Pela terceira vez fui ao Uruguai pra uma curta estada, só 4 dias (5 dias e 4 noites) de 24/04 a 28/04
Fui de TAM, pagando R$ 528,94 e levando cerca de 100 pesos e 110 dólares (que troquei por 1900 pesos) + cartão de crédito
24/04 (sábado e meu níver)
Cheguei ao 12pm em Montevidéu.
O novo aeroporto tá liiiindo. Muito moderno e bem organizado. O ponto de ônibus está bem na frente da saída e, do lado direito, no final da calçada, há o guichê da COT.
Esqueci de levar minha câmera, meu celular e o cabo do note.
Fiquei esperando meu namorado chegar (quem já leu meu relato do ano passado, quando fui a primeira vez pro Uruguai, vai achá-lo. O conheci durante a viagem e há um ano estamos juntos ). O vôo dele estava programado pras 2pm, mas atrasou e ele chegou quase 4pm
Ficamos no Hotel Palladium, que fica no bairro de Buceo, bem pertinho do Montevideo Shopping e do Porto de Buceo.
A noite fomos ao shopping e comprei a câmera por 129 dólares + 15 dólares de uma memory card. Comprei muuuuuitos CD's e DVD's e jantamos no hotel.
Tinha programado para ir a um show no Teatro de Verano, mas havia sido antecipado pra sexta feira.
25/04 (domingo)
Acordamos cedo, tomamos café e fomos ao Centro.
Do hotel, pegamos o ônibus 104 direto pra Plaza da Independência, 17 pesos.
No caminho, vimos uma cavalgada em homenagem ao 33 Orientais (movimento que lutou pela independência do Território da Cisplatina do domínio do Império do Brasil).
Fomos à visita guiada no Teatro Sólis, 2 pesos em espanhol e 4 pesos em português. Visitas guiadas as 11h (em português, só esse horário), 12h e 17h.
A visita é bacana. O Teatro Sólis é um mini Teatro Municipal de São Paulo. Durante as explicações há dois dançarinos de tango que contam uma historinha de amor. Vale a pena.
Depois fomos almoçar no Mercado del Puerto. Dessa vez, fomos dentro do mercado. Almoço caro (880 pesos) e atendimento e comida a desejar... O restaurante que fomos chama-se Chácara del Puerto (ou algo assim). Certeza que há melhores opções por lá. Ficamos muuito tempo por lá (e a garçonete quase nos expulsando) e depois fomos à feirinha da rua Tristan Narvaja.
Não vimos a hora e chegamos tarde. Funciona aos domingos das 09 as 15h. Mas deu pra ver e comprar algumas coisinhas. Comprei uma camiseta por 160 pesos e um livro també por 160 pesos. O livro foi o "Viven!" que inspirou o filme vivos, sobre um grupo de jogadores de rugby uruguaios que caíram nos Andes. Um dos integrantes do time era Carlitos Páez, filho do artista Carlos Páez Villaró, dono da Casa Puebla em Punta.
Tentamos ir ao Cerro Montevideo, mas quando fomos pedir informações, nos indicaram que aquele não seria o melhor dia pois era final de campeonato e o Peñarol estava jogando e se ganhasse seria campeão e, que, seria perigoso pra ir de ônibus pois a região do Cerro tornou-se perigosa. A mulher não parava de falar. E a gente: "ok, gracias" e ela continuava explicando pq era perigoso e que a amiga dela que é professora lá tinha sido assaltada etc etc etc
Andamos mais um pouco pela região do centro e fomos ao Parque Rodó. voltamos ao hotel. Jantamos num restaurante bacaninha, na frente do hotel. Não lembro exatamente do nome mas era La Negra alguma coisa. Deu uns 400 pesos.
O dia todo fez muuuuito frio
Esqueci de colocar o memory card na câmera e só pude tirar 8 fotos
26/06 (segunda)
O Maurício foi trabalhar, segunda e terça ele tinha uma conferência por lá, então eu fui explorar o que eu queria.
Fui pra Piriápolis, pra conhecer a cidade e ir ao Cerro Pan de Azúcar. Bom, deveria ter me programado melhor mas...
Do hotel peguei o ônibus 526 (17 pesos) até o Terminal Tres Cruces.
Fui aos guichês que faziam a rota até Piria e o que sairia logo era o da COT, as 10am.
Quando cheguei pra comprar a mocinha me falou pra ir correndo pra plataforma 15 pois o ônibus iria sair de lá naquele momento.
