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JTJ

Jalapada 2017/2018 - Relato

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Olá galera!! 

Fiz uma viagem dupla pro Jalapão e depois pra Chapada dos Veadeiros entre 26/12/2017 e 10/01/2018. O objetivo principal era aproveitar o baixo custo do trecho de avião entre Palmas e Brasília e conhecer a Chapada (que já habitava o meu imaginário por um tempo...)9_99_99_9

A viagem se dividiu em dois trechos que foram: Rio/ Palmas - Palmas/Brasília e depois Brasília-Rio, com o seguinte roteiro:

26/12 - Ida para Palmas

27 à 30/12 - Jalapão 

31/12 e 01/01 - Ida pra Brasília e estadia na casa de um amigo.

02 à 03/01 - Cavalcante

03 à 09/01 - Alto Paraíso 

09 à 10/01 - Estadia em Brasília e vôo de volta. 

Como começou tudo: Viajei em Junho pra Europa e voltei querendo dar um respiro, mas tive um congresso em Floripa no início de Julho. No avião indo para o congresso, percebi uma outra coleguinha com banner e tal e puxei assunto, resultado: Descobri uma amiga de infância, que mora na cidade vizinha e muuuuitas afinidades como comidinhas e adivinhem... VIAGENS SEM FRESCURA :-P (Eu particularmente acho que a pessoa que curte viajar já tem uma vibe boa... kkkkk).... Mantivemos contato até que recebi um áudio dela me dizendo que já tinha uma amiga pra ir pro Jalapão e perguntando se eu e o Rafa queríamos ir (pergunta boba!) pois daí, com 4 pessoas ela conseguia manter um preço consultado antes. Topamos! E assim nasceu o Jalapão!!!

Fizemos o passeio com a Norte Tur por R$1.880 por pessoa, incluindo:

- Translado aeroporto/hotel e hotel/aeroporto

-Transporte em um jipe, gasolina, guia e acesso para os atrativos. (Pagamos à parte só um dos fervedouros, que foi 15)...

- Água à vontade no jipe, estadias em Mateiros nos dia 27,28 e 29/12 incluindo jantar e café da manhã simples, lanche em um dos dias que comemos mais tarde, os almoços e um pic-nic no dia 30(que incluía frutas, suquinhos, sanduíche integral e um bolo salgado, preparados pelas meninas da pousada. (Pagamos à parte só um almoço que foi 25).

-Uma camiseta da empresa. 

 

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Voltando ao relato, quero fazer uma ressalva quanto ao pacote no Jalapão: Achei um ótimo investimento porque os atrativos são distantes entre si, nem tem muitas placas e o nosso guia (Piauí) era sensacional!! Além disso, um bom guia sabe muito sobre a vegetação, a preservação e pode te proporcionar coisas incríveis!!

Tipo fervedouros: Só podem entrar entre 6 e 10 pessoas por vez e permanecer uns 20 minutos porque é muita gente e tem o lance da preservação. No caso do nosso guia, ele pesquisava com os outros no dia anterior qual seria o roteiro deles e nos levava em roteiros opostos, tipo assim: Ele soube que todos iriam para um fervedouro e depois pra Cachoeira da Formiga, daí ele nos levava na cachoeira primeiro(ficamos tipo uma hora sozinhos na Formiga:D:D) e no Fervedouro na hora do almoço que tava vazio, daí ficamos uns 40 minutos lá...:-P

Outro aspecto que acho importante é a falta de informação que os guias nos passam e fazem diferença com relação ao seu olhar sobre o atrativo. Galera tá alugando carro e indo de cabeçada, daí chega no fervedouro e que dar salto mortal, mergulhar de cabeça, enfim... não se toca sozinho (ou só não sabe mesmo) que tem uma vegetação no entorno que vai sedimentando e pode acabar com o fervedouro... enfim, nesse caso eu achei que super valeu ter um guia pra "passar a visão" pra galera!

Eu não me arrependo porque foi maravilhosa em todos os aspectos a viagem!!

A seguir alguns atrativos e a galera nota mil, incluindo nosso guia "Top das galáxias" (palavras do próprio guia...xD)... kkkk

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Pulando a parte de Brasília, vamos aos relatos à partir do dia 02/01.

Encontramos nossos amigos que estavam na casa de parentes em Brasília também. Nós combinamos de buscar o carro na locadora e eles de fazerem compras no supermercado (água, frutas e biscoitos), depois que buscamos eles resolvemos passar no shopping pra ver se encontrávamos um casaco pros homens masss achamos nada barato e resolvemos arriscar o frio mesmo. 

Daí resolvemos almoçar ainda por Brasília em um P.F perto de uma feirinha bem perto da Esplanada por R$15 com refri grátis.

Aluguel do carro = R$ 911,60 (8 diárias) - Incluindo seguro de terceiros em um Novo Uno.

Partimos rumo à Formosa, saindo um pouquinho da rota mas valeu muito a pena porque fomos no Salto de Itiquira, que fica na cidade. A entrada custa R$10,00 e tem banheiros e lanchonete e uma das maiores quedas do Estado. É bem legal, mas começou a chover... faz parte!!

Depois paramos pra um café em uma padaria de Formosa (gastamos pouco com isso porque o café custava 1 real e os bolos custava 2 reais :-o)...

Bebi 2 cafés e partimos rumo à Cavalcante pra dormir lá e ir direto pra Santa Bárbara no dia seguinte... 

Chegamos lá e... pá! A cidade toda no escuro...::essa::  (Detalhe: Quando chegamos em Mateiros, na cidade base do Jalapão, também estava sem luz e assim ficou até 1:00 da manhã. Foi banho gelado :Se jantar à luz de velas com a galera. Ficamos brincando que era nossa sina... kkkkkk) 

Ficamos na pousada Morro Encantado e pagamos 180 a diária. A luz voltou por volta da meia noite e dormimos mais sossegados carregando nossos celulares. O quarto era espaçoso, tinha frigobar e ventilador e um café da manhã beeem variado, com tapioca e omeletes feitos na hora.  

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Na manhã do dia 3 e já abastecidos, seguimos para o Quilombo dos Kalungas pra visitar Santa Bárbara. A estrada é meio enjoada mas não impossível, paramos em um mirante no caminho e chegamos lá por volta de 9h40. Já tava bem cheio e daí descobri que só permitem o acesso de 300 pessoas por dia e nós estávamos já na numeração passando de 200, então a dica que dou é: Vá cedo!! 

Custos: Guia da comunidade = R$100 (pra até 5 pessoas)

Cachoeira de Santa Bárbara = R$ 20 por pessoa e Capivara = R$10 por pessoa. 

O tempo estava feio e já tinha uma fila de carro parados no acesso da trilha, ficamos aguardando e veio a informação de que estava chovendo muito na cabeceira da cachoeira e tinha risco de tromba d'água... resolvemos esperar mais um pouco e nos banhamos em um riozinho próximo... daí pá! começou a chover ::mmm:... (naquela hora eu pensei: já era! Viemos aqui à toa...) 

