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Tailândia - Guia de Informações

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Tailândia - Informações Gerais

 

 

A Língua

 

Os tailandeses são muito orgulhosos da sua língua.

Como património artístico e cultural, muitos consideram a língua tailandesa como o símbolo da soberania e da independência do país.

 

Dada a influência da antiga língua chinesa, a língua tailandesa consiste fundamentalmente em palavras monossilábicas.

 

Sucessivamente adaptaram-se vocábulos de origem Khmer enquanto que as palavras de duas ou mais sílabas atribuem-se à influência do Sancrito e do Pali. O tailandês actual é, deste modo, o resultado de séculos de desenvolvimento e maturidade e fala-se em todo o reino.

 

Com 44 consoantes, 32 vocais e 5 sotaques, é uma forma escrita que tem as suas origens na Índia e como segunda língua não é fácil de aprender.

 

Afortunadamente, o inglês fala-se e entende-se amplamente, particularmente em Bangkok onde é a maior língua comercial. É difícil traduzir as palavras tailandesas para o alfabeto ocidental.

 

O País

 

O Reino da Tailândia estende-se por uma superfície total de 513.000 quilómetros quadrados (198.000 milhas quadradas) e situa-se na parte central da península indochina, a meio caminho entre a China e a Índia.

 

O território caracteriza-se por quatro regiões diferentes, cada uma das quais oferece ao viajante a possibilidade de viver experiências e descobrimentos excitantes. O norte domina-se pela activa cidade de Chiang Mai, bosques exóticos e pelas suas tribos. As planícies do centro são na maior parte férteis terrenos agrícolas e a zona da antiga capital Lop Buri, com as suas ruínas que se remontam ao império Kmer. O nordeste é um altiplano árido que oferece esplêndidas vistas sobre as montanhas do norte e sobre o vale do rio Mekong.

 

A península ao sul é a jóia da coroa: florestas tropicais e pomares de mangas onde se podem encontrar animais selvagens e algumas das praias e ilhas mais belas do mundo que fizeram da Tailândia o símbolo no planeta da beleza aínda intacta.

 

 

População

 

Definida no passado como a "Terra dos Livres", nos últimos anos, a Tailândia conquistou a reputação mundial de "Terra do Sorriso" , graças à filosofía e ao espírito acolhedor dos seus 60 milhões de habitantes.

 

A Tailândia é também a terra de inúmeros grupos étnicos e excepto os povos das tribos das colinas, todos falam o thai apenas com algumas variações de dialecto regionais e todos vivem numa completa harmonia sócio-cultural. A maior parte da povoação provém do grupo étnico Thai, mas dada a história do território como ponto de entrada migratória, a Tailândia é a pátria dos Thai Yai do Burma, dos Thai Lue do Yunnan e dos Thai Song Dam do Vietname.

 

Há também comunidades de chineses Haw, cambojanos, índios, laos, mon, malesianos, e vietnamitas. Mais de 750.000 pessoas de 11 diferentes grupos étnicos das colinas vivem na montanhosa e luxuosa zona ao leste do país e nas fronteiras do norte.

 

A maior e mais conhecida tribo é representada pelos Karens, provenientes do próximo Myanmar. Aproximadamente 300.000 Karens estão espalhados em 15 províncias, falam uma língua sino-tibeta e praticam essencialmente a agricultura nas colónias deles ao longo dos pendeios dos vales. Conforme o grupo a que pertencem, os Karens praticam a religião budista, cristã ou animista.

 

A capital norte de Chiang Mai e a cidade de Chiang Rai e Mae Hong Son representam os sitios ideais para fazer uma viagem até as montanhas vizinhas e conhecer muitas dessas coloridas, fascinantes e amistosas tribos. Estas tribos desempenham um papel importante oferecendo a cada região uma própria e única identidade. As zonas montanhosas no norte são povoadas pelas coloridas tribos das colinas e das planícies. O nordeste é estreitamente ligado aos laços culturais de Laos e da Camboja.

 

As planícies centrais, as terras de arroz, são o berço da civilização Thai. Ao longo da península do sul o elemento Malaisiano-Musulmao na povoação confere à região um sabor cultural único especial. Para o viajante ansioso por explorar as divergências étnicas, religiosas, alimentares e culturais dos povos asiáticos do sudeste, não há sítio mais variado que o centro multicultural da Tailândia.

