgica, 3 horinhas de viagem, quase que em linha reta, nas perfeitas e largas estradas europeias, a 130 km/h, o cara nem sente a viagem de tão tranquila que é. Chegamos em Bruxelas perto do meio dia, e a cidade já tem outro ar, bem diferente de Paris e da Normandia, com seu ar mais antigo, claro que também possui belas construções muito bem ornamentadas em dourado, belos jardins, e a cidade estava em clima de feriado, muitos turistas. Mal comparando Bruxelas esta para França como Uruguai esta para o Brasil, um paraíso de compras e coisinhas boas, inúmeras lojas de cerveja e chocolates. Fomos a parte bem central da cidade comer as famosas batatas fritas belgas e waffle. Olha... desculpem o sacrilégio, mas não vi nada de mais nas batatas, já comi melhores no brasil, em lugares bem menos badalados, enfim... Mas o waffle é de lamber os dedos, tenro, saborosíssimo mesmo, de comer rezando. De barriga cheia fomos checar os pontos turísticos como: O Palácio de Bruxelas lindo com os portões com

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muito dourado; Parque Mont des Arts, Manneken Pis (o Menino que faz pipi) estatua bem divertida e simbolo da cidade; que tem seu exemplar feminino, Jeanneke Pis (a Menina que faz pipi); uma volta na Gran Place, que é de cair o queixo, simplesmente fantástica, um quarteirão repleto de casarões com arquitetura extremamente rebuscada, e claro, cheia de ornamentos dourados, e para finalizar em grande estilo uma paradinho Pub Delirium, talvez o Pub mais icônico do mundo, com a maior carta de cervejas do planeta. Um verdadeiro templo a bebedice, com seu estilo bem pub europeu, despojado, meio antigo, o melhor termo que encontrei para descrever o estilo é: "sebosochic", muito charmoso. Depois de um adocicado e delicioso chope belga, saímos caminhando calmamente pelas ruas de Bruxelas, na lojinhas comprando suvenirs (que não podem faltar na bagagem), e chocolates, simplesmente fantásticos. Enfim... Bruxelas é uma festa aos olhos e ao paladar, capaz de seduzir os turistas mais empedernidos. 

 

Fotos:

 

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Rota: 

 

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EUROTRIP: Roterdã.HOL. 2018. Virada de Ano com Show de Fogos e Orquestra Sinfônica na Manhattan Holandesa

 

 

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Chegamos a Roterdã a noitinha, no ultimo dia de 2018, e fomos direto ao King Kong Hostel, nosso lar pelas duas próximas noites, estacionamos o carro em frente ao Hostel, com algumas malas dentro, algo impensável no Brasil, 1ª mundo é outra coisa... Já havíamos deixado o carro na rua nas noites passadas em Paris, e tudo correu bem. 

 

roterda.18.king%2Bnong%2Bhostel%2Bbar.jpgKing Kong Hostel é uma agradável surpresa, desde a chegada. Muito descolado, com decoração moderna, e de bom gosto. Tivemos alguma dificuldade com a linguá, pois, meu inglês se resume ao "the books on the table" e nosso amigo Francês, também não sabia muito. Dificuldades a parte no viramos. Fomos pro quarto coletivo, com 10 camas, guardamos as malas, nos acomodamos, descansamos um pouco, e partimos para jantar e dar uma volta pela cidade. A cidade é bem diferente de todas as outras que havíamos visto até então, muito moderna, cheia de prédios altos e vidro espelhado, remetendo a Manhattan ou algo assim. Nas ruas não tinha muita gente, mas mesmo assim estava meio insano, por ser ano novo, haviam muitos fogos de artifícios, e bombas estourando, muitas bombas. Mas tipo não eram bombinhas, e sim bombonas, parecendo dinamites, e não eram crianças que soltavam e sim barbados. Parecia até uma guerra. Isso foi tenso, mas não havia nenhum preludio de violência a não ser para nossos ouvidos. Caminhamos a esmo, na cidades de Erasmus, passamos em frente ao Markthal Rotterdam: o mercado municipal da cidade, com uma linda e modernosa arquitetura, uma verdadeira obra de arte, mas  infelizmente estava fechado, como quase tudo na cidade, no ano novo tudo fechou as 21 horas, estava difícil de encontrar um lugar para comer. 

