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Rogerio K C

Turismo na Venezuela: oportunidade para viajar? Ou sarna para se coçar?

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A Venezuela encontra-se em grave crise econômica e social. Porém será que isto poderia representar uma oportunidade para aproveitarmos a desvalorização da moeda local? Além disso, fazer turismo lá poderia ser uma forma de tentar ajudar o país a se recuperar, não?

Por outro lado, a crise no abastecimento decorrente dos problemas econômicos gera enormes filas nos mercados e as pessoas não conseguem comprar os produtos básicos para se manter.

Gostaria de saber a opinião de alguém que tenha ido recentemente, principalmente a quem foi àquela parte das ilhas (Isla Margarita, Los Roques).

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Tenho muito vontade de conhecer a Venezuela, mas vai ficar para 2019, para esse ano já tenho outros planos.

Sobre a crise lá acredito que ela não atrapalhe ou seja um problema para turistas, pois ela atingi principalmente as classes mais baixas, pessoas e regiões que a maioria dos turistas não costumem nem prestar atenção durante uma viagem.

@Luis Barros vc já foi antes para Roraima de carro? Tmb sou de Goiás (Trindade), já fui para o Peru saindo pelo Acre, mas cruzar o estado Amazonas deve ser bem mais tenso, principalmente na época das chuvas, mas tenho muita vontade de fazer esse trecho tmb.

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Estou a Caminho da Colombia e quando eu chegar na mesma vou analizar se arrisco ou nao ir pra Venezuela!!!

 

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Em 28/01/2018 em 19:38, Luis Barros disse:

Estou com viagem programada para julho desse ano (2018)... Vou de carro, saindo de Goiás, passando por Mato Grosso, Rondônia, Passando pela temida BR-319, Amazonas, Roraima e finalmente Venezuela...

Vou percorrer grande parte do país, chegando até Mérida... 

Já viajei por quase toda a Armérica do Sul de carro, nunca tive grandes problemas... 

Estou enfrentando, como a maioria dos que pretendem viajar para lá, o mesmo problema: falta de informações... Para mim, mais ainda, pois pretendo ir de carro e percorrer a maior parte do país... A maioria dos relatos são de viagens a Islas Margarita... Esse trecho é apenas uma parte do que percorrer... Os relatos que vemos de viagens "além Islas Margaritas", as pessoas fizeram de avião...

Estou batalhando muito informações... Já estou em contato com pessoas lá mesmo na Venezuela...

Acho que temos que unir forças e trocar informações que possamos conseguir... Já estou farto de tanta gente falar mal da Venezuela... Qualquer informação é bem vinda, mas muitos aproveitam da situação ruim que o país está vivendo, para desmotivar quem pretende viajar para lá...

O pior é que muita gente nem foi ao país e fica falando bobagens...

Me sinto em débito com esse site...  Faço muitas viagens e não posto os relatos...

Mas prometo que dessa vez vai ser diferente... Devido a escassez de relatos, vou fazer um completo quando voltar...

Se voltar vivo... kkkkkkk

 

Luis Barros, em 2010 passei 17 dias na Venezuela, de 02 a 19 de maio. Fui de avião até Manaus, depois de ônibus até Boa Vista, daí outro ônibus até Ciudad Bolivar, atravessando a fronteira em Santa Helena de Uiarén;  outro ônibus até caracas, uma avioneta para Los Roques; retorno a Caracas, ônibus para Mérida e retorno a Caracas-Rio de Janeiro. Sabendo que a maior parte da população local detesta estadunidenses, costurei etiquetas com a bandeira brasileira na camisa e funcionou maravilhosamente. Era bem tratado (até demais... rsrsrs) em qualquer lugar; no metrô de Caracas um cara tentou abrir um dos bolsos da minha mochila, mas eu percebi e falei alto, sendo defendido pelos outros passageiros que quase lincharam o ladrão. Coisa que pode acontecer em qualquer lugar do mundo!

Já naquela época, há oito anos atrás, quando a mídia de esgoto brasileira já tinha começado esta campanha de difamação/calúnias contra a Venezuela (porque lá eles não conseguiram dar golpe de estado!), já falavam sobre filas, falta de produtos em supermercados, etc. Não senti nada disso! Nos supermercados existem sim produtos para comprar, só que o preço é inacessível a muitas pessoas. Então o governo distribui cestas com alimentos e produtos de limpeza/higiene a preços subsidiados, praticamente de graça. Nestes lugares sim há filas e eventualmente falta de alguns gêneros, mas de qualquer modo isso nada tem a ver com os turistas, porque estes lugares são exclusivamente para venezuelanos, turistas não podem nem chegar perto!