 

 

Clima

 

Na Tailândia existem dois tipos diferentes de clima: um tropical, típico da maior parte do país e o outro tropical monsónico nas regiões do sul e sudeste.

O clima tropical da Tailândia, caracterizado por três estações, é suave durante todo o ano e particularmente aconselhável para todos os que amam o sol.

A estação quente dura de Fevereiro até Maio, a estação das chuvas de Junho até Outubro e a estação fria de Novembro até Janeiro.

 

As temperaturas não alcançam nunca altos extremos e variam de um máximo de 35º centígrados em Abril a um mínimo de 20º centígrados em Dezembro.

 

As chuvas da estação da monção podem resultar significativamente pesadas e raramente longas e cada dia termina normalmente com um pôr do Sol espectacular.

 

Religião

 

O budismo foi introduzido pela primeira vez na Tailândia no ano 329 aC. e no decorrer dos séculos conseguiu uma grande popularidade graças aos seus princípios de tolerância e liberdade individual que se integram bem com o espírito da caridade e liberdade próprio dos tailandeses.

 

Fundamentalmente, o budismo é um estilo de vida empírico, livre de dogmas e baseia-se na flexibilidade moral, ética e filosófica na qual cada um pode encontrar o caminho até à própria salvação.

 

Com mais de 90% de sequazes, a religião do budismo Therevada (uma ramificação do budismo Hinayana) é a força mais potente da cultura nacional. Em linha com as doutrinas do budismo, os tailandeses amam a paz e crêem sempre no ideal da liberdade religiosa.

 

Assim, as minorias de muçulmanos, hindus e sikhs seguem livremente as suas respectivas fés. Dos tempos da era Sukothai, o budismo tem-se convertido numa força cada vez maior na Tailândia.

 

O budismo continua a exercer uma forte influência na vida quotidiana; os monges antigos são altamente respeitados e os templos e os wat das cidades e aldeias representam o centro da vida social e religiosa. A meditação, um dos aspectos mais populares do budismo, pratica-se regularmente tanto pelos monges como pelo povo.

 

Os visitantes podem aprender os conhecimentos rudimentares da meditação em muitos centros em Bangkok ou em qualquer parte do país.

 

História

 

Desde os primeiros indícios da florescente civilização do Bronze em Ban Chiang, aldeia pré-histórica no nordeste do país, a história da Tailândia tem sido tudo menos monótona.

 

Da China, através dos fertéis vales do rio Mekong, Monaci, Khmers e Thais povoaram gradualmente a terra hoje em dia conhecida como a Tailândia.

 

No século XI, os Khmers representavam a força dominante.

Este poder durou até o século XII quando os Thai começaram a construir as pequenas aldeias de Lanna, Phayao e Sukhothai. Pouco depois, dois chefes guerreiros Thai rebelaram-se contra os Khmers e fundaram o primeiro estado independente Thai perto de Sukhothai, ou literalmente "O nascer da felicidade".

 

Desde Sukhothai começou a expansão ao longo da margem do rio Chao Phraya e o budismo Theravada constituiu a mais divulgada religião Thai. Sukhothai passou por um período de declinio e foi conquistada pelo jovem, dinâmico reino dos Ayutthaya.

 

 

A dinastia dos Ayutthaya reinou sem oposição no centro da Tailândia como o estado mais potente da Ásia do sudeste durante 34 reinos até 1767 quando foi vencida pela invasão dos exércitos burmeses. Não obstante, com o passar dos meses, o Rei Taksin conseguiu repelir a invasão burmesa. O Rei Taksin mandou construir uma outra capital em Thon Buri desta forma dando vida ao período Rattanakosin que reina ainda hoje.

 

Em 1782 o Rei Rama I, o primeiro rei da actual dinastia Chakri, estabeleceu a sua nova capital à beira do rio de uma aldeia chamada Bangkok (Aldeia das ameixas selvagens). No decorrer dos seguintes duzentos anos, os monarcas Chakri Re Mongkut (Rama IV) que reinou do 1851 até ao 1868 e o seu filho, Re Chulalongkorn (Rama V) que reinou do 1868 até ao 1910, são ainda hoje profundamente respeitados para terem preservado o país da colonização e terem modernizado o mesmo.

