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Europa - 28 dias - Portugal, Espanha, Londres e Paris


Posts Recomendados

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Está chegando a hora!!!

 

Dia 30 parto junto com minha esposa para visitar meu irmão em Porto. Aproveitando essa viagem, já programamos um bom roteiro por lá. Agora chegou a hora de somente aproveitar dos que já postarem e fazer a minha. Vou deixar aqui o roteiro que já está definido e depois vou comparar com o que realmente consegui realizar. Não sei se o certo já era criar este tópico em relatos de viagem, mas depois acredito que possa ser movido para lá.

 

Segui todos os passos do manual do mochileiro e pesquisei muito, mas muito mesmo, para fazer meu planejamento. Espero que eu consiga aproveitar ao máximo o que programei. De qualquer forma, estou ciente que imprevistas acontecem (e vão acontecer), como foi o caso recente do vulcão na Islândia. Mas o que vale é aproveitar a aventura e se divertir mesmo quando o programado não se concretiza da forma como esperávamos.

 

Vou apresentar abaixo o roteiro que fiz, já calculados o tempo de deslocamento e de visita aos monumentos e passeios, mas não vou citar aqui para não ficar muito extenso. Para fazer este planejamento utilizei o google mapas, o Via Michelin (que calcula valores de pedágio e combustível gasto), os sites de turismo ou das câmaras municipais das cidades, os sites de transporte de Portugal, Londres e de Paris, além de ler muitos depoimentos aqui no mochileiros, em blogs e guias da Folha.

 

Apesar de estar indo meio que mochilão para esta viagem, comprei as passagens aéreas pela CVC, pois consegui um bom valor fazendo dois trechos na Europa. O custo da passagem para duas pessoas ficou em R$ 4.035,00. Também reservamos o hotel de Paris, pois como seria o único local onde não ficaríamos em casa de parentes ou amigos, resolvemos ter um pouco mais de conforto do que em um Hostel. Reservamos o Tim Hotel Montparnasse por R$ 1.535,00 para cinco dias. Este hotel fica em frente à Torre Montparnasse e à Gare Montparnasse, de onde saem trens para Versalhes.

 

Segue abaixo o que farei em cada dia de MAIO/10:

01 - Chegada em Porto, após fazer conexão em Madri (nosso primeiro obstáculo na imigração) - Dia livre para passear com meu irmão.

02 - Passeio em Porto - Ver o jogo Porto x Benfica (no estádio ou em um bar).

03 - Vila Nova de Gaia e Espinho, retornando à noite.

04 - Pegarei o carro do meu irmão emprestado e seguirei até Lisboa, passando por Leiria, Batalha, Alcobaça e Óbidos. Em Batalha já comprarei o Lisboa Card para 3 dias (35 euros), que dá direito a ingressar em vários monumentos e utilizar o transporte urbano de Lisboa. Ficaremos hospedados na Pensão Santo Tirso (120 euros o casal para 3 dias).

05 - Passear pelos principais pontos turísticos de Lisboa na área Central.

 

[googlemap]http://maps.google.com.br/maps/ms?ie=UTF8&hl=pt-BR&msa=0&msid=101213740084229480264.0004813fd75a44387b3ba&ll=38.715184,-9.144831&spn=0.019555,0.043945&z=15[/googlemap]

 

06 - Pela manhã visitar os palácios de Sintra e Queluz. No período da tarde visitar a região de Belém.

 

[googlemap]http://maps.google.com.br/maps/ms?ie=UTF8&hl=pt-BR&msa=0&msid=101213740084229480264.0004813fd75a44387b3ba&ll=38.695391,-9.206243&spn=0.019561,0.043945&z=15[/googlemap]

 

07 - Retornar para Porto, passando por Tomar e Fátima. Num primeiro momento havia planejado fazer este roteiro na semana seguinte, ocasião em que o Papa estará em Lisboa e Fátima. Mas achamos que estaria uma confusão enorme e acabaríamos não aproveitando quase nada. Por isso antecipamos o roteiro para Lisboa e deixamos para ver o Papa em Porto, no dia 14.

08 - Ir de carro para Salamanca com meu irmão. Faremos a reserva do alojamento em Portugal.

09 - Passear por Salamanca, retornando à tarde para Porto.

10 - Visitar o Parque Nacional de Geres de carro com meu irmão, retornando à tarde.

11 - Passear por Porto e Póvoa do Varzim.

12 - Ir de trem para Braga e Guimarães, retornando à noite.

13 - Ir de trem para Coimbra, retornando à noite.

14 - Pela manhã, ir à missa com o Papa. À tarde e à noite, fazer os últimos passeios em Porto.

15 - Ir de carro para Santiago de Compostela com meu irmão. Faremos a reserva de alojamento em Portugal.