Nos abrigamos por uma hora mais ou menos e aguardamos... foram todos desistindo e nós com o seguinte mantra: Não tem o que fazer, não dá pra controlar a natureza! Enfim! Vamos comer pelo quilombo e aguardar... qualquer coisa voltamos outro dia!::sos::

Caso não rolasse a ida, a guia avisou que o valor seria devolvido, mas ela era tão gente boa que pensamos em deixar o valor pra comunidade e pra ela pela atenção e gentileza dela...

Como já tínhamos reservado o almoço, voltamos pro local do almoço e comemos (mas MUITO mesmo... kkkkk) porque era à vontade por R$30.

Enquanto comíamos a ida foi liberada e formou-se uma nova fila pro acesso :D

Na ida tem um caminho com pedras por onde passa um riozinho, que na seca dá pra pular nas pedras mesmo, mas devido à chuva tava mais cheio, cobrindo praticamente todas as pedras, o que tornava escorregadio, daí os guias amarraram uma corda pra auxiliar a galera passar.

Devido à chuva recente a água não estava tão clara, límpida, estava mais pra um tom esverdeado... achei que o poço de Santa Barbarazinha (que é um menor que tem no caminho estava mais bonito, daí fiz a foto com o Buriti, que a guia mostrou pra nós!)

Estava bem cheia mas deu pra curtir... voltamos de lá bem tarde e já estava chuviscando, daí seguimos pra Alto Paraíso!

 

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Ainda no dia 3 à noite chegamos em Alto Paraíso e fomos procurar nossa pousada. Ficamos na Pousada Caminho de Santiago (não é exatamente no Centro, tem que andar um pouquinho) em um chalé espaçoso mas tem piscina e café da manhã (que sinceramente, em comparação às outras pousadas achei mais fraquinho)... assim que entramos, percebemos que o quarto estava infestado de mosquito (tipo uns 30 ou 40) e fiquei desesperada, querendo ir embora... o chalé ficava em uma parte mais baixa, que parecia mais úmida e parece que fechado dá mofo e se deixar aberto dá mosquito, daí abriram pra arejar e esqueceram de fechar de tarde :(!

Conversamos com o proprietário que arranjou inseticidas, daí fomos comer algo e na volta estava beem melhor... resolvemos nos manter lá pra não ter apurrinhação, mas não achei o atendimento muito atento no sentido de auxiliar, dar dicas etc! Pra ter noção, só descobrimos um mapa dos atrativos que eles tinham um dia antes de ir embora... mas nos viramos! Pagamos 180 cada diária do dia 03 ao dia 09.

No dia 04 pela manhã resolvemos ir na farmácia comprar uma pomada porque as picadas dos mosquitos do quilombo deixaram uma rigidez gigante em volta da picada (parecia que eu estava com elefantíase, de tanto que inchou :S:S) e também um remédio pra piriri ... já era meio tarde porque dormimos bastante, daí resolvemos seguir pro Waldomiro pra provar a matula... É só seguir no sentido de São Jorge e acompanhar as placas à direita com calma, pra não passar direto!

Chegando lá, achei bacana e tudo mas um pouco limitado porque praticamente não tem outra opção além da matula e como eu já estava meio enjoada não pedi nada e comi um pouquinho do meu marido... Custou R$40,00 por pessoa e vem bem caprichado! 

Aproveitando que já estávamos por ali, fomos na Fazenda São Bento e resolvemos passar a tarde por lá. Dentro da Fazenda você pode escolher ir apenas na Cachoeira São Bento, que custa R$15 ou ir também nas Almécegas I e II, nesse caso, você paga R$40,00. Almécegas I tem uma trilha com algumas pedras de aproximadamente 1,5 km; Almécegas II aproximadamente 600 m e São Bento, uns 300m. Resolvemos ir em todas começando pela Almécegas I e fomos os últimos a sair da Fazenda. 

Voltamos pra Alto Paraíso por volta das 18h30, tomamos banho e fomos na Vendinha 1961, onde tem muitas opções legais com preços razoáveis (drinks, pastéis, caldos, sanduíches e pizzas) com um visual incrível (luz de velas bem bacana) e música ao vivo. Pedi um caldo de milho e meu marido um de feijão e custou uns R$13 uma porção bem caprichada!  Adoramos o lugar! 

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    • Por FABIOLA ZUCKERT
      Oláá!! Consegui uma promoção muito boa e então decidi ir pra Chapada dos Veadeiros novamente!! Estou a procura de parcerias para que a gente divida as despesas com aluguel de carro e acima de tudo façamos uma viagem incrível e inesquecível!! Já conheço lá, mas quero ir novamente em todos os lugares que já fui e fazer render muito mais a viagem indo nos tantos outros lugares que faltaram.. Chego dia 22/12 logo cedo e retorno dia 01/01 fim de tarde, se conseguíssemos alinhar as datas seria perfeito, aproveitaríamos muito!! A idéia também é ficar hospedado os dias suficientes para cada região, assim a gente aproveita muito melhor de cada uma e não perde tempo, passando por São João d'Aliança, Alto Paraíso, Cavalcante e o restante dos dias em São Jorge!! A quem interessar, fale comigo para que possamos conversar melhor no whatsapp, deixe seu contato  garanto que astral e risadas não vão faltar!!
      Segue o roteiro que montei, claro que não vai dar pra fazer tuuudo, quem dera, mas dá pra ter uma base e aproveitar intensamente cada lugarzinho mágico da Chapada:
      ROTEIRO CHAPADA DOS VEADEIROS
      São João D'Aliança - 3 dias, 22 a 24/12
      - Cachoeira do Label (maior da Chapada, saindo do aeroporto)
      - Cataratas dos Couros + Cachoeira da Muralha + Cachoeira do Papagaio
      - Bocaina do Farias (lugar incrível)
      - Cachoeira do Macacão + Cachoeira dos Macaquinhos
      - Cachoeira do Dragão (mais maravilhosa, vai um dia todo)
      Alto Paraíso - 2 dias, 25 e 26/12
      - Cachoeiras Loquinhas + Cachoeira dos Anjos e Arcanjos
      - Cachoeira dos Cristais + Cachoeira Água Fria
      - Cachoeira do Sertão Zen (vai um dia todo, mirante incrível)
      Cavalcante - 2 dias, 27 e 28/12
      - Cachoeira Poço Encantado (passadinha, beira da rodovia)
      - Cachoeira Ave Maria + Cachoeira Capivara + Cachoeira Santa Bárbara + Cachoeira Candaru
      - Cachoeiras do Prata (distantes, mas valem a pena)
      - Fazenda Veredas (Cachoeiras Veredas + Veredinhas + Véu da Noiva + Cobiçada + Toca da Onça + Poço Encantado + Cânion)
      São Jorge - 4 dias (tudo muito perto), 29/12 a 01/01
      - Cachoeira São Bento + Cachoeiras Almécegas I e II
      - Morro da Baleia + Jardim de Maytrea + Cachoeira da Bailarina
      - Fazenda Volta da Serra (Cachoeiras Cordovil + Encontro + Rodeador + Poço das Esmeraldas)
      - Vale da Lua
      - Mirante da Janela + Cachoeira do Abismo
      - Cachoeira Morada do Sol + Cachoeira Raizama (pequenas, mas pertinho)
      - Cachoeira do Segredo (maravilhosa, vai um dia todo)
      - Águas Termais (perfeito pra relaxar anoitecendo)
      - Praia das Pedras + Encontro das Águas (distantes, não compensa)
      Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros (São Jorge)
      - Cachoeira dos Saltos + Cachoeira do Garimpão + Corredeiras + Cachoeira do Carrossel
      - Cachoeira Carioquinhas + Cânions I e II
      - Cachoeira das 7 Quedas (travessia, vai um dia todo, fica pra próxima)


