A Islândia me despertou curiosidade em abril de 2010 quando o vulcão Eyjafjallajokull (pronuncia-se: Eia ver laiú gurkis) entrou em erupção e fechou o espaço aéreo europeu por cinco dias.
Como sou fascinada por vulcões procurei na internet mais informações sobre o país. Mais foi depois que eu e meu marido assistimos ao filme “A vida secreta de Walter Mitty” é que nosso desejo de visitar o país se acentuou.
A Islândia geologicamente é considerada uma ilha bastante nova e ainda em formação, tendo um sistema de vulcões submarinos interligados formando paisagens únicas e deslumbrantes.
Juntamos nossos planos de conhecer a Noruega com uma viagem também à Islândia, já que os vôos pra lá são mais baratos a partir dos países europeus e principalmente de países da Escandinávia.
Ficamos seis dias na Islândia, mas foi pouco. O melhor mesmo é fazer o chamado Ring Road que é dar a volta completa em toda a ilha, mas pra isso precisaríamos de no mínimo 10 dias.
Alugamos um apartamento/studio, em Reykjavik, pelo site airbnb e fizemos de lá uma de nossas bases para irmos ao Oeste da Ilha e também fazer o Golden Circle que conta com cinco das principais atrações da Islândia que são: O Vale do Geysir, a cachoeira Gulfoss, o Parque Nacional Thingvellir, a cratera do vulcão Kerió e a Vila Hverageroi.
Alugamos um Chevrolet Spark pela empresa Sixt e pegamos o carro já no aeroporto de Reykjavik. O carro é pequeno mas serviu bem para dirigir pela única estrada principal do país e resistiu ao vento islandês, o que era nossa preocupação... Se você quiser entrar nas estradas secundárias, as chamadas F roads, precisa alugar um carro com tração nas quatro rodas. Aliás, é muito fácil dirigir pela estrada principal, a estrada é boa e você viaja praticamente sozinho o tempo todo. A velocidade máxima permitida é de 90 km, mas com certeza você não vai precisar correr mais porque a cada minuto tem uma paisagem nova e linda pela frente e você vai querer com certeza tirar uma foto.
Para conhecer o país os meses mais indicados são de junho a agosto, no auge do verão islandês, mas é mais caro e fica cheio de turistas. No nosso caso, fomos em maio, primavera, e não nos arrependemos. Pegamos somente um dia de chuva e os outros todos com sol, uma sorte, visto que o clima de lá muda constantemente e sem aviso, ou seja, num único dia pode nevar, chover, ventar e fazer sol. Nas pesquisas que fiz sobre o país, o maior problema de lá é conseguir pegar dia de sol intenso, e foi o que nós pegamos no mês de maio. Outra vantagem é que anoitecia somente as 23:30, e as 3:00 da manhã o sol já estava nascendo novamente.
Uma preocupação das pessoas que não conhecem a Islândia é com relação a língua, já que é muito difícil de entender e pronunciar. Mas todos falam inglês sem problemas.
Para abastecer o carro é melhor ter um mapa dos postos de gasolina pra não ficar sem ela nos trechos longos e desertos do país. As cidades ao longo do caminho costumam ter postos que muitas vezes contam com uma bomba, e só. Você terá que abastecer sozinho usando o cartão e não terá ninguém pra te ajudar. As cidades são praticamente vilas de pouco mais de 500 habitantes e muitas vezes menos que isso, mas sempre tem um mercadinho pra você se abastecer.
O Sul da Islândia foi um dos pontos altos de nossa viagem. Fizemos nossa base no Hotel Geirland, que reservamos pelo booking e foi uma excelente opção. No caminho para o Hotel passamos na cidade de Vik, muito bonitinha e visitamos a penísula de Dyrhólaey e as praias de areias negras de Reynisfjara, que serviram de cenário para cenas de “Game of Thrones”. Outras atrações do sul da Islândia são as cachoeiras Seljalandsfoss e Skógafoss, a Geleira Jokulsárlón, a lagoa de icebergs,o Parque Nacional Skaftafell e o vulcão Eyjafjallajokull, que vale a pena uma parada no Centro de Visitantes pra ver o vídeo de 20 minutos que eles passam sobre a erupção de 2010 e a reconstrução da única fazenda atingida pelo vulcão.
