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Olá viajante!

Bora viajar?

Ushuaia 2007/2008

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Fala galera, blz ?

 

Desculpem os erros de português que não são poucos, os de Espanhol que são maiores ainda.... hehehehehehehehehehehehehehehehe.....

 

Enfim, já fazia um tempo que estava pensando em trazer esses relatos para cá e espero que ajudem a galera.

 

Grande abraço,

 

P.s.: Vou fazer da mesma maneira que da outra vez, cada dia uma parte assim, fica mais fácil até para mim.... heheheheheheheeheheheheh

 

Atualização:

 

Bom, todos que utilizavam como base de fotos o Photobucket sabe como estão os links de fotos e suas referências.

como tudo indica que o Photobucket não vai retornar, resolvi reeditar as imagens da viagem e postei no youtube (que ele não entre na mesma ideia do Photobucket heheheheheh) e vou postar de acordo com os escritos.

 

Fiz o mesmo no relato de viagem para o Atacama e Machu Picchu e lá já está tudo certinho, nesse vou arrumando com calma.

 

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No meio da descida da Serra, já pertim da margem do Lago Escondido, uma surpresa.

 

A nossa sacola com Nutry's e refrigerante que compramos em Ushuaia, resolveu ficar......

 

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Detalhe do carimbo do asfalto que ficou na garrafa.

 

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Depois de alguns km's, encontramos essa vegetação, derrubada, seca e surpreendentemente em um longo trecho, ficamos imaginando o que poderia ter originado tamanha destruição da mata.

 

Não sabemos, não achamos que seja ação do homem, mas também não conseguimos identificar se seria neve, avalanche, ventos, etc.

 

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E olha esse boi, descansando.

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Aqui estávamos no mirante do Lago Fagano

 

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Olha o detalhe das árvores meio tombadas por ação do vento, não estava ventando esse dia, às árvores acabam ficando com esse formato por causa do vento.

 

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Paramos em Toulhin novamente, fomos até a Panaderia, quando estacionamos a moto, os meninos apareceram......heheheheheh

 

Só que dessa vez ficaram perguntando sobre o GPS, sobre o celular (falei que não tínhamos) e colocaram os capacetes.

 

Não nos levem a mal, eu realmente acho muito bacana as crianças curiosas, absolutamente desinibidas, me perguntavam como funcionava, para que servia, etc.

 

Pediram para usar o capacete para conversarem, muitas coisas não entendi, pois eles falavam o Castelhano muito rápido e eu só entendi o básico mesmo.

 

Enfim, pediram para a patroa para colocar o capacete, a patroa estava comprando algo para comermos e o atendente (que já devia os conhecer) falou que NO, para responder a pergunta deles, isso duas vezes.....hehehehehehehehe

 

Eles pediram para tirar uma foto e tiraram mesmo....heheheheh

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Olha que barato a cara do menino, um pestinha certamente......hehehehehehehe

 

Muito bom, aqui não existem crianças obedientes em demasia.....hehehehehe

 

Depois de uma "bronca" da patroa, foram embora.

 

Nós comemos e saímos "rapidinho" para não correr o risco de ter a vida do motor da Fazer diminuída em mais alguns km's por causa da aceleração deles.

 

Mas, eles nem apareceram......heheheheheheh

 

A volta até Rio Grande, foi rápido, embora tenhamos pegado algum vento lateral, fato é que já estávamos começando a ficar até mal acostumados, sem a presença dele......hehehehehe

 

Rio Grande é uma cidade grande, não pensem amigos que por ser lá embaixo vcs vão encontrar cidades pequenas, longe disso, eu me surpreendi com o tamanho da cidade.

 

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Tinha até Carrefour.

 

Dessa vez, tivemos sorte encontramos o Informes Turísticos aberto, a patroa pegou a relação dos hostéis/albergues/hostelarias para descobrir que o lugar mais em conta era o Puesto B & B, que tínhamos tentado na vinda, porém sem sucesso.

 

Descobrimos nos informes turísticos que a dona não fica na pousada, sendo necessário ligar para ela.

 

Foi o que fizemos, chegamos lá à moça tinha um casal de filhos, o mais novo, era um menino super curioso com a moto, ficou mostrando as réplicas dele de brinquedo e me perguntando coisas.