O povo é super amável e adoram brasileiros, acredito que mesmo agora, com o governo golpista do Temer atacando a Venezuela para pagar-pau de estadunidense!

Se naquela época com os cerca de 2.000 dólares que eu levei me sentia rico, imagino que hoje em dia o câmbio paralelo seja muito mais favorável a nós. Acredite, pois apesar de lá o imposto sobre bebidas alcoólicas ser alto, bebi muito, enchi a cara, andei a cavalo, fiz muitos passeios,  comi bem, etc. , enfim, me esbaldei!

O leste da Venezuela (Ciudad Bolivar, Los Roques, parte de caracas) tem uma população predominantemente mestiça de indígenas, com tendência à obesidade, mais pardos; a parte oeste, Mérida por exemplo, é de mais descendentes de europeus, com a pele mais branca, mulheres lindas e super vaidosas, muitos estudantes, etc. Entretanto, tanto por uns como por outros você vai ser bem recebido (eu até cheguei a flertar com duas venezuelanas, trocando beijos com uma delas... (Tomara que minha ex-mulher não acompanhe o site...rsrsrs).

Enfim, não dê ouvidos para a imprensa marrom e os "urubulinos", que criticam às vezes injustamente por interesses políticos ou simples preconceito, sem terem conhecido. Vá e viva sua viagem!  

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Olá faz um tempão que quero contribuir com um relato sobre a Venezuela e chegou a oportunidade. Na verdade não é bem um relato detalhado, se alguém quiser posso fazer um depois com tudo certinho, por enquanto só fiz algumas observações gerais, espero que ajude.

Bom sou venezuelana de nascimento, mas moro no Brasil há 22 anos, estive na Venezuela de 22/05/18 a 05/06/18 fui ao casamento de um irmão, então vou contar um pouco sobre a viagem.

Fui por Boa Vista por ser a opção mais barata, uma passagem de avião pra Caracas direto de São Paulo estava em torno de 6.000 reais, ida e volta, e isso estava bem fora do meu orçamento ☹️. Então cheguei a Boa vista no dia 22/05 às 3 da manhã, infelizmente os vôos pra Boa vista só chegam e saem de madrugada. Por causa da crise na Venezuela a cidade está um caos, cheio de venezuelanos dormindo no aeroporto e por isso achei melhor esperar amanhecer num hotel, peguei um taxi no aeroporto e pedi q me levasse a um hotel, me levou no hotel farroupilha, que por sinal não recomendo, além de me cobrar 100 reais pra dormir 3 horas o banheiro não tem nem chuveiro elétrico, que era o mínimo q eu esperava pelo preço, mas enfim foi a opção que tinha no momento. 

Levantei e fui pro terminal do Caimbe pegar o taxi para Pacaraima, cidade que faz fronteira com Santa Elena de Uairen, o taxi cobra 50 reais por pessoa e leva 4 pessoas, são bem seguros peguei da empresa cootap mas tem outra e ambas cobram o mesmo. Saem em vários horários, na verdade conforme vai tendo passageiros para levar, fazem a travessia até 19 horas me disse o motorista, então a hora que chegar sempre vai ter alguém pra te levar.

Cheguei em Pacaraima onde um primo venezuelano foi me buscar de carro, pra quem não está acostumado com fronteiras na América do Sul vai parecer assustador a quantidade de venezuelanos dormindo nas ruas, têm muitos trocando dinheiro dólar por Bolívar, Real por Bolívar o cambio está 4,1 reais por dólar até sexta 22/05/18.

Não recomendo trocar dólares na fronteira, os motivos são vários vou citar os principais:

- há pessoas que querem tirar proveito como em qualquer lugar do mundo, mas devido à crise q estão passando tentam ganhar de qualquer jeito, então o meu conselho é levar dólares daqui, de preferência notas de baixo valor, vou explicar o porque mais pra frente;

- não adianta ter Bolivares, a não ser uma quantidade muito pequena, a inflação lá ta uma loucura então o bolivar se desvaloriza todos os dias, quando cheguei estava 1 dólar = 1.000.000 de bolivares (sim vc não leu errado um milhão) e quando vim embora estava 2.400.000, como são valores em milhões não há notas suficientes e nem como carregar tanto dinheiro assim, então as pessoas só usam notas para abastecer, porque a gasolina é infinitamente barata então com 500 bolivaresvc enche o tanque

Ps: com 500 bolivaresvc não compra nem uma bala lá 

Gente percebi que o post vai ficar muito grande, então vou resumir e se tiverem dúvidas ou quiserem saber mais detalhes mandem email [email protected] ok?