16 - Passear por Santiago de Compostela, retornando à tarde.

17 - Vôo para Londres. Chegada na casa de um amigo onde ficaremos alojados e descansaremos neste primeiro dia. Tanto meu irmão quanto este amigo nosso mandaram cartas convite para apresentarmos na imigração. Em Londres deixei para aproveitar os passeios gratuitos e para conhecer a cidade de uma forma mais livre, utilizando bem o metrô nos deslocamentos mais longos.

18 - British Museum, Camdem Town e um passeio noturno com nosso amigo.

19 - National Gallery, Trafalgar Square, Picadilly Circus, Covent Garden e Oxford Street. Dia de compras.

20 - Big Ben, Parlamento, Westminster, Buckingham, Museu de História Natural, Hyde Park e Kensington Palace.

21 - Percorrer a margem do Tâmisa desde a London Eye até a Tower Bridge, Depois seguir pela outra margem até a Igreja de St. Paul. À noite assistir a um musical.

22 - Kew Gardens e Richmond Park, que fica perto da casa de meu amigo. Após o almoço seguir para o Aeroporto de Heatrow para pegar o voo para Paris.

 

[googlemap]http://maps.google.com.br/maps/ms?ie=UTF8&hl=pt-BR&msa=0&msid=101213740084229480264.00048363108b378ed8d9b&ll=51.517396,-0.160503&spn=0.058538,0.175781&z=13[/googlemap]

 

23 - Caminhada do hotel até o Jardin des Plantes, passando pela Igreja de Saint Sulpice, Jardin du Louxemburg e Pantheon. Pegar um batobus (11,00 euros) até a Torre Eiffel (13,10). Em seguida pegar o metrô até a Igreja de Sacreau Coeur. Se der tempo, ir até o Moulin Rouge (só para a foto).

24 - Museu do Louvre no período da manhã (neste dia compraremos o Paris Museum Pass - 4 dias - 48,00), que inclui acesso a vários museus, monumentos e igrejas. Depois do almoço, Saint Chapelle, Notre Dame, Berthilion (esse é certeza, rs), Centro Pompideau, Place des Vogues e Bastilha.

25 - Palácio de Versalhes no período da manhã, aproveitando que às 11 horas terá o espetáculo das águas nas fontes dos jardins. Champ Elisées e Arco do Triunfo no período da tarde. Este três dias em Paris foram mais puxados pois meu irmão estará conosco e resolvi visitar os principais pontos já no começo.

26 - Saint German des Prés, Quartier Latin, Museu D'Orsay, Ópera Garnier, Igreja La Madeleine.

27 - Forum e Jardim de Les Halles, Catacumbas de Paris (mórbido mas interessante, rs). À tarde seguir para o Aeroporto de Orly. Para Paris, peguei dicas muito interessantes no blog http://www.conexaoparis.com.br

 

[googlemap]http://maps.google.com.br/maps/ms?ie=UTF8&hl=pt-BR&msa=0&msid=101213740084229480264.00047d19d2ecf2e4ab689&ll=48.860085,2.292023&spn=0.061889,0.175781&z=13[/googlemap]

 

28 - Chegada em São Paulo pela manhã. Como nosso voo para Londrina parte somente às 20 horas, farei um passeio no Zoo Safari e preencherei o resto do dia em um shopping (se o corpo ainda aguentar o ritmo).

 

Para planejar os gastos da viagem utilizei uma planilha de excel, onde coloquei uma estimativa de tudo que pretendo gastar diariamente. Considerando um gasto diário individual com alimentação de aproximadamente 60 euros, gastos com hotéis, passagens aéreas, passeios e compras, eu e minha esposa pretendemos gastar juntos ao final da viagem algo em torno de R$ 16.000,00 (espero que não passe disso, ::mmm: )

 

É isso aí. Qualquer coisa é só perguntar. Se eu não responder até o dia 30, que é quando viajamos, então vai ficar somente para o retorno, em junho, quando pretendo postar o resultado da viagem e o comparativo com o roteiro.

 

Abraços.

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  • Colaboradores

Vou colocar abaixo as postagens que estou fazendo sobre a viagem no meu blog queviajada. À medida que for atualizando o blog vou colocando as postagens aqui também.

 

Após o retorno das minhas merecidas férias, está na hora de retribuir a todos que me ajudaram, mesmo que de forma indireta, a realizar esta empreitada da melhor forma possível. As dicas obtidas junto a sites especializados, blogs e, em especial, no forum Mochileiros.com foram de enorme valia para que tudo saísse conforme planejado.

 

Sendo assim, a partir de hoje postarei o meu "diário de bordo", escrito durante a viagem.

