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Olá viajante!

Bora viajar?

Peru, Bolívia e Chile - 28 Dias, 15 Cidades, 7.600 kms percorridos e muitas histórias para contar

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Fala galera mochileira!

 

Cheguei recentemente do meu primeiro (de muitos, eu espero...) mochilão e hoje estou aqui para começar a escrever o meu relato. Eu me sinto na obrigação de dar minha contribuição nesse fórum pois foi daqui que tirei 90% das informações que eu precisei, principalmente lendo o relato de tantos outros mochileiros que já fizeram o mesmo roteiro que o meu. Um salve especial para o rodrigovix e para a polybhh que foram os relatos de onde eu tirei muitas informações úteis para montar o meu roteiro. Quero agradecer também a todos os outros relatos que eu li, mas que dificilmente eu vou lembrar de cabeça agora (malz aê galera ::putz:: )

 

Eu não tenho palavras (mas vou tentar ter) para descrever 100% como essa viagem foi magnífica pra mim. Fazia muito tempo que sonhava em fazer um mochilão pela América do Sul, mesmo sem ter informações da maioria dos destinos que eu fui. E essa ideia começou a tomar mais forma na metade do ano passado mais ou menos. Minha namorada, que apesar de não curtir muito a ideia de fazer um mochilão, topou fácil a ideia (com algumas condições ::lol4:: ) e embarcou comigo nessa.

 

Foi aí que comecei a buscar mais informações e comecei a me encantar pouco a pouco com todos os lugares maravilhosos que visitei. E posso dizer, com certeza, que nenhum deles me decepcionou. Mesmo as cidades onde eu passei um perrengue ou outro (afinal sempre passamos), me encantaram de alguma forma. E eu quero compartilhar tudo isso aqui com vocês, caros colegas de mochila.

 

Uma das coisas que mais me preocupava era o fato da época. Fevereiro, geralmente é um mês de muita chuva em todo o Peru. E esse ano por causa do fenômeno El Niño as coisas tenderiam a se agravar. Mas, milagrosamente, o El Niño inverteu os efeitos esse ano e o Sol reinou durante praticamente toda a nossa viagem. Foi uma sorte danada. Nós arriscamos e não sofremos nem perdemos nada por causa das chuvas. Vivas à Pachamama!

 

Vou tentar colocar no relato o máximo de informações possíveis, todos os gastos, os lugares que visitei, dicas valiosas e muitas, mas MUITAS fotos. É isso que vocês podem esperar do meu relato. Mas enfim, chega de blá, blá, blá e vamos às informações que interessam.

 

ÍNDICE DOS POSTS

 

Capítulo 1 - Lima e o primeiro contato com a imensidão do Oceano Pacífico - 07/02/16

Capítulo 2 - Um mergulho no Centro Histórico de Lima - 08/02/2016

Capítulo 3 - Os encantos do Oásis de Huacachina - 09/02/2016

Capítulo 4 - Pinguins! Pinguins! Islas Ballestas, Paracas e um banho gelado no Pacífico! - 10/02/2016

Capítulo 5 - Arequipa, a apaixonante Ciudad Blanca - 11/02/2016

Capítulo 6 - Uma aula de sociologia, tradição e história. Imersos no fantástico Valle del Colca - 12/02/2016

Capítulo 7 - Yanahuara: uma charmosa face de Arequipa no dia da despedida - 13/02/2016

Capítulo 8 - Cruzando a fronteira da Bolívia: do caos de Copacabana à paz da Isla del Sol - 14/02/2016

Capítulo 9 - De Copacabana a La Paz: Se eu não morri aqui, não morro nunca mais! - 15/02/2016

Capítulo 10 - La Paz: a grande favela do mundo - 16/02/2016

Capítulo 11 - O eletrizante downhill na (literalmente) tenebrosa Carretera de La Muerte - 17/02/2016

Capítulo 12 - Deadpool à la Bolívia! - 18/02/2016

Capítulo 13 - Is this the real life? Is this just fantasy? - A magia do Salar alagado - 19/02/2016

Capítulo 14 - Vulcões, lagunas, flamingos e... neve! O espetacular Deserto de Siloli - 20/02/2016

Capítulo 15 - Chi, chi, chi! Le, le le! San Pedro de Atacama e nosso primeiro passo nas terras chilenas - 21/02/2016

Capítulo 16 - Fugidinha pra Santiago! - 22/02/2016

Capítulo 17- Pernas pra que te quero na belíssima capital Chilena - 23/02/2016

Capítulo 18 - Salúd! Brindando à vida na vinícola da Concha y Toro - 24/02/2016

Capítulo 19 - Valparaíso e Vinã del Mar: de Neruda à Cidade-Jardim - 25/02/2016

Capítulo 20 - 48h de viagem rumo à Cusco - Parte I ::ahhhh:: - 26/02/2016

Capítulo 21- 48h de viagem rumo à Cusco - Parte II :roll: - 27/02/2016

Capítulo 22 - Finalmente... CUSCO!!! - 28/02/2016

Capítulo 23 - O Vale Sagrado dos Incas - Pisac, Ollantaytambo e Chinchero - 29/02/2016