 

Desde 1932 a Tailândia tornou-se uma monarquia constitucional. O actual monarca, a Sua Majestade o Rei Bhumibol Adulyadej é no mundo o monarca que tem reinado mais tempo e o mais amado pelos seus súbditos. Ele tem dedicado a sua vida ao melhoramento da qualidade de vida na Tailândia.

 

Arquitetura

 

A tradicional arquitetura Thai é quase exclusivamente dominada pela religião. Os arquitetos crêem que o acto da criação deve ser um acto de mérito e de representação de verdades estáveis, mais do que um acto de expressão. O complexo wat dos templos é um exemplo perfeito desta concepção.

 

Talvez haja mais do que 30.000 wat no reino; cada complexo é único assim como cada período dos onze séculos de história religiosa tailandesa, todos caracterizados pelos mesmos componentes idênticos. A arquitetura religiosa e o desenvolvimento cultural podem-se traçar desde o período Khmer do nono século, através dos períodos Sukhothai, Ayutthaya e Lanna até à era actual Rattanakosin.

 

Um dos wat mais incríveis do reino é o Wat Arun e o Templo do Nascer do Sol de Bangkok, construído ao longo da beira oeste do rio Chao Phraya durante o período Aytthaya. O templo pode-se gabar de um cume impressionante de prang de 79 metros, destino favorito dos visitantes durante muitos anos e, ainda hoje, a melhor vista da quente luz do pôr do sol.

 

Mas onde quer que se encontrem no reino, nunca estarão longe de um templo cujo desenho deriva dos sucessivos.

 

Longe de Bangkok e nas planícies centrais do reino encontram-se as antigas cidades de Ayutthata e Lop Buri. Os visitantes podem passar facilmente uns dias explorando as bem conservadas ruínas das duas cidades que testemunham a reminiscência da glória do reino. A beleza das ruínas é tão grande que Sakithai e Ayutthaya foram declaradas património mundial pela UNESCO. Pode-se encontrar uma arquitetura de natureza completamente diferente nas proximidades da cidade ocidental de Kanchaburi.

 

É aqui onde, no decorrer da Segunda Guerra Mundial, as forças de ocupação japonesas fizeram uso dos aliados Pow e do trabalho dos escravos asiáticos para construir a infame ponte ferroviária sobre o rio Kwae Yai. A arquitetura doméstica tailandesa caracteriza-se pela forma simples e harmoniosa e adapta-se muito bem ao clima tropical. Existem muitos modelos comuns de casas tradicionais ao longo de todo o país.

 

Zonas inteiras cresceram sobre os degraus para se protegerem das inundações e para permitir à vida prosperar ao longo da margem do rio ou na zona inundada; os tectos são muitas vezes inclinados para fazer correr rapidamente a água da chuva e muitos deles são decorados para reflectir as influências religiosas e históricas locais; o uso de madeira resistente, de bambú e de folhas secas na construção ajuda a manter as casas frescas e secas.

 

Contudo existem diferenças regionais dentro dos diferentes estilos, as casas do norte têm janelas mais pequenas devido ao clima fresco enquanto que nas planícies do reino, as casas dispõem de uma ampla galeria que muitas vezes serve como área comum para várias casas.

 

O desenho das casas tailandesas tradicionais é muitas vezes imposto pela vida nas áreas rurais, mas não é assim na cidade. Talvez a casa mais famosa que merece a pena visitar só pelo esplêndido jardim e clássica arquitectura tailandesa é a de Jim Thompson, no centro de Bangkok.

 

A antiga residência do famoso produtor de seda tailandesa é um clássico exemplo de como as tradicionais casas tailandesas continuam a sobreviver perto dos modernos rasga-céus e grandes palácios da cosmopolita Bangkok.

 

Fonte: Tourism Authority of Thailand

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Ayutthaya

 

Durante quatro séculos e até meados do século XVIII, Ayutthaya foi a capital da Tailândia e uma das cidades mais esplêndidas da Ásia. Agora, a única coisa que resta desta gloriosa capital são as magníficas ruínas dos templos e os palácios que remontam a 1350, ano em que a cidade foi fundada.

