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LéiaMandatto

6 dias no Jalapão - sem guia - Setembro/2016

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Olá pessoal!

Sempre utilizei o Mochileiros.com como ferramenta de pesquisa para minhas viagens, e até então nunca tinha feito um relato para que auxiliasse os demais mochileiros. Desta vez me senti na obrigação de fazê-lo. Vi uma certa carência de relatos por conta própria pelo Jalapão. ::otemo::

 

A viagem se inicia dia 04/09/2016 saindo de Campinas, comigo e mais 4 mochileiros que conheci em viagens anteriores. Cada um de um canto do Brasil. Iremos nos encontrar em Palmas, no dia 05/09/2016.

 

Este será nosso roleiro inicial:

04/09/16 – domingo – Campinas/Palmas

05/09/16 – segunda – Palmas/Jalapão (São Felix)

06/09/16 – terça – Jalapão (Mateiros)

07/09/16 – quarta – Jalapão (Mateiros)

08/09/16 – quinta – Jalapão (Ponte Alta)

09/09/16 – sexta – Jalapão (Ponte Alta)

10/09/16 – sábado – Jalapão (Ponte Alta)/Palmas/Campinas

 

Já reservamos um veiculo 4x4 na Araguaia Locadora (63) 3228-2540 [email protected] por R$500,00 a diária. A dois meses atras era R$400,00 ::grr:: Foi a locadora mais em conta que conseguimos.

 

Uma breve introdução que encontramos e algumas dicas:

 

A planta Jalapa, encontrada na região, deu nome ao Parque Estadual do Jalapão. O parque tem uma área aproximada de 34 mil km² de paisagem árida. Localiza-se na região leste, ponto em que o Tocantins faz divisa com a Bahia, o Maranhão e o Piauí. Essa região é cortada por uma imensa teia de rios, riachos e ribeirões, todos de uma água transparente e potável. O Jalapão já foi mar! Com as mudanças climáticas e atmosféricas sofridas pelo planeta, o mar foi se afastando e deixando um rastro de riqueza biológica que a sedimentação marinha, eólica (ventos), lacustre (lagos) e fluvial (rios) foi moldando ao longo dos milênios. Como resultado, as montanhas de pedra tomaram a forma de ruínas de antigas e gigantescas edificações. O solo arenoso favorece o processo de desertificação. Apesar dos desmatamentos e da caça ainda é possível avistar animais silvestres como emas, capivaras, veados. Se der sorte, ou azar, pode-se avistar onça-pintada e sucuris.

Ao contrário da ideia comumente disseminada, é possível chegar à região de carro, sem contratar pacotes caríssimos das empresas de turismo que operam na região. A primeira dúvida: só de veículo 4x4? É muitíssimo recomendável um veículo com tração nas 4 rodas, embora não sejam inviáveis alternativas. Carros leves e mais altos, do tipo Gol e Uno podem chegar, mas é muito provável que isso acarrete aventuras adicionais durante o passeio, e muito trabalho. Nesse caso, seria aconselhável levar na bagagem algumas tábuas e uma pá; lembrando que usar esses apetrechos pode roubar um bom tempo da viagem. (Após retornar de viagem, aconselho fortemente ir de 4x4, caso contrário teríamos parado em vários buracos de areia fofa)

Entre maio e setembro quase não chove e o céu estará azul (pelo menos até as queimadas do Cerrado começarem, em meados de setembro). Para ver o capim-dourado em seu estado dourado, visite em setembro. Durante a época seca os dias são quentes (quanto mais perto de setembro, mais quente) e as noites, frescas.

A porta de entrada e de saída da região é a cidade de Ponte Alta do Tocantins. Os principais acessos são pelas TO-050 e TO-255 para quem vem de Palmas ou pela TO-130 para que chega pelo sul através de Pindorama.A maior quantidade de atrativos está em torno do povoado de Mateiros, a 160 km de Ponte Alta (ou 240 km de Novo Acordo). Os povoados de Ponte Alta e São Félix do Tocantins (a 90 km de Mateiros e 150 km de Novo Acordo) também servem como base para visitar outros atrativos. A cidade de Ponte Alta do Tocantins é considerada a porta de entrada do Jalapão, por ser a primeira cidade próxima ao Parque Estadual quando se vem de Palmas – 190km, por estrada asfaltada. Convém registrar a dificuldade de se encontrar alguns passeios por total falta de sinalização. Reserve pelo menos 3 dias para aproveitar as belezas do Jalapão. Indo ao Jalapão não espere conforto, comida boa e típica. É uma viagem de contato com a natureza e de beleza inigualável.