 

Acabamos voltando ao Hostel, que descobrimos ser o centro da diversão na cidade, quase tudo gira em torno do King Kong, e havia festa de ano novo lá também. Comemos um Kebab próximo ao hostel, simples mas muito bom, depois compramos uns Space Brownie. Ir a Holanda e não comer um Space Borwnie sereia um sacrilégio, mas na verdade eu fui contra, pois, sou careta, mas como lá maconha é licito, fiquei confuso. Mas tipo acho que o que compramos não era bom, o gosto era péssimo, e nem deu barato, enfim... Se for essa sua intenção, melhor se informar onde tem do bom... No hostel, muita gente bem exótica, orientais de vestido curto, indianos vendo TV, uma torre de babel, mas todo mundo de boas e se divertindo. Esperamos chegar mais perto da meia noite, para ir ver o show de fogos na ponte Eramos, que pelo jeito seria o evento da noite.

 

roterda.18.jpgPelas 22 e pouco, seguimos o fluxo até o Old Harbor (porto antigo) e Ponte Erasmus (ou Erasmusbrug), haviam muitas pessoas na rua,  e no porto uma multidão. O jeito foi ficar ali, em pé, aguardando a contagem regressiva, e os fogos, que vinham raiando o céu, por traz dos grandes prédios iluminados. A ponte é uma ponte estaiada bem imponente, toda iluminada, e ao fundo um grande arranha-céu, com um relógio projetado em forma de holograma. Chegando próximo a meia noite, o prefeito da cidade apareceu falando no telão, só entendi que era o prefeito, de resto, mais nada por ser em holandês, os fogos aumentaram, e a Orquestra Sinfônica de Roterda começou a tocar. Logo uma profusão de fogos, e a música ao fundo, um espetáculo maravilhoso! De arrepiar, a melhor virada de ano que já vi até então. Nesta hora foi só curtir o momento, estasiados pela beleza do espetáculo. 

 

Estasiados mas exaustos, voltamos ao hostel, para sermos xingados por uma inglesa chata, e ver um italiano, desfilando só de toalha amarrada na cintura. Faz parte...

 

roterda.1.jpgNo outro dia cedo, fomos a Amsterdã (visita detalhada no próximo post), no caminho passamos pelas famosas Casas Cubo (Kubuswoningen), uma marco arquitetônico da cidade. Não conseguimos voltar ao Mcerado, pois, abria as 10 horas. Ao retornarmos a noite fomos jantar na Hamburgueria ao lado do hostel, a Ter Marsch & Co, onde novamente tivemos alguma dificuldade com a língua, mas mesmo assim comemos maravilhosos, hambúrgueres de Angus Escocês, tomando uma Paulaner Alemã, nada melhor para fechar com chave de ouro a passada por Roterdã. Uma cidade moderna e surpreendente. 

 

 

Fotos:

 

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Rota:

 

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EUROTRIP: Amsterdã.HOL. 2019. A Louca e Controversa Capital da Holanda

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Dia 01.01.2019 chegamos a Amsterdã, pelas 09 horas, o dia estava frio e nublado, deixamos o carro beemm longe do centro, pois os estacionamentos estavam muito, mas muito caros. E saímos caminhando, admirando os lindos canais, várias construções antigas, lindas casinhas coloridas, grudadas umas as outras, além de uma infinidade de bicicletas para onde a vista mirar. De manhã a cidade estava com cara de ressaca, muito lixo na rua, e decidimos ir até os pontos mais afastados primeiro, que seriam o museu Van Gogh e fabrica da Heineken, e depois ir voltando. No caminho várias padarias interessantes, mas nada de muito novo, pegamos algo para comer e fomos andando, pelas ruas do bairro Bohêmio,  Red Light ou De Wallen, a esta altura ainda calmo, mas a quantidade de sex shops, já impressionava. Amsterdã é sem duvidas o lugar mais louco, surpreendente e paradoxal que já conheci. Pessoas andando tranquilamente, entre as inúmeras Sex shops e infindáveis coffe shops (lojinhas de canábis). Logo a frente uma igreja, e atrás: oh uma sex shop! E ta tudo bem, tudo muito natural. 


