Fala galera, agora q eu to em casa por mais tempo mais sussegado, vo contar aqui a trip q fiz, aliás, to fazendo... só q vou por partes q é muita coisa! Não vou dar conta de escrever tudo duma vez só.
Enfim...
Começo de abril de 2004, eu e meu grande amigo Jian entramor num avião e embarcamos pra Nova zelândia. Levamos as mochilas e as bikes de downhill, e mais nada. Sem conhecer ninguém la dentro nem mta coisa. Eu com a intenção de viajar, de ver qual q era, e ele, maia de juntar dinheiro. Bom, chegando lá, tudo mto fácil, primeiras horas em auckland, no centro sem nem entrar no albergue, compramos um carrinho, q foi a mão na roda, e de graça... umas meninas da alemanha tavam vazando e precisavam desesperadamente vender ele... boa pra nóis! Na hora conhecemos um curitibano q ia pro mesmo lado, ele entrou na barca e no primeiro dia ja tocamos pro monte... chegando lá, o maluco vazou com os amigos dele, passamos a primeira noite num backpackers, dia seguinte reconhecimento na cidade, dormimos no carro, no outro dia descobrimos um parque de mountain sinistro!! bom pra estrear as bikes!!! Nessa mesma noite já tocamos pra katikati, com emprego e uma boa casa pra morar. Facim facim... Emprego: catador de kiwi, clássico! tranquilo, depois mudamos pra uma casa inacreditavel, uma puta mansão no alto do morro, com piscina, sem vizinhos por perto, isolado mesmo, com uma galera mto sangue bom. Simplesmente perfeito. Mais algumas semanas na mesma área e emprego, o chefe começou a impregnar, mandei a merda e no mesmo dia arrumamos um outro emprego, de caseiro numa horta de kiwi, na mesma área. TRabalho bem melhor, tudo arregado, patrão sangue bom, 200%! Só q eu ja tinha trabalhado 2 meses e meio, não guentava mais o frio da NZ, depois de muita confusão e correria com mta cerveja no meio, com uma festa de aniversário de 20 anos do mais doido pra mim mesmo, combinado com a minha despedida e da maioria dos meus camaradas, hora de vazar, dessa vez completamente sozinho... destino: FIJI!!!
Cheguei no paraíso!! q alívio q era sentir o calorzão dos trópicos de novo! Já no aeroporto, uns maluquinho com aquelas violinha tradicional e tudo... o cara da imigração ficou pesando naminha, não sei pq, aí perdi o translado e a reserva no meu backpackers. Uma tiazinha me arrastou pra agência dela e eu fiquei horas negociando la com ela os preços e tudo mais, explicando q eu não era inglês nem americano pra ficar torrando tudo, aí rolou q consegui desconto em tudo q reservei, tudo!!! hehehehe... ainda q a mulher tinha o mesmo nome da minha mãe, depois dumas duas horas no escritório dela ela ja tava me chamando de filho. Dali taquei pro hotel mais tosco do pico, q era o q eu precisava, orçamento sempre curto. Mas não da nada q o pessoal era gente boa. Primeira noite descolei um cd de reggae, dum artista q não conhecia, Lucky Dube, coisa fina, não saiu do meu discman a viagem inteira, qse choro cada vez q escuto.
No primeiro dia (ou segundo...) eu fui pra uma ilha chamada malamala, passeio meio palha, eu ja esperava por isso, altamente turístico, mas tinha maior vontade de ir numa ilha daquelas perfeitinhas, redondinhas com uns coqueiros no meio. Foi divertido, fiquei andando soh com os locais, certeza, e matei a vontade q tinha desde moleque. Depois hotel tal, próximo dia embarquei numa pra dar a volta na ilha principal e conhecer umas ilha ao redor. Irado tar na estrada de novo, pegando onibus em estrada de terra empoeirada! Primeira parada natadola beach, paradisíaco e bem parecido com algumas praias do nosso brasil. Águas claras, rio de fundo de areia desaguando no mar, nativos pescando polvo e lagosta ns corais, lindo. Dali pra sigatoka dunes, visual inacreditavel. Em seguida pra coral coast passar a noite, tudo sussegado, mto coral como o nome sugere uma apresentação cultural local, música da hora! eu não lembro bem a ordem das coisas pq faz qse um ano e meio q fui, mas foi mais ou menos assim.