Se você não tem interesse ou tempo de conhecer Palmas, não se hospede no Centro da Cidade. Hospede-se em Taquaralto, pertíssimo do Aeroporto e meio do caminho para o Jalapão. A hospedagem provavelmente vai ser mais barata e você não vai precisar pagar um táxi/ônibus/transfer aeroporto-centro de Palmas, totalmente desnecessário.

 

Onde se hospedar:

 

Mateiros:

Pousada Domiciliar da Vaneça – c/ Vaneça (63) 99956-4948 – R$75,00 por pessoa em quarto duplo.

Pousada Panela de Ferro – Avenida Tocantins, quadra 7, lote 5, Mateiros – (63) 3534-1038 / (63)99999-7417 - http://www.paneladeferro-jalapao.com.br

Pousada Santa Helena Jalapão - Avenida Maranhão, s/n, Mateiros –(63) 3534-1050 / (63) 9971-1058

http://[email protected]r

Pousada Buritis do Jalapão – Rua Três, quadra 5, lote 1, Mateiros - (63) 3534-1139 / (63) 3534-1046

Pousada Cardoso - Rua Aureliano Pereira dos Santos, quadra 13, Mateiros - (63) 3534-1213 / (63) 33388-3370

Pousada Vereda Tropical- Rua Vinte, Mateiros - (63) 3534-1071 / (63) 99947-2577

Jalapão Recanto do Salto – Mateiros - (63) 9968 5333 / (63) 9994 0021 / (63) 9956 1049 / (63) 9992 0021 http://www.jalapaorecantodosalto.net

 

Ponte Alta:

Pousada Aguas do Jalapão – Rodovia TO-255 KM 131, Ponte Alta do Tocantins –c/ Nilton (63)99996-4550 / João (63)99975-1950 / Jota (63)98472-4491 e (63) 98467-6740 - http://[email protected]@aguasdojalapao.com.br – R$ 285,00 em quarto quadruplo.

Pousada Veredas das Águas – Avenida Palmas, quadra 05, lote 05, Bela Vista, Ponte Alta do Tocantins – c/ Avilon (63) 3378-1581

Pousada Beira Rio - Rua Manoel Cavalcante, 751, Centro, Ponte Alta do Tocantins –(63) 3378 1172 / (63) 8409 4468

http://www.facebook.com.br/[email protected]

Pousada Planalto - Praça Capitão Antonio Mascarenhas, 436, Ponte Alta do Tocantins –(63) 3378-1141 /(63) 98409-0888

http://[email protected].br

Pousada Portal do Jalapão - Av. Brasília, 264, Ponta Alta Tocantins

 

São Félix:

Pousada Capim Dourado–c/ Maria (63) 99934-4339 – R$ 70,00 por pessoa em quarto duplo.

Jalapão Ecolodge - Rodovia TO 030 km 140, Catedral do Jalapão, Estrada Cênica Novo Acordo - (63) 99994-0514

Pousada da Irá - Avenida Tocantins, s/n, centro - (63) 3576-1035

Pousada do Paulin -

 

Assim que a viagem se iniciar, voltarei e contarei a experiência aqui!!

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Retornei da viagem, e preciso dizer aqui que: O JALAPÃO É INCRÍVEL!!!

 

05/09/2016

Minha chegada ao aeroporto de Palmas foi na madrugada de domingo (04/09) para segunda (05/09), como alguns já tinham chego antes, já haviam me avisado que o táxi para o centro de Palmas não sairia por menos de R$60,00 :roll: (eles pagaram 80 e pouco). Como a grana estava curta e o dinheiro foi contado, me recusei a pagar tudo isso, depois ainda ter que pagar uma diária de hotel, para dormir poucas horas, já que iria pegar o carro por volta das 9h da manhã.