 

Esclareço que não postarei informações sobre o que cada local visitado (museus, igrejas, galerias, parques, etc.) tem a oferecer, pois essas informações podem ser obtidas diretamente nos próprios sites, mas colocarei sim as minhas impressões pessoais sobre os mesmos, bem como sobre as questões culturais e de relacionamento com os habitantes de cada uma das localidades.

 

Como fiquei mais tempo em Porto, Portugal, na casa de meu irmão, é onde tive uma melhor visão sobre os costumes locais.

 

Também colocarei algumas informações práticas sobre preços gastos para visitação, transportes, compras e restaurantes.

 

E com base no roteiro que programei para a viagem farei as devidas comparações sobre o que foi cumprido do planejamento ou não. Apenas adianto que o fato de se programar com antecedência e pesquisar bastante sobre os locais a serem visitados é de extrema importância, pois fica muito fácil se reorganizar rapidamente caso ocorra algum imprevisto. Isso é essencial para poder aproveitar ao máximo a sua viagem.

 

E vamos ao relato.

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Sexta, 30/04/2010:

 

Check-in feito pelo site, bagagem arrumada e conferida (quase, pois esqueci o adaptador de tomadas), acordamos cedo e fomos para o Aeroporto de Londrina com os parentes para se despedirem.

 

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Não houve atrasos e o voo transcorreu sem problemas. Chegamos em São Paulo, no aeroporto de Congonhas, às 09:15 e ainda conseguimos pegar o ônibus da Gol que faz o traslado até Guarulhos (gratuito para passageiros). Para quem precisar utilizar, estes ônibus ficam na parte inferior dos dois aeroportos, paralelo à pista onde ficam os táxis. Sem tráfego, o percurso demorou cerca de uma hora.

 

Fui até a Receita Federal para fazer a declaração de bagagem acompanhada mas não precisei, pois produtos nacionais e máquinas fotográficas com menos de 10mp não precisam ser declaradas. Como a minha tem 6mp não tive problemas com isso.

 

Como tudo é muito caro por lá, almoçamos um lanche no McDonald´s com preços iguais aos de qualquer shopping.

 

Fizemos o check-in sem problemas e entramos cedo na sala de embarque para já fazer algumas compras no Duty Free. Havia vários produtos com preços bons, mas aí ficava a dúvida se estariam mais baratos na Europa. Comprei apenas um perfume da Hugo Boss (100ml) por US$ 54,00. Segundo a vendedora, os preços dali seriam iguais aos da Europa, só que com outra moeda. Deixei para conferir quando chegasse lá.

 

Nosso voo saiu no horário (felizmente o vulcão deu uma trégua alguns dias antes). Apesar do banco não reclinar muito, achei mais ou menos confortável o avião da Ibéria, principalmente com os encostos de cabeça ajustáveis. O serviço de bordo também foi razoável.

 

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Muito interessante seu começo de relato. Aguardo o resto. Estou indo para a europa entre 14 de julho e 13 de agosto, visitando 8 cidade. Barcelona, Paris, Londres, Amsterdam, Munique, Salzburg, Lucerna e Roma.

 

Se quiser dar uma olhada no meu tópico e dar algumas dicas eu agradeço.

ajuda-e-dicas-com-roteiro-europa-28-dias-8-paises-t44004.html

 

Att. Romulo Targon

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Obrigado. Já coloquei algumas dicas no seu roteiro. Vou tentar dar uma acelerada nos relatos para chegar logo em Londres e Paris.

 

De qualquer forma, já pode verificar mais ou menos o que coloquei no meu planejamento para Londres e Paris, pois consegui cumprir praticamente tudo o que tinha programado.

 

Muito interessante seu começo de relato. Aguardo o resto. Estou indo para a europa entre 14 de julho e 13 de agosto, visitando 8 cidade. Barcelona, Paris, Londres, Amsterdam, Munique, Salzburg, Lucerna e Roma.

 

Se quiser dar uma olhada no meu tópico e dar algumas dicas eu agradeço.

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Att. Romulo Targon

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Sábado, 01/05/2010

 

Conforme já havia citado, considerei o avião relativamente confortável para a minha altura (1,70m). Serviram refeições e lanches durante todo o voo (ao menos nos períodos em que eu estava acordado). O problema era apenas a fila do banheiro. Alguma turbulência, mas nada que assustasse.