Fui correndo com mais duas pessoas da frente e o ônibus já estava saindo mesmo.
Cheguei na porta e perguntei pro cobrador se aquele ônibus ia pra Piria e ele só me dizendo: "Arriba, arriba" e eu arribei
Fui lá pro final do ônibus. Aí o cobrado veio recolhendo os tickets e dinheiro, chegou em mim e perguntou se eu iria pra Piria, confirmei.
Momento de tensão: ele me diz que era pra eu trocar de ônibus, pq aquele não iria pra Piria... Passamos no aeroporto, ele desce, vai no escritório da COT lá, volta e diz que o ônibus pra Piria já tinha passado, mas que iríamos conseguir alcançá-lo na estrada.
Então tá né...
Ele ligou duas vezes pro cobrador do outro ônibus e, depois de quase uma hora, consegui ir pro outro ônibus. Passagem 99 pesos.
Chego em Piria as 11h30 e vou dar uma andadinha pela cidade. Na Rambla de los Argentinos há um posto de informação turística. Peguei as infos para como ir ao Cerro e outras coisas na cidade.
Pra se subir ao Cerro San Antônio, há um teleférico (aerosillas) mas não estavam funcionando por ser baixa temporada.
O ônibus pra ir até o Cerro é o 27 - Pan de Azúcar/Piria da Gustarpar. A mocinha do posto me indicou pra pegar no terminal (o único) mas ele passa pela Rambla também.
Ele passa no terminal toda hora e meia e na frente da Reserva do Cerro hora cheia.
É um ônibus muuuuuuuuuito velho que faz um trajeto circular, então você pega o mesmo motorista sempre. De Piria até a reserva (e vice-versa), o valor é 16 pesos.
Chego à Estação de Cria de Fauna Nativa do Cerro Pan de Azúcar felizona, louca pra fazer a trilha pra subir até o mirante onde há uma cruz de 35 metros de altura.
Primeira decepção: a reserva estava deserta. Não havia uma única alma viva, além dos animais à perder de vista. Quando se chega há um caminho à direita e outro à esquerda. À esquerda há um parquinho de criança e um restaurante (fechado) e fui por esse lado.
Andei e andei e finalmente achei uma funcionária que me explicou como chegar à trilha.
Andei, andei e andei e finalmente vi 3 turistas, bem de longe.
Segunda decepção: a reserva é mal cuidada. Quase não há indicação de lugares e vi alguns animais comendo pão isso mesmo, vários pães estavam jogados dentro do viveiro dos veados e das antas. A gaiola dos pássaros estava muito suja...
Continuei andando muito... e tomei o caminho que indicava o Mirador. Durante o caminho há muitas pedras pichadas, uma tristeza. Ventava demais.
O tempo passando e nada de eu achar a trilha que eu queria.
Andei duas vezes mais de 30 minutos por trilhas que acabavam no meio do mato e tinha que voltar.
Até que, finalmente, achei, não sei como, uma setinha que indicava a trilha pra Cruz.
Fui, feliz de novo.
Andei uns 15 minutos e:
Terceira e maior decepção: gaiolas de pássaros sujas e vi um carro dentro de um cercadinho. Fiquei com medo gente, tenho que admitir. Estava sozinha, ninguém sabia que eu estava lá, aí minha mente criativa já criou inúmeras manchentes de jornal. Continuei e cheguei no, que ao que parecia, era o início da trilha. Uma placa gigante quase totalmente destruída, de difícil leitura e derrubada no chão indicava que era ali. Mas havia dois caminhos. Um feito de pedras e outro aberto no meio do mato. Andei no de pedras e poucos metro a frente, cheguei em algo que parecia uma caverna totalmente escuro dentro. GELEI! Voltei quase que correndo Fui pro outro caminho. Andei menos de 5 minutos e parei. Caminho muito confuso que eu não sabia se era realmente o oficial, já que a placa lá na frente não indicava qual dos dois era.
Olhei pro relógio. Quase 3 da tarde. Pensei no tempo de subida e descida (aprox 3 horas) e que, se acontecesse alguma coisa e eu não conseguisse voltar com luz do dia, seria um problemaço. As três da tarde já estava frio, imagina mais tarde.
Desisti e voltei master chateada
Peguei o ônibus as 16h20 (105 pesos) e cheguei em Montevidéu por volta das 18h.