 

 

ROTEIRO

 

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O roteiro que eu fiz é o clássico de Peru, Bolívia e Chile, com algumas pequenas modificações. A chegada foi por Lima (por causa da passagem mais barata) e depois começa a fazer o círculo no sentido horário. Esse sentido é melhor porque você vai se aclimatando aos poucos: Lima no nível do mar, depois Arequipa (ou Cusco), que já é um pouco mais alta, depois La Paz, Uyuni, que é onde você pega as maiores altitudes. Dessa forma é melhor pra evitar o sorochi.

 

06/02 - Recife / São Paulo / Lima

07/02 - Lima

08/02 - Lima

09/02 - Huacachina

10/02 - Islas Ballestas / Paracas

11/02 - Arequipa

12/02 - Colca Canyon

13/02 - Arequipa / Puno

14/02 - Puno / Copacabana / Isla del Sol

15/02 - Isla del Sol / Copacabana / La Paz

16/02 - La Paz

17/02 - La Paz

18/02 - La Paz / Uyuni

19/02 - Salar de Uyuni

20/02 - Salar de Uyuni

21/02 - Salar de Uyuni / San Pedro de Atacama

22/02 - San Pedro de Atacama / Calama / Santiago

23/02 - Santiago

24/02 - Santiago

25/02 - Valparaíso / Viña del Mar

26/02 - Santiago / Calama / Arica

27/02 - Arica / Tacna / Arequipa / Cusco

28/02 - Cusco

29/02 - Cusco

01/03 - Cusco

02/03 - Cusco / Águas Calientes

03/03 - Machu Picchu / Águas Calientes / Cusco

04/03 - Cusco / Lima / São Paulo / Recife

 

"Mas Rodrigo, que danado é esse 8 aí no meio do seu roteiro? Explica pra gente!"

 

Então, normalmente o roteiro clássico, ao sair de Huacachina, passa por Cusco, Puno e vai pra Copacabana, deixando Arequipa pra ir depois de San Pedro do Atacama. Ocorre que em Machu Picchu eu queria muito fazer a Trilha Inca, que no mês de fevereiro está fechada para manutenções. Portanto eu fiz esse malabarismo todo no meu roteiro para poder começar a Trilha Inca no dia 01/03.

 

Meu roteiro ainda incluía 10 dias em Huaraz, pra fazer o Trekking de Santa Cruz. Minha namorada voltaria ao Brasil e eu continuaria por lá mais um pouco ainda. Mas no fim da viagem várias coisas foram acontecendo e eu fui ficando cansado, também, por isso eu decidi antecipar minha volta ao Brasil e deixar Huaraz para uma outra oportunidade.

 

 

PASSAGENS AÉREAS

 

Bom, pra nós que somos de Recife foi muito difícil encontrarmos uma promoção que realmente valesse a pena, como ocorre pra quem é de São Paulo. Passamos um bom tempo de olho no preço das passagens, e realmente estavam um pouco salgadas. Até que surgiu uma promoção da TAM por 28.000 milhas saindo de Recife. Foi o melhor que conseguimos. Como não tínhamos milhas suficientes, compramos as passagens através do site MaxMilhas e acabou saindo, com todas as taxas, por R$ 1.400, o que foi um preço até que razoável.

 

 

CUSTO DA VIAGEM

 

Essa questão de custos é algo muito particular, depende muito da sua disposição em abrir mão de algumas coisas. Como estava viajando com minha namorada, nós sempre nos hospedamos em hostel mas em quarto de casal, com banheiro privativo, o que acaba saindo um pouco mais caro do que pra quem fica em quarto compartilhado. Nós namoramos à distância (6h de viagem) e nos vemos somente a cada 15 dias (sim, é muito amor ::love:: ). E essa viagem foi uma oportunidade única para ficarmos mais perto um do outro. Por isso, optamos por um pouco mais de privacidade.

 

Além do mais, tiveram outras duas coisas que encareceram um pouco a viagem. Uma foi a Trilha Inca para Machu Picchu que custou U$ 325, ou, pra quem se lascou com o dólar nas alturas... R$ 1.300!!! Isso já é um custo significativo. Outra coisa, mas aí eu não tenho nenhum arrependimento, foram os gastos em restaurantes. Nós gostamos muito de comer bem, então em alguns lugares da nossa viagem (Lima e Santiago, principalmente) nós não tivemos pena e reservamos um dinheiro para conhecer alguns restaurantes badalados da cidade.

