Viajamos para Buenos Aires no dia 01/05/2010 (sábado). Éramos três: eu, minha esposa e um amigo que ia participar de um congresso. Chegamos à noite e, devido ao cansaço, fomos jantar e depois dormir. Tínhamos reservado uma noite no hotel Clan House B&B, na rua Alsina, próximo à 9 de Julio. Mau negócio. Apesar do bom atendimento, o lugar está mal cuidado (o fato de o prédio ser antigo não é um probelma em si, mas ele está mal cuidado e mal conservado). O cheiro do cigarro fumado pelo recepcionista empesteia os ambientes, o café da manhã é pobre e o quarto onde fiquei, que dá de frente para a rua, recebe um barulho ensurdecedor vindo da rua (trânsito, boate próxima, gritos de pessoas etc.). Na manhã seguinte mudamos para o Hotel Reina, que fica a poucos metros dali, na Av. de Mayo com a 9 de Julio, em frente à Estação de Metrô Lima. Pagando o mesmo preço (160 pesos/casal e 140 individual) mas com outra qualidade (o prédio também é antigo, como quase tudo no centro, mas bem cuidado.
No domingo de manhã fomos aos principais pontos turísticos da cidade: Praça de Maio, Catedral, Feira de San Telmo, Igreja Ortodoxa Russa, rua Caminito, Obelisco, Palácio de Justiça. à noite jantamos no Siga la Vaca de Puerto Madero. É bom pra quem gosta de comer muito, pois é "tenedor libre", mas não tem tanta variedade.
Na segunda pegamos o buque (ferry-boat) rápido para Colonia del Sacramento. Cidadezinha tranqüila e agradável, principalmente pela sua arquitetura, carros antigos e museus. Comprando um ingresso que custa 50 pesos (cerca de cinco reais) no Museu Municipal você pode conhecer além do museu citado mais outros cinco (há ainda um sétimo museu, que estava em reforma. São pequenininhos, poderiam ser resumidos a um ou dois, mas deve fazer parte do marketing do local. Interessante também é subir no farol (15 pesos) e ter uma visão panorâmica do centro histórico. Às seis da tarde pegamos um ônibus para Montevideo. Havíamos comprado a passagem logo na nossa chegada, pois o terminal de ônibus fica ao lado do terminal do Buquebus. Chegamos em Montevideo às 20h30, após termos seguido viagem pela melhor estrada onde já transitei. Um tapete! Fomos direto para o hotel Palacio, perto da porta da ciudadela e do Teatro Solís. Taxi aqui é tão barato quanto em Buenos Aires. A diária do hotel custou US$42,00 (casal) num quarto no sexto andar, com uma vista bastante razoável do centro histórico. Os funcionários do hotel são muito amáveis.
Na terça fomos ao Mercado do Porto, à repartição de informações turísticas que fica ao lado dele (onde fomos muito bem atendidos pela funcionária), visitamos alguns museus, onde os funcionários não foram tão solícitos quanto pensávamos, e visitamos as principais atrações turísticas.
Na quarta, devido ao cansaço e à quantidade de locais a visitar, optamos por um city tour que foi contratado no próprio hotel. Para nossa sorte, o city tour que eles costumam contratar por 500 pesos não dispunha de vagas e encontramos outro por 400 pesos. À tarde voltamos a Buenos Aires.
Na quinta voltamos às principais atrações do centro e à tarde fomos aos calçadões de compras nas ruas Florida e Lavalle. Não achamos os preços melhores que no Brasil.
Na sexta pretendíamos visitar alguns museus na Recoleta e em Palermo mas, devido ao cansaço por termos andado muito nos dias anteriores, preferimos fazer um city tour que incluía essas áreas. Foi contratado no hotel e custou 60 pesos (cerca de 30 reais). À tarde fomos à Biblioteca Nacional.
* Não tivemos problemas com taxistas em Buenos Aires. Apenas um pequeno incidente quando um taxista deu uma moeda de um peso fora de circulação como troco.
* A carne é muito boa e servida em grande quantidade, mas os pratos não são baratos nem costumam ter acompanhamentos, que são servidos à parte. Isso vale para as três cidades visitadas. Uma porção composta por uma carne, uma guarnição e uma salada não custou menos de R$30,00 em nenhuma ocasião. É bem verdade que fomos a locais turísticos e não tivemos tanta preocupação em comer barato. Apenas evitávamos locais excessivamente caros.