 

Desembarcamos no terminal T4S do aeroporto de Barajas, em Madri, às 06:20 da manhã, sem atrasos. Esse terminal é utilizado para voos para fora da área Schengen. Como ele é apenas um anexo do T4, que é de onde saem os voos para o espaço Schengen (que inclui Portugal) fomos para lá fazendo o trajeto entre os dois terminais através de um metrô de ligação. Apesar de serem gigantes estes terminais e uns verdadeiros labirintos, é tudo muito organizado e bem sinalizado (além de extremamente limpos). Basta prestar atenção nas placas indicativas (e confiar nelas, ;)). Apesar de muito grande, o terminal T4 possui esteiras rolantes por todo o corredor para o uso de quem está cansado ou com pressa. É nessas horas que eu vejo que o Brasil terá que melhorar muito para receber bem os turistas na Copa e nas Olimpíadas.

 

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Chegando na Alfândega tivemos a maior decepção. Não, não nos deportaram. Simplesmente nem olharam para nossas caras, nem mesmo para dizer bom dia. E todo o texto que eu havia decorado? Quase voltei lá e exigi uma fiscalização mais rigorosa, rs. Dali seguimos para outra fila, onde passamos por nova inspeção para ingressar no terminal. Tem que tirar tudo de metal mesmo. Um dica é para ir de tênis quem puder. Como botas e sapatos normalmente possuem parte metálicas eles exigem que sejam retirados também. Apesar disso é tudo bem rápido.

 

Já no terminal, fomos até o Duty Free e confirmei o que a vendedora havia falado em Guarulhos: Os valores dos produtos são praticamente os mesmos, mudando apenas a moeda. Um perfume que custava 50 dólares em Guarulhos estava por quase 50 euros em Madri. Já me programei para dar uma passadinha no Duty Free de São Paulo no retorno. E no aeroporto, o preços também são bem salgados. Coca na maquininha por 2,50 euros.

 

Neste aeroporto, assim como em quase todos por onde passei, não há chamadas pelos alto falantes, portanto é bom ficar atento aos monitores com os horários de embarque espalhados por todo o terminal. O pior de tudo foi a espera de quatro horas pelo voo. Veja o que o cansaço não faz com uma pessoa, kkkk.

 

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Saída sem atrasos e voo tranquilo, agora em um avião menor. No embarque vimos um senhor colocando as malas no bagageiro do avião através de uma esteira, deixando cair algumas lá do alto. Ao chegar em Porto tivemos a surpresa de ver que uma das malas estava com a alça retrátil de transporte quebrada. Tava tudo muito bem pra ser verdade.

 

O aeroporto de Porto é bem menor que o de Madri, mas também é muito limpo e organizado. Fizeram algumas poucas perguntas na imigração sobre onde iria ficar e por quanto tempo. Também abriram algumas das minhas malas, mas logo em seguida nos liberaram sem problemas.

 

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Meu irmão e a Maria (sua namorada) foram nos buscar e seguimos direto para o apartamento para desfazer as malas e tomar um banho. Em seguido seguimos para um rápido city tour e para almoçar. Fomos em um barzinho na Avenida da Liberdade em Leça. Infelizmente não me lembro do nome para deixar aqui registrado. Comi uma Francesinha (não pensem bobagem, pois é um sanduíche tradicional do Porto, feito com pão de forma recheado com bife e salsicha, e coberto com queijo derretido e molho) por $ 7,80 e minha esposa não quis abrir mão do nosso arroz branco. Pediu um prato com arroz, bisteca de porco empanado, salada e batata frita por $ 6,90. Ambos estavam bons e achei os preços adequados. Também comi um pastel de nata ($ 0,90) que estava frio e bem mais ou menos. Acho que só vai servir para valorizar o original quando prová-lo em Belém.

 

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Passeamos um pouco pela orla da região metropolitana do Porto e fomos até o Cais da Ribeira para tirar algumas fotos. Mas como estava frio e ventando demais, voltamos cedo para descansar da viagem. A primeira impressão da cidade foi a melhor possível, achando-a muito bonita, organizada e limpa.

 

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Por volta das 23 horas, após dormir um pouco e fazermos um lanche, seguimos de carro até o metro Sete Bicas, de onde seguimos até a Torre dos Clérigos para ver a seresta da cerimônia da Queima das Fitas, evento tradicional em Portugal que celebra o fim do ano letivo para os universitários. Sobre o metro do Porto, você compra um cartão andante por $ 0,50 nas máquinas e carrega quantos títulos você acha que irá utilizar, de acordo com as zonas tarifáris (tem que consultar o site para entender como funciona). Para uma zona, cada título custa $ 0,95 e te dá direito a utilizar tanto ônibus como metro no período de uma hora. Lá não há catracas para entrar nos transportes, mas é necessário validar em máquinas próprias antes de entrar para não ter que pagar multa.