 

Mas tirando esses pontos, a nossa viagem foi no estilo mochileiro mesmo, sempre buscando gastar o mínimo possível. Então, antes de você fechar a página do navegador, continue comigo que aqui tem muita informação pra você que está indo no low-cost TOTAL, também! ::bruuu::

 

Estou anexando duas planilhas. Uma que eu fiz ANTES de viajar, com uma estimativa dos custos (que foi uma mão na roda, porque bateu certinho). E outra DURANTE a viagem com todos os custos da viagem. Foi uma planilha que eu baixei no site Viaje Sim! e que me foi muito útil durante a viagem, por isso deixo aqui os créditos ao pessoal do site. Lá inclusive tem um post que explica como usar a planilha. Pra quem é metódico igual a mim, essa planilha é o paraíso!

 

Controle de Gastos.xlsx

Roteiro.xlsx

 

Observação: Alguns custos durante a viagem, foram divididos por 2, como hospedagem, táxi, mercado, snacks, etc.

 

 

EQUIPAMENTOS E OUTROS

 

Mochila: Comprei foi uma Quechua Easy-Fit de 60L. Custou R$ 599 na Decathlon. Como eu quero fazer muitos mochilões ainda, eu preferi investir um pouco mais num equipamento um pouco melhor, que dure bastante. Não queria uma mochila que na primeira viagem já estivesse descosturando. E, pelo menos até agora, valeu muito a pena o investimento. A mochila aguentou bastante o tranco dessa viagem. Pena que em uma das esteiras de bagagem em Lima, uma das fitas de regulagem enganchou e acabou cortando uma parte :( . Mas tem conserto numa costureira. Eu não levei muita coisa e achei que o tamanho foi suficiente para essa viagem.

 

Bota: Foi outro investimento pesado que eu decidi fazer. Antes da viagem minha namorada foi pra Curitiba e achou uma bota que eu estava querendo por lá a um preço bem mais barato. A bota foi a The North Face Ultra Extreme GTX. Saiu por R$ 630 na loja física da Canyon Adventure em Curitiba. A bota é FODA! Não descosturou, é extremamente confortável, mantém seus pés secos mesmo na chuva, pois tem membrana Gore-Tex. Enfim, me apaixonei pela bota e foi o único calçado que eu usei na viagem inteira (tirando uma havaiana que usava pra ficar nos hostels). Valeu muito a pena o investimento.

 

Roupas de Frio: Tudo comprado na Decathlon. Deixei várias dilmas nessa loja pra comprar roupa segunda pele, casaco corta-vento, etc. Esperei pra comprar as coisas na Black Friday mas as promoções do site foram muito ruins e acabou saindo praticamente pelo mesmo preço que estava anteriormente.

 

Seguro de viagem: Fiz pela Mondial Seguros. Paguei cerca de R$ 200 e graças a Deus não precisei usar. Mas é recomendável ter. Nunca se sabe quando você pode precisar.

 

Certificado Internacional de Vacina: É necessário para entrar na Bolívia mas não me pediram. De qualquer forma não custa nada fazer. Basta você ir em algum posto médico da sua cidade, tomar a vacina e fazer seu cartão de viajante internacional. Aqui nessa página do Ministério da Saúde tem uma lista com todos os postos do Brasil que emitem o certificado.

 

 

O QUE EU LEVEI NA VIAGEM?

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MOCHILÃO

7 camisetas

1 camisa segunda pele (1ª camada)

1 calça segunda pele (1ª camada)

1 casaco fleece (2ª camada)

1 casaco impermeável (3ª camada)

1 calça esportiva

1 calça jeans

3 bermudas

7 cuecas

1 sunga

6 pares de meias

1 touca

1 par de luvas

1 toalha microfibra

1 bota impermeável

1 par de sandálias

1 relógio

2 cadeados TSA

Canivete suíço

Lanterna

Óculos de sol

Celular

Carregador

Adaptador universal

T (Benjamim)

Fones de ouvido

Máquina fotográfica

Lente

Disparador remoto

Cartão de memória

Tripé grande

Mini-tripé

Selfie Stick

Kit limpeza para câmera

Caneta

Caderno de anotações

Livro de palavras cruzadas

Capa de chuva para a mochila

Bastões de trekking

 

Uma dica que eu vou dar aqui e que me foi muito útil: levem aqueles saquinhos à vácuo de viagem. Coloquei cada tipo de roupa em um saco daquele: um para bermudas, outro para cuecas, meias, camisas e roupas de frio. Você bota as roupas dentro, fecha e usa um aspirador para tirar o ar. Fica bem compacto e organizado. Durante a viagem, que, óbvio, eu não tinha aspirador, o que eu fazia era sentar em cima da sacola pra tirar o máximo de ar possível e depois fechava. Dava quase a mesma coisa. Fica a dica!

