Ir para conteúdo
  • Cadastre-se
João Paulo Falanque

Bolívia : La paz ou Santa cruz ?

Posts Recomendados

Fala, amigo! Fiz o Salar mês passado, saindo de la paz é muito mais perto.
De avião é algo em torno de 1h e de ônibus é um pouco mais de 8h. Saindo de la paz às 20h e chegando em Uyuni às 4h30, num frio de -1º.

Abraços

  • Curtir 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

E ai bro blz?

Partindo de La Paz é mais viável.Você terá a opção de ir direto de onibus ou entao de ônibus até Oruro e de lá pegar um trem (não que o trem seja a melhor opção).
Partindo de Santa Cruz você terá que passar por Sucre - Potosí pra chegar em Uyuni. Detalhe... a estrada entre Santa Cruz e Sucre é muito punk, se for de ônibus pode demorar certa de 18hs mais ou menos. Inclusive esse trajeto quando fiz foi de avião entre essas duas cidades (custo-beneficio-tempo)

  • Curtir 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Como vai chegar até La Paz ? Avião ? Se sim, ficaria mais rápido, mas se for encara o trecho de Santa Cruz a La Paz de ônibus, é melhor seguir de Santa Cruz direto para Uyuni.

@lobo_solitário A estrada de Santa Cruz até Sucre agora é mais tranquila, passei por lá em maio, a maior parte está asfaltada e o restante do trechos está em obras. O trecho sem pavimentação dura somente "4 horas " hahaha.

  • Curtir 1
  • Obrigad@! 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
8 minutos atrás, RicardoRM disse:

Como vai chegar até La Paz ? Avião ? Se sim, ficaria mais rápido, mas se for encara o trecho de Santa Cruz a La Paz de ônibus, é melhor seguir de Santa Cruz direto para Uyuni.

@lobo_solitário A estrada de Santa Cruz até Sucre agora é mais tranquila, passei por lá em maio, a maior parte está asfaltada e o restante do trechos está em obras. O trecho sem pavimentação dura somente "4 horas " hahaha.

@RicardoRM vlw pela informação, ja tem alguns anos que fiz essa trip. Achei que o progresso nao havia chegado lá ainda kkkk

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
12 horas atrás, RaoniMarq disse:

Fala, amigo! Fiz o Salar mês passado, saindo de la paz é muito mais perto.
De avião é algo em torno de 1h e de ônibus é um pouco mais de 8h. Saindo de la paz às 20h e chegando em Uyuni às 4h30, num frio de -1º.

Abraços

Ahh que bom kkkkk, irei direto de sp para la paz , muito obrigado abraço.

 

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
3 horas atrás, lobo_solitário disse:

E ai bro blz?

Partindo de La Paz é mais viável.Você terá a opção de ir direto de onibus ou entao de ônibus até Oruro e de lá pegar um trem (não que o trem seja a melhor opção).
Partindo de Santa Cruz você terá que passar por Sucre - Potosí pra chegar em Uyuni. Detalhe... a estrada entre Santa Cruz e Sucre é muito punk, se for de ônibus pode demorar certa de 18hs mais ou menos. Inclusive esse trajeto quando fiz foi de avião entre essas duas cidades (custo-beneficio-tempo)

opa valeu brother 

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
2 horas atrás, RicardoRM disse:

Como vai chegar até La Paz ? Avião ? Se sim, ficaria mais rápido, mas se for encara o trecho de Santa Cruz a La Paz de ônibus, é melhor seguir de Santa Cruz direto para Uyuni.

@lobo_solitário A estrada de Santa Cruz até Sucre agora é mais tranquila, passei por lá em maio, a maior parte está asfaltada e o restante do trechos está em obras. O trecho sem pavimentação dura somente "4 horas " hahaha.

Irei direto para la paz de avião , valeu cara

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
54 minutos atrás, Josiane Dalpaz disse:

E o avião de Sucre foi teco teco ?

Quando fiz o trajeto nao era teco teco nao. Seria como uma GOL da vida...  O valor era relativamente barato, algo equivalente a uns R$100,00 porém a cia aérea ja fechou as portas. 