Quarta decepção: eu, muito burra, mexendo na câmera nova, deletei todas as fotos do dia
Jantamos no PIOR restaurante de todos. Chama-se La Barca. Tem três unidades, fomos na que há em frente ao shopping. Comida muito ruim, sem gosto nenhum. Esse foi o dia mais frio de todos. A noite estava muuito pior.
27/04 (terça)
Acordei tarde e fui tentar alugar uma bicicleta, mas não tinha nada por perto. Me senti um pouquinho mal, acho que pelo frio excessivo que tinha passado no dia anterior. Tentei ir ao zoológico, mas não me apeteceu entrar. Fui indo em direção ao Estádio pra ir ao Museu, mas também desisti no meio do caminho. Acabei voltando indo pro Centro e almoçando por lá (160 pesos, mas esqueci o nome do restaurante...) Comprei uma blusa de frio bem bonitica por 550 pesos numa feirinha que fica na praça ao lado da Rua Dr. Fernandez Crespo
Tomei um antitérmico e voltei pro hotel. Dormi a tarde toda =/ mas acordei ótima. A noite fomos a um bar bem legal, mas também esqueci o nome. Dica, fica em frente ao Pony Pisador 2, perto do hotel.
28/04 (quarta)
Meu vôo era as 14h
Táxi hotel-aeroporto foi 450 pesos. No dia anterior tinha tentado usar meu cartão de crédito, mas não consegui. Esqueci de ver o porque e pior ainda, esqueci da taxa de embarque de36 dólares.
Quase entrando em desespero, liguei pro Banco e descobri que meu limite tinha excedido mas Yolanda Cristina salvou minha vida, me liberando mais 200 reais de limite... eeeeeeeeeeee
Na sala de embarque estava lendo o livro que comprei e pensei: "Muita mancada ler esse livro aqui né "
Cheguei linda e loira, japonesa escovada em São Paulo as 16h...
Total de gastos: gastei tudinho que levei, cerca de R$ 220,00 (sobrou 40 pesos na verdade) mais R$ 657,00 no cartão
A passagem eu tinha comprado no cartão que levei, e claro, comprometendo o limite... aiai, vivendo e aprendendo...
Saldo final... valeu a pena e, mesmo com as decepções, continuo amando o Uruguai...
Pela terceira vez fui ao Uruguai pra uma curta estada, só 4 dias (5 dias e 4 noites) de 24/04 a 28/04
Fui de TAM, pagando R$ 528,94 e levando cerca de 100 pesos e 110 dólares (que troquei por 1900 pesos) + cartão de crédito
24/04 (sábado e meu níver)
Cheguei ao 12pm em Montevidéu.
O novo aeroporto tá liiiindo. Muito moderno e bem organizado. O ponto de ônibus está bem na frente da saída e, do lado direito, no final da calçada, há o guichê da COT.
Esqueci de levar minha câmera, meu celular e o cabo do note.
Fiquei esperando meu namorado chegar (quem já leu meu relato do ano passado, quando fui a primeira vez pro Uruguai, vai achá-lo. O conheci durante a viagem e há um ano estamos juntos
). O vôo dele estava programado pras 2pm, mas atrasou e ele chegou quase 4pm 
Ficamos no Hotel Palladium, que fica no bairro de Buceo, bem pertinho do Montevideo Shopping e do Porto de Buceo.
A noite fomos ao shopping e comprei a câmera por 129 dólares + 15 dólares de uma memory card. Comprei muuuuuitos CD's e DVD's e jantamos no hotel.
Tinha programado para ir a um show no Teatro de Verano, mas havia sido antecipado pra sexta feira.
25/04 (domingo)
Acordamos cedo, tomamos café e fomos ao Centro.
Do hotel, pegamos o ônibus 104 direto pra Plaza da Independência, 17 pesos.
No caminho, vimos uma cavalgada em homenagem ao 33 Orientais (movimento que lutou pela independência do Território da Cisplatina do domínio do Império do Brasil).
Fomos à visita guiada no Teatro Sólis, 2 pesos em espanhol e 4 pesos em português. Visitas guiadas as 11h (em português, só esse horário), 12h e 17h.
A visita é bacana. O Teatro Sólis é um mini Teatro Municipal de São Paulo. Durante as explicações há dois dançarinos de tango que contam uma historinha de amor. Vale a pena.