 

Sobre o evento, achei uma tradição muito interessante, onde os estudantes se vestem com trajes sociais negros e utilizam uma capa preta sobre o traje, o que levou a Dri a apelidá-los carinhosamente de "Vampiros". O mais interessante foi ver a mobilização da cidade em torno da cerimônia. Havia umas 20 mil pessoas no local e, fazendo uma analogia com o Brasil, apenas uma ou duas usavam boné (uma delas era eu, rs), apesar do frio de 7ºC e do vento que fazia. Passeamos um pouco pela Baixa onde passamos por alguns bares, mas não ficamos em nenhum devido ao cansaço. Mas me chamou a atenção o Bar Alfaiate, que tocava rock dos anos 80. A curiosidade é que durante o dia realmente funciona uma alfaiataria no local. Fomos dormir por voltas das 02 horas.

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Domingo, 02/05/2010

 

Ainda desacostumados com o fuso horário, acordamos às 11 horas e fizemos um lanche. Saímos para conhecer um pouco mais a cidade:

 

- Fomos até a Praça do Leão (Pç. Mouzinho de Albuquerque), onde há a estátua de um leão feroz (forças luso-inglesas) esmagando uma águia (franceses), que comemora a vitória na Guerra Peninsular. Porto é apelidado de "Cidade Invicta" por ter resistido a todas as tentativas de invasão. É uma praça bem bonita, mas tem umas árvores que nesta época do ano soltam uma espécie de fibra que irrita muito as narinas. Quem tem asma deve sofrer uma barbaridade.

 

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- Casa da Música, que fica em frente à esta mesma praça. Tem uma arquitetura muito inovadora e interessante. Há um calendário bem variado de apresentações musicais, mas não fui em nenhuma.

 

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- Parque do Palácio de Cristal, que tem esse nome devido ao teto do ginásio de esportes que era transparente antigamente. É um parque bem grande e muitas famílias estavam lá passeando com os filhos e aproveitando o dia de sol. Tem uma bela vista do Rio Doro e suas margens, com Vila Nova de Gaia de um lado e Porto do outro.

 

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- Atravessamos a cidade até a praia de Matosinhos, onde fomos ao Edifício Transparente, bem na beira mar, que é um ponto de encontro do pessoal jovem nos dias de sol. Apesar do dia estar ensolarado, o vento era muito forte e gelado. Mas o pessoal da cidade não se intimidava e passeava com cachorros, andava de bicicleta e patins, jogava basquete ou simplesmente passava o tempo no bar olhando para o belo litoral. Entrar na água nem pensar... Quer dizer, tinha uns loucos pegando onda lá.

 

- Ao lado fica o Castelo do Queijo, que é uma fortaleza de defesa construída em 1661, onde começa um calçadão muito procurado para passeios e atividades físicas.

 

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- No final da tarde fomos até o Shopping Norte para fazer almoçar (quase jantar, rs). Bom, shopping é igual em qualquer local. Comemos um prato expresso com arroz, feijão, salada, picanha e batat frita. Ainda não foi desta vez que convenci minha esposa a esquecer a comida brasileira. As duas refeições mais um suco de abacaxi ficou em $ 8,90.

 

Como pretendo aproveitar os dias em Porto para conhecer os hábitos e costumes locais, nada melhor do que ir ao Estádio do Dragão para ver a movimentação da torcida no maior clássico de Portugal, Porto x Benfica, valendo o título para o Benfica caso vença o jogo. A rivalidade é tão grande como um Corinthians x Palmeiras (até mesmo nas confusões), e o Porto não queria deixar seu maior rival ser campeão na sua casa, o que nunca aconteceu.

 

Como somente foram oferecidos ingressos para sócios, estávamos indo lá apenas para sentir um pouco da emoção e conhecer o estádio. Deixamos o carro parado na rua próximo a uma estação de metro (ah se fosse no Brasil) e seguimos de transporte público até o estádio. Como das cinco linhas de metro da cidade, quatro tem sua estação final lá, a grande maioria vai para o jogo assim, sem se preocupar com congestionamentos. Chegando lá, fiquei impressionado com o aparato policial. A última coisa que queriam era confusão por lá. O estádio é muito bonito, mesmo olhando de fora, isso sem contar no grito da torcida. E eu louco para ver o jogo. Foi quando meu irmão resolveu arriscar ir atrás de um ingresso no "mercado negro" (sim, eles também tem cambistas por lá). Não é conseguimos três ingressos por $ 35,00 cada (o valor original era $ 17,00). Como eu estava disposto a pagar até $ 40,00, então aproveitamos.

 

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Faltava 10 minutos para começar o jogo e ainda assim chegamos sem problemas aos nossos lugares, que eram muito bons. Estádio muito moderno, organizado e bonito, com um gramado perfeito. Espero que o Brasil tenha capacidade de deixar nossos estádios tão bons quanto este. O jogo foi excelente e o Porto venceu por 3x1, adiando a festa do Benfica, que acabou sendo campeão na última rodada. Foi um dinheiro muito bem investido. Aí na foto estão também o Jean e a Sílvia, amigos do meu irmão que ficamos conhecendo na noite anterior. Um casal muito simpático.