Vale a pena dar uma pesquisada no preço pois o trajeto é rapido, em torno de  40 minutos...coisa que de ônibus levaria longas horas,

  • Curtir 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisar ser um membro para fazer um comentário

Criar uma conta

Crie uma nova conta em nossa comunidade. É fácil!

Crie uma nova conta

Entrar

Já tem uma conta? Faça o login.

Entrar Agora

  • Conteúdo Similar

    • Por David Fabio
      Olá! Depois de 1 ano que fiz essa viagem resolvi compartilhar aqui, onde fico horas lendo as experiencias dos mochileiros.
      A ideia é fazer um relato rápido pra nao ser uma leitura cansativa, e tá mais focado nas experiencias, já que faz um ano que fiz a trip e nao lembro muito bem nome de hostels e quanto gastei, mas fica a dica de alguns lugares pra ir e fotos pra inspirar.
      Quem sou eu? Me chamo David, carioca, 25 anos, no momento a profissao é recepcionista de hotel, mas tenho sangue mochileiro. Saí do RJ com 22 depois de uma viagem ao Uruguai, onde me apaixonei pelo país e resolvi ficar pra estudar e trabalhar. Em junho de 2017 me surgiu a oportunidade de viajar, já que nao queria comecar a vida em outro país sem conhecer nada da América do Sul. O foco foi a Bolívia por X motivos - País barato, lindas paisagens, turismo de aventura, cultura totalmente diferente. Os objetivos foram o Lago Titicaca (Senti uma conexao com o lugar que vou explicar mais adiante, mas eu só sabia que PRECISAVA ir aí) e o Salar de Uyuni (por motivos obvios).
       
      Entao depois de 1 mes de voluntario num hostel em Rio das Ostras - RJ, parti sozinho pro que seria minha viagem mais intensa até agora. Fui a Sao Paulo, onde saiu o bus que fiquei por umas 17 horas rumo a Campo Grande (MS). Passei o dia em Sampa com os migos e de noite segui viagem. Foi uma das minhas primeiras viagens de ID Jovem, a essa altura era facil conseguir passagens 100% free, hoje em dia tem que solicitar com bastante antecedencia. Enfim, cheguei em CG e já fui direto pra fronteira, Corumbá e me ferrei! Cheguei de noite, parecia uma cidade fantasma, aquele clima de mal-assombrado, tudo escuro, uns fenos passando pela rua (exagero)... Eu tinha reservado um hostel no booking, mas chegando na rua que supostamente estava esse hostel no mapa, era uma rua super escura, com uns cachorros mal encarados que latiam pra mim, fiquei com medo e saí dali kkkkk Nisso já era mais ou menos 00h e tava eu rodando no meio de Corumbá com a mochila enorme nas costas. Achei um hostel e negociei um preco (acho que foi 30 reais) pra passar a noite e ir a Bolivia no dia seguinte.
      Puerto Quijaro e Santa Cruz de la Sierra
      Dia de ir a Boliviaaaa!!!!! weeeee 😜 Saí de Corumbá em um moto taxi que me levou até a migracao (eu nao tinha tomado a vacina da febre amarela, mas até aí sussa). Muita emocao atravessar a fronteira a pé, ver o verde e amarelo se transformar em verde/amarelo/vermelho da BO. Fiz um cambio (troquei 300 dolares por 2000 bolivianos e basicamente essa a grana que eu fiz a trip, com excessao de quando passei ao chile e o tour da bike que paguei no cartao) e fui rumo a estacao de trem pra pegar o famoso Trem da Morte.