Existem duas coisas baratas na Islândia. A energia que vem das estações geotérmicas e a água dita como a mais pura do mundo. Então é só encher a sua garrafinha em qualquer torneira que encontrar em restaurantes ou lanchonetes.
Uma dica pra quem quer visitar toda a Islândia e fazer o Ring Road é alugar um carro adaptado tipo Camper, que vem com camas, fogão e cooler e ir parando nos campings ou estacionar em algum trecho conveniente da estrada e dormir por ali mesmo, poupando de pagar hospedagem. É muito seguro parar e dormir nas estradas do país.
No Oeste do país pegamos um dia de chuva fina e tempo fechado. Nossos planos eram de ir até o vulcão Snaefellsjokull que serviu de inspiração para o filme “Viagem ao centro da terra” e conhecer a montanha Kirkjufell dita como a mais bonita da Islândia, mas ficamos só na segunda opção já que o tempo fechou muito e não valeria a pena irmos até o vulcão sem conseguir ver nada.
Deixamos o último dia pra visitar a Lagoa Azul por estar localizada a cerca de 10 minutos do aeroporto. De lá já devolvemos o carro e aguardamos nosso vôo de volta a Oslo. A lagoa azul é um spa termal e uma das atrações mais visitadas na Islândia. Localizada num campo de lava, suas águas são quentes e com grande concentração de sílica, algas e sais minerais, e dizem ser eficiente no combate ao envelhecimento. Mas confesso que foi o que menos nos empolgou nesta viagem. Se você não quiser pagar 50 euros pra tomar um banho, basta ficar por lá só observando e tirando fotos... e foi o que fizemos.
A Islândia é um país lindo e de natureza única. Já estamos com saudades!!!
A Islândia me despertou curiosidade em abril de 2010 quando o vulcão Eyjafjallajokull (pronuncia-se: Eia ver laiú gurkis) entrou em erupção e fechou o espaço aéreo europeu por cinco dias.
Como sou fascinada por vulcões procurei na internet mais informações sobre o país. Mais foi depois que eu e meu marido assistimos ao filme “A vida secreta de Walter Mitty” é que nosso desejo de visitar o país se acentuou.
A Islândia geologicamente é considerada uma ilha bastante nova e ainda em formação, tendo um sistema de vulcões submarinos interligados formando paisagens únicas e deslumbrantes.
Juntamos nossos planos de conhecer a Noruega com uma viagem também à Islândia, já que os vôos pra lá são mais baratos a partir dos países europeus e principalmente de países da Escandinávia.
Ficamos seis dias na Islândia, mas foi pouco. O melhor mesmo é fazer o chamado Ring Road que é dar a volta completa em toda a ilha, mas pra isso precisaríamos de no mínimo 10 dias.
Alugamos um apartamento/studio, em Reykjavik, pelo site airbnb e fizemos de lá uma de nossas bases para irmos ao Oeste da Ilha e também fazer o Golden Circle que conta com cinco das principais atrações da Islândia que são: O Vale do Geysir, a cachoeira Gulfoss, o Parque Nacional Thingvellir, a cratera do vulcão Kerió e a Vila Hverageroi.
Alugamos um Chevrolet Spark pela empresa Sixt e pegamos o carro já no aeroporto de Reykjavik. O carro é pequeno mas serviu bem para dirigir pela única estrada principal do país e resistiu ao vento islandês, o que era nossa preocupação... Se você quiser entrar nas estradas secundárias, as chamadas F roads, precisa alugar um carro com tração nas quatro rodas. Aliás, é muito fácil dirigir pela estrada principal, a estrada é boa e você viaja praticamente sozinho o tempo todo. A velocidade máxima permitida é de 90 km, mas com certeza você não vai precisar correr mais porque a cada minuto tem uma paisagem nova e linda pela frente e você vai querer com certeza tirar uma foto.