 

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Até agora 100% do planejado foi realizado, até o jogo que eu achava mais difícil conseguir. Depois do jogo fomos descansar.

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Segunda, 03/05/2010

 

Tomamos o café da manhã e fomos até o cais de Gaia, que foi totalmente revitalizado se transformando em um complexo gastrônomico e de diversão, com bares, boates e restaurantes. Ficou muito bonito, ainda mais com a vista privilegiada da cidade do Porto, na outra margem do Rio Douro.

 

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Subimos até o Mosteiro da Serra do Pilar por um caminho muito íngreme. É bem cansativo, mas compensa pela vista. Para quem vai de metrô e não de carro, o ideal é ir direto para o Mosteiro e depois descer até o cais de Gaia. Retornamos para o cais, onde visitamos uma cave para conhecer a história do vinho do Porto, com direito a provar uma taça de vinho tinto e uma de vinho branco (para quem não sabe, há vinho do Porto branco). A visita custa $ 4,00. Quem tiver interesse e tempo, pode fazer um passeio de uma hora de barco pelo Douro por $ 10,00, com direito à visita de uma cave. Como não era nossa prioridade visitamos apenas a cave.

 

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Em seguida, fomos pelo litoral até a cidade de Espinho, onde fomos ver como era o funcionamento do Cassino de lá, para quem sabe brincar um pouco. Que decepção. Não lembra nem um pouco o charme dos cassinos que vemos nos filmes, sendo um ambiente bem pesado e com umas pessoas "estranhas" por lá. Foi só o tempo de entrar e já sair. Como estava ventando demais (característica marcante da costa norte de Portugal), não andamos muito pela simpática cidade. Fomos direto a um restaurante, de nome Laguna, onde almoçamos um filé de pescada com arroz de grelo (não é o que estão pensando). Trata-se de um arroz com ensopado de legumes (delicioso). O melhor de tudo é que custou apenas $ 4,50 por pessoa.

 

Em seguida fomos até a tradicional feira de Espinho, realizada todas as segundas feiras. Segundo minhas pesquisas e informações de quem conhecia, valeria a pena a visita. Acabou não sendo bem assim. É uma feira bem grande e com muita variedade de produtos, mas lembrava mais os nossos camelódromos, com roupas e tênis made in China. Havia alguns sapatos e materiais de couro e tecidos de boa qualidade, mas não era o que procurávamos. Tinha também uma parte com plantas e outra com peixes, mas nem passamos por lá. É uma feira para quem é da região e tem tempo para pesquisar sem compromisso. A parte interessante foi poder observar mais de perto os costumes e o povo local.

 

Como estava ventando e fazendo mais frio do que o previsto, fomos até o Shopping, onde comprei um blusão do Porto (totalmente influenciado pelo jogo de ontem). Em seguida retornamos para o apartamento para tirar um cochilo de umas duas horas, pois iríamos no show do Franz Ferdinand, que fazia parte da semana da Queima das Fitas do Porto. Os ingressos custaram $ 7,00 cada. Estava muito frio e o vento fazia a sensação térmica ir lá pra baixo, pois era ao ar livre. Ainda bem que o show foi muito bom e animou o público. Saímos de lá às duas da manhã e ainda estava lotado. Não ficamos mais pois tinha que pegar a estrada no dia seguinte para Lisboa, e para cumprir a programação precisávamos sair até as 8:00 horas. Foi nesta hora que sentimos falta de ter levado o adaptador, pois precisávamos carregar as baterias das máquinas e tivemos que emprestar do meu irmão.

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Terça, 04/05/2010

 

Mesmo após o show de ontem, eu e a Dri acordamos cedo e animados para a viagem. Atrasamos apenas 45 min. além do programado e saímos faltando 15 para as oito. Pegamos o carro do meu irmão emprestado para seguir até Lisboa, para podermos ir parando no caminho para conhecer algumas cidades. A estrada é excelente, com duas ou três faixas, e não tivemos nenhum problema no trajeto até Leiria, que durou o tempo exato calculado pelo Via Michelin on-line, inclusive com o mesmo gasto de pedágio de $ 11,00.

 

Chegamos facilmente no castelo, pois a cidade conta com uma boa sinalização. A entrada é apenas $ 2,00 e em meia hora dá pra fazer a visita. No local há ruínas e alguns poucos salões preservados. Tem também um pequeno museu com roupas e objetos da época. A visita é interessante, principalmente por ter sido o primeiro do nosso roteiro, mas compensa apenas se estiver no trajeto, como no nosso caso.

