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NOROESTE ARGENTINO / NOA (Jujuy, Tilcara, Humahuaca, Purmamarca, Salta, San Antonio de los Cobres, Tolar Grande)

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Salve galera, resolvi fazer esse relato porque quando fui procurar informações para montar meu roteiro encontrei bastante dificuldade.

Nunca fiz mochilão, e esse vai ser o primeiro. Mas vou chamar de “mochilinha” porque são poucos dias! Ahahah. 

E esse é meu primeiro relato, desculpa se não estiver muito bom! E espero que ajude alguém! 

 

Eu e meu namorado (Felipe) encontramos um vôo de R$850 que era muito rolê, mas como estávamos com a grana curta, foi esse mesmo. Fomos 26 de junho e voltamos dia 3 de julho de 2018 (a época de temporada é julho a agosto); do dia 3 ao 7 ficamos em Buenos Aires.

Saímos de Congonhas as 9h10, pousamos em Curitiba, fomos para Buenos Aires (BA) e terminamos em Jujuy as 21h30.

Como passaríamos o dia todo no aeroporto, compramos vários snacks pra comer ao longo do dia e não gastamos com alimentação nos aeros. 

 

Para entrar na Argentina (para +18 anos) só aceitam RG ou passaporte (dentro da validade). Não aceitam CNH! 

Fizemos nosso câmbio no aeroporto de B.A no BNA (fica dentro do aeroporto mesmo) e estava 7 reais a cotação

 - tomem cuidado porque não aceitam notas rasgadas ou coladas com durex, deixamos de trocar R$200 por isso

 - não aceitam moedas

 - não cobram tarifas pelo câmbio

 - existe o câmbio paralelo, mas como existem altas chances de haver notas falsas, por isso optamos por não fazer! 

 

JUJUY

 

Como estávamos cansados desse troca-troca de vôo, resolvemos tomar um chopp no hardrock que fica na área de embarque (2 chopp patagônia: 120 cada + 10 gorgeta)

Chegamos em Jujuy e pegamos um remis AR550 (é um táxi, só que não tem placa de táxi). Fomos do aeroporto ao Airbnb que alugamos (Próximo a Plaza Belgrano)

  • Quando for pegar remis aqui, sempre procure pessoas pra fechar o carro com 4. Por exemplo do aeroporto podiamos ter divido com outras pessoas para baratear.

Recomendamos fortemente o local que ficamos, Nano nos explicou sobre tudo! Indicou um restaurante onde jantamos, chamado Viracocha bem próximo da casa. É excelente a comida, sendo o tamales sensacional! (Empanadas de carne,Tamales, Lomo de llama, Água, Couvert (cestinha de pães e molhos) (AR 435 jantar + 45 gorjeta)

- Casa do Nano: https://abnb.me/JBJUH2WdbO

 

JUJUY > TILCARA > HUMAHUACA 

 

Segundo dia de Argentina, saímos para comprar comidas no mercado (AR160), tomamos café com nosso querido Nano e sua amiga e logo partimos pra Tilcara. Nessa região é muito comum esse “uber pool”(remis). Na Rua Iguazú, próximo ao “Terminal Velho” (de onde saem os ônibus municipais), ficam várias pessoas gritando os destinos (purmamarca, tilcara, até la quiaca - divisa com a Bolívia) esperando para completar o carro ou minibus.

Esperamos uns 5 minutos e já partimos! O preço compensa bastante se comparado com o ônibus (quase o mesmo preço e o remis é bem mais rápido)

Jujuy > Tilcara (AR100 cada pessoa)

O remis nos deixou no terminal, meu namorado quis usar o banheiro e foram cobrados AR5. Próximo ao terminal existem MUITOS hostels, um mais fofo que o outro. Mas já haviamos alugado um Airbnb, que ficava um pouco afastado do centro. Deixamos nossos mochilões na casa e voltamos para o Terminal onde compramos passagens para Humahuaca (AR45 na evelia; existem varias empresas que fazem esse trecho no dia e remis também. Não há necessidade de comprar antes) 