 

PASTA PLÁSTICA DE DOCUMENTOS (dentro da mochila de ataque)

Cartões de embarque de voos

Pasta plástica para documentos

Cartão de Crédito Internacional (na doleira, sempre!)

Passaporte

Certificado Internacional de Vacina (ANVISA)

Seguro Saúde

Todo e qualquer comprovante/documento que eu recebesse durante a viagem

 

Peguei essa dica no relato do rodrigovix e foi de muita utilidade. Valeu, xará!

 

ITENS DE HIGIENE

2 Sabonetes

Shampoo

Protetor solar (facial e corporal)

Hidratante

Protetor labial

Repelente

Escova de dente

Creme dental

Barbeador

Espuma de barbear

Desodorante roll-on

Perfume

Lenços umedecidos

Papel higiênico

Álcool gel

Escova de cabelo

Talco para os pés

 

Usei tudo! Mas a principal dica que eu dou é: use protetor solar. Não se esqueça disso. O sol nos Andes não é brinquedo, apesar do frio enganar um pouco. Se proteja se não quiser ficar todo assado.

 

REMÉDIOS

Hidratante: Bepantol/Derma

Analgésicos e anti-térmicos: Dorflex, Tylenol, Atroveran;

Anti-alérgicos: Polaramine

Anti-inflamatórios: Nimesulida

Garganta: Benalet;

Antiácido: Luftal, Eno, Engov;

Para gripe: Trimedal e Sorine.

Para enjoos: Dramin

Kit curativo: Bandaid, Merthiolate, Gase, esparadrapo

Intestino: Floratil

Relaxante Muscular: Cataflam spray

Complexo Vitamínico: Centrum

 

Há quem ache frescura levar tantos remédios, mas eu não queria correr o risco de perder 1 dia sequer de viagem por estar mal de saúde, portanto resolvi levar um batalhão de remédios. Graças a Deus não precisei tomar nada disso, mas minha namorada (que tem a saúde mais frágil que a minha) esgotou o estoque de alguns remédios, principalmente de Floratil ::mmm: . Mas fica a dica. Levem remédios.

 

Enfim. Por enquanto é isso. Espero que vocês gostem do relato e acompanhem.

 

PRÓXIMO CAPÍTULO: Lima e o primeiro contato com a imensidão do Oceano Pacífico.

(mais uma ideia roubada do relato do rodrigovix) ::lol4::

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Prometo que no próximo final de semana eu posto mais uma parte. É que estou sem meu notebook no momento ::Ksimno::

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Capítulo 3 - Os encantos do Oásis de Huacachina - 09/02/2016

 

Acordamos super empolgados, afinal iríamos para a nossa primeira viagem de bus pelas terras peruanas e também porque estávamos super ansiosos pra conhecer o Oásis de Huacachina.

 

Fizemos o checkout no hostel (S./ 110 pra cada um) e pegamos um táxi para o terminal da Cruz del Sur (S./ 7,50 pra cada). O nosso ônibus partiria às 7h30h. Logo de cara já achei muita diferença em relação às empresas de ônibus daqui do Brasil. Lá eles são bem organizados, passam detector de metal nas bolsas. O ônibus era extremamente limpo e confortável, além de contar com serviço de bordo (sanduíche, suco e um pedaço de bolo). Enfim, fomos apreciando a paisagem e chegamos ao terminal de Ica às 13h.

 

Ao chegar em Ica, uma surpresa nada agradável: havia perdido (ou roubaram) minha carteira. Eu realmente não sei o que aconteceu, mas por "sorte" a única coisa que estava na carteira eram cerca de S./ 180 e a minha carteira de estudante da ISIC. Eu havia tirado meu cartão de crédito internacional da carteira no dia anterior. Enfim, fiquei triste na hora, mas como não tinha sido nada de mais grave, eu resolvi desencanar. Detalhe: lembrem-se bem dessa perda da carteira de estudante... ::putz::

 

Aproveitamos para comprar nossas passagens para Arequipa, já que o terminal fica um pouco distante da cidade e nós não queríamos correr o risco de não ter passagem depois. Aliás, essa foi uma estratégia que utilizamos durante toda nossa viagem. Assim que chegávamos em algum terminal de ônibus, já comprávamos a passagem para a próxima cidade. O único momento que não fizemos isso, acabamos sendo enrolados... A passagem, em ônibus-cama (160º) saiu por S./ 120.