 

 

Os restos do palácio real provam que o Grande Palácio de Bangkok está inspirado na arquitetura característica da cidade antiga. Para além das ruínas, merecem uma visita os museus que documentam as memórias de 33 reinos sucessivos.

 

Os tesouros de Ayutthaya estão expostos no Museu Nacional Chao Sam Phraya. Entre as peças expostas, todas de grande valor e beleza, merecem uma menção especial as jóias da corte e os ornamentos de ouro de requintada feitura que demonstram a habilidade e o refinamento dos mestres artesãos.

 

No Centro Histórico de Ayutthaya, é possível viajar através do tempo, passando da época de maior esplendor da capital até a sua decadência.

 

Para aqueles que quiserem levar consigo uma parte de Ayutthaya, o artesanato local oferece muitíssimo: aranyk, facas de aço feitas à mão, malas de junco da Índia, papel de folhas de palma, madeira talhada segundo os modelos e métodos tradicionais. Um passatempo muito popular e fascinante é dar um passeio de barco ao longo do caminho de água que rodeia a cidade. Desde o rio poderão gozar de uma única vista panorâmica da capital. Desde 1991, o Parque Histórico de Ayutthaya é considerado património cultural mundial.

 

[t3]Como chegar:[/t3]

Ayutthaya encontra-se a 75 quilometros de Bangkok.

 

[t3]De Trem:[/t3]

Da estação de Bangkok Hua Lam Phong Rama IV Road, (tel: 223-7010/223-7020) sai um trem diariamente a cada três horas desde as 06:40 da manhã até às 22:00

 

[t3]De ônibus:[/t3]

Ônibus com e sem ar condicionado saiem da Estação de ônibus New Meehit em Bangkok na Kamphaeng Phet II Road (tel: 9362852-6) cada 30 minutos desde as 05:30 da manhã até às 19:20. Os ônibus sem ar condicionado (tel: 272-57615) (Ext. 117) saiem para Bang Pa-In, Bang Sai y Ayutthaya várias vezes por dia desde as 05:30 da manhã até às 1920.

 

[t3]Lugares a visitar nos arredores[/t3]

Bangkok, Lopburi, Kanchanaburi.

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Bangkok

 

Bangkok é uma das cidades mais entusiasmantes do mundo e é conhecida como Krungthep "a Cidade dos Anjos". Sede do governo há mais de duzentos anos, é a reconstrução da antiga capital Ayutthaya.

 

Durante o saqueio de Ayutthaya por parte dos birmanos, os generais Taksin e Chakri organizaram o desmantelamento da cidade, incluindo os templos, as casas e as muralhas para os transportar até Bangkok onde se construiu a cidade com as dimensões da antiga capital.

 

Hoje Bangkok é uma metrópole fascinante com seis milhões de habitantes com duas partes fascinantes: a cidade velha com os palácios e templos do século XVIII e a cidade moderna com os seus centros comerciais e as zonas de desenvolvimento banhadas pelo rio. Aqui pode-se visitar as belezas monumentais da cidade, relaxar em algum parque ou também aventurar-se na vida nocturna e nas lojas e mercados para fazer compras.

 

Os amantes da cozinha não poderão resistir às tentações da arte gastronómica tailandesa, enquanto que aqueles que preferem submergir-se na cultura não deixarão fugir a oportunidade de dar um passeio ao longo do rio Chao Prava, o encantador "Rio dos Reis". Entre as inumeráveis atracções merecem uma atenção especial o Palácio Real e o Templo do Buda da Esmeralda (Wat Phra Kaeo). Esta parte da cidade, com os templos dourados, as torres em espiral e as decorações brilhantes, ergue-se protegida por uma fortaleza branca.

O Wat Phra Kaeo é a capela pessoal de Sua Majestade o Rei e é também o venerado lugar do Protector Sagrado da Tailândia, o Buda da Esmeralda.

 

O Palácio Real está aberto ao público das 08.00 às 11.00 e das 13.00 às 16.00. Outros lugares de interesse são o Templo do Buda de Ouro que guarda um buda integralmente feito de ouro do período Sukhothai (1238-1378), o Museu Nacional e o Mercado Flutuante, um pitoresco aspecto da vida fluvial tailandesa.