Nos ofereceram um passeio de remis até El Hornocal (que era o destino final), somente eu e meu namorado de Tilcara mesmo, porém o preço era AR1800. Então optamos por arriscar ir até Humahuaca que demorou 40 minutos de terminal a terminal. Chegando em Humahuaca, perguntamos sobre El Hornocal e na hora já apareceu um remis perguntando, haviam 3 meninas, e fomos apertados mesmo, era uma Hilux (AR250 pessoa)

Na entrada do Hornocal precisa pagar AR10 (por pessoa) para a comunidade. Sério! Bizarro de bonito. Não tenho nem palavras ! Porém é muito muito frio, não consegui ficar sem luvas; não senti tanto o efeito da altitude, apesar de ser 4350m. Ficamos aproximadamente 1h30 e voltamos a Humahuaca. 

Andamos um pouco por lá, a cidade é pequena, os pontos principais são a praça da independencia e o comércio local, com bastante artesanato. Voltamos a Tilcara de onibus as 19h (era pra ser 18h30; sempre atrasam; AR45 cada) e fomos jantar em um restaurante no centro (La Cheba) que gastamos AR800 (tamales, prato principal, agua e vinho local). 

 

TILCARA > PURMAMARCA

 

Terceiro dia, ainda em Tilcara, dia de conhecer o Salar Salinas Grandes (o 4 maior salar do mundo) e Cerro de Los Siete Colores. Saímos mais tarde porque o passeio que conseguimos (explicarei a diante) sairia 12h. Aproveitamos para acordar mais tarde, comemos empanadas (2 por AR25), tamales (AR30 cada) e compramos água (AR30). 

No dia anterior, havíamos conhecido uma mexicana que também não tinha ido. 

Ela conseguiu no Hostel (Tierras Andinas) que estava hospedada uma pessoa que havia oferecido o passeio. Foram AR500 por pessoa, com ida até o Salinas Grandes, passando na frente do Maimará/Paleta del Pintor, Cuesta Lipan e na volta parando em Purmamarca. Fomos eu, meu namorado, ela e o motorista num doblô. 

Sobre o Salar: sensacional! dá pra tirar varias fotos brincando com a perspectiva; 

  • para entrar na Salinas tem que pagar uma taxa por carro AR200 (onde entra um guia e vai explicando o caminho e contando da história)
  • existem comerciantes locais que vendem empanadas e artesanatos de sal na entrada do Salar 

Depois fomos a Purmamarca, onde nosso guia nos perguntou se queríamos fazer o Cerro de los Siete Colores andando ou de carro, e optamos ir a pé mesmo, e foi a melhor opção da vida. Muito diferente de tudo que já vi. Muitos comparam com o Hornocal e dizem que lá é mais bonito, mas discordo. São experiências totalmente diferentes. O Hornocal já está no nome “Mirador Hornocal”, é muito contemplativo. Já a volta no Cerro você está dentro de toda aquela formação rochosa gigante, além das cores das rochas. É lindo demais! 

Sobre Purmamarca, a cidade em que se localiza o Cerro, é muito pequena, cerca de mil habitantes. É bem parecida com todas as outras, com feirinhas e hostels. Quando fui montar meu roteiro disseram que é um pouco mais cara que Tilcara, mas não pesquisei os preços. 

Na época que eu vim (antes da temporada), foi tranquilo de encontrar hostels para ficar, tanto em Purmamarca quanto Tilcara. 

Saímos 12h30 e voltamos 19h, mas o guia (Kevin) foi muito solícito, se quiséssemos ficar mais ficaríamos, mas foi suficiente!

Assim que chegamos em Tilcara, no Terminal, já fomos jantar no Hostel Puerta Verde que Kevin havia nos indicado. Comemos uma pizza cada (AR150 cada; são pizzas de tamanho normal, mas somos brutos ahahah) e tomamos 2 cervejas Salta (120 cada). Gostamos bastante!