- se não tiver jeito mesmo e tiver que trocar reais por dólares só aceite as notas de 100 dólares, são as únicas que não podem ser falsificadas, masssdifíceis de trocar depois de estar lá dentro

- a não ser que tenha conhecidos dispostos a te ajudar, ninguém vai trocar dólares pra vc no preço que está na cotação do dia, vou explicar melhor há 2 cambios na Venezuela o câmbio oficial e o paralelo ou negro, o oficial é o do governo, isto é o que é seguido pelas instituições financeiras, pelas operadoras de cartão de crédito etc, e o paralelo que é o do site dolartoday.com que hoje está 2.951.374, bom mas o que isso significa?

A maioria da população segue o paralelo, todas as vendas tipo imóveis, carros são feitas seguindo o dolartoday mas cada pessoa pode barganhar esse valor, mais ou menos isso

A cotação oficial é de 96.322, nem preciso dizer que não compensa passar o cartão de crédito internacional na Venezuela né?, pra quem não entender só pedir que eu explico melhor 😉

Bom e como eu fiz com relação ao dinheiro? Um primo me emprestou seu cartão de um banco de lá e eu troquei 100 dólares com ele assim que cheguei na Venezuela, ele deixou em bolivaresdisponíveis nessa conta, tudo absolutamente tudo é pago por débito, como comentei antes não tem notas no país suficientes pros valores praticados, e como tudo está custando milhões, exemplo 1 diaria de hotel custa 7 milhoesimagina carregar tudo isso em notas 🤔

Então em todo lugar aceitam cartão de débito, ah mas eu estou na praia e quero uma água de coco , provavelmente o cara que vende coco tem maquininha de cartão, que lá é conhecido como punto, vc vai ver placas dizendo HAY PUNTO, então se vc tiver alguém que possa te emprestar a conta enquanto vc estiver lá ótimo foi o que eu fiz. Mas há ressalvas, o governo controla a quantidade de dinheiro que vc pode gastar por dia, não oficialmente claro, mas na prática se vc quiser comprar alguma coisa que custe em torno de 100 dólares em bolivares provavelmente vão recusar a transação, então o que os lojistas fazem é dividir o montante em várias vezes e passar várias vezes o cartão, um saco na verdade, mas uma forma de burlar o sistema, pelo menos por enquanto.

Outra forma de pagar é por transferências bancárias, é o que mais é feito na verdade, taxistas, lojas, tudo praticamente é pago por transferência bancária, a pessoa q vc esta comprando algo te passa o número da conta e vc faz a transferência e manda o print do comprovante por whatss, bem interessante como o ser humano se adapta a tudo NE....

Mas para quem não tem ninguém lá para emprestar a conta e tudo mais a única opção viável é pagar em dólares, por isso disse antes que o melhor é levar notas de baixo valor, por exemplo um café da manhã numa padaria vai de custar em torno de um milhao e quatrocentos bolivares isso dá menos de 1 dólar mas provavelmente não vai ser todo lugar que vai aceitar notas baixas porque podem ser falsificadas, lembra que eu disse que a única que não pode é a de 100 dólares?, então possivelmente também tudo vai sair mais caro para quem leva dólares porque vão cobrar o preço que quiserem por saber que vc não tem bolivares, é a situação econômica lá ta bem complicada, e pra piorar vão tirar 3 dígitos da moeda, para ao em vez de ser em milhões ser milhares, mas isso só vai acontecer em 3 meses.

Bom o que fazer então? Sinceramente não sei, sempre pergunte quanto é em bolivares só fale que vai pagar em dólares em locais fechados e sempre que falar que vai pagar em dólares tome cuidado pra quem estiver em volta, porque sempre há gente mal intencionada e de olho em turistas pra assaltar etc., então o meu conselho é não confie em ninguém, a não ser que vá a casa da pessoa e esta seja de fato honesta.

Quanto a viajar de carro pelo país, tenho várias ressalvas também, é complicado pela questão dos policiais serem corruptos, há muitas fiscalizações nas estradas, tipo blitz... e os policiais ganham um salário mínimo, que é em torno de cinqüenta centavos de dólar hoje, então imaginem passar um carro com turistas que eles sabem que carregam dólares, eles fazem de tudo para estorquir, então se for levar dólares leve bem escondidos, eles revistam tudo, reviram as malas, fazem revisão de homens e mulheres, palpam tudo... é bem constrangedor na verdade, a boa notícia é que turistas podem carregar até 10.000 dólares, mas nunca jamais em hipótese alguma faça isso, tenho um primo que carregava uns 5000 dólares e foi parado em uma alcabala (que como chamam as blitz la) e os guardas tiraram 4000 dele porque foi o que conseguiram encontrar, e ele teve sorte que não mataram ele porque a maioria das vezes eles tomam os dólares e levam a pessoa para um “passeio” para bater e tentar tirar o máximo possível de dinheiro, e para não correr o risco de serem denunciados eles matam e pronto, é parece filme de terror mas é assim mesmo.