    • Por guilhermenavarro
      Duração: 7 dias, passando a primeira e a última noite em Palmas.
      Veículos: Duster 1.6 (Movida), Renegade 1.8 (Unidas). 09 pessoas.
      Acesso aos atrativos sem carro 4x4: Ao fim do texto há uma lista dos atrativos visitados e especificações sobre o acesso.
      Época do Ano: Fim da estação chuvosa, início da estação seca. Caíram apenas algumas gotas de chuva durante a semana.
      Roteiro básico: Palmas – Ponte Alta – Mateiros – cidade de Rio da Conceição – Pindorama do Tocantins – Palmas. Foram percorridos cerca de 1200 km.
      Custo por pessoa: cerca de 800 reais + passagem aérea. O valor total da viagem foi contabilizado e dividido entre as 09 pessoas do grupo pelo aplicativo Tricount. Nesses 800 reais considera-se quase tudo o que foi gasto, inclusive passeios, camping, hostel, almoços, aluguel de carro e combustível.
       
      Domingo, 29/04. Palmas, Praça dos Girassóis, Praia da Graciosa, Hostel Aconchego.
      Aluguel de Veículos
      Alugamos a Duster pela Movida. Foi pago 926 reais pelos 7 dias; a Movida não oferece franquia reduzida, sendo que o valor é de 1800 reais e caso o dado ao veículo seja menor do que esse, paga-se o valor do concerto. Me ofereceram seguro contra terceiros, seguro contra pneu furado e vidros, porém não achei nenhum deles vantajoso.
      O outro veículo foi alugado na Unidas, lá eles oferecem o Renegade. Há uma vantagem: a franquia reduzida, que aumenta o valor do aluguel, porém a franquia fica por 500 reais. O valor total pago pelos 7 dias foi de 1400 reais.
      Mas porquê a busca pela franquia reduzida? Já prevíamos que as estradas de terra, pedra e areia fossem danificar esses veículos, especialmente o Renegade, que é mais baixo e que não possui um local feito pra que se amarre a corda ou cinta pra viabilizar o reboque. A Duster possui um ferro com um furo no meio, tanto na dianteira como na traseira que facilita muito o reboque.
      Porquê não alugar uma 4x4? É simples, em Palmas o valor da 4x4 era quase 5 vezes maior que o da Duster e do Renegade, por volta de 4.500 reais durante o mesmo período de uma semana.
      Conhecendo Palmas
      Cheguei em Palmas cerca de 06 horas antes do resto do grupo, aproveitei pra conhecer a cidade, apesar de não achar muita coisa pra se fazer por lá.
      Conheci o Palácio do Araguaia, de fato bem bonito. Próximo a ele ficam dois monumentos em homenagem a Luis Carlos Prestes e à Coluna Prestes.
      Após o passeio cultural, achei legal ir conhecer as praias que margeiam o Rio Tocantins. Elas em geral são cercadas por uma rede que impede a entrada das Piranhas (ainda bem hahaha). Conheci a Praia da Graciosa, é simpática, mas não é grande coisa; pude me refrescar enquanto esperava o resto do pessoal.
      A cidade de Palmas parece uma USP gigante, pra quem conhece a Cidade Universitária... São inúmeras rotatórias e avenidas. As avenidas se estendem por muitos quilômetros, não há trânsito, é uma cidade planejada.
      Hospedagem
      Ao fim da tarde, fui atrás de um lugar pra ficarmos a primeira noite em Palmas. O primeiro lugar que fui, adorei! É o Hostel Aconchego (foto 1).
      Fiz o percurso entre o Aeroporto e o Hostel em cerca de 25 a 30 minutos. O lugar é bem bonito e aconchegante (hahaha é verdade), há uma rede do lado de fora, cadeiras e mesinhas. Do lado de dentro é muito limpo e organizado. Pagamos por volta de 40 reais por pessoas, com direito a um ótimo café da manhã – com uma série de ingredientes locais, um suco de Cajá maravilhoso, goiabada... meu deus hahahaha – e as ótimas dicas e conversas com a Ariela, moça que nos recepcionou no Hostel. Gostamos tanto do local que passamos nossa última noite lá, novamente

      Foto 1: Em frente ao Hostel Aconchego, com a Ariela (a esquerda).
      Feira Local
      A nossa janta foi numa feira local, pra mim o melhor lugar de Palmas. Pudemos encontrar muita comida boa e barata, além de artesanato feito com o capim dourado – num preço muito mais em conta do que se encontra no Jalapão.
      Na feira há muitos tipos de caldos, um que é muito bom e local é o Caldo de Chambari (R$ 7,50) (foto 2). Nós gostamos também de um prato que chama Jantinha, onde vem MUITA carne picada, arroz e feijão tropeiro (R$ 10,00).

      Foto 2
      Vale lembrar que passamos em um supermercado e garantimos mantimentos pra quase toda a viagem... muita água, miojo e pão! Hahahahah
       
      30/04 Ponte Alta – Dunas do Jalapão (Antes de Mateiros), via TO-255.
      Passeios do Dia: Cachoeira do Lajeado.
      O café da manhã no Hostel começava as 07. Saímos um pouco tarde, por volta das 09 horas de Palmas, uma vez que paramos numa loja de pesca pra comprar fogareiro.
      Fomos em direção a Ponte Alta, lá abastecemos o carro e seguimos sentido Mateiros pela TO-255. Quando falo o nome das estradas, não é porque está indicado, mas só pra vocês acharem elas no Google haahha
      A ideia inicial era ir para a Cachoeira da Velha, a 30 km da estrada principal, e terminar o dia nas Dunas, a 6 km da estrada principal. Não sabemos se carro sem ser 4x4 chega a Cachoeira da Velha, por ser muito longe deixamos de ir. Em relação as dunas, os 6 km seriam feitos a pé, não fosse a pick up que nos ofereceu carona na caçamba.
      Há um camping em frente à entrada das Dunas, cuja diária é 25 reais por pessoa. Passamos a noite por lá. Eles servem almoço, deve ser em torno de 30 a 35 reais, porém ficamos com o nosso miojo... o moço disse que seria complicado fazer a janta, pois não havíamos avisado que iríamos jantar lá, e então ele teria que matar a galinha ainda... ok né
      De fato, o que fizemos foi ir a Cachoeira do Lajeado (Foto 3), chegamos lá com certa tranquilidade sem carro traçado, além do fato do caminho até ela ser curto. A cachoeira é mais legal do que as fotos que vimos pela internet, talvez as pessoas tenham ficado apenas nas primeiras quedas.... Há uma pequena trilha, que qualquer pessoa com básico preparo físico consegue fazer e chegar no poço da cachoeira, onde há a maior queda.