Fiquei sabendo no aeroporto que tem um ônibus que saía as 6h de lá, e deixava em uma estação, lá pegaria outro, chamado eixão, até outro ponto, e neste ponto me disseram que teria que pegar um terceiro ônibus, mas vi que a locadora ficava a 15 minutos da li, e não precisaria pegar o terceiro ônibus. Fui de a pé mesmo! Comecei a sentir o calor de Palmas logo as 7h da manhã ::dãã2::ãã2::'>

Como cheguei antes do horário na locadora, e ela fica ao lado de um Extra Hipermercado, tomei meu café da manhã nele, encontrei com o resto do pessoal, e partiu Jalapão.

Dica: o Wesley da Locadora nos deu uma super dica, comprar sacos de lixo e embalar nossas malas e mochilas que ficariam na caçamba da caminhonete. Vai por mim, façam isso! No primeiro dia embalamos apenas com 1 saco, e entrou terra vermelha por onde vocês nem imaginam, e roupa já ficou suja logo no começo ::ahhhh::

 

Bom, nosso trajeto foi esse mesmo:

05/09/16 – segunda – Palmas/Jalapão (São Felix)

06/09/16 – terça – Jalapão (Mateiros)

07/09/16 – quarta – Jalapão (Mateiros)

08/09/16 – quinta – Jalapão (Ponte Alta)

09/09/16 – sexta – Jalapão (Ponte Alta)

10/09/16 – sábado – Jalapão (Ponte Alta)/Palmas

 

O Rally dos Sertões 2016, estava passando por lá justo nesta semana :mrgreen: , e em alguns momentos encontraríamos eles em alguma cidade. Este foi um agravante para conseguirmos pousadas livres... mais breve conto detalhes..

 

Resolvemos começar por São Felix, o roteiro inverso que a maioria costuma fazer, pois a estrada logo no começo, depois de Novo Acordo já é de terra, e de Ponte Alta a Palmas a estrada é asfaltada e ótima, e como já estaríamos cansados, resolvemos deixar a melhor estrada para o final. A ideia foi ótima e aconselho!

 

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Saímos por volta das 10h da manhã de Palmas. Paramos em Novo Acordo para almoçar. Comidinha caseira, por quilo, muito barata e deliciosa! ::love::

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No caminho para São Felix, paramos para tirar algumas fotos no Morro do Gorgulho:

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E depois na Serra da Catedral:

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Chegamos em São Felix logo após o por do sol:

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Ficamos na Pousada Capim Dourado, recepcionados pela Maria. Pousada simples, mas ótima, tem wifi ::otemo:: , nos sentimos em casa lá. A Maria é uma fofa! Café da manhã ótimo para os padrões da região. Indico!

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Temperaturas em São Felix:

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Você irá encontrar por lá restaurantes simples, que fazem de janta sempre um espetinho, que posso garantir que é maravilhoso. Em São Felix, o completo custava R$12,00, e vinha acompanhado de arroz, feijão tropeiro, mandioca, vinagrete, farofa e espetinho de carne a sua escolha. Perfeito para um dia de muita estrada e poeira!

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06/09/2016

Acordamos por volta das 7h, tomamos o café da manhã na pousada Capim Dourado. Era simples, gostoso e o suficiente para nosso grupo. Ensacamos em 2 sacos de lixo nossas mochilas e malas desta vez, pois só com um saco, os pequenos rasgos que fizeram, já foram suficientes para sujar nossas roupas. Assim partimos rumo aos famosos fervedouros, sentido a Mateiros.

No dia anterior chegamos tarde em São Felix, e não chegamos a conhecer a Cachoeira da Prata (ou da Arara, estou confusa agora ::dãã2::ãã2::'> ), mas também decidimos que não iríamos voltar até ela, já que ela fica entre Novo Acordo e São Felix.