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Andar pelas ruas de Amsterdã é um charme a parte, as construções parecem casinhas de boneca. Chegamos a fabrica da Heineken, mas os 20 euros cobrados como ingresso, nos desanimaram bastante, até porque... Ir a Europa tomar heineken, não era bem nosso foco, com todo respeito a icônica cervejaria. Seguimos ao Museu Van Gogh, não muito longe dali, daí eram 17 euros, até tínhamos vontade de conhecer, mas... Como estávamos em grupo, e nem todos queriam entrar, acabamos abortando essa missões também. Mais uma vez não era dia de museus. Voltamos de VLP, descemos no centro já a procura de algum lugar para comer, na falta de uma comida tipica, que acho que a Holanda talvez nem tenha, pois, não vi nada tipico em lugar nenhum, sim, muito fastfood. Acabamos no La Boca, um restaurante Argentino, onde comemos deliciosas carnes a bom preço.  Bem satisfeitos seguimos perambulando pelas ruas, olhando algumas lojas com bons preços, onde geralmente encontrávamos algum brasileiro falando alto, e cheio de sacolas. Impressionante o tamanho médio dos sapatos ser 46, e realmente as pessoas na Holanda são bem altas, acima do 1m 85 fácil, engraçado ver eles voando com suas bicicletas gigantes pelas ruas entre os canais. Compramos mais alguns souvenirs, vendo pessoas fumando maconha em frente as coffe shops, e é frequente alguém passar com forte odor de marijuana.  A cidade cultua a droga, transformou um problema em atração turística, acho que foram inteligentes, esses maravilhosos Holandeses sempre a frente de seu tempo, desde da hera das grandes navegações. Assim passamos a tarde, parando em lugares para comer coisinhas gostosas, a língua atrapalhando um pouco, certa hora pedi um Wafle, e não entendi que o garçom perguntou, só respondi ok. E veio frio o troço, azar, comi igual. Lá pelas 16 horas, voltamos a Red Light, já bem mais animada, sentamos no New Castle Bar, pub estilo inglês, bom e honesto, onde aí tomamos umas heineken a 4 euros, esperando a Red Light, se animar mais.  

 

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Após umas 3 cervejas saímos, e começamos a ver as vitrines com as prostitutas, tudo bem normal, "programa de família". Achei todas muito altas, e bem plastificadas, com aquela boca de pato, mas pro povo que anda ali tudo bem comum, ninguém se alvorota. Quando vimos um cliente, bate na porta a moça abre, e fecham a cortina e era isso. Ok. Também existe diversos teatros com shows de sexo explicito, mas não encaramos, aí seria muito mundo paralelo pra meu gosto. Então isso é Amsterdã, um misto de shows de curiosidades, onde a droga e sexo são encarados como coisa comum, e mesmo assim a cidade flui normalmente, com sua modernidade e organização.  Ah! Após o meio dia, as ruas estavam todas limpas e o lixo estava todo embalada, 1ª mundo né meu filho. 


Mais Fotos:

 

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Rota: 

 

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EUROTRIP: Ghent. (Gante) .BEL. 2019: Parada para o Almoço na Perola dos Flandres

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Ultimo dia de viagem 02.01.2019, levantamos acampamento do King Kong Hostel em Roterdã, e partimos rumo a Paris, para pegar o avião. Mas ainda deu para dar uma paradinha, para o almoço, na Belga Ghent (Gante). 

 

Uma grata surpresa, pois, a cidade é bem interessante, toda medieval, com prédios bem antigos, e alguns canais que cruzam a  cidade. 

 

Deixamos o carro em um estacionamento, e saímos a perambular pela ruas da cidade, procurando um bom lugar para almoçar, admirando a bela arquitetura e atmosfera antiga do local. E acabamos parando no Restaurante Hof Van Herzele. 