 

Infelizmente, não consegui entender muita coisa, mas deixei ele apertar a buzina da moto, liguei ela para ele ver, até a mãe dele chamá-lo.

 

Depois disso, guardamos a moto melhor (escondi ela numa área mais protegida da casa) e fomos nos aprontar para sair e comer.

 

Nisso chegou mais um hóspede que alugou o outro quarto da casa, na verdade são somente dois quartos para alugar, com calefação e um banho bem quente.

 

A outra parte da casa fica para a família, só descobrimos isso depois....heheheheh

 

Saímos para comer, estávamos afastados da confeitaria (AGOSTINAAAA.....hehehehehehhe) que comemos quando estivemos na vinda, mas era muito bom e barato, resolvemos andar um bocadim para chegar lá, fica na praça central de Rio Grande.

 

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O lugar é sempre cheio, só tem um garçom, vendo as fotos na parede, aparecem dois jovens, um deles se parece muito com o garçom, desconfiamos que ele seja o dono do lugar.

 

O Lomito de lá é de encher os olhos e a barriga....hehehe

 

É grande como um prato grande, bem servido e bem barato, é preciso ter paciência, pois o garçom (desconfio que o nome dele seja Gustavo, pois vi o pessoal chamando ele) é um só mesmo.

 

Mas, é incrível, atende na ordem certa de chegada na confeitaria, não anota pedidos e volta com tudo certim, na hora de cobrar a mesma situação.

 

Faz à conta de cabeça na sua frente, sem pestanejar no seu pedido (ficamos lá quase 1 h e mesmo assim ele lembrou certim o nosso pedido), o troco é ali mesmo.

 

Cara, recomendamos com certeza, atendimento bom, comida excelente e barato.

 

Voltamos a pé para a hospedaria, passamos em frente a uma heladeria (sorveteria) mas, estávamos absolutamente cheios, ficou só a vontade.....hehehehehe

 

Gastos do dia:

 

Combustível:

 

Posto YPF (litro: 1,799) - Ushuaia - AR: 24 pesos = 15,48 reais

 

Hospedagem:

 

Puesto B & B - Rio Grande - AR: 100 pesos = 64,52 reais

 

Alimentação:

 

Panaderia Toulhin - AR : 15 pesos = 9,68 reais

Confeitaria Roca - Rio Grande - AR: 40 pesos = 25,81 reais

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16º dia - 18/12/07 - Rio Grande - AR/Rio Gallegos - AR

 

Acordamos cedo, arrumamos as coisas na moto que estava praticamente ao lado da porta de acesso para os quartos.

 

Foi à arrumação de bagagem mais rápida de toda a viagem....hehehehehe

 

Tomamos o desayuno, algumas torradas, com manteiga ou geléia (marmelada).

 

A patroa ao entrar no quarto para terminar de arrumar as coisas, escutou o outro hóspede, perguntar para sra. dona da casa, como ela fez para conseguir se comunicar conosco, "los chicos".....hehehehee

 

A sra. falou, português é muy fácil, basta trocar una ou outra palavra que está bien.....hehehehehehehe

 

Queríamos aproveitar e fotografar a praia de Rio Grande e o monumento para a Guerra das Malvinas (daqui partiram muitos aviões que lutaram contra os ingleses), portanto é o maior monumento de toda a Argentina.

 

Quando chegamos do lado de fora, na rua, infelizmente vimos que não daria para fazer isso, também queria aproveitar e tirar uma foto da placa R3 - TIERRA DEL FUEGO, um pouco antes da entrada da cidade, a única que vi na viagem toda, também não foi possível

 

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Km acumulada da viagem

 

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Fachada da Pousada

 

A neblina nos acompanhou ainda mais 30 km até se dissipar, uma pena, teremos que "sacar" essas fotos na próxima vez....hehehehe

 

Chegamos à Aduana Argentina em San Sebastián, queria era ver os amigos argentinos (os policiais torcedores do Boca que ficaram falando que somente torcedores do Boca iam até Ushuaia) a Aduana estava meio cheia, eles até nos viram, mas como fomos em outro guichê, não foi possível passar com eles.

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Aduana Argentina e adesivos na porta, o nosso ficou lá também....hehehehe

 

Tentamos ir ao baño da Aduana, os banheiros estavam complicados, ao contrário da vinda que tudo estava limpinho, dessa vez parecia que tinha acontecido uma revolução.