 

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Seguimos para Batalha através de uma estrada com pista simples e maior movimento de caminhões. O Mosteiro aparece de repente após uma curva e já causa surpresa logo de cara, tanto pelo tamanho quanto pela arquitetura. É uma obra imponente, ainda mais se pensarmos em quando ele foi construído. A entrada custa $ 6,00, mas optei por comprar por $ 15,00 um passe que dava direito também a visitar o mosteiro de Alcobaça e o Convento de Cristo, que estavam no meu roteiro. No planejamento eu pretendia compra o Lisboa Card, mas como ele não é vendido em Batalha, farei novamente as contas para ver se compensa a aquisição. Internamente o mosteiro é ainda mais espantoso, com um teto muito alto, possui diversas colunas, vitrais e jardins muito bem cuidados. Gostei muito do passeio e recomendo para quem for a Portugal. Optamos por não almoçar, para chegar mais cedo em Lisboa e comemos algumas frutas e sanduíches que havíamos levado.

 

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O trajeto entre Batalha e Alcobaça também é movimentado, mas é bem rápido. A fachada do Mosteiro de Alcobaça não chama tanto a atenção como o de Batalha, mas tem uma arquitetura interna interessante também, sendo ainda mais grandiosa. Em frente à entrada há um calçadão com vários cafés muito simpáticos e convidativos, sendo que os homens tem que tomar cuidado com "a taverna", ::ahhhh::. É interessante a história que envolve este mosteiro, onde está enterrado D. Pedro I (não é o do Brasil) e sua amada D. Ines, que foi morta pelo rei D. Afonso IV, pai de D. Pedro I.

 

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Depois seguimos até Óbidos, onde escolhi o caminho mais curto, que é bem sinuoso e de pista simples. Se alguém for fazer o mesmo percurso, aconselho retornar alguns quilômetros em Alcobaça e pegar a auto estrada A8, que é bem mais rápido.

 

Óbidos é uma cidade medieval que encanta logo na chegada, onde encontramos antigos moradores conversando às portas do vilarejo. Logo na entrada subimos pela muralha e contornamos a cidade até o final, para depois passearmos pelas ruas estreitas mas simpáticas. Também não deixamos de provas a Ginjinha servida em taça de chocolate ($ 1,00). Muito bom! Fizemos o passeio em pouco mais de uma hora e meia, mas isso vai depender do ritmo de cada um. Dá tanto para fazer um passeio rápido como dá para curtir a cidade com calma, conversando com seus moradores e explorando todos os seus encantos.

 

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Como acabamos adiantando uma hora do nosso cronograma e para não chegar em Lisboa na hora do rush, resolvemos passar em Mafra, que não estava no planejamento, para conhecer o castelo. Infelizmente já estava fechado quando chegamos, mas já valeu o desvio somente pela fachada gigante. Quem puder, faça essa visita, pois fica próximo de Lisboa.

 

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Depois de pegar algum trânsito na entrada de Lisboa, chegamos à Pensão Santo Tirso na Praça Dom João VI. O trajeto é bem sinalizado, mas é um pouco complicado, mesmo se estiver com um GPS ou com um mapa detalhado. Acabei errando uma entrada e tive que dar uma pequena volta para retornar ao caminho correto. A pensão é muito simples, no 3º andar e sem elevador, o que cansa bastante quando se está com bagagem. Quem quiser mais conforto o melhor é pegar um hotel mesmo. Ao menos era limpa e muito bem localizada, com vista para o Castelo de São Jorge. Apenas não dá pra facilitar na rua até tarde da noite. Como nossa programação era voltada para passeios diurnos, então não teria problema. Íamos deixar o carro em um estacionamento próximo, mas a diária estava em $ 19,85 (quase o preço da diária da pensão). Então deixamos mais afastado, ao lado da estação de metrô Entrecampos, por $ 5,85 a diária. Depois fomos para o hotel de metrô ($ 0,88 + $ 0,50 do cartão). Jantamos no restaurante Nicola, próximo à pensão, onde pedimos uma posta de bacalhau grelhado (serviu bem aos dois), com batatas e arroz, mais uma garrafa de água mineral, por $ 14,50. Achei um preço bom pela qualidade e tamanho do prato.

 

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  • Colaboradores

Quarta, 05/05/2010

 

Começamos o passeio bem cedo percorrendo as praças ao redor da pensão (Dom João VI, Figueiras e Restauradores). Enquanto tirávamos algumas fotos chegaram duas brasileiras pedindo para tirar uma foto delas. Brasileiro a gente encontra em todo lugar, rs.