Na primeira placa de fervedouro que vimos, já paramos ::lol3:: Era o Fervedouro Alecrim ::love::

Cheguem preparados com notas de dez reais. Em todos eles, nos cobram R$10,00 para entrar. ::tchann::

Já ficamos encantados logo que o vimos, quando entramos e sentimos a sensação, ficamos apaixonados. Sensação INEXPLICÁVEL!

 

Fervedouro Alecrim

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Praia do Alecrim, ao lado do fervedouro que leva o mesmo nome. Gratuito!

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O próximo fervedouro foi o Bela Vista. Ele é o maior, e o mais recentemente descoberto

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Depois fomos na Cachoeira da Formiga ::love:: Ela é incrivelmente azul, ou verde :D .. de águas transparentíssimas. Incrível!

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R$20,00 para entrar nela. Pensamos em almoçar alí, pois tem o pessoal que cuida da entrada da cachoeira, e que também faz almoço. Eles só fazem almoço por encomenda, e leva em torno de 1 hora para ficar pronto. Mas quando nos falaram que era R$35,00 por pessoa, resolvemos comer nossas bolachas mesmo. rsrsrs

Ficamos um bom tempo nela. Tinham um pessoal com snorkel lá, e foram mega legais, nos ofereçam para usar. Que visu!

 

Depois fomos ao fervedouro buritizinho. Ele é inho no tamanho, mas na beleza é muito ão! :mrgreen:

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Ao lado dele tem o Boia Cross no Rio do Sono. R$10,00 também. É bem tranquilo, pra relaxar mesmo!

 

Depois de tantos lugares lindos, vimos o por do sol na estrada. E é sempre perfeito!

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Chegamos em Mateiros logo após o por do sol. E comemos no restaurante de espetinho. Lá era R$15,00 o completo.

 

Na Pousada Alternativa Domiciliar, fomos recepcionados pelo Reinaldo e pela Vaneça, onde ficamos hospedados. Ambos trabalham no Naturatins e entendem muito da região. Eles também são sócios de uma pousada, porém ficamos na casa deles, que a transformam em Pousada Alternativa quando a cidade já está cheia de turistas (o Rally dos Sertões estava chegando :o ). Detalhe: para as pousadas ficarem cheias não precisa de muito, já que as opções de pousadas lá são pouquíssimas. Eles não ficam na casa quando há hospedes e a casa deles é óootima, me senti muito em casa, são 3 quartos, várias camas, todos com ar condicionado, 3 banheiros, e impecavelmente limpa. Café da manhã incrível que a Vaneça prepara, digno de pousada mesmo. Ela tem um parente padeiro, e faz um pão divino. E a Cuca que ela mandou fazer pra gente ::love:: . Além disso, ela ainda deixava a gente levar tudo que sobrava para o passeio do dia, e é claro que a gente embrulhava tudo e levava né! ::lol4:: . Ainda não tem wifi na casa dela, mas descobrimos a senha do wifi da prefeitura ::hahaha::

 

Temperatura em Mateiros:

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07/09/2016

Acordamos ótimos na Pousada Alternativa Domiciliar da Vaneça, porém não tão cedo quanto gostaríamos. Café da manhã delicioso, com direito a levar tudo para a viagem rsrs ::otemo::

Neste dia fomos a comunidade Mumbuca, ver o artesanato de Capim Dourado, ela fica entre São Felix e Mateiros, então precisamos voltar um pouquinho para trás na estrada. Tem placas e é fácil chegar, a unica coisa é que quando fui a ponte de acesso havia sido destruída (dizem que havia politicagem no meio), então é preciso atravessar um riozinho, e na 4x4 é tranquilo.

 

(foto)

 

Queria tudo na lojinha que eles tem na Comunidade. Muito atenciosos, não dá pra sair de lá sem uma lembrancinha.

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Depois de Comunidade Mumbuca, começamos a voltar novamente sentido a Mateiros, e paramos no Fervedouro Ceiça, também conhecido como Bananeira. O ultimo nome faz jus ao lugar.