Viajamos para Buenos Aires no dia 01/05/2010 (sábado). Éramos três: eu, minha esposa e um amigo que ia participar de um congresso. Chegamos à noite e, devido ao cansaço, fomos jantar e depois dormir. Tínhamos reservado uma noite no hotel Clan House B&B, na rua Alsina, próximo à 9 de Julio. Mau negócio. Apesar do bom atendimento, o lugar está mal cuidado (o fato de o prédio ser antigo não é um probelma em si, mas ele está mal cuidado e mal conservado). O cheiro do cigarro fumado pelo recepcionista empesteia os ambientes, o café da manhã é pobre e o quarto onde fiquei, que dá de frente para a rua, recebe um barulho ensurdecedor vindo da rua (trânsito, boate próxima, gritos de pessoas etc.). Na manhã seguinte mudamos para o Hotel Reina, que fica a poucos metros dali, na Av. de Mayo com a 9 de Julio, em frente à Estação de Metrô Lima. Pagando o mesmo preço (160 pesos/casal e 140 individual) mas com outra qualidade (o prédio também é antigo, como quase tudo no centro, mas bem cuidado.
No domingo de manhã fomos aos principais pontos turísticos da cidade: Praça de Maio, Catedral, Feira de San Telmo, Igreja Ortodoxa Russa, rua Caminito, Obelisco, Palácio de Justiça. à noite jantamos no Siga la Vaca de Puerto Madero. É bom pra quem gosta de comer muito, pois é "tenedor libre", mas não tem tanta variedade.
Na segunda pegamos o buque (ferry-boat) rápido para Colonia del Sacramento. Cidadezinha tranqüila e agradável, principalmente pela sua arquitetura, carros antigos e museus. Comprando um ingresso que custa 50 pesos (cerca de cinco reais) no Museu Municipal você pode conhecer além do museu citado mais outros cinco (há ainda um sétimo museu, que estava em reforma. São pequenininhos, poderiam ser resumidos a um ou dois, mas deve fazer parte do marketing do local. Interessante também é subir no farol (15 pesos) e ter uma visão panorâmica do centro histórico. Às seis da tarde pegamos um ônibus para Montevideo. Havíamos comprado a passagem logo na nossa chegada, pois o terminal de ônibus fica ao lado do terminal do Buquebus. Chegamos em Montevideo às 20h30, após termos seguido viagem pela melhor estrada onde já transitei. Um tapete! Fomos direto para o hotel Palacio, perto da porta da ciudadela e do Teatro Solís. Taxi aqui é tão barato quanto em Buenos Aires. A diária do hotel custou US$42,00 (casal) num quarto no sexto andar, com uma vista bastante razoável do centro histórico. Os funcionários do hotel são muito amáveis.
Na terça fomos ao Mercado do Porto, à repartição de informações turísticas que fica ao lado dele (onde fomos muito bem atendidos pela funcionária), visitamos alguns museus, onde os funcionários não foram tão solícitos quanto pensávamos, e visitamos as principais atrações turísticas.
Na quarta, devido ao cansaço e à quantidade de locais a visitar, optamos por um city tour que foi contratado no próprio hotel. Para nossa sorte, o city tour que eles costumam contratar por 500 pesos não dispunha de vagas e encontramos outro por 400 pesos. À tarde voltamos a Buenos Aires.
Na quinta voltamos às principais atrações do centro e à tarde fomos aos calçadões de compras nas ruas Florida e Lavalle. Não achamos os preços melhores que no Brasil.
Na sexta pretendíamos visitar alguns museus na Recoleta e em Palermo mas, devido ao cansaço por termos andado muito nos dias anteriores, preferimos fazer um city tour que incluía essas áreas. Foi contratado no hotel e custou 60 pesos (cerca de 30 reais). À tarde fomos à Biblioteca Nacional.
* Não tivemos problemas com taxistas em Buenos Aires. Apenas um pequeno incidente quando um taxista deu uma moeda de um peso fora de circulação como troco.
* A carne é muito boa e servida em grande quantidade, mas os pratos não são baratos nem costumam ter acompanhamentos, que são servidos à parte. Isso vale para as três cidades visitadas. Uma porção composta por uma carne, uma guarnição e uma salada não custou menos de R$30,00 em nenhuma ocasião. É bem verdade que fomos a locais turísticos e não tivemos tanta preocupação em comer barato. Apenas evitávamos locais excessivamente caros.