  • Só vi uma casa de câmbio em Tilcara, entrei para perguntar por curiosidade e o vendedor até deu risada dizendo que era muito baixo, sendo 1 peso = 4 reais, sendo que pagamos 1 peso = 7 reais. E também não vi ninguém vendendo paralelo. Então não deixem para comprar lá! 

 

TILCARA > SALTA

 

Nosso quarto dia, partimos de Tilcara cedo, arrumamos as coisas e fomos a rodoviária. Nesse horário (9h) existem muitos remis a Jujuy (AR100 cada). Chegamos e já encontramos um remis para Salta (AR250 cada). 

Nesse dia não tínhamos nada confirmado, sem Airbnb, sem saber de fato pra onde iríamos. Chegamos na Rodoviária e pedimos informações sobre Tolar Grande, queríamos muito visitar, mas haviam poucas informações na internet (vou fazer um post somente sobre isso com todas as informações que encontrei). 

Para ir a Tolar Grande você precisa chegar a San Antonio de Los Cobres (SAC), e existe uma empresa de ônibus que faz isso (Ale Hnos AR230 e saem somente de salta - os horários também vou colocar no post de Tolar Grande) 

A nossa dúvida era se somente empresas de turismo fazem esse roteiro mesmo, ou se íamos encontrar “remis” pra lá, ou guias locais que fizessem por um preço mais barato (porque as empresas giram em torno de AR 6 a 10 mil/pessoa). Então, não existe. Hahahahahah

Procuramos um lugar com Wifi para comer e bookar um Airbnb ou qualquer coisa pra poder descarregar os mochilões (AR 280, 2 prato principais).

  • Ah, se você precisa de internet free tem na “Informação de Turismo”, próximo a Praça 9 de Julio.
  • Não sei se todos sabem, mas na Argentina existe uma lei para turistas que se você paga no cartão de crédito os hotéis (não é válido para Airbnb, não sei sobre Hostels), eles ressarcem os impostos, cerca de 21%

Então encontramos um hotel para passar somente a noite e tentar ir a SAC pela manhã seguinte. 

Conversamos com uma agência (muito boa por sinal; recomendo fortemente se desejam ir a Tolar Grande, chamada Incañana) que tentou encontrar outras pessoas para podermos ir juntos, porém sem sucesso. Então, a Carolina (a mocinha da agência), muito muito muito fofa nos disse que existem pessoas que vão/voltam todo dia de Tolar Grande a SAC para fazer as coisas do dia a dia, já que lá é uma cidade muito pequena. Ela nos passou o contato de locais para tentarmos guias locais e hospedagem. 

Bom, passamos o resto do dia em Salta, que é uma cidade muito fofinha. Não foi a toa que apelidaram de “Salta, La Linda”; a Plaza 9 de Julio e seus arredores lembra bastante Campos do Jordão. É uma cidade grande, tem casas de câmbio em toda a praça e também os “doleiros” (câmbio paralelo - perguntei quanto estava para vender o real e disseram 5,5; achamos bem caro). Lá também tem restaurantes muito fofos, saímos para jantar no Doña Salta. É bem típico salteño; comi um Locro, meu namorado comeu um Chorizo com batata frita e tomamos um vinho (AR800). A comida e o atendimento são excelentes. 

 

SALTA > SAC

 

Quinto dia! Já começamos muito errados! Iriamos a SAC, confundimos o horário do ônibus e perdemos. Nossa sorte foi que a atendente da Ale Hnos, Yanel, foi muito boazinha, pediu para o motorista esperar a gente chegar no local, e chamou o irmão dela (Gaston, que é taxista) para levar na próxima parada do ônibus (AR400 por esse vacilo, mas foi muito barato! Porque ela pediu para fazer um desconto). Chegamos lá e conseguimos embarcar no Puerto Quijano (AR 200 cada). E a estrada, porra! Maravilhosa! 

Tem uma parada do ônibus que chama “Ingeniero Maury” que pararam e pediram nossos passaportes (eu estava com RG então precisei mostrar aquele papel que dão na entrada do país). 