 

Como chegar

 

De avião:

O aeroporto principal é o Don Muang Internacional com voos diários com todas as grandes linhas aéreas da Europa, America do Norte, Asia e Austrália.

 

De trem:

Os serviços ferroviários regulares conectam Bangkok com Singapura e prevêem paragens intermédias: Kuala Lumpur, Butterworth e as maiores cidades do sul da Tailândia.

 

De ônibus:

Pode-se entrar na Tailândia por três vias principais, ao longo da fronteira Tailândia-Malesia em Songkhla, Yala e Narathiwat.

 

Lugares a visitar nos arredores:

Ayutthaya, Lopburi, Kanchanaburi.

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CHIANG MAI

 

Chiang Mai é o centro cultural do norte da Tailândia. Fundada em 1296, doze anos depois de Sukhothai, a primeira cidade do reino, a cidade permanece intacta ao longo do tempo, mantendo a sua importante função espiritual sobre toda a região.

 

 

Chiang Mai foi o lugar de nascimento das fascinantes tradições da cultura do norte e da religião budista na Tailândia. Para além das atrações naturais e culturais, a cidade é famosa pela beleza dos seus habitantes e não só pela legendária atração das mulheres que cada ano estão entre as favoritas do concurso de Miss Tailândia.

 

Os tailandeses asseguram que ninguém se pode comparar à beleza e à gentileza própria do povo de Chiang Mai. Aqui, o sentido da hospitalidade está profundamente enraizado, e todos os anos os tailandeses acorrem vindos de todas as partes do reino para assistir aos festivais que se celebram na cidade, para se divertirem e para desfrutarem da amizade e da hospitalidade que caracterizam os habitantes do lugar.

Situada a 700 quilometros de Bangkok, Chiang Mai exerce um encanto mágico e muito particular.

 

O núcleo principal da cidade está rodeado por uma sanja e uma muralha fortificadas. É um animado labirinto de mercados, de becos e de belíssimos templos antigos, mas a cidade moderna está por descobrir, com as comunidades e serviços mais modernos de Bangkok numa dimensão mais humana e reduzida. Quem quer que se encontre aqui não pode deixar de visitar o Doi Suthep, uma colina nos limites da cidade. Neste lugar encontram-se os dois lugares mais fascinantes de Chiang Mai: Wat Para That Doi Suthep, o templo sagrado da cidade e o Palácio Real Phuping.

 

O campo que rodeia Chiang Mai oferece uma ampla variedade de atrações: magníficos jardins, aldeias tribais da montanha, escolas para os elefantes na selva e belezas naturais como cataratas, grutas e altos picos montanhosos. As aldeias que se encontram nos arredores são famosas em todo o mundo pela louça de celadon, a madeira talhada, guarda-chuvas pintados, prataria , lacas, seda, algodão e uma multitude de outros magníficos objetos.

 

Como chegar

 

De avião:

Thai Airways, voos internacionais todos os dias de Bangkok a Chiang Mai (tel. 1566, 280-0060)

 

De trem:

Há trens expressos e rápidos de Bangkok a Chiang Mai. Para pedir os horários dos trens contate a estação de comboio de Bangkok (tel. 223-7010, 223 7020)

 

De ônibus:

O terminal de ônibus New Meehit em Bangkok está em Kam Phaeng Phet II Road (tel. 537-8055-6)

 

Lugares a visitar nos arredores:

Chiang Rai, Mae Hong Son.

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13/07/2006 - 11h53

Tailândia: Rei e Buda "disputam" a atenção de turistas

MARISTELA DO VALLE

Colaboração para a Folha de S.Paulo, na Tailândia

http://www1.folha.uol.com.br/folha/turismo/noticias/ult338u5633.shtml

 

Na Tailândia, além de real, a festa é oficial. Neste ano, o país comemora o 60º aniversário da coroação do rei Bhumibol Adulyadej. As cidades estão salpicadas de bandeiras amarelas (a cor do rei, porque ele nasceu numa segunda-feira), placas comemorativas e fotos do monarca em várias fases da sua vida, principalmente as mais jovens, dando a impressão de que ele ainda não envelheceu, apesar dos seus 78 anos.