Em seguida, toca pra capital suva, no caminho para em Namosi Highlands pra um trekking irado, mto bonito, mas confesso q nosso brasil não deve nada nesse quesito pra eles, aliás a floresta no quintal da minha casa é mais legal e tem mais vida animal, então nada ali me surpreendeu na verdade, mas foi irado mesmo assim. Já pro pessoal do países ricos q tavam por ali (todo mundo menos eu!) ficavam admirados co cada detalhe. A reação deles ao ver aquela plantinha q vc tocae ela fecha era até engraçada. Nesse dia teve direito até a caminhão do transporte da galera do trekking atolado, o q me rendeu algumas cervejas de graça no fim da noite, pq os ingleses e norte americanos nunca tinham visto tanta lama, e ficaram impressionados qdo eu taquei umas pedras e madeira embaixo da roda e o caminhão saiu na mesma hora (fiquei de cara com a falta de experiência de vida, de sagacidade dos caras). Seguindo a trilha agora a pé, andando pelos rios, show de bola, tomando banho de cachu, me senti em casa... teve um maluco desses q perdeu o óculos numa das cachoeiras, o me rendeu outras cervejas na faixa essa noite, pq eu acabei achando e o cara,q era fotógrafo ficou altamente agradecido. Enfim chegamos ao navua river, simplesmente irado, um rio majestoso no meio de um vale inácreditável, com uma cor verde forte e vaaaarias cachoeiras dos lados, esse sim me impressionou. Descemos a maior parte em bóias (bem ao estilo morretes!!), e no final pegamos um daqueles longboats, pra chegar numa cidadezinha, bem ao por do sol, por sinal, maravilhoso... ali na beira rio. Rumamos pra capital, onde chegamos a noite (não estava mais sozinho, é claro!), mas isso eu conto depois q to com sono agora! heehehe
Fala galera, agora q eu to em casa por mais tempo mais sussegado, vo contar aqui a trip q fiz, aliás, to fazendo... só q vou por partes q é muita coisa! Não vou dar conta de escrever tudo duma vez só.
Enfim...
Começo de abril de 2004, eu e meu grande amigo Jian entramor num avião e embarcamos pra Nova zelândia. Levamos as mochilas e as bikes de downhill, e mais nada. Sem conhecer ninguém la dentro nem mta coisa. Eu com a intenção de viajar, de ver qual q era, e ele, maia de juntar dinheiro. Bom, chegando lá, tudo mto fácil, primeiras horas em auckland, no centro sem nem entrar no albergue, compramos um carrinho, q foi a mão na roda, e de graça... umas meninas da alemanha tavam vazando e precisavam desesperadamente vender ele... boa pra nóis! Na hora conhecemos um curitibano q ia pro mesmo lado, ele entrou na barca e no primeiro dia ja tocamos pro monte... chegando lá, o maluco vazou com os amigos dele, passamos a primeira noite num backpackers, dia seguinte reconhecimento na cidade, dormimos no carro, no outro dia descobrimos um parque de mountain sinistro!! bom pra estrear as bikes!!! Nessa mesma noite já tocamos pra katikati, com emprego e uma boa casa pra morar. Facim facim... Emprego: catador de kiwi, clássico! tranquilo, depois mudamos pra uma casa inacreditavel, uma puta mansão no alto do morro, com piscina, sem vizinhos por perto, isolado mesmo, com uma galera mto sangue bom. Simplesmente perfeito. Mais algumas semanas na mesma área e emprego, o chefe começou a impregnar, mandei a merda e no mesmo dia arrumamos um outro emprego, de caseiro numa horta de kiwi, na mesma área. TRabalho bem melhor, tudo arregado, patrão sangue bom, 200%! Só q eu ja tinha trabalhado 2 meses e meio, não guentava mais o frio da NZ, depois de muita confusão e correria com mta cerveja no meio, com uma festa de aniversário de 20 anos do mais doido pra mim mesmo, combinado com a minha despedida e da maioria dos meus camaradas, hora de vazar, dessa vez completamente sozinho... destino: FIJI!!!
