Sou Murilo Coelho, conhecido por Violeiro. Tecnicamente sou Acadêmico de Direito, Assessor Jurídico Ambiental e tenho projetos sociais de Educação Ambiental, com atuação na região de Caldas Novas-GO.
Sempre fui apaixonado por viagens e quando comecei a estudar apaixonei-me por geografia e história, percebemos que podemos viajar milhares de quilômetros sem sair do lugar pelas páginas de um livro.
Ingressei na faculdade de Direito na atual PUC - GO e conheci a pesquisa científica, instigante como física quântica.heheheh
Criei uma tese de Resfriamento das Águas Termais de Caldas novas, a qual se formou o objeto de minha monografia.
BOm, deixando de lado minhas peculiaridades subjetivos vamos ao que interessa.
Moro Goiânia, até Alto Paraíso de Goiás são aproximadamente 425km. O que seria aproximadamente 6 horas de viagem de Carro. Saí dia 29 de Junho de 2009.
Minha família tem um Buffet Infantil, o qual eu trabalho para conseguir dinheiro para minhas viagens (que não são poucas, porém a maioria dentro do estado). Já cheguei a viajar por um período de um ano, entre terça e quinta feira, divulgando meus trabalhos ambientais e levando a cultura pela Viola Caipira hehehe.
Olha a Danada:
Bom, no dia anterior trabalhei até aproximadamente 2 horas da manhã, e ainda extasiado com a viagem que faria no dia seguinte, ainda por cima dirigindo, mal consegui dormir.
O despertador tocou ás 4 horas da amnhã husdaufhsdfasusa, e aquela preguiça danada que foi vencida pela ansiedade de chegar em um vale sagrado me acordou.
Não consegui passar do Distrito Federal antes do Horário de pico, o que me atrasou em quase 2 horas, totalizando quase 7 horas de viagem.
Quando nos aproximamos da região fomos surpreendidos pela paisagem magnífica, frisado pelo sol baixo.
Passamos por uma pequena cidade que se chama São João D' Aliança, poucos quilômetros antes de Alto Paraíso. Dias Antes havia ligado em postos da cidade para checar exatamente qual o valor do combustível para fazer economia, afinal de contas sou totalmente quebrado uhsdafhusdfa. Constatei que na cidadezinha estava mais caro que Alto Paraíso, e por míseros trocados deixei para abastecer mais a frente, pois havia pouco menos de meio tanque udfahusdfsaf
Pobre é fogo
Como todo bom turista fui lendo as placas com atenção. Li Cachoeira Macaquinhos. Na minha pesquisa que realizava há 1 mês consegui juntar algumas fotos das principais cachoeiras e então resolvi dar um pulinho nessa tal cachoeira. Quando entrei na estrada de terra achei que alguns poucos quilômetros seriam suficiêntes para chegar na tal cachoeira. Lêdo Engado. Fui encontrando algumas pessoas no caminho e cada uma falava que estava distante, mas como já estava mais pra lá do que pra cá resolvi continuar.
A estrada não era como um tapete, mas ao menos não havia barro então fui adentrando, de olho no combustível abaixando duafhudasf.
Quando registrei uns trinta quilômetros calculei que poderiamos andar mais uns 5 km no máximo, pois deveríamos voltar ao asfalto e ainda seguir 25 km até Alto Paraíso.
As pessoas que moram nessas regiões são bem carentes, mas muito simpáticos e prestativos. Quando parei em uma fazenda, já agoniado perguntei à um senhor sentado e fumando um cigarro de palha (muito comum na região, para espantar mosquitos). Dissem-me que morava na região desde os quinze anos e nunca visitou a cachoeira, então o mais irreverente, porém de fase, Pablo Pereira (que não trazia contrabando da Bolívia mas curtia um Faroeste caboblo) dsuafhsdufa gritou:
Danou-se, O velho mora há 80 anos e nunca foi na cachoeira, deve estar longe pra caramba. udsfahdfa
Bom é uma pena que o sotaque de goiâno não seja possível de ser reproduzido, mas todos o imaginam, rsrssr e ficou um tal de "QUE TREM LONGE" !!!!!!!!!!!!!!!1
Resolvemos Voltar, pra quem viajava com orçamento curto já foi o primeiro Baque da viagem.
Chegamos então em Alto Paraíso de Goiás, quando desci do carro e pisei no chão da cidade senti algo Místico (sem pensamentos maliciosos por favor hehehe). A cidade é dotada de uma tranquilidade e energia incríveis, e olha que nem sou rippie.