 

Pegamos um dos táxis credenciados dentro do próprio terminal até Huacachina (S./ 5 pra cada). Gente, vocês não tem noção do trânsito caótico que é Ica. Cheio de tuks-tuks loucos e buzinando. Me senti na Índia ::lol3::

 

Chegando na cidade, depois de conversarmos com o taxista sobre o que iríamos fazer na cidade, ele nos levou na agência de turismo que tinha parceria com a Cruz del Sur. Ele disse que se você tivesse comprado uma passagem da CdS, teria um desconto no valor dos passeios. Quando entramos na agência, a mulher queria nos cobrar S./ 170 pelo passeio de Buggy + Islas Ballestas + Paracas. Como sabíamos que estávamos um pouco acima do preço, agradecemos e fomos embora. Aí quando estávamos voltando pro táxi, o motorista disse que se a gente quisesse, a moça da agência faria por S./ 140 (45 do Buggy + 95 de Paracas). Fechamos nesse preço, que foi o que queríamos. Fiquem ligado nessa jogada se forem fechar com essa agência da Cruz del Sur.

 

Estávamos morrendo de fome, então fomos fazer check-in no hotel e sair pra comer alguma coisa, afinal já era 14h30 e o passeio do Buggy saía às 15h30. Ficamos no Huacachinero pois no dia seguinte era aniversário da minha namorada e queríamos comemorar em grande estilo. O Hotel é show de bola, toda a decoração, os quartos, tudo muito bom. Por engano nos botaram num quarto com ar-condicionado ainda, não poderia ter sido melhor.

 

25915001970_aa02d8c4a2_k.jpgHotel El Huacachinero by rodrigopaulo, no Flickr

 

Demos um passeio ao redor do lago e gostamos demais da vibe do lugar. Realmente é algo que você não imagina que exista até que veja com os próprios olhos. É muito lindo o lugar. Tiramos algumas fotos, almoçamos e voltamos para sair para o passeio.

 

26121562921_f347339aaf_k.jpgHuacachina by rodrigopaulo, no Flickr

 

26121593491_771047af42_k.jpgHuacachina by rodrigopaulo, no Flickr

 

Os passeios são feitos em um buggy imenso chamado "tubulare" que cabem, ao todo, 9 pessoas. Logo na entrada das dunas você precisa pagar uma taxa de S./ 4. Em seguida o motorista começa a dirigir loucamente por todas as dunas, subindo e descendo na maior velocidade (cuidado pra não comer areia) ::lol4::::lol4::::lol4::

 

É muita adrenalina. Tem horas que você pensa que aquela porra vai virar! Mas os caras sabem o que fazem. Aí ele para em algumas dunas para você descer com a prancha. Quem tem prática pode descer em pé, mas a maioria desce ou sentado ou então deitado de bruços. Dá um medo de leve descer de bruços ahahahahaha. Mas é bem tranquilo, só você seguir as orientações do guia. No final ele leva você pra descer numa duna IMENSA (IMENSA MEMSO!), que quase que eu desistia. Teve até uma menina do nosso grupo que levou um capote ahahahaaha mas nada grave.

 

 

Depois de você ter engordado 1 kg só de comer areia (é sério, você vai ter areia até dentro do cérebro!), o motorista leva para um ponto que dá pra ver o por-do-sol. Acho que todos os guias vão para o mesmo lugar, porque fica tudo lotado. Ali dá pra você tirar algumas fotos legais das dunas. Infelizmente nesse dia o tempo estava meio nublado, acabou que o por-do-sol nem foi tão bonito assim, mas valeu o registro.

 

26161993826_64aaa415a2_k.jpgHuacachina by rodrigopaulo, no Flickr

 

Depois, ele te leva pra você ter aquela visão clássica de Huacachina, e é muito linda. Ver o oásis de cima é sem igual. Ficamos uns 10-15 minutos e depois voltamos pra cidade. Aqui eu fiz uma burrada. Eu queria tirar uma foto do oásis de noite, todo iluminado, deveria ter ficado lá em cima da duna mesmo. Mas aí como o burro aqui desceu, depois teve que subir tudo a pé. E cansa... como cansa! Mas enfim, valeu a pena a subida porque eu tirei uma das fotos mais bonitas de toda a minha viagem.

 

26162013326_6061dd3569_k.jpgHuacachina by rodrigopaulo, no Flickr

 

25585158043_0ff070b992_k.jpgHuacachina by rodrigopaulo, no Flickr

 

Aí voltamos pro hotel, tomamos um banho, nos livramos de 90% da areia que estava na nossa alma (os outros 10% estão dentro da bota até hoje e não sai, juro!). Fomos jantar no Desert Nights que é o restaurante mais badaladinho que tem lá e a comida é bem boazinha. Comemos o velho combo de hamburugesa, ensalada e papa frita com um suco e fomos dormir. Afinal, o dia seguinte seria bem puxado!