Por isso quanto mais mochileiro você parecer melhor, ou o menos turista possível melhor ainda. Para quem realmente quiser se aventurar de carro, NUNCA JAMAIS EVER dirija à noite, faça os percursos de dia, quando entardecer pare na cidade mais próxima e durma no melhor hotel que encontrar, são muito baratos quando fazemos a conversão, então sempre pergunte quanto é em bolívares e vc mesmo faça a conversão para dólares, e depois pergunte quanto é em dólares e comece a negociar a partir daí.

Porque não dirigir à noite, bom além dos motivos óbvios, há trechos na Venezuela que são muito perigosos, um exemplo é a região de Caucagua, uma zona litorânea, que tem uma cidade chamada San José e, que obrigatoriamente temos que passar se vamos atravessar sentido Caracas ou outras cidades nessa direção por exemplo, é tão perigoso que para atravessar o povoado geralmente motoristas esperam a escolta da guarda nacional para passar ali, sim eu vivi isso porque meu primo atravessou essa cidade à noite no percurso que fizemos quando eu cheguei, foi horrível, mas deu tudo certo no final, por isso eu continuo dizendo JAMAIS viajem à noite. Há o risco do carro quebrar, furar pneu ou sei lá o que e vc vai ficar no meio do nada e provavelmente será secuestrado na melhor das hipóteses.

Se você for atravessar o país de carro com venezuelanos é mais tranqüilo, deixe que eles dirijam e se for mulher melhor ainda, geralmente não param mulheres nas alcabalas, mas eu disse GERALMENTE, bom o post ficou mais longo do que eu imaginava e ainda queria falar sobre minha viagem a Isla Margarita y Isla de Coche, então se quiserem mais detalhes comentem e melhor ainda mandem e-mail ou whatss porque olho com mais freqüência e fica mais fácil de responder, bom espero ter ajudado e fico à disposição, abraços.

whatss> 3499658-0626

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Estamos indo para a nossa terceira viagem para a Venezuela e digo que ir para lá é ter espírito de Bolívia.

Uma Bolívia mais barata (fora o aéreo daqui que é uma fábula), com menos produtos a disposição para comprar, mais empobrecida mas com praias, bem, Bolívia não tem praia né?

A primeira vez que fui era tranquilo, a diferença entre o câmbio oficial e o negro era coisa como 4x, trocava-se tudo "en efectivo", ou seja, sempre arrumávamos alguém que trocava seus dólares por moeda local e te pagava em dinheiro vivo para vc fazer seus pagamentos em moeda local.

De lá pra cá os valores se multiplicaram por 60.000 (sim, um Real em 2012 comprava 10 bolívares e hoje compra pouco mais de 600 mil). A base monetária não acompanhou, se antes a nota mais alta valia 10 reais (era a nota de 100 do Simón Bolívar), hoje não compra nem 20 centavos (a nota de 100 mil bolívares). Com isso as transações precisam ser feitas todas por um sistema complexo de contas e transferências bastante incômodo, mas parcialmente compensado pelos preços insanamente baratos.

Quem vai para Isla Margarita a vida é bem mansa. Muita gente de Manaus vai para lá, eles são acostumados e entendem bem o Português. Não será difícil encontrar fóruns e indicações de passeio/câmbio/reserva de hotéis com pagamento por transferência em contas aqui no Brasil mesmo. Você transfere em Reais numa conta de banco brasileiro e eles resolvem tudo para ti por lá.

O problema é ir para qualquer outro canto de lá. Los Roques é tudo em dólar, então não tem muito esquema para economizar, mas outros lugares até o câmbio em dólares pode ser difícil. 

Recomendo pesquisar em fóruns de discussão em espanhol e exercitar duas virtudes (das muitas) dos viajantes: conversar muito com todos que encontrar durante a viagens e ter muita, mas muita fé de que tudo vai dar certo.

Dessa vez a ida será para o parque nacional Morrocoy e, se der tudo certo, ao Parque Henri Pittier. Falta de informações temos de sobra, muita fé e algum conhecimento de espanhol...

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