O que tem de gringo não é brincadeira, tanto morando quanto viajando. Fomos a um restaurante que tinha estendida uma bandeira da França, logo pensei, esse não é do meu nipe, mas como estávamos com mmmmmmmuuuuuuuuuuuuiiiiiiitttttttaaaaaaaaaaaaa fome o Pereira foi chegar. Saiu com o Valor de aproximadamente 40 reais duafhusdfasf.
BOm Aqui em Goiás tudo é muito barato, e se espera comer bem e talvez com uma bebida por 10 ou 15 reais (mochilão contido hehehe pra não abaixar o nível). Então fomos a um restaurante que não apresentrutura confiável, nem me lembro o nome, mas é na avenida do Banco do Brasil. Pagamos uns 15 reais pelo almoço e então pensamos, Vamos ficar por aqui? Acampar? Hotel? BOm acho que o Orçamento do Pereira era de uns 250 ou 300 reais, então optamos por seguir para São Jorge, que é o Portal de Entrada para a Chapada dos Veadeiros.
Pegamos a estrada que é repleta de costelas de Vaca, udafhudsfas, pra quem vai com carro de passeio dá uma dó no coração. Vimos no meio do Caminho uma Plaquinha para o Vale da Lua. Mal sabíamos como as pessoas daquele lugar iriam mudar nossas vidas. Não sei a do Pablo e da minha Tia, mas a minha mudou para sempre e os terei no coração até que eu pereça heheheh.
Quando Chegamos estacionamos embaixo de umas árvores (pela quantidade seria uma piada se não encontrássemos árvores) hhehehehe e lemos a placa que estavam acabando de colocar (Preço de Entrada 5 reais). Quando olhei pra casa que estava recém construída, sem acabamento, nos tijolos mesmo e um bar também em construção, pensei comigo, vamos entrando, se eles cobrarem nós pagamos.
Mal demos um passo veio uma Figura, o Robson, que recebeu de nós todos e adentramos na tão famoso VALE DA LUA, que foi alvo até de uma visita do Jornalista-Comediante Danilo Gentilli do programa da BAND Custe o que Custar (CQC).
A trilha é muito tranquila, não sei exatamente a metragem entre o local onde deixamos os carros até o início da formação rochosa, mas deve ser algo em torno de 300 a 500 metros.
[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20091204145407.jpg 500 375 Legenda da Foto]Casa do Robson, com vista Incrível [ ].[/picturethis]
[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20091204145540.jpg 500 375 Legenda da Foto]Primeira Visão Do VALE DA LUA. [ ].[/picturethis]
Minha primeira reação foi de perplexidade, ao contrário de Minha Tia e o Pereira, não tive a reação de turista de ficar deslumbrado com a beleza instantânea do Local, Pensei comigo quantos milhões de anos foram necessarios para moldar essas rochas e deixar esta característica. Esta reflexão me acompanhou durante toda a Viagem, todos os dias antes de dormir tinha meu momento reflexão geológica.
Passados os primeiros calafrios com tamanha beleza resolvemos andar um pouco e descobrimos que há uma área plana de rochas do tamanho de um campo de futebol, cercada de pedras mais altas ou mais baixas. Há pedras com mais de oito metros de altura. Incrível.
Ao descermos, pulando mesmo, de pedra em pedra, bastante arriscado, pois existem fendas de até quatro metros de profundidade, podendo fazer com que um turista deslumbrado caia ou quebre á perna ou o pé, então não reajam como reagimos e bastante atenção ao caminhar.
Uma característica bastante interessante da região é que os dias não são tão quentes como em Goiânia e Brasília, devido à flora abundante. As noites (para a opinião de um goiano, que não é acostumado com o frio) são geladas, heheheh vale considerar que dormimos em barracas.
Bom quando voltamos encontramos o Robson arrumando lenha para fazer a fogueira, então tivemos a idéia de pedir a ele para que pudessemos armar nossas barracas perto das árvores. Ele pensou um pouco, acho que imaginado se ia ou não com a nossa cara. Disse que poderíamos armar na latera, do lado do banheiro. Então nem comentamos de valores, estavamos extremamente exaustos depois da viagem, combinada com o "Le PAKUR" que eu e o Pereiraa fizemos udafhusdfuasfsuahu.
Ajudamos ele a armar a fogueira e revelamos que tocavamos instrumentos musicais. Eu toco Viola Caipira e Violão e o Pereira Violão. Eu sou Apaixonado em Música de Raiz, na Viola Caipira, aguento um sertanejo no violão e Apaixonado em Rock Nacional. Pereira é mais sertanejão mesmo, mas em GOiás o Povo adora udsafdfa.