 

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Em seguida, fomos até uma central de atendimento ao turista, localizada na praça dos Restauradores, para solicitar maiores informações sobre o Lisboa Card e sobre o Visite Lisboa (este para transportes). Fazendo as contas de acordo com a minha programação e com o que os cartões ofereciam, concluí que não seria vantagem comprá-los, uma vez que não teria tempo de usufruir de todos os benefícios para valer o investimento.

 

Então fomos até a estação de metrô mais próxima e carregamos um cartão "Lisboa Viva" (antigo 7 Colinas) com $ 3,70 que dá direito ao uso ilimitado por um dia no transporte público em Lisboa. Foi o melhor investimento do dia pois é impossível conhecer o principal da cidade sem fazer uso dos elétricos, funiculares e elevadores, que por si só já são uma atração obrigatória. Utilizamos os funiculares da Glória, de Bicas, o elevador da Santa Justa e duas vezes o elétrico 28. Como cada um deles custa $ 1,40 (o elevador $ 2,10) a carga do cartão já estava paga. Isso sem contar as outras vezes que utilizamos o metrô.

 

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Sobre o passeio, fomos ao Mirante da Glória, à Igreja do Carmo (externo) e a outras 3 igrejas, cuja arquitetura interna, com suas pinturas e esculturas são muito bonitas. Nos deixamos "perder" sem destino pelas ruas do Chiado e do Bairro Alto. Algo que me chamou a atenção foram as fachadas, mas a maioria negativamente. Não sei se é proposital ou se são tantos prédios históricos que não foi possível restaurá-los ou ao menos dar uma arrumada, mas achei um certo descaso com boa parte dos edifícios desta região. Ao contrário do Porto, em Lisboa vemos um pouco mais de Brasil nas ruas, com alguns mendigos e um poucos mais de "alerta" no ar. Essa impressão talvez tenha sido causada pela maior imigração vista na cidade.

 

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Após rodarmos toda a manhã pelas proximidades da pensão até as margens do Tejo, fomos de elétrico até a Basílica da Estrela e ao Palácio da República. Depois retornamos para almoçar próximo à pensão. Andando por um dos calçadões, chega um rapaz ao meu lado e balbucia algo incompreensível. Sem saber o que ele falou, respondo que não e continuo meu passeio. Mais à frente, outro rapaz se aproxima e faz a mesma pergunta, à qual não entendi de imediato, mas fiquei pensando o que ele quis falar. Somente mais à frente é que as palavras fizeram sentido e compreendi o que eles haviam perguntado: "Quer um haxixe?". Não sei até que ponto isso é comum por lá, mas estranhei ainda mais por ser no meio do dia e em um local muito movimentado, com policiais por todo lado. Audácia ou liberalidade?

 

Resolvemos fazer apenas um lanche e continuar o passeio. Quando nos preparávamos para continuar o roteiro, nos deparamos com uma H&M. Aí já viu o magnetismo que ocorre entre uma mulher e uma vitrine. Gastamos duas horas lá dentro e muito $$$ (devo confessar que a maior parte fui eu, rs). Para não comprometer totalmente a programação, guardamos as compras na pensão e seguimos para o Parque das Nações, chegando na moderna Estação Oriente por volta das 16:40h. Andamos um pouco pelo parque, que é muito grande e moderno, e que fica mais bonito ainda por ser às margens do Tejo. Como o principal objetivo era o Oceanário, seguimos direto para lá.

 

Gostei da maioria dos passeios feitos até então, mas cada centavo do $ 12,00 investidos para ingresso no Oceanário valeram muito a pena. O visual e a variedade de fauna aquática dos quatro cantos do mundo são incríveis. Ficamos até o encerramento das atividades às 19h e nem vimos o tempo passar. Havíamos pensado em andar de teleférico na saída, mas já havia fechado. De qualquer forma, o vento e o frio nos desencorajaria a seguir neste passeio.

 

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Seguimos então para o Shopping Alvalade, localizado nas dependências do estádio do Sporting. Este programa foi de última hora. Meu irmão ganhou um par de ingressos para uma pré-estreia naquele local. Se não fosse por isso, provavelmente não teríamos ido a nenhum cinema na Europa. Jantamos no "Frango e Pizza", onde pedimos uma picanha grelhada com arroz, feijão, salada e batata frita por $ 9,50 e um escalopini à milanesa com espaguete alho é óleo por $ 8,50. Foi a refeição mais cara até aqui, mas o prato era bem servido e a picanha muito saborosa. Após o filme ("9", de Tim Burton), voltamos bem cansados para a pensão, pois as ladeiras de Lisboa exigem muito das pernas. Portanto usem e abusem do transporte público (que é muito bom) e comecem os roteiros pelo alto.

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