      Fronteira Corumbá - Puerto Quijarro

      Eu pensativo no Trem da Morte
       
      A passagem de trem me custou 70 bol (35 reais, sempre divide os bol por 2) e o trem leva até Santa Cruz de La Sierra. E vou eu em mais uma viagem de 17 horas!!!!!!! Voce queria estrada @???? 
      "É conhecido como Trem da Morte por causa de uma epidemia de malária que ocorreu durante a construção da ferrovia, que matou milhares de trabalhadores bolivianos." (wikipedia)
      Eu tava apreensivo mas foi uma experiencia bem normal pra falar a verdade. Legal viajar de trem e tudo, e era bem confortável, diferente de muito onibus na Bolivia hahah Dormi como um bebe. Nao senti falta de seguranca em nenhum momento, digo isso pq ja tinha lido muito de bagagens que desaparecem nesse trem, mas comigo foi bem tranquilo. Cheguei no outro dia em Santa Cruz e já na rodoviária senti a diferenca, acostumado com a rodoviaria do Rio que parece um shopping e a de Montevideo que literalmente tem um shopping, alguns terminais na bolivia sao bem feios, mas como já tinha lido muito já tava preparado pro que ia encontrar visualmente. O que eu nao estava nada preparado era para o frio!!!! Saí do terminal e voltei em seguida, paguei 1 bol pra usar o banheiro e lá coloquei o máximo de roupas que podia pra me proteger do frio, saí de la parecendo um esquimó. 
      Andei bastante procurando lugar pra ficar, acabei em um muquifo que saia 35bol um quarto privado, mas o quarto tinha barata e nao tinha agua quente, tenso. Mas eu tava na Bolivia, tava feliz! Saí pra conhecer Santa Cruz e me pareceu uma cidade bem feia, muuuuuuuita gente na rua e a primeira surpresa: Cade o supermercado?? Nao existe, sao comerciantes ambulantes pela rua vendendo de tudo que vc possa imaginar. Andei um pouco pela city e descobri uma praca muito bonita que se chama Parque Arenal, tinha muuuuuito pombo, adoro pombos, sao simpaticos! 😂 

      Parque Arenal - Santa Cruz de la Sierra
      Próximo ao terminal de bus também tem um parque muito bonito que se chama Parque Urbano, pra gente como eu que é mais tranquila vai querer fugir da loucura de Santa Cruz nesses parques também. Basicamente aí descansei e procurei ter o primeiro contato com a Bolivia, observar a cultura e relaxar. Mas aí já tava na Bolivia e agora? Pra onde eu vou? Ainda meio na duvida fui no dia seguinte pro terminal e eu só pensava em chegar no Lago Titicaca, entao comprei minha passagem pra La Paz. Que bom! Uma viagem que nao é de 17hrs. Mas sim de 19hrs... uma eternidadeeeeeee, nao recomendo, parem em Cochabamba antes de seguir a La Paz, é uma viagem sofrida. Mas no caminho a primeira montanha nevada no horizonte, muita emocao!
      La Paz, Copacabana e Isla del Sol - LAGO TITICACA
      Chegando em La Paz achei um hostel pra ficar depois de andar um montao e me cansar demais, aí comecei a sentir um pouco os efeitos da altitude e sentia o ar mais denso, tinha que fazer um pouco mais de esforco pra respirar.  Acho que o hostel se chamava GIMENEZ, numa acima da rua do mercado das bruxas, recomendo muito. Daí fui dar uma volta pelas agencias de viagens pra conhecer os tours que ofereciam aí (foi onde eu percebi que amo turismo e to estudando isso no Uruguai, mas isso é outra historia rs). Em uma dessas agencias eu conheci o Erick, um brasileiro muuuuuuito gente boa que tava estudando medicina em Cochabamba e tinha tirado uns dias pra conhecer La Paz. Recomendei pra ele o hostel que eu tava e saímos pra tomar uma cerveja e curtir a city. No nosso tour pelas Agencias de Viagens eu fiquei doido! Queria fazer todos os tours, um mais interessante que o outro kkkkk Queria ir ao lago, queria escalar montanha (ainda vou escalar o Huayna Potosi), queria descer a estrada da morte em bicicleta, queria tudo... Compramos o bus pra nos levar a Copacabana no dia seguinte pra ir ao lago, e eu tbm comprei o Valle de la Luna + Cerro Chacaltaya e o tour da Estrada da Morte (nao resisti, tinha que fazer rs).
      Assim no dia seguinte saimos bem cedinho com destino a COPACABANA, queria muito conhecer pra dizer que vim da Copacabana carioca a Copacabana boliviana kkkkk O caminho é lindo, primeiro vc tem uma visao panoramica de La Paz, que parece uma grande favela no meio da cordilheira porque as casas nao sao pintadas, é tudo no tijolo mesmo. Depois vem o lago imeeeeenso com aquela cor azul surreal. É impossível descrever com palavras o que é o Lago Titicaca, parece que voce entrou num quadro surrealista, voce se sente num paraíso. Chegando em Copacabana, conhecemos um casal de brasileiros e fomos todos almocar a famosa truta que se pescam aí, gostosa, mas nada imperdível, assim que se voce for mochileiro e sua prioridade é economizar, come algo barato mesmo, agora se tiver grana vale a pena. Depois já pegamos o barco e fomos pra Ilha do Sol, porque minha ideia era acampar lá (Ó AZIDEIA DA PESSOA). Descemos do barco e ali tinham duas meninas com uma barraca, eu perguntei se era seguro acampar ali e elas disseram que só tavam pelo dia, nao tinham passado a noite, mas que era tranquilo. Falei ok, montei minha barraca ali mesmo, tranquei com um cadeado e subi pra conhecer a ilha. LINDA! É UM LUGAR MUUUUUITO MÁGICO, SÉRIO! Se voce vai a Bolivia e nao vai na Ilha do Sol vai ter que ir de novo. Foi o lar antigo dos Incas, tem uma energia incrível e é cheio de ruínas históricas. Tudo isso com o azul do lago rodeando. É muito incrivel que nao dá pra descrever.