 

Ah, tinha um pessoal bem porra louca fazendo uns espetáculos na frente do Desert Nights e eu resolvi fazer um registro pra vocês sentirem um pouco da vibe ahahahahhaa

 

 

Gastos do dia:

Dragonfly Hostels (Lims) - S./110

Táxi de Miraflores até a Cruz del Sur - S./ 7,50

Água - S./ 3,50

Passagem Ica/Arequipa - S./ 120

Táxi Ica/Huacachina - S./ 5

Tour Buggy - S./ 45 + 4 (Taxas)

Tour Islas Ballestas + Paracas - S./ 95

Almoço - S./ 20

Jantar no Desert Nights - S./ 32,50

Total: S./ 442,50

 

PRÓXIMO CAPÍTULO: Pinguins! Pinguins! Islas Ballestas, Paracas e um banho gelado no Pacífico!

  • 2 semanas depois...
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Nossa mochila ostentação!!!! ::lol4::

 

mas está sensacional sua trip...supeeeer romantica!!! Vou fazer um roteiro totalmente diferente mas seu relato está muito bom!!!!! ::otemo:: aguardando as próximas paradas!!!

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Nããããããã, Rodrigo! Cheguei aqui no fim da página e percebi que não tem mais relatos! ahahaha..

 

Tá tudo absurdamente detalhado! Parabéns pela iniciativa, pela riqueza de detalhes e pela ótima escrita! Adorando os posts. Estão sendo muito úteis!

 

Grata demais! Escreve o próximo, por favor! aahahah

 

Abç.

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Eu prometo que vou escrever em breve, galera. É que depois do último capítulo fiquei meio desanimado, achando que ninguém tava acompanhando ::xiu::

 

Abraços!

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Desiste não!!! Julho to partindo!!!! não vejo a hora!!! Seu relato é ótimo amoooo ver fotos!!!! ::love::

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Esse relato vai ser dos bons, aguardando ansioso os próximos capítulos. Vou fazer uma rota bem parecida com a sua, também pretendo descer até Santiago. A proposito estou com essa curiosidade, como você fez esse trajeto Atacama>Santiago? Se você puder me adiantar vai ajudar muito mesmo. Abraço.

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Oiieeeeeee!! Que máximo esse relato.. Tá do jeito q eu gosto: muito detalhado e fotos lindas! Fiquei imensamente feliz em saber que o meu relato te ajudou de alguma forma.. não desanima não.. eu sei que não é fácil escrever um relato, mas, acredite em mim, você vai voltar e vai lê-lo muitas vezes.. é sempre bom recordar esses momentos incríveis!

Quero muito voltar..

Acompanhando!! ::otemo::

  • 2 semanas depois...
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Capítulo 4 - Pinguins! Pinguins! Islas Ballestas, Paracas e um banho gelado no Pacífico! - 10/02/2016

 

Levantamos bastante cedo nesse dia, afinal, a saída para o passeio era às 6h30. Ah, um detalhe que nesse dia era aniversário da minha namorada! Então tinha tudo pra ser um dia perfeito (e foi, graças a Deus!). O café da manhã foi um dos melhores de toda a viagem, perdendo apenas pro de Uyuni (sim, acreditem!). Tinha de tudo, frutas, cereais, suco, presunto, queijo. Era bem completo. Também pudera, pelo preço da diária tinha que ser mesmo...

 

Aproveitamos pra fazer o check-out, já que só voltaríamos ao Hotel no fim da tarde para pegarmos o ônibus rumo à Arequipa. A diária deu módicos S./ 143,50 para cada.

 

Chegamos na agência e conhecemos nossos companheiros de viagem e o nosso guia. A maioria do pessoal era meio caladão, tinha casal com filhos, não nos integramos com ninguém não, tirando um espanhol que tava fazendo o passeio sozinho, porque os irmãos não quiseram ir, muito bacana ele. Já tinha feito a maioria das cidades que nós iríamos, então nos deu várias dicas. Gente finíssima ::otemo::

 

De Huacachina até Paracas dá mais ou menos 1h de viagem. No caminho o guia foi dando algumas informações e contando um pouco sobre o que veríamos ao longo do dia.

 

Chegamos nas Docas de Paracas, que é onde tem o Museu da Reserva de Paracas e das Islas Ballestas. Aqui você tem que pagar S./ 18 de taxa para poder visitar. Existem dois tickets, um que dá direito apenas à Islas Ballestas e outro que permite também o acesso à Paracas. É bom ter atenção aqui.