Eles fazem uma parada em Santa Rosa de Tastil de 5 minutinhos só pra ir no banheiro (AR5).

A estrada toda é de asfalto e bem conservada, creio que dá pra fazer tranquilamente de carro. 

Chegamos em SAC, aqui não tem terminal, então se pretende voltar de busão, pergunta pro cobrador de onde ele sai. Bom, saímos perguntando na rua como que poderíamos fazer para ir a Tolar (ajudou muito o fato do Fê falar bem espanhol), mandaram perguntar numa rua sobre um cara que faz isso e conversamos um pouco (remis). A cidade é muito pequena então todo mundo se conhece. 

Falaram também de um restaurante que as pessoas param lá antes de seguir viagem para o Tolar (Huayra Huasi). A viagem só pode ser feita com veículos 4x4, então ficamos abordando as pessoas que entravam nos seus veículos (geralmente são mineiros, ou de empresas que tem que ir/vir; alguns falaram que nos levariam mas estava muito cheio; já outro disse que isso é proibido, e se pegarem carro de empresas transportando pessoas que não tem uma autorizaçao por escrita pela empresa, podem ter muito problema).

Havíamos combinado com o remis de se encontrar na praça pra decidir se iríamos mesmo com ele ou não; como já não tínhamos mais opções, aceitamos. Ele disse que em 1 dia da pra conhecer todo o Tolar (saindo as 4h e voltando 22h de SAC; a viagem demora umas 4h a 5h). Então fechamos com ele mesmo, por AR6000 para nos levar a Tolar e fazer os passeios por lá. 

Ele nos deu carona pra um hotel de um amigo (Amanhecer Andino) com wifi (AR600/dia). Não recomendo, o dono (José) é bem escroto. O quarto em si é bom, mas sempre que vai sair/voltar depende dele para abrir a porta da hospedagem (e na maioria das vezes estava dormindo, então ficamos esperando do lado de fora no frio), fora que tivemos problema com o pagamento.

Saímos para conhecer SAC, ir a famosa estação do Tren de Las Nubes (está funcionando, pelo que perguntei saia nas terças). E o pico lá é bem bonito! Principalmente o por do sol. 

Ah, sentimos um pouco do mal da altitude, compramos umas folhas de coca (AR30), os locais (todos muito simpáticos) nos ensinaram como fazer. Depois fomos num mercadinho onde compramos muita comida pro dia seguinte (AR340) e empanadas no mercado artesanal (AR300) já que as coisas em Tolar são mais caras. 

 

SAC > TOLAR GRANDE

 

O dia mais esperado da viagem! Sexto dia. Acordamos as 4h e o remis veio nos buscar; o do dia anterior teve um problema com sua caminhonete e mandou seu amigo, que foi muito prestativo. A estrada é toda de pedra com curvas bem fechadas e costelas de vaca, tinha vezes que eu olhava pro lado (estava escuro ainda) e só via um penhasco e só cabia o carro. Não recomendo alugar carro e vir por conta. Acho que o mais adequado mesmo é contratar alguém, já que eles conhecem o caminho (fizemos em menos de 4h). Ah, e não é a mesma rota que mostra no google maps!

Chegamos e ainda nem tinha amanhecido! Fomos direto pro Cono de Arita (60km), que fica dentro do Salar de Arizaro. O salar é bem diferente do Salinas Grandes e Uyuni, não é aquele tapete branco. E também não é sal, é salitre que tem no solo. Chegando no Cono paramos pra tirar umas fotos, e cara, aqui é muito frio! Venham preparados! Mas é bonito demais, o Cono fica sozinho no meio do nada, com todo o solo meio branco do salar! Mais pra frente tem a Mina “La Casualidad” mas é muito mais longe e optamos por não ir.

Fomos no El Arenal, que são dunas no meio das montanhas. E pra fechar, fomos no “Ojos del Mar”. Pra esse lugar toda foto é pouca! Não tem comparações, sério. A viagem inteira foi muito boa, mas isso foi a cereja do bolo! É lindo demais, o azul turquesa é de tirar o fôlego! 