      Eu, o Erick e o casal comendo a Truta

      Lago Titicaca y yo

      Onde eu acampei a primeira noite

      Vista da minha barraca
      Bom, andei um pouco, tirei muitas fotos, e depois bateu a paranóia e desci pra ver a barraca. Descendo ajudei uma boliviana a descer com uns burros e ela foi me contando um pouco como o turismo transformou aquele lugar e como a comunidade local se adapta a isso. Muito interessante, mas chegando lá embaixo... CADE MINHA BARRACA? Desci e nao tava, olhei em volta, tinha uma escada que eu nao tinha reparado antes, fiquei confuso, disse QUE PASÓ??? Nao sabia se estava no lugar certo, perguntei e as pessoas diziam que só tinham 2 portos e queriam me vender um barco pra me levar até lá mas eu disse nao, eu faco a trilha até lá, obrigado. Andei pra caceeeeeeete sozinho na ilha do sol procurando minha barraca, cheguei no outro porto e eram umas ruínas belíssimas mas nada a ver com o lugar que cheguei. Entao resolvi voltar né, que ia fazer? Daí quando cheguei no primeiro porto já reconheci minha barraca, estava lá onde eu tinha deixado, eu nao entendi porque nao estava quando fui da outra vez, fiquei muuuitas horas pensando nisso, já estava convencido que tinha sido uma falha na matrix e eu tinha sido transportado a outro tempo quando vi que esse porto tinha duas descidas, entao com certeza eu desci por uma que nao foi a que eu subi, por isso a barraca nao tava ali do lado e quando cheguei e nao vi já me desesperei e nao olhei o outro lado do porto kkkkkkk Coisa minha, finge que nada aconteceu, seguimos viagem...
       