      Foto 3
      Terminamos o dia na frente das dunas, porém chegamos após o anoitecer. Atolamos algumas vezes, a maioria delas bastava alguém empurrar pra desatolar. Em um dos casos, um guia que passou com turistas numa caminhonete 4x4 nos salvou! 😃
      O camping em questão era o da Dona Benita (Foto 4). Senhora muito simpática, com uma ótima cachaça 51 com Jalapa, uma batata da região.

      Foto 4: A cachaça fez efeito
      Tempo de Viagem Palmas-Ponte Alta-Dunas
      Não consigo lembrar exatamente quanto tempo demoramos no percurso Palmas-Ponte Alta-Dunas, o que é certo é que curtimos uma cachoeira ótima (por cerca de 2 horas) no meio do caminho, e que saímos de Palmas as 09 horas da manhã e chegamos nas dunas por volta das 19 horas da noite.
      Condição das estradas
      A estrada de asfalto que liga Palmas a Ponte Alta é ruim. Por vezes é um tapete, do nada há tantos buracos que você tem que escolher o menor e passar por cima. Tem que ir de vagar.
      A estrada que liga Ponte Alta a Mateiros passa pelo acesso a Cachoeira da Velha, pela Cachoeira do Lajeado, e pelas dunas é a pior do Jalapão, complicadíssimo para carros não traçados.
      Apenas pra explicar o que torna essa estrada (TO-255) complicadíssima: Os carros atolam quando passam pela Areia (foto X), pelo menos na época seca o problema não é lama. Além disso há inúmeras pedras e verdadeiros blocos na pista. Em um dos trechos, há um morro, onde passar por ele é tão complicado que colocaram um pouco de asfalto nesse trecho; o problema é que há tantos blocos antes do asfalto, e um degrau tão grande entre o asfalto e a pista de “terra” que tivemos que fazer uma força tarefa pra melhorar a pista e os carros passarem (fotos 5 e 6).

      Foto 5

      Foto 6: Haviam blocos de pedra muitos grandes logo antes de um pequeno trecho asfaltado, exatamente pelo relevo ser íngreme nessa porção da rodovia que liga Ponte Alta a Mateiros.
       
      01/05 Ponte Alta – Mateiros, via TO-255.
      Passeios do dia: Mirante do Espírito Santo, Cachoeira do Formiga.
      Para ver o nascer do sol no Mirante do Espírito Santo, saindo das dunas, acordamos 03:30, desmontamos as barracas, e saímos do Camping as 04:00.. 04:20. Atolamos algumas vezes logo após a saída do camping hahahaha, chegamos rapidamente ao acesso da trilha.
      Sem carro 4x4 não vale a pena pegar essa acesso, mas sim estacionar na própria estrada principal e percorrê-lo a pé, é muito curto.
      Não sabíamos disso, fomos de carro e a Duster atolou (foto 7); o Renegade conseguiu voltar e ficou pela rodovia.

      Foto 7: Duster atolada no acesso à partir da estrada principal para a Trilha do Mirante do Espírito Santo.
      Abandonamos o carro (Foto 8 ) no acesso. A trilha é bem pesada, porém curta. É pesada pois é muito íngreme.

      Foto 8: O carro acima, na rodovia principal é o Renegade. No meio do caminho é a Duster, atolada. Na parte inferior da imagem, estão os carros das agências de turismo. Um moço nos salvou ao nos desatolar! 😃 
      Suponho que a tenha subido em cerca de 30 minutos, parei pra descansar algumas vezes. É importante levar lanterna. É possível demorar muito mais do que 30 minutos pra fazer essa subida, é necessário estar em boa forma.

      Foto 9: O nascer do sol é mais bonito pra quem tá atolado ahahahha não nos rendemos à mafia da 4x4

      Foto 10: descida do Mirante do Espírito Santo

      Foto 11: Outra vista da mesma trilha... parece que a descida da Serra do Espírito Santo é mais bonita do que a vista do mirante em si...
      Lá em cima há a possibilidade de fazer uma outra trilha, de mais 3 km, onde se tem acesso a outra vista – das dunas e a erosão que dá origem às dunas. Não sabemos se é legal ou não, descemos rapidinho pra pedir ajuda a alguma caminhonete 4x4!
      Após desatolar, fomos rapidinho pra Mateiros, reabastecemos o tanque (gasolina por R$ 5,60, em Palmas é R$ 4,60). Fizemos breves reparos no parachoque, com enforca gato... pois descobrimos que alguns parafusos caíram, e um pedaço quebrou – isso nos custou ao fim da viagem R$ 500,00.
      Em Mateiros achamos uma Padaria, lá comemos demais, e gastamos de menos! O pão na chapa era 1 real, café 1 real... coisa assim... tinha suco de laranja, bolo, tudo muito ótimo!
      Partimos pra Cachoeira do Formiga, sentido São Felix, que fica mais a norte. A estrada (TO-247) que liga Mateiros a São Felix é, como quase todas, de terra. Seu estado é incomparavelmente melhor do que a que liga Mateiros a Ponte Alta.
      Na Cachoeira do Formiga o esquema é R$ 30,00 camping + cachoeira. Só a cachoeira fica por R$20,00. Acampamos por lá mesmo. Curtimos a Cachoeira o resto do dia... almoçamos por lá, mas isso não vale a pena: R$ 35 reais por pessoa, não veio tanta comida assim.
      O legal dessa cachoeira é que não há limite de tempo, nem de pessoas. Boa parte do tempo ficamos lá sem ninguém mais. Pudemos inclusive aproveita-la de noite, pois há uma luz no local!
      O camping é meio precário, mas foi tranquilo. Não tivemos coragem de usar o chuveiro com shampoo e sabonete, pois isso iria diretamente para um córrego. O som da cachoeira durante a noite é ótimo.

      Foto 12: Cachoeira do Formiga

      Foto 13: Cachoeira do Formiga

      Foto 14: Cachoeira do Formiga
      02/05 Nascente(“fervedouro”) Buritizinho, Ceiça e Dunas.
      Acordamos ainda na Cachoeira do Formiga, desmontamos nossas barracas e partimos pro Buritizinho, posteriormente para o Ceiça e terminaríamos o dia nas dunas. O acesso aos dois fervedouros é tranquilo sem carro 4x4.
      O fervedouro do buritizinho é pequeno, a água é muito transparente. Vê-se ao fundo a água “ferver”. Paga-se R$ 15 ou 20,00... pudemos ficar lá um bom tempo, só tinha um casal fora o nosso grupo. Tem um rio bem legal lá também, a água é bem límpida.
      Minha opinião pessoal em relação aos “fervedouros” é que eles na verdade são nascentes, muitas vezes devem cavar pra que se faça essas piscinas – apenar de chamarem por fervedouros, na verdade a água não é quente, é apenas uma nascente. O do buritizinho é pequeno, mas dá pra nadar um pouco e rende boas fotos.
      Partimos pra nascente do Ceiça, é mais legal que o Buritizinho, porém bem mais cheia. R$ 20 reais, 15 minutos... Parte do grupo nadou lá, parte do grupo nadou no riozinho do lado de grátis ahahhaha
      Acho que vale muito a pena quando vazio!
      Almoçamos em Mateiros, num restaurante logo ao lado de um mercadinho! Foi bem barato... algo em torno de 15 reais, foi ótimo.
      Partimos pras dunas umas 15:00, chegamos ao final da tarde, nenhum atolamento no caminho ahahha.
      Fomos começar nossa jornada de 6 km pra ir a pé, 6 km pra voltar. Parte do nosso grupo conseguiu uma carona numa caminhonete de um guia muito simpático, o passeio na caçamba foi muito melhor do que dentro de qualquer carro... que visual (foto 15).