Cheguei no paraíso!! q alívio q era sentir o calorzão dos trópicos de novo! Já no aeroporto, uns maluquinho com aquelas violinha tradicional e tudo... o cara da imigração ficou pesando naminha, não sei pq, aí perdi o translado e a reserva no meu backpackers. Uma tiazinha me arrastou pra agência dela e eu fiquei horas negociando la com ela os preços e tudo mais, explicando q eu não era inglês nem americano pra ficar torrando tudo, aí rolou q consegui desconto em tudo q reservei, tudo!!! hehehehe... ainda q a mulher tinha o mesmo nome da minha mãe, depois dumas duas horas no escritório dela ela ja tava me chamando de filho. Dali taquei pro hotel mais tosco do pico, q era o q eu precisava, orçamento sempre curto. Mas não da nada q o pessoal era gente boa. Primeira noite descolei um cd de reggae, dum artista q não conhecia, Lucky Dube, coisa fina, não saiu do meu discman a viagem inteira, qse choro cada vez q escuto.
No primeiro dia (ou segundo...) eu fui pra uma ilha chamada malamala, passeio meio palha, eu ja esperava por isso, altamente turístico, mas tinha maior vontade de ir numa ilha daquelas perfeitinhas, redondinhas com uns coqueiros no meio. Foi divertido, fiquei andando soh com os locais, certeza, e matei a vontade q tinha desde moleque. Depois hotel tal, próximo dia embarquei numa pra dar a volta na ilha principal e conhecer umas ilha ao redor. Irado tar na estrada de novo, pegando onibus em estrada de terra empoeirada! Primeira parada natadola beach, paradisíaco e bem parecido com algumas praias do nosso brasil. Águas claras, rio de fundo de areia desaguando no mar, nativos pescando polvo e lagosta ns corais, lindo. Dali pra sigatoka dunes, visual inacreditavel. Em seguida pra coral coast passar a noite, tudo sussegado, mto coral como o nome sugere uma apresentação cultural local, música da hora! eu não lembro bem a ordem das coisas pq faz qse um ano e meio q fui, mas foi mais ou menos assim.
Em seguida, toca pra capital suva, no caminho para em Namosi Highlands pra um trekking irado, mto bonito, mas confesso q nosso brasil não deve nada nesse quesito pra eles, aliás a floresta no quintal da minha casa é mais legal e tem mais vida animal, então nada ali me surpreendeu na verdade, mas foi irado mesmo assim. Já pro pessoal do países ricos q tavam por ali (todo mundo menos eu!) ficavam admirados co cada detalhe. A reação deles ao ver aquela plantinha q vc tocae ela fecha era até engraçada. Nesse dia teve direito até a caminhão do transporte da galera do trekking atolado, o q me rendeu algumas cervejas de graça no fim da noite, pq os ingleses e norte americanos nunca tinham visto tanta lama, e ficaram impressionados qdo eu taquei umas pedras e madeira embaixo da roda e o caminhão saiu na mesma hora (fiquei de cara com a falta de experiência de vida, de sagacidade dos caras). Seguindo a trilha agora a pé, andando pelos rios, show de bola, tomando banho de cachu, me senti em casa... teve um maluco desses q perdeu o óculos numa das cachoeiras, o me rendeu outras cervejas na faixa essa noite, pq eu acabei achando e o cara,q era fotógrafo ficou altamente agradecido. Enfim chegamos ao navua river, simplesmente irado, um rio majestoso no meio de um vale inácreditável, com uma cor verde forte e vaaaarias cachoeiras dos lados, esse sim me impressionou. Descemos a maior parte em bóias (bem ao estilo morretes!!), e no final pegamos um daqueles longboats, pra chegar numa cidadezinha, bem ao por do sol, por sinal, maravilhoso... ali na beira rio. Rumamos pra capital, onde chegamos a noite (não estava mais sozinho, é claro!), mas isso eu conto depois q to com sono agora! heehehe
Putz, não ta nem na metade ainda...