      De repente vem uma crianca boliviana falar comigo, já era noite, falando que tava procurando o brasileiro que tava acampando no porto kkkk Ele tinha uma mensagem do Erick (que estava hospedado num hostel subindo a ilha) e tava sem lanterna pra voltar, entao eu peguei minha lanterna, tranquei a barraca e subi com ele pra onde o Erick tava. Fumamos um, desci e fui dormir. Acampei sozinho essa noite cagado de frio, o céu caiuuuuu chovendo, uns raios muito loucos. Mas minha barraca aguentou bem! Acordei no dia seguinte com uma vista do caraiooooo, logo se aproximaram duas argentinas fazendo a mesma coisa que eu no dia anterior: perguntando se era seguro acampar ali kkkkk Eu disse que sim, tava tudo certo, acabou que fizemos amizade e desayunamos juntos, muito amor por essas meninas. Resolvemos acampar mais em cima e subimos com as barracas e os mochiloes. QUASE MORREMOS!!! Foi um grande esforco subir com tudo pela altitude e por ser subida, obvio, mas quando escolhimos o lugar pra montarmos nossa comunidade nao podia ser melhor!!! Uma puta vista! Tiramos muitas fotos e fomos buscar lenha pra fazer uma fogueira. Aí passamos por uma galera que tinha uma outra argentina que nao lembro o nome e a Jéssica, uma outra carioca que vai ser importantíssima na historia, mas nesse momento nem nos falamos. Essa outra argentina tava sem lugar pra ficar e a convidamos pra acampar com a gente, já que eu tinha um lugar na barraca. Caiu a noite e estávamos nós 4 e a fogueira lá e fizemos um ritual. Cada um fez um desejo e queimou uma folhinha de coca. RITUAL INCA! Eu nem lembro o que eu desejei mas com certeza se realizou. Jantamos paes com queijo e tomamos café, mate e chá de coca (QUE POR SINAL É DELICIOSO). 

      Gi e Lala, as duas argentinas buena onda que me acompanharam na Isla del Sol

      Cachorro que acompanhava a gente lá e colocamos o nome de Salchi, que vem de Salchipapas, uma comida comum lá na bolivia que é batata frita com salsicha kkkk E uma llama posando pra foto ali atrás.

      Sem palavras...
      No dia seguinte subimos pra ter uma visao panoramica da ilha, muito lindo! Assim completei meu primeiro objetivo! Voltamos a Copacabana, me despedi das meninas e voltei a encontrar o Erick!!! Completamente por acaso! E onde? Numa agencia de viagens! kkkk Ele tinha comprado passagem pra ir ao Peru, e eu ia voltar a La Paz pra fazer meus tours, mas isso fica pro próximo post, onde vou contar como foram os tours Valle de la Luna + Chacaltaya (NEVEEEEEEE), Estrada da Morte (quase morrendo em bicicleta), Salar de Uyuni, minha aventura MUITO TENSA no Chile e Cochabamba!

      Bem patriota na Isla del Sol
       

      Nossa comunidade ARBRAZINCA (argentinas + brasileiros + incas)

      Eu bem mochileiro subindo a ilha
      Até o próximo post!
    • Por Christiane Costa
      Para quem vai vir curtir a Oktober Fest, nada melhor que um camping Indoor a poucos metros da OktoberFest no Parque Vila Germânica  ( serviços 24 horas, serviço de bar, banheiros, wi-fi, sinuca, local murado, segurança, estacionamento privado) R$50 por dia/noite  
      O Camping é dentro de um ginásio de esportes radicais, com espaço para churrasco e festas! 
      Quem tiver interesse, entrar em contato: +55 47 99196-0638

       