Para conhecer o país os meses mais indicados são de junho a agosto, no auge do verão islandês, mas é mais caro e fica cheio de turistas. No nosso caso, fomos em maio, primavera, e não nos arrependemos. Pegamos somente um dia de chuva e os outros todos com sol, uma sorte, visto que o clima de lá muda constantemente e sem aviso, ou seja, num único dia pode nevar, chover, ventar e fazer sol. Nas pesquisas que fiz sobre o país, o maior problema de lá é conseguir pegar dia de sol intenso, e foi o que nós pegamos no mês de maio. Outra vantagem é que anoitecia somente as 23:30, e as 3:00 da manhã o sol já estava nascendo novamente.
Uma preocupação das pessoas que não conhecem a Islândia é com relação a língua, já que é muito difícil de entender e pronunciar. Mas todos falam inglês sem problemas.
Para abastecer o carro é melhor ter um mapa dos postos de gasolina pra não ficar sem ela nos trechos longos e desertos do país. As cidades ao longo do caminho costumam ter postos que muitas vezes contam com uma bomba, e só. Você terá que abastecer sozinho usando o cartão e não terá ninguém pra te ajudar. As cidades são praticamente vilas de pouco mais de 500 habitantes e muitas vezes menos que isso, mas sempre tem um mercadinho pra você se abastecer.
O Sul da Islândia foi um dos pontos altos de nossa viagem. Fizemos nossa base no Hotel Geirland, que reservamos pelo booking e foi uma excelente opção. No caminho para o Hotel passamos na cidade de Vik, muito bonitinha e visitamos a penísula de Dyrhólaey e as praias de areias negras de Reynisfjara, que serviram de cenário para cenas de “Game of Thrones”. Outras atrações do sul da Islândia são as cachoeiras Seljalandsfoss e Skógafoss, a Geleira Jokulsárlón, a lagoa de icebergs,o Parque Nacional Skaftafell e o vulcão Eyjafjallajokull, que vale a pena uma parada no Centro de Visitantes pra ver o vídeo de 20 minutos que eles passam sobre a erupção de 2010 e a reconstrução da única fazenda atingida pelo vulcão.
Existem duas coisas baratas na Islândia. A energia que vem das estações geotérmicas e a água dita como a mais pura do mundo. Então é só encher a sua garrafinha em qualquer torneira que encontrar em restaurantes ou lanchonetes.
Uma dica pra quem quer visitar toda a Islândia e fazer o Ring Road é alugar um carro adaptado tipo Camper, que vem com camas, fogão e cooler e ir parando nos campings ou estacionar em algum trecho conveniente da estrada e dormir por ali mesmo, poupando de pagar hospedagem. É muito seguro parar e dormir nas estradas do país.
No Oeste do país pegamos um dia de chuva fina e tempo fechado. Nossos planos eram de ir até o vulcão Snaefellsjokull que serviu de inspiração para o filme “Viagem ao centro da terra” e conhecer a montanha Kirkjufell dita como a mais bonita da Islândia, mas ficamos só na segunda opção já que o tempo fechou muito e não valeria a pena irmos até o vulcão sem conseguir ver nada.
Deixamos o último dia pra visitar a Lagoa Azul por estar localizada a cerca de 10 minutos do aeroporto. De lá já devolvemos o carro e aguardamos nosso vôo de volta a Oslo. A lagoa azul é um spa termal e uma das atrações mais visitadas na Islândia. Localizada num campo de lava, suas águas são quentes e com grande concentração de sílica, algas e sais minerais, e dizem ser eficiente no combate ao envelhecimento. Mas confesso que foi o que menos nos empolgou nesta viagem. Se você não quiser pagar 50 euros pra tomar um banho, basta ficar por lá só observando e tirando fotos... e foi o que fizemos.
A Islândia é um país lindo e de natureza única. Já estamos com saudades!!!
Algumas fotos de nossa viagem:
http://ricascia.wix.com/billkitrip
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