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Ainda retornando a Mateiros, paramos no Fervedouro Buritis. Ele é mais fundo, e achei que estava mais sujo, e com cheiro não tão agradável, mas vale a visita. Não sei ficar quieta, e quando fui embora, avisei o pessoal que toma conta deste fervedouro que estava precisando fazer uma manutençãozinha no limbo que formou nas beiradas. ::xiu::

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Próximo a eles tinha vários outros fervedouros (rio do sono, encontro das águas, outro de nome buriti), mas não tivemos tempo, já que ainda tínhamos que correr para ver o por do sol nas Dunas. Fora que de R$10 em R$10 para entrar nesses fervedouros, fomos a falência ::tchann::

 

Para ir as Dunas, voltamos por completo a Mateiros, e chegando na cidade tem uma placa sentido a Ponte Alta, siga em direção a ela, não tem erro, e ao chegar nas Dunas verá placas. A estrada é péssima, quase impossível passar de 50km/hr. Ao chegar na entrada no parque nacional, há uma placa que diz que somente carros 4x4 podem entrar para estacionar mais próximo às Dunas. A areia dentro do parque é muito fofa, e são uns 5km até lá.

 

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A areia de lá é um laranja incrível, e o por do sol é top!

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Retornamos a Pousada da Vaneça, em Mateiros, já era umas 19h30. Foi comer um espetinho no restaurante e dormir.

 

08/09/2016

 

Se neste dia, de madrugada, tivéssemos conseguido acordar antes do sol nascer, iríamos subir a serra do espirito santo, mas como isso é quase uma missão impossível, deixamos o trekking de lado. A Vaneça havia nos dito que após as 8h da manhã, bate um sol muito forte para a subida.

 

Tomamos o café, nos despedimos da Vaneça e do Reginaldo, já que era nossa ultima pernoite lá.

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Seguimos sentido a Ponte Alta, e este provavelmente é pior trecho da estrada. Areia muito fofa, cheia de buracos.. haja força na tração ::quilpish::

 

Paramos para tomar uma banho no rio do sono

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Depois fomos visitar a cachoeira da velha

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E paramos mais uma vez para um banho, agora na prainha da cachoeira da velha

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Vimos o por do sol na estrada.

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Chegamos em Ponte Alta já a noite, ficamos na Pousada Águas do Jalapão, e jantamos para variar um pouquinho, um espetinho rsrsrs ::lol3::

 

Temperatura em Ponte Alta:

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09/09/2016

 

Este seria o ultimo dia de passeio pelo Jalapão. O dia mal tinha começado, e já estávamos com sentimento de saudade :roll:

 

Pernoitamos na Pousada Águas do Jalapão. A pousada é a mais bem estruturada da região, vários quartos, estacionamento, piscina. Um dos donos é o Nilton, muito simpático, era da cidade de Leme - SP, cidade próxima a minha, resolveu investir lá, e já tem intenção de crescer mais. O melhor café da manhã de todos (sem direito a levar nada para o lanche - mas a gente levou, claro ::lol3:: ).

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Apesar de ser uma pousada ótima, os quartos são simples, nada de luxo. Vaneça, saudades rsrsrs

 

Bom, neste dia, tínhamos a intenção de passar no Canion Sussuapara, ver duas cachoeiras, que não sabíamos ao certo como eram, e finalizar o dia vendo o por do sol na pedra furada.

Um senhor da pousada, muito simpático também (perdoe, esqueci o nome, lembrando eu posto aqui), nos passou um mapa impresso em papel A4, nos deu as dicas de contar a quilometragem do carro e ir, não veríamos nenhuma placa indicando a entrada de nenhum destes atrativos, foi na raça.

 

Não teve erro, seguimos exatamente como ele nos disse, e primeiro paramos no Canion Sussuapara (este tinha placa, pequena e velha, mas tinha)

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Depois na cachoeira do soninho.

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Foto obrigatória, quando ainda tinha uma havaiana rsrs:

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Seguimos mais adiante e paramos na cachoeira da fumaça, que tem a de numero I e a II.

Achávamos que já estávamos vendo as duas quando chegamos. Havia um outro grupo se banhando lá, eles ainda nos disseram que se descêssemos uns 100 metros por uma trilhinha, veríamos a outra. Ficamos um bom tempo na de cima.