    • Por paulodasilva
      Boa tarde amigos, venho relatar aqui a viagem de 29 dias que minha namorada e eu fizemos por 4 países. Depois de muito pesquisar aqui no site acabamos fazendo o seguinte roteiro:
      Santa Fé, Mendoza, Santiago, La Serena, Antofagasta, San Pedro de Atacama, Iquique, Arequipa, Cusco, Puno, Copacabana, La Paz, Potosí, Uyuni, General Guemes, Alegrete.
      Somos de Porto Alegre e fizemos a trip com um Gol 1.000, sem direção hidráulica mas com um ar condicionado que funciona perfeitamente, chamamos o auto de "El Tanque". No total foram 11.070 Km, 17 hoteis/hostels/pousadas, 4 países, uma infinidade de novos amigos. O custo total ficou por volta de 17 mil reais, 8.500 para cada, levamos 2.900 dólares em espécie.
      Dia 1 - Porto Alegre - Santa Fé
      Saímos de Poa dia 23/12/17 ás 6h da manhã, esse primeiro dia era um dos trechos mais longos da viagem, podem imaginar que quase não dormimos pois estávamos ansiosos para sair, foram alguns meses de planejamento e muitas dúvidas ainda pairavam pois não achei nenhum roteiro completamente igual ao que iríamos fazer. Malas no Tanque, check list feito e chimarrão na mão. Vamos lá!!
      O trajeto Poa até a fronteira muito tranquilo, a aduana estava vazia e foi muito rápido, mostramos passaportes, carta verde e segue o baile. Na Argentina que começaram algumas complicações, assim que entramos na Ruta 14 fomos parados pela polícia, uns sujeitos com roupas de milicianos nos pediram documentos e para ver o extintor de incêndio, então disseram que o mesmo estava vencido, na verdade ele venceria 31/12. Um dos sujeitos me levou para uma sala uns 200m do carro e outro ficou com minha namorada na porta do carro, lá dentro inventou mil histórias e tive que desembolsar depois de muito negociar, paguei 20 dólares. Ao longo desse trajeto fomos parados mais 5x, todas as vezes pediram as mesmas coisas e nenhum deles falou que o extintor estava vencido, nessas outras 5 paradas os policiais que nos pararam estavam com coletes verdes e nos pareceram mais "sérios" que aqueles primeiros que tinha roupas de militares e cara de malandro.
      Chegamos em santa fé já era noite e ficamos num hotel que havia reservado pelo booking, no outro dia sairíamos cedo novamente e o trajeto também era longo.
       
      Dia 2 - Santa Fé - Mendoza
      Acordamos cedo novamente e na recepção do hotel encontrei um casal de brasileiros que estavam sem dinheiro porque haviam pago tanta propina na estrada que não sobrou quase nada, então fiquei um pouco mais aliviado por ter sido extorquido apenas 1 vez, pois passei o caminho todo com raiva daqueles primeiros policiais.
      Saímos 7h com destino a Mendoza, lá ficaríamos 2 dias. Aqui algumas considerações: não tínhamos interesse em visitar vinícolas, pode parecer estranho pois a região é propícia, mas a verdade é que no RS acabamos visitando tantas na Serra que acaba que o processo é todo o mesmo; nas vinícolas os preços de vinhos são na maioria das vezes mais caros que no mercado da cidade e pq estaríamos dia 25/12 lá, feriado, então poucas estariam abertas. Nosso estilo de viagem é mais lado B e conhecer pessoas.
      Caminho cansativo, alguns pedágios, mas termina na Ruta 7, aí quase dorme no volante. A estrada toda duplicada e desemboca dentro de Mendoza. Chegamos estava anoitecendo, era noite de natal e estava absolutamente tudo fechado, então acabamos comendo num restaurante bem "pega turista" no centro da cidade, menu de natal que era caro e ruim, mas estávamos cansados mesmo, comemos e fomos dormir.
      Dia 3 - Mendoza
      Finalmente acordamos em um horário "digno" e fomos conhecer a cidade, praças e afins. Como estávamos quase sem Pesos e as casas de câmbio estavam fechadas, resolvi ir sacar dinheiro em um caixa eletrônico, sempre libero meu cartão (débito e crédito) no exterior, assim qualquer aperto consigo dinheiro, eis que a máquina engole meu cartão que "nunca mais voltou" (nessa parte imagina o Tim Maia cantando), fiquei apavorado, era o cartão que levamos com limite mais alto, que seria fundamental em qualquer imprevisto mecãnico, médico ou sei lá o que. Bom, passado a frustração e depois de 10 chutes na máquina fui cancelar o cartão e pensar em plano B. Lembramos que o NuBank vc consegue gerar boletos sempre que quiser, assim poderíamos gerar, pagar e liberar mais crédito sempre que precisasse.
      Resolvido o drama fomos finalmente passear, fomos nas 5 praças menores e no parque da cidade, parque General San MArtin  tem inclusive um estádio de futebol no meio, muitas famílias fazendo assado e tentando diminuir o calor nas sombras do mesmo. Foi muito legal e nos divertimos conhecendo o gigante parque, apenas uma loja de conveniência estava aberta, então compramos vinho, água e alguns petiscos e curtimos o feriado.
      Nota: Numa viagem dessas abridor de garrafas sempre é útil.
       



