Em Junho/2017 nos programamos para uma viagem pelo Equador e Colômbia. A principio nossa conexão pelo Panamá seria bem rápida e logo partiríamos para Quito, mas, pouco tempo antes, tudo mudou e de repente ficaríamos em torno de 10 horas neste país pouco procurado e tão bem falado por quem ja visitou.
Como não tivemos muito tempo para procurar contatos de tour, chegamos no aeroporto e logo fomos recebidos por vários taxistas oferecendo seus serviços. Todos cobravam 100 dólares porem, numa breve pesquisa na internet, vimos que cobrariam 90 dólares, então negociamos e fechamos neste valor para um tour das 11h (horário de chegada do nosso voo) até as 16h. Por sinal, os tours são fechados até este horário pois depois disso o transito fica infernal, conforme informado por eles.
A principio ficamos com receio, por estar em um país que não conhecíamos, no carro com uma pessoa que não conhecíamos e que nos levaria para lugares que não fazíamos ideia de onde era. Mas o receio passou bem rápido.
De certa forma o Panamá nos surpreendeu, pois logo de cara vimos organização, limpeza, receptividade, segurança (de acordo com o taxista) e muita beleza.
Começamos pela cidade antiga, que no momento está sendo restaurada pelo governo, passamos pela Igreja de San José, conhecida pela historia do pirata Henry Morgan, onde um monge teve a ideia de pintar o altar, que era folheado a ouro, de preto para que o pirata não achasse nada de valioso, o que deu certo.
Passamos também pela Calzada de Amador, uma via feita com as rochas extraídas durante a construção do Canal do Panamá. Esta via liga quatro Ilhas: Naos (Onde foi filmado um capitulo do seriado Prision Break, em uma penitenciaria que havia antigamente), Culebra, Perico e Flamenco. Foi neste ponto que paramos para almoçar no Restaurante Sirena Sea Food e encontramos uma opção vegetariana.
Outro ponto bastante conhecido é o Canal do Panamá, que vale a pena conhecer devido a sua grandeza, importância e história.
Para entrar no Panamá nao ha necessidade de visto, somente de passaporte e a vacina contra febre amarela, que diferente de alguns relatos que vimos na internet, a nossa foi bem verificada e questionada na imigração.
Em Junho/2017 nos programamos para uma viagem pelo Equador e Colômbia. A principio nossa conexão pelo Panamá seria bem rápida e logo partiríamos para Quito, mas, pouco tempo antes, tudo mudou e de repente ficaríamos em torno de 10 horas neste país pouco procurado e tão bem falado por quem ja visitou.
Como não tivemos muito tempo para procurar contatos de tour, chegamos no aeroporto e logo fomos recebidos por vários taxistas oferecendo seus serviços. Todos cobravam 100 dólares porem, numa breve pesquisa na internet, vimos que cobrariam 90 dólares, então negociamos e fechamos neste valor para um tour das 11h (horário de chegada do nosso voo) até as 16h. Por sinal, os tours são fechados até este horário pois depois disso o transito fica infernal, conforme informado por eles.
A principio ficamos com receio, por estar em um país que não conhecíamos, no carro com uma pessoa que não conhecíamos e que nos levaria para lugares que não fazíamos ideia de onde era. Mas o receio passou bem rápido.
De certa forma o Panamá nos surpreendeu, pois logo de cara vimos organização, limpeza, receptividade, segurança (de acordo com o taxista) e muita beleza.
Começamos pela cidade antiga, que no momento está sendo restaurada pelo governo, passamos pela Igreja de San José, conhecida pela historia do pirata Henry Morgan, onde um monge teve a ideia de pintar o altar, que era folheado a ouro, de preto para que o pirata não achasse nada de valioso, o que deu certo.
Passamos também pela Calzada de Amador, uma via feita com as rochas extraídas durante a construção do Canal do Panamá. Esta via liga quatro Ilhas: Naos (Onde foi filmado um capitulo do seriado Prision Break, em uma penitenciaria que havia antigamente), Culebra, Perico e Flamenco. Foi neste ponto que paramos para almoçar no Restaurante Sirena Sea Food e encontramos uma opção vegetariana.
Outro ponto bastante conhecido é o Canal do Panamá, que vale a pena conhecer devido a sua grandeza, importância e história.
Para entrar no Panamá nao ha necessidade de visto, somente de passaporte e a vacina contra febre amarela, que diferente de alguns relatos que vimos na internet, a nossa foi bem verificada e questionada na imigração.