 

26661091462_ab832d9da1_o.jpgPorto de Paracas by rodrigopaulo, no Flickr

 

O dia estava um pouco nublado, achávamos que iria chover mas depois o sol abril. Além disso, o guia do passeio das Islas Ballestas depois nos explicaria que naquela região chove muito pouco, porque a água ali é muito fria e contém muitos sais minerais, o que impede a evaporação e aí aquela região é muito seca. Tanto que o nome Paracas vem do quechua Paraaco onde "Para" (chuva) e "aco" (areia), ou seja, chuva de areia. Sim, mochilão também é cultura ::lol4::

 

26687648141_180b0bdb28_o.jpgParacas by rodrigopaulo, no Flickr

 

Essa explicação que o guia nos deu foi para explicar porque o Candelabro de Paracas permanece intacto até hoje, como as linhas de Nazca. Quando você vê pessoalmente, ainda que de longe, você percebe que o Candelabro é de uma areia que já ficou dura, como se fosse uma pedra, isso se deve pela falta de chuva. Acredita-se que antigamente o Candelabro servia como uma sinalização para as embarcações que chegavam à costa, já que ele pode ser visto à distância. É gigante o negócio.

 

26754722905_42b04af49b_o.jpgCandelabro de Paracas by rodrigopaulo, no Flickr

 

Depois de uns 20 minutos de barco (o barco é muito rápido, diga-se de passagem), você finalmente chega às Islas Ballestas de fato, que são três pequenas ilhas protegidas que possui um ecossistema riquíssimo, com pelicanos, pinguins, leões marinho e muitos pássaros. Eu não vou explicar muitos detalhes, vou deixar vocês apenas com as fotos, porque esse local é uma perfeição e só vendo pessoalmente para ter noção da beleza desse passeio.

 

26729326616_158d477957_o.jpgIslas Ballestas by rodrigopaulo, no Flickr

 

26754807185_a05ece594e_o.jpgIslas Ballestas by rodrigopaulo, no Flickr

 

Demos muita sorte e conseguimos avistar um pequeno grupo de pinguins que estavam por ali. O guia disse que nessa época não é muito comum ter pinguins por ali, tanto que esse foi o único grupo que vimos. Vimos é modo de falar, porque os bichos estavam tão camuflados que se o guia não tivesse nos mostrado, com certeza não teríamos percebido.

 

26481802970_f7744c0d8c_o.jpgPinguins nas Islas Ballestas by rodrigopaulo, no Flickr

 

26754842875_788036e59c_o.jpgIslas Ballestas by rodrigopaulo, no Flickr

 

Sim, isso preto na parte de cima das rochas são milhares de aves ::dãã2::ãã2::'>

 

26754883125_a837eb3c0d_o.jpgIslas Ballestas by rodrigopaulo, no Flickr

 

26148860524_9dba1c33cd_o.jpgIslas Ballestas by rodrigopaulo, no Flickr

 

26754990175_ac69b1ed42_o.jpgIslas Ballestas by rodrigopaulo, no Flickr

 

26729632406_e860feef75_o.jpgIslas Ballestas by rodrigopaulo, no Flickr

 

Você nunca será tão deboísta quanto esse leão-marinho ::lol4::

 

26729681736_0656ed10e9_o.jpgLeão Marinho nas Islas Ballestas by rodrigopaulo, no Flickr

 

26482140130_c8b372b843_o.jpgPássaros by rodrigopaulo, no Flickr

 

Há duas partes específicas das ilhas onde se concentram centenas de leões-marinho. Eles fazem um barulho ensurdecedor. Um desses é esse dessa foto, que é uma parte onde eles usam para se reproduzir e também para dar a luz aos leões-marinho bebês. Lembrem-se dessa informação, porque ela terá relevância no relato do Colca Cânion ;)

 

26688147491_3ac35171f7_o.jpgLeões-marinho bebês by rodrigopaulo, no Flickr

 

26482249270_14cb00f058_o.jpgIslas Ballestas by rodrigopaulo, no Flickr

 

Depois, cerca de 10h voltamos às docas. Aqui o guia nos deu 30 minutos para visitarmos toda a área, onde tem várias barraquinhas de artesanato, restaurantes. A gente deu uma voltinha, tiramos fotos com esses Pelicanos aí da foto que estavam dando show pros turistas e tomamos uma raspadinha de chicha morada (sim, nós ficamos viciados em chicha morada nessa viagem).

 

26729863066_501023cdbc_o.jpgPelicanos by rodrigopaulo, no Flickr

 

Em seguida começamos nosso passeio pela Reserva de Paracas, que é imeeeeeeensa. Até onde os olhos alcançam, você só consegue ver o deserto de Paracas. As paisagens são maravilhosas e, apesar de estar fazendo sol, estava fazendo um friozinho, até, por causa do vento.

 

Paramos na Catedral de Paracas. Minha namorada que é louca por igrejas (e não gosta muito de pedras), deu um pulo do carro toda empolgada achando que era alguma igreja que havia sido construída pelos Incas ::lol4:: Quando chegamos lá, na verdade era uma formação rochosa que lembrava a cúpula de uma catedral, mas que depois de um terremoto de magnitude 7.9 em 2007 desmoronou. Hoje em dia, a formação que continua é essa abaixo, mas tem uma placa lá mostrando como era antes do terremoto.