 

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Um lugar muito charmoso, todo ambientado dentro de uma antiga abadia medieval, om belas luminárias, e por incrível que pareça, o preço estava no nosso orçamento. Sentamos meio sem jeitos, pois,  estávamos com a roupa da viagem, estilo mochileiro mesmo, e o lugar era bem sofisticado, mas fomos super bem atendidos. 

Engraçado foi mais uma vez nos enrolarmos com a língua, minha esposa pediu uma bebida, que para nós era algo muito especial, pois, se escrevia de uma forma indecifrável. Dai para nossa surpresa a garçonete, pergunta: Whit bubbles?

Nos olhamos com cara de espanto, e pensei: Ué deve ser diferente mesmo, vem com chiclete. Dai ela viu que ninguém na mesa, fazia ideia do que ela estava falando. E não é que a moça pergunta: Com bolhas? Uffa. Era água. kkkk. Com gás? Ou sem? 

Fora isso a comida foi divina, pãezinhos de entrada, com uma manteiga maravilhosa, uma sopa, depois uma carne grossa, e bem passada com batatas fritas.

De barriga cheia voltamos pelo centro da cidade, passando pela Feira de natal, e ainda deu tempo de comprar uns chocolates belgas, que dispensam comentários. Infelizmente não pudemos ficar muito, pois, tínhamos que pegar o voo. Mas outras boas opções para você aproveitar melhor a cidade são: centro Histórico; Praça de St Bavo e Catedral de St. Bavo (Sint Baafskathedraal); os canais de Graslei e Kranleei; O Castelo dos Condes (Gravensteen): castelo reconstruido em 1180 por ordem de Philip da Alsácia; O Post Plaza, um shopping em estilo neogótico;

A estação de trem Gent-St-Pieters; Sint Veerplein (A praça em frente ao castelo) e a Graslei uma das ruas mais bonitas da cidade .

 

 

Fotos:

 

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Roteiro:

 

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Tour Fotografico Pelos Campos de Cima da Serra: Vacaria, Bom Jesus, São José dos Ausentes, Cambará do Sul, RS.Mar/2019

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Sábado 15.03.19 saímos para explorar mais um recanto desse nosso Rio Grande, os Campos de Cima da Serra. Conhecia até então somente Jaquirana, e a impressão era ótima, lindas pradarias e campos de araucárias, cercas de pedra, uma região do Rio Grande ainda um tanto inóspita.

 

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1ª Parada. Vacaria.RS: Também conhecida por Terra da Maçã, uma das cidades mais ao norte do estado, famosa por seu tradicionalismo e pelo Rodeio Internacional. Logo no trevo de acesso da cidade fomos recepcionados, pelo impressionante MONUMENTO AO GINETE. Seguimos ao centro da cidade, passando pela CASA DO POVO, uma obra construída pelo arquiteto Oscar Niemayer, que hoje em dia serve de centro cultural. A obra é bem interessante, mais pelo valor histórico do que realmente pela arquitetura, que confesso não impressionou muito, apesar de suas linhas arredondadas. Seguimos a praça central, onde em frente fica a espetacular CATEDRAL NOSSA SENHORA DA OLIVEIRA, essa sim uma obra grandiosa e imponente. Na minha modesta opinião se não a mais bela, uma das 5 mais belas de todo o estado.  Toda feita em pedra basalto, denotando um estilo rustico e único a obra, não devendo em nada as mais belas igrejas da Europa. Almoçamos próximo a praça, e seguimos viagem, mas Vacaria possui outros pontos atrativos como: 

 

A Cuia e a Chaleira, e A Porteira do Rio Grande: que simbolizam a hospitalidade do povo gaúcho e vacariense. BR 116, junto à ponte do rio Pelotas; 

 

Portal do Rio Grande: BR116, saída para Lages/SC; 

 

Parque de Exposições Nicanor Kramer da Luz: Palco do Rodeio Crioulo Internacional de Vacaria, maior evento tradicionalista da América Latina. Endereço: Rua Antônio Ribeiro Branco, esquina com Lalau Ferreira

 

Parque das Cachoeiras: Localizado a 24 Km da sede do município, o parque conta com várias quedas d’água, infraestrutura, trilhas, acomodações em cabanas rústicas e eco-turismo.