      Foto 15: Eunuco e Juru divando da caçamba... nem precisou descer pra tirar foto
       
      Pra voltar das dunas, os guardas do parque deram carona pra todo mundo!
      As dunas (foto 16) devem ser visitadas mais cedo, desde o começo da tarde até o final da tarde. Há uma série de lagoas ao fundo que podem ser visitadas, não tivemos tempo. Além do que, as próprias dunas já são muito impressionantes!

      Foto 16: Pinga divando nas dunas. Serra do Espírito Santo ao fundo.
      Descemos das dunas e pensamos se íamos dormir novamente no camping em frente. Decidimos ir pra Mateiros e acampar na pousada e camping Toinha. O preço foi R$ 20,00 por pessoa.
      03/05 Serras Gerais: Viagem para Dianópolis e Rio da Conceição. Passeios: Lagoa da Serra
      Partindo de Mateiros, saímos pela TO-247 sentido Pedra da Baliza, já na fronteira com a Bahia. Ao chegar lá viramos a direita na BA-458 sentido Panambi. Passamos por um infinito latifúndio, monocultura: soja.
      Uma estrada não assinalada no mapa do Google, perfeitamente asfaltada, nos levou diretamente para Dianópolis. Em Dianópolis deve-se abastecer o carro, pois não há posto de gasolina em Rio da Conceição. Entre Dianópolis e Rio da Conceição é cerca de 30 minutos. De Rio da Conceição a Lagoa da Serra, mais 1 hora. Apesar de termos saído cerca de 08:00 da manhã de Mateiros, só chegamos na Lagoa da Serra 15:00.
      Uma grande confusão foi criada na internet, em vários lugares a Lagoa da Serra foi citada como sendo a mesma que a Lagoa Bonita. Deixo claro que são lugares diferentes. Vale-se ressaltar que a Lagoa Bonita está fechada.
       A Lagoa da Serra (Foto 17) fica na cidade de Rio da Conceição, seu acesso é possível sem carro 4x4, e em seu estacionamento vimos vários carros de passeio comuns.
      O lugar é muito bonito. A água é bem transparente, e a visão da serra é impressionante.

      Foto 17: Galerinha na Lagoa da Serra. O Stand-Up foi emprestado por uma moça muito legal, dona do Restaurante Quintal da Serra e de uma agência de turismo em Rio da Conceição. Ela aluga Stand Up, e acho que vale muito a pena!

      Foto 18: Capa de disco
      Por fim, apesar de não haver nenhuma placa em nenhum lugar, tivemos que pagar 20 reais por pessoa por ficar na Lagoa da Serra.
      Achamos um PF de 12 reais em Rio da Conceição, ótimo. Ao lado dele ficamos na Pousada Brandão, o dono chama Márcio e me deu várias dicas. Negociamos o valor por estarmos em 9... queríamos acampar exatamente pra abaixar o valor, ele nos fez um desconto e pagamos 35 reais ao invés de 40!
      04/05 Viagem pra Pindorama do Tocantins, Passeios: Cachoeira da Fumaça e Lagoa do Japonês
      Partimos de Rio da Conceição por volta das 09 da manhã. Tomamos café da manhã numa padaria onde tudo era muito barato... café 1 real, pão na chapa 1,50...
      Após uma hora de viagem em estrada de chão, chegamos à Cachoeira da Fumaça (foto 19); pra achar o local exato perguntamos numa casa, antes de uma ponte. Não há placas.
       
      Foto 19: A cachoeira da Fumaça tem uma queda bem alta, muito forte. Não é possível nadar nela, apenas em partes do rio um pouco mais acima. É bem bonita, tem um arco-íris permanente. É uma parada rápida durante a viagem.
      Voltamos à estrada em direção a Pindorama, numa única bifurcação pegamos a esquerda, não há placa. Chegamos lá por volta das 14:30. Comemos um PF barato de 12 reais, partimos pra Lagoa do Japonês.
      O caminho entre Pindorama do Tocantins e a Lagoa do Japonês é relativamente bem sinalizado e simples. Todo mundo conhece, basta perguntar caso seja necessário.
      É um caminho de 30 km entre a cidade e a lagoa. A partir de certo momento a estrada passa por uma pequena serra, muito íngreme.
      Alguns córregos são cortados no meio do caminho, tanto a Duster quanto o Renegade desceram sem maiores dificuldades.
      Durante a descida me questionei se os carros subiriam, mas subiram tranquilamente. Inclusive no estacionamento da Lagoa do Japonês havia: HB-20, Civic, uma Mercedez esportiva. Não me perguntem como esses carros chegaram lá, eu não sei... ahahhaha

      Foto 20: Lagoa do Japonês

      Foto 21: Lagoa do Japonês

      Foto 22: Lagoa do Japonês

      Foto 23: Há uma caverna na Lagoa do Japonês

      Foto 24: Júlio dentro da Caverna; é possível entrar em partes que não estão submersas.
      Atrativos e Acessos sem 4x4 (não traçados):
      A ordem é de acordo com o nosso roteiro;
      Estrada Ponte Alta-Mateiros: Cachoeira do Lajeado
      Chegamos sem maiores problemas até a cachoeira, é um acesso a partir da rodovia principal. É sinalizado.
      Há um córrego que passa em terreno bem arenoso, fui andando antes do veículo para saber se afundava; não afundava.
      Na época das chuvas as condições de acesso podem mudar.
      Estrada Ponte Alta-Mateiros: Serra do Espírito Santo
      Não entre na estradinha de acesso à trilha sem veículo 4x4. Estacione na estrada principal que liga Ponte Alta a Mateiros e ande até o início da trilha, deve ser cerca de 300 metros.
      Estrada Mateiros São Felix: Cachoeira do Formiga
      Chega sem veículo 4x4 pois há uma parte da estrada mais recente, onde os veículos passam com tranquilidade.
      Não vá pelas partes onde há areia, é possível evita-las com tranquilidade.
       
      Estrada Mateiros São Felix: “Fervedouro” Buritizinho
      Veículos não traçados chegam tranquilamente.
      Estrada Mateiros São Felix: “Fervedouro” Ceiça
      Veículos não traçados chegam tranquilamente.
      Estrada Ponte Alta-Mateiros: Dunas
      Estacione na entrada da rodovia de acesso. Só chegam até as dunas veículos 4x4. Você pode dar a sorte de pegar carona em algum  veículo 4x4 que passe pelo caminho.
      São cerca de 4 km para ir, 4 km para voltar.
      Na volta é quase certeza que os guardas do parque forneçam carona.
      Cidade Rio da Conceição: Lagoa da Serra
      Veículos não traçados chegam com tranquilidade, ao menos na época seca.
      Cidade Pindorama do Tocantins: Lagoa do Japonês
      Veículos não traçados chegam com tranquilidade. Porém é ideal que o veículo seja alto, é necessário cruzar alguns córregos no caminho.
      Vi um HB 20, um civic, e uma Mercedez esportiva no estacionamento do local, eu não sei como eles chegaram, mas sei que é possível.
      Estrada entre Pindorama do Tocantins e Ponte Alta: Pedra Furada
      Há uma estrada de acesso, sinalizada, para a pedra furada. Tem bastante areia e é preciso tomar cuidado para não atolar.
       