 

26149174554_e7c988c409_o.jpgCatedral de Paracas by rodrigopaulo, no Flickr

 

26755264585_cf52b2e0cb_o.jpgParacas by rodrigopaulo, no Flickr

 

Depois seguimos rumo à Playa Roja, que possui areia numa coloração vermelha. A praia é uma área de preservação ambiental, então não se pode sequer pisar na áreia, quiça tomar banho. Mas vale a pena o registro.

 

26151532393_5296bc8a8a_o.jpgPlaya Roja em Paracas by rodrigopaulo, no Flickr

 

Em seguida o guia nos leva a um pequeno vilarejo onde tem alguns restaurantes onde você pode almoçar. Todos os guias levam os turistas pra esse mesmo local. É muito pega turista. O nosso guia, que devia ter esquema com o restaurante, disse que se ficássemos ali, ganharíamos Pisco Sour de brinde. Como nós já havíamos lido sobre esses restaurantes, sabíamos já de tudo, mas, afinal, era aniversário da minha namorada e queríamos aproveitar aquele momento.

 

É um vilarejo que não possui luz elétrica, então, todos os produtos são frescos, trazidos dos barcos de pesca que ficam por ali. Não sei se essa história era verdade ou apenas uma forma de vender mais. No entanto eu posso dizer com toda certeza que esse foi, de longe, o melhor ceviche que comi durante toda a viagem. Ali, na beira do oceano pacífico, admirando a beleza do deserto de Paracas, regado à pisco sour. Olha, daria tudo pra ter aquele momento ali de volta agora :( Deixou saudades! O almoço custou S./ 38,50 pra cada

 

26687595961_14d808ec23_o.jpgCeviche de frutos do mar by rodrigopaulo, no Flickr

 

O nosso passeio incluía uma visita à uma praia cujo nome eu esqueci. Aí uma das pessoas que estavam no grupo chegou pra nos dizer que o guia nos levaria em outra praia, mais tranquila e melhor para o banho, por mais S./ 10 por pessoa e que todo mundo já tinha topado e que só faltava nós dois dizermos que sim, pois todo mundo teria que topar pra ele levar. Nós nem estávamos a fim de tomar banho nem nada, mas ficamos na merda por termos sido as últimas pessoas a serem perguntadas. Ou seja, se disséssemos que não queríamos, ninguém ia. Aí diante dessa coação, nós topamos. Até hoje eu me pergunto se aquela diaba já não estava má comunada com o guia e foi com esse mesmo papinho pra todo mundo do grupo... Mas enfim, pagamos o valor e fomos.

 

No caminho passamos pela praia que fazia parte do pacote, e realmente o guia tinha razão, era muito farofada. Não era um lugar muito legal não. Depois de uns 15 minutos de carro chegamos à Playa de la Mina. A praia era muito bacana. Não era tão lotada quanto a outra e a água parecia mais limpa, mas não tinha nada de água cristalina. Acho que eles não conhecem as praias de água cristalina brasileiras ::putz::

 

Mas o local era bacana. Não tiramos fotos mas tomamos banho. Afinal, não podíamos ter feito um mochilão e sequer ter nos banhado no Oceano Pacífico né? Friooooooooooo do cacete!!! ::Cold::::Cold::::Cold:: Nunca vi uma praia com água tão gelada quanto aquela. Mesmo depois que você entra é difícil de se acostumar com a temperatura. Ficamos por ali por mais 1h e demos uma pressinha no guia, afinal teríamos que estar no terminal em Ica às 19h.

 

Gente, aqui rolou uma leve tensão, porque chegamos em Huacachina acho que era 18h15 mais ou menos. Tomamos um banho correndo e pegamos um táxi rumo à rodoviária (S./ 10), chegamos bem em cima, mas não perdemos o ônibus. Aqui um ponto triste: Achamos que íamos chegar cedo de Paracas e aproveitar o resto do dia na piscina do hotel, mas o plano foi frustrado. Resultado, sequer experimentamos aquele piscinão do relato anterior :cry:

 

Embarcamos no ônibus, comemos nosso jantar (thanks, Cruz del Sur) e seguimos viagem rumo à Arequipa.

 

Gastos do dia:

Hotel Huacachinero - S./143,50

Entrada nas Islas Ballestas - S./ 18

Raspadinha - S./ 6

Almoço - S./ 38,50

Playa de La Mina - S/10

Táxi até o terminal da CDS - S./ 5

Água - S. 3,50

Total: S./ 224,0

 

PRÓXIMO CAPÍTULO: Arequipa, a apaixonante Ciudad Blanca.

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