Endereço: Sentido Vacaria – 5º Distrito – Km 24

Telefone: (54) 9909-8826

Fonte:vacaria.rs.gov.br

 

Vale do Rio Pelotas: O rio Pelotas faz a divisa dos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. O lugar impressiona pelo verde que apresenta e pelas características da região. Local: Divisa entre os estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina

Fonte:vacaria.rs.gov.br

 

 

Vacaria deixou a impressão de ser uma cidade antiga, lembrando muito os municípios da campanha gaúcha, prédio históricos, uma calmaria, naquela tarde de sábado, e ao meio dia quase tudo fechado, então o jeito foi seguir baile rumo a Bom Jesus, admirando as belas plantações de maça a beira da estrada

 

 

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2ª Parada: Bom Jesus.RS: A uns 45 min de Vacaria está Bom Jesus, conhecida como Terra do Tropeirismo. Na rodovia paramos para registrar o pórtico, e os paneis, em homenagem aos povos que povoaram o município. 

 

 

A cidade é bem parecida com Vacaria, alguns prédios antigos, interessantes casas de madeira, trazendo um clima nostálgico a cidade. Na verdade os principais atrativos da cidade ficam em seu interior, onde podemos citar: 

 

TRILHA E CACHOEIRA DA USINA:

A antiga Usina Hidrelétrica do Rio dos Touros. O local dispõe de trilha sobre os antigos canos da usina que conclui-se com a contemplação de uma bela cachoeira existente no local.

Distância do centro: 18 km- rodovia asfaltada e 6 Km em estrada de chão, com Visitação auto-guiada, Horário e dias de visitação: 

Local público, disponível diariamente para visitação.

 

Fonte:bomjesus.rs.gov.br

 

BARRAGEM RIO DOS TOUROS:

Ponto de passagem em direção ao município de São Joaquim. Um local que vê os campos característicos da região e a beleza das lâminas água sobre o lageado de pedras encontrado no local e que adiante formará a Cachoeira da Usina.

Distância do centro: 18 km Tipo de acesso: Asfalto via BR 285 e estrada de chão batido via BJ 205, Visitação auto-guiada

 

 

MUSEU MUNICIPAL DE BOM JESUS: Dias e horários de visitação: De segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h30 às 17h30.

- Nos sábados, domingos e feriados as visitas devem ser agendadas com o mínimo uma hora de antecedência.

- O Museu Municipal não cobra taxa de visitação. Entrada franca.

Fonte:bomjesus.rs.gov.br

 

Check in feito em Bom Jesus, fomos em frente.

 

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3ª Parada São José dos Ausentes.RS: Chegamos a Ausentes, onde no trevo de acesso existe um Letreiro: EU AMO SÃO JOSÉ DOS AUSENTES, e o CENTRO DE INFORMAÇÕES TURÍSTICAS. Paramos para pedir informações e comprar suvenires, e um pote de um doce tipico da região DOCE DE GILA. Disse a moça que é algo tipo melancia, mas a cor é um amarelo claro, enfim comprei para provar. A cidade é famosa por ser uma das mais frias do estado, e seus atrativos são: O PICO MAIS ALTO DO RS, PICO MONTE NEGRO. Demos uma volta no centro da cidade onde havia um feira acontecendo, e não encontramos nada para fotografar o jeito foi seguir a viagem. Como nossa intenção era apenas conhecer a parte urbana das cidades deixamos os atrativos mais radicais para outra oportunidade, mas eles existem e  são: O CANION AMOLA FACA, CANION DA BOA VISTA, CACHOEIRÃO DOS RODRIGUES, CACHOEIRA DAS SETE MUHERES, CASCATA JUVENAL e MIRANTE DA SERRA DA ROCINHA. 

Achei que todo trajeto seria por estrada de asfalto, ledo engano, pois o caminho entre São José dos Ausentes e Cambará do Sul, são 50 km de estrada de chão, sendo os 10 primeiros km, repletos de buracos e pedregulhos. Trajeto ótimo para trilha, mas não recomendado para carros de passeios (esse era meu caso), os 50 km foram feitos aos trancos e barrancos, andando em media 10 a 30 km/h. Mas pelo menos as paisagens do interior de Ausentes, são lindas, nunca vi tantas araucárias juntas, são diversas matas densas deste tipo de arvores, coxilhas, cercas de pedras, e belas paisagens. Uma ventura para os corações mais bravios. E depois de muito chacoalhar chegamos a Cambará do Sul. 