    • Por Jackie Erat
      Jalapão foi muito além das nossas expectativas. Entrou na nossa lista dos 5 melhores locais para se visitar no Brasil.
      Vamos descomplicar o Jalapão e condensar o maior número de informações de forma resumida.
      Quando ir?
      Você pode ir ao Jalapão em qualquer época do ano. Não é o tipo de lugar que se você ir no período errado não vai conseguir aproveitar. Se você for no período de chuva ou logo após, vai pegar um cenário verde com flores. Já entre julho e novembro vai estar tudo seco, um visual mais desértico.
      Meses que tem muito turista: dezembro, janeiro, julho e agosto
      Meses com mais chuva: janeiro e fevereiro
      Melhores meses: abril - junho
      Ir sozinho ou com agência?

      Serão mais de 300 km de estrada de chão para entrar de um lado do  parque e sair pelo outro, passando pelas 3 cidades principais: São Felix, Mateiros e Ponte Alta. Não é uma estrada de chão qualquer, requer veículo 4x4 com fundo alto, apenas ser 4x4 não resolve pois você vai arrastar o fundo no chão em certas partes do caminho se não for alto.
      Se você for com seu próprio carro vai ter que levar algumas peças de reposição contigo para trocar caso estraguem no meio do caminho. Também, depois da viagem, terá que fazer uma boa revisão no carro - alinhamento, balanceamento, etc. Outro ponto a se considerar é que o combustível é o praticamente o dobro do preço em São Felix e Mateiros do que outras cidades do Tocantins. Então ao calcular quanto seria ir sozinho inclua tudo isso + o gasto de tempo extra que você terá que planejar para conseguir chegar aos locais que deseja. É necessário pesquisar tudo em coordenadas de GPS antes de ir pois não há sinal de celular ou internet na grande maioria dos locais.
      Se você for alugar um carro 4x4, o mais barato é pegar um do aeroporto de Palmas. Mesmo assim está cerca de 500 reais por dia (2018). Isso vai salvar você de ter que fazer uma revisão no seu carro, mas não vai impedir que o carro tenha problemas durante a viagem - que você terá que consertar para conseguir continuar viagem. Também, você perderá bastante tempo para planejamento de cada local que você quer ir.
      Há certas "manhas" que os nativos têm e que são muito valiosas. A gente aprendeu algumas, mas com certeza há inúmeras que não sabemos.
      Tirar o ar dos pneus: para um pneu que usa 30 colocar 20. Isso ajuda com o terreno arenoso e também com as costelas de vaca, tanto para aliviar os socos como para conseguir manobrar melhor o veículo; De vez enquanto baixar os vidros e ouvir o carro para detectar irregularidades. Vão ser 4h de saculejo. No outro dia você vai ter dores nas costas e costelas por causa dos socos constantes. Tudo remexe, parece que vai ser impossível ouvir o que é o barulho regular do dirigir e algum outro barulho que aponta um problema, mas você vai precisar ficar atento e tentar; Buzinar e reduzir a velocidade ao fazer curvas fechadas. Não é claro quando uma rua é mão dupla ou única. Mesmo quando a via é mão única há motoristas que vem na contramão. Por isso, se você não conseguir ver o que está atrás de uma curva comece a buzinar para alertar - assim como fique atento para ouvir se outro motorista se aproxima. No fim das contas, minha opinião é que as empresas não tiram muito lucro em cima do passeio e que vale a pena ir com uma agência (custo x benefício). Meu marido e eu raramente pegamos passeios com agência, sempre fazemos por conta. Mas Jalapão é um local que recomendo. Eu não gostei do serviço da agência que eu fui então não vou passar o contato deles. Mas no grupo dos mochileiros no Facebook foi passado o contato da pessoa abaixo e teve boas avaliações.
      Bicudo Adventure (063) 8423-3778 - Indicação da Isa Paulista. 1700 reais por 5 dias de passeio (2018).
      Passeios Imperdíveis
      Ficar em cima do olho d'água de um fervedouro é incrível, indescritível. Só sentindo para saber. Há vários fervedouros na região, cada um com sua personalidade. Assim como cada cachoeira é única, os fervedouros também. Nossos favoritos foram: Encontro das Águas (o mais forte) e Buritis (o mais azul).
      Para saber o que é um fervedouro clique aqui.

      Essa foto acima representa as regras de visitação dos fervedouros - apenas 20 min de permanência.
      Cachoeiras:
      Cachoeira da Formiga - águas cristalinas

      Sussuapara - fica bem pertinho da estrada, é gratuita (2018) e é linda.

      Vale muito a pena assistir o nascer do sol do topo da Serra do Espiríto Santo. Foi o nascer do sol mais bonito que eu já ví na vida. E claro, não dá para esquecer do tradicional pôr do sol das dunas do parque.


      Povo Mumbuca - há uma loja de artesanato que o turísta pode visitar. O Povo Mumbuca inventou o artesanato feito com o capim dourado. Suas peças são bem sofisticadas. Não deixe de visitar, vale a pena. Nessa loja você tem a oportunidade de conhecer mais sobre a cultura deles - mas pergunte! Eles não ficam seguindo a pessoa na loja como vendedores fazem na cidade. Eles criaram instrumentos próprios, pergunte sobre a mateira prima das peças, é fascinante. Dali você também consegue ver como estão organizados hoje, aprender sobre seus métodos de plantação, etc.