Saímos as 4h de SAC, chegamos as 8h em Tolar, visitamos esses 3 pontos e as 13h já estávamos indo embora. A cidade tem uns 40 habitantes, no domingo ainda, as ruas estavam desertas e todos os comércios fechados ahahah. 

Paramos no caminho de volta para tirar umas fotos (Salar de Pocitos e umas paisagens lindas congeladas) e chegamos em SAC as 16h30. 

Aproveitamos e tomamos uma cerveja (AR38 cada) e comemos amendoim na praça (ideia do Felipe! Estava muito frio e ventando demais!) 

Voltamos para o Hotel e fomos descansar. Jantamos o resto de comida que compramos pro Tolar.

  • O passeio mais barato que encontramos foi por AR6mil cada um no Incañan (se tivéssemos em 4 pessoas; com hospedagem e todas refeições inclusas). Nosso rolê todo (ônibus ida e volta de SAC, refeição, passeio no Tolar) daria uns AR9mil para os dois (remis exclusivo). Dando uma economia de 3mil. 
  • Se você quer fazer esse passeio e não tem gente suficiente para sair de Salta, ou se tem mais pessoas para dividir o remis (porque ele cobrou pelo carro, não por pessoa), ou se esse dinheiro te faz muita diferença, recomendo o Remis
  • Whatsapp do remis (Jorge Olmos): +54 3875199112 - ele cobra pela ida ao Tolar e pelos passeios que querem fazer, quanto mais distante, mais caro.
  • Se quer mais tranquilidade, com um guia parando nas cidadezinhas de Salta ate Tolar, e tem tempo para convocar mais pessoas, recomendo que faça pela agência

 

SAC > SALTA > JUJUY

 

Sétimo dia de hermanos. Acordamos cedo para pegar o ônibus de volta de SAC (AR230 cada; só tem 3 na segunda! Se quiser a tabela de horários, estará no post de Tolar Grande).

Chegamos as 6h40 e o ônibus já estava lá! Entramos e o ônibus partiu, mas nem tinha dado 7h (que era pra ser o horário). Aparentemente ele fica dando voltas pela cidade para as pessoas não esperarem no frio. Então recomendo que cheguem antes, porque não sei onde ele passa de fato! 

  • tem um hostel (de las nubes) na entrada da cidade que parece ser bom, tem wifi.

Voltamos a Salta, fomos assistir o jogo do brasil (ainda é copa!) em um barzinho da Plaza 9 de julio, tomamos 3 cervejas e comemos uma duzia de empanadas e 2 tamales (AR640).

Voltamos ao terminal para pegar um remis para Jujuy (AR250 cada), e depois fomos no mercado onde compramos algumas coisas pra comer em casa (já que o dinheiro estava acabando! AR330). Optamos por voltar pra casa do Nano mesmo, já que nosso vôo partiria de Jujuy para BA no dia seguinte.

 

Sobre a melhor época do ano a visitar eu acho bom evitar épocas de chuva, já que tem muito deslizamento de terra nessa época (dez e janeiro). E no começo de fevereiro tem o “carnaval de tilcara”, quero voltar pra visitar.

 

Acho que sobre o NOA é isso! 

Qualquer dúvida fico aí a disposição, se quiser pode mandar msg no meu insta também (ma.eguchi) que eu olho sempre. 

 

Estou terminando o post de Tolar Grande e já coloco também! 

 

Espero ter ajudado! 😊

 

 

 

Featured Replies

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@wzachow Boa tarde! Sinceramente eu acho muito difícil, porque pra começar não existe estrada, então é muito facil de se perder, a estrada toda é de costela de vaca e não existe posto de gasolina no meio do caminho, nem sinal de celular, fora que o caminho que o Google Maps te manda não tem nada a ver com o caminho feito. O Cono de arita fica com uma distancia razoavel do centro da cidade. Eu fui com um renault que não era 4x4, então da sim. Mas o maior problema é o caminho mesmo! Não recomendaria ir sozinho sem algum local não! 