 

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Ponto Final. Cambará do Sul.RS: Enfim chegamos a Cambará do Sul, TERRA DOS CANIONS, sendo os mais famosos ITAIMBEZINHO E FORTALEZA. Chegamos em Cambará passada as 16 horas, e fomos ao centro de informações turísticas, onde fomos informados que os parques fechavam as 17 horas. E que ficam a 18 km do centro da cidade, por estrada de chão. O que tornaria inviável a visita. Demos com os burros n'agua, o jeito foi curtir o centro da cidade, registrar as belas edificações antigas, e tomar um gostoso café próximo a praça da igreja. e deixar a visita aos canions para uma próxima vez. Mas mesmo assim o passeio rendeu belas paisagens e registros, pelo teto do Rio Grande. 

 

Outras Fotos:

 

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Rota:

 

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Conhecer Montevideo era um sonho a muito acalentado, parecia até que esse dia nunca iria chegar. Eu explico, em 2016 até comprei um pacote de Santa Maria para a capital uruguaia, mas a empresa deu calote, perdi meu dinheiro, e fiquei a ver navios. Mesmo com essa experiencia ruim, la fui eu me arriscar novamente, com o coração na mão, a comprar um pacote "low cost" para aquelas bandas.

 

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Até que o bendito dia chegou e embarcamos no ônibus para mais essa aventura. E nem as 17 horas de viagem tiraram meu bom humor, pois, era, como dito antes: Um sonho a muito acalentado, por vários motivos. Uma por minha família ter origens uruguaias, outra pelo uruguai, ser um "mimoso" aqui pros gaúchos, mal comparando Uy esta para o Brasil, como a Bélgica esta para a França, um recanto de guloseimas, e cositas buenas, cerveja boa, carne boa, e também por ser um destinos obrigatório para nós gaúchos. Sendo que todo gaúcho que se preste, inicia suas indiadas pelo exterior, indo comprar besteiras em algum free shop, uruguaio nas fronteiriças, Rivera, Rio Branco, Aceguá ou Chuí.

 

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A viagem ao contrário do que possa parecer, para quem tem receio de longas viagens do ônibus, foi boa, busão confortável, leito e double deck, que até fazia um balanço ao viajar. Pela janela as primeiras impressões das paragens orientais, muitos campos, planos, parecendo a campanha gaúcha, um gado de porte pequeno, algumas poucas edificações antigas, me chamou atenção as escolas rurais, todas coma  bandeira do Uy na frente, a vontade que me da é de fotografar tudo, pena as fotos ficarem borradas da janela do bus, mas mesmo assim eu tentei, mas pouca coisa se aproveitou. 

 

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Vencido o preludio, desembarcamos as 12 horas e 30 min, no hotel Los Angeles, na av. 18 de julho, uma das principais da cidade, num lindo dia ensolarado, de um sexta-feira Santa, feriado de Pascoa, Hotel antigo, como a maioria das edificações do centro. E mal deu tempo de se refazer da viagem, pois tinhamos um city tour marcado para as 14 horas e 30 min. O jeito foi largar as malas e correr para o restaurante mais próximo, acabamos no La pasiva, que fomos descobrir mais tarde é uma grande rede, com vários restaurantes no centro. Levei quase todo meu dinheiro em reais, pois, havia lido nos blogs, que aceitavam reais tranquilamente, por essas bandas, ou cartão, e que não valia a pena trocar por pesos, o que se mostrou não ser bem assim. No La Pasiva, pedimos duas Minutas, pratos feito, com entrecot e uma guarnição, e dois chops, carne ótima alias, saborosa, suculenta, no ponto. Tudo muito bem, tudo muito lindo, nem fazia ideia da conversão, e quando fui pagar a conta, quase caí pra traz, R$ 160,00, tá loco! É fui descobrir no pelo, que no uruguai se pratica preços de Europa, tudo estava muito caro, como fomos saber mais tarde viajar pro uruguai é BBC (bom, bonito e caro). Enfim... depois desse talagaço, fomos pro city.