Na Barraca Grande Ficamos eu e minha Tia e na Pequena o Pereira. Bom vale lembrar que o pereira ficou em desnível e dormia com a cabeça virada para a entrada da barraca (o que é altamente desaconselhável em uma região com tantos animais silvestres).
Após montarmos as barracas acompanhamos o Pôr do Sol. Sem Comentários
Ao redor da fogueira tocamos algumas músicas e bebemos um vinho que a esposa do Robson havia nos oferecido. Neste Momento começamos a perceber que estavam nos recepcionando muito bem, estavamos sendo tão bem tratados como as pessoas da família, iniciava-se uma amizade.
No diálogo Robson nos revelou que a entrada do Parque não era cobrada, porém havia a necessidade da contratação de um Guia. Ele conhecia um, mas o guia atendia pelo nome de TRAÍRA (é um peixe que se aproxima da presa, ganha sua confiança e assim a ataca com seus dentes afiados), que na gíria goiana significa pessoa em que não se pode confiar. Bom estranhamos o nome e perguntamos o motivo do apelido. Não nos foi revelado e ficamos com o pé atrás desde então, mas não iriamos rejeitar o guia se foi tão bem indicado.
Acerca de eventos ufológicos (extra-terrestres) hehhehe me considero um estudioso no ramo. Reuno informações e documentos sobre atividade ufológica e tiro minhas próprias conclusões, sem acreditar em céticos ou afixonados. Deixemos o mérito desta questão para o fórum de outra comunidade kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Mas Robson me disse que ele próprio já viu luzes que se moviam pela mata e que seu sogro já tivera uma experiência mais aprofundada. Seguindo diretamente para as mesmas histórias de todo acampamento, de onças e tal. Pereira ficou meio balançado, pois foi dormir sozinho, apesar de ter 1,90 de altura ou mais hehehehe.
Fomos dormir, encerrando o dia que consideramos cansativo, porém mais tarde descobririamos que foi o dia mais tranquilo.
Gastos: Combustível, que deu aproximadamente 80 reais por pessoa
15 reais de almoço de Cada
20 reais de Compras, para lanches durante a trilha do dia seguinte
5 reais de Entrada
Total por pessoa 40 reais, pois o combustível foi dividido no final.
Olá Galera
Sou Murilo Coelho, conhecido por Violeiro. Tecnicamente sou Acadêmico de Direito, Assessor Jurídico Ambiental e tenho projetos sociais de Educação Ambiental, com atuação na região de Caldas Novas-GO.
Sempre fui apaixonado por viagens e quando comecei a estudar apaixonei-me por geografia e história, percebemos que podemos viajar milhares de quilômetros sem sair do lugar pelas páginas de um livro.
Ingressei na faculdade de Direito na atual PUC - GO e conheci a pesquisa científica, instigante como física quântica.heheheh
Criei uma tese de Resfriamento das Águas Termais de Caldas novas, a qual se formou o objeto de minha monografia.
BOm, deixando de lado minhas peculiaridades subjetivos vamos ao que interessa.
Moro Goiânia, até Alto Paraíso de Goiás são aproximadamente 425km. O que seria aproximadamente 6 horas de viagem de Carro. Saí dia 29 de Junho de 2009.
Minha família tem um Buffet Infantil, o qual eu trabalho para conseguir dinheiro para minhas viagens (que não são poucas, porém a maioria dentro do estado). Já cheguei a viajar por um período de um ano, entre terça e quinta feira, divulgando meus trabalhos ambientais e levando a cultura pela Viola Caipira hehehe.
Olha a Danada:
Bom, no dia anterior trabalhei até aproximadamente 2 horas da manhã, e ainda extasiado com a viagem que faria no dia seguinte, ainda por cima dirigindo, mal consegui dormir.
O despertador tocou ás 4 horas da amnhã husdaufhsdfasusa, e aquela preguiça danada que foi vencida pela ansiedade de chegar em um vale sagrado me acordou.
Não consegui passar do Distrito Federal antes do Horário de pico, o que me atrasou em quase 2 horas, totalizando quase 7 horas de viagem.
Quando nos aproximamos da região fomos surpreendidos pela paisagem magnífica, frisado pelo sol baixo.