Depois fomos almoçar no Mercado del Puerto. Dessa vez, fomos dentro do mercado. Almoço caro (880 pesos) e atendimento e comida a desejar... O restaurante que fomos chama-se Chácara del Puerto (ou algo assim). Certeza que há melhores opções por lá. Ficamos muuito tempo por lá (e a garçonete quase nos expulsando) e depois fomos à feirinha da rua Tristan Narvaja.
Não vimos a hora e chegamos tarde. Funciona aos domingos das 09 as 15h. Mas deu pra ver e comprar algumas coisinhas. Comprei uma camiseta por 160 pesos e um livro també por 160 pesos. O livro foi o "Viven!" que inspirou o filme vivos, sobre um grupo de jogadores de rugby uruguaios que caíram nos Andes. Um dos integrantes do time era Carlitos Páez, filho do artista Carlos Páez Villaró, dono da Casa Puebla em Punta.
Tentamos ir ao Cerro Montevideo, mas quando fomos pedir informações, nos indicaram que aquele não seria o melhor dia pois era final de campeonato e o Peñarol estava jogando e se ganhasse seria campeão e, que, seria perigoso pra ir de ônibus pois a região do Cerro tornou-se perigosa. A mulher não parava de falar. E a gente: "ok, gracias" e ela continuava explicando pq era perigoso e que a amiga dela que é professora lá tinha sido assaltada etc etc etc
Andamos mais um pouco pela região do centro e fomos ao Parque Rodó. voltamos ao hotel. Jantamos num restaurante bacaninha, na frente do hotel. Não lembro exatamente do nome mas era La Negra alguma coisa. Deu uns 400 pesos.
O dia todo fez muuuuito frio
Esqueci de colocar o memory card na câmera e só pude tirar 8 fotos
26/06 (segunda)
O Maurício foi trabalhar, segunda e terça ele tinha uma conferência por lá, então eu fui explorar o que eu queria.
Fui pra Piriápolis, pra conhecer a cidade e ir ao Cerro Pan de Azúcar. Bom, deveria ter me programado melhor mas...
Do hotel peguei o ônibus 526 (17 pesos) até o Terminal Tres Cruces.
Fui aos guichês que faziam a rota até Piria e o que sairia logo era o da COT, as 10am.
Quando cheguei pra comprar a mocinha me falou pra ir correndo pra plataforma 15 pois o ônibus iria sair de lá naquele momento.
Fui correndo com mais duas pessoas da frente e o ônibus já estava saindo mesmo.
Cheguei na porta e perguntei pro cobrador se aquele ônibus ia pra Piria e ele só me dizendo: "Arriba, arriba" e eu arribei
Fui lá pro final do ônibus. Aí o cobrado veio recolhendo os tickets e dinheiro, chegou em mim e perguntou se eu iria pra Piria, confirmei.
Momento de tensão: ele me diz que era pra eu trocar de ônibus, pq aquele não iria pra Piria... Passamos no aeroporto, ele desce, vai no escritório da COT lá, volta e diz que o ônibus pra Piria já tinha passado, mas que iríamos conseguir alcançá-lo na estrada.
Então tá né...
Ele ligou duas vezes pro cobrador do outro ônibus e, depois de quase uma hora, consegui ir pro outro ônibus. Passagem 99 pesos.
Chego em Piria as 11h30 e vou dar uma andadinha pela cidade. Na Rambla de los Argentinos há um posto de informação turística. Peguei as infos para como ir ao Cerro e outras coisas na cidade.
Pra se subir ao Cerro San Antônio, há um teleférico (aerosillas) mas não estavam funcionando por ser baixa temporada.
O ônibus pra ir até o Cerro é o 27 - Pan de Azúcar/Piria da Gustarpar. A mocinha do posto me indicou pra pegar no terminal (o único) mas ele passa pela Rambla também.
Ele passa no terminal toda hora e meia e na frente da Reserva do Cerro hora cheia.
É um ônibus muuuuuuuuuito velho que faz um trajeto circular, então você pega o mesmo motorista sempre. De Piria até a reserva (e vice-versa), o valor é 16 pesos.
Chego à Estação de Cria de Fauna Nativa do Cerro Pan de Azúcar felizona, louca pra fazer a trilha pra subir até o mirante onde há uma cruz de 35 metros de altura.
Primeira decepção: a reserva estava deserta. Não havia uma única alma viva, além dos animais à perder de vista. Quando se chega há um caminho à direita e outro à esquerda. À esquerda há um parquinho de criança e um restaurante (fechado) e fui por esse lado.