 

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O guia Raimundo se apresentou, e assim fomos na Van, primeiro pela Ciudad Vieja, passando ao Mercado do Porto, Teatro Solis, parando na praça Independência, com uma monumental estatua do Gen. Artigas, e o Palácio Salvo, um incrível obra arquitetônica, que impressiona muito mais ao vivo que pelas fotos, uma verdadeira obra de arte. A praça é ampla bonita, e tem também a Puerta de la Ciutadella, que é o que sobrou da fortificação, que existia no local, na época colonial. Aí o que eu gosto no city tour, o guia, foi contando muitas histórias, dentre elas, que a referencia aos 33 orientais, que foi o exercito de homens, que estavam situados na Argentina, e voltaram ao uruguai para proclamar a independência da Espanha. Por isso Orientais pois vieram da banda oriental, que na época para eles era a argentina, e 33, não por serem só 33 homens, mas sim por ser o número máximo da massonaria, e que os lideres dessa revolução eram dessa seita, e por isso escolheram esse número. Além disso Raimundo disse que a semelhança com a Argentina não é atoa,  que na verdade são o mesmo povo, com mesmos costumes, mesma língua, com muito poucas diferenças. 

 

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Seguimos o city tour pelas ruas do centro, com seus casarios antigos, me lembrando muito Porto Alegre, e a parte antiga de Buenos Aires. passamos pelo estadio centenário, mas não pudemos ver o campo, pois só tem acesso que visita o museu do futebol, e não tínhamos tempo para isso; visitamos o parque Battle, onde fica o monumento La Carreta,  que é fantástico, e fascina pelo detalhamento. Fomos ao Mercado Agricola, que nada mais é que um mercado público, com lancherias, cafeterias, lojas de roupas, e suviners, e onde tomamos uma boa cerveja artesanal, aliás, pra quem gosta Montevideo é o lugar certo para isso, pois, possui bons bares, com uma infinidade de rótulos. 

 

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Outra explicação bacana do Guia foi sobre o nome de Montevideo, que foi dado quando o agrimensor media a região, que é o Monte VI (06) De Este a Oeste. 

 

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Seguimos para a parte chic da cidade, costeando o Rio do Prata, admirando suas Ramblas, pelos bairros de Pocitos, Punta Carretas e Carrasco, são a parte mais nova da cidade e mais bonita. Muito diferente do centro antigo, essa parte possui arquitetura moderna, e a vista das Ramblas, é linda, me fez lembrar em guardadas as proporções o Calçadão de Copacabana. Paramos no Letreiro de Montevideo para tirar fotos, e depois o Cassino.

 

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Lá pelas 18 horas voltamos ao hotel, o city tour, foi bem básico, mas da para ter uma ideia boa da cidade, que acho que para ser bem explorada precisa de uns três dias, mas como nossa passagem era rápida, estava de bom tamanho. 

 

A noite já cansados o jeito foi comprar um lanche e umas cervejas para comer no hotel, três sandwiches, uma agua, tres cervejas, R$ 100,00, comer no uruguai por menos de R$ 100,00 só com informação previlegiada. 

 

No outro dia saímos cedo para conhecer Colonia Del Sacramento, assunto para o próximo post, e a noite voltamos a Montevideo. E como era cedo, decidimos perambular pelo centro mesmo, visitamos a Fonte dos cadeados, igual ao de Gramado, na av. 18 de julho mesmo, e do lado fica uma simpatica estatua do Gardel, e procurar algum lugar para tomar uma cerveja. Ruim que poucos lugares aceitavam nossos reais, aí a dica furada. Minha sugestão é trocar por pesos mesmos, facilita que não precisa ficar convertendo toda hora que for comprar, e quanto ao cartão tinha gente reclamando que não estava sendo descontado o IVA (imposto que os estabelecimento, principalmente restaurantes, descontam, que da uma bela baixada no preço). Passamos por um bar de rock, bem estilo punk, meio sujo, e bacana, mas não pudemos ficar por não aceitar reais, acabamos em outro, bem estiloso, meio hippie chic, mas que infelizmente não peguei o nome, e acabamos tomando duas boas cervejas artesanais a Cabesas e a Volcanica. 