 

A patroa até tentou ir, mas logo que chegou à porta, uma sra. com uma criança falou, no tienes condições, fazendo cara de nojo.

 

Rapaz a patroa falou que tinha papel higiênico até nas paredes.....hehehehe (conversando com o pessoal dos postos de gasolina no Brasil, nos falaram que era assim mesmo, basta um carro argentino parar e dar um tempinho entrar no banheiro e a situação que fica é essa, não sei se é verdade, só estamos reproduzindo o que vimos e ouvimos no caso no Brasil, apesar de termos visto isso somente 1 vez)

 

Voltamos para a moto, começa o rípio, são 15 km até a Aduana Chilena, já fui xingando, dá outra vez perdemos um tempo enorme nela.

 

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Pois é não tinha viva alma na Aduana, chegamos lá, para variar confusão por causa dos nomes e sobrenomes, já sabíamos que ia acontecer de novo.....hehehehehehe

 

Só que desta vez todos bem humorados, um deles me perguntou assim.

 

Usted es do Brazil ? Ah, tierra de Maradona, né ?

 

Respondi, no, no tienemos Maradona, tienemos Ronaldo, Ronaldinho, Kaká, Pelé, etc.

 

Pensei comigo, mas não falei, embora estivesse em território Chileno.

 

"Maradona ? Quien és Maradona ? És alguém famoso ? Será um cantor de Rock ???"

 

Ainda acho que devia ter falado.....hehehehehehehe

 

Enfim, feito isso pedimos para colar os adesivos (fotos acima), um dos rapazes quando nos viu tentando colar o adesivo começou a gritar. NO, NO, NO.....

 

Pediu para ver, perguntou se tinha outro....hehehehe

 

Respondi que sim, então tá, cole o outro e dê-me este.....hehehehehehe

 

Pois é deixei um pra cada pessoal que estava atendendo, eles gostaram tanto que falaram para colar no vidro que estava vazio, só tem o nosso adesivo nele (chique, né ??), pois não havia espaço no outro vidro da porta de entrada.

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Rípio na chegada e no final do túnel o rípio chileno.

 

Aliás, é preciso registrar aqui ficam os Cordeiros mais gordos de toda Patagônia.....heheheheheheehhe

 

Um dos rapazes foi até a moto para fazer a vistoria na bagagem, pediu para abrir a mala tanque e ficou curioso com a antena corta pipa.

 

Falei que era para nos proteger dá linha dos pipas, não sabia como chamava no Chile, falei papagaio, comecei a imitar (não é a ave não, hein ??? aquele movimento de quem empina um pipa que toda criança sabe fazer....heheheheeh), até que acho que ele entendeu (apesar de ter minhas dúvidas....heheh).

 

Enfim, nos liberou e seguimos viagem.

 

Quando começamos o caminho de volta até Cerro Sombrero - CH, começa a chover, pois é a chuva foi engrossando e não parou até Rio Gallegos, o bom é que o vento some nessas horas.....heheheheh

 

Detalhe levamos um susto logo nos primeiro km's, vimos esse ônibus tombado numa curva, é preciso lembrar que o rípio (cascalho) fica muito acumulado nas curvas, portanto criei essa sistemática, acelerava nas retas e tirava a mão do acelerador até chegar nas curvas, contornava com cuidado (pois sumiam as "valetas") e depois acelerava novamente.

 

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Dá para ver que ele perdeu o controle por causa da curva, que realmente estava com bastante cascalho.

 

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A paisagem nesse lugar é assim mesmo, vários km's de pasto, em alguns com céu azul (pena não ter fotografado na vinda) dá para lembrar a tela de descanso do XP

 

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Em alguns lugares tem essas casas (são casas de emergência), dentro existe um beliche, um fogareiro e uma mesa.

 

Vimos que os ciclistas as usam como dormitório, já que vimos (no caso só entramos em uma) mensagens nas paredes do tipo de Bike, Alaska, America Central, América do Sul, Ushuaia, etc.

 

Realmente faz sentido são muitos km's nesse trecho e acaba que talvez não dê para chegar a Cerro Sombrero.

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O rípio quando fica molhado assenta melhor, chegamos a fazer 70 km/h em alguns trechos, foi bem mais fácil percorrer esses 130 km's na volta (por causa da chuva) do que na vinda.