Passamos por uma pequena cidade que se chama São João D' Aliança, poucos quilômetros antes de Alto Paraíso. Dias Antes havia ligado em postos da cidade para checar exatamente qual o valor do combustível para fazer economia, afinal de contas sou totalmente quebrado uhsdafhusdfa. Constatei que na cidadezinha estava mais caro que Alto Paraíso, e por míseros trocados deixei para abastecer mais a frente, pois havia pouco menos de meio tanque udfahusdfsaf
Pobre é fogo
Como todo bom turista fui lendo as placas com atenção. Li Cachoeira Macaquinhos. Na minha pesquisa que realizava há 1 mês consegui juntar algumas fotos das principais cachoeiras e então resolvi dar um pulinho nessa tal cachoeira. Quando entrei na estrada de terra achei que alguns poucos quilômetros seriam suficiêntes para chegar na tal cachoeira. Lêdo Engado. Fui encontrando algumas pessoas no caminho e cada uma falava que estava distante, mas como já estava mais pra lá do que pra cá resolvi continuar.
A estrada não era como um tapete, mas ao menos não havia barro então fui adentrando, de olho no combustível abaixando duafhudasf.
Quando registrei uns trinta quilômetros calculei que poderiamos andar mais uns 5 km no máximo, pois deveríamos voltar ao asfalto e ainda seguir 25 km até Alto Paraíso.
As pessoas que moram nessas regiões são bem carentes, mas muito simpáticos e prestativos. Quando parei em uma fazenda, já agoniado perguntei à um senhor sentado e fumando um cigarro de palha (muito comum na região, para espantar mosquitos). Dissem-me que morava na região desde os quinze anos e nunca visitou a cachoeira, então o mais irreverente, porém de fase, Pablo Pereira (que não trazia contrabando da Bolívia mas curtia um Faroeste caboblo) dsuafhsdufa gritou:
Danou-se, O velho mora há 80 anos e nunca foi na cachoeira, deve estar longe pra caramba. udsfahdfa
Bom é uma pena que o sotaque de goiâno não seja possível de ser reproduzido, mas todos o imaginam, rsrssr e ficou um tal de "QUE TREM LONGE" !!!!!!!!!!!!!!!1
Resolvemos Voltar, pra quem viajava com orçamento curto já foi o primeiro Baque da viagem.
Chegamos então em Alto Paraíso de Goiás, quando desci do carro e pisei no chão da cidade senti algo Místico (sem pensamentos maliciosos por favor hehehe). A cidade é dotada de uma tranquilidade e energia incríveis, e olha que nem sou rippie.
O que tem de gringo não é brincadeira, tanto morando quanto viajando. Fomos a um restaurante que tinha estendida uma bandeira da França, logo pensei, esse não é do meu nipe, mas como estávamos com mmmmmmmuuuuuuuuuuuuiiiiiiitttttttaaaaaaaaaaaaa fome o Pereira foi chegar. Saiu com o Valor de aproximadamente 40 reais duafhusdfasf.
BOm Aqui em Goiás tudo é muito barato, e se espera comer bem e talvez com uma bebida por 10 ou 15 reais (mochilão contido hehehe pra não abaixar o nível). Então fomos a um restaurante que não apresentrutura confiável, nem me lembro o nome, mas é na avenida do Banco do Brasil. Pagamos uns 15 reais pelo almoço e então pensamos, Vamos ficar por aqui? Acampar? Hotel? BOm acho que o Orçamento do Pereira era de uns 250 ou 300 reais, então optamos por seguir para São Jorge, que é o Portal de Entrada para a Chapada dos Veadeiros.
Pegamos a estrada que é repleta de costelas de Vaca, udafhudsfas, pra quem vai com carro de passeio dá uma dó no coração. Vimos no meio do Caminho uma Plaquinha para o Vale da Lua. Mal sabíamos como as pessoas daquele lugar iriam mudar nossas vidas. Não sei a do Pablo e da minha Tia, mas a minha mudou para sempre e os terei no coração até que eu pereça heheheh.
Quando Chegamos estacionamos embaixo de umas árvores (pela quantidade seria uma piada se não encontrássemos árvores) hhehehehe e lemos a placa que estavam acabando de colocar (Preço de Entrada 5 reais). Quando olhei pra casa que estava recém construída, sem acabamento, nos tijolos mesmo e um bar também em construção, pensei comigo, vamos entrando, se eles cobrarem nós pagamos.
Mal demos um passo veio uma Figura, o Robson, que recebeu de nós todos e adentramos na tão famoso VALE DA LUA, que foi alvo até de uma visita do Jornalista-Comediante Danilo Gentilli do programa da BAND Custe o que Custar (CQC).