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Marina, o seu relato foi um dos melhores que encontrei sobre a região e me ajudou bastante no roteiro.

 

Gostaria de saber se Tilcara é uma boa base para ir até Salinas Grandes e para a Quebrada de Humahuaca (El Hornocal é lá, não!?). É fácil encontrar esses passeios na cidade? Tenho que reservar antes? Irei para lá em julho e pelo que me consta essa região é bem concorrida neste época.

Dá para fazer Salinas Grandes e Quebrada de Huamahuaca no mesmo passeio ou é melhor dividir em dois dias?

 

É fácil fazer o câmbio em real nas casas de câmbio da região ou melhor levar dólares (ou ainda comprar pesos argentinos já  no Brasil, já que não terei tempo de fazer câmbio em Buenos Aires)?

 

desde já agradeço

 

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@sandromc Oi Sandro! Fico muito feliz em saber disso.

Então, Tilcara é uma excelente cidade para fazer de dormitório, lá tem bastante hostel e lugares para sair de noite. Muito melhor que Purmamarca (que é outra cidade que a galera fica também). Eu fui em uma época que estava bem vazio, e eu fiquei em Airbnb, então não sei te dizer se precisa fazer reserva antes ou não. Eu te recomendaria locais que ficam perto da rodoviária, porque de lá saem remis também. A cidade é bem pequena, então da pra fazer tudo a pé, e fique tranquilo pq não existe perigo ahahah.

Então, o Salar é bem distante, eu recomendo que você faça junto com o Cerro de los Siete Colores, porque meio que fica no caminho. Acho melhor separar o Hornocal para outro dia, e aproveitar para conhecer um pouco a cidade (ela é bem charmosinha). Para Humahuaca é melhor pegar um onibus do terminal até a cidade, e de lá você encontra um remis. Mas não precisa reservar nada antes, existem muitos remis que ficam oferencendo passeios na frente das rodoviárias, ou locais que passam muitos turistas. 

A casa de câmbio de Tilcara, pelo que eu me lembro (acho que está descrito no relato), eram bem caras e não são fáceis de encontrar. Recomendo fortemente fazer o câmbio em alguma cidade maior. Se não der para fazer em BA, ou alguma cidade que irá fazer escala, acho melhor fazer aqui no BR mesmo. 

Espero ter ajudado! Se precisar de mais alguma coisa estou a disposição.
Boa viagem!

  • 4 semanas depois...
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Olá Marina! Que bom ler teu relato! Achei mara tuas fotos e o Tolar deve ser indescritível mesmo! Mas tinha desistido de ir até la pois no google marca 400km de SAC, aí como você comentou que não é esse caminho já fiquei mais animada! Sabe dizer mais ou menos qual o caminho? alguma referência..obrigada!

  • 3 semanas depois...
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@Suelem Kaczala Perdão! O Mochileiros não tem avisado no email que chegaram notificações. Então nunca sei se alguém fez alguma pergunta aqui

Não sei se você já realizou a viagem ou não, mas enfim, o caminho que mostra no maps são de 11 a 14hrs de estrada. 

Mas na real não é bem assim, porque você atravessa o meio do salar de Pocitos, e no maps ele contorna o Salar. Eu lembro pq eu abria o maps no meio do rolê pra poder ver onde que a gente estava, já que no planejamento da viagem falava um caminho totalmente diferente ahahaha

Lá é incrível. Se puder procurar o guia com quem eu fui, recomendo demais! Os contatos estão no post. 
Mas vai sim, vale muito a pena! 

  • 2 meses depois...
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Amei o relato.

Estou utilizando como "base" no planejamento do próximo mochilão, que tenho como ideal ser o noroeste argentino.

Mandei um convite no insta, aceita lá.

Maria Emília

  • 1 mês depois...
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Sensacional o relato!

Cómo foi a sua impressão em relação aos preços lá? Em comparação com Buenos Aires, as coisas lá eram mais baratas ou mais caras?

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