    • Por Amanda Sfair Gonçalves
      Vou começar dizendo que escrever relato do Clássico Bolívia Chile e Peru é muito difícil.
      A maioria de vocês aqui já leu relatos fantásticos e super detalhados e com fotos maravilhosas.( @rodrigovix não te conheço mas já te amo!)  Muitas pessoas fazem esse mochilão então muita coisa acaba se repetindo. Mesmo assim, Olha eu na América do Sul dando a minha versão de como são 23 dias por essas bandas. ^.^
      A preparação:
      A preparação dessa viagem começa lendo os roteiros postados por aqui (leia-se o Rodrigo é a melhor pessoa desse mundo) e todas as dicas possíveis que todos os demais mochileiros puderam nos dar. Depois vem a compra das malas, roupas, passagens e afins haha
       
      O que eu levei e não precisava:
      Para quem pretende ir durante o verão (também conhecida como a época de chuva!) mesmo para os passeios mais frios não é necessário luva e muitas camadas de roupa (calças e blusa segunda-pele foram e voltaram dobradas na mala). Pijama ou “roupa apenas para dormir” Tênis para passeio (se você for com essa botinhas padrão de mochilar o tênis é dispensável). Blusinha mais arrumadinha para sair a noite (aqui é muito particular, eu preferi sempre que possível dormir e descansar.. mas sou casada e fui com meu esposo.. se você é solteiro talvez queira levar uma roupa menos esportiva) Almofadas para o pescoço (aqui também é particular mas achei que ia ser útil para dormir nos ônibus, a mim mais atrapalhou do que ajudou e tinha que ficar carregando fora da mochila porque não cabia) O que esqueci e fez falta/tive que comprar:
       Desde o primeiro dia tenha contigo protetor solar e um estoque de remédio para estômago/intestino haha Uma mochila de ataque de tamanho considerável para não precisar ficar apertando todas as coisas (tem que caber uma garrafa de 1,5l de água e mais todas as suas coisas, pelo menos) Compras antes de ir:
      É muito pessoal saber o que precisa comprar, como foi meu primeiro mochilão tive que começar do zero, incluindo a compra da mochila e  muitos passeios na Decatlon. O que comprei aqui e foi importante:
      Passagens ida e volta de avião Curitiba –SP – Santa Cruz Seguro viagem Pré-reserva (sem pagamento) de hospedagem em São Paulo na ida Pré-reserva (sem pagamento) do tour de 3 D – 2 N no Uyuni  Entrada do Machu-Picchu O que comprei aqui e não precisava:
      Passeios no Atacama (reserva com pagamento de parte dos passeios antecipada) Hospedagem em Arequipa Hospedagem em Águas Calientes O que não comprei mas deveria/recomendo:
      Passagem de ônibus de Sucre-Uyuni No mais a dica é simples: quanto mais confortável melhor. Essa é uma viagem cansativa em muitos aspectos. É corrida, dorme-se em ônibus e em camas de qualidade duvidosa e a altitude pode te pegar a qualquer momento assim como a intoxicação alimentar haha Quanto mais confortável você puder estar maiores as chances de curtir tudo com a devida intensidade.
      O roteiro:
      Depois de muito ler os roteiros pesquisar e olhar infinitos instagram de viagem, ver preço de passagem e combinação com os dias de férias o roteiro final ficou o abaixo.