 

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Apesar de estar chovendo não forma barro em nenhum trecho, apesar de estarmos acostumados a andar em estradas de terra, a lama nos prejudica muito, já que a Fazer é uma street.

 

Depois de algum tempo, chegamos a Cerro Sombrero - CH, a chuva finalmente engrossa, ou seja, as luvas estavam encharcadas, mesmo com uma luva mais quentinha (segunda pele) por baixa da luva de couro, sinto as mãos congelando.

 

Seguimos em frente andando mais devagar, apesar da estrada ser muito boa e estar vazia, é melhor ir mais devagar, aqui por incrível que pareça, tem mais curvas do que muitos trechos da ruta 3.....heheheheheh

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Tivemos algum receio das balsas estarem paradas por causa da chuva, foi um alivio ver a fila pequena e uma balsa chegando.

 

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A patroa foi para o restaurante que têm desse lado da travessia, ficou se protegendo da chuva, eu fiquei lá, a roupa impermeável, ficou seca por dentro, sem problemas.....hehehehe

 

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Lembra que deixamos para fazer as fotos desse lugar na volta ? Pois é foi péssimo, devíamos ter aproveitado a vinda, a máquina ficou bem molhada, achei até que ia quebrar, infelizmente a lente UV (que serve para proteger a lente da máquina) ficou com pingos, mas nada que uma próxima viagem não resolva.

 

Por conta da chuva também não tiramos uma foto entrando no transbordador, uma pena.

 

Deixamos a moto estacionada, entramos na balsa e pagamos o custo, a patroa subiu para o segundo andar e foi comer os "panchos" (lembra do relato na vinda, pois é como diz o Renato, experiência....heheehh).

 

Eu fiquei do lado de fora, aproveitei para ver as Toninas pulando em bandos de 5, 8 e até 10 indivíduos, pena não ter ficado com a câmera fotográfica a patroa até tentou registrar, mas só dá para ver as partes brancas por baixo da água.

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Chegando na outra margem, ou seja, no Continente, a patroa foi chamada por um amigo motociclista.

 

O cara tinha vindo numa CG 125 de ano 04 para baixo(não soube identificar), sozinho até ali, estava perguntando para a patroa (pensou que ela era uma Argentina) quantos pesos ? A patroa no bom é velho português, 24 pesos.

 

O rapaz ficou tão feliz de encontrar brasileiros que não sabia o que falar, falou que não tinha encontrado ninguém até ali.

 

Falei que em Ushuaia iria encontrar outros.

 

Me perguntou sobre o rípio falei que era tranqüilo, era como andar em estrada de terra, só teria que ter cuidado nas curvas.

 

Perguntou por que não ia voltar pela 40.

 

Falei que o rípio da 40 era muito graúdo para a Fazer, ainda mais em dois e que ia ficar para a próxima viagem.

 

Ele falou não, dá para ir, eu vou voltar pela 40.

 

Falei para ele, tentar caso não desse certo, era só quebrar um pouquinho à direita e subir pela 3.

 

Enfim, me perguntou da hospedagem em Ushuaia (avisei que era mais caro) e sugeri o albergue que ia nos cobrar 36 pesos por pessoa.

 

Ele estava tão desesperado com o caminho que se despediu e foi entrando na balsa, mesmo sem ter sido chamado (era o primeiro da fila).

 

Subimos na moto, com as jaquetas molhadas, eu com a luva completamente encharcada e ficamos felizes pelo rapaz, ele estava em Ushuaia só precisava levar a moto até lá.

Seguimos agora apanhando do vento, vamos devagar até Monte Aymond, onde ficam as Aduanas.

 

Primeiro temos que passar pela burocracia da Chilena, são novamente 3 guichês e dessa vez, não temos problema com nossos sobrenomes....heheheheh

 

Aproveitei para tentar esquentar a mão, em um aquecedor (que não estava ligado....heheh).

 

Tudo resolvido, carimbo no passaporte e seguimos 1 km até a Aduana Argentina.

 

Encosto a moto e um lugar mais protegido e corremos para dentro da Aduana, perdemos um tempo maior, não na parte do passaporte, mas na parte da "Aduana" da documentação da moto, uma pessoa em treinamento nos atende, tanto quem vai como quem vem.