      Ir a Lagoa do Japonês adiciona 1 dia na sua viagem pois é fora do caminho e então você vai querer aproveitar e passar o dia lá.
      Essas são os passeios imperdíveis - todo o resto é "adicional". Então quando estiverem negociando o roteiro com as agências ou montando o seu próprio, bate o pé para esses pois são especiais.
      Hospedagem
      A maioria dos locais não fazem divulgação na internet, mas você encontrará algo por lá quando chegar. Se você for por agência eles já cuidam disso. Procurem no Facebook, pois é onde a maioria dos locais divulga.
      Minha dica é acampar pelo menos uma noite em um fervedouro, pois você terá o privilégio de usar o fervedouro a noite sem restrição de tempo (site).
      Quantos dias?
      Como tudo é longe e a viagem pela estrada de terra é bastante cansativa, vale a pena você ir quando tiver pelo menos 5 dias para aproveitar. Nós fizemos o passeio em 3 dias, não tínhamos mais tempo que isso e foi muito cansativo.
      Se você ficou com alguma dúvida pergunte abaixo nos comentários, assim nossas respostas já ficam visíveis para outras pessoas com dúvidas similares às suas.
      Confira os melhores momentos desse passeio incrível! Vídeo Jalapão
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      Boa viagem!
    • Por FlavioToc
      Faz um bom tempo que desejava ir ao Jalapão, mas me faltavam informações e também  certo preconceito que tenho sobre destinos ecológicos ou de aventura,     que é sobre explorarem o turista e não ter certeza de que iria realmente gostar. O fato de que é um destino fantástico e que deixou aquela sensação de quero mais. Só não é para quem tem frescura. E o que vi em todas as atrações eram adultos eufóricos, como crianças e adolescentes.
      Esta viagem aconteceu no início de agosto de 2018. Foram quatro dias no destino. Não contei o tempo em Palmas, mas creio que cinco seria melhor. Observei que poucas pessoas fazem por conta própria. Descrevo como nós fizemos e outras opões para quem não se atrever dirigir.
      Fizemos com uma pick-up 4x4, Nissan Frontier, alugada em Palmas e fomos entre quatro pessoas. Vejam que o motorista nunca tinha dirigido uma camionete, muito menos 4x4, que é necessário, pois as estradas são muito ruins mesmo e provavelmente as piores em que já andei e tenho longa experiência em estradas de terra. Não experimentem fazer com um veículo menor como Jeep Renegade ou Fiat Toro mesmo 4x4 porque vai danificar alguma coisa muito menos com 4x2 que até vi, porém não tem como acessar todas as atrações. Tem que ser um veículo mais robusto. Outro ponto positivo do veículo foi o controle de tração e de estabilidade. As estradas são brutas. Lá vendem camisetas com uma frase bastante original: “Jalapão terra bruta”.
      Como o aluguel de uma camionete é bastante caro fica mais em conta se dividir em mais pessoas. Devido à disponibilidade da pick-up só a pegamos no final da tarde e tivemos que fazer o primeiro percurso até Ponte Alta do Tocantins à noite. Evitem isso, pode ter animais na pista.
      O percurso do Jalapão é feito em semicírculo o que torna bastante prático. Fizemos em sentido anti-horário.
       
      Hospedagens
       
      Ponte Alta do Tocantins – Águas do Jalapão (R$ 170 casal por noite) – duas noites. Esta tem restaurante (R$ 35, mas tem que reservar a refeição).
      Mateiros – Pousada Monte Videl (R$ 150) – uma noite. Jantamos no restaurante do Bob ou Tempero Nosso (R$ 30), é só perguntar que é bem conhecido e o melhor, dizem. O Bob é o mesmo da operadora Jalabob (abaixo).
      São Félix do Tocantins – Pousada Cachoeiras do Jalapão (R$ 170) – uma noite. Também tem restaurante (R$ 35). Pode encomendar quando chegar ao final da tarde.
      A comida é simples mas farta e gostosa tipo self-service. Estas pousadas tinham um excelente café da manhã.
      Os valores das hospedagens foram negociados. Eles pediam um pouco mais.
      Primeiro dia
       
      Saindo de Ponte Alta do Tocantins em torno de 8 da manhã.
      - Lagoa do Japonês. As águas são cristalinas com pedras no fundo, refletem cores lindíssimas. Ótima para mergulho. Para segurança use sapatilhas de mergulho (tem para alugar no
      local).
      Almoço as 13:30h no restaurante da dona Minervina (falaram que era melhor), que é um pouco antes à direita é em sua própria casa muito simples. Tem que deixar reservado inclusive o horário e ela é precisa. A comida é bem gostosa e tudo bem limpinho. Lá na lagoa também tem refeições.
      -Pedra furada. A maioria fica para o por do sol. Vi até araras azuis (azul escuro, mais raras) lá.
       
       
      Retorno para Ponte Alta.
      Segundo dia
       
      Saindo de Ponte Alta em torno de 8 da manhã, levamos toda a bagagem (embalada) a hospedagem foi em Mateiros. Coma bastante no café da manhã, porque este dia vai ser bem pesado. Também leve o que comer porque provavelmente não irá almoçar. Também foram muitas horas andando de carro.
      -Canion Sussuapara
      -Cachoeira da Velha. Não deixe de ir. Alguns guias dizem que não vale a pena que é só para tirar foto. O fato é que eles evitam a estrada que é bem ruim e longa (29 km para ir 29 para voltar) mas é realmente impressionante. Depois vá para a praia que se forma rio abaixo e se refresque um pouco. Também tem um rafting bem emocionante.
      -Dunas. Todos vão para assistir o por do sol. Lembre-se que tem que chegar lá até as 17:00 horas, depois não entra. Cuidado com as abelhas. Para prevenir evite usar perfumes, roupas amarela, laranja e branca estas cores são atrativo.
       
       
      Terceiro dia
       
      Saímos de Mateiros às 8 da manhã.
      -Fervedouro do Ceiça
      -Fervedouro do Rio Sono
      -Fervedouro Buritis
      -Comunidade Mumbuca. Não achamos interessante. É mais fácil encontrar souvenires em  Ponte Alta.
      -Cachoeira da Formiga. É muito bela.
                  Pernoite em São Félix do Tocantins.
      Quarto dia
       
      Saímos em torno das 8 horas para os fervedouros. Se não forem os primeiros no Bela Vista corra para o Alecrim para não esperar.
      -Fervedouro Bela Vista
      -Fervedouro Alecrim
      Veja o vídeo no YouTube: 
       
      Os fervedouros são tão impressionantes que parecem falsos, como em filme de fantasia da sessão da tarde. As cores são fantásticas. Nós fomos em cinco fervedouros, mas tem muito mais. E as águas em todas as atrações são de uma transparência incrível.
      -Cachoeira das Araras onde tem restaurante. A cachoeira achamos que não vale a pena. Encomendar o almoço ainda na pousada.
      -Serra da Catedral só uma parada para fotos.
      Saímos rumo a Palmas onde será o pernoite. Lembre-se que o tempo de viagem até Palmas (da cachoeira) são em torno de 5 horas. Cuidado o Google Maps errou na distância e tempo para menos.
       
       
      Dicas
       
      -Se alugar uma pick-up, embale toda bagagem em sacos de lixo daqueles bem fortes. Pois tem uma poeira e ficam rolando na caçamba.
      -Baixar mapas no Google Mapas para uso off-line. Já que tem internet somente dentro das cidades. Usei também o Here.
      -Levar máscara de mergulho ou óculos de natação.
      -Levar lanches, frutas, barra de cereais,etc e água. Em Ponte Alta dá para comprar alguma coisa para comer.
      -Levar uma boa quantidade de dinheiro em espécie pois são poucos lugares que aceitam cartão.
      -Para calcular as diárias de locação lembre-se do tempo de viagem até Ponte Alta do Tocantins que é em torno de duas horas e o retorno a partir da cachoeira das Araras em São Félix é em torno de 5 a 5 horas e meia.
      -Deixe pelo menos um dia inteiro para conhecer Palmas. E quando usar o navegador digite uma referência como o seu hotel ou Palácio Araguaia é bem mais fácil do que os endereço que são semelhantes aos de Brasília. Ou seja, digite onde quer ir e não o endereço.
      Para quem não quer dirigir
      Canela de ema Ecoturismo - (63) 99976-1968; email: [email protected]
      40º no Cerrado - https://www.40grausnocerrado.com.br
      Deserto do Jalapão - http://www.desertodojalapao.com.br/home
      Jalabob Turismo - https://www.jalabobturismo.com/
      Recomendo estes acima porque conheci as pessoas que foram com eles, todos muito contentes, e os guias que inclusive nos ajudaram com sugestões no roteiro e até permitiram que os seguíssemos. A Jalabob também tem a opção de camping e na ocasião ele levava um grupo assim. Todos eram bem flexíveis nos horários e nas atrações.
       