Andei e andei e finalmente achei uma funcionária que me explicou como chegar à trilha.
Andei, andei e andei e finalmente vi 3 turistas, bem de longe.
Segunda decepção: a reserva é mal cuidada. Quase não há indicação de lugares e vi alguns animais comendo pão
isso mesmo, vários pães estavam jogados dentro do viveiro dos veados e das antas. A gaiola dos pássaros estava muito suja...
Continuei andando muito... e tomei o caminho que indicava o Mirador. Durante o caminho há muitas pedras pichadas, uma tristeza. Ventava demais.
O tempo passando e nada de eu achar a trilha que eu queria.
Andei duas vezes mais de 30 minutos por trilhas que acabavam no meio do mato e tinha que voltar.
Até que, finalmente, achei, não sei como, uma setinha que indicava a trilha pra Cruz.
Fui, feliz de novo.
Andei uns 15 minutos e:
Terceira e maior decepção: gaiolas de pássaros sujas e vi um carro dentro de um cercadinho. Fiquei com medo gente, tenho que admitir. Estava sozinha, ninguém sabia que eu estava lá, aí minha mente criativa já criou inúmeras manchentes de jornal. Continuei e cheguei no, que ao que parecia, era o início da trilha. Uma placa gigante quase totalmente destruída, de difícil leitura e derrubada no chão indicava que era ali. Mas havia dois caminhos. Um feito de pedras e outro aberto no meio do mato. Andei no de pedras e poucos metro a frente, cheguei em algo que parecia uma caverna totalmente escuro dentro. GELEI! Voltei quase que correndo
Fui pro outro caminho. Andei menos de 5 minutos e parei. Caminho muito confuso que eu não sabia se era realmente o oficial, já que a placa lá na frente não indicava qual dos dois era.
Olhei pro relógio. Quase 3 da tarde. Pensei no tempo de subida e descida (aprox 3 horas) e que, se acontecesse alguma coisa e eu não conseguisse voltar com luz do dia, seria um problemaço. As três da tarde já estava frio, imagina mais tarde.
Desisti e voltei master chateada
Peguei o ônibus as 16h20 (105 pesos) e cheguei em Montevidéu por volta das 18h.
Quarta decepção: eu, muito burra, mexendo na câmera nova, deletei todas as fotos do dia
Jantamos no PIOR restaurante de todos. Chama-se La Barca. Tem três unidades, fomos na que há em frente ao shopping. Comida muito ruim, sem gosto nenhum. Esse foi o dia mais frio de todos. A noite estava muuito pior.
27/04 (terça)
Acordei tarde e fui tentar alugar uma bicicleta, mas não tinha nada por perto. Me senti um pouquinho mal, acho que pelo frio excessivo que tinha passado no dia anterior. Tentei ir ao zoológico, mas não me apeteceu entrar. Fui indo em direção ao Estádio pra ir ao Museu, mas também desisti no meio do caminho. Acabei voltando indo pro Centro e almoçando por lá (160 pesos, mas esqueci o nome do restaurante...) Comprei uma blusa de frio bem bonitica por 550 pesos numa feirinha que fica na praça ao lado da Rua Dr. Fernandez Crespo
Tomei um antitérmico e voltei pro hotel. Dormi a tarde toda =/ mas acordei ótima. A noite fomos a um bar bem legal, mas também esqueci o nome. Dica, fica em frente ao Pony Pisador 2, perto do hotel.
28/04 (quarta)
Meu vôo era as 14h
Táxi hotel-aeroporto foi 450 pesos. No dia anterior tinha tentado usar meu cartão de crédito, mas não consegui. Esqueci de ver o porque e pior ainda, esqueci da taxa de embarque de36 dólares.
Quase entrando em desespero, liguei pro Banco e descobri que meu limite tinha excedido
mas Yolanda Cristina salvou minha vida, me liberando mais 200 reais de limite... eeeeeeeeeeee
Na sala de embarque estava lendo o livro que comprei e pensei: "Muita mancada ler esse livro aqui né
"
Cheguei linda e loira, japonesa escovada em São Paulo as 16h...
Total de gastos: gastei tudinho que levei, cerca de R$ 220,00 (sobrou 40 pesos na verdade) mais R$ 657,00 no cartão
A passagem eu tinha comprado no cartão que levei, e claro, comprometendo o limite... aiai, vivendo e aprendendo...
Saldo final... valeu a pena e, mesmo com as decepções, continuo amando o Uruguai...