]

Toda essa homenagem tem um motivo simples: os tailandeses adoram o seu rei, que mantém o mais longo reinado do mundo --a rainha Elizabeth 2ª chegou ao trono em 1952.

 

Dos taxistas aos vendedores, dos funcionários dos hotéis aos guias turísticos, todos dizem que seu soberano é um homem bom, que só fez o bem para os seus súditos. E sempre se referem a ele com respeito, sem fazer fofocas sobre sua vida pessoal, a qual, aliás, muitos desconhecem. Até os jornais diários tratam o soberano apenas como "Sua Majestade", sem citar o seu nome. Moedas, selos e cartões comemorativos, exposições especiais e espetáculos de teatro e dança são outras maneiras de celebrar a data (mais informações no http://www.60thcelebrations.com).

 

Além da imagem do rei, a imagem de Buda também é onipresente no Reino da Tailândia. Há altares que a ele aludem nas entradas, nos arranha-céus, nos jardins dos parques, nas casas construídas à beira dos rios e mesmo nos aposentos das residências tailandesas, nas quais, inclusive, "Sua Majestade" aparece.

 

Cerca de 95% da população é budista, e o país todo tem 32 mil templos dedicados à religião. Destes, 400 ficam na caótica Bancoc e 320 estão em Chiang Mai, a segunda cidade do país, a 700 km da capital. Além do budismo e da paixão pelo rei, outros aspectos tornam tão diferente para os brasileiros esse país asiático, a mais de 20 horas de vôo (mais o tempo de espera em aeroportos) e com o fuso horário dez horas à frente do Brasil.

 

Os tailandeses têm língua e alfabeto próprios, ambos totalmente incompreensíveis para os falantes da língua portuguesa, e vivem atualmente o ano de 2049, número que é grafado em algumas das notas fiscais.

 

Um hábito que faz parte do cotidiano da população é a massagem. Não faltam casas de massagem em cidades como Bancoc e Chiang Mai. Elas são muito fáceis de identificar, com letreiros em inglês e às vezes também os preços de cada terapia (cerca de 700 bahts, ou R$ 40). Muitas têm ainda funcionários nas portas distribuindo folhetos. A oferta é tão grande que confunde o turista. "Os tailandeses fazem massagem pelo menos uma vez por semana", conta a guia Krittanan Thonguipawon, para quem cada sessão tem de durar pelo menos duas horas.

 

Na dúvida, peça indicações para um guia ou para o concierge do hotel. Ou então confie na tradição e experimente os serviços dos alunos da escola de massagem existente do lado do templo do Buda Deitado.

 

E não se trata de uma massagem leve qualquer. Pelo contrário. Além das mãos, a massagista usa, por exemplo, os joelhos e as pernas para apalpar e dobrar o corpo do cliente. No começo dá até para dormir. Mas o freguês já está bem acordado quando ouve e sente um craque no pescoço, causado por um movimento brusco. Ou quando a massagista puxa a pele do seu antebraço repetidas vezes, proporcionando uma sensação de choque esquisita. Por fim, uma relaxante massagem facial o faz esquecer todos os tremores de minutos antes.

 

A presença da massagem tailandesa em muitos spas brasileiros é um dos sinais de que o país asiático começa a se aproximar do Ocidente. Outro é a construção de um novo aeroporto em Bancoc, que deve ser inaugurado neste ano. O Suvarnabhumi será cinco vezes maior do que o atual e terá capacidade para 45 milhões de passageiros por ano, que deve crescer para 100 milhões quando estiver totalmente pronto.

 

Maristela do Valle viajou a convite da operadora Raidho, da South African Airways (SAA) e da Thai Airways.

 

Artigo extraído do site http://www.folha.com.br.

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12/09/2005 - 16h09

Ponte do rio Kwai é ponto de partida para explorar a Tailândia

ANA LUCIA BUSCH

Diretora-executiva da Folha Online

http://www1.folha.uol.com.br/folha/turismo/noticias/ult338u5288.shtml

 

Ponte sobre o rio Kwai, que ainda mantém os arcos da estrutura original

A história real de Kanchanaburi (oeste da Tailândia), durante a Segunda Guerra Mundial, começou no início de 1942, após o país ter declarado guerra à Grã Bretanha e aos EUA e permitido que tropas do Japão ocupassem seu território.