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Atravessamos a ponte (somente a pé), cuidado, ela é ótima para arrebentar havaianas rsrs

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O outro lado desta ponte, me parece que é sentido a cidade de Natividade...

 

E quando chegamos na de baixo, quase não acreditamos no que vimos ::hãã::::hãã::::hãã::

Ele é linda, DEMAIS! Me lembrou muito as cachoeiras da Chapada Diamantina. Inclusive lá, também tem uma chamada Cachoeira da Fumaça.

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O mais legal nela é que dá para ir atras da queda de água. Cuidado com as pedras, pois as água que escorre as deixa escorregadias.

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Queríamos ter ficado mais nela, mas tínhamos que correr para ver o por do sol na pedra furada.

Para chegar lá, é só retornar quase todo o trajeto até Ponte Alta. Quando ver uma plantação de eucalipto (eu acho), entre.

A vista desta plantação já é linda.

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Chegamos a tempo do por do sol na pedra furada, apesar do sol ter ficado entre nuvens.

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Por do sol incrível para fechar a viagem.

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Voltamos a cidade a noite, e neste dia não tínhamos onde dormir, até que nos 45 do segundo tempo, um dos amigos da viagem, um dia antes de embarcar para o Jalapão, conseguiu uma casa para dormirmos, por R$50,00, somente colchões e banho gelado (ainda bem que estava um calor danado quando tomei banho). A cidade estava lotada, o pessoal do rally já tinha ocupado todas as pousadas. Algumas pessoas da cidade estavam cobrando em torno de R$100,00 para apenas ter cama e banho. Lei da oferta e procura né... Olha a inflação!

 

Esta noite foi tensa, era sexta-feira, tinha uma balada na praça, com um som tão alto que parecia ser dentro do quarto, e durou a noite toda. A noite fez um frio danado ::Cold:: , todos levantaram para colocar mais roupa. Tudo bem, um perrenguinho não faz mal a ninguém!

 

10/09/2016

Acordamos na casa da Rosana (ou mal dormimos) e fomos tomar na café em uma padaria que tinha um pouco para cima. A cidade toda resolveu tomar café lá rs, estava lotada. Comi muito e não gastei nem R$10,00 rsrs ::cool:::'>

 

Ajeitamos tudo na caminhonete e partimos de volta a Palmas.

A estrada é toda asfaltada, ótima, perto de tudo que já tínhamos passado pelas estradas do Jalapão.

No caminho havia algumas cachoeiras para visitação também, mas não poderíamos parar, pois tínhamos que devolver o carro até meio-dia. Chegamos pontualmente no horário. Ponto pra nós! ::mmm:

 

Em Palmas, me despedindo do pessoal ::love::::love::::love::::love::

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Fui para o aeroporto de carona com o Wesley, da locadora de veículos, que iria entregar um carro a um cliente lá. Economizei tempo e dinheiro! Rá! Valeu Wesley ::otemo::

 

O grupo ainda iria ficar mais um dia, então alugaram um carro mais simples e fizeram alguns passeios ao redor de Palmas. Foram inclusive nas cachoeiras que citei mais acima, entre Ponte Alta e Palmas.

 

Eu retornei a Campinas, com brilho no olho, coração cheio de amor, e pensando na próxima viagem, CLARO!

 

Os Custos da Viagem colocarei mais abaixo...

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Léia, adorei suas dicas, só faltou você dar os valores da Pousada Capim Dourado e o telefone de contato....

 

Olá Elaine!

O contato e os valores estão no início do relato, junto das demais pousadas que fiquei e pesquisei.

De qualquer forma, segue de novo: Pousada Capim Dourado–c/ Maria (63) 99934-4339 – R$ 70,00 por pessoa em quarto duplo.

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Leia, muito bom o seu relato! Estou pensando em fazer o mesmo, alugar um carro 4x4 e conhecer por conta própria. Você acha que é tranquilo encontrar os lugares sem um guia? Gostaria de saber mais detalhes sobre essa questão Logística. Alimentação, combustível, hospedagem... Estou um pouco inseguro de partir nessa jornada! Hahaha

Vc recomenda fazer o que vcs fizeram? .

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