 

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E assim acabamos nossa rápida visita a capital do uruguai, a cidade é antiga, as ruas um tanto escuras, mas é segura, achamos tudo muito caro, daí o custo beneficio não saí tão bom assim, pois as atrações legais da cidade são caras, então se for para gastar uma grande quantidade de grana, tem outros destinos mais legais, enfim... Resumindo é impossível não comprar a com Buenos Aires, que no fim, achei BAS bem mais legal, com mais atrações e com melhor custo, se for para ir a Montevideo, é melhor levar bastante grana, e de preferencia ficar pros lados de Pocitos, Punta Cerretas e Carrasco e curtir as Ramblas que é o melhor que a cidade tem a oferecer ou se estiver de passagem por Buenos Aires, pegue o ferry boat e de uma visitada de 1 dia em Montevideo que da pra conhecer o basicão da cidade

 

Outras Fotos:

 

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Rota:

 

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Segundo dia no Uruguai, acordamos cedo, e saímos rumo a Colônia Sacramento,  2h e 30 de viagem, a mirar pelas janelas as belas paisagens do interior do Uruguai. Vastos campos e bastante gado,  me chamou atenção o fato de haver vários cataventos em casas rurais, mas não consegui descobrir se ainda são usados ou se  são apenas alguma relíquia do passado. 

 

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Chegamos a Colônia próximo ao meio-dia, a cidade é uma antiga, e seu maior atrativo é o antigo forte português dos idos de 1.600, que foi conquistado pelos espanhóis.  A parte central é bem pequena, centralizada nas ruínas do antigo forte, onde encontramos o imponente farol, à Beira do Rio da Prata, onde também existe um ferry boat que leva os turistas a Buenos Aires. O local é um encanto só, repleto de árvores de plátano, formando verdadeiros tuneis verdes em suas ruas de calçamento. 

 

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Na parte mais central, fora da fortaleza, existente inúmeros restaurantes, lojas de artesanato e outros tipos de comércio. Primeiro passamos pelo Portão de Armas, que é o pouco que restou do forte que existia ali. Fomos caminhando pelas belas  ruas da Colônia, com suas casas de pedra, todas muito antigas e bem conservadas, diversas delas bem floridas , um verdadeiro "regalo" ao visitante. Como é hora do almoço, procuramos um lugar para a refeição, meio assutados pelos preços de Montevideo, mas por incrível que pareça, mesmo sendo mais turística Colônia, tinha preço mais convidativos. Acabamos no Tascas der Sur, em uma das vielas da colônia (Rua de las Flores), lugar muito charmoso no estilo vintage/rustico, que predomina na cidade, com algumas antiguidades e velharias e a comida estava bom preço 680 pesos, 2 minutas para o casal. Escolhemos a de carne e tomamos duas boas cervejas artesanais fabricadas na Colônia. O restaurante é um charme só, além do que fomos muito bem atendidos pela proprietária e escutando um show que um artista de rua fazia em frente ao estabelecimento. 

 

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Satisfeitos com nossos almoço, saímos a perambular pelas ruas da colônia infestadas de turistas. Os casarios Antigos são uma preciosidade, pena não dar para fotografar todos, por sempre encontrarmos um turista posando para uma foto na frente deles. Curioso ter algumas pessoas vestidas com trajes de época caminhando pela cidade, não entendi qual o motivo, até uma velha senhora, toda de preto, ainda bem que minha esposa viu também, se não acharia que era uma assombração. Depois de muito tontear pela fortaleza seguimos para  a orla um local que convida ao relaxamento e ao descanso exalando calmaria. Ali ficamos curtindo, observando as ondulações do rio, até a hora de ir embora, com um certo pesar, pois, visitar Colonia, não da vontade de ir embora, por ser um lugar, repleto de história, com uma atmosfera tranquila, que nos convida a ficar. 


Outras Fotos:

 

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Rota:

 

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