 

Os japoneses planejaram construir, em cinco ou seis anos, uma ferrovia para ligar a Tailândia à Mayanmia (antiga Birmânia), incluindo uma ponte sobre o rio Kwai Yai, em Kanchanaburi.

 

A obra terminou em menos de três anos e provocou a morte por maus-tratos ou doenças de cerca de 16 mil prisioneiros de guerra, além de 240 mil asiáticos, empregados na construção.

 

O episódio virou sucesso no cinema na pele do coronel britânico Kol Nicholson, vivido por Alec Guiness em "A Ponte do Rio Kwai" --em versão bastante romanceada. O filme, rodado na verdade no Sri Lanka, além de ter ganho sete Oscars, conseguiu chamar a atenção para uma das regiões mais belas da Tailândia --ponto de partida para explorar as belezas naturais do país.

 

A cidade fica na junção de dois rios --o Kwai Noi e o Kwai Yai.

 

O cenário montanhoso, que acompanha as margens dos rios, combina vegetação de selva --com samambaias gigantes e bambuais que lembram os filmes sobre Vietnã-- com locais para pesca, rafting, cachoeiras e até golfe.

 

O parque nacional de Erawan, com 550 m2 revela os pontos culminantes --uma reserva com 80 espécies de animais, cavernas e um conjunto de cataratas com quedas divididas em sete níveis, em um total de 1.500 m.

 

Para os mais entusiasmados, uma trilha percorre toda a extensão da 'ferrovia da morte', por dentro da selva. No caminho, banhos de cachoeira, passeios por orquidários naturais ou visitas a pequenas aldeias de nativos.

 

Para quem dispensa aventuras em favor da história, o roteiro deve começar pela própria ponte, a cerca de 4 km do centro da cidade. A obra foi concluída com trabalho de prisioneiros de guerra, com peças trazidas de Java (Indonésia).

 

Bombardeada várias vezes, a ponte foi reconstruída após o guerra, mas ainda mantém parte da original, em arcos. A ponte fica aberta para caminhadas --uma experiência que mexe com os nervos: o espaço entre os dormentes deixa ver a água do rio.

 

Próximo da ponte, o Jeath Museum, construído em bambu e sapé, como os barracões dos prisioneiros, mantém mostra fotográfica permanente com cenas da guerra e do dia-a-dia dos presos, além de objetos pessoais e recortes de jornal.

 

Há ainda um cemitério de guerra (Kanchanaburi War Cemetery) com 6.982 sepulturas de prisioneiros de guerra.

 

Acesso

 

A Tailândia não pede visto de entrada de brasileiros com passaporte dentro da data de validade --desde que o objetivo seja turismo e o período da viagem não ultrapasse 30 dias. Mas o serviço de imigração no aeroporto de Bancoc exige de todos os passageiros vindos do Brasil vacina contra febre amarela, aplicada no mínimo dez dias antes da chegada.

 

Extraído de www.folha.com.br.

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Informações Gerais

 

ATM: Sim

Capital: Bangkok

Custos: 20 a 30 dolares/dia

Língua: tailandês

Religião: budismo teravada

Governo:Monarquia

Moeda: baht

Estações: alta Nov-Fev, baixa Mar-Jun, chuvas Jul-Out

Vistos: não há necessidade de vistos

Mulheres viajantes: o país é geralmente seguro para mulheres, mas como todo lugar sempre tomar as precauções de segurança, principalmente em áreas isoladas e remotas.

Perigos e Cuidados: Algumas regiões ao sul da Tailândia, devido aos movimentos islâmicos separatistas, requerem especial atenção. Melhor pesquisar a segurança antes de ir. Apesar de o país ser geralmente seguro para viajar, evite comida e bebidas oferecidas por estranhos. Há muitos casos de pessoas sendo dopadas e depois roubadas. Quando em viagem noturna de trem e ônibus, deixe sua bagagem ou mochila com cadeados e presas a algum lugar para que não seja levada ou roubada. Verifique a segurança do quarto, se as portas estão bem travadas, pois há relatos de roubos nas pousadas e hotéis baratos de Kao San em Bangkok e Chiang Mai.

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