       
      A seguir as fotos:
      -Mapa
      -Lagoa do Japonês
      -Dunas
      -Pedra furada
       

    • Por Rogpan
      Salve galera, hoje vamos relatar nossa viagem de carro para o Jalapão - TO que fizemos no Carnaval de 2017 (24/02/2017 sexta-feira ) até 28/02/2017 - terça-feira):
       

       
       
       
      AJUSTES E PLANEJAMENTO: ( DEZEMBRO )  
      Começamos a obter as informações em dezembro/2016 (um pouco em cima para quem quer pagar pouco e conseguir estadia), eu e minha esposa avaliamos algumas possibilidade de ir, desde avião, carro, passeio fechado ( pacote ), porém tudo percebemos que os valores estavam super altos, e que tínhamos uma janela muito pequena de tempo para fechar os detalhes. Começamos recebendo várias informações de pousadas lotadas e guias todos agendados.
      Pesquisamos sobre aluguel de caminhonete, o qual logo descartamos pois seria muito cansativo pelo curto período de tempo. As agências que pesquisamos ( via facebook, instagram, emails e telefonemas ) apresentaram suas propostas e outras ( a maioria ) nos dispensaram..
      Então viemos pesquisar no Mochileiros e par nossa sorte achamos um incrível relato que nos deu muitas dicas importantes, inclusive o da Pousada que nos atendeu super bem e nos tirou todas dúvidas então acabamos fechando com a Dona Lázara da  POUSADA PLANALTO. Fechamos um pacote pernoitando em Ponte Alta e saindo no sábado de manhã (25FEV SÁBADO de Ponte Alta para Mateiros) - Pernoite de sábado para domingo em Mateiros na POUSADA SANTA HELENA ( a única que tinha vaga pelo período ).
      Pesquisamos muito sobre a estrada e sobre o melhor caminho a seguir, pois até então só tínhamos ido até Alto Paraíso ( Chapada dos Veadeiros ). Traçamos a Rota e fomos para a última parte.
      Convidamos um casal de amigos que vindos diretamente da nossa cidade, Belém ( avião ) para fazer essa trip juntos. Como já estávamos com o roteiro praticamente pronto ( apresentado pelo pacote feito com a Dona Lázara), fechamos uma compra de poucos itens e preparamos o carro ( Siena 1.0 fire ).
       
      ROTEIRO  - CARNAVAL 2017 (24/02/2017 sexta-feira ) até 28/02/2017 - terça-feira): (FEVEREIRO )  
      1º Dia 24/02/2017 sexta-feira - ESTRADA ATÉ PONTE ALTA Dia programado para chegar na Pousada em Ponte Alta - TO. Programamos paradas a cada 4 horas, fomos em 4 pessoas porem 2 dirigindo.
      06:00h → hora programada para Saída de Brasília-DF ( um leve contratempo nos pegou pois o vôo de nossa amiga Bea ( velha ) atrasou e perdemos umas 2 horas nesse meio, acabamos saindo  por volta das 8/9 horas.
      Completamos o tanque no posto flamingo em Sobradinho, onde também reforçamos o café da manhã seguimos tranquilo passando por Planaltina.
      Seguimos mais na frete pela estrada que dá acesso à Chapada dos Veadeiros que por sinal é muito bem sinalizada: passamos por São João da Aliança – Alto Paraiso – Teresina de Goiás (Completamos o tanque) – Campos Belos – Arraias - Conceição dos Tocantins ( Completamos o tanque -esse merece MÁXIMA ATENÇÃO pois como a entrada é deserta em sua maior parte do tempo, NÃO POSSUI POSTO AO LONGO DO TRECHO SENDO O PRÓXIMO SOMENTE EM – Chapada da Natividade (MESMA SITUAÇÃO OCORRE NA VOLTA PARA BRASÍLIA - DEVE-SE COMPLETAR O TANQUE NESTA CIDADE) - Pindorama (no posto BR na entrada de Natividade pegamos uma dica com o frentista, como já era cerca de 18h ele nos deu a dica de ir pelo atalho até a cidade de Pindorama então nsse trecho tinha 65 km de estrada de chão razoável, caso fosse pelo caminho de asfalto seria por Porto Nacional dando cerca de 230 km até Ponte Alta ( não recomendo esse trecho por porto naciona a noite a estrada possue trechos com buracos e há informes de assalto). Resolvemos encarar IMPORTANTE ( PERGUNTE PARA OS LOCAIS SOBRE OCORRÊNCIA DE CHUVAS NOS DIAS ANTERIORES, POIS CASO O TEMPO TENHA SIDO RUIM NÃO É RECOMENDADO PEGAR ESSE ATALHO DE CARRO BAIXO. Seguimos e chegamos ao nosso objetivo por volta das 20 para 21 horas - Ponte Alta do Tocantins.
       
      DICA SOBRE PONTE ALTA  A NOITE: Fomos para a Pousada e logo saímos a pé para comer algo e tentar descansar, o que observamos foi que o Turismo ainda está sendo organizado em Ponte Alta e ainda possui suas carências em negócios locais não encontra-se uma diversidade de opções, principalmente de comidas noturnas, e os que funcionam acabam cedo. Por sorte achamos um espetinho próximo a ponte, onde pudemos comer um belo espetinho ( muito bem servido ).
       
      2º Dia 25/02/2017 sábado - Atrativos em Ponte Alta (1º de passeio) Acordamos por volta das 06:00h tomamos um generoso café fornecido pela pousada e seguimos para conhecer alguns atrativos.
       
      Cânion Susuapara

       
      Cachoeira do Rio Soninho
      Como nosso roteiro era saindo de Ponte Alta indo para Mateiros fomos orientados pelo Guia João da Tour Jalapão a levamos alguns lanches, água, frutas etc, isso foi fundamental, pois não tem onde comer no percurso e ganhamos tempo para outros atrativos.
       

       
      Mirante da Cachoeira do Rio Soninho

       
      Pedra Furada
      Aqui ficamos para apreciar um dos mais perfeitos pôr do sol. Aproveitamos para fazer um rápido registro com nosso drone, alguns guias recomendaram o vôo de longe pois parece que nas proximidades existem abelhas africanas então para não causar barulhos para as abelhas e trazer problemas para os outros visitantes fizemos um vôo bem rápido e fomos curtir o pôr do sol do outro lado da Pedra, segue-se por uma trilha até uma parte (um platô) onde pode-se sentar e apreciar.

       
      3º Dia 25/02/2017 domingo - Ponte Alta Para Mateiros - Dunas (2º de passeio)
      Continua...

       
       


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