 

Vencida a parte burocrática subimos na moto, sob o olhar de 3 guardas que se divertem com a nossa situação (devia ser por causa da chuva, pensei em gritar MILLAN....KAKÁ... DIDA....) mas me contive....heheheheheheeh

 

Ia ser engraçado ver eles perderem o rebolado e ficar com o sorriso amarelo, mas o resultado poderia não ser bom pra gente também....heheheheheheheheheehhe

 

Tínhamos intenção de seguir até El Calafate hoje, porém com essa chuva, resolvemos ainda na Aduana que não daria, seguimos até Rio Gallegos.

 

Com tempo e luz, tentamos achar um hotel melhor, mesmo que fosse um pouquinho mais caro do que o Hotel Paris, olhamos em 3 hotéis, infelizmente não eram tão baratos quanto imaginávamos.....hehehehe

 

Sem escolha seguimos para o Hotel Paris, dessa vez ficamos em outro quarto, mais barato, porém com a mesma condição, paredes descascadas, pia enferrujada (ainda não entendo como até a cerâmica enferrujou....heheheh), chuveiro hora quente, hora frio.....heheheheh

 

Ao menos dessa vez sabíamos onde comer (Tenedor Livre) o sr. da recepção que não entendia bem a patroa é que não sabia o que era Tenedor Livre, até que um hóspede falou, O Chino, pois é, aí ele soube nos informar.

 

Comemos bem, já que eu não tinha comido nada no caminho e a patroa tinha comido 2 panchos na balsa.....hehehehehehe

 

Rapaz vão proibir brasileños no Chinos (Tenedor Livre), não se surpreendam......hehehehe

 

Gastos do dia:

 

Combustível:

 

Posto YPF - Rio Grande - AR - 20 pesos = 12,90 reais

 

Hospedagem:

 

Puesto B & B - Rio Grande - AR - 100 pesos = 64,52 reais

 

Alimentação:

 

Pancho - Transbordador - Estreito de Magalhães - CH - 10 pesos = 16,45 reais

Tenedor livre - Rio Gallegos - AR - 60,00 pesos = 38,71 reais

 

Outros:

 

Transbordador - Estreito de Magalhães - 24 pesos = 15,48 reais

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17º dia - 19/12/07 - Rio Gallegos - AR/Puerto San Julian - AR

 

Acordamos cedo, olhamos para fora o céu meio azul, meio cinza, sem sinal de chuvas, obaaaa, vamos a El Calafate, vamos apreciar o Glaciar Perito Moreno.

 

Tudo certim, tomamos o desayuno do hotel (apenas duas média lunas e un café sollo e un jugo de naranja) e fomos até o Carrefour de Rio Gallegos que vi que era próximo, ontem quando procurávamos um hotel/hostelaria.

 

Fomos a pé mesmo, 4 quadras planas, eram 9h00 da manhã, um senhor montava sua barraquinha em frente ao Carrefour, dois cãezinhos (tudo bem um era grande.....heheh), acompanhavam atentamente o dono, o menorzinho ficava cercando ele, para ver se ganhava uma atenção, o maior ficou encostado na parede do Carrefour.

 

Muitas pessoas esperando para serem atendidas, nós os brasileños e mais dois argentinos, passa tempo e nada, deu 9h30 desistimos, fomos embora, acabamos descobrindo o que era o tal de La Anonima que aparece nos pontos de interesse do GPS, pois é era um supermercado e aberto......hehehehehee

 

Fomos lá, comprei as minhas luvas impermeáveis “importadas”, a patroa comprou chocolates e eu vi a tal barra de "mantecol" grande mesmo, fiquei até com vontade de comprar, mas desisti.

 

Seguimos para o hotel e desocupamos o quarto e montamos as bagagens na Fazer.

 

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Km acumulada até aqui

 

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Luvas importadas - made in Argentina....hehehehehe

 

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Ótimo acabamento e melhor caimento nas mãos.....hehehehehe

 

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Olha que interessante, na Argentina é muito comum os donos viajarem com os seus "cãozinhos", este estava cuidando do carro e esperando o dono.

 

Aqui no Brasil é muito difícil viajar com cachorro, fora o amigo Negrini (já criei um tópico sobre ele no antigo fórum) que viaja com o seu Cocker em sua Harley não vejo mais ninguém fazendo isso, nem mesmo em carros, já tentamos é muito difícil.

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