A trilha é muito tranquila, não sei exatamente a metragem entre o local onde deixamos os carros até o início da formação rochosa, mas deve ser algo em torno de 300 a 500 metros.
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Minha primeira reação foi de perplexidade, ao contrário de Minha Tia e o Pereira, não tive a reação de turista de ficar deslumbrado com a beleza instantânea do Local, Pensei comigo quantos milhões de anos foram necessarios para moldar essas rochas e deixar esta característica. Esta reflexão me acompanhou durante toda a Viagem, todos os dias antes de dormir tinha meu momento reflexão geológica.
Passados os primeiros calafrios com tamanha beleza resolvemos andar um pouco e descobrimos que há uma área plana de rochas do tamanho de um campo de futebol, cercada de pedras mais altas ou mais baixas. Há pedras com mais de oito metros de altura. Incrível.
Ao descermos, pulando mesmo, de pedra em pedra, bastante arriscado, pois existem fendas de até quatro metros de profundidade, podendo fazer com que um turista deslumbrado caia ou quebre á perna ou o pé, então não reajam como reagimos e bastante atenção ao caminhar.
Uma característica bastante interessante da região é que os dias não são tão quentes como em Goiânia e Brasília, devido à flora abundante. As noites (para a opinião de um goiano, que não é acostumado com o frio) são geladas, heheheh vale considerar que dormimos em barracas.
Bom quando voltamos encontramos o Robson arrumando lenha para fazer a fogueira, então tivemos a idéia de pedir a ele para que pudessemos armar nossas barracas perto das árvores. Ele pensou um pouco, acho que imaginado se ia ou não com a nossa cara. Disse que poderíamos armar na latera, do lado do banheiro. Então nem comentamos de valores, estavamos extremamente exaustos depois da viagem, combinada com o "Le PAKUR" que eu e o Pereiraa fizemos udafhusdfuasfsuahu.
Ajudamos ele a armar a fogueira e revelamos que tocavamos instrumentos musicais. Eu toco Viola Caipira e Violão e o Pereira Violão. Eu sou Apaixonado em Música de Raiz, na Viola Caipira, aguento um sertanejo no violão e Apaixonado em Rock Nacional. Pereira é mais sertanejão mesmo, mas em GOiás o Povo adora udsafdfa.
Na Barraca Grande Ficamos eu e minha Tia e na Pequena o Pereira. Bom vale lembrar que o pereira ficou em desnível e dormia com a cabeça virada para a entrada da barraca (o que é altamente desaconselhável em uma região com tantos animais silvestres).
Após montarmos as barracas acompanhamos o Pôr do Sol. Sem Comentários
Ao redor da fogueira tocamos algumas músicas e bebemos um vinho que a esposa do Robson havia nos oferecido. Neste Momento começamos a perceber que estavam nos recepcionando muito bem, estavamos sendo tão bem tratados como as pessoas da família, iniciava-se uma amizade.
No diálogo Robson nos revelou que a entrada do Parque não era cobrada, porém havia a necessidade da contratação de um Guia. Ele conhecia um, mas o guia atendia pelo nome de TRAÍRA (é um peixe que se aproxima da presa, ganha sua confiança e assim a ataca com seus dentes afiados), que na gíria goiana significa pessoa em que não se pode confiar. Bom estranhamos o nome e perguntamos o motivo do apelido. Não nos foi revelado e ficamos com o pé atrás desde então, mas não iriamos rejeitar o guia se foi tão bem indicado.
Acerca de eventos ufológicos (extra-terrestres) hehhehe me considero um estudioso no ramo. Reuno informações e documentos sobre atividade ufológica e tiro minhas próprias conclusões, sem acreditar em céticos ou afixonados. Deixemos o mérito desta questão para o fórum de outra comunidade kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Mas Robson me disse que ele próprio já viu luzes que se moviam pela mata e que seu sogro já tivera uma experiência mais aprofundada. Seguindo diretamente para as mesmas histórias de todo acampamento, de onças e tal. Pereira ficou meio balançado, pois foi dormir sozinho, apesar de ter 1,90 de altura ou mais hehehehe.
Fomos dormir, encerrando o dia que consideramos cansativo, porém mais tarde descobririamos que foi o dia mais tranquilo.
Gastos: Combustível, que deu aproximadamente 80 reais por pessoa
15 reais de almoço de Cada
20 reais de Compras, para lanches durante a trilha do dia seguinte
5 reais de Entrada
Total por pessoa 40 reais, pois o combustível foi dividido no final.