      Mesmo com os problemas que aconteceram durante a viagem seguimos esse roteiro ficando os dias exatos previstos em cada uma das cidades muito porque em algumas já tínhamos a reserva dos hotéis e não quisemos nos estressar com trocas ou mudanças em cima da hora.
      Espero que esse relato ajude os próximos viajantes, inspire os que estão com a viagem marcada e, se puder sirva de guia para algum detalhe de um próximo mochileiro assim como todos os relatos que li me ajudaram e inspiram e a montar o meu. Darei o meu melhor!
    • Por Dérik Martins
      O downhill na estrada da morte na Bolívia não pode faltar para aqueles mochileiros que amam uma aventura, como eu! Para quem ainda não conhece, é a descida de bike em uma das mais perigosas estradas do mundo, com precipícios que beiram os 900 metros de altura e trechos com apenas 3 metros de largura.
      Nós pagamos cerca de 150 bolivianos (R$70,00) mas o valor pode variar de acordo com o tipo de bike e tração. É bom reservar um tempinho para andar na rua Sagàrnaga e pechinchar entre as agências para conseguir o melhor preço.
      Este passeio dura o dia todo, mas em nosso caso, tivemos uma situação um tanto conturbada que dobrou o tempo de duração, portanto irei dividi-lo em três partes: Início, meio e experiência de quase morte. hahahhaaha. Calma que eu vou explicar.
      Início: O tour inicia-se às 7h00 e inclui transporte até o topo da estrada, na cidade de El Alto, vestimenta (jaqueta fina, calça e luvas), equipamentos de segurança, fotos, almoço e guias para conduzir o grupo.
      Quando desembarcamos lá em cima, fazia muito frio, portanto recomendo levar mais uma blusa apenas para o início da descida, pois da metade para o final faz muito calor. Dessa forma, é importante ter uma camiseta por baixo de tudo. Também é fundamental levar óculos de sol para evitar que a poeira entre nos olhos.
      A descida começa ainda em estrada asfaltada, a uma altura de mais ou menos 4.000 mil metros. A sensação de liberdade é indescritível e é ainda mais incrível olhar para os lados e perceber que está pedalando na altura dos picos das montanhas!
      Após em média 50 minutos pedalando na estrada asfaltada, começa o temido caminho na estrada de cascalhos, terra e muita poeira. O guia fez algumas recomendações importantes e demos início a largada!
      Não vou negar que no começo fiquei com bastante medo, mas depois de 10 minutinhos, peguei o jeito e me acostumei. Ahhh! Fique tranquilo, caso não tenha experiência com bikes,  é só descer com calma e não há motivos para algo dar errado. O trajeto completo dura em média 4 horas e vai dos 4.000 aos 1.110 metros em 65km de estrada.
      Meio: O percurso passa por pequenas cachoeiras e recomendo que OLHEM PARA OS LADOS, mesmo pedalando, pois a vista é inacreditável! Eu até vi um gavião voando na mesma altura que estava! É incrível! Há paradas para descanso, fotos, lanche e histórias macabras.
      Depois de completarmos a descida, há um almoço delicioso com comida bem típica e depois, começamos a volta à La Paz, já dentro da van.
      Experiência de quase morte:  Depois do almoço, retornamos à van e notei logo de cara que o guia estava bêbado e não conseguia formar uma frase, provavelmente, tinha bebido enquanto almoçava.
      Mesmo com essa situação, ninguém se manifestou de início e seguimos viagem pela estrada, que não é da morte, mas ainda sim, haviam precipícios e neblina. Um pouco antes da metade do caminho, nossa pista estava interditada em um pequeno trecho, sendo necessário desviar por um minuto na contramão, era uma manobra fácil e foi o que nosso motorista fez, o único problema era o caminhão vindo em nossa direção e o motorista da van continuou indo, mas parou bem em cima!
      Depois desse susto, todos ficaram preocupados e alguns até mais exaltados. Assim, exigimos que eles parassem a van, o que eles se recusaram de início, mas cederam quando viram um comércio na beira da estrada. Nós descemos da van e paramos uma outra van de transporte público que estava indo para La Paz e nos levou junto.
      Nós falamos com a agência e a responsável nos reembolsou o dinheiro extra gasto com a van pediu mil desculpas. Acredito que o guia e motorista eram novos e foram advertidos ou até dispensados depois das reclamações que receberam.
      Tenho certeza de que essa situação foi uma exceção e quero que entendam o relato como uma lição para prestarem mais atenção nos guias, pois não depende somente das agências. Por favor, não deixem de fazer esse tour incrível, lindo e sensacional!!!!! As fotos dizem por si só!
       



  • Seja [email protected] ao Mochileiros.com

    Faça parte da maior comunidade de mochileiros e viajantes independentes do Brasil! O cadastro é fácil e rápido! 😉 

×